4.3 Modelagem Conceitual do Projeto de BDG
4.3.1 Diagrama de temas
4.3.2.2.2 Subpacote UCS
O mapeamento de uso e cobertura do solo realizado pela ELETROSUL para a UHE-PSJ foi produto da restituição fotogramétrica, portanto, de escala regional. No entanto, através de topografia quando necessário, o uso e cobertura do solo foi detalhado para cada parcela.
Diferentes termos e representações cartográficas para as classes de uso e cobertura do solo foram encontrados nos documentos analisados e relacionados ao empreendimento UHE-PSJ (plantas, mapas, relatórios, tabelas, etc.), evidenciando a não existência de um padrão. Sendo assim, foram pesquisados e sugeridos novos termos, siglas, e novas classes envolvendo o uso e cobertura do solo urbano e rural, visando facilitar o processo de avaliação econômica da parcela cadastral.
A documentação das classes do subpacote UCS encontra-se no Apêndice J deste trabalho.
4.3.2.2.3 Subpacote - S
O tema solo não é mapeado pela ELETROSUL, porém é considerado uma benfeitoria reprodutiva no contexto de avaliação de sua aptidão agrícola. Desta forma, entendeu-se interessante modelar a Classe Solo, na escala regional, auxiliando na avaliação da aptidão agrícola regional.
Dados e mapeamentos sobre solos, podem ser obtidos na EMBRAPA, em planos diretores e em pesquisas acadêmicas publicadas. Para a classificação e representação cartográfica dos solos, sugeriu-se consultar a 2ª edição do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (EMBRAPA, 2006) e as convenções de cores para mapas/cartas de solo (sistema RGB) em IBGE (2007b).
No Apêndice K deste trabalho encontra-se a documentação das classes do subpacote Solo.
4.3.2.2.4 Subpacote - AA
A aptidão agrícola foi modelada em função de fazer parte das variáveis consideradas no processo de avaliação econômica da parcela cadastral.
Inicialmente a concessionária realiza uma caracterização, no nível regional, das características pedológicas das terras, definindo as classes de aptidão agrícola a serem adotas para toda a região atingida pelo empreendimento. Posteriormente, é analisado o contexto de cada parcela cadastral, assim como, no caso do subtema uso e cobertura do solo.
A documentação das classes do subpacote AA encontra-se no Apêndice L deste trabalho.
4.3.2.2.5 Subpacote - R
As classes do subpacote Relevo (R), para a situação da UHE-PSJ, derivam de aerolevantamento fotogramétrico e restituição fotogramétrica, e tem como objetivo caracterizar o relevo na área ocupada pelo empreendimento e seu entorno.
No Apêndice M deste trabalho foram documentadas as classes do subpacote Relevo.
4.3.2.2.6 Subpacote - H
O subpacote Hidrografia (H) tem como objetivo modelar os recursos hídricos na área ocupada pelo empreendimento e seu entorno, bem como, os atributos que são importantes para caracterização e avaliação econômica dos recursos hídricos artificiais situados em parcelas cadastrais atingidas. Por exemplo, a Classe Acude-Represa, considerada uma benfeitoria não reprodutiva, e que por isso recebeu atributos relacionados à sua construção. Em função disso, esta Classe poderia ter sido modelada como classe do subpacote Benfeitorias Não Reprodutivas.
Em relação aos conceitos pesquisados para as especializações da Classe CursoAgua e da Classe MassaAgua encontrou-se muita divergência na literatura e nos conceitos utilizados pelas agências federais. Por exemplo, para os conceitos de açude, represa e barragem alguns autores consideram apenas a estrutura de represamento do curso d’ água, outros apenas a acumulação de água resultante do represamento, e ainda outros consideram que o açude pode ser resultado da escavação da terra.
Com relação aos conceitos de lago, lagoa e alagado (massas d’ água), a maior divergência encontrada foi em termos de dimensões ou de grau de afastamento ou ligação com o mar. Enfim, teve-se muita dificuldade para definir as classes que especializam as classes CursoAgua e MassaAgua, sendo necessária uma pesquisa exaustiva dos conceitos.
Para resumir a questão conceitual deste subpacote, optou-se por considerar açude e represa, termos sinônimos e resultantes da execução de obras, como barragens em curso de água ou da escavação do terreno, portanto, de origem artificial. E lago, lagoa e alagado como massas d’ água distintas, porém todas de origem natural.
Modelou-se a Classe TrechoCursoAgua devido a necessidade de abstrair partes de cursos d’ água.
As classes do subpacote Hidrografia foram documentadas no Apêndice N desta dissertação.
4.3.2.2.7 Subpacote - UER
O objetivo da modelagem do subpacote Unidades Espaciais de Referência (UER) foi reunir as classes que servem de referência espacial, mais especificamente classes que definem limites
administrativos, especialmente relevantes no cenário urbano.
A Classe PontoReferencial possui afinidade com o subpacote CG do pacote SICART, porque seus objetos servem de referência para os levantamentos geodésicos e topográficos.
No Apêndice O desta dissertação as classes do subpacote UER foram documentadas.
4.3.2.2.8 Subpacote - SV
O subpacote Sistema Viário (SV) modela os componentes da malha viária da área do empreendimento e do seu entorno. As classes e os atributos modelados neste subpacote consistem em variáveis que influenciam significativamente na avaliação econômica das parcelas atingidas, seja, como benfeitoria não reprodutiva ou como infra- estrutura que atende a parcela. Sob estas circunstâncias, as classes Ponte, GaleriaCanaleta, Bueiro e TrechoVia estão relacionadas com o subpacote Benfeitoria Não Reprodutiva.
A Classe GaleriaCanaleta recebeu este nome porque consiste no agrupamento de objetos muito semelhantes em termos de função (conduzir águas pluviais junto às vias ou sob estas) e avaliação econômica, não sendo necessária a criação de duas classes de objetos para diferenciá-los.
Utilizou-se o conceito de via por se tratar de um conceito abrangente, independente da localização em área urbana ou em área rural, porém atributos específicos foram modelados para recuperar estas e outras especificidades das vias que são importantes para o contexto multifinalitário dos dados.
O termo Logradouro Público não foi adotado na modelagem, pois este se restringe ao cenário urbano. Segundo BRASIL (1997 - Lei 9.503, Código Nacional de Trânsito) este termo envolve outros espaços livres, além daqueles destinados pela municipalidade à circulação de veículos e pessoas, como parques, calçadas, áreas de lazer, parada ou estacionamento de veículos, entre outros.
Atualmente a concessionária não realiza o mapeamento das vias no sistema de rede (conjunto de arcos ou linhas e nós interconectados), porém, geração de mapas roteáveis (rotas) é uma demanda apresentada por outros departamentos da ELETROSUL (operação e manutenção). Sendo assim, visando à implementação futura de um BDG multiusuário na empresa, modelou-se a Classe TrechoVia e a Classe CruzamentoVia.
Apêndice P deste trabalho. 4.3.2.2.9 Subpacote - RE
Decidiu-se por modelar o subpacote Rede de Energia (RE) porque no caso específico do empreendimento UHE-PSJ existe uma Linha de Transmissão - LT que cruza a área atingida. A rede de distribuição de energia não foi mapeada como um todo, apenas foram levantadas as instalações (poste e linhas) que seriam realocadas ou indenizadas por se tratar de propriedade particular. Por isso, a Classe PosteDistribuicao possui relacionamento com o subpacote Benfeitoria Não Reprodutiva.
Existem LT’s de circuito duplo, por isso modelaram-se atributos para cadastrar características dos dois circuitos em um único objeto geográfico, e desta forma, ele recebe dois nomes e dois códigos distintos. Sob estas condições, para as torres de transmissão que sustentam uma linha de transmissão de circuito duplo, foram modelados atributos para cadastrar duas codificações para as torres, originadas de uma combinação do número da torre, mais a sigla TO e mais os códigos dos circuitos por ela sustentados. Por exemplo, uma torre identificada pelo número 14, que sustenta uma LT de circuito duplo, um identificado pelo número 6080 e outro pelo número 6450, receberá os seguintes códigos:
Código1: 6450TO014; Código2: 6080TO014.
Este método de codificação das torres foi desenvolvido durante a execução de um Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento entre universidades e a ELETROSUL (UDESC, et. al., 2007).
Cabe ressaltar que se o empreendimento estiver situado em área urbana, pode ser necessário mapear e modelar outras redes de infra- estrutura, como por exemplo, de esgoto, de água, telefone, etc. Para o caso específico, da UHE-PSJ, as redes de infra-estrutura citadas não foram mapeadas, mas as parcelas foram avaliadas em relação à utilização destes serviços.
No Apêndice Q deste trabalho encontra-se a documentação das classes do subpacote RE.
4.3.2.3 Pacote - AEPB
Optou-se por criar o pacote Avaliação Econômica da Parcela e das Benfeitorias (AEPB) para separar as classes de objetos que pela conjuntura da concessionária estão quase que exclusivamente relacionados a avaliação econômica da parcela e das benfeitorias a ela incorporadas. Esta avaliação econômica das parcelas atingidas é um dos principais aspectos relacionados à gestão sócio-patrimonial de empreendimentos de geração de energia hidrelétrica em fase de implantação.
Como apresentado anteriormente, as parcelas atingidas pelo empreendimento UHE-PSJ foram levantadas na sua totalidade, porém, no geral as parcelas cadastrais não foram avaliadas economicamente como um todo, somente foi avaliado as áreas atingidas e as benfeitorias atingidas em cada parcela. Com exceção daquelas que foram totalmente atingidas pelo empreendimento, ou que tiveram seus remanescentes inviáveis economicamente.
Como fonte de pesquisa principal para a modelagem deste pacote utilizou o relatório que definiu critérios de avaliação e determinação dos valores indenizatórios para o Projeto UHE-PSJ (ELETROSUL, 2006) e os formulários utilizados pela concessionária para o processo de avaliação.
Para avaliação das terras atingidas pelo Projeto UHE-PSJ, a concessionária utilizou o método comparativo e para avaliação das culturas o valor econômico. As construções (edificações, muros, cercas, poços, fornos, etc.) foram avaliadas pelo valor de remoção99 e as instalações relacionadas às construções pelo custo de instalação (ex: instalações elétricas e instalações hidro-sanitárias de uma edificação). O custo de formação foi utilizado para avaliar os melhoramentos de solo e para avaliar os recursos naturais foi utilizado o método comparativo (madeiras para beneficiamento) e o valor econômico (madeiras em desenvolvimento).
4.3.2.3.1 Subpacote - BR
99“O valor de remoção representa o custo que o proprietário teria ao remover suas benfeitorias
para a nova propriedade a ser adquirida, onde é considerada a quebra de material e custo da mão-de-obra para demolição e remontagem” (ELETROSUL, 2006, p. 40).
O subpacote Benfeitorias Reprodutivas (BR) agrega as classes que consistem em recursos implantados na parcela, cuja remoção implica em perda total ou parcial. Compreende culturas permanentes, culturas anuais, plantas ornamentais, madeiras e melhoramentos de solo, que embora não negociáveis separadamente do solo, podem ter cotação separado, para subsidiar a avaliação econômica total.
Conforme apresentado no item 0, na etapa de avaliação econômica o detalhamento das benfeitorias reprodutivas é feito através do preenchimento de formulários e não através de mapeamento destas feições. Para os usuários o importante é armazenar no BDG as benfeitorias reprodutivas, bem como suas características, existentes em cada parcela. Portanto, as benfeitorias reprodutivas foram modeladas conceitualmente como classes convencionais (não geográficas) que se relacionam com a classe geográfica ParcelaCadastral.
Assim, através do relacionamento entre as classe BenfeitoriasReprodutiva (subpacote BR/pacote AEPB) e ParcelaCadastral (subpacote CG/pacote SICART), serão obtidas informações detalhadas sobre as benfeitorias existentes em cada parcela cadastral.
A documentação das classes do subpacote BR encontra-se no Apêndice R deste trabalho.
4.3.2.3.2 Subpacote - BNR
O subpacote Benfeitorias Não Reprodutivas (BNR) agrupa as classes que consistem nos melhoramentos permanentes que se incorporam ao solo da parcela cadastral e cuja remoção implica em destruição, alteração, fratura ou danos. Compreendem edificações, cercas, muros, depósitos de água, poços, entre outras construções que por sua natureza e função e por se acharem aderidas ao solo, não são negociáveis nem rentáveis separadamente das terras.
As classes AcudeRepresa (subpacote H/pacote CT), TrechoVia (subpacote SV/pacote CT), Ponte (subpacote SV/pacote CT) e PosteDistribuicao (subpacote RE/pacote CT), constituem benfeitorias não reprodutivas, porém, modelou-se em outros subpacotes do pacote CT, considerando suas características comuns com este pacote. Outras benfeitorias não reprodutivas podem ser incorporadas futuramente no esquema conceitual, conforme vão surgindo novas demandas através de novos projetos de geração de energia. Nesta modelagem se considerou
as benfeitorias não reprodutivas atingidas pela UHE-PSJ (cenário mais rural que urbano) e as apontadas nos formulários de avaliação da ELETROSUL.
A Classe Poco e as classes DepositoAgua, Forno, Edificacao, Cerca e Muro poderiam fazer parte de outros subpacotes, H/CT e CG/SICART, respectivamente. No entanto, entendeu-se melhor enquadrá-las neste subpacote devido aos seus muitos relacionamentos com outras classes (ex: Classe Edificacao) ou porque seus atributos são destinados quase que exclusivamente para a finalidade de avaliação econômica (ex: classes Forno, Muro e Cerca). As classes Poco e Forno foram relacionadas à Classe Edificacao porque estes objetos podem estar agregados a uma edificação, por exemplo, um forno pode estar situado sob uma edificação. Porém, foram modelados como classes geográficas, porque podem estar isolados da edificação e serem representados isoladamente.
As classes referentes às instalações elétricas e hidro-sanitárias não foram agregadas ao subpacote Infra-estutura e Serviços Básicos, pois, a parcela cadastral pode ter mais de uma edificação atingida e para cada uma devem ser cadastradas e avaliadas as suas instalações e demais características construtivas.
Atributos sobre portões são avaliados pela ELETROSUL como parte da edificação (abertura) nos seus formulários, entretanto, optou-se por colocá-los como atributos da Classe Muro, porque geralmente com estes estão associados. A quantificação de fossas e sumidouros também é avaliada como parte da edificação, porém, para esta modelagem foram incluídos como atributos da Classe InfraestruturasServicosBasicos do subpacote de mesmo nome.
As classes do subpacote BNR foram documentadas no Apêndice S deste trabalho.
4.3.2.3.3 Subpacote – ISB
As redes de infra-estrutura e serviços básicos (ISB) como energia, água, esgoto, telefone, iluminação pública, entre outras, não são mapeadas pela ELETROSUL, porém as parcelas cadastrais (principalmente as parcelas urbanas) são avaliadas considerando o acesso e usufruto destas redes. Esta informação bem como a informação dos serviços básicos (coleta de lixo, limpeza pública, transporte coletivo) que atendem a parcela cadastral poderiam ser atributos da Classe TrechoVia (subpacote SV/pacote CT), no entanto, estas infra-
estruturas e serviços básicos podem estar a disposição da parcela cadastral, mas esta não fazer uso, por exemplo se não for ocupada.
Sendo assim, entendeu-se melhor criar uma classe que informasse quais infra-estruturas e serviços básicos existem ou que servem a parcela cadastral, facilitando a sua avaliação.
No Apêndice T deste trabalho encontra-se a documentação das classes do subpacote ISB.
4.3.2.3.4 Subpacote - LA
O subpacote Laudos de Avaliação (LA) agrega as classes que modelam os laudos de avaliação das benfeitorias não reprodutivas, benfeitorias reprodutivas e da parcela. Este último é a soma da avaliação da terra nua mais as benfeitorias (reprodutivas e não reprodutivas), bem como de eventuais danos oriundos do processo de georreferenciamento das parcelas e demais processos de reconhecimento do território que envolve o empreendimento.
Os laudos foram modelados como documentos digitais que podem ser acessados através do BDG.
A documentação das classes do subpacote LA encontra-se no Apêndice U deste trabalho.
4.4 Dicionário de Dados
O dicionário de dados documenta todas as classes e atributos do esquema conceitual modelado. Foi segmentado em apêndices (um para cada subpacote) para facilitar a sua leitura.
O dicionário de dados tem como objetivo facilitar a leitura e entendimento do esquema conceitual modelado, assim como, proporcionar uma organização lógica e padronizada das classes de objetos do esquema conceitual na fase de projeto físico do BDG.
A padronização considerada no dicionário de dados se refere a descrição espacial (geometria) e semântica (atributos), a representação (simbologia) e a codificação (nomenclatura) dos dados. Desta forma, os dados geográficos e não geográficos documentados se tornam mais legíveis e acessíveis aos usuários agregando valor a informação a ser gerada com base nestes dados e facilitando o fluxo e a troca de dados entre usuários, setores, departamentos, etc.
utilizados pela CONCAR (2005) e CONCAR (2007). A definição de cada componente do dicionário de dados segue abaixo:
Classe: identifica o nome da classe documentada; Descrição: apresenta o conceito adotado para a classe; Código: apresenta o código de identificação da classe; Temporalidade: indica o tipo de tempo (intervalo ou
instante) no caso de classes temporais;
Representação da classe: informa a representação cartográfica recomendada para a classe;
Atributo: relaciona os atributos espaciais e descritivos modelados para a classe;
Tipo: informa o tipo de dado (alfanumérico, decimal, boleano, etc.) a ser armazenado no BDG para o atributo. Quando o atributo é oriundo de relacionamento entre classes utilizou-se a sigla FK (Foreign Key – chave estrangeira) para o componente tipo;
Tamanho: indica o número de bit100 a ser destinado para armazenar os caracteres do atributo;
Descrição do atributo: define o atributo;
Domínio: define os valores quantitativos ou qualitativos para o atributo da classe. Quando não existe domínio, deve-se preencher o campo do atributo;
Descrição do domínio: conceitua o domínio do atributo; Foto: apresenta uma imagem ou figura para elucidar o
domínio do atributo;
Representação do domínio: indica a representação cartográfica recomendada para o domínio (atributo) quando houver necessidade de representar os objetos de uma classe geográfica através de seus atributos. Por exemplo, representar cartograficamente os vértices das parcelas de acordo com o tipo de vértice (marco, ponto ou vértice virtual).
Convém lembrar que novos atributos podem ser adicionados às classes do esquema modelado conceitualmente conforme a demanda de informação, porém, deve-se documentá-los no dicionário de dados. Para as classes especialmente envolvidas no processo de avaliação econômica, talvez um atributo denominado Observação possa ser interessante, mas deve-se prestar atenção no quesito Tamanho, a ser
100 Menor unidade de informação que pode ser armazenada e processada em um computador. Um bit pode ter dois valores, 0 ou 1 (BURROUGH e McDONNELL, 1998).
definido. O Tamanho e o Tipo são componentes do dicionário de dados que podem sofrer alterações na fase de implementação física do projeto de BDG.
Desenhos ou fotografias são muito importantes para auxiliar a leitura e entendimento dos dados descritos no dicionário de dados. Por isso, destinou-se um componente do dicionário de dados para este fim. O componente Foto serve para facilitar o entendimento do domínio do atributo da classe modelada.
A seguir serão feitas considerações sobre a codificação e a representação cartográfica das classes modeladas.