04/2009 Número da IT: ELI 05.1 Código: DIR VDTE 016009 Nº./Data/Rev.: Página1 de 3 Quem:
Enfermeiro, Técnico de Enfermagem e Auxiliar de Enfermagem.
Quando:
Apresentar drenagem superior à 2/3 do coletor ou o coletor começar a soltar-se ou em vazamentos peridreno.
Onde:
Unidades de Internação, Pronto Atendimento, Centro Cirúrgico, Centro de Tratamento Intensivo, Ambulatório, Setores de Diagnóstico, Propedêutica e Terapêutica e Ambulâncias.
Condições necessárias:
01 bandeja inox limpa e desinfetada; 02 luvas de procedimento;
01 pacote de gazinha estéril; 01 pacote de cuba rim estéril; 250 ml de solução fisiológica a 0,9%; 01 vidro graduado ou 01 seringa;
01 agulha estéril 25x 8 cm; 01 bolsa de estoma (se adequado);
01 almotolia com álcool a 70%;
01 tira de esparadrapo (se adequado);
01 sistema de drenagem aberto (se adequado); 01 tubo de resina de proteção da pele (prescrito).
Descrição da Instrução de Trabalho: vide página 2/3 e 3/3. Resultado Esperado:
Funcionamento ótimo do sistema de drenagem. Reduzir complicações provenientes da manipulação incorreta dos drenos e sistematizar os cuidados com pacientes com drenos.
Em caso de não conformidade:
Em caso de ausência de drenagem, vazamento peri dreno ou deslocamento do mesmo, comunicar ao enfermeiro. Em caso do deslocamento ou soltura do dreno, comunicar em caráter de emergência ao enfermeiro;
Bibliografia consultada: vide página 2/3 Histórico da revisão:
Atividades Nome Cargo Rubrica Data Elaborado por Ana Cristina Roma Figueiredo
Thaís Novaes Costa de Almeida EnfermeiraTécnica de Enfermagem Junho/2006
Avaliado por Anna Alessandra Mattos de Meira Antonieta Lourdes de Souza Elisabete da Silva Peixoto Lucia F.R. Moreira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Professora Julho/2006 Agosto/2008
Aprovado por Dionéia Paula Bodevan de Sousa
Leonor Gonçalves VDTE AdjuntaVDTE Titular Setembro/2006Setembro/2008
Validado pela CCIH
(Quando necessário) Guilherme Augusto Armond Enfermeiro CCIH Novembro/2008
Revisado por Retirado por
Distribuição/Local: vide “onde”, Gesqualis, VDTE, Diretoria, Biblioteca, Convênios, CCIH,
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Bibliografia consultada:
BRUNNER, L. S. & SUDDARTH, D. M. Tratado de Enfermagem médico cirúrgica. 10. ed. Rio de Janei- ro, Guanabara Koogan, 2005.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Lei n. 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regu- lamentação do exercício da Enfermagem. Disponível em: http://www.portalcofen.com.br.
POHL, F. F.; PETROIANU, A. Tubos, sondas e drenos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. POTTER, P. A & PERRY, A. G. Fundamentos de Enfermagem. 4 ed. Rio Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 1400p.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Hospital das Clínicas. Vice-Diretoria Técnica de Enferma- gem. Regimento Interno. Belo Horizonte, 2007.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Hospital das Clínicas. Instituto Alfa de Gastroenterolo- gia. Cuidados aos pacientes em uso de drenos. Belo Horizonte. 2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Hospital das Clínicas. Instituto Alfa de Gastroenterolo- gia. Protocolo de assistência ao portador de estoma intestinal e urinário. Belo Horizonte. 2002. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Hospital das Clínicas. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. Manual de Infecção Hospitalar: epidemiologia, prevenção e controle. 2. ed. Médica e científica LTDA, 2001.
Descrição da Instrução de Trabalho:
INÍCIO
1. Identificar o paciente através da pulseira de identificação; 2. apresentar-se ao paciente e/ou acompanhante;
3. explicar o procedimento ao paciente e/ou acompanhante; 4. inspecionar a condição e tipo do sistema de drenagem; 5. tipos de drenos, quanto à forma de ação
5.1 capilaridade: de látex, laminar - extremamente flexível - geralmente colocado próximo a suturas, através da pele, fixado à mesma por um ponto ou mantido exteriorizado por um alfinete – requer proteção da pele e bolsa coletora. ex. dreno de “penrose;”
5.2 gravitacional: de plástico, borracha ou silicone, tubular – macio - não colaba, de compri- mento, diâmetro e formas variadas deverão estar conectadas a um sistema de drena- gem. ex. dreno de kehr (t), duplo j malecot, de tórax (vide ITT específica);
5.3 sucção: é o gravitacional acrescido de um sistema com sucção que pode ser um conjunto comercial, como o “portovac” ou um conjunto manufaturado, como pera de borracha ou seringovac (vide ITT correspondente);
6. separar e preparar os materiais de acordo com o tipo de sistema de drenagem e situação ob- servada;
7. levar o material para a unidade do paciente e colocá-lo sobre a mesinha de cabeceira ou carri- nho de curativo;
8. garantir a privacidade do paciente;
9. higienizar as mãos conforme NT CCIH 002; 10. calçar as luvas de procedimento;
11. observar o aspecto, cor e consistência da drenagem;
12. fazer ordenha nos tipos: por capilaridade ou gravitacional (vide ITT técnica de ordenha dos drenos);
Título: Cuidados com pacientes com drenos
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13. retirar a cobertura do local de inserção ou a bolsa coletora delicadamente. Só retirar a bolsa coletora se esta estiver soltando ou houver vazamento do efluente. Se a bolsa estiver bem adaptada, retirar a drenagem abrindo a pinça de segurança;
14. medir o volume da drenagem e atentar para queixa de dor e presença de odor;
15. avaliar a integridade da pele da região peri-dreno e a segurança do mesmo quanto à fixação. Comunicar ao enfermeiro presença de alteração cutânea ou falha na fixação do dreno;
16. lavar o local de inserção do dreno com solução fisiológica a 0,9%, em jato;
17. secar a região peri-dreno delicadamente com gaze seca e passar uma camada de resina de proteção de pele prescrita. Se a bolsa coletora não foi retirada, não haverá necessidade desta etapa;
18. fechar ou recolocar a bolsa coletora ou verificar a condição do aparato de coleta (sistema fe- chado, sucção, etc.);
19. deixar o paciente seguro, confortável e a unidade em ordem;
20. levar material utilizado para o expurgo atentando para o descarte das agulhas em recipiente próprio para pérfuro cortante;
21. retirar luvas de procedimento e higienizar as mãos conforme NT CCIH 002;
22. registrar no prontuário a data, a hora, o volume drenado e suas características (cor, odor e consistência), além das condições da pele peri-dreno;
23. assinar e carimbar.
FIM
Título: Cuidados com pacientes com drenos
Data da emissão:Instrução de Trabalho Técnico
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