Os vínculos entre a Casa de Espanha e o Centro Social para Mayores expressam-se, de alguma forma, na revista editada pela Casa de Espanha, que, recorrentemente, dá publicidade ao Centro e as atividades que envolvem os idosos.
Mesmo com lacunas em sua periodicidade, a revista, órgão de divulgação da cultura espanhola no Rio de Janeiro, serve de fonte para melhor compreendermos a importância do centro na vida dos idosos. Na edição do ano 1, nº 3, publicada em agosto de 2013, uma matéria de primeira página, com o título “Centro Social de Mayores comemora aniversário em grande estilo”, informa sobre a comemoração de seis anos de existência do Centro, ocorrido entre 3 e 14 de junho daquele ano. Entre as atividades comemorativas, aconteceram palestras, uma feijoada beneficiente e um almoço dançante.
FIG. 2. Festa de comemoração de aniversário de seis anos do Centro Social de Mayores.
Em destaque, a matéria informa sobre a estreia da peça: “Isso que é vida”, que aborda a temática da qualidade de vida e é protagonizada pelos idosos participantes da oficina de teatro do Centro Social, com texto e direção do professor da oficina, Sergio Salmeron.
A oficina de teatro é uma das mais procuradas, sendo, também, uma das que mais apresenta visibilidade para o Centro, como mostra a Assistente Social, Vera Lúcia:
Uma oficina que deslanchou aqui foi a oficina de teatro. Desde o ano passado estreou um trabalho de enquetes que depois o professor transformou numa peça. Ela estreou no ano passado e nesse ano consegui montar uma companhia que se chama Companhia de Teatro de Maiores e aí a gente consegui levar essa peça para fora da Casa de Espanha, o que foi um ganho fantástico. A gente apresentou no Instituto Bennett, no Instituto de Cardiologia, na Payot e no Recreio dos Anciãos. Aí, agora a gente tá com proposta de apresentar no Retiro dos Artistas e na semana que vem a
gente vai na biblioteca de Botafogo.
Por que a gente quis mostrar isso pra fora? A gente viu, primeiro, uma dificuldade muito grande de eles decorarem o texto, em função até mesmo deles. Alguns diziam que nunca iriam conseguir decorar o texto e depois eles viram que aos poucos foi se fazendo um trabalho de memória. Nós fizemos uma palestra mostrando a funcionalidade de todas as atividades pra vida deles. Eles puderam perceber que as outras aulas funcionavam como um elo, eles foram se agregando pra poder fazer as aulas de teatro. 89
FIG. 3. Apresentação da Oficina de Teatro do Centro Social de Mayores na II Mostra de Talentos.
A matéria publicada pela revista informa sobre a participação dos membros do Centro Social no XIII Fórum de Coordenadores de Projetos da Terceira Idade de Instituições de Ensino Superior. A matéria informa, ainda, que o grupo estava aprendendo informática e que estaria se preparando para o “Baile de Comemoração do Dia do Idoso”, que seria realizado em outubro. Dando visibilidade aos participantes, a matéria inclui uma fotografia com diversos dos membros do Centro Social.
No nº 4 da referida revista, publicada em Outubro de 2013, tem destaque a matéria com o título, “Terceira Idade: todos querem é viver bem”. O texto dá destaque à 1ª Mostra de Talentos, a ser realizada em comemoração ao Dia do Idoso. Na referida mostra, os idosos do Centro Social realizariam apresentações artísticas de música, dança, teatro, literatura, dentre outras. Outro evento de comemoração da data, também organizado pelo Centro Social, seria o
89 Entrevista com Vera Lúcia dos Santos, realizada em 24 de maio de 2011.
Baile de Mayores.
FIG. 4. IV Baile de Mayores.
A matéria relaciona, ainda, palestras e atividades do mês anterior, como a Oficina de Origami, oferecida por Izabel Nunes e uma palestra, intitulada “Quedas: prevenir para evitar”, ministrada por um médico do Hospital Espanhol. A matéria é ilustrada com uma fotografia da oficina de hidroginástica do Centro Social e outra de um casal dançando.
FIG. 5. Oficina de Hidroginástica do Centro Social de Mayores.
No nº 6, publicado em Maio de 2013, vemos duas matérias: uma intitulada “Centro Social de Mayores visita do Theatro Municipal”, versando sobre a visita realizada ao prédio reformado no ano de 2009 por um grupo de idosos do Centro Social. Eles foram acompanhados pelas profissionais do Centro Social, a Assistente Social Vera Lúcia dos Santos e a enfermeira Danielle Teodoro. No mesmo dia o grupo também visitou a Confeitaria Colombo, fundada em 1894, localizada, também, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Uma fotografia do grupo sentado do lado de fora do Theatro Municipal ilustra a matéria.
FIG. 6. Visita dos membros do Centro Social de Mayores ao Theatro Municipal.
A outra matéria “Mayores em movimento”, fala sobre a importância da prática de exercícios e da oferta de oficinas para essas atividades. A matéria aborda, ainda, sobre as palestras que acontecem para os participantes do Centro Social, sobre o evento em comemoração ao dia das mães e a apresentação da peça “Um casal quase normal”, da oficina do Centro Social, na instituição Vila do Sol, que abriga idosos. Uma fotografia dos idosos realizando exercícios e outra com o grupo da hidroginástica ilustram essa matéria.
FIG. 7. Aula da Oficina de Alongamento.
FIG. 8. Idosos da Oficina de Hidroginástica em confraternização de carnaval.
Na revista do Conselho de Residentes Espanhóis, de número 15, relativa ao biênio 2013/2014, que circulou no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e Espírito Santo também inclui matéria sobre o Centro Social. A matéria “Los Mayores Crecieron y están dando um show”, apresenta o Centro Social, informa seus objetivos e demonstra o desenvolvimento das atividades através das oficinas oferecidas aos idosos. O acompanhamento dos idosos por um médico do Hospital Espanhol é também publicizado, assim como a atenção nutricional e clínica. São destacadas as atividades de algumas oficinas como a da Palavra e da Escuta, a de Memória e a de Teatro, além das “Mostra de Talento” e da “Companhia Teatral do Centro Social de Mayores”.
São destacadas também, na matéria, a participação dos membros do Centro Social em eventos externos como o I Congresso Internacional da Associação Brasileira das Universidades Abertas da Terceira Idade, em Foz do Iguaçu e o V Fórum de Imigração na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde participantes do Centro Social apresentaram um espetáculo teatral.
FIG. 9. Grupo do Centro Social de Mayores em Foz do Iguaçu.
Em outra revista do Conselho de Residentes Espanhóis – outro periódico voltado para espanhóis no estrangeiro – o número 9, de Outubro de 2014, que circulou no Rio de Janeiro, em São Paulo e na região Nordeste, há uma matéria explicativa, intitulada “Centro Social de Mayores da Casa de España”, que versa sobre a formação e o objetivo do Centro Social como espaço de cuidado e de convívio.
Como parte da matéria é noticiada a realização da “Segunda Mostra de Talentos” do Centro Social, que aconteceu nos dias oito e nove de outubro do mesmo mês da publicação. A mostra contou com a presença de grupos de terceira idade externos e teve a parceria da TV Espanhola na cobertura do evento. Ao longo da mostra foram realizadas apresentações culturais de música, dança cigana, dança de salão, canto, poesia, teatro, literatura, fotografia, artes visuais, dentre outras. Duas fotografias ilustram a matéria, uma de um almoço dos idosos.
FIG. 10. Momento do almoço dos usuários do Centro Social de Mayores.
Com matérias como essas, veiculadas em diversos órgãos, percebemos a atenção que é dispensada pela comunidade espanhola ao Centro Social de Mayores. Dessa forma, o programa se torna conhecido não apenas no Rio de Janeiro, mas também, em vários outros estados do Brasil. Ao atingir estados que não contam com o desenvolvimento de projetos equivalentes, dirigidos para espanhóis idosos na diáspora, essa publicidade abre a perspectiva de reivindicação de ampliação do programa por parte da comunidade que ainda não é atendida por esse tipo de serviço.
Por outro lado, a veiculação midiática serve também para apresentar às comunidades de cidadãos de outros países fixadas no estrangeiro e suas representações governamentais
que não oferecem esse tipo de serviço um modelo de assistência de multiplicação de um projeto que se coloca como de vanguarda no tocante às comunidades de cidadãos fixadas no estrangeiro.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao discutir um tema tão profundamente humanitário como a questão migratória, explicitamos a compreensão de que a nossa preocupação está relacionada com as diversas dimensões do que é ser humano.
Dentre as questões que permeiam a vida social dos seres humanos a que se caracteriza como a mais importante é aquela relacionada com a manutenção da vida. Aqui, percebemos que, em diferentes momentos históricos da contemporaneidade, o modo de produção capitalista e suas formas de organização social, em diversas regiões do globo, falharam na construção de uma ordem social que pudesse prover os meios pelos quais as populações possam viver plenamente sem a necessidade de um deslocamento forçado.
O movimento migratório de espanhóis em direção ao Brasil atingiu o seu momento mais intenso no período conhecido como o das grandes migrações europeias, entre fins do século XIX e início do século XX. Em diversos momentos esse deslocamento se relacionou com políticas públicas de imigração construídas pelo governo brasileiro que, através de agenciadores, promoveu em solo espanhol uma intensa propaganda no intuito de trazer imigrantes espanhóis para o trabalho no campo. Em especial, para o Rio de Janeiro encontramos majoritariamente um deslocamento de galegos.
As limitações da economia espanhola, marcada por um modelo agrário, com baixo nível de industrialização foi um dos componentes que incrementaram o deslocamento espanhol. Somando-se a isso, mais tarde a destruição estrutural produtiva e a violência que marcou a Guerra Civil Espanhola e deixou milhares de mortos, feridos e desaparecidos na segunda metade da década de 1930, assim como a perseguição da ditadura franquista aos republicanos derrotados, foram responsáveis pelo deslocamento de muitos refugiados. Uma segunda onda migratória levou, então, mais espanhóis em direção ao Brasil na metade do século XX. Nesse momento, o modelo de desenvolvimento brasileiro procurava atrair uma mão de obra qualificada para o trabalho nas indústrias.
Observamos, portanto, que são várias gerações de espanhóis que conformaram, ao longo do tempo, laços que uniram pessoas, vizinhos, amigos, conhecidos e familiares dos dois lados do oceano Atlântico e que, por várias décadas, permitiram construir e alimentar, na terra de acolhida, uma significativa sociabilidade dessa mesma comunidade.
Em todos esses momentos as relações entre os que pretendiam migrar e os seus amigos e parentes que já haviam se estabelecido nos países do continente americano, incluindo o Brasil, formaram uma importante rede de solidariedade e uma forte conexão entre os países de partida e de chegada. Esses laços facilitavam bastante a superação das dúvidas e apreensões que se apresentavam no momento da difícil decisão de embarcar para o outro lado do Oceano Atlântico.
A conformação de tais redes de relações foi uma presença marcante no caso dos espanhóis que vieram para o Brasil, melhor traduzida pela noção de associativismo. Desde o final do século XIX, em diversos países do continente americano, incluindo o Brasil, os imigrantes espanhóis construíram associações que, com diferentes finalidades e modelos organizativos, tinham como objetivo central a reunião da comunidade espanhola para promoção de sua cultura além do auxílio aos espanhóis que se encontravam em dificuldades financeiras ou em situação de extrema pobreza. Essa movimentação possibilitou um tipo de organização social importante frente ao poder público espanhol. Podemos afirmar que a criação do Estatuto de la Ciudadanía Española en el Exterior, em 2006 também se relaciona com a disposição de organização e reivindicação da comunidade espanhola ao longo do tempo.
Percebemos que o aumento da expectativa de vida entre os seres humanos segue como importante campo de estudo e deve envolver não apenas as ciências biológicas, mas também precisa estar relacionado com as diversas disciplinas das ciências humanas, à medida que, é na esfera da política que se concretiza a tomada de decisões que definem as relações sociais.
Como vivemos uma etapa de desenvolvimento das pesquisas científicas e tecnológicas ainda temos muito por conhecer sobre o corpo humano e suas possibilidades para a sua proteção. Assim, percebemos que um ponto importante de atuação do Estado se materializa no estímulo à produção e a divulgação de conhecimento científico sobre o tema do envelhecimento, de modo que possamos nos preparar ao longo de toda a vida, construindo hábitos saudáveis, e também possamos compreender e encontrar o mais rapidamente possível as soluções para os problemas que se apresentam com o passar do tempo.
A saúde do idoso e muito de sua sociabilidade também se relaciona com oportunidades e escolhas que se apresentaram ao longo de toda a sua vida e não apenas na terceira idade. Pensar o envelhecimento das populações significa desde uma perspectiva mais ampla, pensar as relações sociais e os modos de vida não apenas a partir da pessoa idosa, mas
sim, a partir de um planejamento estratégico de longa duração para a sociedade, que envolva a totalidade do tempo de vida do cidadão, desde a gestação do novo ser e os seus primeiros anos de vida, passando por sua juventude e a idade adulta. Enfim, a exigência que recai sobre o Estado se referencia principalmente em políticas de saúde pública e políticas educacionais.
Assim, com o nosso trabalho, gostaríamos de apresentar uma preocupação sobre os diversos aspectos da questão migratória transacional e ao mesmo tempo chamar a atenção do poder público para aquelas populações que envelheceram em outros países que não o seu de nascimento, principalmente para os que mais necessitam de auxílio.
O Centro Social de Mayores como uma política pública de cunho social, organizado pelo governo central espanhol e a Xunta de Galicia, é um tipo de programa de atenção à pessoa idosa, copiado de modelo já existente na Espanha e aplicado com algumas diferenças no Rio de Janeiro. A principal dessas diferenças é a relação que se estabeleceu entre o público e o privado, pois a gestão do programa envolve o direcionamento de recursos públicos para uma instituição privada. Assim, podemos afirmar que tal serviço, que é ofertado pelo sistema público em Espanha, por aqui não é completamente estatal, pois é mediado por uma relação com um ente particular.
Modelos similares de atendimento à pessoa idosa, oferecidos por diferentes instituições, existem em outros lugares do Rio de Janeiro, como a UnATI/UERJ, em outros Estados e também em outros países. Um dos argumentos mais importantes apresentado pelos pesquisadores do envelhecimento para a existência e sucesso de programas de atendimento aos idosos é a superação de uma convivência solitária, marcada pelo afastamento do mundo do trabalho, as dificuldades dadas pela fragilização do corpo, o abandono familiar e o esvaziamento da vida social, por um outro modo de vida, em coletividade, que pode ser produtivo e que pode lhes garantir um vida saudável em direção aos anos futuros.
No caso do Centro Social de Mayores, temos a construção de uma identidade ligada à faixa etária e ao momento de vida, mas também a uma identidade nacional que é espanhola e regional, pois a maioria dos inscritos no programa é constituída por galegos.
Uma parte da explicação para a existência de políticas sociais de atenção ao cidadão no exterior por parte do governo espanhol se relaciona com o fato de que essas pessoas não perderam as relações com familiares e amigos no país de origem. Por outro lado, mesmo vivendo em outro país, a condição de cidadão marcada pelo pertencimento a uma
nacionalidade existe e confere ao indivíduo e à comunidade a possibilidade de alguma influência nas esferas de poder através da participação da vida política de seu país. Esses argumentos podem servir como instrumento de pressão política sobre a elite governamental para a existência e manutenção de diferentes políticas públicas que atendam o cidadão no exterior.
Percebemos que o Centro Social de Mayores poderia atender a um público mais amplo caso houvesse maior preocupação com a acessibilidade dos idosos. A ampliação desse atendimento envolveria medidas para que o projeto fosse executado em uma localidade melhor para a maioria dos idosos que buscam esse tipo de serviço público. Por outro lado, o que facilita a existência desse serviço no presente é o seu funcionamento nas instalações do clube Casa de Espanha. O funcionamento do Centro Social de Mayores em outro endereço significaria a necessidade de investimento mais amplo em infraestutura por parte dos que o financiam.
Outra reflexão que podemos apresentar se relaciona com as responsabilidades do Estado com o cidadão, esteja ele dentro de suas fronteiras nacionais, esteja no exterior, em especial os que chegaram à terceira idade. O tratamento igualitário entre os cidadãos de um mesmo país passa, entre outras coisas, pela oferta de serviços de forma igualitária e com o mesmo perfil de qualidade para todos os seus cidadãos.
Alguns dos temas abordados ao longo do nosso trabalho ainda são objetos de estudo e estão muito longe do esgotamento, devendo seguir como alvo de reflexão entre as disciplinas das ciências humanas.
No campo das migrações transnacionais contemporâneas os estudos sobre os as movimentações migratórias envolvem múltiplos aspectos a serem abordados. Quando pensamos os deslocamentos de seres humanos entre países percebemos o quão importante se faz envolver nesse debate o papel a ser desempenhado pelo Estado na questão da garantia dos direitos universais do ser humano.
É preciso superar o argumento reducionista que considera a questão migratória apenas pelo viés da transposição das fronteiras nacionais e que opõe os aceitos por portaram os registros regulamentados pelo sistema de Relações Internacionais aos rejeitados por não possuírem os documentos exigidos e que são fortemente discriminados e tratados costumeiramente como marginais. Por outro lado, o debate sobre o tema também envolve as
relações políticas entre dois ou mais Estados como parte desse mesmo sistema de Relações Internacionais.
A busca principal deve ser conformada por um espaço de diálogo no sentido de proteção das populações mais vulneráveis que buscam, no deslocamento migratório, uma forma de obter melhores condições de vida. A condição de fragilidade dessas populações exige um tratamento com uma perspectiva humanitária por parte do poder público.
No momento em que encerramos essa etapa de trabalho, a tragédia envolvendo diversos conflitos no Oriente Médio e na África provocam uma crise migratória que leva milhares de refugiados para a Europa. Nessa marcha seguem pessoas oriundas do Afeganistão, Eritreia, Kosovo, Paquistão, Iraque, Nigéria, Síria, dentre outros. Temos visto não apenas homens adultos, mas também jovens, mulheres e crianças, se lançarem ao Mediterrâneo em embarcações sem as mínimas condições de segurança. Também nas estradas da Grécia, Macedônia, Sérvia, Bulgária, Croácia, Bósnia, Eslovênia e Hungria, milhares de pessoas caminham longas distâncias em busca de um lugar seguro para viver e um emprego razoável que permita garantir a alimentação de sua família. Nossa preocupação caminha junto a essas pessoas.
REFERÊNCIAS
Legislação
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BRASIL. Decreto Legislativo nº 64, de 1956. Aprova a Constituição adotada na VI Reunião do Comitê-Intergovernamental para Migrações Européias (C. I. M. E.).
BRASIL. Decreto nº 3.010, de 20 de Agosto de 1938. Regulamenta o decreto-lei n. 406, de 4 de maio de 1938, que dispõe sobre a entrada de estrangeiros no território nacional.
BRASIL. Lei nº 8.842, de 4 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 5 jan. 1994. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8842.htm>. Acesso em: 15 ago. 2014.
BRASIL. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 3 out.
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Depoimentos
Depoimento de Jesus Calviño, datado de 20 de abril de 2011.
Depoimento de Vera Lúcia dos Santos , datado de 24 de maio de 2011.