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Definição das variáveis

No documento Giovana Bueno.pdf - Univali (páginas 45-54)

As variáveis referem-se aos atributos das organizações que podem ser medidos, que variam entre as organizações estudadas. O referencial teórico apresentado serviu de base para a escolha das variáveis investigadas, de acordo com trabalhos anteriores que apresentam objetivos semelhantes a este estudo. Esta escolha possibilitou a comparação com os resultados obtidos nos trabalhos precedentes. As variáveis foram divididas em três grupos: dependente, independentes e de controle.

3.2.1.Variável Dependente

Como variável dependente definiu-se a divulgação da sustentabilidade, por meio dos indicadores da Global Report Iniciative (GRI), similares aos trabalhos de Michelon e Parbonetti (2012), Rover et al. (2012), Matos e Gois (2013), Calixto (2013), Amran et al.

(2014) e Farooque e Ahulu (2015). A GRI tem o objetivo de promover a qualidade e o rigor dos relatórios de sustentabilidade, por meio de diretrizes que auxiliam as empresas na divulgação de suas informações.

Para mensuração da variável dependente foi necessária à codificação dos relatórios de sustentabilidade, para tanto se utilizou a técnica de análise de conteúdo. Optou-se por essa abordagem devido à natureza dos dados, pois um enfoque somente estatístico não seria possível extrair essas informações. A técnica de análise de conteúdo é utilizada em estudos sobre as informações socioambientais divulgadas pelas companhias em relatórios, como nos trabalhos de Post et al. (2011), Rover et al. (2012), Michelon e Parbonetti (2012), Hafsi e Turgut (2013), Matos e Gois (2013), Calixto (2013), Frias-Aceituno et al. (2013), Anram et al. (2014) e Farooque e Ahulu (2015). A análise de conteúdo segue o modelo de Bardin (1977), e consiste em um conjunto de técnicas de análise, que emprega procedimentos ordenados para a descrição do conteúdo das mensagens. Divide-se em três fases: a pré-

análise, a exploração do material e o tratamento e interpretação dos resultados. As duas primeiras fases são demostradas na sequência, e a última fase que ocorre com o tratamento e a interpretação dos resultados, será apresentada no capítulo subsequente.

a) Pré-análise

Na fase de pré-análise buscou-se definir os indicadores da GRI, que seriam os parâmetros para determinar o nível de divulgação dos relatórios. As Diretrizes GRI oferecem duas opções para que a empresa organize seu relatório de sustentabilidade: a essencial (elementos essenciais) e a abrangente (essencial e informações adicionais sobre a estratégia, análise, governança, ética e integridade). Para fins deste trabalho será considerada a opção essencial, e desconsideraram-se os indicadores setoriais, para dessa forma todas as empresas terem as mesmas condições de avaliação. As Diretrizes G3 foram disponibilizadas no ano de 2006 e as Diretrizes G4 em 2013, portanto, para abranger todo o período estudado com os mesmos parâmetros, as Diretrizes G3 foram escolhidas como norteadoras deste estudo.

b) Exploração do material

Nessa etapa empregou-se o software Atlas Ti®, para extração dos temas e mensagens dos textos, prosseguiu-se de forma descritiva, a partir da codificação das unidades de análise e quantificação dos elementos textuais. As unidades de análise são as palavras ou frases que serão analisadas nos relatórios e a codificação consiste em agrupar as unidades que apresentam os atributos previamente estabelecidos. As categorias utilizadas nesta pesquisa são consideradas apriorísticas, que são aquelas em que se possui previamente, as categorias definidas, e que permite classificar diretamente suas unidades de análises dentro destas categorias. As categorias estabelecidas correspondem aos indicadores da GRI e foram inseridas na ferramenta Atlas Ti®, no espaço denominado como códigos (codes), e estes estão agrupados em famílias (families), de acordo com suas características em comum.

Assim, nesta etapa categorizaram-se os indicadores da seguinte maneira: oito famílias de indicadores, e para cada família foram incluídas as categorias, que correspondem aos aspectos que compõe cada indicador, perfazendo um total de 33 categorias, apresentados a seguir: Estratégia e Análise (carta do presidente), Perfil Organizacional (características da empresa), Stakeholders (grupos engajados e principais tópicos e preocupações dos stakeholders), Perfil do Relatório (GRI e verificação externa), Governança (estrutura de

governança e códigos de conduta e de ética), Indicador Econômico (demonstrativos financeiros, presença no mercado e impactos econômicos indiretos), Indicador Ambiental (materiais usados, energia, água, biodiversidade, emissões, efluentes e resíduos, produtos e serviços e multas ambientais) e Indicador Social (emprego, relações trabalhistas, saúde e segurança, treinamento e educação, diversidade e igualdade de oportunidades, igualdade de remuneração, direitos humanos, comunidades locais, combate à corrupção, políticas públicas, saúde e segurança do cliente, rotulagem de produtos e serviços, comunicações de marketing e conformidade).

Na codificação das unidades correspondentes a família Estratégia e Análise, receberam pontuação na categoria Carta do Presidente, aquelas empresas que apresentaram o comunicado do principal tomador de decisão da organização, com a visão geral da empresa e a declaração das principais estratégias adotadas no período, bem como as perspectivas futuras.

No Perfil Organizacional pontuaram as empresas que apresentaram uma visão geral das características organizacionais. Para o indicador Stakeholders, as orientações da G3 correspondem em relatar os grupos engajados e as suas principais preocupações referentes à organização. No Perfil do Relatório foram pontuadas as empresas que aderiram a GRI e também aquelas que comprovaram a verificação por auditoria externa do relatório. Para o indicador Governança, foram consideradas aquelas empresas que relataram a sua estrutura e aquelas que descreveram seus valores e princípios, como os códigos de conduta e de ética.

As orientações para o Indicador Econômico é explanar sobre o fluxo de capital entre diferentes stakeholders, bem como os principais impactos econômicos da organização sobre a sociedade em geral. Este aspecto foi dividido em valor econômico direto, presença de mercado e impactos econômicos indiretos. A categoria valor econômico direto abrange os demonstrativos financeiros; a presença de mercado se refere a comparação entre a faixa salarial mínima da empresa e os valores mínimos na localidade em que a empresa está instalada, na proporção de contratação local para membros da diretoria e fornecedores locais;

e o aspecto impactos econômicos indiretos trata-se tanto dos serviços oferecidos quanto ao desenvolvimento e ao impacto de investimentos em infraestrutura locais.

O direcionamento para o Indicador Ambiental diz respeito ao relato dos impactos da organização sobre o ecossistema e pode ser classificado em: materiais usados, consumo de energia, total de retirada de água, impactos na biodiversidade, indicadores de emissões de gases de efeito estufa e de substâncias que destroem a camada de ozônio, efluentes e resíduos com a discriminação do descarte total de água e o peso dos resíduos considerados perigosos, a extensão da mitigação de impactos ambientais de produtos e serviços e o valor monetário de

multas ambientais recebidas. As diretrizes para o Impacto Social se referem à descrição dos impactos da organização sobre a sociedade e está subdividia em aspectos trabalhistas (emprego, relações trabalhistas, saúde e segurança, treinamento e educação, diversidade e igualdade salarial), aspectos referentes aos direitos humanos (não discriminação, combate ao trabalho infantil e ao trabalho escravo, respeito aos direitos dos povos indígenas), aspectos sociais (comunidade local, combate a corrupção e políticas públicas) e o aspecto referente ao produto ou serviço ofertado (rotulagem, comunicação e marketing, saúde e segurança do cliente e multas recebidas).

Nos aspectos trabalhistas foram pontuadas as empresas que apresentam o total de novas contratações de empregados e a rotatividade por faixa etária, gênero e região, bem como a porcentagem dos trabalhadores abrangidos por sindicatos e acordos de negociação coletiva. No que se refere à saúde dos empregados devem ser relatados os tipos e as taxas de lesões, as doenças ocupacionais, os dias perdidos, o total de absenteísmo e o número de óbitos relacionados ao trabalho. O número médio de horas de treinamento por ano e por empregado, discriminado por gênero e categoria funcional, também deve estar incluso no relatório. Além da descrição do total de empregados por categoria funcional, de acordo com gênero, faixa etária, minorias e outros indicadores de diversidade e ainda, a razão matemática do salário e remuneração entre mulheres e homens. A categoria referente aos direitos humanos aborda até que ponto os processos foram implementados, isso inclui as políticas referentes a não discriminação, ao combate ao trabalho infantil e ao trabalho escravo e a garantia dos direitos dos povos indígenas. Nos aspectos sociais as diretrizes abordam os programas para o engajamento da comunidade local, os treinamentos e os procedimentos adotados para o combate à corrupção, além do relato dos casos confirmados de corrupção e das medidas tomadas. E o posicionamento da empresa frente às políticas públicas também deve ser relatado.

As empresas receberam pontuação quando discriminaram o percentual das categorias de produtos e serviços significativas para as quais são avaliados impactos na saúde e segurança buscando melhorias, os tipos de informações sobre produtos e serviços exigidas pelos procedimentos da organização referentes a informações e rotulagem de produtos e serviços, e os resultados de pesquisas de satisfação do cliente. O relato das políticas referentes à comunicação e marketing também deve ser feito, assim como o total de casos de não conformidade com os regulamentos e os códigos voluntários relativos a comunicações, incluindo publicidade, promoção e patrocínio. A venda de produtos proibidos ou contestados também deve estar no relatório. O valor monetário de multas significativas por não

conformidade com os aspectos sociais devem ser relatados. Para pontuação considerou-se a resposta para cada indicador, conforme o Quadro 7.

Quadro 7 – Codificação das unidades de análise

Família de indicadores Categoria Pontuação

por indicador

Estratégia e Análise Carta do presidente 1

Perfil Organizacional Características da empresa 1

Stakeholders Grupos engajados

Principais tópicos e preocupações dos stakeholders 1

Perfil do Relatório GRI

Verificação externa 1

Governança Estrutura de governança

Códigos de conduta e de ética. 1 Indicador Econômico

Demonstrativos financeiros Presença no mercado Impactos econômicos indiretos

1

Indicador Ambiental

Materiais usados Energia

Água Biodiversidade

Emissões Efluentes e resíduos

Produtos e serviços Multas ambientais

1

Indicador Social

Emprego Relações trabalhistas

Saúde e segurança Treinamento e educação

Diversidade e igualdade de oportunidades Igualdade de remuneração

Direitos humanos Comunidades locais Combate à corrupção

Políticas públicas Saúde e segurança do cliente Rotulagem de produtos e serviços

Comunicações de marketing Conformidade

1

Pontuação total 8 Fonte: Elaborado pela autora com base nas Diretrizes GRI G3 (2006).

Nota: Para cada família efetuou-se a média aritmética referente a pontuação de cada categoria. A pontuação máxima de cada família corresponde a 1(um) ponto. A soma de pontos das famílias indica a pontuação total atingida por relatório, em cada ano de análise.

Para cada família de indicadores estipulou-se o valor de 1 (um) ponto, este dividido conforme as categorias que a constituem, ou seja, para as famílias com apenas uma categoria, o valor dessa categoria foi de 1 (um) ponto, e para aquelas famílias com mais de uma categoria, foi efetuada a média aritmética para totalizar em 1(um) ponto correspondente ao indicador. Para a codificação, primeiramente, verificou-se a presença das palavras correlatas aos indicadores, sinalizando-as como unidades de análise. Após verificou-se se estas unidades

correspondiam ao significado estipulado pela GRI. Desse modo não foi considerado somente a frequência das palavras indicativas do tema, mas se a informação estava de acordo com as diretrizes da G3. Para os relatórios que não responderam o indicador ou omitiram sem nenhuma justificativa foi considerado a pontuação 0 (zero). Para os anos em que a empresa não divulgou, repetiu-se a informação anterior e nos casos de não haver relatório anterior, completou-se a pontuação com zero. Com a pontuação total de cada empresa para o período analisado, criou-se uma escala de 0 a 32 pontos, e classificou-as como baixo, médio baixo, médio alto e alto nível de divulgação em sustentabilidade, conforme o percentual de indicadores relatados. Os critérios de classificação e as escalas são demonstrados no Quadro 8.

Quadro 8 – Escalas de pontuação dos relatórios de sustentabilidade Escalas de pontos Classificação do nível de

divulgação dos relatórios

Percentual de indicadores relatados

0 a 8 baixo de 0% a 25%

8,01 a 16 médio baixo de 25% a 50%

16,01 a 24 médio alto de 50% a 75%

24,01 a 32 alto de 75% a 100%

Fonte: Dados da pesquisa

A escala que compreende a pontuação de 0 a 8 corresponde ao percentual de 0 a 25%

de indicadores relatados pelas empresas, e foi classificado como de baixo nível de divulgação.

As pontuações de 8,01 a 16 foram classificadas como de médio baixo quanto ao nível de divulgação, por corresponderem entre 25 a 50% dos indicadores divulgados. A escala de 16,01 a 24 corresponde ao nível médio alto de divulgação e abrange entre 50% a 75% de indicadores mencionados. E a pontuação de 24,01 a 32 corresponde ao nível alto de divulgação por corresponder entre 75 a 100% dos indicadores relatados.

3.2.2 Variáveis Independentes

Quatro variáveis independentes foram selecionas para testar as hipóteses elaboradas, são elas: idade, gênero, independência e dualidade. Os dados relativos a idade são disponibilizados pelas empresas. Para esta variável utilizou-se a média aritmética para calcular a média de idade de cada conselho, de acordo com os estudos de Coffey e Wang (1998), Post et al. (2011) e Hafsi e Turgut (2013). O atributo de gênero foi descrito pelo uso da variável binária (dummy) em que o valor 1(um) indica sexo feminino e 0 (zero) sexo masculino, conforme Coffey e Wang (1998), Post et al. (2011), Walls et al.(2012), Hafsi e

Turgut (2013), Frias-Aceituno et al. (2013), Boulouta (2013), Amran et al. (2014) e Ellwood e Garcia-Lacalle (2015). Essa informação foi obtida pela identificação do nome do(a) conselheiro(a) correspondente ao seu gênero, conforme o trabalho de Post et al. (2015). Em casos dos nomes que podem ser designados para ambos os sexos, verificou-se o pronome relativo à profissão, por exemplo, administradora, contadora, etc.

A variável membro independente se refere aos conselheiros que não possuem nenhuma espécie de vínculo com a empresa. A sua mensuração foi a contagem do número de membros identificados pelo código relativo a membro independente, nas informações geradas pelas empresas. Essa variável foi mensurada e testada nos trabalhos de Coffey e Wang (1998), Silveira (2002), Post et al. (2011), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Hafsi e Turgut (2013), Matos e Gois (2013), Frias-Aceituno et al. (2013), Amran et al. (2014) e Farooque e Ahulu (2015). A dualidade é identificada quando o CEO da empresa exerce também o papel de presidente do conselho. Essa variável foi identificada nas informações prestadas pelas empresas, pelo seu código específico. A escolha dessa variável está de acordo com as pesquisas de Silveira (2002), Post et al. (2011), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Hafsi e Turgut (2013) e Matos e Gois (2013)

3.2.3 Variáveis de Controle

A variável de controle é um tipo especial de variável independente, que influencia potencialmente a variável independente, e precisa ser controlada para que, segundo Creswell (2010), seja possível determinar a influência da variável independente sobre a dependente sem vieses. Neste trabalho foram consideradas as seguintes variáveis de controle: o desempenho financeiro, o porte da empresa, o valor da firma e as características da composição dos conselhos (CEO e membro do conselho, membros eleitos por acionistas minoritários e tamanho do conselho) e a participação da empresa no ISE.

Os dados do desempenho financeiro das empresas foram medidos pelo ROE, que é determinado pela razão entre o lucro líquido e o patrimônio liquido. O tamanho da empresa que expressa o porte da firma, foi mensurado pelo logaritmo do ativo total. E o valor da empresa medido pelo Market-to-book que indica o valor de mercado da empresa, com base na razão entre o valor da ação pelo seu valor contábil. Controlar com essas variáveis é importante para minimizar as diferenças (de rentabilidade, valor e tamanho) entre as empresas, para que elas não influenciem nos resultados, conforme os trabalhos de Coffey e

Wang (1998), Silveira (2002), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Matos e Gois (2013), Andrade et al.(2013), Andrade et al.(2013), Boulouta (2013) e Amran et al. (2014).

Do mesmo modo, as seguintes características de composição dos conselhos foram consideradas como controle para evitar qualquer desvio que poderia ocorrer caso não fossem consideradas. São elas: o tamanho do conselho, medido pelo número de membros; a participação do CEO como membro do conselho, identificado pelo código indicador dessa informação e a eleição dos membros pelos acionistas minoritários, também observado pelo código indicador. Estas variáveis foram selecionadas e mensuradas de acordo com os trabalhos de Coffey e Wang (1998), Hillman et al. (2001), Silveira (2002), Post et al. (2011), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Hafsi e Turgut (2013), Amran et al. (2014) e Cunha e Martins (2015).

E por fim, buscou-se averiguar o controle pela participação das empresas no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). Justifica-se sua utilização porque o ISE é utilizado em muitas pesquisas como indicador de sustentabilidade conforme Murcia et al.(2008), Vital et al.(2009), Teixeira et al. (2011), Machado et al.(2012) e Freguete et al. (2015). O ISE foi criado no Brasil em 2005 e tem por objetivo medir o retorno médio de uma carteira teórica de ações de empresas de capital aberto, com as melhores práticas em sustentabilidade, listadas na BM&FBovespa. A variável ISE foi medida conforme os trabalhos de Murcia et al.(2008), Vital et al.(2009), Teixeira et al. (2011), Machado et al.(2012) e Freguete et al. (2015), que utilizaram uma variável binária (dummy), atribuindo o valor de 1 (um) se a empresa é participante do Indice de Sustentabilidade Empresarial e 0 (zero) caso não seja. Todas as variáveis estudadas estão demonstradas no Quadro 9.

Quadro 9 – Descrição operacional das variáveis Variáveis

Independentes

Mensuração Nome no modelo estatístico

Autores

Características do Conselho

Idade Média de idade dos membros (idade sobre o

nº total de membros)

ID Coffey e Wang (1998), Post et al. (2011) e Hafsi e Turgut (2013).

Gênero Dummy (D=1 se membro do sexo feminino, D=0 membro do sexo

masculino)

GEN Coffey e Wang (1998), Silveira (2002), Post et al.

(2011), Walls et al.(2012), Hafsi e Turgut (2013), Frias-Aceituno et al 2013), Boulouta, (2013), Amran et al. (2014) e Ellwood e Garcia-Lacalle (2015).

Independência nº de membros intitulados como

independentes

IND Coffey e Wang (1998), Post et al. (2011), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al. (2012), Hafsi e Turgut (2013), Matos e Gois (2013), Frias- Aceituno et al 2013), Amran et al. (2014) e Farooque e Ahulu (2015).

Dualidade dummy (D=1 se CEO é o presidente do conselho e

D=0 caso contrário)

DUO Silveira (2002), Post et al. (2011), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Hafsi e Turgut (2013) e Matos e Gois (2013).

Variável Dependente

Mensuração Autores

Nível de

Divulgação de Sustentabilidade

Indicadores da GRI (1 ponto para cada indicador presente e 0

para cada indicador ausente)

GRI Michelon e Parbonetti (2012), Rover et al (2012), Matos e Gois (2013), Calixto (2013), Amran et al.

(2014) e Farooque e Ahulu (2015).

Variáveis de Controle

Mensuração Autores

Desempenho Financeiro

ROE (rentabilidade sobre o patrimônio liquido)

ROE Silveira (2002), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Matos e Gois (2013), Boulouta (2013) e Andrade et al.(2013).

Valor da empresa Market-to-book (valor de mercado da ação sobre o

seu valor contábil)

VL Silveira (2002) e Andrade et al.(2013).

Tamanho da

empresa

logaritmo do ativo total TAM Michelon e Parbonetti (2012), Frias-Aceituno et al.

(2013), Matos e Gois (2013), Andrade et al.(2013), Boulouta (2013), Farooque et.al., (2014), Amran et al. (2014), Farooque e Ahulu (2015).

Tamanho do

Conselho

nº total de membros TCA Silveira (2002), Coffey e Wang (1998), Hillman et al. (2001), Post et al. (2011), Michelon e Parbonetti (2012), Walls et al.(2012), Hafsi e Turgut (2013), Amran et al. (2014).

CEO e membro do conselho

Código específico para CEO e membro do

conselho

MEM Michelon e Parbonetti (2012)

Eleição dos membros

Código específico para membro do conselho eleito pelos minoritários

EM Michelon e Parbonetti (2012), Cunha e Martins (2015).

Sustentabilidade Empresarial

dummy D= 1, participante do ISE; D=0

em caso contrário

ISE Murcia et al.(2008), Vital et al.(2009), Teixeira et al. (2011), Machado et al.(2012) e Freguete et al.

(2015).

Fonte: Elaborado pela autora.

No documento Giovana Bueno.pdf - Univali (páginas 45-54)

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