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N´ umero de condi¸c˜ ao

Desta forma,

ckx¯k−ξ¯k ≤ c2k¯xk1−ξ¯k2

= [ckx¯k1−ξ¯k]2

≤ [ckx¯k2−ξ¯k]4≤. . .≤[ckx¯0−ξ¯k]2k.

Portanto,

kx¯k−ξ¯k ≤ 1

c[ckx¯0−ξ¯k]2k,

isto ´e, o m´etodo de Newton ´e convergente com velocidadeq2k, ondeq <1 para toda boa aproxima¸c˜ao inicial. O teorema est´a demonstrado.

Aqui, ∆ ´e uma matriz e ¯εe ¯δs˜ao vetores. Considerando queA¯x= ¯b, por (2), obtemos

A¯ε+ ∆¯x+ ∆¯ε= ¯δ e, assim,

¯

ε=A1(¯δ−∆¯x−∆¯ε).

Portanto,

kε¯k ≤ kA1k kδ¯k+kA1k k∆k kx¯k+kA1k k∆k kε¯k.

Supondo que kA1k k∆k < 1, isto ´e, que os erros dos elementos de A s˜ao suficientemente pequenos, obtemos

kε¯k ≤ kA1k kδ¯k+kA1k k∆k kx¯k 1− kA1k k∆k .

QuandoA´e dada precisamente ou, equivalentemente, quando ∆ = 0, temos (3) kε¯k ≤ kA1k k¯δk.

Ent˜ao, o incremento ¯εda solu¸c˜ao ´e limitado pelas pertuba¸c˜oes ∆ e ¯δdos dados e depende essencialmente da norma da matriz inversa.

Aqui, ¯δ,∆ e ¯ε s˜ao os valores absolutos dos erros. Mas, eles n˜ao d˜ao uma no¸c˜ao clara da situa¸c˜ao. Por exemplo, sek∆k= 1, esta pertuba¸c˜ao ´e grande ou n˜ao? Depende da norma kAk. SekAk= 106, a pertuba¸c˜ao ´e desprez´ıvel, mas se kAk = 103, a pertuba¸c˜ao ´e catastr´ofica. Por isto, quando investigamos o erro consideramos os incrementos relativos

kε¯k

k¯xk, k∆k kAk, k¯δk

k¯bk.

Vamos obter limites para estes incrementos relativos. Para este prop´osito, pre- cisaremos da seguinte desigualdade.

Teorema 52 Seja a norma matricialk·kcompat´ıvel com a norma vetorialk·k. Ent˜ao, a desigualdade

kx¯k

kA1k ≤ kA¯xk ≤ kAk kx¯k vale para toda matriz regularAe todo vetor x.¯

Demonstra¸c˜ao. A segunda desigualdade mostra que a norma matricial e a norma vetorial s˜ao compat´ıveis. A desigualdade `a esquerda ´e consequˆencia de

kx¯k=kA1Ax¯k ≤ kA1k · kA¯xk.

Vamos investigar agora a influˆencia das pertuba¸c˜oes dos dados sobre a solu¸c˜ao, em duas situa¸c˜oes t´ıpicas.

Seja a solu¸c˜ao ¯ξ do sistema A¯x = ¯b obtida por um m´etodo num´erico de aproxima¸c˜ao. Substituimos ¯xpor ¯ξno lado esquerdo do sistema. ObtemosAξ.¯ SejaAξ¯pr´oximo a ¯b. A pergunta ´e se ¯ξest´a pr´oximo a ¯x. Parece natural que se ¯δ:=Aξ¯−¯b´e pequeno, ¯ε:= ¯ξ−x¯ ser´a pequeno tamb´em. Vamos ver agora se temos raz˜ao para uma tal afirma¸c˜ao.

Temos

δ¯=Aξ¯−¯b=Aξ¯−A¯x=A( ¯ξ−x) =¯ Aε.¯

Logo, ¯ε=A1δ. Desde que (A¯ 1)1=A, ent˜ao Lema 1 implica na desigualdade

(4) kδ¯k

kAk ≤ kA1δ¯k=kε¯k ≤ kA1k kδ¯k. Analogamente,

(5) k¯bk

kAk ≤ kx¯k=kA1¯bk ≤ kA1k k¯bk.

Como consequˆencia de (4) e (5), obtemos o seguinte limite para o erro relativo:

(6) 1

kA1k kAk kδ¯k k¯bk ≤ kε¯k

k¯xk ≤ kA1k kAkkδ¯k k¯bk.

O n´umerokA1k kAk´e chamadon´umero de condi¸c˜ao da matrizAe ´e denotado porcond (A) ou por ν(A). A desigualdade (6) implica que cond (A)≥1 pois, caso o cont´ario, chegar´ıamos em uma contradi¸c˜ao com (6) para kδ¯k 6= 0. Isto pode ser demonstrado tamb´em. De fato, pela igualdadeI=A1Aobtemos

kIk ≤ kA1k kAk=cond(A).

Desde que todos os autovalores da matriz identidade I s˜ao iguais a 1, pois o polinˆomio caracter´ıstico deI´e (1−t)n, e toda norma de uma matriz ´e maior do que o valor absoluto de qualquer autovalor (veja (24.5)), ent˜aocond(A)≥1.

A desigualdade (6) mostra que se o n´umero de condi¸c˜ao de A est´a perto de 1, o erro relativo da solu¸c˜ao est´a perto do erro relativo do vetor do lado direito. Ent˜ao, podemos afirmar que seAξ¯est´a pr´oximo a ¯b, ent˜ao ¯ξ´e uma boa aproxima¸c˜ao da solu¸c˜ao ¯xe at´e podemos fornecer um limite para o erro.

As matrizes cujos n´umero de condi¸c˜ao est˜ao pr´oximos a 1 s˜ao chamadasbem condicionadas. Aquelas com n´umeros de condi¸c˜ao , cond (A), muito grandes s˜ao chamadasmal condicionadas. As matrizes mal condicionadas podem causar problemas quando resolvemos o sistema numericamente.

Vamos fornecer um limite inferior melhor para cond (A) atrav´es dos auto- valores deA. Para este prop´osito, vamos denotar porλ1, . . . , λn os autovalores deA, arranjados em ordem crescente de seus m´odulos,

1| ≤. . .≤ |λn|.

Assim, |λ1n|≤. . .≤ |λ11| s˜ao os m´odulos dos autovalores deA1 e, portanto, (7) cond(A) =kA1k kAk ≥ |λn|

1|.

Em particular quandoA´e uma matriz sim´etrica, isto ´e, quandoA=AT, temos kAk2=|λn|ekA1k2=|λ11|. Ent˜ao,

(8) cond (A) =|λn|

1|.

Portanto, o condicionamento das matrizes sim´etricas depende da largura de seu spectrum, isto ´e, do quociente do maior e do menor autovalores.

Vamos considerar mais um caso particular onde aparece o n´umero de condi¸c˜ao da matrizA. Ao inv´ez de resolver o sistemaA¯x= ¯b, resolvemos ˆAξ¯= ¯b onde Aˆ=A+ ∆. Determinemos um limite para a diferen¸ca entre¯xe ¯ξ. Temos

¯

x=A1¯b = A1( ˆAξ) =¯ A1(A+ ˆAnA) ¯ξ

= ξ¯+A1( ˆA−A) ¯ξ= ¯ξ+A1∆ ¯ξ.

Assim, obtemos

¯

x−ξ¯=A1∆ ¯ξ e, desta forma,

kx¯−ξ¯k ≤ kA1k k∆k kξ¯k=kA1k kAk k∆k kAk kξ¯k. Finalmente, chegamos em

kx¯−ξ¯k

kξ¯k ≤cond(A) k∆k kAk.

Esta desigualdade mostra que, para matrizes bem condicionadas, pequenas per- tuba¸c˜oes relativas nos elementos da matriz levam a pequenos incrementos na solu¸c˜ao .

Esses exemplos mostram que o n´umero de condi¸c˜ao ´e uma caracter´ıstica importante deA. Para determinar este n´umero temos que saber os valores de kAke dekA1k. Em geral, o c´alculo das ´ultimas normas n˜ao ´e problema f´acil.

Algumas vezes,cond (A) pode ser estimado atrav´es do seguinte teorema.

Teorema 53 A igualdade 1

cond (A) = min

½ kA−Bk

kAk : B ´e singular

¾

vale para qualquer norma e para toda matriz regularA.

O teorema mostra que o n´umero de condi¸c˜ao caracteriza a distˆancia deA at´e o espa¸co das matrizes singulares B, isto ´e, para as quais detB = 0. N˜ao vamos provar este teorema. Somente mostraremos que

1

cond(A) ≤ kA−Bk

kAk para toda matrizB com detB= 0.

De fato, esta desigualdade ´e equivalente a

(8) 1

kA1k ≤ kA−Bk.

Desde que detB= 0, ent˜ao existe um vetor n˜ao nulo ¯xtal queBx¯= ¯o. Portanto, kA−Bk kx¯k ≥ kA¯x−Bx¯k=kA¯xk

≥ kx¯k

kA1k ( pelo Lema 1).

Agora, (8) ´e consequˆencia da ´ultima desigualdade e dekx¯k>0.

A id´eia da maioria dos m´etodos num´ericos para solu¸c˜ao de sistemas lineares

´e a seguinte: transformar a matrizAem uma matrizCcom estrutura espec´ıfica (triangular, banda, sim´etrica) e depois resolver o sistema que corresponde aC.

Algumas vezes, essas transforma¸c˜oes podem levar em um aumento do n´umero de condi¸c˜ao deA. Assim, a matrizAde bem condicionada pode se tornar mal condicionada.

Vamos ver o que acontece, por exemplo, quando transfomamos uma matriz em matriz sim´etrica. Multipliquemos os dois lados da equa¸c˜ao

A¯x= ¯b

pela transposta de A. Obtemos ATA¯x = AT¯b. Este ´e um novo sistema que

´e equivalente ao sistema inicial e que tem matriz sim´etricaC =ATA. Sejam λ1, . . . , λn, com|λ1| ≤. . . ≤ |λn|, os autovalores de A. Vamos supor que A ´e positiva definida, isto ´e, que (A¯x,x)¯ >0 para todo ¯x6= ¯0. Assim, ATA=A2 e λ21, . . .,λ2n s˜ao os autovalores deA2. Consequentemente,

cond(C) = µ|λn|

1|

2

= [cond (A)]2.

Mas, uma matriz tem n´umero de condi¸c˜ao 1 se, e somente se, ela ´e m´ultipla da matriz identidade. Portanto, em geral, quandoA 6=I, cond (A)>1 e (9) implica que quando transfomamos a matriz em sim´etrica, o n´umero de condi¸c˜ao de A cresce. Isto mostra que a simetriza¸c˜ao pode estragar o condicionamento deA.

C´ alculo de Autovalores de Matrizes

Autovaloresde uma matrizAs˜ao aqueles n´umerosλ, para os quais a equa¸c˜ao Ax¯=λ¯x

tem solu¸c˜ao n˜ao-nula ¯x. Essas solu¸c˜oes n˜ao-nulas s˜ao chamadasautovetores de A. ´E claro que toda matrizAde dimens˜aon×ntem exatamentenautovalores, que s˜ao as ra´ızes da equa¸c˜ao alg´ebrica

D(λ) := det (A−λI) = 0.

A equa¸c˜aoD(λ) = 0 ´e chamada equa¸c˜ao caracter´ıstica da matrizA. Podemos demonstrar que

D(λ) = (−1)nn−σ1λn12λn2− · · ·+ (−1)nσn], onde

σ1 =

n

X

k=1

akk,

σ2 = X

i<k

¯

¯

¯

¯

aii aik

aki akk

¯

¯

¯

¯,

σ3 = X

i<j<k

¯

¯

¯

¯

¯

¯

aii aij aik

aji ajj ajk

aki akj akk

¯

¯

¯

¯

¯

¯ ,

... ... ...

σn = detA.

Para se determinar os coeficientes de D(λ) ´e necess´ario calcular 2n −1 (=

¡n

1

¢+· · ·+¡n

n

¢) determinantes. Parangrande, ´e uma tarefa muito dif´ıcil. Existem outros m´etodos mais simples para a constru¸c˜ao do polinˆomio caracter´ıstico de uma matrizA. Depois de achar o polinˆomio, os seus zeros, que s˜ao os autovalores deA, s˜ao calculados por algum dos m´etodos num´ericos j´a conhecidos.

Agora vamos conhecer um antigo m´etodo universal para a constru¸c˜ao do polinˆomio caracter´ıstico de uma dada matriz.

5.1 M´ etodo de Danilevski

SejaA={aij}ni,j=1 uma matriz dada. Seja

P =

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

p1 p2 . . . pn1 pn

1 0 . . . 0 0

... ... · · · ... ...

0 0 . . . 1 0

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯ a correspondente matriz similar de Frobenius, isto ´e,

P =C1AC,

ondeC´e uma matriz regular. Desde que as matrizes similhantes tˆem as mesmas equa¸c˜oes caracter´ısticas, ent˜ao

det (A−λI) = det (P−λI) =D(λ).

A id´eia do m´etodo de Danilevski ´e transformar a equa¸c˜ao caracter´ıstica det (A− λI) = 0 para a forma normal de Frobenius, isto ´e, da forma

D(λ) =

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

p1−λ p2 p3 . . . pn

1 −λ 0 . . . 0

0 1 −λ . . . 0

... ... ... . .. ...

0 0 0 . . . −λ

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯

¯ .

Se a equa¸c˜ao caracter´ıstica ´e escrita desta forma, expandindo o determinante com rela¸c˜ao `a primeira coluna, obtemos

D(λ) = (p1−λ)(−λ)n1−p2(−λ)n2+p3(−λ)n3+· · ·+ (−1)n1pn

= (−1)nn−p1λn1−p2λn2− · · · −pn].

No m´etodo de Danilevski a matrizA ´e transformada em uma matrizP, que ´e similhante aA, atrav´es de n−1 transforma¸c˜oes de semelhan¸ca que mudam as linhas deA, sucessivamente, come¸cando da ´ultima.

Vamos supor que depois den−ktransforma¸c˜oes de semelhan¸ca obtemos a seguinte matriz, que denotaremos porA tamb´em,

A=

a11 a12 . . . a1k1 a1k . . . a1n1 a1n

... ... · · · ... ... · · · ... ... ak1 ak2 . . . akk1 akk . . . akn1 akn

0 0 . . . 0 1 . . . 0 0

... ... · · · ... ... · · · ... ...

0 0 . . . 0 0 . . . 1 0

 ,

cujask+ 1, . . . , n-´esimas linhas coincidem com as deP. Queremos transformar ak-´esima linha (ak1. . . ak,k1akk. . . akn) para a forma (0. . .1 0. . .0). Para este fim, executemos as seguintes transforma¸c˜oes:

1. Paraak,k16= 0, dividimos todos os elementos da (k−1)-´esima coluna porak,k1.

2. Subtraimos da i-´esima coluna a (k−1)-´esima multiplicada poraki, i6= n−1.

Fazendo comI as mesmas transforma¸c˜oes obtemos

Mk=

1 0 . . . 0

0 1 . . . 0

... ... · · · ... mk1,1 mk1,2 . . . mk1,n

... ... · · · ...

0 0 . . . 1

 ,

onde

mk1,k1 = 1 ak,k1

mk1,i = − ak,i

ak,k1, i6=k−1.

Vamos denotar a matriz obtida porB. De acordo com o que j´a foi dito, B = AMk e as k-´esima, . . ., n-´esima linhas de B coincidem com as de P. Para os elementosbij deB achamos

bij = aij−akjai,k1

ak,k1

= aij+mk1,jai,k1, i= 1, . . . , k, j= 1, . . . , k−2, k, . . . , n, bi,k1 = ai,k1

ak,k1

=ai,k1mk1,k1, i= 1, . . . , k.

A matriz B obtida n˜ao ´e similar a A. Para trasform´a-la em similar vamos multiplic´a-la `a esquerda porMk1. ObtemosC=Mk1B=Mk1AMk.

Podemos mostrar que

Mk1=

1 0 . . . 0

0 1 . . . 0

... ... · · · ... ak1 ak2 . . . akn

... ... · · · ...

0 0 . . . 0

0 0 . . . 1

→ k−1

De fato, pode-se verificar diretamente queMk1Mk =I.

Pela f´ormulaC=Mk1B achamos as express˜oes paracji, cji = bji, j 6=k−1

ck1,i = ak1b1i+. . .+aknbni, i= 1, . . . , n.

E claro que´ C tem as mesmas linhas, da k-´esima at´e a n-´esima, que as de P. Continuamos a opera¸c˜ao na (k−1)-´esima, . . . , segunda linhas da mesma maneira.

Seak,k1= 0 na matriz obtida depois den−kpassos, existem duas possi- bilidades:

a) aki6= 0 para algumi < k−1.

Neste caso, permutamos a (k−1)-´esima com ai-´esima linhas. Para manter a transforma¸c˜ao de semelhan¸ca permutamos ai-´esima com a (k−1)-´esima colunas.

Continuamos o processo descrito acima.

b) aki= 0, i= 1, . . . , k−1. Neste caso,Atem a forma

A =

a11 . . . a1,k1 | a1k . . . a1n1 a1n

... · · · ... | ... · · · ... ... ak1,1 . . . ak1,k1 | ak1,k . . . ak1,n1 ak1,n

−− −− −− −− −− −− −− −−

0 . . . 0 | akk . . . ak,n1 akn

0 . . . 0 | 1 . . . 0 0

... · · · ... | ... · · · ... ...

0 . . . 0 | 0 . . . 1 0

=

D1 | L

− − − | − − −

O | D2

,

ondeD2 eat´a na forma de Frobenius. Portanto,

det (A−λI) = det (D1−λI) det (D2−λI).

Aplicamos o m´etodo de Danilevski para a matrizD1, que tem dimens˜ao menor.

C´alculo dos autovetores pelo m´etodo de Danilevski. Sejaλum auto- valor deA. Ent˜ao,λ´e autovalor da matriz similarP. Determinemos o autovetor

¯

y= (y1, . . . , yn) deP correspondente aλ. TemosPy¯=λ¯y, isto ´e,

p1−λ p2 . . . pn

1 −λ . . . 0 ... ... . .. ...

0 0 . . . −λ

 y1

... yn

= ¯0.

Portanto,

(p1−λ)y1+p2y2+. . .+pnyn = 0, y1−λy2 = 0, y2−λy3 = 0, ... ... . yn1−λyn = 0.

Este sistema ´e homogˆenio e tem muitas solu¸c˜oes que s˜ao proporcionais. Colo- candoyn= 1, teremos

yn1=λ, yn22, . . . , y1n1.

Seja ¯xo autovetor correspondente ao autovalorλdeA. Desde que Mn11. . . M11A M1. . . Mn1y¯=λ¯y,

ent˜ao,

A M1. . . Mn1y¯=λ M1. . . Mn1y¯ e, consequentemente,

¯

x=M1. . . Mn1y.¯