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SOBRE A UTILIZAÇÃO DO JOGO

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(g) cada jogador seguirá este procedimento até que se conclua a primeira rodada do jogo;

(h) nas rodadas subsequentes os mesmos procedimentos deverão ser adotados, mas é preciso que se observe que algumas casas apresentam indicações específicas (“volte duas casas” ou “avance três casas”, por exemplo), as quais devem ser seguidas rigorosamente6

(i) vencerá o jogo aquele jogador que chegar primeiro ao final do tabuleiro.

Em suma: a construção dos elementos do jogo “Tabuleiro Ambiental” foi uma tarefa relativamente simples, embora tenha demandado alguma habilidade artística. A organização das regras, como já mencionado, foi a etapa mais trabalhosa, porque a ideia era elaborar um jogo acessível e divertido, porém capaz de estimular a conscientização ambiental, enfatizando a importância de atitudes que podem favorecer a preservação dos recursos naturais. Além disso, buscou-se construir um jogo que, ao mesmo tempo, fosse estimulante, mas não incitasse a competitividade, pois se consi- derou importante a manutenção de uma postura de coleguismo entre os jogadores.

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sendo um menino de oito e o outro de dez anos de idade. Já o Grupo 2 foi constituído por quatro meninos, sendo um de oito, dois de nove e um de dez anos de idade. De modo geral, observou-se que, no Grupo 1, a criança de oito anos de idade se dispersou um pouco da metade para o final da partida, possivelmente porque errou algumas perguntas e, com isso, ficou algumas rodadas sem avançar nenhuma casa, o que fez com que a partida demorasse mais. Já no Grupo 2 a partida foi rápida e dinâmica, e as crianças mantiveram o mesmo nível de interesse do começo ao final. Porém, os meninos se mostraram muito curiosos com as perguntas, de forma que um mediador precisou tomar conta dos cartões.

Imagem 4: Aplicação do jogo “Tabuleiro Ambiental” junto ao Grupo 1.

Fonte: Autora.

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Imagem 5: Aplicação do jogo “Tabuleiro Ambiental” junto ao Grupo 2.

Fonte: Autora.

Constatou-se também que a maior parte dos elementos do jogo já se encontra em um formato que pode ser considerado defini- tivo. Obviamente o tabuleiro poderia ser aprimorado com o recurso a ilustrações feitas por um profissional habilitado, por exemplo, mas sua configuração se revelou satisfatória no teste realizado com ambos os grupos. Inclusive as crianças, ao serem questio- nadas a respeito, afirmaram que consideraram o tabuleiro “legal”

e “bonito”. Por outro lado, parte das perguntas apresentadas nos cartões eventualmente poderia ser reformulada com o intuito de tornar o jogo mais fácil para crianças de até oito anos de idade, por exemplo. Porém, com isso o jogo poderia ser tornar menos atrativo para crianças com idade acima de dez anos. Uma outra opção, portanto, seria criar dois conjuntos diferentes de cartões, sendo um para crianças mais novas e outro para crianças mais velhas, com perguntas mais fáceis e mais difíceis, respectivamente.

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Apesar de sua utilização não ter sido avaliada sistemati- camente, o jogo “Tabuleiro Ambiental” permitiu aos jogadores aprender sobre a importância de uma convivência mais harmo- niosa com a natureza e com todas as formas de vida existentes no planeta. E o processo ensino-aprendizado transcorreu de maneira lúdica e prazerosa, como era desejável. Portanto, com a realização de ajustes pontuais, o jogo em questão poderia ser adotado em sala de aula por professores interessados em abordar temas rela- tivos à Educação Ambiental, o que não deve ser feito apenas no âmbito da disciplina de Ciências, vale destacar. Ou seja, o presente estudo reforça que, como alguns autores já vêm sublinhando, jogos educativos constituem uma opção capaz de tornar as práticas pedagógicos mais ativas, dinâmicas e divertidas, além de que podem potencializar a construção da ética necessária à efetivação de ações integrais em prol da conservação do meio ambiente.

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CAPÍTULO 5

A TRILHA ECOLÓGICA DO PARQUE DO SAGUI

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