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ana paula rosso - IIS Windows Server - Univali

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Academic year: 2023

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21 Tabela 2: Porcentagem de ocorrência dos 35 estoques pesqueiros para cada subgrupo e grupo de associação de estoques pesqueiros identificados através da análise de agrupamento. 27 Tabela 2: Percentagem de ocorrência dos 35 stocks de peixes para cada subgrupo e grupo de associação de stocks de peixes identificados pela análise de cluster (continuação).

INTRODUÇÃO

Os objectivos da gestão das pescas baseada nos ecossistemas incluem principalmente a sustentabilidade dos ecossistemas e o rendimento da pesca (BABCOCK et al., 2005). A pesca é a atividade antrópica que tem sido o foco principal das AMPs (GAINES et al., 2010).

OBJETIVOS

O BJETIVO G ERAL

O BJETIVOS E SPECÍFICOS

MATERIAIS E MÉTODOS

F ONTE DOS D ADOS

São eles: a) Dallagnolo et al., 2009), que propôs a organização da pesca do camarão de profundidade (camarão Aristaeopsis edwardsiana, camarão Aristaeomorpha foliacea e camarão Aristeus antillensis) no sudeste e sul do Brasil; b) Instrução Normativa nº 21, de 1º de dezembro de 2008, que estabelece critérios e procedimentos para regulamentação das atividades relacionadas à pesca do caranguejo-rei (Chaceon ramosae) nas águas jurisdicionais brasileiras na área compreendida entre os paralelos de 19º00'S e 30º00'S e; c) Instrução Normativa nº 23, de 4 de dezembro de 2008, que estabelece critérios e procedimentos para a organização das atividades relacionadas à pesca do caranguejo-vermelho (Chaceon notialis) nas águas jurisdicionais brasileiras na área compreendida entre os paralelos de 32º00'S e o limite sul da Zona Econômica Exclusiva. Zona (ZEE). Os arquivos disponíveis no SIG são apresentados em valores geodésicos, referentes aos elipsóides UGGI67 e South American Planialtimetric Datum 1969 – SAD69 (BIZZI et al., 2003).

A NÁLISE DOS D ADOS

10, utilizando a soma da frequência absoluta de ocorrência de cada fonte em cada quadrante geográfico (resolução 30'x30'), considerando conjuntamente todas as viagens de todas as frotas. Para esta técnica, as variáveis ​​de resposta foram assumidas como a distribuição dos recursos através do percentil 40 da frequência absoluta de ocorrência de cada uma das 35 categorias para cada quadrante geográfico (resolução 30'x30'), considerando todas as viagens juntas. todas as frotas.

RESULTADOS

I DENTIFICAÇÃO DE G RUPOS DE R ECURSOS P ESQUEIROS

Algumas categorias de recursos apresentaram alta frequência de ocorrência por quadrante (correspondente na Figura 4 às duas classes com maior número de ocorrências) em quase toda a área da plataforma continental interna (norte e sul), entre aprox. 30m e 100m (figura 4). As Tabelas 2 e 3 confirmam o que foi observado nos mapas de distribuição espacial dos recursos pesqueiros, mostrando que estes recursos apresentaram os maiores percentuais de ocorrência e desembarque no grupo correspondente à plataforma continental interna sul (subgrupo I). A lula apresentou elevadas percentagens de ocorrência tanto na plataforma continental interior norte como sul (Tabela 2), embora as capturas desembarcadas tenham sido mais elevadas nesta última área (Tabela 3).

O bagre teve seu maior percentual de ocorrência no Grupo da Plataforma Continental Interior Norte, enquanto seus desembarques prevaleceram no Grupo da Plataforma Continental Interior Sul com 50,9% e 58,4% respectivamente. E o namorado apresentou percentuais de ocorrência elevados e semelhantes, em ordem decrescente, no grupo plataforma continental interna sul, talude, plataforma continental interna norte e quebra de plataforma com 17,7% (Tabela 2). 28 Tabela 3: Percentagem de ocorrência dos 35 recursos para cada subgrupo e grupo de associação de recursos pesqueiros identificados através da análise de cluster (continuação).

29 Tabela 4: Percentagem de capturas desembarcadas dos 35 recursos para cada subgrupo e grupo de associação de recursos pesqueiros identificados pela análise de cluster. 30 Tabela 5: Percentagem de capturas desembarcadas dos 35 recursos para cada subgrupo e grupo de associação de recursos pesqueiros identificados pela análise de cluster (continuação).

D ISTRIBUIÇÃO E SPACIAL DA A TUAÇÃO DAS F ROTAS P ESQUEIRAS

Os valores de subsidência apresentados pela frota também foram superiores nos grupos citados, com máximo de 50,9% na plataforma continental interna sul, seguido de 38,4% na quebra de plataforma e 8,9% no talude (Tabela 5). Por outro lado, a rede de emalhar inferior representa a segunda maior área de atividade, ocorrendo desde o sul do Rio Grande do Sul até o estado do Rio de Janeiro, em todas as profundidades (Figura 5). Contudo, os quadrantes com maior número de visitas concentraram-se entre o centro de Santa Catarina e o centro de São Paulo, até aproximadamente 100 metros de profundidade.

Por fim, a frota de polvo pot apresentou a menor área de atividade e o menor número de viagens realizadas, com um máximo de 9 visitas realizadas num único quadrante geográfico (Figura 5). Concentrou-se principalmente nos quadrantes ao longo de Santa Catarina, seguido pelos quadrantes ao longo do Paraná e Sul de São Paulo, ambos até 100 m de profundidade (Figura 5). Em relação aos percentuais de ocorrência em cada grupo, nota-se que a área da plataforma continental interna norte é representada por 50,9%, seguida de sua parte sul com 40,6% e da quebra de plataforma, com 6,6% dos registros do mostrar (Tabela 4). .

Contudo, os valores de desembarque alcançados por esta frota foram superiores na plataforma continental interior sul, em 55,2%; e na plataforma continental interna norte e na quebra da plataforma apresentaram 23,9% e 20,9%, respectivamente (Tabela 5). AD: Movimento duplo; AP: Movimentos de pares; COMO: Arrastar Simples; E1: Palangre inferior; EF: Rede alfandegária; PP: Potes para lulas.

C ARACTERIZAÇÃO DO A MBIENTE B ENTÔNICO

42 ocorreram no subgrupo N (talude da zona norte da área de estudo), para amostras do tipo algas calcárias, com 5,3% do total de amostras coletadas para este subgrupo (Tabela 6). Amostras classificadas como brita e areia e brita biodetrítica também foram mais frequentes na parte norte da área de estudo e nas demais regiões a partir de 100 m de profundidade, com frequência máxima de amostragem de 61% para brita e 100%. Considerando seus percentuais por grupo, nota-se que a classe biodetrítica areia e brita apresentou os maiores valores nos subgrupos M e N, com 19,1% e 19,7% das amostras, respectivamente; enquanto o cascalho representa o maior percentual no subgrupo O, com 15% de ocorrência.

As amostras identificadas como fundo arenoso apresentaram maior frequência de ocorrência até a profundidade de 50 m, entre o Rio Grande do Sul e o estado do Rio de Janeiro. Aqueles quadrantes pertencentes a profundidades mais rasas também representaram altos percentuais de amostras com sedimentos arenosos, como os subgrupos A, B, D, H e K, s. Amostras de fundo classificadas como arenosas-lamaosas ocorreram em toda a área de estudo e em todas as faixas de profundidade, com alta representatividade entre classes variando de 25% a 75% de ocorrência (Tabela 7).

Amostras de fundo lamacento foram mais comuns em áreas de maior profundidade, acima de 500 metros, com 100% das amostras encontradas em vários quadrantes (Figura 7). 44 Figura 7: Distribuição da frequência relativa de amostras coletadas para cada tipo de solo e em cada quadrante geográfico, ao longo do Sudeste e Sul do Brasil (continuação).

R ELAÇÃO ENTRE OS R ECURSOS D EMERSAIS E AS V ARIÁVEIS A MBIENTAIS

46 Tabela 9: Resumo dos resultados da análise de correspondência canônica com integração entre dados ambientais (latitude, profundidade e tipos de fundo) e fontes. As fontes de abrótea e batata de águas profundas apresentaram a correlação mais positiva com a profundidade, demonstrando que estão distribuídas em áreas mais profundas (Figura 10). Em relação às variáveis ​​de fundo, constatou-se que as amostras com fundo mais duro (algas calcárias e cascalho) apresentaram maior afinidade por essas fontes.

Observa-se que estes recursos apresentaram alta correlação com o subgrupo I, correspondente ao grupo da plataforma continental interna sul (Figura 8). 48 Figura 8: Relação entre variáveis ​​ambientais (profundidade, latitude e tipos de fundo) e variáveis ​​de resposta (distribuição de recursos), obtidas através de análise de correspondência canônica. Abreviaturas: CSeteB= camarão de sete barbas; CRosa= camarão rosa; CCrist= camarão cristalino; Gordo = gordinho; Corv= coaxar; LingArei= sola de areia; Emplast = gesso; Psapo=.

50 Figura 10: Análise de correspondência canônica demonstrando a relação entre a distribuição dos grupos de pesca e a distribuição das 35 categorias de recursos analisadas. Gordo = gordinho; Corv= corvina; LingArei= sola de areia; Emplast = gesso; Psapo= girino; AbF= arótea de fundo; CongroRo= congro rosa; Pporco= peixe-gatilho; PgoRos= pargo rosa;.

DISCUSSÃO

Os mapas de distribuição do esforço de pesca mostraram que a frota de via dupla apresentou maior correlação com a área de ocorrência do camarão de sete barbas, sendo que a captura do camarão é tradicionalmente feita por esta frota (PEREZ et al., 2001; VALENTINI e PEZZUTO, 2006). É um dos recursos demersais mais abundantes e explorados da plataforma continental sul do Brasil (MENEZES e FIGUEIREDO, 1980; HAIMOVICI et al., 2006), sendo alvo, junto com outras espécies, da frota de cerco. pescaria. e da pesca simples de peixes costeiros, embora também seja capturado como fauna que acompanha a pesca dupla (BRASIL, 2011). A dourada, apesar de aparecer como uma espécie dividida entre os subgrupos da plataforma continental Sudeste-Sul brasileira, é composta por dois estoques distintos: um localizado entre 23˚S e 29˚S (o estoque sudeste), e outro, entre 29˚S e 33°S (stock sul) (VAZZOLER, 1991; VAZZOLER et al., 1999; VASCONCELLOS, 2012).

A espécie é bastante comum em capturas com redes de arrasto de fundo (HAIMOVICI e MENDONÇA, 1996), que geralmente ocorre entre 23˚ e 34˚S (norte de São Paulo ao sul do Rio Grande do Sul), em águas relativamente rasas (menos de 120 m) (HAIMOVICI et al., 1994). É uma espécie comum na pesca de arrasto na região Sudeste (CASTRO et al., 2005a). É caracteristicamente uma pescaria multiespecífica, com estratégia de pesca reconhecidamente costeira e voltada para peixes demersais da plataforma interna, em todos os estados do Sudeste-Sul (PEREZ et al., 2007).

Sua captura se dá principalmente por meio de arrasto duplo e penetração ocasional com arrasto simples (DIAS et al., 2012a), bem como por meio de redes de fundo e palangres de fundo (BRASIL, 2011). Ao caracterizar a composição e a dinâmica das frotas de arrasto duplo e de arrasto simples na área de encosta do Sudeste-Sul do Brasil, Dias et al. Ocorreu em todas as faixas de profundidade, mas foi mais difundido a partir de 250 m (ÁVILA-DA-SILVA e HAIMOVICI, 2003), mostrando que é uma das espécies mais abundantes na encosta superior do Sudeste Sul do Brasil (HAIMOICI et al ... al., 2004).

79 áreas relativamente rasas da plataforma continental, com características semi ou totalmente artesanais, do Espírito Santo a Santa Catarina (PEREZ et al., 2001).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Análise das principais pescarias comerciais da região Sudeste-Sul do Brasil: dinâmica populacional das espécies exploradas. Topografia, composição, refletividade do substrato marinho e identificação de províncias sedimentares na região Sudeste-Sul do Brasil. Pesca de espécies demersais com redes de arrasto de fundo na região Sudeste-Sul do Brasil.

Análise das principais pescarias comerciais da região Sudeste-Sul do Brasil: dinâmica populacional de espécies de exploração – II. Análise das principais pescarias comerciais do Sudeste-Sul do Brasil: dinâmica populacional das espécies exploradas. Pesca de arrasto recifal no Sudeste e Sul do Brasil: tendências da frota nacional entre 2001 e 2003.

Relatório da reunião técnica sobre manejo do tamboril nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. Planejando uma nova pescaria de peixe-sapo (Lophius gastrophysus) no sudeste/sul do Brasil.

APÊNDICES

Referências

Documentos relacionados

38 RNG.031 - A organização deve definir responsabilidades e autoridade para implementação da gestão da qualidade; RNG.032 - A organização deve avaliar a satisfação do cliente;