Na segunda etapa são analisados os cuidados, introduzindo-os com o estudo dos tipos de processos. Neste contexto, o objetivo desta monografia será um estudo que tenha como foco a interpretação doutrinária e jurisprudencial da referida norma, valendo-se do estudo da arbitragem, dos procedimentos e dos requisitos aplicáveis às medidas cautelares, avaliando assim a aplicabilidade das precauções na arbitragem. é analisado.
ASPECTOS DESTACADOS DA EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ARBITRAGEM NO
Curso de Arbitragem: Arbitragem Comercial, Arbitragem Internacional, Direito Arbitral Brasileiro, Instituições de Arbitragem Internacional, Convenções Internacionais de Arbitragem. Curso de Arbitragem: Arbitragem Comercial, Arbitragem Internacional, Direito Arbitral Brasileiro, Instituições de Arbitragem Internacional, Convenções Internacionais de Arbitragem.
ASPECTOS DESTACADOS DA EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ARBITRAGEM NO
Carreira Alvim, que explica que “o carácter jurídico da arbitragem é de natureza jurisdicional, tendo a sentença arbitral a mesma eficácia que o ordenamento jurídico reconhece a decisão judicial (art. 31, LA)” 75. Se assim não for, , os árbitros designados poderão indicar outro árbitro e, caso não haja acordo, as partes solicitarão ao tribunal responsável pelo julgamento da causa que indique inicialmente o árbitro (parágrafo 2º, art. 13). A sentença arbitral produz, entre as partes e seus sucessores, os mesmos efeitos da sentença proferida pelos órgãos do poder judiciário, sem depender de homologação judicial, e por ser condenatória, constituirá execução coerciva (art. 31). da Lei nº.
Existem precauções para garantir um processo de conhecimento ou implementação, protegendo as partes contra o risco de não alcançar o resultado prático do processo158. No que diz respeito à aplicabilidade das medidas conservadoras na arbitragem, fica claro que, quando o pedido for submetido ao tribunal arbitral, as partes deverão recorrer ao poder judiciário para que este avalie a medida conservadora. 22, havendo necessidade de medidas coercitivas ou conservadoras, os árbitros poderão solicitá-las ao poder judiciário que originalmente teria competência para conhecer do caso (art. 22, § 4º, LA).
A consequência da extinção da convenção de arbitragem é permitir que as partes solicitem ao Tribunal a resolução do conflito em litígio.
CONCEITO DA ARBITRAGEM
NATUREZA JURÍDICA DA ARBITRAGEM
Corrente Privativista ou Contratualista
Corrente Publicista
Corrente Híbrida
Vale a pena trazer à tona os ensinamentos de Laís de Oliveira Penido sobre a natureza híbrida da arbitragem, o que mostra que por um lado está o contrato privado, no qual tudo, desde as regras para sua criação até as limitações dos poderes conferidos aos árbitros estão estabelecidos e, por outro lado, a natureza jurisdicional, porque a eficácia da resolução do litígio é reconhecida e executória pelo Tribunal78.
LIMITES DA ARBITRAGEM
2º, da Lei de Arbitragem, a vontade do legislador de deixar às partes a escolha das regras que regem a sentença arbitral, para que possam escolher a Lei subjacente, as disposições processuais, bem como as normas de qualquer outra natureza, inclusive as indicação de quais critérios legais os árbitros deverão utilizar para preencher eventuais “lacunas” normativas que existam no decorrer da arbitragem85. Verifica-se, portanto, que o legislador quis deixar as regras que regerão a sentença arbitral à escolha das partes, uma vez que na arbitragem é amplamente defendido o princípio da autonomia da vontade, uma vez que não há nada mais razoável que as partes possam ter. a liberdade de escolher como irão processá-lo87.
CONVENÇÃO DA ARBITRAGEM
Cláusula Compromissória
Contudo, quando o tribunal se depara com cláusulas de arbitragem vazias, ou seja, cláusulas que simplesmente estabelecem que qualquer litígio decorrente de um negócio jurídico específico será resolvido através de arbitragem, o tribunal deve fazê-lo. 8º da Lei de Arbitragem estabeleceu a autonomia da cláusula compromissória, para evitar que o argumento de nulidade do contrato principal invalide o acordo que submete o negócio jurídico a sentença arbitral em regime de arbitragem94.
Compromisso Arbitral
- Extinção do compromisso arbitral
II - nome, profissão, estado civil e local de residência do árbitro ou árbitros, ou, se for o caso, identificação da entidade à qual as partes delegam a nomeação dos árbitros; A primeira razão, nas palavras de Irineu Strenger, [..] é que se algum dos árbitros não aceitar a tarefa e as partes não quiserem consensualmente indicar um substituto, a convenção de arbitragem extingue-se com a extinção do compromisso de apagamento105. Esta razão respeita uma das vantagens da arbitragem – a celeridade, e oferece a possibilidade de fixar no compromisso o prazo para apresentação da sentença arbitral.
DOS ÁRBITROS
A Lei de Arbitragem contém especificamente as regras em seu terceiro capítulo que são relevantes para a prática de arbitragem por árbitros109. Ao comparecerem perante um tribunal arbitral, os árbitros escolherão o presidente do tribunal, que poderá ser um dos árbitros escolhidos; Caso não haja previsão nesse sentido, será nomeado o mais velho. Além da responsabilidade civil, 17 AL também prevê a responsabilidade criminal, em que os árbitros são equiparados a funcionários do governo116.
PROCEDIMENTO ARBITRAL
A SENTENÇA ARBITRAL
Os efeitos legais da sentença arbitral
Pelo facto da sentença arbitral constituir título executivo, caso não seja cumprida, existe a seguinte solução de acordo com os ensinamentos de Pedro A. Da escola do autor, nota-se que a sentença arbitral para todos os efeitos legais corresponde à decisão proferida pelo poder judiciário, pois assegura a proteção jurídica que as partes requerem e constitui um genuíno ato de autoridade que põe fim ao conflito, como a lei é aplicada ao caso específico 141. Além disso, as regras gerais sobre a decisão transitada em julgado das sentenças judiciais serão aplicadas à sentença arbitral142.
Correção da decisão arbitral
Os fundamentos utilizados pelo árbitro ou pelo juiz devem ser tais que a parte saiba exatamente em que fundamento se baseia a conclusão. E a conclusão não deve deixar margem para dúvidas, de modo que não se saiba exatamente em que sentido o árbitro, ou o tribunal, toma a decisão. Cabe ao órgão arbitral decidir sobre o pedido de esclarecimentos no prazo de 10 dias, modificar a sentença arbitral e notificar as partes, nos termos do art.
Ação de nulidade
Portanto, se o pedido do devedor solicitar a anulação da sentença arbitral, isso se dará nos termos do artigo 741 e dos artigos seguintes do Código Civil. Considerando que são conceituados os principais aspectos relacionados à arbitragem, nomeadamente os destaques do desenvolvimento histórico da arbitragem no contexto global e no Brasil; conceito, natureza jurídica, limites, convenção de arbitragem, árbitros; e lidar com procedimentos arbitrais e sentenças arbitrais; Cabe agora comentar os tipos de tutela jurisdicional, bem como analisar em profundidade as medidas de segurança, ou seja, os seus pressupostos, as suas características e procedimentos. Desta forma, são aprovadas medidas de segurança de forma a garantir a plena concretização dos direitos das partes em casos de emergência159.
ESPÉCIES DE TUTELA JURISDICIONAL
A matéria de Direito Processual Civil: processo de execução e execução de pena, diligências preliminares e tutela emergencial. Desta forma, o processo de prevenção visa uma ação urgente e temporária, visando garantir os efeitos de uma medida de grande porte, que causará danos irreparáveis por qualquer atraso172. A matéria de Direito Processual Civil: processo de execução e execução de pena, diligências preliminares e tutela emergencial.
DAS TUTELAS DE URGÊNCIA
A grande polêmica doutrinária sobre a intercambialidade entre a proteção emergencial reside na possibilidade de interpretação do dispositivo como uma via de mão dupla, ou seja, sobre a possibilidade de o juiz conceder medidas antecipadas quando solicitadas como medida cautelar. Uma interpretação literal do dispositivo levaria a uma resposta negativa, pois apenas se refere à possibilidade de prestação de proteção preventiva quando solicitada como medida antecipada, e não o contrário. Conclui-se, portanto, que para a concessão da tutela antecipada é necessário muito mais do que fumus boni iuris, o que seria mera verossimilhança, mas sim prova inequívoca, mais robusta e expressiva do que é exigido no processo cautelar181.
PRESSUPOSTOS DA MEDIDA CAUTELAR
O fumus boni iuris
O fumus boni iuris significa a fumaça do bom direito, ou seja, a probabilidade de exercício atual ou futuro do direito de ação, devido à aparência de plausibilidade e verossimilhança do direito substantivo que está em jogo183. A exigência de certeza quanto à existência de um direito substancial à prestação de proteção cautelar tornaria este instrumento absolutamente inútil. Certa tendência doutrinária, entre elas representada por Humberto Theodoro Júnior, afirma com convicção que o fumus boni iuris deve corresponder à verificação de que a parte tem direito de ação, direito ao processo principal a ser protegido189.
O periculum in mora
Portanto, para reconhecer a existência do pedido, o risco de dano deve ser fundamentado, pois mesmo que isso acarrete uma situação de urgência, tornando intolerável a demora do processo, não há motivos para identificar o risco de dano. com periculum in mora. Portanto, o risco de dano é a causa que provoca a ocorrência do risco na demora do processo, com relação causa-efeito202.
CARACTERÍSTICAS DA TUTELA CAUTELAR
- Instrumentalidade hipotética
- Temporariedade (Provisoriedade)
- Revogabilidade
- Modificabilidade
- Fungibilidade
É por ser dada como dispositivo de proteção a essa hipótese (de que o autor é o vencedor no processo principal) que se afirma que a medida de segurança se caracteriza por uma instrumentalidade hipotética. Alterar uma medida de segurança significa substituir uma medida por outra ou transformá-la em outra, por exemplo temos casos em que a prisão é convertida em sequestro ou o valor da pensão alimentícia provisória é alterado217. A sentença proferida no caso de segurança não confere força jurídica substantiva, uma vez que no caso de segurança nenhuma relação jurídica foi decidida, não há nada que possa se tornar imutável e indiscutível.
PODER GERAL DE CAUTELA DO JUIZ
Trata-se de uma exceção ao princípio ne procedat iudex ex officio, que no art. Na verdade, o poder cautelar geral permite ao juiz, que é seu titular, tomar medidas de caráter preventivo que não estão explicitamente (tipicamente) previstas 235. Discute-se se o juiz pode tomar medidas de caráter preventivo ocorre, sem sendo provocado, apenas no âmbito de processos cautelares já iniciados ou também em processo de conhecimento.
MEDIDAS CAUTELARES NOMINADAS E INOMINADAS
Medidas cautelares nominadas
Medidas cautelares 'nomeadas' (ou 'típicas' ou 'especiais') são aquelas que buscam obter atividade jurisdicional que autoriza uma medida de segurança específica ou nomeada244. A matéria de direito processual civil: procedimento de execução e execução de sentença, procedimento de segurança e proteção de emergência. em 2. pág. 544. Finalmente, o Código de Processo Civil enumera algumas medidas que não são propriamente medidas cautelares típicas porque não se destinam a garantir a eficácia de qualquer procedimento.
Medidas cautelares inominadas
798 do CPC que os requisitos para medidas atípicas são os mesmos das precauções típicas, que foram explicados no tópico 2.6.1 desta monografia. Diante do exposto, verificados os tipos de tutela jurisdicional, tutela emergencial, os pressupostos da medida cautelar, bem como suas características e divisões, cabe agora analisar finalmente se os árbitros têm competência para conceder medidas cautelares. medidas. Portanto, é necessário tomar precauções para garantir a segurança dos direitos.
OS PODERES DE JURISDIÇÃO DO ÁRBITRO NO PROCEDIMENTO
3 A POSSIBILIDADE DA MEDIDA DE ATENÇÃO DOS ÁRBITRO NA LEI 9.307/96 E NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. Paulo Furtado, Uadi Lammêgo Bulos258, Humberto Theodoro Júnior259 e Carlos Alberto Carmona260 esclarecem que os árbitros são juízes de fato (privados), mas sua decisão produz a mesma eficácia que a decisão estatal (portanto também o são). os mesmos juízes estaduais, reconhecendo os fatos e aplicando a lei261.
A POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DE MEDIDA CAUTELAR NA
Concessão de medida cautelar antes da instauração do juízo arbitral
Poderá ser necessário alcançar uma medida de segurança urgente na fase preliminar da arbitragem, quando o início do procedimento ainda não tiver sido solicitado ou quando o tribunal arbitral ainda não tiver sido constituído269. O estudioso Humberto Theodoro Júnior ensina que “a lei não confere ao árbitro ou ao tribunal arbitral o poder de tomar medidas coercitivas ou cautelares a título preparatório ou incidental” 270. E isso deve ser assim porque a soberania das decisões sobrepõe o judiciário ao poder judiciário. estabelecimento de uma jurisdição paraestatal posterior, ou mesmo porque, porque as partes no processo não assinaram uma convenção de arbitragem que permitisse a interposição de medidas cautelares perante um árbitro ou tribunal arbitral.
Concessão de medida cautelar após a implementação do juízo arbitral
- Dos que defendem que a atribuição de conceder medidas cautelares é
- Dos que defendem que o árbitro pode conceder a medida cautelar e solicita
Neste caso, o tribunal arbitral só pode solicitar ao juiz que tome medidas para garantir a eficácia prática da medida adotada. Portanto, o árbitro solicitará as medidas conservadoras ao judiciário, o que significa que o árbitro permitirá a medida conservadora e solicitará ao juiz a sua implementação301. Carlos Alberto Carmona afirma que, caso haja resistência da parte ao cumprimento da medida, “o árbitro solicitará ao juiz, não para que este determine se a medida solicitada deve ou não ser concedida, mas apenas e somente para alcançar -la”307.
POSICIONAMENTO JURISPRUDENCIAL ACERCA DA POSSIBILIDADE DE
Houve também instrução para que as partes na arbitragem possam escolher as normas que regularão a arbitragem, ou seja, poderão escolher as normas aplicáveis de direito material e processual. Com efeito, as partes poderão escolher árbitros especialistas no objeto do litígio, o que confere maior coerência à decisão do tribunal arbitral do que à do judiciário. Por outro lado, entendem que o árbitro não pode alterar as salvaguardas preparatórias avaliadas pelo Judiciário.