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governo do estado do paraná

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Academic year: 2023

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LUIZ TARCÍSIO MOSSATO PINTO - Diretor-Presidente Instituto de Águas do Paraná (AGUASPARANÁ) MÁRCIO FERNANDO NUNES - Diretor-Presidente SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. O Manual Operacional do Projeto (MOP) tem como objetivo orientar a Secretaria de Estado e Coordenação Geral (SEPL) na gestão do projeto multissetorial de desenvolvimento do Paraná, bem como as Secretarias de Estado e órgãos públicos envolvidos na implementação de programas e medidas a serem integradas de acordo com os compromissos do contrato de empréstimo, assinado entre o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial) e o Estado do Paraná.

FIGURA 1 - ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DO PARANÁ
FIGURA 1 - ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DO PARANÁ

OBJETIVO

ESTRUTURA DO PROJETO

ÁREA DE ATUAÇÃO

PÚBLICO-ALVO

COMPONENTE 1 - PROMOÇÃO JUSTA E AMBIENTALMENTE

  • Desenvolvimento Rural Sustentável (Setor 1 ou Subcomponente 1.1)
  • Gestão Ambiental de Riscos e Desastres (Setor 2 ou Subcomponente 1.2)
  • Educação (Setor 3 ou Subcomponente 1.3)
  • Saúde (Setor 4 ou Subcomponente 1.4)

Assim, este subcomponente trabalhará para modernizar as práticas de licenciamento ambiental do estado e também para reestruturar a governança de gestão de riscos e desastres, melhorando a compreensão dos riscos e a capacidade de resposta. Este programa visa melhorar as condições de saúde da população e buscar a equidade, especialmente em áreas com grandes desigualdades, como a região central do estado.

COMPONENTE 2 - ASSISTÊNCIA TÉCNICA (AT) PARA GESTÃO PÚBLICA

Para promover uma melhor compreensão do risco no Estado e avançar para uma gestão mais pró-activa, serão financiadas as seguintes actividades: a) preparação de um plano de gestão de risco de desastres; b) realização de estudo técnico com cenários ambientais e econômicos para o Paraná para 2030; Para que isso realmente aconteça, é fundamental a criação de estruturas que ofereçam formalmente a todos os envolvidos a oportunidade de participar nos processos de tomada de decisão para a concepção e implementação da Política de Gestão de Riscos do Estado.

COMPONENTE 1

Para a gestão financeira e monitorização das actividades do projecto, estas foram agrupadas em cinco sectores: desenvolvimento rural sustentável, ambiente e gestão de riscos e desastres, educação, saúde e gestão do sector público. TABELA 1 - PROGRAMAS DE DESPESAS ELEGÍVEIS APOIADOS PELA COMPONENTE 1 DO PROJETO, SEUS CONTRATANTES E NÚMERO DE INICIATIVA ORÇAMENTAL.

COMPONENTE 2 (ASSISTÊNCIA TÉCNICA)

A Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral (SEPL) será responsável pela gestão do projeto multissetorial de desenvolvimento do Paraná, envolvendo sete secretarias estaduais e quatro órgãos governamentais. Para tanto, foram instituídos pelo Decreto Estadual nº uma Unidade Gestora de Projetos (UGP) e um Comitê Gestor no âmbito da Coordenação de Desenvolvimento Governamental da SEPL (Tabela 3).

COMPOSIÇÃO, ORGANIZAÇÃO E ATRIBUIÇÕES DA UNIDADE DE

ATRIBUIÇÕES DOS MEMBROS DA UGP

FONTE: Unidade de Desenvolvimento de Projetos. e) Gerir a preparação de relatórios de desempenho físico-financeiro e de monitorização para prestação de contas aos órgãos de controlo e ao Banco Mundial; Analisar junto ao Coordenador Financeiro a necessidade de ajustes na programação orçamentária do projeto para orientar as decisões do Coordenador Geral;

COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROJETO

Supervisiona e avalia o desempenho do Projeto, analisando trimestralmente os relatórios de execução dos Planos Anuais de Operação e os relatórios de acompanhamento do Projeto semestralmente, propondo ajustes quando necessário;

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DO PROJETO

Planejamento

  • Plano Operativo Anual (POA)
  • Pactos de Execução

A proposta consolidada, conforme estrutura explicada na Tabela 4, será apresentada ao Comitê Diretor do Projeto para apreciação, análise e aprovação. Após a aprovação, o POA do projeto deverá ser encaminhado ao Banco Mundial para análise e não objeção.

Gestão

Conforme já descrito neste Manual, a Unidade Gestora de Projetos (UGP), criada no âmbito da Coordenação de Desenvolvimento Governamental da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral (CDG/SEPL), é composta por diversos membros, entre eles o Coordenador Financeiro, que será responsável pela gestão financeira do Projeto. Considerando as características de desempenho de cada componente, serão apresentados a seguir os processos para a gestão financeira do projeto.

PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO FINANCEIRA

Componente 1

Componente 2

6 Analisa, não faz ressalvas quanto à continuidade do procedimento e devolve à UGP. apenas nos casos em que seja necessário um exame preliminar). DESCRIÇÃO DA RESPONSABILIDADE DA FASE 28 Analisa, não levanta objeções quanto à continuidade do processo e o devolve à UGP (somente nos casos em que é necessária uma revisão preliminar).

ORIGEM E DISPONIBILIZAÇÃO DOS RECURSOS

Componente 1

Componente 2

ACOMPANHAMENTO FINANCEIRO

Sistemas de Acompanhamento Financeiro

Relatórios Financeiros Exigidos pelo Banco para os Desembolsos

FLUXOS FINANCEIROS

Fluxo dos Fundos por Componente do Projeto

Fluxos dos Fundos por Programa

CONTROLE E SUPERVISÃO

A preparação dos documentos relativos à licitação, Relatórios de Implementação Financeira (IFRs), Relatórios de Despesas da PGE e Relatórios de Despesas do Componente 2, bem como demais informações exigidas pelo Banco e necessárias ao controle do Projeto, é de responsabilidade da UGP. Estes processos são da responsabilidade dos Grupos Financeiros Setoriais (GFS), presentes em todas as unidades implementadoras do projeto.

AUDITORIA EXTERNA

O projeto possui acordos de desembolso separados para cada um dos seus componentes, conforme descrito abaixo.

COMPONENTE 1

  • Regra de Execução Financeira
  • Regra dos Indicadores de Desembolso (ID)
  • Regras para o desembolso de valores retidos
  • Cálculo do Valor de Desembolso

Atribuição para o desenvolvimento de métodos e procedimentos de controle interno aprovados pelo Banco Mundial. Plano de ação para revisão dos processos de arrecadação de impostos aprovado pelo Banco Mundial.

COMPONENTE 2

Serão também identificados os casos em que serão realizadas revisões preliminares de processos licitatórios pelo Banco Mundial. Consultor Individual De acordo com a seção V das Diretrizes para Seleção e Contratação de Consultores pelos Mutuários do Banco Mundial.

ELABORAÇÃO DO PLANO DE AQUISIÇÕES

MODALIDADES DE LICITAÇÃO PARA AQUISIÇÕES DE BENS E

Licitação Pública Internacional (LPI)

Os procedimentos para a execução do LPI estão descritos na secção II das Diretrizes para a aquisição de bens e serviços técnicos financiados por empréstimos do BIRD e créditos da AID e doações por mutuários do Banco Mundial. A modalidade LPI será adotada para oferta de obras previstas no componente 1 do projeto cujos valores estimados sejam iguais ou superiores ao US e também para aquisição de bens e contratação de serviços prestados em ambos os componentes, desde que os valores estimados ​​são iguais ou maiores que os EUA.

Licitação Pública Nacional (LPN)

De acordo com a Lei de Licitações Federais, esta modalidade será utilizada para: obras e serviços de engenharia cujos contratos tenham valor estimado em até R e compras de outros bens e serviços cujos contratos sejam estimados em até R. De acordo com a Lei Federal de Licitações Lei de Licitações, esta modalidade será utilizada para: obras e serviços de engenharia cujos contratos sejam avaliados em R e compras de outros bens e serviços cujos contratos sejam avaliados em R.

Comparação de Preços (Shopping)

MODALIDADES DE LICITAÇÃO PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE

  • Seleção Baseada na Qualidade e Custo (SBQC)
  • Seleção Baseada na Qualidade (SBQ)
  • Seleção com Orçamento Fixo (SOF)
  • Seleção pelo Menor Custo (SMC)
  • Seleção Baseada nas Qualificações do Consultor (SQC)
  • Contratação de Consultores Individuais (CI)

15 A Comissão de Licitação envia o relatório de avaliação técnica à UGP/SEPL para receber “Não Objeção”. 15 A Comissão de Candidatura envia à UGP/SEPL o processo completo de recebimento de “Não Objeção” do Banco Mundial.

CONTRATAÇÃO DIRETA

13 A UGP/SEPL encaminha ao Banco Mundial a ata da reunião de negociação e a minuta do contrato negociada e garantida para receber "Não Objeção". 15 A UGP/SEPL encaminha ao executor a ata da reunião de negociações e a minuta do contrato negociada e garantida com “Não Objeção”.

PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA NAS LICITAÇÕES

03 A UGP/SEPL encaminha o pedido de recrutamento direto ao Banco Mundial para análise preliminar e “sem objeção”. 12 O executor encaminha a ata da reunião de negociação e a minuta do contrato negociada e rubricada para obtenção da “Não Objeção” à UGP/SEPL.

DESPESAS APOIADAS PELO PROJETO

  • Aquisição de Bens
  • Contratações de Obras
  • Contratações de Serviços (não consultorias)
  • Contratação de Consultorias
  • Custos operacionais

Setor de Gestão do Setor Público: Equipamentos de informática (hardware e software), mobiliário para bancas de inspeção e exame médico e Escola de Governo, sistema de ar condicionado, sistema de gerenciamento de tamanho de mão de obra. Defesa Civil para Gestão de Riscos e Desastres, elaboração dos Cenários Ambientais Paraná 2020 e do sistema de vigilância estratégica, e elaboração do Plano de Gestão de Riscos Hidrometeorológicos em Regiões Metropolitanas; .. desenvolvimento de um sistema estadual de monitoramento e alerta hidrometeorológico;

CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS

Cláusulas Anticorrupção e Antifraude

A execução dessas despesas deverá ser feita de acordo com a rotina estabelecida no estado (por exemplo: bens de consumo através de registro de preços – pregão eletrônico ou tomada de preços, disponibilização de diária através do cartão empresarial do centro de viagens, aquisição de energia elétrica e água diretamente de concessionárias, manutenção de veículos oficiais e combustível através de contratos mantidos pelo SEAP), mas deve cumprir as diretrizes para aquisição de bens, obras e serviços técnicos financiados por empréstimos do BIRD e créditos da AID e doações de mutuários do Banco Mundial.

Publicações

SUPERVISÃO DOS PROCESSOS DE LICITAÇÃO PELO BANCO

AUDITORIA EXTERNA

PENALIDADES

De acordo com a avaliação realizada no âmbito da elaboração do projeto multissetorial de desenvolvimento do Paraná, ele foi classificado como categoria B e deve atender às seguintes políticas do Banco Mundial sobre medidas de proteção: avaliação ambiental (OP 4.01) , habitats naturais (OP 4.04), florestas (OP 4.36), controle de pragas (OP 4.09), recursos físicos (naturais) e culturais (OP 4.11), reassentamento involuntário (OP 4.12) e povos indígenas (OP 4.10).

MARCO DE GESTÃO AMBIENTAL

Quadro de gestão ambiental (políticas de controlo de segurança do Banco Mundial, procedimentos legais a seguir pelos executores, ações de formação, entidades envolvidas, monitorização e avaliação). O arcabouço de gestão ambiental do projeto está disponível na íntegra no portal da SEPL – www.sepl.gov.br – Projeto Multissetorial de Desenvolvimento do Paraná.

MARCO REFERENCIAL DA POLÍTICA DE REASSENTAMENTO

Quando for determinado que uma obra ou atividade a ser financiada pelo Projeto tem o potencial de causar reassentamento involuntário de famílias, será necessário preparar um Plano de Reassentamento Involuntário Pontual (PPRI), de acordo com o Quadro de Reassentamento Involuntário. A política e o plano de reassentamento devem ser aprovados pelo Banco Mundial antes de qualquer investimento ser iniciado. O Marco de Referência do Reassentamento Involuntário está disponível no portal da SEPL – www.sepl.pr.gov.br – Projeto Multissetorial de Desenvolvimento do Paraná.

ESTRATÉGIA DE PARTICIPAÇÃO DE POVOS INDÍGENAS

Assim, a OP 4.12 pode ser válida em relação a diversas medidas previstas no projeto, mas dadas as especificidades e abrangência dessas medidas e com base na experiência de programas anteriores realizados no estado do Paraná, acredita-se que a adequação das estradas medidas As áreas rurais são as únicas com potencial mínimo para gerar procura para o desenvolvimento de planos precisos de reassentamento involuntário. Contudo, cabe ressaltar que somente as comunidades indígenas presentes em terras regulamentadas (homologizadas e demarcadas) poderão ter acesso a recursos que incluam investimentos, como, por exemplo, recursos para implementação de projetos comunitários previstos no Pró-Rural e aqueles para a ampliação, ampliação e reforma infraestrutural dos espaços escolares previstos no programa Renova Escola.

RELATÓRIOS DE ACOMPANHAMENTO DO CUMPRIMENTO DAS

O Plano de Monitoramento e Avaliação do Projeto Multissetorial de Desenvolvimento do Paraná apresentado pelo Estado e aprovado pelo Banco Mundial foi elaborado e será implementado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES), com o auxílio da Lógica Metodologia do modelo. Esta seção apresenta, detalhadamente, os indicadores de monitoramento elencados pelo Banco Mundial – indicadores compilados a partir da aplicação da metodologia do modelo lógico – e apresenta as avaliações complementares previstas – intermediárias, globais e de impacto.

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO, INDICADORES

Os indicadores de monitorização (Tabela 20), seis no total, foram compilados tendo em conta os programas de despesas elegíveis da componente 1, ou uma ação da componente 2 do projeto. Os indicadores de desembolso (Tabela 20) foram identificados e seleccionados a partir dos indicadores de monitorização e, de acordo com as normas de financiamento, referem-se à transferência de fundos do Banco Mundial para o Estado no contexto da implementação da Componente 1 do projecto .

INDICADORES DE MONITORAMENTO - MODELO LÓGICO

Relatórios e documentação de M&A do projeto demonstrando a implementação de medidas consideradas satisfatórias pelo Banco Mundial. Relatórios de M&A do Projeto e relatórios sobre a situação da gestão de riscos e desastres no país.

AVALIAÇÃO DO PROJETO

Agricultores familiares com introdução socioprodutiva estável O grau de organização socioprodutiva de . agricultores familiares SEAB/EMATER/ITCG. Desenvolvimento Profissional Docentes e Técnicos SEED/SUED PGE 7 Escala de Desenvolvimento Profissional: Programa Renova Escola.

MODELO DE IFR

MODELO DE CUSTOMIZED SOEs DO COMPONENTE 1

116 Transferência de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE 145 Fundo de Manutenção e Desenvolvimento.

MODELO DE CUSTOMIZED SOEs DO COMPONENTE 2

MODELO DE RELATÓRIO DE DESPESAS ELEGÍVEIS DOS PGEs

FORMULÁRIO PARA PEDIDO DE SAQUE DA CONTA

MODELO DE RELATÓRIO DOS INDICADORES DE

MODELO DE PLANO DE AQUISIÇÕES

MODELO DE CLÁUSULA ANTICORRUPÇÃO E ANTIFRAUDE

Sujeito ao disposto na cláusula 1 (a) e suas subcláusulas (i) a (v) destas Instruções aos Licitantes – IAC, o licitante vencedor deverá, como condição para a outorga dos contratos, aceitar e aprovar que, no caso de o contrato será financiado, total ou parcialmente, pelo banco através de adiantamento ou reembolso, permitirá à organização financeira e/ou pessoas formalmente designadas por ela inspecionar o local de execução do contrato e todos os documentos e registros relativos a licitação e execução do contrato. Além disso, os licitantes deverão estar cientes dos termos das Condições Gerais do Contrato (CGC).

MODELO DE RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO MARCO

MODELO DE RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO MARCO

Durante a execução das ações dos demais Programas que compõem o Projeto, foram identificadas situações em que é necessária a elaboração de Planos Específicos de Reassentamento Involuntário. IMPLEMENTAÇÃO DE PLANOS ESPECIAIS DE REASSENTAMENTO INVOLUNTÁRIO 4.1 Qual o número de famílias por opção de compensação.

MODELO DE RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA

Imagem

FIGURA 1 - ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DO PARANÁ
FIGURA 2 - ORGANOGRAMA DO PROJETO
FIGURA 3 - ORGANOGRAMA DA UNIDADE DE GERENCIAMENTO DO PROJETO

Referências

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