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Monografia Direito Univali. 2009

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O objetivo desta Monografia é pesquisar a súmula vinculante e se o princípio da convicção racional do juiz está relativizado ou não. O objetivo desta Monografia é a síntese vinculante e a implementação (ou não) do princípio da convicção racional do juiz.

A HISTÓRIA DO DIREITO PROCESSUALl NO BRASIL E O PROCESSO

O CONCEITO, A POSIÇÃO ECICLOPÉDICA DO DIREITO PROCESSUAL E

Entende-se que o Direito Processual é um só, existem duas correntes entre os praticantes da Ciência Processual: a unitarista e a dualista. Assim, embora o direito processual seja um só, tanto o direito penal como o direito civil são ramos do direito processual.

OS PRINCÍPIOS DO DIREITO PROCESSUAL E O PROCESSO CIVIL

  • Os Princípios Informativos do Processo Civil
    • O Princípio do Devido Processo Legal
    • O Princípio Inquisitivo e Dispositivo
    • O Princípio do Contraditório e Ampla Defesa
    • O Princípio do Duplo Grau de Jurisdição
    • O Principio da Lealdade Processual
    • O Princípio da verdade Real e Formal
  • Os Princípios Informativos do Procedimento
    • O Princípio da Oralidade
    • O Princípio da Publicidade
    • O Princípio da Economia Processual
    • Principio da eventualidade ou da preclusão

Hoje, a expressão “princípio da oralidade” significa a necessidade de o juiz se aproximar o máximo possível das instruções e provas realizadas ao longo do julgamento. O princípio da abertura do processo constitui uma garantia valiosa no que diz respeito ao exercício da jurisdição.

O CONCEITO, AS CARACTERÍSTICAS E AS ESPÉCIES DE JURISDIÇÃO

  • As Características da Jurisdição
  • As Espécies de Jurisdição

Ainda no que diz respeito à jurisdição, ela é indivisível e una, não se pode falar de diferentes jurisdições, ou de diferentes soberanias num único Estado, o que temos é uma classificação de categorias, ou seja, a jurisdição é classificada em espécies, como se entende Cintra , Grinover e Dinamarca97. É através do poder, da função e da atividade que se forma o devido processo legal, a jurisdição exercerá sua função com seu poder, por meio de atos, que resolverão os conflitos e assim formarão um processo, acrescentam Cintra, Grinover e Dinamarco98. Para proteger a imparcialidade na resolução do conflito, o melhor é permitir que o Estado intervenha apenas quando provocado pela acção, pois sabe-se que quando o próprio juiz toma a iniciativa do processo, acaba por se comprometer psicologicamente com o ideia. dessa forma.contida no ato de iniciativa, o que seria difícil de julgar imparcialmente, segundo Cintra, Grinover e Dinamarco.105.

Cintra, Grinover e Dinamarco discutem cada um desses tipos com mais detalhes em sua obra Teoria Geral do Processo, listada a seguir107. No sentido mais estrito, o caráter civil é exercido pela Justiça Federal e pelos Estados, explicam Cintra, Grinover e Dinamarco108. A jurisdição comum inclui os tribunais federais e os tribunais estaduais ordinários, conforme Cintra, Grinover e Dinamarco 109.

Cintra, Grinover e Dinamarco110 entendem que os órgãos de primeira instância são classificados como de primeira instância, sendo esta de jurisdição inferior, e os órgãos de segunda instância como de segunda instância, os quais são classificados como de jurisdição superior. No processo arbitral o patrimônio pode ser acordado entre as partes e no tribunal especial pode ser utilizado independentemente da autorização das partes, explicam Cintra, Grinover e Dinamarco 112.

O PODER JUDICIÁRIO, A ESTRUTURA E A COMPETÊNCIA

  • A Competência dos Órgãos do Poder Judiciário
    • Os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais
    • Os Tribunais e Juízos de Primeiro Grau dos Estados e do Distrito
    • Os Tribunais e Juízos de Primeiro Grau do Trabalho, Os Tribunais e

O Supremo Tribunal Federal, o Conselho Nacional de Justiça, o Supremo Tribunal de Justiça, os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais, os Tribunais e Tribunais do Trabalho de 1º Grau, os Tribunais Eleitorais e de 1º Grau, os Tribunais de 1º Grau e os Tribunais de Grau Militar e Tribunais e Juízes de 1º Grau dos Estados e do Distrito Federal. O artigo 106 da Constituição da República Federativa do Brasil127 estabelece que: Os Tribunais Regionais Federais e os Juízes Federais são órgãos da Justiça Federal. Atualmente, os tribunais regionais federais são cinco no total, abrangendo regiões maiores ou menores, reunindo vários estados membros.

Parece que cada tribunal estadual segue suas próprias regras internas, cada um tem sua jurisdição, departamento e regras, mas além das regras internas de cada um, os modelos da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Além dos Tribunais da Justiça Comum o judiciário conta com tribunais especiais ou tribunais especiais, que incluem os tribunais para julgar casos específicos, como tribunais trabalhistas, eleitorais e militares. O artigo 111 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988136 estabelece que são órgãos do direito do trabalho: I - Tribunal Superior do Trabalho; II – as leis trabalhistas regionais; III – Juízes do Trabalho.

Correia139 explica que o poder judiciário eleitoral é composto pelos seguintes órgãos: Tribunal Superior Eleitoral, tribunais eleitorais, juízes eleitorais e outros. Finalmente, o sistema de justiça especializado parece consistir num tribunal do trabalho, num tribunal eleitoral e num tribunal militar, cada um dos quais será o tribunal.

DA AÇÃO NO PROCESSO CIVIL: CONCEITO, CONDIÇÕES E

  • As Condições da Ação
    • A Possibilidade Jurídica do Pedido
    • O Interesse de agir
    • A Legitimidade ad Causam
  • Os Pressupostos da Ação
    • Os Pressupostos Subjetivos
    • Os Pressupostos Objetivos

Como maior desenvolvimento da ideia da utilidade da prestação judicial solicitada, temos a regra que o Código de Processo Civil expressa explicitamente no art. Além do autor e do arguido, a parte legal é um representante, por exemplo o pai que representa a criança, ou ainda um terceiro interessado que pode intervir ou substituir-se no processo nos termos do artigo 50.º do Código Civil. Processo. Parece que em caso de incumprimento deste pressuposto o pedido poderá ser julgado improcedente, por se tratar de um requisito necessário do procedimento e o artigo 267.º, inciso IV, do Código de Processo Civil prevê esta possibilidade.

Na Lei de Processo Civil, conforme mencionado acima, o processo comum é classificado em ordinário, sumário e especial, podendo ser contencioso ou voluntário. Como exemplos de procedimentos especiais, será utilizado quando a ação tiver lei específica, ou seja, procedimento específico, conforme descrito no Livro IV da Lei de Processo Civil. De acordo com o Código de Processo Civil173, cabe ao réu observar a existência dessas hipóteses no caso.

O próprio Código de Processo Civil também define a litispendência e a coisa julgada, que no mesmo artigo 301, parágrafo 3º, assim o afirma. O artigo 295, parágrafo primeiro, parágrafo único, do Código de Processo Civil174 prevê as possibilidades de incompetência da petição.

O PROCESSO CIVIL E SUAS ESPÉCIES

  • O Processo de Conhecimento
  • O Processo de Execução
  • O Processo Cautelar

O Processo de Conhecimento já listou em seu nome o seu conceito, ou seja, no processo de conhecimento o juiz tomará conhecimento do processo, dos fatos e do pedido da ação. O Processo de Conhecimento atinge o seu objetivo, conforme acima transcrito, através de categorias que correspondem ao tipo de reivindicação desejada, nomeadamente Processo Declaratório, Constitutivo ou Condenatório. No Processo de Execução trata-se de cobrar a pena que a parte contrária recebeu como punição, ou seja, o Processo de Execução serve justamente para cumprir a sanção, condenação, imposta.

O objetivo do procedimento executivo é satisfazer o direito declarado ao autor vencedor pela condenação, quando o condenado não o satisfez voluntariamente, de acordo com o que o juiz lhe ordenou. Enquanto o objetivo do processo cognitivo é obter uma sentença que decida sobre um conflito de interesses, o objetivo da execução é satisfazer o direito à punição. 185 LIEBMAN, Enrico Tullio, Procedimento de Execução.. 41. . da condenação declarada do autor vencedor, se o condenado não a tiver cumprido voluntariamente.

A seguir, discutiremos o processo de precaução, processo que é utilizado tanto no processo de conhecimento quanto no processo de implementação. O processo cautelar pode ser considerado como uma opção adicional que serve para garantir algumas reivindicações e proteger a eficácia do processo de conhecimento ou implementação.

O SISTEMA JURIDICO CIVIL LAW

A tradição brasileira adaptou-se ao sistema romano-germânico de direito legislativo, também conhecido como sistema de direito civil, que se baseia na positivação do direito por meio de normas jurídicas. Assim, mesmo que o Brasil utilize a Jurisprudência como forma de consulta, quando há lacunas na lei, o acórdão toma como fonte a Analogia, os Costumes e os Princípios Jurídicos Gerais. Como afirma Gusmão196, as fontes jurídicas significam “a origem do direito, ou seja, de onde ele vem”, diferem entre si, cada uma tem seu objetivo, e para melhor compreender a função de cada uma delas, é agora disponível.

A Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro200 em seu artigo 4º dispõe que “Omisso a lei, o juiz decidirá a causa segundo a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito”. Começando pela analogia, esta será utilizada quando no caso em discussão não há lei, mas a lei em caso semelhante pode ser aplicada, como define Venosa201 “na analogia jurídica, o usuário da lei busca uma regra que se aplique a semelhantes casos". E, por fim, existem os princípios gerais do direito, que podem ser vistos como fonte de inspiração na aplicação do direito.

Os Princípios Gerais de Direito aplicarão uma solução mais lógica à questão, utilizando a ética e a moralidade. A principal fonte do Common Law é a jurisprudência, que, quando estabelece um precedente, torna-se vinculativa.

A HISTÓRIA, O CONCEITO, DA SÚMULA E SÚMULA VINCULANTE E A

  • A História
  • O Conceito
  • A Edição
  • A Revisão e o Cancelamento da Súmula Vinculante

103-A da Constituição Federal e altera a Lei nº. 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que dispõe sobre a edição, revisão e revogação de declaração vinculante pelo Supremo Tribunal Federal, e dá outras providências. 103-A da Constituição Federal e altera a Lei nº. 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regulamenta a edição, revisão e revogação do sumário vinculativo da declaração do Supremo Tribunal Federal e dá. Além do texto especificado na lei, outros requisitos mencionados por Gomes229 também devem ser atendidos para a edição de um resumo vinculativo.

Resumo obrigatório só pode ser emitido pelo STF; impedimento de recurso é qualquer súmula feita pelo STF ou STJ. Além da publicação Gomes232, também possui o procedimento relativo à Revisão e Cancelamento do resumo vinculativo. O processo em que se discute a matéria em discussão não será suspenso por “proposta de alteração, revisão ou cancelamento de declaração sumária obrigatória” (artigo 6º da Lei.

Ou seja, a revisão e o cancelamento do resumo vinculativo são necessários porque na sociedade os fatos e o que seriam mudam constantemente. O pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que o Supremo Tribunal Federal (STF) anulasse a súmula vinculante nº 5 foi reintegrado como proposta de súmula vinculante (PSV 58).

A SÚMULA VINCULANTE E A RELATIVIZAÇÃO (OU NÃO) DO PRINCÍPIO

  • Princípio da Persuasão Racional do Juiz
  • A Súmula Vinculante e o Princípio da Persuasão Racional do Juiz

É claro que o precedente vinculante substitui a lei quando o juiz forma sua convicção. Será a súmula vinculante que lhe mostrará o caminho para a obtenção da sentença, referente a determinada questão já resumida. A súmula vinculante viola a independência jurídica do juiz, ou seja, a sua independência interna (dentro e em relação à instituição a que pertence). O precedente vinculante provavelmente violará o princípio da persuasão racional do juiz porque impede o juiz de fazer o seu trabalho, que é analisar as provas e os fatos e enquadrá-los na lei e, com sua convicção e interpretação, se manifestar.

Parece haver uma forte consciência de que o precedente vinculante viola o princípio da persuasão racional do juiz e limita a sua liberdade de tomar uma decisão com base na sua convicção. O objetivo principal deste trabalho foi investigar o precedente vinculante e sua relativização (ou não) ao princípio da persuasão racional do juiz. E conforme dispõe a lei no artigo 7º, a decisão ou ato administrativo que negar validade, aplicar incorretamente a súmula vinculante e/ou contradizer a súmula vinculante, será objeto de reclamação ao STF, que será a decisão judicial ou anulará a lei. ato administrativo.

Hipótese: A Súmula Obrigatória não prejudica a aplicação do Princípio da Persuasão Racional do Juiz, uma vez que o juiz é obrigado a aplicar a lei e respeitar a súmula obrigatória emanada pelo Supremo Tribunal Federal. Após os estudos e pesquisas feitos sobre as doutrinas e a própria legislação, nota-se que o precedente vinculante com sua aplicação obrigatória dificulta a livre condenação do juiz e prejudica o funcionamento do Poder Judiciário.

Referências

Documentos relacionados

Seus objetivos são: institucional: produção de Monografia para a obtenção do Título de Bacharel em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI; geral: estudar os diversos