Além disso, este capítulo discute as áreas de atuação da IES: educação, iniciação científica e extensão. Todos os currículos das IES são flexíveis de acordo com o explicado neste capítulo, que descreve também os princípios das aulas estruturadas, da avaliação do processo de ensino e aprendizagem e do acompanhamento dos diplomados.
BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
DEFINIÇÕES ORGANIZACIONAIS: MISSÃO, VISÃO E VALORES
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTIDA
Seus diretores respeitam o Regulamento Geral da Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina - FAVINCI e, como instituição de ensino, possui autonomia didático-científica, administrativa e disciplinar, conforme definido em lei e regulamentado por textos legais específicos em vigor; exceto as resoluções que, amparadas nos documentos oficiais da IES, poderão ser publicadas pelas suas autoridades académicas ou pelos seus órgãos colegiais, respeitando sempre o Regulamento Geral. Para compreender o papel da FAVINCI na sociedade em que atua, a seguir são apresentados os dados relativos à inserção regional desta IES.
INSERÇÃO REGIONAL
Timbó: cidade sede da IES
O seu PIB anual em serviços é R em administração, defesa, educação e saúde. Todas essas variáveis urbanas também afetam a forma como a população se preocupa com sua educação e ensino superior, por isso é importante que neste PDI façamos uma análise de como os dados estão relacionados à educação, para que possamos ter uma visão geral do cenário que está surgindo para a operação regional da instituição de ensino superior.
Área de abrangência da Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina - FAVINCI e
Com esse desempenho, Indaial fica na posição 73 entre 295 da série inicial e na posição 36 entre 295 da série final no ranking de cidades do estado de Santa Catarina. Isso coloca o município na posição 170 entre 295 entre as cidades do estado e na posição 1.909 entre 5.570 entre as cidades do Brasil.
Caracterização do Estado de Santa Catarina
Segundo o Ministério da Educação (MEC) (2013) de Santa Catarina, 254.264 alunos estão matriculados no ensino médio, sendo: 59.368 estudam na mesorregião do Vale do Itajaí; 25.119, na microrregião de Blumenau; e 1.989 no município de Indaial. O fornecimento de energia elétrica chega a todos os municípios catarinenses e a distribuição é feita principalmente pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), empresa administrada pelo governo do estado.
ÁREA DE ATUAÇÃO
Ensino
Iniciação científica
Extensão
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
Estes objetivos são plenamente alcançáveis com o empenho académico e administrativo da Instituição e estão em consonância com as condições académicas, administrativas, financeiras e institucionais oferecidas e programadas pelo Apoiador. Além disso, são também transversais a todo este PDI, pois constituem a base para a implementação dos programas e projetos da instituição nas mais diversas áreas e ajudam a definir os objetivos institucionais globais descritos a seguir.
METAS GLOBAIS INSTITUCIONAIS
Ao pensar no projeto pedagógico institucional da Faculdade Leonardo da Vinci - Santa Catarina - FAVINCI, ele o pensa no contexto da sociedade. No cumprimento de seu projeto pedagógico institucional, o instituto possibilita o pleno cumprimento de suas diretrizes com o objetivo de constante flexibilidade e inovação.
FILOSOFIA INSTITUCIONAL
Princípios gerais
Os princípios ético-políticos subjacentes ao planejamento e às ações institucionais refletem-se nos valores e nas atitudes da comunidade acadêmica, nas atividades de educação, de iniciação científica e de extensão, nas relações entre as pessoas e entre as pessoas e o conhecimento. Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs) apoiados no paradigma de desenvolvimento de competências e capacidades de acordo com diretrizes específicas se houver e, para a graduação, atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais e outras.
Princípio Ser Educador
Finalidades e objetivos da instituição
- Finalidades
- Responsabilidade Social
- Objetivos
Desenvolvimento econômico e social: direcionado por meio de ações e programas que implementem e integrem as diretrizes curriculares aos setores sociais e produtivos, incluindo o mercado profissional, bem como por meio de experiências produtivas. Proteção ambiental: presente em ações e programas que implementam e integram diretrizes curriculares com políticas relacionadas à conservação ambiental, incentivando parcerias e transferência de conhecimento, bem como experiências na produção e transferência de conhecimentos e tecnologias derivadas de atividades científicas, técnicas e culturais. atividades destinadas a preservar e melhorar o meio ambiente.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Com base nessas premissas gerais, os PPC de cada curso abordarão o detalhamento dos processos avaliativos de aprendizagem e descreverão o perfil do egresso a partir das reflexões apresentadas na próxima seção.
PERFIL DO EGRESSO
Portanto, o desenho do perfil do candidato deve ser baseado em habilidades e competências, observar os pré-requisitos institucionais e buscar a coerência com o mundo do trabalho e da sociedade. Para formar o perfil do candidato desejado, buscamos proporcionar oportunidades de educação e aperfeiçoamento cívico, para que ele possa atuar de forma ética e crítica, levando em consideração aspectos do desenvolvimento local e regional.
FORMAS DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR
Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de graduação
Nesse sentido, com essas políticas, a instituição incentiva a coordenação entre o PDI e a política de aprendizagem de suas disciplinas, levando em consideração métodos e técnicas didático-pedagógicas, nivelamento, programas de acompanhamento, componentes transversais, mobilidade acadêmica, extensão, iniciação científica, metodologias que dão prioridade. atividades especializadas de apoio educativo e de avaliação que possibilitem práticas de ensino e aprendizagem e promovam medidas reconhecidamente bem sucedidas e inovadoras. Apoio e promoção da produção científica e cultural, atividades de consultoria, formação profissional e formação contínua do corpo docente como forma de melhorar o processo de ensino e aprendizagem e o desenvolvimento dos pilares do conhecimento: ser, conhecer, trabalhar e conviver, movimentos de ações inovadoras e bem sucedidas.
Política Institucional para modalidade a distância
Criar, promover e apoiar intercâmbios e parcerias nacionais e internacionais que possibilitem aos estudantes a ligação com instituições de ensino superior nacionais e estrangeiras, através de programas de intercâmbio nacionais e internacionais e de mobilidade académica, incluindo contactos com outras instituições de ensino superior do território nacional e de culturas estrangeiras como meio de comunicação. importante instrumento para a formação intelectual de seus acadêmicos. Apoiar os projetos pedagógicos dos cursos no que diz respeito à qualidade do ensino e da aprendizagem académica.
Política de iniciação científica
Apresentar o papel da base tecnológica da IES, inclusive por meio da colaboração técnica, na promoção da aprendizagem acadêmica. Contribuir para a formação de cidadãos profissionais capazes de responder aos problemas, antecipando e criando respostas, com o objectivo de melhorar as condições sociais da comunidade externa.
Política de extensão
Proporciona a participação de acadêmicos em projetos, eventos, congressos, seminários, simpósios, visando a vivência científica, social, política, cultural, artística e profissional. Além de considerações e objetivos gerais, esta política aborda princípios, diretrizes, modalidades, participação em projetos e programas, avaliação, divulgação de projetos/ações de extensão e disposições finais e transitórias.
Política de capacitação, treinamento e formação continuada de docentes
Ampliar as possibilidades de atuação dos cursos na comunidade acadêmica interna e externa, ao mesmo tempo que nos dá liberdade para planejar e implementar seus projetos, independente da instalação de programas de extensão.
Política de capacitação, treinamento e formação continuada para o corpo técnico-
Política de capacitação, treinamento e formação continuada para o corpo de tutores
Política de estímulo e difusão para a produção acadêmica docente, discente e do egresso
Política de atendimento aos discentes
Política de inclusão
Analisar medidas de acessibilidade arquitetônica que promovam melhorias de inclusão física ou estrutural para atender comunidades internas e externas com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidades educacionais que procuram uma instituição. Desenvolver projetos de extensão que incluam medidas de inclusão social, promovendo a integração comunitária com a instituição em parceria com o Núcleo de Programas de Extensão (NUPEX).
Política institucional de acompanhamento dos egressos
Promover o relacionamento entre a IES e seus egressos com o objetivo de aprimorar as iniciativas institucionais no que diz respeito à implantação de novos cursos de atualização, sejam eles de graduação ou livres. Esta política também inclui mecanismos para contactar ex-alunos, incentivar novos acessos e posses, e incentivar a cultura e a bolsa de estudos através do acesso permanente e da adesão à biblioteca institucional.
Política de comunicação institucional
Desenvolver indicadores que apoiem a adaptação do currículo às necessidades de desenvolvimento de competências e capacidades, seja em resultado de normas políticas e legislativas, como as orientações curriculares nacionais dos cursos superiores, as necessidades do mercado de trabalho, as orientações pedagógicas da instituição ou outros assuntos relacionados ao processo de ensino e aprendizagem.
Política de responsabilidade social
Política das diversidades e da promoção dos direitos humanos
Esta política também fornece informações sobre o seu público-alvo, as diretrizes, a legislação e os documentos que a norteiam, os mecanismos de comunicação e transmissão dos resultados das ações dela decorrentes e, por fim, o seu processo de avaliação e monitoramento.
Política da memória, produção artística e patrimônio cultural
Política de educação ambiental e sustentabilidade
Aplicar o conceito de sustentabilidade às atividades de construção, com base em princípios ambientais, socioeconómicos e na utilização eficiente de recursos. Esta política aborda também nos seus capítulos o público-alvo, o comité de gestão e as suas responsabilidades, as orientações, os mecanismos de divulgação dos resultados e a sua avaliação e monitorização.
Política de empreendedorismo
Política de mobilidade acadêmica
Estabelecer o processo burocrático institucional para participação de estudantes e funcionários nas ações de internacionalização, que inclui procedimentos, fluxos operacionais, distribuição e acompanhamento. Esta política também aborda os princípios, incentivos, distribuição de ações, fortalecimento e expansão das ações de internacionalização, bem como avaliação e monitoramento dessas ações.
Política de estágios e atividades práticas
Desenvolver mecanismos e instrumentos de supervisão e avaliação de estágios curriculares, trabalhos finais (TCC) e atividades práticas. Esta política também apresenta capítulos relacionados às atividades práticas das IES, à política, à gestão e à organização, à relação entre teoria e prática e à regulação/institucionalização.
Política de laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas
Política institucional para o ENADE
Política de implantação de novos cursos de graduação
Política de manutenção e guarda do acervo acadêmico
Política de inovação tecnológica
Política de controle de produção, distribuição e atualização do material didático
Assim, tem como objetivo abranger desde a preparação do material didático, passando pelo processo de distribuição, até garantir a acessibilidade da comunicação dos alunos aos diversos meios de comunicação oferecidos pela Universidade de Ciências Aplicadas, com o objetivo de deixar claro a todos como o desenvolvimento de materiais didáticos ocorre. lugar oferecido. Este regulamento trata também da comissão de estudos para a concepção, gestão, acompanhamento e avaliação da política de produção, distribuição e actualização de materiais didácticos, produção de materiais didácticos, prazos de aceitação do conteúdo de materiais didácticos, acessibilidade à comunicação, planeamento , receber, revisar, enviar e despachar materiais didáticos e condicionar o plano e o plano de atualização do material didático e a forma de apoio à criação do autor pelo professor ou redator do conteúdo.
Política de diretrizes orçamentárias
Esta política descreve também as especificidades da construção do orçamento anual, da equipa de planeamento e controlo orçamental, das responsabilidades da equipa de gestão, dos investimentos e das fontes de recursos.
Política do Programa de Nivelamento
Política do Programa de Monitoria
Esta política abrange também capítulos sobre programas de monitoria, atribuições do monitor, orientador e coordenador de curso, inscrição e seleção de monitores e disposições gerais.
NÚCLEOS DE APOIO E GESTÃO
- Núcleo de Apoio Psicopedagógico, Acessibilidade e Inclusão – NUPAI
- Núcleo de Programas de Extensão (NUPEX)
- Núcleo de Iniciação Científica (NUIC)
- Núcleo de Apoio aos Direitos Humanos (NUADH)
- Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ)
- Núcleo de Intercâmbio Estudantil (NIE)
- Núcleo de Desenvolvimento Docente e Técnico-Administrativo (NDDT)
- Núcleo de Estágios e Atividades Práticas (NEAP)
- Comitê gestor
O Núcleo de Apoio aos Direitos Humanos – NUADH é um órgão educacional e de apoio estudantil e está vinculado aos diversos órgãos institucionais e projetos na área de educação, iniciação científica e extensão da Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina – FAVINCI. O Núcleo de Estágios e Atividades Práticas (NEAP) é um órgão de apoio à comunidade acadêmica e está vinculado a diversos órgãos institucionais e projetos na área de educação, iniciação científica e extensão, correlacionados com as atividades práticas e de estágio da Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina – FAVINCI.
DEFINIÇÃO DOS CONCEITOS ACADÊMICOS
Conceito de Conhecimento
Um Tesouro a Descobrir”, que recomenda que a educação do século XXI, em qualquer nível, se baseie em quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a viver juntos. Portanto, de acordo com Delors (1999), entende-se que cada um dos quatro pilares do conhecimento: “[..] deve ser objeto de igual atenção da educação estruturada, para que a educação apareça como uma experiência global e seja realizada ao longo da vida, a nível cognitivo e prático, para o indivíduo como pessoa e membro da sociedade”.
Conceito de Competência
Todo o conteúdo deverá ser revisado para evitar duplicidade e sobrecarga da agenda do aluno. Temos consciência de que esta proposta só terá sucesso se o Projeto Pedagógico Institucional for fortalecido com esforços sistemáticos e com a participação efetiva de todos.
Conceito de Habilidade
ESTRUTURA CURRICULAR
Disciplinas
É um processo de síntese e classificação dos conteúdos essenciais necessários que resultará num banco de conteúdos essenciais interligados e conectados como numa grande rede. O objetivo desta proposta é criar condições para que os acadêmicos possam construir ativamente o seu conhecimento.
Estágio curricular obrigatório
Se praticada de forma responsável, proporciona princípios que enriquecem as atividades futuras da profissão. Com essa compreensão, torna-se um espaço de construção de modos de ser na profissão que incentivam a formação de um especialista crítico em harmonia com a sua sociedade, pois possibilitam a adaptação de conceitos à realidade dos sujeitos envolvidos.
Atividades complementares
FLEXIBILIDADE DOS COMPONENTES CURRICULARES
Oportunidades diferenciadas de integralização curricular
As condições para concessão dessa oportunidade diferenciada de conclusão curricular estão descritas em resolução específica. Da mesma forma, as políticas institucionais permitem a transferência entre cursos e utilização das disciplinas estudadas, conforme determinado em resolução que trata da validação das disciplinas.
AULAS ESTRUTURADAS
O material utilizado e as atividades de aprendizagem estarão à disposição do aluno durante todo o período de treinamento. Quando um tema exige conhecimento do conteúdo de um semestre anterior, o aluno pode revisá-lo e relembrar o que foi estudado.
OFERTA DE DISICPLINAS NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Atividades não presenciais e webaulas
Atividades não presenciais, chamadas de atividades online que vão além das reuniões, estão disponíveis no AVA. Atividades não presenciais chamadas atividades online estão disponíveis para os alunos no AVA.
Interação docente, acadêmico e tutor
O AVA é a principal ferramenta de comunicação entre o aluno e a instituição e disponibiliza um conjunto de ferramentas utilizadas no processo de ensino e aprendizagem. No AVA, as ferramentas e atividades proporcionam a oportunidade de realizar atividades que auxiliam o processo de ensino e aprendizagem por meio de trocas constantes entre os participantes do processo educativo.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
As normas relativas ao processo de avaliação da aprendizagem estão definidas no Regulamento Geral e nos regulamentos e resoluções da FAVINCI e, se for o caso, nas resoluções específicas do Conselho Superior da Instituição. O processo de processamento das questões realizado pelo professor deve levar em consideração que a avaliação é um momento de aprendizagem, e não apenas uma verificação do conteúdo trabalhado em sala de aula, portanto o objetivo é avaliar os conhecimentos e competências e habilidades que surgem durante a lição. processo de ensino e aprendizagem.
ACOMPANHAMENTO DO EGRESSO
Para a criação e posterior manutenção dos cursos de graduação da Faculdade Leonardo da Vinci - Santa Catarina - a FAVINCI aceita como critério acadêmico a justificativa da necessidade social da disciplina em todos os projetos elaborados e submetidos aos órgãos competentes, com organização curricular, currículo, bibliografia, metodologias de ensino e avaliações, entre outras coisas, são criados em conjunto. A estrutura deliberada de abertura e manutenção de cursos molda de forma sistêmica a escolha das estratégias corporativas da instituição.
PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NA
- Programas de Extensão
- Projetos de Extensão
- Programas de Iniciação Científica
- Projetos de Iniciação Científica
- Programa de Cursos de Nivelamento
- Cursos Livres
- Evolução do número de acadêmicos dos cursos de graduação presencial
A Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina - FAVINCI possui convênio para disponibilização deste programa, que é responsável por organizar os cursos de nivelamento que serão oferecidos aos seus alunos. A Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina - FAVINCI, além de oferecer cursos de graduação, oferece cursos gratuitos para a comunidade interna e externa por meio de convênio.
CORPO DOCENTE: ORGANIZAÇÃO E PROJEÇÃO
É com este entendimento que este capítulo apresenta a projeção do corpo docente das IES, as diretrizes para a docência e a experiência profissional, o plano de carreira, os critérios de seleção e contratação, os procedimentos de substituição e ampliação do corpo docente. Nessa mentalidade, o aumento constante de qualificação e de tempo é dedicado às atividades docentes das IES, tais como: iniciação científica, programas de extensão, coordenação de estágios supervisionados, entre outros. inseparável.
CORPO DE TUTORES PARA DISCIPLINAS DA MODALIDADE A DISTÂNCIA
EXPERIÊNCIA ACADÊMICA NO MAGISTÉRIO SUPERIOR
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
PLANO DE CARREIRA
Plano de Carreira Docente
Plano de carreira técnico-administrativo
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO
Seleção e contratação de docentes
Seleção e contratação do corpo técnico-administrativo
PROCEDIMENTOS PARA SUBSTITUIÇÃO DE DOCENTE
EXPANSÃO DO CORPO DOCENTE
A definição, composição, função e competências do Conselho Supremo estão descritas no regulamento geral da IES. A seguir, é brevemente discutida a composição dos órgãos responsáveis pela gestão de todas as ações institucionais e que são órgãos de decisão.
CONSELHO SUPERIOR
DIRETORIA GERAL
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
COLEGIADO DE CURSO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
COORDENAÇÃO DE CURSO
ÓRGÃOS EXECUTIVOS SUPLEMENTARES DE APOIO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS
ÓRGÃOS EXECUTIVOS COMPLEMENTARES DE APOIO ÀS ATIVIDADES ACADÊMICAS
AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E A COMISSÃO
Comissão Própria de Avaliação (CPA)
Durante o período de autoavaliação, o processo de sensibilização da comunidade académica deverá ocorrer através de ações como: preparação de materiais de divulgação e sensibilização sobre avaliação institucional; apresentação do CPA e da importância da avaliação institucional para os alunos do primeiro ano (esta ação decorrerá durante a semana de acolhimento do primeiro ano); divulgação de informações sobre atividades de CPA nas paredes das salas de aula; divulgação, no portal acadêmico para estudantes, de melhorias realizadas com base na avaliação institucional; divulgação de informações, notícias e eventos no site da instituição, com link para o CPA; participação da CPA em reuniões de dirigentes de turma, coordenadores e técnicos administrativos, durante as quais o processo de conscientização é fortalecido. O relatório de resultados inclui ainda a avaliação específica de cada curso, o que contribui para a elaboração do plano de ação e auxilia no processo de melhoria contínua da instituição.
OUVIDORIA
Através desta avaliação e das ações descritas, serão avaliados aspectos relativos à instituição e ao seu funcionamento, que também fazem parte das atividades para manter a excelência institucional e, portanto, constituem o procedimento geral de avaliação da instituição. Para o efeito, a instituição dispõe de um plano de garantia de acessibilidade de acordo com a legislação em vigor, acompanhado.
SALAS DE AULA
BIBLIOTECA
Plano de atualização do acervo
A formação e atualização do acervo da Biblioteca Universitária Dante Alighieri da Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina – FAVINCI é realizada com base nas indicações bibliográficas básicas e complementares contidas no Projeto Pedagógico do Curso (PPCs), de acordo com a realidade dos cursos e com o que é ensinado e exigido em pesquisas pelos professores. Por tudo isto, o IES analisa aspectos qualitativos e quantitativos, disponibilizando o acesso à bibliografia básica e complementar dos cursos de forma ininterrupta através da biblioteca virtual, garantindo assim o acesso a todos os alunos, professores e pessoal técnico-administrativo.
Acervo de livros e multimeios
As condições de acesso à biblioteca virtual e ao serviço ininterrupto de internet estão previstas no plano de contingência, redundância e expansão. Livros na área de Ciências Exatas e da Terra 913 títulos 4410 exemplares Livros na área de Ciências Biológicas 55 títulos 199 exemplares Livros na área de Ciências Humanas 271 títulos 1461 exemplares.
Biblioteca virtual
Atua também na área empresarial, publicando títulos sobre Finanças Pessoais, Desenvolvimento Profissional, Carreira, Liderança, Gestão de Pessoas e Investimentos em Participações. Academic Search Elite: contém textos completos de mais de 2.370 periódicos especializados em diversas áreas do conhecimento.
LABORATÓRIOS E INOVAÇÃO
Infraestrutura física laboratorial
O dispositivo é utilizado com acessibilidade total ou assistida, tendo em conta a natureza da condutividade e aplicação, respeitando os parâmetros de segurança e autonomia nos espaços. Os equipamentos são atualizados e/ou substituídos conforme a necessidade e inovados, visando atender os alunos com segurança e com foco nas habilidades e competências do curso.
Sala de apoio de informática
Serão totalmente acessíveis e os padrões de segurança serão seguidos de acordo com a legislação e divulgados aos usuários por meio de manual específico. A suíte está ainda à disposição de alunos, professores e funcionários técnico-administrativos para utilização em seus dispositivos pessoais, dando-lhes a oportunidade de trabalhar sempre com os melhores e mais inovadores recursos disponíveis no mercado.
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
SALA DOS PROFESSORES
Sala integrada de coordenadores e professores
Se for necessária a coexistência de cientistas de cursos diferentes, é fundamental que o corpo docente e os coordenadores também o façam. Com esta organização pretende-se salvar e valorizar mais atitudes e comportamentos humanos, através de uma visão um pouco diferente daquela que estamos habituados a ver, para que se possam experimentar novas alternativas e novos caminhos que possam ser integrados espontaneamente e que, a partir desta surgem colaborações, inovações e atividades de aprendizagem conjunta entre professores de diferentes cursos.
ÁREA DE CONVIVÊNCIA
A convivência e a cooperação são condições importantes no cotidiano dos educadores de todos os cursos, relações que, buscando melhorar a qualidade interpessoal e interpessoal, criam condições para que esses educadores desenvolvam e aperfeiçoem competências na perspectiva da convivência e, por meio da troca. de experiências, têm melhor desempenho no processo ensino-ensino. Página 126 de 158 Assim, a Instituição dispõe de um espaço de excelentes dimensões para integração entre membros da comunidade académica e visitantes, com a existência de serviços diversificados e adequados, conforme mostra a tabela seguinte:.
DEMAIS INSTALAÇÕES
- Auditório
- Instalações Sanitárias
- Espaço para atendimento aos discentes
- Infraestrutura física e tecnológica destinada à CPA
Todas as instalações sanitárias são avaliadas periodicamente pela equipe de infraestrutura do prédio, que realiza todas as manutenções necessárias para que as instalações estejam em perfeitas condições e possam ser usufruídas por acadêmicos, funcionários e visitantes. O espaço é avaliado periodicamente pela equipe de infraestrutura, que realiza todas as manutenções necessárias para que o espaço esteja em perfeitas condições e cumpra seu objetivo de prestar o melhor atendimento aos alunos.
RECURSOS TECNOLÓGICOS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
Atendimento por Protocolo: É um canal de comunicação utilizado por acadêmicos para solicitar serviços específicos de diversos setores. Sistema de Mensagens por Celular: É um meio tecnológico de comunicação que permite aos alunos receber notícias institucionais e outras informações relevantes ao seu curso.
INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
OmniChat: é uma ferramenta síncrona que permite a integração de diversos canais de comunicação digital e humana, possibilitando conversas em tempo real entre acadêmicos. Switching, ativando os próprios serviços no data center de backup durante o failover e posterior failback quando o data center principal estiver pronto para ser reativado.
INFRAESTRUTURA DE EXECUÇÃO E SUPORTE
A instituição dispõe de uma infraestrutura informática que deve garantir uma elevada disponibilidade do serviço, o que cria pré-requisitos para o desenvolvimento a médio prazo de um plano de continuidade de serviço eficaz e que responda às necessidades da instituição. Como resultado, o IES possui uma infra-estrutura de execução e apoio que atende às necessidades institucionais porque fornece serviços e recursos adequados para sua entrega e também possui um plano de contingência, redundância e expansão bem estruturado e adequado às atividades.
PLANO DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
O gestor é responsável por informar as pessoas de sua equipe em caso de interrupção e orientá-las nos procedimentos. f) Testes de validade: a natureza, o escopo e a frequência dos testes são determinados de acordo com a criticidade dos negócios envolvidos e as determinações dos órgãos reguladores locais. Com a garantia da estabilidade financeira de acordo com a missão, visão, valores, objetivos e metas institucionais, é possível oferecer um processo de ensino e aprendizagem de qualidade, além de garantir investimentos essenciais para a implementação, manutenção e continuidade de cursos, programas . e projetos institucionais.
ESTRATÉGIA DE GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA
O desenvolvimento institucional da Faculdade Leonardo da Vinci – Santa Catarina - FAVINCI está, entre outras coisas, relacionado à sustentabilidade financeira.
PLANOS DE INVESTIMENTO E PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA
Válvula direcional com manivela de dente central de 3/4 vias acionada 1 Válvula direcional com retorno por mola acionado por manivela de 2/4 vias 1. Piloto VD de 2/5 vias e retorno por mola ativado por solenóide 2 Piloto VD de 2/3 vias e ímã ativado e retorno por mola 1 VD 2/5 vias acionamento duplo piloto retorno por mola 1.