Ainda de acordo com o IBGE, 49% da população do estado está concentrada em apenas 10 cidades, a maior parte delas nas regiões central e norte do Tocantins. Fonte: IBGE http://cidades.ibge.gov.br/xtras/temas.php?lang=&codmun=172100&idtema=107&sear ch=tocantins|palmas|censo-demográfico-2010:-resultados-da-amostra-trabalho-- ). Ainda de acordo com o IBGE, 49% da população do estado está concentrada em apenas 10 cidades, a maior parte delas nas regiões central e norte do Tocantins.
JUSTIFICATIVA
Plano de Curso FP.EP.18.03 Revisão Pág. 15 de 84 Profissional em Química a ser desenvolvido nas Unidades Operacionais do SENAI, mantidas e gerenciadas pelo Departamento Regional do SENAI no Tocantins, conforme solicitação apresentada nas áreas de abrangência de cada Unidade. O Curso de Qualificação Profissional em Química está estruturado de acordo com o perfil profissional e desenho curricular estabelecidos pela Comissão Técnica Setorial Nacional, de acordo com as diretrizes emanadas do Departamento Nacional e Regional do SENAI. Na visão contínua de inserção no mercado de trabalho de profissionais de acordo com as exigências industriais, o SENAI Tocantins, cumprindo seu papel na formação de mão de obra qualificada para o setor e empenhado em formar jovens para que possam responder com eficiência e eficácia às necessidades e demandas das indústrias, criou o plano do curso de qualificação profissional em química.
OBJETIVO GERAL DO CURSO
REQUISITOS DE ACESSO
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
7 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 7.1 ITINERÁRIO FORMATIVO
MATRIZ CURRICULAR
ORGANIZAÇÃO INTERNA DAS UNIDADES CURRICULARES
Objetivo Geral: Desenvolver os fundamentos técnico-científicos relacionados aos princípios químicos, bem como as capacidades sociais, organizacionais e metodológicas, de acordo com a atuação do técnico químico. Objetivo Geral: Desenvolver competências técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas relacionadas com a realização de análises instrumentais de acompanhamento do processo produtivo, em função da atuação do técnico no mundo do trabalho. Objetivo Geral: Proporcionar o desenvolvimento de capacidades técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas no que diz respeito à realização de análises microbiológicas para acompanhamento do processo produtivo, em consonância com a atuação do técnico no mundo do trabalho.
Objetivo Geral: Assegurar o desenvolvimento de capacidades técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas relativas à realização de análises químicas para o acompanhamento do processo produtivo, de acordo com a função do técnico no mundo do trabalho. Correlacionar os resultados das análises de matérias-primas, produtos e insumos segundo os parâmetros dos processos industriais e laboratoriais; Assegurar o desenvolvimento de competências técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas relacionadas com o controlo dos processos industriais e laboratoriais de acompanhamento do processo produtivo, de acordo com a atuação do técnico no mundo do trabalho.
Vincular os resultados das análises de matérias-primas, produtos e insumos de acordo com os parâmetros do processo; Objetivo geral: Assegurar o desenvolvimento de capacidades técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas relativas à operação de processos industriais e laboratoriais para acompanhamento do processo produtivo, de acordo com a atuação do técnico no mundo do trabalho. Objetivo geral: Assegurar o desenvolvimento de capacidades técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas relacionadas com o desenvolvimento de métodos analíticos, produtos e processos de acompanhamento do processo produtivo, de acordo com a atuação do técnico no mundo do trabalho.
Correlacionar o desempenho de novos métodos analíticos, produtos e/ou processos com padrões de referência; Identificar requisitos com base nas necessidades do mercado em relação a métodos analíticos, produtos e/ou processos. Correlacionar o desempenho de novos métodos analíticos, produtos e/ou processos com a referência do plano de projeto;
Identificar fases de desenvolvimento de produtos e/ou processos em escala piloto de acordo com o plano do projeto; Objetivo geral: Garantir o desenvolvimento de competências técnicas, sociais, organizacionais e metodológicas relacionadas à gestão de pessoas para o acompanhamento do processo produtivo, de acordo com a atuação do técnico no mundo do trabalho.
METODOLOGIA DE ENSINO
Situações de aprendizagem
Plano de Curso FP.EP.18.03 Revisão Pág. 65 de 84 situação real ou hipotética, teórica e prática, típica de uma determinada profissão e inserida num contexto que a torna altamente significativa. A proposição deve conter elementos relevantes na caracterização de uma realização profissional, mobilizando os conhecimentos, habilidades e atitudes do aluno na busca de soluções para o problema apresentado. Avaliação de desempenho: A forma de avaliação está alinhada com a forma de construção do conhecimento, utilizando estratégias e ferramentas avaliativas que possibilitem ao aluno fazer e refazer, para que realmente surja a compreensão do processo.
Estudo de Casos
Projetos Integradores
Palestras técnicas, participação em eventos, seminários, workshops, painel
Mostras individuais e em grupos
Aula prática
Aulas dialogadas
Avaliações apresentações de trabalhos
Estágio Supervisionado
Objetivo: proporcionar aos alunos a oportunidade de contextualizar conceitos e conhecimentos adquiridos na escola por meio da observação e identificação de processos produtivos em empresas e laboratórios vinculados ao sistema de automação. Avaliação de desempenho: Os alunos devem demonstrar compreensão dos processos observados por meio de relatórios escritos, apresentações individuais ou em grupo, oficinas, painéis de discussão e outras oportunidades que surgirem, tendo os professores como facilitadores, entre outros. Currículo FP.EP.18.03 Revisão Pág. 68 de 84 na mesma área disciplinar ou em área afim, de acordo com as orientações emanadas da legislação aplicável, podendo ser concluído em simultâneo com a fase escolar, após a conclusão do Módulo Básico, ou posteriormente para a fase escolar com prazo de 1 ano para conclusão.
APRENDIZAGEM TÉCNICA
O aluno interessado deverá entrar em contato com a Coordenação Pedagógica da Unidade Escolar para que, de acordo com a legislação aplicável, possa intermediar o contrato de estágio com as indústrias da região e demais parceiros de colaboração. Para participar no estágio não obrigatório deverá cumprir o disposto na Lei do Estágio e o disposto no Manual do Estágio. Plano de Curso FP.EP.18.03 Revisão Pág. 69 de 84 Ensino básico pelo Conselho Nacional de Educação, com acréscimo de horas práticas.
A critério das instituições prestadoras, as atividades práticas realizadas durante a vigência do contrato de estágio poderão ser reconhecidas para efeito de cálculo da carga horária do estágio obrigatório, desde que tal previsão esteja clara na proposta pedagógica de adequação do estágio regular. curso para a modalidade Prática Profissional.
Atividades Complementares
Plano de Curso FP.EP.18.03 Revisão Página 70 de 84 Desta forma, o aluno poderá desenvolver as competências exigidas no mercado de trabalho, ser orientado a buscar novos conhecimentos e mergulhar em temas relacionados ao curso, participar de diversas eventos, bem como realizar ações que contribuam para a formação de um perfil profissional empreendedor, com iniciativa, liderança e capacidade de lidar com mudanças e, sobretudo, um perfil profissional autoconfiante e capaz de construir oportunidades próprias, requisito indispensável para profissionais de hoje. Consideram-se atividades complementares a participação em eventos internos e externos à instituição, tais como congressos, seminários, palestras, visitas técnicas, conferências, teleconferências, simpósios, atividades culturais, participação em exposições ou feiras, realização de cursos a distância com o objetivo de ministrar e /ou compartilhamento de informações, entre outras coisas, que possam enriquecer o processo de ensino-aprendizagem. A participação em eventos de instrutores e especialistas do curso deve ser incentivada e desenvolvida durante o curso, com atividades sempre adequadas às competências técnicas a serem desenvolvidas e ao perfil de implantação do curso.
As horas destinadas às atividades complementares do curso técnico em Automação Industrial não constituirão a carga horária total do curso.
8 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Formativo: fornece informações ao aluno e ao professor durante o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, seja o desenvolvimento de uma situação de aprendizagem, componente curricular ou módulo; possibilita localizar os pontos que precisam ser melhorados e também aponta as deficiências relacionadas aos procedimentos de ensino e avaliação adotados; possibilita decisões sobre o redirecionamento do ensino-aprendizagem com o objetivo de garantir sua qualidade ao longo de todo o processo formativo; tem uma perspectiva dirigente, que neste caso permite que alunos e professores tenham uma visão mais ampla e verdadeira de suas ações; Somativa: possibilita a avaliação do mérito ou valor da aprendizagem e ocorre ao final de uma etapa do processo de ensino e aprendizagem, seja uma situação de aprendizagem desenvolvida, um componente curricular, um módulo ou conjunto de módulos que compõem um curso; tem função administrativa, pois permite que sejam tomadas decisões sobre a promoção ou retenção de um aluno dependendo do nível de ensino em que ele se encontra; as informações obtidas dessa avaliação ao final de uma etapa ou processo podem fornecer informações diagnósticas para a próxima etapa de instrução. A avaliação docente é realizada pelo professor de forma contínua, com diferentes estratégias e apresentação de situações-problema, que consistem em desafios que mobilizam o aluno a desenvolver produtos significativos.
9 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
ANTERIOMENTE DESENVOLVIDAS
INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E RECURSOS TECNOLÓGICOS
3 Balão de destilação com saída lateral, capacidade 1000 ml 3 Balão volumétrico de vidro borossilicato, com rolha de polipropileno. Copo medidor em vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 5 ml 10 Copo medidor, vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 10 ml 10 Copo medidor, vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 25 ml 10 Copo medidor, vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 50 ml 20 Copo medidor, copo de vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 100 ml 20 Copo medidor, vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 150 ml 20 Copo medidor, vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 250 ml 20 Copo medidor, vidro borossilicato , formato baixo, capacidade 5 ml 10 Copo medidor de vidro borossilicato Copo, formato baixo, capacidade 10 ml 10 Copo medidor vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 25 ml 20 Copo medidor vidro borossilicato, formato baixo, capacidade 50 ml 20 Copo medidor vidro borossilicato copo, forma 50 ml forma baixa, capacidade 100 ml 20 Copo medidor em vidro borossilicato, forma baixa, capacidade 150 ml 20 Copo medidor em vidro borossilicato, forma baixa, capacidade 250 ml 20 Copo medidor em vidro borossilicato, forma baixa, capacidade 1000.
6 barris de plástico (cor azul), volume de 5 litros 2 barris de plástico (cor azul), volume de 10 litros 2 buretas de vidro borosilicato classe A, calibradas a 20 °C; com diploma. 6 Asa Kole com asa em platina (asa 5 cm x 0,5 cm) 6 Pote de porcelana, formato alto, volume 13 mL 12 Pote de porcelana, formato alto, volume 35 mL 12 Caixa para coleta de objetos pontiagudos, volume 3,0 litros, com . Erlenmeyer de vidro borossilicato, gargalo estreito, volume 25 mL 10 Erlenmeyer de vidro borossilicato, volume 50 ml sk, boca estreita, volume 500 mL 10 Escova para lavar vidraria, comprimento 19,5 cm, diâmetro 1,2.
Filtro de vidro para pesagem, formato médio, 4 x 4 cm, volume 45 mL 10 Picnômetro de vidro sem termômetro, volume 25 ml 3. Pipeta volumétrica de vidro borossilicato, volume 5 ml 12 Pipeta volumétrica de vidro borossilicato, volume 10 ml 12 Volumétrica pipeta em vidro borossilicato, volume 15 mL 10 Pipeta volumétrica em vidro borossilicato, capacidade 25 mL 10. Plataforma elevatória tipo macaco 20 cm x 20 cm x 35 cm 2 Cilindro em vidro borossilicato, com base em polietileno, capacidade 10.
Copo de polipropileno, capacidade de 100 ml, divisão de 2 ml 10 Copo de polipropileno, capacidade de 50 ml, divisão de 1 ml 10 Pulverizador de vidro, conector de aterramento, capacidade de 250 ml.
ACERVO BIBLIOGRÁFICO
RECURSOS HUMANOS
DIPLOMAS E CERTIFICADOS
Currículo FP.EP.18.03 Revisão Página 83 de 84 O aluno que não comprovar a conclusão do ensino médio pode, mediante solicitação, receber declaração de que o aluno concluiu a fase escolar do curso técnico no SENAI e que só estará habilitado e receberá o diploma de técnico em química quando comprovar à secretaria escolar da unidade que preencheu este requisito. O certificado de técnico em química é atribuído ao aluno que conclua o curso com desempenho satisfatório em todas as unidades curriculares e realize prática curricular na empresa.
RECURSOS FINANCEIROS
CONTROLE DE RESOLUÇÕES
CONTROLE DE REVISÕES