This is because in Brazil the power of the state to tax is not absolute and unlimited. The beginning of legality, in the extension of the branch, should be understood in a limited form, conditioning the creation or increase of taxes to the absolute reserve of formal law.
CONCEITO DE TRIBUTO
São conceitos básicos, essenciais na hora de analisar a instituição válida e o aumento de tributos. Para Alexandre Macedo Tavares, o legislador cometeu dois erros: o primeiro, dada a utilização desnecessária da expressão “em moeda”, uma vez que a palavra dinheiro já exprime essa ideia, e o segundo, ao alargar o âmbito dos benefícios fiscais, com a expressão “cujo valor pode ser aí expresso”.
ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS
Imposto
Quando a Medida Provisória for adotada sem qualquer modificação do texto, em conformidade com o disposto no artigo 12 da Resolução nº 32/2001, como “além de patrocinar a adoção de novo e censurável tipo de medida provisória”.
FONTES DO DIREITO TRIBUTÁRIO
Constituição
A Constituição é responsável pela estrutura básica do Estado, que contém em seu texto, “a forma de governo, o sistema tributário - principalmente em relação aos poderes e à materialidade tributária - e os direitos e garantias individuais”, tendo assim “os fundamentos da produção normativa. . Em matéria tributária, a Constituição trata essencialmente da competência, dos princípios e das imunidades tributárias e pode suscitar questões tributárias, como a norma contida no artigo 155, §2º da mesma (OLIVEIRA, 2003, p. 8).
Leis Complementares
Se a Medida Provisória fosse lei, não seria necessário que fosse convertida em lei pelo Legislativo (FISCHER, 2004, p. 193). O Congresso Nacional poderá rejeitar expressamente a medida provisória em sua apreciação e deixar de convertê-la em lei.A Lei nº 32/2001 acrescentou, no artigo 62, §2º, segundo a qual “medida provisória que implique a introdução ou aumento de tributos, exceto aqueles que está previsto nos arts.
Lei Ordinária
Medidas Provisórias
A medida provisória foi introduzida no ordenamento jurídico brasileiro, em substituição ao decreto, e, em matéria tributária, esta figura foi introduzida pela emenda constitucional nº. 32/2001, o que traz insegurança jurídica, pois durante o período de sua discussão no Congresso Nacional não se sabe qual lei está em vigor (AMARO, 2006, p. 173). A doutrina discutia se as medidas provisórias seriam aplicáveis em matéria tributária (especialmente em relação à criação ou aumento de tributos).
Tratados e Convenções Internacionais
Resoluções
Na esfera tributária, as Resoluções visam determinar as alíquotas de determinados tributos estaduais. Essa competência está prevista na Constituição Federal (artigo 155, §1º, inciso IV; §2º, incisos IV e V) e justifica-se pelo fato de o Senado Federal ser o órgão representativo dos estados federados, do aparelho legislativo federal . (AMARO, 2006, p. 189). As resoluções são atos de competência exclusiva do Congresso Nacional, Senado e Câmara, portanto não estão sujeitas a sanções presidenciais.
Decretos
Trata-se de ato normativo que se aplica em situações específicas, como no exemplo de José Eduardo Soares de Melo, na situação contida no artigo 155, § 2º, incisos IV e V, da Constituição Federal, que dá ao Senado Federal a faculdade de estabelecer alíquotas relativas à Causa Mortis e ao imposto sobre doações e ao imposto sobre circulação de mercadorias e serviços, nas atividades comerciais, "com o objetivo de manter o regime federal, incentivar a participação dos estados e do governo federal distrito” (MELO, 2005, p. 175). Segundo o autor, mesmo diante de lacunas na legislação tributária, o executivo não deveria preenchê-las por decreto. Essa prerrogativa está refletida no artigo 153, §1º da Constituição Federal, e como lembra Luciano Amaro, não se trata de decretos regulamentadores, pois, embora editados para implementar a lei, modificam a lei e as alíquotas a alteram (2006). , pág. 189).
Normas Complementares
Mesmo sem possuir estrutura jurídica, não são alvo de críticas por parte do Poder Judiciário, pois são “regulamentos administrativos” que atendem a interesses privados (MELO, 2005, p. 179). Alexandre Macedo Tavares esclarece que é vedado às normas complementares trazer qualquer inovação ou modificação ao texto da lei a que se referem. Contudo, podem ser consideradas leis, no sentido material, pois veiculam descrições normativas, mas não formalmente, pois têm origem na Administração (TAVARES, 2005, p. 89).
PRINCÍPIOS DO DIREITO TRIBUTÁRIO
Princípio da Legalidade e da estrita legalidade tributária
A segurança jurídica exige direito formal, ou seja, exige que esse comando, além de abstrato, geral e impessoal (reserva de direito substantivo), seja formulado por órgão que tenha função legislativa (reserva de direito formal) (2006, pág. 116). Em essência, observa-se no princípio da legalidade, valores de segurança e segurança jurídica que limitam a discricionariedade do legislador (MELO, 2005, p. 21). Por fim, a lei não deve deixar brechas para que o sujeito passivo possa, a seu critério, determinar a quem e como o imposto deve ser pago (AMARO, 2006, p. 112).
Princípio da Anterioridade
Comentando o disposto na alínea “b”, inciso III, artigo 150, da Constituição Federal, Zelmo Denari esclarece que “[...] não se deve esperar a mudança de 12 meses; basta apenas que termine o exercício financeiro, que, no Brasil, coincide com o ano civil” (2002, p. 73). No Código Tributário Nacional, o Princípio da Prioridade está previsto no artigo 104, onde é explicado seu conteúdo, dizendo que abrange: “a) a incidência e o aumento de tributos (inciso I); b) determinação de novas hipóteses de incidência, que seja equivalente à instituição tributária (inciso II); c) a eliminação e a redução de isenções, que equivalem respectivamente à criação ou ao aumento de impostos (inciso III)” (AMARO, 2006, p. 124 – grifos no original). Acrescenta que não se deve falar em ampliação do princípio constitucional, pois o que o Código Tributário Nacional faz é especificar as formas pelas quais os impostos podem ser cobrados ou aumentados (AMARO, 2006, p. 124).
FONTE
A seguir serão apresentadas questões relacionadas às medidas temporárias, o que possibilitará a análise de sua utilização no âmbito tributário. Apesar de aparecerem no ordenamento jurídico brasileiro como um substituto dos decretos-lei, suas medidas provisórias diferem em muitos aspectos. André Ramos Tavares acredita que as medidas temporárias são de natureza legislativa, ainda que tenham origem no poder executivo, durante a sua vigência.
REQUISITOS
Requisitos Formais
Requisitos Materiais
1e É proibida a edição de medidas provisórias sobre as seguintes matérias: .. a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direitos eleitorais; As vedações contidas nas alíneas 'b' e 'c' do mesmo artigo preservam o princípio da reserva legal contido no artigo 5º, inciso XXXIX da Constituição Federal. Aqui vale ressaltar que se trata de matérias próprias do círculo eleitoral de origem, destinadas à sua própria regulamentação constitucional, incompatíveis com a utilização de medidas provisórias para a sua regulamentação, e implicam, inclusive, a aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal do Chefe do Executivo ( TAVARES, 2006, p.1103).
REGIME JURÍDICO
Também deverá apresentar parecer para aprovação ou rejeição, com eventual projeto de lei de conversão ou decreto legislativo que regule as relações jurídicas decorrentes da vigência da medida provisória. Quando rejeitada, tanto na análise prévia da Comissão Mista quanto por cada uma das casas do Congresso, “a Medida Provisória será arquivada e o Presidente do Congresso Nacional a declarará improcedente e a comunicará ao Presidente da República”. (TAVARES, 2006, p. 1100). Se o decreto legislativo não for editado no prazo de sessenta dias a contar da rejeição ou perda de eficácia da medida temporária, as relações jurídicas criadas e derivadas dos atos praticados durante a sua vigência serão reguladas pela Medida Temporária.
PRAZO DE DURAÇÃO DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS
Outro ponto relevante diz respeito à possibilidade de reedição de medidas provisórias, independentemente de terem sido rejeitadas tácita ou expressamente. Outra questão relevante diz respeito ao regime de urgência das medidas provisórias, instituído pelo §6º do artigo 62 da Constituição Federal, que estabelece que, caso não sejam votadas em cada uma das Casas do Congresso Nacional, nos primeiros 45 dias após a sua publicação, as medidas serão tomadas em caráter urgente, conforme já explicado. Neste regime, todas as medidas provisórias deverão ser votadas e, portanto, aprovadas ou rejeitadas, sem qualquer margem para perda de eficácia por não investigação, conforme previsto no § 3º.
EFICÁCIA E IMPACTO DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS NO
Caso a medida provisória seja rejeitada a priori, a lei cuja vigência foi suspensa voltará a vigorar. Ainda no que diz respeito a possíveis abusos cometidos pelo Chefe do Executivo, cabe esclarecer, ao decretar medidas provisórias, que, observada a supremacia constitucional, é excepcionalmente possível ao Judiciário exercer a “atmosfera discricionária do presidente”. da República”, nos casos em que a edição da medida provisória configura “apropriação indébita de finalidade ou abuso do poder de legislar, por flagrante falta de urgência e relevância” (MORAES, 2003, p. 558). Após análise destes aspectos relativos às medidas provisórias, verificar-se-á a constitucionalidade da sua utilização no âmbito do direito fiscal para estabelecer ou aumentar impostos, tendo em conta os princípios da legalidade e da estrita legalidade fiscal, bem como a anterioridade. no primeiro capítulo, porque são princípios subjacentes ao direito fiscal e são incompatíveis com a instituição de medidas provisórias.
MEDIDA PROVISÓRIA EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA
A emenda foi recebida pela imprensa nacional como uma “[..] decisão do Congresso de limitar o uso de medidas temporárias, [..], retirando poderes do Presidente da República”, uma espécie de remédio constitucional contra atos discricionários pelo Chefe do Executivo (FISCHER, 2004, p. 204). Embora a doutrina seja contrária, a jurisprudência predominante do país, liderada pelo STF, tem admitido a utilização de medidas provisórias em matéria tributária, inclusive na incidência de tributos (AGRAG 236.976; RE 138.976; RE 138.284). Resta clara, portanto, a necessidade de análise da constitucionalidade do artigo 62, §2º, que autoriza a utilização de medida temporária para a imposição ou aumento de tributos, em função dos princípios da legalidade, incluindo aqui o do tipo tributário , e isso . de anterioridade, princípios básicos quando se fala em instituição válida e aumento de impostos.
CONTRARIEDADE AO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
Dentre essas garantias fundamentais aos contribuintes, destacam-se os princípios da legalidade e do precedente, que norteiam o direito tributário e são essenciais na análise da constitucionalidade de medidas temporárias de introdução ou aumento de tributos. O argumento básico de que uma medida temporária não pode ser equiparada a uma lei é que, se fosse uma lei, não haveria necessidade de alterá-la. A medida provisória “é exceção não só no procedimento legislativo, mas também no que diz respeito ao próprio princípio da legalidade” (FISCHER, 2004, p. 197).
CONTRARIEDADE AO PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE
A Lei nº 32/2001 é na verdade uma tentativa da Constituição de “contornar os entraves constitucionais representados pelos princípios da precedência e da estrita legalidade tributária” a introdução ou aumento de tributos por meio de Medida Provisória (TAVARES, 2002, p. 16). A utilização de medidas provisórias, na área tributária, não é compatível com o princípio da prioridade tributária, pois consagra a proibição de impostos surpresa, enquanto as medidas provisórias possuem os requisitos de relevância e urgência, que trazem consigo a ideia de demanda imediata. . Ou, no caso particular, há relevância e urgência, e a utilização de medidas provisórias é adequada e adequada, ou não; a antinomia que existe entre o princípio da anterioridade e as medidas provisórias, uma contradição insolúvel (apud MELO, 2005, p. 174-175).