Portanto, este trabalho também investiga os tipos de responsabilidade civil utilizados nas atividades de fiscalização. Finalizar a determinação das sanções aplicadas por lei às empresas fiscalizadoras pelo descumprimento das regras estabelecidas na ordem executiva.
RESPONSABILIDADE CIVIL
- CONCEITO
- PRESSUPOSTOS DA RESPONSABILIDADE CIVIL
- A ÇÃO OU O MISSÃO DO A GENTE
- R ELAÇÃO DE C AUSALIDADE
- D ANO
- C ULPA E R ISCO
- RESPONSABILIDADE CONTRATUAL E EXTRACONTRATUAL
- TEORIAS DA RESPONSABILIDADE CIVIL
- R ESPONSABILIDADE S UBJETIVA
- R ESPONSABILIDADE O BJETIVA
HISTÓRICO
No século XIX, aproveitando as deficiências naturais do poder público para combater o crime em sua totalidade, surgiram as primeiras empresas de segurança privada nos Estados Unidos da América do Norte. Em 1852 surgiu a WELL FARGO, fundada por Henry Wells e William Fargo, cujo objetivo era acompanhar carroças ao longo do rio Mississippi; em 1855 surgiu a PINKERTON'S, fundada por Allan Pinkerton, e em 1859, a BRINK'S, fundada por Perry Brink em Washington e cuja missão era transportar mercadorias e que mais tarde se tornou uma transportadora de valor, com a sua primeira carga em 1891, nos primeiros veículos blindados carro. , adequado às condições da época58. Segundo Araujo59 aqui no Brasil surgiram empresas de vigilância, através do decreto nº. 1.034, de 9 de novembro de 1969 e nº 1.103, de março de 1970, que passaram a exigir fiscalização armada das instituições bancárias e de crédito.
Esta medida pretendia frustrar a acção de grupos de esquerda que procuravam recursos, em assaltos a bancos, para financiar a sua causa revolucionária. Somente em 1983, com a lei nº 7.10260, foi disciplinada a atividade de segurança privada, sob responsabilidade do Departamento de Polícia Federal. Porém, com o crescimento dos serviços de segurança em todo o país, surgiu a necessidade da criação de decretos, leis e portarias, cujo objeto é a portaria 387/06.
CONCEITO
Quando se trata de segurança patrimonial, nunca estará completo sem um sistema de comunicação perfeito. II - encaminhar o procedimento de investigação à CGCSP, via DELESP ou CV, para conhecimento e divulgação entre as empresas de segurança privada em nível nacional. II - comprovação de que os sócios, diretores, diretores e gerentes da empresa de segurança privada não possuem condenações criminais apuradas;
O terceiro ponto prevê que devem existir no mínimo 16 (dezesseis) guardas contratados com experiência no transporte de valores para início da atividade e na quarta seção a certificação de no mínimo 02 duas viaturas especiais, sendo que cada viatura possui quatro guardas armados . portar pistolas e espingardas calibre 12 e, no quinto ponto, possuir os equipamentos físicos pertinentes e certificados pelo respectivo certificado de segurança emitido pelo Departamento de Polícia Federal. As empresas de vigilância que violarem as normas de segurança privada serão multadas de acordo com o artigo 120.118 do Decreto nº. A primeira seção estabelece que a empresa será penalizada caso exerça atividades de segurança em unidade federal na qual não esteja autorizada.
O artigo décimo sétimo estabelece que as empresas não podem exercer atividades de segurança privada em violação da licença emitida pelo DPF. IV - não possuir mais instalações físicas adequadas à atividade autorizada, conforme homologado pelo certificado de segurança;
DAS MEDIDAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS
DA FORMAÇÃO DO VIGILANTE
IV - ter sido aprovado em curso de formação de vigilantes, ministrado por empresa formadora devidamente credenciada; PREVENTIVO/OSTENTIVO – característica da guarda de segurança que fica visível ao público em geral, com o objetivo de prevenir a ação de criminosos, manter a integridade patrimonial e proporcionar segurança às pessoas. Mencionamos o perfil do candidato à formação de vigilante, e em seguida traçaremos os objetivos do curso de vigilante, que são gerais e específicos, de acordo com a Portaria nº.
Em relação aos objetivos específicos, envolve conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes para prevenir incidentes que sejam de sua competência, dentro da área física a ele demarcada, para preservar a integridade patrimonial e proporcionar segurança às pessoas. No que diz respeito à organização, o curso funcionará de acordo com o disposto neste programa do curso, no sistema escolar das escolas formadoras e demais regulamentos aplicáveis80. O plano e cronograma do curso são de responsabilidade das escolas de formação baseadas neste programa de curso.
DOS DIREITOS, DEVERES E APURAÇÃO DAS CONDUTAS DOS VIGILANTES
Ao final mencionamos a carga horária bem como as avaliações de formação do vigilante, portanto na próxima subseção trataremos dos direitos, deveres e apuração da conduta dos vigilantes. A quarta seção prevê o perfeito estado de conservação e funcionamento do sistema de comunicação, principalmente porque o vigilante em caso de emergência utiliza esta ferramenta para solicitar apoio da fiscalização da empresa, na quinta seção é ministrado treinamento, que em este caso é a reciclagem conforme obrigação legal deve ser feita a cada dois anos, na sexta seção trata do seguro de vida em grupo oferecido pelo empregador e por fim na sétima seção menciona prisão especial em casos de ocorrência durante o serviço, o guarda tem essa prerrogativa legal. . Na primeira parte diz-se que é dever do guarda exercer a sua atividade com responsabilidade e na segunda parte trata-se do uso correto e adequado do uniforme de serviço.
O quinto ponto regulamenta a comunicação ao gestor de qualquer incidente ocorrido durante o plantão, bem como de eventuais irregularidades relativas aos equipamentos. Portanto, cabe às empresas investigar todos os incidentes cometidos pelos seus seguranças e aplicar medidas disciplinares dependendo da gravidade do ato praticado pelo segurança de plantão. No próximo subcapítulo discutimos as demais categorias de serviços de segurança, bem como suas características.
DAS DEMAIS CATEGORIAS DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA
- DO TRANSPORTE DE VALORES
- DA ESCOLTA ARMADA
- DA SEGURANÇA PESSOAL PRIVADA
- DOS CURSOS DE FORMAÇÕES
III - contratar e manter contratado no mínimo 16 (dezesseis) seguranças com experiência em transporte de valores; As empresas de transporte de valores deverão utilizar no mínimo 04 (quatro) turnos por veículo especial, incluindo motorista, todos com experiência em transporte de valores. I - possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de monitoramento patrimonial ou transporte de valores;
A primeira seção afirma que a empresa deve ter pelo menos um ano de supervisão de ativos ou atividade de transporte valioso. II - contratar, e manter sob contrato, no mínimo 08 (oito) vigilantes com experiência em escolta armada e experiência mínima de um ano em atividades de vigilância ou transporte de valores; II - contratar, e manter sob contrato, no mínimo 08 (oito) vigilantes com experiência em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano em atividades de vigilância ou transporte de valores.
DA CULPA DO AGENTE
- DA GRAVIDADE DA CULPA
Durante a prestação do serviço de vigilância relativo ao bem vigiado, existe a responsabilidade pelo facto de terceiros, objectos e animais, sujeito a Culpa in eligendo, Culpa in vigilando e Culpa in custodiendo. Contudo, para Maria Diniz, a culpa in eligendo advém da má escolha da pessoa encarregada da execução de uma ação ou do cumprimento de uma obrigação104. Podemos dizer que Culpa in eligendo ocorre quando o agente deixa de cumprir o dever de escolher aqueles que atuam sob seu comando.
Sobre culpa in vigilando, Santos afirma que “Falta de atenção e cuidado com o comportamento das pessoas que estavam sob guarda ou responsabilidade do agente105. Portanto, na Culpa in vigilantando também ocorre por falha no dever de fiscalizar, ou seja, quando o fiscal não fiscaliza o trabalho do vigilante e ocorre dano ao imóvel monitorado. Por fim, na Culpa in custodiendo, ocorre quando o agente descumpre o dever de guarda de coisa ou animal, que está sob sua guarda.
CAUSAS EXCLUDENTES DA RESPONSABILIDADE CIVIL
Fato exclusivo de terceiro – Figura ao lado de caso fortuito ou força maior110 como expressão de “causa estranha”. O estado de necessidade consiste na violação do direito de outrem de afastar o perigo iminente quando as circunstâncias o tornam absolutamente necessário e quando não ultrapassa o limite necessário para afastar o perigo. 110 Caso fortuito ou força maior – Evento aleatório é um evento imprevisível que ocorre da natureza sem qualquer intervenção humana.
Não basta que tenha sido apenas um imprevisto para o guarda, deve ser incomum para ele e para outras pessoas que, se colocadas em seu lugar, também não o conseguiriam prever ou evitar. 111 Ausência de nexo causal - Não há nexo causal entre o dano e a situação, e não há razão para se falar em responsabilidade civil. Legítima defesa, agindo em legítima defesa, aquele que, com uso moderado de meios, repele agressões injustas presentes e iminentes, por direito próprio ou de outrem.
RESPONSABILIDADE CIVIL E O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
Para o Código, a responsabilidade pela apuração da culpa (negligência, imprudência ou imperícia) não era mais suficiente para proteger os direitos do consumidor no atual mercado consumidor. Trata-se da chamada 'responsabilidade pelo fato do produto ou serviço' ser fornecido ou, em outras palavras, é a preocupação com os danos que o assunto, o produto, bem como o próprio serviço, podem causar ao consumidor. . 14 DO CÓDIGO DO CONSUMIDOR - EMPRESA DE SEGURANÇA QUE FORNECE A FUNCIONÁRIOS SEM CAPACIDADE TÉCNICA PARA ATENDIMENTO DE POLÍTICA - BENS ROUBADOS NA ESTRADA DE VOLTA DA AGÊNCIA BANCÁRIA - DEFESA DE FORÇA MAIOR DO ACIDENTE - VISÃO GERAL DA RISCO, - SINAIS DE RISCO QUANDO SIM ENQUANTO EXIGE O EMPREENDIMENTO DE POSSÍVEL E NECESSÁRIO PO VOLTAVA DEIXANDO A PRÁTICA PENAL - A CONDUTA DO REQUERENTE ENCAIXA-SE NO CONCEITO DE “SERVIÇO DEFEITUOSO”.
A obrigação de uma empresa responsável pelos serviços de segurança e vigilância é um meio e não propriamente um resultado, dada a impossibilidade de garantir integralmente a segurança do bem vigiado. Porém, quando a conduta de seu preposto se enquadrar no conceito de “serviço defeituoso”, regulamentado pelo Código de Defesa do Consumidor (art. 14, § 1º), o fornecedor deverá responder objetivamente pelos prejuízos causados117. Desta forma, a responsabilidade do vigilante em relação ao Código de Defesa do Consumidor, apesar de a prestação de serviços de segurança ser uma obrigação de meio e não exatamente um resultado, uma vez que não garante integralmente a segurança do bem vigiado , pelo fato de a falta de qualificação para este serviço entrar no conceito de “serviço defeituoso”, neste caso a empresa fiscalizadora deverá responder objetivamente pelos danos causados.
DA RESPONSABILIDADE DAS EMPRESAS DE VIGILANCIAS AOS ORGÃOS FISCALIZADORES. 53
A primeira e a segunda partes estipulam que a empresa deixará de fornecer uniformes ou de cobrar o guarda por eles, podendo o guarda utilizar o uniforme fora das especificações. A primeira parte lista quando as empresas não fornecem informações ou documentos a pedido das autoridades responsáveis. A segunda parte diz respeito às empresas que deixam de fornecer EPI (equipamentos de proteção individual) aos seus seguranças de plantão.
VIII - não promover, quando necessário, a reciclagem profissional dos vigilantes e exames de competência sanitária e psicológica; O parágrafo oitavo estabelece que a empresa não promove a reciclagem dos vigilantes no prazo legal de dois anos, bem como exames periódicos de saúde e psicológicos. IX - deixar de prestar assistência jurídica e material ao guarda quando estiver preso por ato decorrente do serviço;
No ponto dez, a empresa deixa de investigar administrativamente o envolvimento do segurança nos crimes ocorridos em serviço. XXI - não comunicar o furto, furto, perda ou recuperação de armas, munições e coletes à prova de balas de sua propriedade, ao DPF, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas após a ocorrência, bem como não tomar as providências mencionadas no § 1º do art.