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INVENTÁRIO E PARTILHA NO BRASIL
- I NVENTÁRIO
- P ARTILHA
- Deliberação sobre a partilha
- Partilhas amigáveis
- Partilhas Judiciais
- Partilha Por Escritura Pública
Segundo Sebastião Amorim e Euclides de Oliveira6: É através do procedimento de inventário e divisão que os bens passam oficialmente do falecido para os seus sucessores. O processo de partilha de inventário é o procedimento judicial, em que os herdeiros conhecem a verdadeira situação dos direitos e deveres do autor da herança, que foi transferida no momento do falecimento. O inventário é dos bens pertencentes ao patrimônio do falecido, à herança dos herdeiros e consequentemente aos direitos e obrigações que neles constam.
PARTILHA DE BENS ENTRE HERDEIROS MAIORES E CAPAZES 17
A Lei de Processo Civil, no art. 993, seção única, estabelece que o magistrado decida que medidas devem ser tomadas:. A escritura pública lavrada em nota notarial é documento dotado de fé pública, dando cabal prova”. O notário só lavra a escritura pública se todos os interessados forem assistidos por um ou mais advogados comuns de cada um deles, cuja qualificação e assinatura constarão do notário.
96 do Código de Processo Civil, a escritura pública de inventário e distribuição pode ser celebrada em qualquer local. 21 A escritura pública de inventário e distribuição conterá (..) e a menção ou declaração dos herdeiros de que o autor da herança não deixou testamento, e de outros herdeiros, sob as penas da lei. Os cônjuges dos herdeiros devem comparecer ao acto de lavratura da escritura pública de inventário e de divisão quando haja renúncia ou forma de partilha conducente à transmissão, salvo se o casamento se realizar em regime de divórcio absoluto.
27. A existência de credores do património não impede o inventário e a divisão ou a adjudicação por documento público. A divisão pode ser realizada até com escritura pública, mas caso haja sobra de bens após o trânsito em julgado, a divisão do imóvel pode ser realizada, também com escritura pública. O objetivo desta monografia foi estudar a lei n. 11.441, de 4 de janeiro de 2007, que trouxe a possibilidade de realização de inventário e compartilhamento com documento público.
96 do Código de Processo Civil, o ato público de inventário e separação pode ser realizado em qualquer país.
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FÉ PÚBLICA
- F É P ÚBLICA N OTARIAL
- Da Natureza da Fé Pública Notarial
A crença pública é a prerrogativa atribuída a determinadas pessoas, legitimadas por um ato como o de expressar a verdade, naquilo que são questionadas ou pelas ações que praticam. O ato jurídico de crença pública é considerado AUTÊNTICO, palavra derivada do grego que significa: CERTO – VERDADEIRO, aquilo que se deve acreditar, aquilo que é confiável; A crença pública é uma qualidade da ordem pública que, através da intervenção de um funcionário público, confere a determinados documentos o caráter de autênticos e eficazes (MUSTAPICH).
Dentre as normas, destaca-se, de forma intensa e até decisiva, a finalidade que o corpo social e a lei atribuem às pessoas de fé pública. São expressões de fé pública que visam proporcionar às relações jurídicas certeza e estabilidade, autenticidade e indiscutibilidade. A principal característica da função notarial é a verificação da confiança pública nos atos praticados, documentando a vida social das partes, prestando um serviço fundamental ao serviço da justiça e proporcionando a segurança jurídica que regula as relações empresariais.
A fé pública manifestada pelo notário nos atos que pratica é dotada de fé pública e fica plenamente comprovada nos termos do artigo 215 do Código Civil Brasileiro. Portanto, a fé pública não provém do Estado, mas de um atributo da qualidade profissional do notário. A fé pública é constitucionalmente atribuída ao notário que atua como representante do Estado na sua atividade profissional.
A confiança pública é atribuída por lei e “afirma a segurança e autenticidade das liquidações realizadas pelo notário e pelo oficial de registro e das certidões que emitem neste estado”, com as qualidades mencionadas no art.
FORMA DOS ATOS NOTARIAIS
Trata-se precisamente de formulários livres, ou seja, quando a lei não prevê que as declarações de vontade sejam em formato especial (artigo 107.º – CC/2002). As ações que exijam forma específica estabelecida por lei (art. 108, CC/2002) ou por vontade das partes (art. 109, CC/2002) são denominadas formais ou solenes, sem as quais a eficácia da ação fica comprometida. Dentre as formas solenes podemos destacar: . b1) Escritos particulares – são escritos redigidos e assinados por parte ou partes que comprovam obrigações contratuais de qualquer natureza (artigo 221.º do CC).
Cartório notarial para concursos. Art. 135) o documento particular não exige mais a assinatura de testemunhas para ter validade entre as partes. . b2). Documentos notariais públicos – são ações que envolvem a intervenção de um funcionário público (procurador tabelião), que transfere a vontade das pessoas autorizadas para um documento público, verificando a sua conformidade com a ordem jurídica. O artigo 108.º (citado) do OZ encerra a regra geral da forma instrumental, essencial para a validade dos negócios imobiliários, ao dizer: “Salvo disposição em contrário da lei, o documento público é essencial para a validade do negócio jurídico”. , cujo objetivo é constituir, transferir, alterar ou renunciar a direitos reais sobre bens imóveis de valor superior a trinta vezes o maior salário mínimo aplicável no país.
Na lição de Márcia Elisa Comasset Santos45: “Uma das atribuições mais importantes do notário é a lavratura da escritura pública, nos termos do artigo 7º, incisos I, II e III da Lei nº 8.935/94. O notário toma conhecimento da informação prestada pelas partes, nomeadamente a finalidade que as partes pretendem com a prática de determinado acto, e depois formaliza juridicamente essa intenção através do instrumento público. Várias disposições legais prevêem agora excepções à regra geral de que a validade dos actos requer um instrumento público.
O notário, como autor do documento público, não fica vinculado às minutas apresentadas pelas partes e pode dar ao ato a redação que considerar adequada, pressupondo sempre a autorização das partes.
ESCRITURA PÚBLICA
Havendo testamento ou interessado incapacitado, será feito inventário judicial; Se todos forem capazes e concordarem, o inventário e a partilha poderão ser feitos por escritura pública, o que constituirá título idôneo para registro imobiliário. O processo de inventário e separação deverá ser aberto em até 60 (sessenta) dias a partir da abertura da herança. Em inventário e divisão ou divisão: (..) d) declaração assinada pelos interessados de que não há testamento;.
Contudo, a incapacidade pode ser extinta, com a emancipação, o que torna o interessado absolutamente apto para a prática de atos da vida civil, inclusive o ato de inventário e a parte extrajudicial. Afirma-se que é objeto de inventário e partilha os bens deixados pelo falecimento de fulano, que é o autor da herança, e não é parte na escritura. As certidões fiscais negativas devem ser apresentadas da mesma forma que no inventário judicial, mas o facto de dificultarem a lavratura da escritura de inventário e partilharem a existência de dívida fiscal deve ser motivo de atenção do Cartório.
Portanto, como a nova legislação autoriza o inventário extrajudicial, também é permitida a partilha por escritura pública. 983 do CPC, na nova redação dada pela Lei n, determina que o processo de inventário e partilha deverá ser aberto no prazo de 60 (sessenta) dias contados da abertura da sucessão, que se encerra nos 12 (doze) meses seguintes, e o julgar prorrogar tais prazos, de ofício ou a pedido da parte. Se as partes decidirem, portanto, realizar o inventário e divisão por meio de escritura pública, sem cumprir os prazos estabelecidos no referido artigo, isso não implicará qualquer tipo de sanção judicial.
A primeira abordou os conceitos básicos de inventário e partilha no Brasil, suas condições, processos e procedimentos e requisitos.
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ASPECTOS GERAIS
- D A C OMPETÊNCIA T ERRITORIAL
- E XCLUDENTES DA L EI
- Testamento
- Interessado Incapaz
- C ONDIÇÕES PARA A OPÇÃO PELA VIA E XTRAJUDICIAL
- Partes na Escritura
- Relação de bens
- P ARTILHA
- Do Advogado das Partes
- Existência de débitos Fazendários
- S OBREPARTILHA E XTRAJUDICIAL
- G RATUIDADE DA L EI
- P RAZO PARA ABERTURA DO P ROCESSO DE I NVENTÁRIO E P ARTILHA
A Lei nº 11.441, de 4 de janeiro de 2007, que entrou em vigor em 5 de janeiro de 2007, introduziu no ordenamento jurídico brasileiro a possibilidade de realização de inventário e divisão, bem como separações e divórcios em cartório, por meio da lavratura de uma escritura pública. Alguns requisitos devem ser atendidos para que a declaração e a divisão extrajudicial sejam concluídas, os quais discutiremos a seguir. As Escrituras Públicas de Inventário e divisão, separação e divórcio – bem como em extensão desta.
Eventuais dívidas e obrigações do autor da herança, bem como a existência de credores do património, não impedem a lavratura da escritura de inventário e partilha, incluindo a celebração do inventário negativo. Havendo apenas um herdeiro, maduro e capaz, com direito à totalidade da herança, não haverá divisão, sendo lavrada escritura de inventário e julgamento dos bens. A função do advogado na escritura de inventário e partilha é a mesma que desempenha na esfera judicial.
No inventário e destinação ou superalocação: (..) e) confirmação ou informação negativa da dívida ao Tesouro Público; Os atos públicos de inventário e separação, separação e divórcio – e, consequentemente, repartição e restabelecimento da parceria conjugal – podem ser lavrados por qualquer notário ou escrivão de paz, independentemente da residência do autor ou do local da herança por morte . e residência de quem se separa ou se divorcia. É admissível a partilha excessiva por escritura pública, ainda que se trate de inventário e partição judicial já concluído, ainda que o herdeiro que atualmente é herdeiro grande e capaz fosse menor ou incapaz no momento do falecimento ou do processo judicial .
No caso gratuito, o ato de inventário e divisão, bem como os correspondentes registos, são efetuados gratuitamente. O dispositivo em questão refere-se ao processo de inventário e separação que deve ser aberto no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data do falecimento, que é o momento em que a herança é aberta e esse prazo já foi prorrogado anteriormente. Este dispositivo refere-se exclusivamente ao inventário e distribuição processado pelo Poder Judiciário, sem mencionar o prazo para sua execução extrajudicial.
PARTILHA AMIGÁVEL
REGISTRO DA ESCRITURA DE INVENTÁRIO E PARTILHA
3° As escrituras públicas de inventário e de divisão consensual, de separação e de divórcio não dependem de homologação judicial e são títulos idóneos ao registo civil e ao registo predial, à transmissão de bens e direitos, bem como à promoção de todos os actos necessários que concretizem transferências de bens e arrecadação de valores (DETRAN, Registro Comercial, Registro Civil de Pessoa Jurídica, instituições financeiras, companhias telefônicas, etc. Seria, portanto, uma incompetência do legislador permitir que partes que cumpram todos os requisitos para o execução do inventário e partilha na esfera extrajudicial, o Tribunal deverá buscar, uma vez que há bens no acervo sucessório que não estão sujeitos ao âmbito da lei, porém, cabe ao rol de direitos e deveres, bem como a atribuição de valores, e cobrança de tributos devidos, para formalizar a distribuição, e conseqüente distribuição aos herdeiros, de acordo com a disposição legal ou testamentária.
Os acordos amistosos surgem de um acordo entre partes interessadas maiores e capazes, e os acordos judiciais são executados durante o processo de inventário, quando existe. 11.441/07, em seu formulário de inscrição, seu processo e procedimento, sua regulamentação pela Inspetoria Geral de Justiça do Estado de Santa Catarina, e de acordo com o Conselho Nacional de Justiça. Cumpridos os requisitos de ausência de testamento conhecido e de maioridade e capacidade civil, o.
Este é um pré-requisito essencial para a escolha do ato público, pois, havendo disputa, divergência entre os herdeiros e a viúva, é necessário recorrer ao procedimento judicial, pois cabe ao juiz da causa decidir . a disputa. A rapidez e destreza com que se podem realizar os procedimentos de inventário e separação, desde que respeitados os principais requisitos da lei, que são a capacidade das partes, a falta de vontade reconhecida pelas partes e a conciliação de desejos. dos herdeiros do falecido. Não é necessária a comprovação do prazo para abertura de inventário extrajudicial, uma vez que as partes apenas estão sujeitas a penalidades administrativas para fins de recolhimento de tributos e pagamento de multas, de acordo com a legislação de cada estado responsável pela arrecadação;
E isso nos permite continuar estudando o tema, que é extremamente contemporâneo e de interesse nacional.