But the body does not always return to its equilibrium state, and the continuity of stress causes teachers to be absent from work through medical certificates or medical leave, which interferes in the quality of teaching and in the quality of the teacher's lifestyle. For this research, a quantitative descriptive survey was conducted, a case study in a public educational institution located in the central area of the city of Campos dos Goytacazes - RJ.
INTRODUÇÃO
Para explicar a Síndrome de Burnout, foram feitas diversas considerações baseadas em autores como Malasch e colegas (2001), Levy e colegas (2009) Benevides Pereira (2010), entre outros. E por fim, contextualizando o estresse e a Síndrome de Burnout, foram feitas explicações baseadas em autores como Nunes Sobrinho (2010), Dalagasperina e Monteiro (2014), Carloto, entre outros.
O CLIMA ESCOLAR
- Variáveis ecológicas
- Variáveis organizacionais
- Variáveis normativas
- Variáveis relacionais
- Gestão escolar e sua relação com o clima da escola
Amado e Freire (2013) reconhecem o clima escolar como uma variável que resulta de um conjunto de circunstâncias ecológicas, organizacionais, normativas e relacionais entre os agentes da instituição escolar. Os professores não estão sozinhos no ambiente escolar, há interação com os alunos, a hierarquia escolar e outros professores.
O ESTRESSE DO PROFESSOR
- O conceito de estresse
- A distinção entre estresse e ansiedade
- O conceito de Síndrome de Burnout
- A contextualização do estresse e da Síndrome de Burnout no
O conceito de burnout foi estendido a profissões além dos setores de saúde e educação (MASLACH, et al. No ensino, existem vários estressores que contribuem para o surgimento do estresse e da síndrome de burnout. Segundo Carlotto (2002), a síndrome de burnout afeta o desempenho educacional ambiente, interfere nos objetivos educacionais, causa problemas de saúde nos professores, levando ao absenteísmo e à intenção de abandonar a profissão.
Dadas as atuais demandas da educação, percebe-se que existem diversos estressores no trabalho docente que, se persistentes, podem levar à síndrome de burnout. Levy, et al, (2009), avaliando professores do ensino fundamental público, destacaram a violência e o sentimento de ameaça em sala de aula como fatores cruciais para o desenvolvimento da síndrome de burnout. A síndrome de Burnout em professores é um problema que precisa ser analisado com muita atenção devido às consequências que são causadas nos diferentes segmentos envolvidos.
Nessa perspectiva de contextualizar o estresse e a síndrome de burnout no ambiente educacional, Goulart Júnior e Lipp (2008) enfatizam a necessidade de implementação de medidas preventivas e curativas para reduzir os efeitos do estresse nos professores.
ESTUDOS CORRELATOS
O PROBLEMA
Questões norteadoras
Definição de termos
Hipóteses
METODOLOGIA
Natureza do estudo
Local do estudo
Sujeitos
Recursos de observação
Este instrumento visa identificar de forma objetiva os sintomas de estresse que o sujeito pode apresentar, o tipo de sintoma (fisiológico ou psicológico) e a fase de estresse que está vivenciando. Os resultados do inventário de estresse (ISSL) e da escala de vulnerabilidade (EVENT) foram mensurados conforme seus respectivos manuais. Foi feita uma correlação entre os resultados do questionário e os testes utilizados para avaliar a ocorrência de estresse nos professores de acordo com cada perfil.
Analisaremos agora as faixas etárias e as fases de estresse em que se encontram, para depois fazer uma comparação proporcional entre elas. Ao analisar o estresse segundo faixa etária da população estudada, constatou-se que o grupo de professores com idade entre 21 e 31 anos proporcionalmente, em comparação aos demais grupos, apresenta maior frequência de ocorrência de estresse na fase de exaustão, o que responde a uma as questões deste estudo. Ou seja, quanto mais o professor percebe o clima escolar como um ambiente de trabalho desfavorável, mais aumentam os seus níveis de estresse.
Vamos agora analisar o nível de ensino em que os professores atuam (Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio) e compará-lo com os índices de estresse. Neste estudo, pretendemos coletar dados referentes aos níveis de estresse dos professores de escolas públicas e sua relação com a percepção do clima escolar, por meio da realização de um estudo de caso, com o objetivo de coletar subsídios para políticas públicas, a fim de melhorar a escola. ambiente para se beneficiar. , o que os envolve num bom clima escolar e evita assim o stress e a síndrome de burnout nos professores. Quanto à relação entre um clima escolar desfavorável como facilitador do estresse, a terceira hipótese pôde ser confirmada, pois foi verificado pela correlação de Speman que existe uma relação diretamente proporcional entre essa percepção e o aumento dos níveis de estresse.
As variáveis normativas tiveram maior influência no aumento dos níveis de estresse no grupo observado. Portanto, entende-se que neste contexto estudado, investir na melhor qualidade destas variáveis normativas permitiria o desenvolvimento de um clima escolar ainda melhor e poderia até levar à redução dos níveis de estresse.
Procedimento de coleta de dados
Tratamento dos dados
Serão analisados alguns dados de caracterização dos sujeitos cruzados com sua incidência de estresse, que são considerados mais relevantes, mas a caracterização completa pode ser encontrada no Apêndice C. Observou-se também que a fase de resistência possui maior frequência, em comparação com a fase de resistência. outros grupos, no grupo de professores de 32 a 41 anos, e que o grupo de professores com mais de 51 anos apresentou maior frequência para a variável ‘sem estresse’, ou seja, esse grupo apresentou o menor índice de estresse. Para o grupo de professores sem stress, percebe-se que a maior frequência reside na perceção de um clima escolar excelente (71% das disciplinas), em segundo lugar a perceção de clima escolar bom e mau (12,9% das disciplinas), e por último.
Para confirmar a nossa análise, de que quanto mais positivamente se percebe o clima escolar, menor é o índice de estresse, enquanto que quanto mais negativamente se percebe o clima escolar, maior é o índice de estresse, foi realizada uma correlação de Spearman entre N1 = fases de estresse e N2 . = percepção do clima escolar, e o valor foi 0,341, indicando correlação média positiva. O resultado desta análise vai ao encontro do que Sisto et al. 2007) sobre o estresse ocupacional: os autores afirmam em seus estudos que esse tipo de estresse está diretamente relacionado às reações às ameaças físicas e psicológicas que ocorrem quando não se consegue atender às demandas do local de trabalho. Essa questão relacionada ao nível de ensino em que o professor atua e aos níveis de estresse é melhor explicada por Levy et al. 2009), quando afirmam que os professores do ensino fundamental da rede pública de ensino são mais propensos à síndrome de burnout, pois lidam com alunos que estão na pré-adolescência e na adolescência, que assumem diferentes demandas comportamentais.
Todas essas instabilidades podem refletir negativamente na relação do professor com o aluno, podendo contribuir para aumentar os níveis de estresse do professor. Em relação aos professores que atuam na Educação Infantil, cujos resultados mostraram que são o grupo que apresenta maior nível de estresse na fase de resistência (fase em que o organismo se esforça constantemente ao lidar com os estressores), Meleiro (2007). aponta os muitos problemas enfrentados pelos professores que lidam com crianças dessa faixa etária, de 3 a 5 anos, que são crianças que precisam de muita atenção e os pais colocam no professor a responsabilidade de cuidar do filho travesso. A literatura aponta que o estresse é causado por uma variedade de fatores externos e internos, portanto é prudente dizer que talvez alguns professores possam vivenciar estresse causado por outros fatores que não o trabalho, pois é possível que problemas pessoais ou familiares aumentem o estresse. níveis de estresse.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
CONCLUSÕES
Parece não haver consenso de que a escassez de professores ou o absentismo com base em atestados médicos sejam um sinal de alerta de que algo está errado com a profissão, especialmente quando ocorre no sistema de ensino público, que sabemos que tem muito poucos recursos. rede privada. A primeira hipótese seria que a maioria dos professores se encontrava na fase de quase exaustão por estresse e, no entanto, o estudo mostrou que a fase que apresentou maior frequência foi a de resistência. A segunda hipótese, de que os professores mais afetados pela pior fase de stress, ou seja, a fase de burnout, seriam os professores com idades compreendidas entre os 21 e os 31 anos, pode ser confirmada e fundamentada com informação da literatura sobre stress e entrada no mundo. de trabalho
A quarta hipótese, de que as variáveis do clima escolar mais facilitadoras para a ocorrência do estresse seriam as variáveis relacionais, não se confirmou. Porém, quando analisamos os resultados relativos à percepção do clima escolar, 59% dos professores consideram o clima excelente. Está estatisticamente comprovado que quanto mais os professores percebem o clima escolar como um ambiente desfavorável, mais aumentam os níveis de estresse, confirmando que existe uma correlação direta entre as variáveis.
Mas o que chama a atenção é o grande número de professores que consideram o clima escolar excelente.
TOMANDO NOTA das deliberações do IV Congresso Nacional de Psicologia quanto ao tratamento a ser dado aos testes psicológicos; 1º - Os testes psicológicos são instrumentos de avaliação ou mensuração de características psicológicas, que constituem método ou técnica de uso exclusivo do psicólogo, em virtude do disposto no § 1º do art., devem ser reconhecidos como testes psicológicos e podem ser utilizados por profissionais de psicologia. previstos nesta decisão.
6 - Os requisitos mínimos obrigatórios são os constantes do Anexo I deste Decreto, Formulário de Avaliação da Qualidade do Teste Psicológico. 80 – O CFP manterá um Comitê Consultivo de Avaliação Psicológica composto por psicólogos convidados, com reconhecido conhecimento em testes psicológicos, para fins de análise e emissão dos testes psicológicos enviados ao CFP, com base nos parâmetros estabelecidos nesta Resolução, conforme bem como apresentar propostas de melhoria dos procedimentos e critérios envolvidos nesta tarefa, que subsidiam as decisões do plenário sobre o assunto. I – 30 (trinta) dias, contados da data de recebimento do teste psicológico pelo CFP, para procedimentos de recebimento e encaminhamento à Comissão Consultiva de Avaliação Psicológica ou avaliador Ad hoc por ela indicado;
III – 30 (trinta) dias contados do recebimento do parecer para emissão do parecer do Conselho Consultivo de Avaliação Psicológica; 2º do Código de Ética Profissional do Psicólogo, a utilização de testes psicológicos que não constem da lista de testes aprovados pelo CFP, salvo em casos de investigação. 1. – Os manuais de testes psicológicos devem conter informação, salientando-se que a sua comercialização e utilização estão limitadas aos psicólogos regularmente inscritos no conselho regional de psicologia, sendo a base legal 1. § Art.
APÊNDICES
Apêndice A - Questionário para professores
Apêndice B - Termo de Consentimento
Apêndice C- Caracterização dos Sujeitos
Apêndice D - Gráficos
Apêndice E - Resultado do tratamento estatístico de Regressão
ANEXOS
Anexo A – Inventário de Sintomas de Stress Lipp
Anexo B – Escala EVENT
Anexo C – Resolução CFP nº 002/2003