• Nenhum resultado encontrado

Distrofia muscular progressiva: avaliação do grau de déficit motor pelos testes musculares manuais.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Distrofia muscular progressiva: avaliação do grau de déficit motor pelos testes musculares manuais."

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

D I S T R O F I A M U S C U L A R P R O G R E S S I V A : A V A L I A Ç Ã O DO G R A U DE

DÉFICIT MOTOR PELOS TESTES M U S C U L A R E S M A N U A I S

ABRÃO A N G H I N A H *

Na distrofia muscular progressiva as manifestações deficitárias iniciais

aparecem no tronco, nas cinturas escapular e pelviana, mais raramente na

cabeça; quase sempre os músculos das extremidades permanecem indenes

até um período avançado da enfermidade. Bing

2

considera que os músculos

mais comumente afetados são os seguintes: grande peitoral (porção

ester-nal), pequeno peitoral, grande denteado, rombóide, trapézio (médio e

infe-rior), espinhais, deltóide, bíceps braquial, braquial anterior, longo supinador,

glúteos, quadríceps, adutores da coxa, peroneais, tibial anterior,

gastrocnê-mio e solear; mais raramente seriam afetados o esternoclidomastóideo,

infra-espinhoso, supra-infra-espinhoso, angular da omoplata, coracobraquial, tríceps,

gran-de e pequeno redondo, abdominais, sartório e tensor da faseia lata;

excep-cionalmente seriam afetados o diafragma, os músculos mastigadores,

ocula-res, cardíaco e da língua. Para Wilson

1 0

, os grupos musculares inicialmente

atingidos são os dos membros inferiores, determinando dificuldade ligeira

no subir escadas, por déficit na flexão das coxas e pernas; a seguir, são

atingidos os extensores das pernas e os músculos do tronco; em fase mais

avançada o processo acomete os músculos fixadores da omoplata às costelas

e os flexores do tronco. Para Nielsen

7

, o déficit atinge de preferência os

músculos das cinturas escapulares e pelvianas, bem como da região lombar.

Para Grinker e col.

4

, seriam inicialmente afetados os músculos das pernas

e coxas, seguindo-se os das cinturas escapulares e pelvianas.

Este trabalho tem como finalidade assinalar alguns aspectos

interessan-tes observados em pacieninteressan-tes portadores de distrofia muscular progressiva

nos quais foi feita a avaliação da força muscular pelos testes manuais.

M A T E R I A L E M É T O D O S

O m a t e r i a l é c o n s t i t u í d o p o r 17 p a c i e n t e s , dos q u a i s 10 do s e x o m a s c u l i n o e 7 do f e m i n i n o , c o m i d a d e v a r i a n d o e n t r e 5 e 48 a n o s e d u r a ç ã o da m o l é s t i a e n t r e 1 e 13 a n o s ( q u a d r o 1 ) .

T r a b a l h o da C l í n i c a N e u r o l ó g i c a da F a c . M e d . da U n i v . de São P a u l o ( P r o f . A . T o l o s a ) , a p r e s e n t a d o n o D e p a r t a m e n t o de N e u r o p s i q u i a t r i a da A s s o c i a ç ã o P a u l i s t a de M e d i c i n a e m 9 m a r ç o 1960.

(2)

O m é t o d o usado foi o de testes m u s c u l a r e s m a n u a i s d e K e n d a l l " m o d i f i c a d o p o r D a n i e l s e c o l .3

e a p r o v a d o p e l a " T h e N a t i o n a l F o u n d a t i o n f o r I n f a n t i l e P a r a l y s i s I n c . " . N e s t e m é t o d o c o n s i d e r a - s e c o m o f o r ç a n o r m a l , o u seja i g u a l a 100%, a q u e l a c o m a q u a l o p a c i e n t e é c a p a z de d e s l o c a r u m s e g m e n t o d o c o r p o e m t o d a a sua a m p l i t u d e c o n t r a a a ç ã o da g r a v i d a d e e c o n t r a a r e s i s t ê n c i a t o t a l o p o s t a p e l o e x a m i n a d o r ; o v a l o r s e r á de 7 5 % , q u a n d o o s e g m e n t o se d e s l o c a e m t o d a a sua a m p l i t u d e , c o n t r a a a ç ã o da g r a v i d a d e e r e s i s t ê n c i a p a r c i a l ; de 5 C % , q u a n d o o s e g -m e n t o se d e s l o c a r c o n t r a a a ç ã o da g r a v i d a d e e e -m t o d a a sua a -m p l i t u d e ; de 2 5 % , q u a n d o o s e g m e n t o só se d e s l o c a r q u a n d o seja e l i m i n a d a a a ç ã o da g r a v i d a d e ; de 1 0 % , q u a n d o h o u v e r e s b o ç o de c o n t r a ç ã o s e m m o v i m e n t o a r t i c u l a r ; de 0, q u a n d o n ã o h o u v e r e s b o ç o de c o n t r a ç ã o .

R E S U L T A D O S

Os resultados foram reunidos no quadro 2, no qual pode-se notar que o

acometimento nos vários grupos musculares é de distribuição simétrica,

atin-gindo de forma mais acentuada os músculos aatin-gindo sobre as grandes

arti-culações.

Entretanto, levando em conta o grau de déficit na unidade sinérgica

isolada, observamos os seguintes fatos:

1. Movimentos da cabeça e pescoço — D é f i c i t v a r i á v e l de 25 a 75% nos f l e x o r e s ( m é d i a de 5 0 % ) e m 13 p a c i e n t e s ; e m u m t a m b é m f o r a m a t i n g i d o s os e x t e n -sores; e m 3 casos a f o r ç a se a p r e s e n t o u n o r m a l . O d é f i c i t nos g r u p o s f l e x o r e s da c a b e ç a e x p l i c a o f a t o d o p a c i e n t e , a o t e n t a r s e n t a r - s e a p a r t i r do d e c ú b i t o d o r s a l , ter d i f i c u l d a d e e m l e v a n t a r a c a b e ç a , q u e cai p a r a t r á s .

2. Movimento do tronco — D é f i c i t v a r i á v e l de 25 a 90% nos f l e x o r e s ( m é d i a de 6 0 % ) e m 14 p a c i e n t e s ; e m u m h a v i a d é f i c i t t a m b é m nos e x t e n s o r e s ; e m d o i s a f o r ç a e r a n o r m a l . E s t e d é f i c i t e x p l i c a o a b a u l a m e n t o d o a b d o m e o b s e r v a d o q u a n d o o p a c i e n t e e s t á e m d e c ú b i t o d o r s a l o u e m pé, h a v e n d o t a m b é m a c e n t u a ç ã o da l o r -dose l o m b a r . O p a c i e n t e só c o n s e g u e p a s s a r d o d e c ú b i t o d o r s a l p a r a a p o s i ç ã o sent a d a c o m a u x í l i o dos m e m b r o s s u p e r i o r e s ; no e s f o r ç o p a r a s e n sent a r , a c o l u n a v e r sent e -bral a r q u e i a p a r a t r á s , e m o p i s t ó t o n o .

(3)

é s t e d é f i c i t e x p l i c a a e s c á p u l a s e p a r a d a ou a l a d a , na q u a l h á p r e d o m i n i o dos g r u p o s m u s c u l a r e s e l e v a d o r e s e a b d u t o r e s s o b r e os a d u t o r e s e a b a i x a d o r e s . E m 14 p a c i e n t e s to.dos os m ú s c u l o s m o v i m e n t a d o r e s da a r t i c u l a ç ã o e s c á p u l o - u m e r a l e r a m a t i n g i d o s de f o r m a m a i s ou m e n o s i n t e n s a , v a r i a n d o o d é f i c i t de 25 a 75% ( m é d i a a o r e d o r d e 5 0 % ) , c o m d i s t r i b u i ç ã o a p r o x i m a d a m e n t e u n i f o r m e nos v á r i o s g r u p o s m u s c u l a r e s ; e m t r ê s casos a f o r ç a e r a n o r m a l .

4. Movimentos na articulação do cotovelo — E m 13 p a c i e n t e s o d é f i c i t se dis-t r i b u í a de f o r m a m a i s o u m e n o s i g u a l p a r a os f l e x o r e s - e x dis-t e n s o r e s , b e m c o m o p a r a os p r o n a d o r e s e s u p i n a d o r e s , p r e d o m i n a n d o o r a e m u m o r a e m o u t r o g r u p o , s e m q u a l q u e r p a r t i c u l a r i d a d e ; e m 4 c a s o s a f o r ç a e r a n o r m a l .

5. Movimentos das articulações do punho e dos dedos — A p e n a s 4 p a c i e n t e s a p r e s e n t a v a m d é f i c i t q u e n ã o a t i n g i a m a i s de 5 0 % , m o s t r a n d o a s s i m q u e , e m g e r a l , as e x t r e m i d a d e s s u p e r i o r e s são as m e n o s a t i n g i d a s .

6. Movimentos da articulação coxo-íemoral — A n ã o ser e m u m dos p a c i e n t e s e m q u e a f o r ç a f o i n o r m a l , nos 16 r e s t a n t e s f o i o b s e r v a d o d é f i c i t c o m d i s t r i b u i ç ã o u n i f o r m e nos g r u p o s f l e x o r e s e e x t e n s o r e s , b e m c o m o nos r o t a d o r e s i n t e r n o s e e x t e r n o s . E n c o n t r a m o s u m d é f i c i t v a r i á v e l de 25 a 90% ( m é d i a de 6 0 % ) nos a b d u -t o r e s e a d u -t o r e s , c o m a c e n -t u a d o p r e d o m i n i o nos a b d u -t o r e s , l e v a n d o as c o x a s p a r a f o r a e m l i g e i r a r o t a ç ã o p a r a d e n t r o . P e l a i n s p e ç ã o dos p a c i e n t e s o b s e r v a - s e , no d e c ú b i t o d o r s a l , q u e as c o x a s e s t ã o a b d u z i d a s ; na p o s i ç ã o de pé h á a u m e n t o d a base d e s u s t e n t a ç ã o e a m a r c h a se f a z c o m a s p e r n a s a b e r t a s .

7. Movimentos da articulação do joelho — C o m e x c e ç ã o d e 2 p a c i e n t e s c o m f o r ç a n o r m a l , os r e s t a n t e s a p r e s e n t a v a m d é f i c i t t a n t o dos f l e x o r e s c o m o dos e x -tensores, v a r i a n d o de 25 a 7 5 % , c o m p r e d o m í n i o o r a de u m , o r a de o u t r o d e s t e s g r u p o s m u s c u l a r e s . Q u a n d o o d é f i c i t p r e d o m i n a nos f l e x o r e s , o p a c i e n t e t e m m a i s f a c i l i d a d e e m se m a n t e r e m pé, a o passo q u e , q u a n d o o d é f i c i t é m a i o r nos e x t e n -sores, n ã o só há d i f i c u l d a d e ou i m p o s s i b i l i d a d e do p a c i e n t e se m a n t e r e m pé, c o m o t a m b é m a p e r n a t e n d e à f l e x ã o .

8. Movimentos nas articulações do tornozelo e dos artelhos — Q u a n t o a o

tor-nozelo, e m 3 p a c i e n t e s a f o r ç a e r a n o r m a l ; e m u m a pesquisa foi p r e j u d i c a d a pela

a c e n t u a d a r e t r a ç ã o do t e n d ã o d e A q u i l e s ; e m u m h a v i a d é f i c i t de 25 a 50% nos e v e r s o r e s - i n v e r s o r e s e e m 12 o d é f i c i t e r a nos f l e x o r e s - e x t e n s o r e s dos pés; n e s t e ú l t i m o g r u p o o d é f i c i t p r e d o m i n a v a nos g r u p o s f l e x o r e s ( f l e x o r e s d o r s a i s ) s o b r e os e x t e n s o r e s ( f l e x o r e s p l a n t a r e s ) . E s t e f a t o e x p l i c a p o r q u e há, g e r a l m e n t e , e q ü i n i s m o nos p o r t a d o r e s de d i s t r o f i a m u s c u l a r p r o g r e s s i v a ; e n t r e t a n t o e s t e a c h a d o c o n t r a d i z v á r i o s a u t o r e s s e g u n d o os q u a i s a m o l é s t i a a t i n g e de f o r m a m a i s a c e n t u a d a os m ú s c u l o s das p a n t u r r i l h a s ( g a s t r o c n ê m i o e s o l e a r ) , p o i s se a s s i m f o r a d e v e r i a m p r e d o m i n a r os m ú s c u l o s f l e x o r e s ( t i b i á i s a n t e r i o r e s ) e a m a r c h a seria de t i p o c a l -c a n e a n t e . P a r a o u t r o s , o e q ü i n i s m o s e r i a d e v i d o a o f a t o d e q u e , -c o m a e v o l u ç ã o d a m o l é s t i a , as f i b r a s m u s c u l a r e s d e s t r u í d a s s e r i a m s u b s t i t u í d a s p o r t e c i d o f i b r o s o q u e se r e t r a i r e p u x a n d o o t e n d ã o de A q u i l e s ; a r e t r a ç ã o , e m c e r t o s casos seria t ã o i n t e n s a q u e o b r i g a r i a o p a c i e n t e a m a n t e r - s e na p o n t a dos pés. Se isto se a p l i c a a o s casos a v a n ç a d o s e a n t i g o s , n ã o é i m p r o v á v e l q u e nas fases i n i c i a i s da m o l é s t i a o e q ü i n i s m o seja d e v i d o a o p r e d o m í n i o dos e x t e n s o r e s s o b r e os f l e x o r e s , pois n ã o h o u v e t e m p o p a r a a i n s t a l a ç ã o da f i b r o s e . Q u a n t o a o s artelhos, 7 p a c i e n t e s a p r e s e n t a v a m d é f i c i t q u e n ã o a t i n g i a 5 0 % .

(4)
(5)

sentar-se, há queda da cabeça para trás e arqueamento da coluna

verte-bral; a mudança de posição, do decúbito dorsal para a posição sentada só

é possível com o auxílio dos membros superiores; na posição ereta, há

acen-tuação da lordose lombar e abdução das coxas; a escápula é alata; a marcha

se faz com apoio na ponta dos pés. Estas são, no conjunto, as

caracterís-ticas da assim chamada atitude miopática.

C O M E N T Á R I O S

Das diferentes teorias que tentam explicar a localização das distrofias,

a que mais se difundiu admite a fadiga como fator principal, isto é, os

mús-culos mais solicitados seriam os mais afetados. Se assim fora os músmús-culos

mais precocemente atingidos seriam os da mão e língua. Entretanto, quase

todos os autores que estudaram o assunto são acordes em que são mais

comprometidos os grupos musculares geralmente menos solicitados.

O quadro 2, que reúne os resultados obtidos em 17 pacientes, permite

a conclusão de que o déficit, embora tenha caráter difuso e distribuição

simétrica, afeta de preferência certos grupos musculares; considerando-se a

unidade sinérgica são acometidos ora os músculos agonistas e seus

sinérgi-cos, ora os antagonistas. Além disso, em um mesmo músculo certas porções

são mais atingidas que outras; isso ocorre, por exemplo, no trapézio, em

que as porções média e inferior são mais afetadas que a porção superior.

Infelizmente, até o momento não existe medicação que previna,

inter-rompa ou modifique o curso inexorável da moléstia. Opinião muito

difun-dida entre os médicos é a de que o diagnóstico de distrofia muscular

pro-gressiva implica na inutilidade de qualquer procedimento de reabilitação.

Entretanto, se levarmos em conta o caráter incapacitante da afecção e sua

longa evolução, é louvável qualquer tentativa visando a aproveitar ao

má-ximo as capacidades restantes, tornando menos amarga a existência do

pa-ciente e auxiliando-o a participar das atividades no seio de sua família.

Programa de terapêutica física foi aplicado por Abramson e Rogoff

1

em 27 pacientes portadores de distrofia muscular progressiva durante 7

me-ses, sendo observadas melhoras na fôrça muscular e diminuição nas

contra-turas. Hobermann

5

considera que a fisioterapia é útil quanto à melhora

nas atividades diárias, embora não tenha observado aumento na fôrça

mus-cular. Para R u s k

8

e Schaltenbrand

9

, um programa de fisioterapia pode

beneficiar a fôrça muscular. Entretanto, os programa longos e extenuantes

são contra-indicados.

Sem exercícios ativos os miopáticos, dentro de tempo variável, se

tor-nam fìsicamente incapazes e o déficit motor secundário do desuso contribui

de modo significativo para a incapacidade total. O principal objetivo dos

exercícios é fazer com que o paciente possa atuar, apesar de sua

incapaci-dade motora, nos setores psicossocial, físico e vocacional.

(6)

só com outras lesões primitivas dos músculos como também com certas

poli-neuropatias; b) o teste muscular manual é um método de valor quando

se deseja estudar a resposta ao tratamento por drogas ou a eficácia de

programas de exercícios; c) os programas de exercícios, se não melhoram

a força muscular, fazem a profilaxia de seqüelas (contraturas e retração

de tendões), bem como aumentam a performance da vida diária.

R E S U M O

O autor assinala alguns aspectos interessantes observados em 17

pa-cientes portadores de distrofia muscular progressiva nos quais foi feita a

avaliação da fôrça muscular pelos testes manuais.

Os resultados foram reunidos em quadro que permitiu observar o

aco-metimento muscular simétrico, afetando de preferência os músculos que

mo-vimentam as grandes articulações. Por outro lado, êstes déficits atingem

de forma diversa os agonistas e antagonistas dentro da mesma unidade

si-nérgica, resultando daí as retrações músculo-tendíneas e as atitudes

vicio-sas. São mais deficitários os músculos flexores da cabeça e tronco, os

adu-tores e abaixadores da omoplata, os aduadu-tores e rotadores externos das coxas,

os flexores e extensores das pernas e os flexores dorsais dos pés. Êste

úl-timo fato contraria a opinião de autores, que admitem serem os músculos

das panturrilhas (gastrocnêmios) os mais afetados.

O autor é contrário à opinião de que o diagnóstico de distrofia muscular

progressiva implica na inutilidade de qualquer procedimento de reabilitação,

sendo favorável ao emprêgo de programas de exercícios para evitar atitudes

viciosas e para desenvolver as capacidades restantes.

Considera o emprêgo de testes musculares manuais como método de

escolha para a avaliação de incapacidades motoras, para acompanhar a

evo-lução após ser instituído um programa de exercícios e quando se deseja

estudar as respostas ao tratamento por drogas medicamentosas.

S U M M A R Y

Progressive muscular dystrophy: appraisal of motor impairments

by manual muscle tests.

The author used the manual muscle tests in 17 patients with

progres-sive muscular dystrophy. The data related to the degree of motor

impair-ment showed that it is symmetrical in its distribution, but the larger joints

are more deeply involved. On the other hand, varying impairment of the

agonist and antagonist muscles of the same synergic unity accounts for the

vicious attitudes usually seen.

(7)

limbs and in the dorsiflexors of the feet. This last feature is not conceded

by some authors, for whom the gastrocnemius is the muscle most involved

in the disease.

The author holds the view that in spite of the untoward prognosis of

the disease, exercises to avoid vicious positions must be performed.

R E F E R Ê N C I A S

1. A B R A M S O N , A . S.; R O G O F F , J. — P h y s i c a l t r e a t m e n t in m u s c u l a r d y s t r o p h y : a b s t r a c t o f study. P r o c . Second M e d i c a l C o n f e r e n c e o f t h e " M u s c u l a r D y s t r o p h y A s s o c i a t i o n o f A m e r i c a I n c . " , N o v a Y o r k , 1952. 2. B I N G , R . — T r a t a d o de las E n f e r -m e d a d e s N e r v i o s a s . T r a d , c a s t e l h a n a , 3ª ' e d i ç ã o . M o d e s t o U s o n , B a r c e l o n a , 1955, p g s . 153-160. 3. D A N I E L S , L . ; W I L L I A M S , M . ; W O R T H I N G A M , G . — M u s c l e T e s t i n g : T e c h n i q u e s o f M a n u a l E x a m i n a t i o n . S a u n d e r s , F i l a d é l f i a e L o n d r e s , 1952. 4. G R I N -K E R , R . R . ; B U C Y , P . C. — N e u r o l o g y , 4ª ed. T h o m a s , S p r i n g f i e l d , 1943, p á g s . 918-922. 5. H O B E R M A N N , M . — P h y s i c a l m e d i c i n e a n d r e h a b i l i t a t i o n : i t s v a l u e a n d l i m i t a t i o n s in p r o g r e s s i v e m u s c u l a r d y s t r o p h y . P r o c . T h i r d M e d i c a l C o n f e r e n c e o f " M u s c u l a r D y s t r o p h y A s s o c i a t i o n o f A m e r i c a n I n c . " , N o v a Y o r k , 1954. 6. K E N -D A L L , H . O . — M u s c l e s T e s t i n g and F u n c t i o n . W i l l i a m s & W i l k i n s , B a l t i m o r e , 1949. 7. N I E L S E N , J. M . — A T e x t b o o k o f C l i n i c a l N e u r o l o g y . H o e b e r , L o n d r e s e N o v a Y o r k , 1943, p á g s . 543-550. 8. R U S K , H . A . — R e h a b i l i t a t i o n M e d i c i n e . M o s b y , St. L o u i s , 1958, p á g s . 372-376. 9. S C H A L T E N B R A N D , G. — E n f e r m e d a d e s d e l S i s t e m a N e r v i o s o . T r a d , c a s t e l h a n a . C i e n t i f i c o M é d i c a , B a r c e l o n a , 1957, p á g s . 292-298. 10. W I L S O N , S. A . K . — N e u r o l o g y , 2* e d . B u t t C r w o r t h s , L o n d r e s , 1954, p á g s . 1110-1124.

Referências

Documentos relacionados

Camada muscular do intestino de cães Golden Retriever afetados pela distrofia muscular As ima- gens mostram as fibras musculares (*) dos cães afetados bem orientadas, similares

corante fotoexcitado eleva seus elétrons do seu nível HOMO (1) para o nível LUMO (2); os elétrons, por sua vez, são direcionados para banda de condução do

O objetivo deste estudo foi avaliar, no modelo animal, utilizando cães golden retrievers normais portadores e afetados pela distrofia muscular progressiva, a existência de

No período neonatal, o diagnóstico diferencial da DMCU deve incluir outras condições que causam fraqueza muscular precoce, tais como as DMCs que não estão relacionadas ao

Figura 1 – Representações gráficas individuais das concentrações séricas de ciclosporina A em cães Golden Retriever normais ou afetados pela distrofia muscular

Esse artigo pretende analisar a cobertura política dos principais jornais diários de Belo Horizonte – Estado de Minas, Hoje em Dia e O Tempo, nos meses de janeiro e fevereiro de

FMVZ Uso de Bortezomibe (PS-341) em cães da raça Golden Retriever afetados pela Distrofia Muscular Progressiva (GRMD) – Avaliação da viabilidade da terapia e reestruturação

A análise estatística mostrou relação estatística (p= 0,032) entre as variáveis responsável pela higiene oral e a presença de cálculo dental, e entre as variáveis CPOD e tipo