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O sentido físico dos campos B e H.

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Academic year: 2017

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O Sentido Fsio dos Campos B e H

ThephysialmeaningoftheeldsBandH

G.F. Leal Ferreira

guilhermif.s.usp.br

InstitutodeFsiadeS~aoCarlos,USP

CP369,13560-970, S~aoCarlos,SP

Reebidoem03/01/2001. Aeitoem28/02/2001

Mostra-seque,emborasejaoampodeindu~ao ~

Boampofundamental,eoampo ~

Hoampo

mag-netizantenoparaenoferromagnetismo,osquaisserealizampelaorienta~aodedipolosmagnetios.

Janodiamagnetismo,ujoasoextremooorrenosmateriaisemestadosuperondutor,dependente

da a~aodaindu~aoeletromagnetia, oampoindutore o deindu~ao, ~

B. Disute-se aobten~ao

dasrela~oes ~

B= ~

H+4 ~

M fundamentais,e ~

D= ~

E+4 ~

P easdiferenasoneituaisentreelas. O

efeito desmagnetizanteeostatusdasorrentesdeAmperes~aotambemabordados.

It isshownthat albeit thefundamentalharaterof theindutioneld ~

B,itisthemagnetield

~

H the magnetizing eld in para and ferromagnetism, phenomena depending on the orientation

of magnetidipoles. However, in diamagnetism, whose extreme ase ours in superonduting

materials,theindutingeldis ~

B. Therelations ~

B= ~

H+4 ~

M e ~

D= ~

E+4 ~

P areobtainedand

thedierenesbetweenthemstressed. ThedemagnetizationeetandthestatusoftheAmperian

urrentsaredisussed.

I Introdu~ao

Nos dieletrios a polariza~ao ~

P, ou seja, o momento

de dipoloeletrioporunidade devolume,eresultante

daa~aodoampoeletrio ~

E. Paraamposn~aomuito

elevados vale a rela~ao linear ~

P =

e ~

E, sendo

e a

suseptibilidade eletria. No magnetismo a indu~ao

~

B e onsiderada o ampo fundamental (omo ~

E o e

em eletrostatia) mas apesardisso amagnetiza~ao

in-duzida ~

M e sempre expressa em termos do `ampo

magnetio' ~

H,ampoaparentementesubsidiario,omo

~

M=

m ~

H,sendo

m

asuseptibilidademagnetia(em

geraldependentedamagnitudede ~

H nosmateriais

fer-romagnetios). Esta tradi~ao, segundo Poinare [1℄,

foi iniiada por Poisson e Maxwell [2℄ a onsidera `a

equa~aofundamentaldamagnetiza~aoinduzida'.

Nopresenteartigopretendemos justiaraesolha

dePoisson,n~aodeformauniversal,masquandoela se

aplia ao para e ao ferromagnetismo enquanto que a

formaalternativa, ~

M = ~

B,sendo uma nova

susep-tibilidade,deveserusadano diamagnetismo,inlusive

para desrever oaso extremo da superondutividade

II Obten~ao das rela~oes

~

B =

~

H +4

~

M e

~

D =

~

E +4

~

P

Sera muito util reapitularmos omo a rela~ao ~

B =

~

H+4 ~

M eobtidaeompara-laomaorrespondente

rela~ao eletria, ~

D = ~

E+4 ~

P [3℄. Consideraremosa

magnetiza~ao ~

M eapolariza~ao ~

P, omo fontes de ~

B

ede ~

E respetivamente. Osefeitosdasorrentesedas

argasreaispodemserfailmenteintroduzidosaonal

dadedu~aoemadaaso.

II.1 ~

B= ~

H+4 ~

M

Paraarela~aomagnetiapartimosdaexpress~aodo

potenialvetor~anoponto~rdeumaespirademomento

dedipolom~

~a= ~ m~r

r 3

(1)

esrita no CGS gaussiano. Generalizando esta

ex-press~ao para uma distribui~ao de densidade de

mag-netiza~ao ~

M(~r 0

),no volume V

0

, riando noponto ~r o

potenialvetor ~

A(~r),verFig.1,tem-se

~

A(~r)= Z

V

0 ~

M(~r 0

) (~r ~r

0

)

j~r ~r 0

j 3

d 0

(2)

edevemosahar ~

Bomoorotaionalde ~

A. O

(2)

~

G(~r))iguala(r ~

G (~r)) ~

M (

~

Mr)G(~r)sendo ~

M

to-madoomo onstante. Portanto,vamos separar ~ B em duaspartes, ~ B 1 e ~ B 2 ,om ~ B 1 (~r)=

Z V0 ~ M(~r 0 )r ~ r ~r

0

j~r ~r 0 j 3 d 0 (3) e ~ B 2 (~r)=

Z V 0 ( ~ M(~r 0 )r) ~r ~r

0

j~r ~r 0 j 3 d 0 : (4)

Masr~r=~r 3

=4Æ(~r)e,portanto,

~

B

1

(~r)=4 ~

M(~r): (5)

Para ~

B

2

, Eq.4, usa-se a identidade r( ~

M ~

G (~r)) =

( ~

M r) ~

G (~r)+ ~

M (r ~

G(~r)) e sendo o rotaional

deumgradientenulo,podemospor

~

B

2 (~r)=

Z

V

0 r(

~

M(~r 0

)( ~ r ~r

0

j~r ~r 0 j 3 )d 0 = r Z V 0 ~

M(~r 0

) ~r ~r

0

j~r ~r 0 j 3 d 0 = ~

H(~r); (6)

jaqueointegrandodependesode~r 0

. Notemosque ~

B

1 ,

Eq.5,dependedovalorloalde ~ Menquanto ~ B 2 = ~

H(~r)

eoampodeindu~aoriadopelos dipolosmagnetios

distribuidos em V

0

. Enquanto que ~

B

1

pode ser

ha-mado de omponente loal de ~

B, e e nulo noexterior

deV

0 ;

~

H,oampomagnetio,Eq.6,podeserhamado

de ampodistante de ~

B eeemgeraldiferente dezero

no interiore noexteriordeV

0

. Noasode haver

or-rentespresentes,ououtrosmateriaismagnetizados, ~

H

inluiraoamporiadopor estas. Dasrela~oes

anteri-oresonlui-se

~

B= ~

H+4 ~

M (7)

Figura1.Potenialvetor ~

Anoponto~r,riadopela

magne-tiza~aoem ~

M em~r 0

,interiordeV0.

II.2 ~

D= ~

E+4 ~

P

Noasoeletrio,oampoeletrioeriadopela

po-lariza~ao ~

P distribuidaem V

0

e n~ao teramosmais do

~ ~

~

E(~r)= r Z

V

0 ~

P(~r 0

) ~ r ~r

0

j~r ~r 0 j 3 d 0 (8)

Note-sequeno asoeletriosooampohamado

dis-tante da o ampo eletrio total. Para obtermos a

rela~aoeletriaorrespondenteaEq.7,eprefervel

tra-balharomopotenialU dadistribui~aodedipolosem

vezdoampo ~

E

U(~r)= Z

V0 ~

P(~r 0

) ~r ~r

0

j~r ~r 0 j 3 d 0 (9)

e,atravesdetruquebemonheido,transformara

inte-gralnumadesuperfieenvolvendoaomponente

nor-malde ~

P agindoomodensidadesuperialdeargae

outradevolume,envolvendo r ~

P agindoomo

densi-dadevolumetriadearga,

p

. Podemosent~aoesrever

r ~

E=4

p

elogor( ~

E+4 ~

P)edenindooampo

sem diverg^enia ~

D (no aso presente em que n~ao ha

argasreais),nalmente

~

D= ~

E+4 ~

P (10)

Seargas reaisest~aopresentes omdensidade, a

di-verg^enia de ~

D sera igual a4. A equival^enia

ma-tematia entre ~

D e ~

B a estabeleida alem daquelas

entre ~

E e ~

H e entre ~

P e ~

M. Notemos que a rela~ao

magnetia,Eq.7emaisfatualdoqueaeletria,Eq.10,

porquenaEq.7podemosdarsentidofsioaosseustr^es

termos,enquantonaEq.10 oampo ~

D foiintroduzido

porpuraonveni^eniamatematia,emtermosdas

gran-dezasfsiasrelevantes, ~

P e ~

E.

III Para e Ferromagnetismo

Na reapitula~ao da se~ao II.1, o ponto importante a

serrealadoeoda exist^eniada omponente loal de

~

B,iguala4 ~

M, eoseuapareimentosedevea

singu-laridadedoampodeindu~aodeumaespira,prototipo

domomento magnetio, no interiorda propria espira,

responsavelanalpeloapareimentodafun~aodeltano

integrandodaEq.3. E omela podemos ompreender

porque no para e no ferromagnetismoa indu~ao deve

relaionar ~

M a ~

H en~aoa ~

B: equenestesasosos

di-polos magnetios preisamserorientados para riar a

magnetiza~ao mas apropria magnetiza~ao, ampo

lo-al de ~

B, n~ao tem nenhum efeito de orienta~ao sobre

elamesma. Considereporexemploodipolomagnetio

~

mnointeriordomeiomagnetio,g.2. ComoOnsager

[4,5℄raioinou,odipolom~ magnetizaraomeio,maso

ampoderea~ao ~

Rdestesobreodipoloseranadire~ao

dem~ e, portanto, n~ao tera nenhuma a~aoorientadora

sobreele. Soaintera~aodo momento magnetioom

oampodistante ~

H poderagerarorienta~ao

preferen-ial do momento magnetio na dire~aodo proprio ~

H.

Querdizer,aomponenteloalde ~

Bn~aopodetera~ao

(3)

IV Suseptibilidades

Emeletrostatian~ao temosduvidasempor ~

P =

e ~

E,

om

e

, a suseptibilidade eletria, positiva, e maior

oumenoronformerespondaomeioaoampoeletrio,

n~aohavendoemprinpioumlimite superiorase

pos-tular para ela. Vamos veragora o que aonteeria se

usassemos ~

M =

~

B. Da rela~ao de Poisson temos

~

M =

m ~

H =

m (

~

B 4

~

M) da qual podemos tirar

~

M(1+4

m )=

m ~

B eent~aoteramos

=

m

1+4

m

: (11)

Noferro

m

e bem grande, o queestade aordoom

nossa expetativa porse tratardematerial bem

mag-netizavel. Porem, expressaamagnetiza~ao atravesde

~

M = ~

B, asuseptibilidade teria pela Eq.11 o

va-lor limite de 1=4, para o que seria difil enontrar

justiativa. Vemospoisque muitotrabalhoinutil foi

evitadoomaesolhadePoisson,ouantes,queestefez

intuitivamenteaesolhaorreta,assemelhandoa

mag-netostatia aeletrostatia, apesar de n~ao poder

a-laompletamente.

Voltando aEq.11 vemosque,se

m

eemvalor

ab-solutopequeno,n~aohadiferenaessenialentreusar-se

ou

m

,eestefatotemsidoinvoadoparan~aose

on-siderarrelevanteadisuss~aosobrequaldas

suseptibi-lidadesemaisadequada[6℄. Masnem sempreeassim,

omoaabamosdever. Emoutroaso[7℄aesolhade

uma ou outra suseptibilidade e onsiderada materia

de onven~ao e deve-se ent~ao, para evitar onfus~ao,

preferir-sea dePoisson, jaem uso. Seria interessante

itartambemVanVlek,autordelivroespeosobre

assuseptibilidades eletriaemagnetia[8℄. Emnota

derodapenapagina3elediz`...nosn~aoproedemosa

estas mudanas am de nos onformar mais de perto

a literatura existente, que onsidera ~

H omo o vetor

magnetiofundamental'(!). E ao tratarnoCap.IV da

teorialassiadasuseptibilidade magnetiadiz

`...es-tesmagnetosmoleularestender~aoasealinhar

parale-lamente a umampomagnetio ~

H mas s~ao resistidos

pelaagita~aodetemperatura...' Odiamagnetismo

tra-tadoaseguirtambemsegue ~

H. Portanto,VanVleke

pouoeslareedorparaosnsperseguidosaqu.

V O diamagnetismo

As oisas se passam diferentemente om o

diamagne-tismo que laramente estarelaionado om a indu~ao

eletromagnetia e portanto ao ampo de indu~ao ~

B.

Espera-seent~ao queuma rela~ao omo ~

M = ~

B, om

negativo, seja mais onveniente. Tomemos o aso

deumapeametaliaonexanoestadosuperondutor.

Apesar de n~ao ser muito eslareedor, podemos usar

ooneitode magnetiza~aoomo umasoextremode

N~ao ha duvida que deveria ser innitamente

nega-tivoembora ~

M devesse permaneernito. Voltando a

rela~ao ~

M = ~

B vemosque para isso oorrer ~

B deve

serzerofazendooproduto ~

B nito, onlus~ao

essen-ialmente orreta [9℄. Ao ontrario do que oorre no

diamagnetismoomum,n~aopareerazoavelquerermos

usar aqu a Eq.7 ja que seu ponto de partida, Eq.2

-baseadonomodelodemomentosmagnetios

distribui-dosnovolume-,einadequadoparaasitua~aopresente,

em que as orrentes induzidas na superfiedo

super-ondutor s~ao orrentes reais, e, portanto ligadas a ~

B.

Se insistirmos em usar a rela~ao de Poisson, a Eq.11

mostraque

m

agoratemovalorlimitede 1=4. Por

que?

VI A equa~ao geral da

magne-tiza~ao induzida

Do exposto, onluimos que a equa~ao geral da

mag-netiza~ao induzida, inluindo a magnetiza~ao

dia-magnetiaeadeorienta~aodeveser

~

B= ~

H+4 ~

B+4

m ~

H (12)

inluindonoladodireito daEq.12asontribui~oesdia

eorientaionais. Ou

~

B=

(1+4

m )

~

H

1 4

(13)

lembrando que e negativo. Como e em geral

pe-queno,arela~aousualevalida.

VII O efeito desmagnetizante

e as orrentes de

magne-tiza~ao de Ampere

Pelapresenteanaliseestamosagoraemondi~aode

ex-pliar sem diuldades o efeito desmagnetizante. De

fato, no interior de um im~a, seja este uma esfera,

Fig.3, ~

Be ~

M t^emomesmosentidoenquanto ~

Haponta

em dire~ao ontraria. Sendo assim so a ~

H pode ser

atribudaaa~aodesmagnetizante,oqueestadeaordo

omanossa onlus~ao dequeeapartede ~

B distante

aquela apaz de agir sobre os dipolos, neste aso se

opondoapropriamagnetiza~ao. Noasoopostoemque

prouramos riar magnetiza~ao neessitamos da a~ao

de fontes externas de ~

H, usualmente orrentes, para

(4)

Figura2. Odipolomagnetiom~ noentrodaavidaderia

ampoderea~ao ~

R,queporteramesmadire~aodem,~ n~ao

tema~aoorientadora.

Figura 3. Interior do im~a esferio: ~

M e ~

B tem o mesmo

sentidoenquanto ~

Htemsentidoopostoeassimsoelepode

terefeitodesmagnetizante.

Figura4. Doisdisosimantadosnadire~ao ~

M desuas

altu-rasht^emorrentesAmperianasis=Mhmasn~ao

apresen-tam efeitosdeindu~aoeletromagnetia seaproximadosou

afastadosomoofariamorrentesreaisoinidentesomos

permetrosdosdisos.

Outro ponto interessante de sedisutireodo

sta-tusdasorrentesdemagnetiza~aodeAmpere,asquais,

por serem `naturais', poderia ser emprestada a aurea

de superondutoras. Tomemos,porexemplo,dois

dis-os imantados om magnetiza~ao ~

M aolongo de suas

magnetiodosmesmosatravesdeorrentesdeAmpere,

i

s

,nopermetrodosdisos,omi

s

=Mh. Sendoa

si-tua~aoanalogaaquelaentreduasorrentesreais

oini-dentesomi

s

,suspeitaramosqueorrentesdeindu~ao

apareessemseaproximassemosouafastassemosos

dis-os. Mas pratiamenteas imanta~oes permaneem

es-senialmente as mesmas, e a raz~aoe que asorrentes

demagnetiza~aode Ampere est~aorelaionadas a ~

H e

soefeitosligadosa ~

Bgeramefeitosdeindu~ao. Alias,e

oqueaonteeriaseosdisosfossemsuperondutores.

Porm,gostariaderelataroqueoProf. NormanF.

Ramsey,Pr^emioNobeldeFsia1989,nosdisseem

en-trevistasoliitadapornosparadisutiroassunto. Ele

dissequeexperi^enias realizadasomfeixe deeletrons

penetrantes em materiais ferromagnetios(no interior

dosquais ~

B e ~

H diferemsigniativamente) mostram

queeless~aodesviadospelaa~aode ~

B en~aopelade ~

H.

N~aotemosarefer^enia.

Agradeimentos

Oautoragradeeaosolegas,OsvaldoN.deOliveira

Jr. e Luiz N. de Oliveira, ao primeiro pelo estmulo

reebidoe ao segundoporsugest~oesa vers~ao anterior

deste. Ao Prof. Norman pelo ontundente exemplo,

que muitoajudou na organiza~aodas nossas ideias, e

aoCNPqpela bolsadeprodutividade.

Referenes

[1℄ H. Poinare,

Eletriite et Optique, Georges Carre

Editeur,Paris,1890,p.113.

[2℄ J.C.Maxwell,ATreatiseinEletriityandMagnetism,

DoverPubl.,N.York,1954,Vol.II,p.50.

[3℄ J.R.Reitz,F.J.MilfordeR.W.Christy,Foundations

ofEletromagnetiTheory,Addison-WesleyPubl. Co.,

Reading,1979,p.191.

[4℄ L.Onsager,J.Amer.Chem.So.,58(1936)1486.

[5℄ C.J.F.Bottther eP.Bordewijk,TheTheoryof

Ele-trialPolarisation, Vol.1, Elsevier Sien. Publ.,

Ams-terdam,1978,Cap.5.

[6℄ E.M.Purell,EletriityandMagnetism,Berkeley

Ph-ysis Course, MGraw-Hill Book Co., N. York, 1965,

Vol.2,p.380.

[7℄ J. A. Stratton, Eletromagneti Theory, MGraw-Hill

BookCo.,N.York,1941,p.12.

[8℄ J.H.VanVlek,The Theory of Eletri and Magneti

Suseptibilities,OxfordUniversityPress,1952.

[9℄ L.LandaueE.Lifhitz,

Eletrodynamique desmillieux

Imagem

Figura 1. Potenial vetor
Figura 4. Dois disos imantados na dire ~ ao

Referências

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