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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA ANO 2011

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Academic year: 2021

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Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br LCA Metalúrgica Ltda

CNPJ: 08.598.919/0001-30

Ramo de Atividade: Fabricação Esquadrias de Metal – Obras de Montagem Industrial Número de empregados na data: 30 (trinta)

Código CNAE: 25.12-8 - Fabricação de esquadrias de metal Grau de risco: 03 (três)

Localização: Ely Corrêa, nº 2450, Bairro: Parque dos Anjos, Gravataí / RS Telefone da empresa: (51)3042-1620 / (51)3431-9292

E-mail de contato com empresa: [email protected] DADOS DA OBRA

Nome da obra: Obra 663 - GM - Projeto Onix

Endereço da obra: Rod. BR 290 - KM 67, Bairro: Dist. Automotivo de Gravataí, Gravataí/RS, CEP:

94065-140

Eng. Responsável pela obra: José Rodrigo Martins Borges

Razão social da empresa responsável pela obra: Serpal Engenharia e Construções LTDA E-mail de contato com empresa responsável pela obra: [email protected] Telefone de contato com a empresa responsável pela obra: (51) 3430-1015 / 3043-7941

B. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Fabiana Belinzoni de Carvalho

Profissão: Engenheira de Segurança do Trabalho - CREA n°: 046884-3

C. AVALIAÇÕES E ACOMPANHAMENTO Avaliações: Fabiana Belinzoni de Carvalho Acompanhou: Rodrigo Thomasi de Melo

Cargo ou função: Técnico de Enfermagem – Serpal

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Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

INDICE

1. Introdução ... 03

DOCUMENTO BASE 2. Estratégia e metodologia de ação ... 04

3. Planejamento anual ... 05

4. Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados ... 07

5. Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA ... 09

6. Situações de adoção de medidas de controle ... 10

7. Nível de ação e monitoramento ... 11

DESENVOLVIMENTO DO PPRA 8. Reconhecimento de riscos ... 12

9. Implantação de medidas de controle ... 35

10. Monitoramento da exposição aos riscos, registro e divulgação de dados ... 37

11. Treinamento conforme NR-5... 38

12. Responsabilidades e considerações finais ... 39

13. Anexos ... 40

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Em atendimento ao item 9.2.1.1 da NR-9 da Portaria 3214 do MTE que obriga uma análise global do PPRA sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades, descrevemos no DOCUMENTO-BASE os seguintes aspectos estruturais:

> estratégia e metodologia de ação;

> planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;

> forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;

> periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

É responsabilidade do empregador: programar e implantar as atividades do plano anual do documento-base em suas respectivas datas, acompanhar todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA, ainda, como sita o item 9.4.1 da NR-15, estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa.

É responsabilidade do trabalhador: colaborar e participar da implantação do PPRA, atender as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA, informar ao seu superior hierárquico ocorrências que podem implicar em risco a saúde dos trabalhadores.

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 2. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO

1º Etapa:

1. Obtenção de dados e informações da empresa e de seus trabalhadores através de relatórios da mesma;

2. emissão de ART e solicitação de assinatura de responsável pela empresa;

3. avaliação das condições ambientais dos locais de trabalho;

4. obtenção de Fichas de Informação de Segurança de Produto Químico – FISPQs;

5. avaliações qualitativas de agentes físicos, químicos e biológicos;

6. descrição de funções e tarefas dos trabalhadores, encarregados, supervisores, gerentes e demais cargos observando grupos homogêneos de risco;

7. verificação de proteções/ salvaguardas existentes;

8. solicitação de impressão dos CAs dos EPIs da empresa para verificação de validade;

9. realização de avaliações quantitativas;

10. solicitação de leitura criteriosa do trabalho.

2º Etapa:

1. Apresentação do PPRA à direção/ gerencia da empresa;

2. Elaboração e aprovação de Ordens de Serviço;

3. aprovação e marcação de treinamentos necessários.

3º Etapa:

1. elaboração de laudo de insalubridade e periculosidade;

2. Palestra aos empregados para apresentação do PPRA e implantação de Ordens de Serviço.

4º Etapa:

1. Inspeções de segurança e auditoria de implantação do PPRA.

5º Etapa:

1. Empresa solicita (contratata) avaliação do andamento do PPRA com a Fabbro.

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ITEM CRONOGRAMA DE METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE RESP.² REC.

($)³ MÊS/ANO

CHECK

1. Disponibilização de dados e informações da empresa e

trabalhadores ao executor do programa. 1 E NÃO SET/11

2. Descrição de funções e tarefas dos trabalhadores

observando grupo homogêneo de risco. 1 F NÃO SET/11

3. Análise e registro das proteções coletivas e individuais

existentes. 1 F NÃO SET/11

4. Imediatas ações corretivas para situações de risco

iminente. 1 E NÃO Contínuo

5. Adequação de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) –

aquisição ou substituição conforme este documento. 1 E SIM Contínuo 6. Avaliações quantitativas de ruído com decibelímetro. 1 F NÃO OUT/10 7. Avaliações qualitativas de agentes químicos e biológicos se

existentes. 1 F NÃO OUT/10

8. Efetuar dosimetria de ruído. 1 F SIM OUT/10

9. Aprovação de avaliações quantitativas de poeira respirável

com sílica em laboratórios de análises toxicológicas. 1 E NÃO OUT/10 10. Coleta para avaliações quantitativas de poeira respirável

com sílica. 1 F SIM OUT/10

11. Avaliação em laboratório das amostras coletadas de poeira

respirável com sílica. 1 E SIM OUT/10

12. Programação da implantação das medidas de prevenção e

controle propostas. 2 E NÃO Contínuo

13. Implantação de Ordens de Serviço de segurança do

trabalho conforme NR 1. 1 E/F NÃO Contínuo

14. Cumprimento do PCMSO com a execução de exames

complementares e consultas ocupacionais. 1 E SIM Contínuo 15. Treinamento de integração do Tomador de Serviço. 1 E SIM Contínuo 16. Treinamento de integração (6 horas) conforme NR-18. 1 E SIM Contínuo 17. Organizar arquivo com validade dos CAs dos EPIs. 1 E NÃO Contínuo 18. Elaborar relatório mensal de acidentes e doenças 1 E NÃO Contínuo

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 6 meses; 3:Medidas executadas no período de um ano.

²

: E: Empresa; F: Fabbro.

³

: Necessidade de recurso financeiro

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 4.1. FORMATO DOS REGISTROS:

Deverá ser realizado ano a ano o reconhecimento de riscos ambientais por cargo e os dados serão registrados neste documento conforme item 9.3.3 da NR-9 e da seguinte forma:

 Apontamento do departamento ou setor de trabalho.

 Apontamento do cargo.

 Verificação do número de trabalhadores expostos.

 Identificação dos riscos ambientais desse local.

 Determinação e localização das fontes geradoras, classificando-as pelo tipo de agente.

 Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho.

 Descrição das funções e atribuições dos trabalhadores deste setor ou departamento.

 Identificação do tipo de exposição.

 Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho (Nexo técnico).

 Possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados disponíveis na literatura técnica.

 Descrição das medidas de controle já existentes.

 Quadro de avaliação de riscos.

 Classificado por agente nocivo.

 Avaliações qualitativas e quantitativas.

 Forma de avaliação.

 Mensuração (aval. quantitativas) e identificação (aval. qualitativas)

 Verificação dos limites de tolerância dos agentes segundo a NR-15 e ACGIH (aval. quantitativas) e prevenção (aval. qualitativas).

Além deste documento base poderão ser registrados relatórios de visitas técnicas realizadas (se contratadas) na empresa para cumprimento da estratégia e metodologia definida neste documento.

4.2. MANUTENÇÃO DOS DADOS

A empresa deve manter um registro de dados organizado e suficiente a constituir um histórico do desenvolvimento do PPRA, por um período mínimo de 20 anos.

Documentos como:

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br pela empresa, inclusive do PPRA e seu documento base;

Laudo de Avaliações de Riscos Ambientais – LARA ou Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho – LTCAT;

avaliações específicas de insalubridade e periculosidade;

laudos de avaliações de agentes químicos com laboratórios de toxicologia;

fichas de Informação de Segurança de Produto Químico – FISPQs;

programas de SST anteriores;

projetos de EPCs e suas ARTs;

formulários de controle de EPIs;

documentos dos CAs válidos dos EPIs da empresa comprados à época;

documentos da constituição de CIPA, inclusive cédulas e controle de escrutínio;

ordens de Serviço assinadas pelos empregados (Regras de Conduta de Segurança);

atestados de Saúde Ocupacional – ASOs e exames complementares;

comprovantes de treinamento realizados;

devem ser cuidadosamente organizados e arquivados pelo designado responsável pela empresa.

O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.

4.3 DIVULGAÇÃO DOS DADOS

Este trabalho contempla em sua estratégia orientar e informar os trabalhadores dos riscos ambientais dos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis de prevenção a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados neste trabalho.

Os trabalhadores interessados poderão apresentar propostas de proteção ou prevenção através de formulário específico negociado com a empresa.

Além do PPRA, poderão ser divulgados relatórios de visitas técnicas realizadas pela Fabbro apontando outros riscos que possam originar-se nos locais de trabalho, e ainda, meios disponíveis sugeridas pela Fabbro, empregador e empregados para prevenir ou limitar tais riscos e proteger-se dos mesmos.

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A avaliação do desenvolvimento do PPRA deverá ser realizada respeitando-se a estratégia e planejamento descritos anteriormente e com encontros mensais da CIPA, integrantes do SESMT e demais interessados. Nesta reunião deverá ser redigida uma ata com uma avaliação, até a presente data, da implantação das medidas do PPRA, definição de novas prioridades de ação, exposição do que foi deliberado na reunião e definição de responsabilidades para o próximo encontro.

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 6. SITUAÇÕES DE ADOÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE

Conforme item 9.3.5.1 da NR-9: deverão ser adotadas as medidas necessárias e suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

1) Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde. Nesta situação conforme item 9.3.2 da NR-9 envolve análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação, sendo assim juntamente com este PPRA deverá ser observado o PCMAT global com o atendimento a fase de antecipação, onde serão analisados os projetos de expansão do site, as metodologias construtivas, as máquinas e equipamentos que serão utilizadas, insumos e infra-estrutura necessária, objetivando identificar riscos e prevenir acidentes e doenças.

2) Na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde: Nesta fase serão realizadas principalmente as avaliações quantitativas, momento de maior representatividade estatística.

3) Quando o resultado das avaliações quantitativas excederem os valores de limites previstos na NR-15 ou na ausência destes, valores adotados pela American Conference of Governmental Industrial Higyenists-ACGIH. Neste caso, os resultados serão levados ao conhecimento da empresa com sugestões de medidas para eliminação, minimização ou o controle do risco.

4) Quando através do controle médico da saúde, ficar caracterizado a relação entre os danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho e agentes nocivos que os mesmos ficam expostos. Neste caso o médico do trabalho deve comunicar à empresa que por sua vez deve alertar o profissional de segurança do trabalho para que adotem ações de eliminação, neutralização ou controle dos riscos ambiental nos limites de tolerância da norma, até então, o trabalhador deverá ficar afastado de suas atividades.

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Avaliações quantitativas devem ser realizadas sempre que necessário, para comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento, dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

O Nível de Ação é o valor, de avaliação quantitativa, acima do qual devemos iniciar ações preventivas contra a possibilidade exceder limites de exposição, as mesmas devem incluir monitoramento periódico, informação ao empregado e controle médico.

Para os agentes químicos, o nível de ação é a metade dos limites de tolerância previstos na NR-15 e na ausência destes, a metade dos valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, se mais rigorosos.

Para níveis de pressão sonora, o nível de ação é a dose superior a 50% conforme critério estabelecido na NR-15, Anexo 1, item 6:

Se durante a jornada de trabalho ocorrer dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma das seguintes frações:

C

1

+ C

2

+ C

3 ...

+ C

n

T

1

T

2

T

3

T

n exceder a unidade, a exposição estará acima do limite de tolerância.

Na equação acima,

C

n indica o tempo total que o trabalhador fica exposto a um nível de ruído específico, e

T

n indica a máxima exposição diária permissível a este nível, segundo o Quadro deste anexo.

O monitoramento da exposição dos trabalhadores e medidas de controle devem ser realizadas de forma sistemática e repetitiva, visando à introdução de nova medida de controle ou modificação da mesma, sempre que necessário.

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 8. RECONHECIMENTO DE RISCOS

Setor: Obra – Site GM

Cargo: Assistente de RH

N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação: Risco físico, químico e biológico inexistente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Sem exposição a risco físico, químico e biológico.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT.

EPI:

Óculos de proteção, calçado de segurança, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 65 dB(A)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br Cargo: Técnico em Planejamento N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 89,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

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Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br Cargo: Técnico de Segurança do Trabalho N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

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Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 94,8 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br Cargo: Encarregado de Montagem N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(18)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 89,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

Cargo: Montador

N˚ empregados

expostos: 09 (nove)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(20)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 86,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

Cargo: Mecânico Montador

N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(22)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 86,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

(23)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br Cargo: Meio Oficial Montador

N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(24)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 86,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

(25)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

Cargo: Mecânico de Manutenção

N˚ empregados

expostos: 01 (um)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(26)

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AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 86,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

(27)

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Cargo: Eletricista

N˚ empregados

expostos: 02 (dois)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo do canteiro de obras, máquinas e equipamentos.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição ocasional e intermitente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, cinto tipo pára- quedista, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(28)

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AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 92,7 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Ocasional e

Intermitente

Abaixo do Limite de Tolerância

(29)

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Cargo: Soldador Mig/Mag, Soldador Tig e eletrodo N˚ empregados

expostos: 03 (três)

Identificação:

Físicos:

Ruído

Radiações não ionizantes Químico:

Poeira respirável com sílica Fumos metálicos

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo de equipamentos e máquinas Radiações não ionizantes: atividades com solda Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados Fumos metálicos: atividades de solda

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras

Radiações não ionizantes: ondas ultravioletas Químico:

Poeira e fumos metálicos: ar ambiente Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição habitual e permanente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição

Radiações não ionizantes: eritemas na pele, queimaduras Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias

Fumos metálicos: doenças respiratórias características de cada metal utilizado

(30)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br Medidas de controle

existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, calçado de segurança, capacete de proteção, luvas de vaqueta, luvas de raspa de couro, avental de raspa de couro, protetor facial.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico

Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 86,6 dB(A)

Radiações não

ionizantes Qualitativa Habitual e

Permanente Atividades com solda

Químico

Poeira respirável com

sílica Qualitativa Habitual e

Permanente

Abaixo do Limite de Tolerância

Fumos metálicos Qualitativa Habitual e Permanente

Abaixo do Limite de Tolerância

(31)

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Cargo: Caldeireiro

N˚ empregados

expostos: 06 (seis)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo de equipamentos e máquinas.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição habitual e permanente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção, luvas nitrílicas.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(32)

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AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 86,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Habitual e

Permanente

Abaixo do Limite de Tolerância

(33)

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Cargo: Ajudante

N˚ empregados

expostos: 03 (três)

Identificação:

Físicos:

Ruído.

Químico:

Poeira respirável com sílica.

Fonte geradora:

Físicos:

Ruído de fundo de equipamentos e máquinas.

Químico:

Poeira: movimentação de terra, areia e agregados.

Trajetória e meios de propagação:

Físico:

Ruído: ondas sonoras.

Químico:

Poeira: ar ambiente.

Descrição das funções:  Conforme LARA.

Tipo de exposição: Exposição habitual e permanente.

Nexo técnico: Inexistência de dados na empresa.

Possíveis danos à saúde:

Físico:

Ruído: zumbido no ouvido, perda da audição.

Químico:

Poeira respirável com sílica: doenças respiratórias.

Medidas de controle existentes/propostos:

EPC:

Projetadas no PCMAT EPI:

Protetor auricular tipo plugue, óculos de proteção, calçado de segurança, bota de borracha, capacete de proteção, luvas nitrílicas.

O estabelecimento de prioridades e metas de avaliação consta do DOCUMENTO BASE no planejamento anual

(34)

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AVALIAÇÃO DE RISCOS E EXPOSIÇÃO DOS TRABALHADORES

Risco Agente Nocivo Avaliação Exposição Mensuração/

Identificação

Físico Ruído médio (8 h) Quantitativa Habitual e

Permanente 90,6 dB(A)

Químico Poeira respirável com

sílica Qualitativa Habitual e

Permanente

Abaixo do Limite de Tolerância

(35)

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Faz parte do desenvolvimento do PPRA, conforme alínea d do item 9.3.1 (NR-9), a avaliação da eficácia das medidas de controle, assim para cada medida efetivamente implantada é necessário estabelecer indicadores, parâmetros, de referência para avaliarmos resultados. Estes resultados devem ser registrados em uma espécie de prontuário técnico de desenvolvimento do PPRA, anexados ao final deste documento e divulgados pela empresa aos seus empregados.

Adotar as seguintes medidas de caráter administrativo, comportamental, de organização de trabalho e treinamentos:

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI

Fornecimento de vestimentas e de EPI´s deve ser gratuito, com CA, adequado ao risco e à função O cinto de segurança tipo pára-quedista atrelado a cabo guia deve ser utilizado em atividades acima de 2,0 metros de altura.

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

Adotar medidas adequadas ao canteiro com pessoas treinadas para o combate ao princípio de incêndio

Possuir extintores no canteiro de obras, principalmente próximos de máquinas e equipamentos com agente extintor adequado ao risco e dentro da validade

Áreas de estoque de produtos químicos, madeira e papel, devem possuir extintor com agente adequado

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Disponibilizar placas de alerta quanto à obrigatoriedade do uso dos EPI's

Disponibilizar placas que alertam contra o perigo de contato ou acionamento acidental com partes móveis das máquinas e equipamentos

ORDEM E LIMPEZA

O canteiro da obra deve estar organizado e limpo, as vias de circulação, passagens e escadarias devem estar desimpedidas

Entulhos e quaisquer sobras devem ser regularmente coletados e segregados em baias.

DOCUMENTAÇÃO

Disponibilizar livro de inspeção do trabalho na obra Fazer comunicação prévia de início de obra

Solicitar e manter arquivo dos programas de SST: PCMAT, PPRA e PCMSO dos fornecedores Controlar documentação da CIPA.

Aplicar análise preliminar de risco nas tarefas de maior risco no canteiro.

Manter a prática de Diálogo Direto do Sistema - DDS, em todas as frentes de trabalho

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br DIVISAS E ACESSOS

As áreas de tráfego de pessoas devem ser definidas e sinalizadas

As áreas de pedestres e transeuntes internos e externos ao canteiro de obras devem ser definidas de acordo com o padrão da empresa

As divisas com as edificações vizinhas devem ser protegidas e sinalizadas INSTALAÇÕES E ÁREAS DE VIVÊNCIA DO CANTEIRO DE OBRA

Manter condições de conservação, higiene e limpeza de acordo com o padrão da empresa Aplicar cartazes alusivos à prevenção de saúde e acidentes de acordo com a definição do PCMAT Garantir o fornecimento de água potável e fresca com 1 (um) bebedouro para 25 funcionários à distância de qualquer posto de trabalho a 15 metros na vertical e 100 metros na horizontal

Disponibilizar caixa de primeiros socorros. Manter pessoa treinada em primeiros socorros

Utilizar equipamentos de proteção individual – EPI:

a. Selecionar o EPI adequado ao risco exposto e atividade exercida: ver quadro de reconhecimento de riscos.

b. Adquirir EPIs com Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho.

c. Considerar eficiência e conforto segundo avaliação do usuário.

d. Orientar, treinar sobre a correta utilização do EPI e suas limitações.

e. Normalizar, através de formulários específicos, procedimentos para fornecimento, uso, guarda, higienização, conservação, manutenção e reposição de EPIs.

f. Caso trabalhadores de determinado setor ingressar em outro setor observar EPI definido para este.

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As avaliações quantitativas devem ser realizadas sempre que necessário para comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento, dimensionar a exposição dos trabalhadores e subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

Situações de novos métodos, processos de trabalho, mudanças em instalações, lay-out, cargos e funções, invariavelmente alteraram a exposição dos trabalhadores aos riscos já identificados, e ainda, outros riscos manifestam-se; sendo necessária nova inspeção por profissional habilitado.

O profissional de segurança do Trabalho deve participar da concepção destas mudanças, assim pode avaliar riscos por antecipação como contempla a NR-9 em seu item 9.3.1.

O monitoramento da exposição dos trabalhadores e as medidas de controle devem ser realizados de forma sistemática e cíclica, visando à introdução de nova medida de controle ou modificação da mesma, sempre que necessário. O planejamento anual do documento base deve ser usado para programar este monitoramento.

Assim como registrado no documento-base deste PPRA, a empresa deve manter um registro de dados organizado e suficiente a constituir um histórico do desenvolvimento do PPRA, por um período mínimo de 20 anos.

A divulgação de dados, informações, avaliações, exames médicos, melhorias no ambiente de trabalho estão assegurada na NR-9, o próprio PPRA deve ser apresentado a todos os trabalhadores e estes têm o direito de apresentar propostas de melhorias ambientais, aproveitando-se do conhecimento e percepção que os mesmos tem de seu ambiente e processo de trabalho.

(38)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 11. TREINAMENTO CONFORME NR-5

A empresa deverá treinar anualmente os membros da CIPA, titulares e suplentes, para o cumprimento do objetivo da NR-5.

Conforme NR-5 o treinamento terá carga horária de 20 (vinte) horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias, sendo realizado durante o expediente normal de trabalho e deve contemplar, no mínimo, os seguintes tópicos:

a. Estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo.

b. Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho.

c. Noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa.

d. Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS e medidas de prevenção.

e. Noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho.

f. Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos.

g. Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão.

(39)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br A responsabilidade do empregador:

A programação e implantação das atividades do plano anual do documento-base em suas respectivas datas. Acompanhar todas as medidas necessárias para a implantação do PPRA, ainda, como sita o item 9.4.1 da NR-15: Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa.

A responsabilidade do trabalhador:

Colaborar e participar da implantação do PPRA, atender as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA, informar ao seu superior hierárquico ocorrências que podem implicar em risco a saúde dos trabalhadores.

O empregador deve garantir ao empregado a possibilidade de interrupção imediata de suas funções na ocorrência de grave e eminente risco ambiental.

Obter um feedback da área ou profissional de medicina do trabalho sobre os resultados de monitoração biológica, forte indicador de eficiência do PPRA.

O empregador deve ler e assinar este documento.

Gravataí, 15 de setembro de 2011.

Fabiana Belinzoni de Carvalho Eng. de Segurança do Trabalho

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho

________________________________

Assinatura do Empregador

(40)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br 13. ANEXOS

(41)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br

Eu, ________________________________________________________________, representante legal da empresa _________________________________________________________________

nomeio __________________________________________________________________________

para designado responsável do cumprimento dos objetivos da NR-5, Norma Regulamentadora da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho, que objetiva a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

_____________________________, _______ de ___________________ de _________________

(Cidade) (Dia) (Mês) (Ano)

X

(Ass. do responsável)

(42)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br EMPREGADOR:

Por este documento, atestamos que os empregados abaixo receberam as Informações sobre os riscos existentes na área de trabalho, bem como das medidas e prazos adotados para a eliminação, neutralização ou amenização dos mesmos.

Declaro ter recebido instruções sobre os cuidados que devo tomar em meu ambiente de trabalho e uso de EPI.

Data Nome do empregado Assinatura do empregado

X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

(43)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br EMPREGADOR:

Por este documento, atestamos que os empregados abaixo receberam treinamento de ___________________________________________________________ na respectiva data.

Data Nome do empregado Assinatura do empregado

X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

(44)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br Razão Social da Empresa:

RECIBO E TERMO DE COMPROMISSO DE ENTREGA DE E.P.I.

Nome: CNTP:

Cargo: Atividade/Função:

Declaro que recebi de meu empregador os Equipamentos de Proteção Individual – EPI, abaixo relacionados, na data ali registrada.

Comprometo-me a usá-los na execução de minhas tarefas e atividades diárias e apenas para a finalidade a que se destina, zelando pela sua guarda e conservação. Devo comunicar à empresa qualquer alteração que torne o EPI impróprio para o uso, assumindo o compromisso de devolvê-los quando solicitados para substituição, higienização ou manutenção periódica.

O descumprimento dos termos aqui estabelecidos importará em ato faltoso do empregado com aplicação de penalidades, que a critério do empregador, poderão variar de advertência por escrito à rescisão do contrato de trabalho por justa causa, independentemente de outras medidas de ordem jurídica aplicáveis com base especialmente no art. 158 da CLT e NR-1 da Portaria do MTE 3.214/78 (1.8 e 1.8.1).

Os equipamentos que me foram entregues estão em perfeitas condições e os utilizarei conforme as normas de segurança e treinamentos realizados pela empresa.

Data Qtd. e

unid. Discriminação do EPI

Certificado de aprovação

Ass. do empregado

(45)

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Nome: CNTP:

Cargo: Atividade/Função:

Devolução Data Qtd. e

unid. Discriminação do EPI C.A. Nº Motivo* Ass. resp. setor da empresa

*Motivo: Descrever o porquê da devolução, ex.: Renovação EPI, EPI danificado, Rescisão do empregado, EPI desnecessário (Por eliminação do risco), etc.

(46)

Fabbro Saúde e Segurança do Trabalho Fones: (51)3338-9546 – (48)3521-0478

Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br EQUIPAMENTO:

Eu,_____________________________________________________________, operador do equipamento acima descrito, declaro que recebi treinamento para devida função me qualificando para tal.

Desde já, comprometendo-me, diariamente a vistoriar este equipamento, verificando as condições de segurança para operação, buscando total garantia de segurança antes do início das jornadas de trabalho.

DATA HORA ASSINATURA OBSERVAÇÃO

(47)

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Porto Alegre/RS – Araranguá/SC www.fabbro.com.br DATA:

NOME:

FUNÇÃO:

OCORRÊNCIA:

Tais atos/comportamentos praticados pelo senhor contrariam as Normas de Saúde e Segurança do Trabalho.

Recebi em ______________________este Termo de Advertência

Nome: Assinatura: X

Testemunha: Assinatura: X

Testemunha: Assinatura: X

(48)

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Comunico a situação de risco descrita abaixo, que, conforme minha opinião, pode trazer danos aos trabalhadores.

DATA:

LOCAL:

SITUAÇÃO:

SUGESTÃO PARA CORREÇÃO (opcional):

NOME: (opcional)

Referências

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