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Karsten S.A. e empresas controladas. Prezados Senhores,

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Academic year: 2021

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Karsten S.A. e

empresas controladas

Prezados Senhores,

A administração da Karsten S.A. (“Companhia”) vem submeter as seguintes propostas à apreciação de seus acionistas reunidos em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a realizar-se em 25 de abril de 2014, às 15h00min, na sede da Companhia, na Rua Johann Karsten, nº 260, Bairro Testo Salto, na cidade de Blumenau- SC.

Proposta da Administração para a Remuneração dos Administradores;

Formulário de Referência (parcial) – Item 10 da IN CVM nº 480 de 07/12/2009; Formulário de Referência – Item 13 da IN CVM nº 480 de 07/12/2009;

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013.

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PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO PARA A REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES:

A Companhia propõe, para o exercício de 2014, a remuneração global anual máxima dos administradores de até R$ 5.336.332,74 (cinco milhões, trezentos e trinta e seis mil, trezentos e trinta e dois reais e setenta e quatro centavos), a partir de 01/01/2014, acrescidos dos encargos previstos em lei.

A remuneração global anual máxima do Conselho Consultivo de até R$ 709.758,53 (setecentos e nove mil, setecentos e cinquenta e oito reais e cinquenta e três centavos), a partir de 01/01/2014, acrescidos dos encargos previstos em lei.

Caberá ao Conselho Consultivo, conforme determinação estatutária, atribuir o valor da remuneração a cada um de seus membros, e ao Conselho de Administração a atribuição das remunerações dos diretores e dos seus próprios membros.

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FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA (PARCIAL) ITEM 10 DA IN CVM Nº 480 DE 07/12/2009

COMENTÁRIOS DOS ADMINISTRADORES SOBRE A SITUAÇÃO FINANCEIRA DA COMPANHIA

10.1. Os diretores devem comentar sobre:

a) Condições financeiras e patrimoniais gerais:

O ano de 2013 foi bastante atípico, com muitas dificuldades operacionais e financeiras. Com restrições de caixa devido ao elevado nível de endividamento, precisamos reduzir o nível de produção em alguns meses do ano, impactando fortemente sobre vendas e custos operacionais, em função de uma menor diluição dos custos fixos.

A partir de setembro voltamos a operar com a capacidade plena, devido ao êxito na renegociação para alongamento de dívidas e redução do custo médio de capital de terceiros.

Além da reestruturação da dívida, a empresa trabalha na venda de ativos não operacionais, onde está conseguindo êxito. A venda de alguns ativos já se concretizaram no início de 2014.

Não medimos esforços para melhorar o desempenho operacional. Na perspectiva comercial, trabalhamos para melhorar o mix de produtos, incentivamos ações no PDV e abertura de novos clientes. Visando redução de despesas e melhoria de desempenho logístico, implementamos um novo centro de distribuição centralizando todas as atividades de expedição em um único local.

Todas estas ações são conduzidas em coerência com nossos princípios e valores. A Diretoria, com base nas demonstrações financeiras consolidadas, acredita que as condições financeiras e patrimoniais são adequadas, colocando-a em condições de fazer frente aos desafios e novas oportunidades.

b) Estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando: i. Hipótese de resgate: a Companhia não prevê o resgate de suas ações no mercado

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devido à estratégia de estrutura de capital.

ii. Fórmula de cálculo do valor de resgate: Não se aplica.

c) Capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos:

Com a reestruturação do perfil da dívida a Diretoria acredita que a Companhia possui liquidez e recursos de capital suficientes para cobrir todos os investimentos, as despesas, e as dívidas assumidas a serem liquidadas nos próximos anos.

d) Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes utilizadas:

Para o financiamento de capital de giro e investimentos em ativos não circulantes podemos destacar como as principais fontes as seguintes: BNDES (indiretamente), FINEP, Itaú Unibanco, HSBC, Banco do Brasil, Banco Santander Brasil, Banco Bradesco e Safra, conforme item f (i) a seguir.

e) Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez:

Para a cobertura de possíveis deficiências de liquidez a Companhia pretende se utilizar das fontes de financiamento disponíveis no mercado financeiro que atendam as necessidades e políticas da Companhia.

f) Níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo ainda: No exercício findo em 31 de dezembro de 2013 o nível de endividamento foi de R$ 269.247 mil comparados com R$ 284.484 mil em 2012, e R$ 231.818 mil em 2011. Os empréstimos sofreram aumento significativo desde 2008, em função da decisão da Companhia de fechar as posições que a mesma mantinha com contratos de derivativos.

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As principais modalidades das dívidas contraídas são: Debentures, BNDES, FINEP, Capital de Giro, EGF, Notas de crédito à exportação. Para financiar a aquisição de matéria-prima (algodão), utilizam-se principalmente as modalidades EGF ou capital de giro, para o desenvolvimento de inovação tecnológica, utilizam-se as linhas de crédito do FINEP, e para financiar a renovação do parque fabril, utilizam-se das linhas oficiais de crédito do BNDES e capital de giro.

i. Contratos de empréstimo e financiamento relevantes:

Nos quadros a seguir, pode-se observar a composição total dos empréstimos e financiamentos de curto e longo prazo da Companhia:

Composição curto prazo

2013 2012 2011 Em moeda nacional Debentures 7.155 21.562 -FINEP 1.776 2.030 2.543 Matéria-prima - EGF/NPR 0 - 3.392 BNDES 7.178 7.945 40.957 BNB 583 583 583 Capital de giro 54.904 40.451 99.112 Incentivo fiscal 49 102 102 Leasing 512 436 123 Em moeda estrangeira BNDES 209 330 Financiamento à importação 319 5.616 ACC 16.620 3.613 3.940 Leasing - - 44 88.776 77.250 156.742 Consolidado Circulante

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Composição longo prazo

ii. Outras relações de longo prazo com instituições financeiras: Não se aplica iii. Grau de subordinação entre as dívidas

Os financiamentos destinados à aquisição de imobilizado e os demais em moeda nacional e estrangeira, estão substancialmente garantidos por imóveis, máquinas e equipamentos, matéria-prima, nota promissória, fiança e aval. As operações de empréstimos e financiamentos das controladas são efetuadas com o aval da controladora e ou aval de diretores. 2013 2012 2011 Em moeda nacional Debentures 144.424 137.483 -FINEP 9.856 11.609 10.558 BNDES 6.617 19.338 16.610 BNB 318 901 1.477 Capital de giro 18.744 31.001 42.343 Leasing 511 910 630 Em moeda estrangeira BNDES - 192 Financiamento à importação 2.992 3.266 Leasing - -180.470 204.234 75.076 Total geral 269.246 281.484 231.818 Consolidado Não Circulante

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iv. Eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limite de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário.

As debêntures possuem cláusulas restritivas relacionadas a índices econômicos e financeiros que devem ser apurados anualmente. Os referidos índices são os seguintes:

 relação entre divida líquida e EBITDA (refere-se à sigla em inglês para “Lucro antes do resultado financeiro, impostos sobre a renda, depreciação e amortização/exaustão”) igual ou inferior a 4,5 vezes para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013;

 relação entre EBITDA e despesa financeira líquida maior ou igual a 1,4 vezes para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013;

 relação entre ativo circulante e passivo circulante igual ou superior a 1,2 vezes para todos os exercícios sociais encerrados a partir de 31 de dezembro de 2013; e

 relação entre ativo circulante e passivo circulante igual ou superior a 1,2 vezes para todos os exercícios sociais encerrados a partir de 31 de dezembro de 2013.

Caso esses índices não sejam atingidos, os credores poderão declarar vencidos antecipadamente o total do valor devido. A Companhia obteve waiver de todos os debenturistas aprovando a não observância dos índices financeiros e consequentemente a não declaração de vencimento antecipado.

Alguns dos demais contratos de empréstimos e financiamentos possuem cláusulas restritivas com a verificação dos mesmos índices econômicos e financeiros citados acima. A Companhia obteve waiver das instituições financeiras aprovando a não observância dos índices financeiros e consequentemente a não declaração de vencimento antecipado.

g) Limites de utilização dos financiamentos já contratados: Não se aplica

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Comparação dos resultados dos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2011, 2012 e 2013.

Demonstração do Resultado do Exercício – Consolidado:

Receita operacional líquida de vendas e/ou serviços

A Companhia encerrou 2013 com receita operacional líquida consolidada de R$ 336.133 mil contra R$ 346.503 mil em 2012.

No mercado nacional a receita de vendas apresentou uma variação de -2,3% (R$ 312.910 mil em 2013 contra R$ 320.265 mil em 2012) e o volume físico uma redução de 15,4%, passando para 11.214 toneladas em 2013 contra 13.251 toneladas em 2012.

No mercado externo a receita de vendas teve uma variação de -11,5% (R$ 23.223 mil em 2013 contra R$ 26.237 mil em 2012. O volume físico diminuiu 21,9%, sendo 902 toneladas em 2013 contra 1.155 toneladas em 2012).

Custo de bens e/ou serviços vendidos

O custo dos produtos vendidos aumentou 1,7%, ou seja, R$ 3.534 mil, passando de R$ 212.997 mil em 2012 para R$ 216.531 mil em 2013.

2011 AV % 2012 AV % Variação

2012-2011 % 2013 AV %

Variação

2013-2012 %

Receita operacional líquida 354.591 100,0 346.503 100,0 (8.088) (2,3) 336.133 100,0 (10.370) (3,0)

Custo dos produtos vendidos (269.332) (76,0) (212.997) (61,5) 56.335 (20,9) (216.531) (64,4) (3.534) 1,7

Lucro bruto 85.259 24,0 133.506 38,5 48.247 56,6 119.602 35,6 (13.904) (10,4)

Receitas (despesas) operacionais

Com Vendas (83.307) (23,5) (79.816) (23,0) 3.491 (4,2) (82.074) (24,4) (2.258) 2,8 Gerais e Administrativas (30.188) (8,5) (23.307) (6,7) 6.881 (22,8) (25.852) (7,7) (2.545) 10,9 Outras receitas (despesas) operacionais líquidas (9.326) (2,6) 5.784 1,7 15.110 (162,0) (1.647) (0,5) (7.431) (128,5)

Lucro operacional antes do resultado financeiro (37.562) (10,6) 36.167 10,4 73.729 (196,3) 10.029 3,0 (26.138) (72,3) Resultado Financeiro

Receitas financeiras 19.224 5,4 17.460 5,0 (1.764) (9,2) 5.965 1,8 (11.495) (65,8) Despesas financeiras (49.029) (13,8) (53.371) (15,4) (4.342) 8,9 (52.742) (15,7) 629 (1,2)

Lucro (prejuízo) antes do imposto de renda e da contribuição social 67.367 19,0 256 0,1 (67.111) (99,6) (36.748) (10,9) (37.004) (14.454,7)

Imposto de renda e contribuição social

Do exercicio (1.068) (0,3) (243) (0,1) 825 (77,2) (315) (0,1) (72) 29,6 Diferidos (962) (0,3) (2.473) (0,7) (1.511) 157,1 (1.114) (0,3) 1.359 (55,0)

Resultado líquido das operações em continuidade 69.397 19,6 (2.460) (0,7) (71.857) (103,5) (38.177) (11,4) (35.717) 1.451,9

Operações descontinuadas (42) (0,0) (9) (0,0) 33 (78,6) (47) (0,0) (38) 422,2

Resultado líquido das operações descontinuadas (42) (0,0) (9) (0,0) 33 (78,6) (47) (0,0) (38) 422,2

Lucro (prejuízo) líquido do exercício (69.439) (19,6) (2.469) (0,7) 66.970 (96,4) (38.224) (11,4) (35.755) 1.448,2 Demonstrações dos Resultados

(Em milhares de Reais, exceto os percentuais)

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Despesas operacionais

As despesas operacionais totais: aumento de 11,2%, ou seja, R$ 12.234 mil, passando de R$ 97.339 mil em 2012 para R$ 109.573 mil em 2013, devido principalmente, aos fatores a descritos a seguir:

As despesas operacionais totais: aumento de 11,2%, ou seja, R$ 12.234 mil, passando de R$ 97.339 mil em 2012 para R$ 109.573 mil em 2013, devido principalmente, aos fatores a descritos a seguir:

 Despesas com vendas: aumento das despesas com vendas em 2,8%, ou seja, R$ 2.258 mil, passando de R$ 79.816 mil em 2012 para R$ 82.074 mil em 2013.

 Despesas gerais e administrativas: aumento de 10,9%, ou seja, R$ 2.545 mil, passando de R$ 23.307 mil em 2012 para R$ 25.852 mil em 2013.

 Outras receitas (despesas) operacionais líquidas: variaram em -128,5%, ou seja, -R$ 7.431 mil, passando de R$ 5.784 mil em 2012 para -R$ 1.647 mil em 2013.

 Resultado financeiro: aumento de 30,3% nas despesas financeiras líquidas, ou seja, R$ 10.866 mil, passando de R$ 35.911 mil em 2012 para R$ 46.777 mil em 2013. As receitas financeiras diminuíram R$ 11.495 mil, passando de R$ 17.460 mil em 2012 para R$ 5.965 mil em 2013, a diminuição se deve principalmente às variações cambiais. As despesas financeiras aumentaram em R$ 629 mil, passando de R$ 53.371 mil em 2012 para R$ 52.742 mil em 2013, deve-se principalmente às despesas com financiamentos e variações cambiais passivas.

Provisão para imposto de renda e contribuição social Diminuiu em R$ 1.287 mil se comparado 2012 para 2013.

Imposto de renda diferido

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Análise das principais variações nas contas dos balanços patrimoniais consolidados em 31 de dezembro de 2011, 2012 e 2013.

Balanço Patrimonial - Consolidado Balanço Patriomonial

(em milhares de Reais, exceto percentuias) 2011 AV% 2012 AV%

Variação 2012 - 2011 % 2013 AV% Variação 2013 - 2012 % ATIVO CIRCULANTE

Caixa e equivalentes de caixa 17.730 5,02 55.968 13,30 38.238 215,7 9.301 2,55 (46.667) (83,4) Contas a receber de clientes 104.316 29,55 79.199 18,82 (25.117) (24,1) 75.213 20,66 (3.986) (5,0) Estoques 46.349 13,13 72.123 17,14 25.774 55,6 67.390 18,51 (4.733) (6,6) Tributos a recuperar 5.808 1,65 10.668 2,53 4.860 83,7 11.951 3,28 1.283 12,0 Instrumentos financeiros derivativos 1.679 0,48 3.049 0,72 1.370 81,6 157 0,04 (2.892) (94,9) Outros Ativos 4.068 1,15 5.514 1,31 1.446 35,5 4.549 1,25 (965) (17,5) Ativos não-correntes a venda - 0,00 7.396 1,76 7.396 0,0 21.353 5,87 13.957 188,7 Total do Circulante 179.950 50,97 233.917 55,58 53.967 30,0 189.914 52,17 (44.003) (18,8) NÃO CIRCULANTE Tributos a recuperar 890 0,25 323 0,08 (567) (63,7) 1.014 0,28 691 213,9 Depósitos judiciais 727 0,21 844 0,20 117 16,1 1.110 0,30 266 31,5 Outros créditos 113 0,03 2.508 0,60 2.395 2.119,5 2.488 0,68 (20) (0,8) Imobilizado 123.125 34,88 124.504 29,58 1.379 1,1 122.927 33,77 (1.577) (1,3) Ativos biológicos 8.541 2,42 13.407 3,19 4.866 57,0 - 0,00 (13.407) (100,0) Intangível 39.682 11,24 45.390 10,78 5.708 14,4 46.580 12,80 1.190 2,6 Total do Não Circulante 173.078 49,03 186.976 44,42 13.898 8,0 174.119 47,83 (12.857) (6,9) TOTAL DO ATIVO 353.028 100,00 420.893 100,00 67.865 19,2 364.033 100,00 (56.860) (13,5)

PASSIVO E PATRIMONIO LIQUIDO CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos 156.742 44,40 77.250 18,35 (79.492) (50,7) 88.777 24,39 11.527 14,9 Fornecedores 28.010 7,93 34.452 8,19 6.442 23,0 29.823 8,19 (4.629) (13,4) Obrigações sociais e trabalhistas 15.735 4,46 15.496 3,68 (239) (1,5) 13.339 3,66 (2.157) (13,9) Impostos e contribuições a recolher 4.513 1,28 5.726 1,36 1.213 26,9 10.683 2,93 4.957 86,6 Dividendos a pagar 49 0,01 48 0,01 (1) (2,0) 37 0,01 (11) (22,9) Outras contas a pagar 19.456 5,51 17.427 4,14 (2.029) (10,4) 13.261 3,64 (4.166) (23,9) Total do Circulante 224.505 63,59 150.399 35,73 (74.106) (33,0) 155.920 42,83 5.521 3,7 NÃO CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos 75.076 21,27 204.234 48,52 129.158 172,0 180.470 49,58 (23.764) (11,6) Fornecedores 201 0,06 6.405 1,52 6.204 3.086,6 3.203 0,88 (3.202) (50,0) Provisão para contencioso 2.391 0,68 3.948 0,94 1.557 65,1 6.333 1,74 2.385 60,4 Tributos diferidos 10.538 2,99 13.010 3,09 2.472 23,5 14.124 3,88 1.114 8,6 Outras contas a pagar 1.498 0,42 6.530 1,55 5.032 335,9 5.331 1,46 (1.199) (18,4) Total do Não Circulante 89.704 25,41 234.127 55,63 144.423 161,0 209.461 57,54 (24.666) (10,5) Patrimônio líquido

Capital social 60.000 17,00 60.000 14,26 - 0,0 60.000 16,48 - 0,0 Ajustes de avaliação patrimonial 29.590 8,38 29.882 7,10 292 1,0 29.865 8,20 (17) (0,1) Ajustes acumulados de conversão 0,00 (509) (0,12) (509) 0,0 - 0,00 509 (100,0) Prejuízos acumulados (50.771) (14,38) (53.006) (12,59) (2.235) 4,4 (91.213) (25,06) (38.207) 72,1 Total Patrimônio Liquido 38.819 11,00 36.367 8,64 (2.452) (6,3) (1.348) (0,37) (37.715) (103,7) TOTAL DO PASSIVO 353.028 100,00 420.893 100,00 67.865 19,2 364.033 100,00 (56.860) (13,5)

(11)

Ativo

Ativo circulante

Em 31 de dezembro de 2013, o ativo circulante foi de R$ 189.914 mil apresentando uma redução de 23,2% se comparado a 31 de dezembro de 2012. Essa alteração foi decorrente principalmente,(i) redução do caixa e equivalentes de caixa em R$ 46.667 mil; (ii) aumento dos estoques em R$ 4.733 mil.

Ativo não circulante

Em 31 de dezembro de 2013, o ativo não circulante foi de R$ 174.119 mil, apresentando um aumento de R$ 12.857 mil se comparado a 31 de dezembro de 2012 que foi de R$ 186.976 mil.

Imobilizado

Em 31 de dezembro de 2013, o imobilizado era de R$ 122.927 mil, apresentando uma redução de 1,3% se comparado a 2012.

Ativo Biológico

Os ativos biológicos da Companhia referem-se basicamente do reflorestamento de eucaliptos. Em 31 de dezembro de 2013, o ativo biológico era de R$ 0 mil, apresentando uma redução de 100% se comparado a 2012, que era de R$13.407 mil. A variação ocorreu devido a reclassificação destes para Ativos não correntes a venda.

Intangível

Em 31 de dezembro de 2013, o intangível era de R$ 46.580 mil, apresentando um crescimento de 2,6% se comparado a 31 de dezembro de 2012 onde era de R$ 45.390 mil.

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Passivo

Passivo circulante

Em 31 de dezembro de 2013, o passivo circulante foi de R$ 155.920 mil, apresentando um aumento de 3,7%, em relação ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012, representado por R$ 150.399 mil.

Passivo não circulante

Em 31 de dezembro de 2013, o passivo não circulante era de R$ 209.461 mil, apresentando uma redução de 10,5%, em relação ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012 onde apresentava R$ 234.127 mil.

Patrimônio líquido

Em 31 de dezembro de 2013, o patrimônio líquido era de -R$ 1.348 mil, apresentando uma variação de -103,7%, em relação ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2012 onde apresentava R$ 36.367 mil.

Análise dos fluxos de caixa consolidados em 31 de dezembro de 2011, 2012 e 2013.

Fluxo de Caixa – Consolidado

Caixa líquido atividades operacionais

Em 31 de dezembro de 2013 o caixa gerado pelas atividades operacionais da Companhia foi de R$ 10.473 mil contra R$ 37.493 mil em 31 de dezembro de 2012, gerando uma redução de R$ 27.020 mil, representando 72%.

Fluxo de Caixa (Em milhares de Reais, exceto os percentuais)

2011 AV% 2012 AV% Variação

2012-2011 % 2013 AV%

Variação

2013-2012 %

Caixa Líquido atividades operacionais 23.099 232 37.493 98 14.394 62 10.473 (22) (27.020) (72) Caixa líquido atividades de investimento (13.073) (131) (17.460) (46) (4.387) 34 (8.683) 19 8.777 (50) Caixa líquido atividades de financiamentos (78) (1) 18.205 48 18.283 (23.440) (48.457) 104 (66.662) (366) Aumento (redução) do caixa e equivalentes 9.948 100 38.238 100 28.290 284 (46.667) 100 (84.905) (222)

(13)

Caixa líquido atividades de investimentos

Em 31 de dezembro de 2013 o caixa aplicado nas atividades de investimentos da Companhia foi de -R$ 8.683 mil contra -R$ 17.460 mil em 31 de dezembro de 2012, gerando uma variação de -R$ 8.777 mil, representando 50,3%.

Caixa líquido de atividades de financiamentos

Em 31 de dezembro de 2013 o caixa líquido utilizado nas atividades de financiamentos da Companhia foi de -R$ 48.457 mil contra R$ 18.205 mil em 31 de dezembro de 2012, representando uma variação de R$ 66.662 mil.

Demonstração do Valor Adicionado

Distribuição do valor adicionado

Em 31 de dezembro de 2013 a distribuição de maior representatividade ocorreu em gastos com pessoal e encargos, representando 51,97% do total distribuído. Impostos, taxas e contribuições ocupam a segunda maior distribuição, representando 38,45%.

10.2 Os diretores devem comentar:

a. Resultados das operações do emissor, em especial:

Demonstração do Valor Adicionado

(Em milhares de Reais, exceto os percentuais) 2011 AV% 2012 AV%

Variação

2012-2011 % 2013 AV%

Variação

2013-2012 %

Receitas 421.021 100,00 427.187 100,00 6.166 1,46 396.298 100,00 (30.889) (7,23) Insumos adquiridos de terceiros (272.248) (64,66) (215.776) (50,51) 56.472 (20,74) (198.752) (50,15) 17.024 (7,89) Valor adicionado bruto 148.773 35,34 211.411 49,49 62.638 42,10 197.546 49,85 (13.865) (6,56) Valor adicionado líquido 142.999 33,96 204.013 47,76 61.014 42,67 188.929 47,67 (15.084) (7,39) Valor adicionado recebido em transferência 19.236 4,57 17.619 4,12 (1.617) (8,41) 6.114 1,54 (11.505) (65,30) Valor adicionado a distribuir 162.235 38,53 221.632 51,88 59.397 36,61 195.043 49,22 (26.589) (12,00) Pessoal 105.480 65,02 101.869 45,96 (3.611) (3,42) 101.373 51,97 (496) (0,49) Impostos, taxas e contribuições 75.503 46,54 68.126 30,74 (7.377) (9,77) 74.996 38,45 6.870 10,08 Financiadores 50.691 31,25 54.106 24,41 3.415 6,74 56.898 29,17 2.792 5,16 Juros sobre capital próprio - - - - - - - - - Lucro/prejuízo do exercício (69.439) (42,80) (2.469) (1,11) 66.970 (96,44) (38.224) (19,60) (35.755) 1.448,16 Valor adicionado total atribuído 162.235 100,00 221.632 100,00 59.397 36,61 195.043 100,00 (26.589) (12,00)

(14)

i. Descrição de quaisquer componentes importantes da receita

A receita liquida total em 2013 teve variação de -R$ 10.370 mil, decorrente da queda nas vendas tanto no mercado interno e externo.

ii. Fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais: Não se aplica.

b. Variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio, inflação, alterações de volumes e introdução de novos produtos e serviços:

Não se aplica

c. Impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro do emissor:

Não se aplica

10.3 Os diretores devem comentar os efeitos relevantes que os eventos abaixo tenham causado ou se espera que venham a causar nas demonstrações financeiras do emissor e em seus resultados:

a. Introdução ou alienação de segmento operacional Não se aplica.

b. Constituição, aquisição ou alienação de participação societária Não se aplica.

(15)

c. Eventos ou operações não usuais Não se aplica.

10.4 Os diretores devem comentar:

a. Mudanças significativas nas práticas contábeis:

As demonstrações contábeis foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs), e de acordo com os Padrões Internacionais de Demonstrações Financeiras (International Financial Reporting Standards (IFRS) emitidos pelo International Accounting Standards Board.

b. Efeitos significativos das alterações em práticas contábeis

As demonstrações contábeis foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e ajustadas para refletir o "custo atribuído" de terrenos e ativos biológicos na data de transição para IFRS/CPCs, e ativos e passivos financeiros (inclusive instrumentos derivativos e ativos biológicos) mensurados ao valor justo contra o resultado do exercício.

Seguem explicações sobre os ajustes relevantes nos balanços patrimoniais e na demonstração do resultado:

Imobilizado - hiperinflação 1996 e 1997

A contabilização de economia hiper-inflacionária, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, foi aplicada em linha com o IAS 29 durante o período em que o país se enquadrava como economia hiper-inflacionária, para fins locais, até 1995. Entretanto, de acordo com o IFRS, a economia brasileira ainda se enquadrava na definição de hiper-inflacionária nos exercícios de 1996 e 1997. O efeito do reconhecimento desses dois períodos adicionais reflete um aumento no imobilizado no montante de R$ 1.017 em

(16)

1o de janeiro de 2009 e de R$ 974 em 31 de dezembro de 2009 (redução da despesa de depreciação em R$ 43) e de R$ 931 em 31 de dezembro de 2010 (redução da despesa de depreciação em R$ 43).

Imobilizado – custo atribuído

Com base em laudo técnico, a Companhia contabilizou uma mais valia no ativo imobilizado (somente em terrenos) com contrapartida ajuste de avaliação patrimonial (PL), utilizando-se do método custo atribuído (deemed cost), uma vez que os demais imobilizados estão adequados pelo custo histórico, corrigido monetariamente pela UFIR.

Ativos biológicos

Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia possuía 728 hectares de florestas plantadas, desconsiderando as áreas de preservação permanente e reserva legal que devem ser mantidas para atendimento a legislação ambiental brasileira. Com base em laudo técnico a Companhia levou seus ativos biológicos a valor justo.

Gastos pré-operacionais

Até 31 de dezembro de 2008, nos termos do BR GAAP o Grupo adotava como prática contábil a capitalização de gastos pré-operacionais no grupo de ativo diferido. O IFRS determina que gastos pré-operacionais que não possam ser atribuídos ao custo de bens do ativo imobilizado ou à formação de ativos intangíveis, devem ser lançados como despesa imediatamente. Dessa forma, o saldo de R$ 214 foi reconhecido em 1º de janeiro de 2009.

(17)

As mudanças no imposto de renda e contribuição social diferido representam os efeitos do imposto diferido nos ajustes necessários para a transição para o IFRS e totalizavam R$ 19.392 em 1o de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2009.

Ajustes avaliação patrimonial

Esta conta recebeu registros referentes ao custo atribuído (deemed cost) proveniente a mais valia de terrenos e imposto de renda diferido.

Lucros acumulados

Exceto pelos itens de reclassificação e ajuste avaliação patrimonial, todos os ajustes acima foram registrados contra o saldo de lucros acumulados inicial em 1o de janeiro de 2009.

c. Ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor

Os pareceres dos auditores independentes não possuíram ressalvas nos períodos 2011, 2012 e 2013.

10.5. Os diretores devem indicar e comentar políticas contábeis críticas adotadas pelo emissor, explorando, em especial, estimativas contábeis feitas pela administração sobre questões incertas e relevantes para a descrição da situação financeira e dos resultados, que exijam julgamentos subjetivos ou complexos, tais como: provisões, contingências, reconhecimento da receita, créditos fiscais, ativos de longa duração, vida útil de ativos não-circulantes, planos de pensão, ajustes de conversão em moeda estrangeira, custos de recuperação ambiental, critérios para teste de recuperação de ativos e instrumentos financeiros:

(18)

Estimativas e julgamentos contábeis críticos

As estimativas e os julgamentos contábeis são continuamente avaliados e baseiam-se na experiência histórica e em outros fatores, incluindo expectativas de eventos futuros, consideradas razoáveis para as circunstâncias.

1) Estimativas e premissas contábeis críticas

Com base em premissas, o Grupo faz estimativas com relação ao futuro. Por definição, as estimativas contábeis resultantes raramente serão iguais aos respectivos resultados reais. As estimativas e premissas que apresentam um risco significativo, com probabilidade de causar um ajuste relevante nos valores contábeis de ativos e passivos para o próximo exercício social, estão contempladas abaixo.

2) Revisão da vida útil e recuperação dos ativos

A capacidade de recuperação dos ativos utilizados nas atividades da Companhia é avaliada sem que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil de um ativo ou grupo de ativos pode não ser recuperável com base em fluxos de caixa futuros. Se o valor contábil destes ativos for superior ao seu valor recuperável, o valor líquido é ajustado e sua vida útil readequada para novos patamares.

Provisão para contencioso

A Companhia é parte envolvida em processos trabalhistas, cíveis e tributários que se encontram em instâncias diversas. As provisões para ações judiciais, constituídas para fazer face as potenciais perdas decorrentes dos processos em curso, são estabelecidas e atualizadas com base na avaliação da administração, fundamentada na opinião de seus assessores jurídicos e legais e requerem elevado grau de julgamento sobre as matérias envolvidas.

(19)

A provisão para obsolescência/valor de mercado é constituída quando, com base na estimativa da Administração, os itens são definidos como descontinuados, baixo giro e quando o valor dos itens de estoques estiverem a um custo superior ao valor realizável líquido.

Imposto de renda e contribuição social diferidos

Os ativos e passivos fiscais diferidos são baseados em diferenças temporárias e prejuízos fiscais entre os valores contábeis nas demonstrações financeiras e a base fiscal. Se a Companhia e suas controladas operarem com prejuízo ou não forem capazes de gerar lucro tributável futuro suficiente, ou se houver uma mudança material nas atuais taxas de imposto ou período de tempo no qual as diferenças temporárias subjacentes se tornem tributáveis ou dedutíveis, seria necessário uma reversão de parte significativa de nosso ativo fiscal diferido, podendo resultar em um aumento na taxa efetiva de imposto.

Valor Justo de derivativos e outros instrumentos financeiros

O valor justo de instrumentos financeiros que não são negociados em mercados ativos é determinado mediante o uso de técnicas de avaliação. O Grupo usa seu julgamento para escolher diversos métodos e definir premissas que se baseiam principalmente nas condições de mercado existentes na data do balanço. O Grupo utilizou a análise do fluxo de caixa descontado para cálculo de valor justo de diversos ativos financeiros disponíveis para venda, ativos estes não negociados em mercados ativos.

1) Julgamentos críticos na aplicação das políticas contábeis da entidade

Benefícios fiscais de ICMS

A Companhia possui incentivos fiscais de ICMS concedidos pelos governos estaduais de Santa Catariana e do Ceará. O Supremo Tribunal Federal – STF proferiu decisões em Ações Diretas, declarando a inconstitucionalidade de diversas leis estaduais que concederam benefícios fiscais de ICMS sem prévio convênio entre os Estados.

(20)

Embora não possua incentivos fiscais de ICMS julgados pelo STF, a Companhia veem acompanhando, juntamente com seus assessores legais, a evolução dessa questão nos tribunais para determinar eventuais impactos em suas operações e consequentes reflexos nas demonstrações financeiras.

Marca

A marca registrada é demonstrada, inicialmente, pelo custo histórico. A marca registrada adquirida em uma combinação de negócios é reconhecida pelo valor justo na data da aquisição. A marca têm vida útil indefinida.

10.6 Com relação aos controles internos adotados para assegurar a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis, os diretores devem comentar:

a. Grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas para corrigi-las:

O emissor acredita que o grau de eficiência dos controles internos seja adequado no sentido de serem capazes de assegurar a confiabilidade na elaboração das demonstrações financeiras.

b. Deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor independente:

Os exames realizados pelos auditores independentes, no exercício findo em 31 de dezembro de 2013, não apontaram deficiências ou recomendações que pudessem impactar significativamente nas demonstrações financeiras do emissor.

10.7 Caso o emissor tenha feito oferta pública de distribuição de valores mobiliários, os diretores devem comentar:

(21)

a) Como os recursos resultantes da ofertas foram utilizados: Não se aplica.

b) Se houve desvio relevantes entre a aplicação efetiva dos recursos e as propostas de aplicação divulgadas nos prospectos da respectiva distribuição:

Não se aplica

c) Caso tenha havido desvio, as razões para tais desvios. Não se aplica

10.8 Os diretores devem descrever os itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras do emissor, indicando:

a) Os ativos e passivos detidos pelo emissor, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu balanço patrimonial (off-balance sheet items), tais como:

i. Arrendamentos mercantis operacionais, ativos e passivos: Não se aplica.

ii. Carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e responsabilidades, indicando respectivos passivos:

Não se aplica.

iii. Contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços: Não se aplica.

iv. Contratos de construção não terminada: Não se aplica.

(22)

v. Contratos de recebimentos futuros de financiamentos: Não se aplica.

b) Outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras: Não se aplica.

10.9 Em relação a cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações financeiras indicados no item 10.8, os diretores devem comentar:

a. Como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional, as despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor:

Não se aplica.

b. Natureza e o propósito da operação: Não se aplica.

c. Natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em decorrência da operação:

Não se aplica.

10.10 Os diretores devem indicar e comentar os principais elementos do plano de negócios do emissor, explorando especificamente os seguintes tópicos:

a. Investimentos, incluindo:

i. Descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento e dos investimentos previstos:

(23)

ii. Fontes de financiamento dos investimentos: Não se aplica.

iii. Desinvestimentos relevantes em, andamento e desinvestimentos previstos:

Não se aplica.

b. Desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor.

Não se aplica.

c. Novos produtos e serviços, indicando:

O emissor investe em Inovação Tecnológica, conforme previsto na Lei nº 11.196/95, estando alguns desses projetos em fase de pesquisa e outros na fase de desenvolvimento.

i. Descrição das pesquisas em andamento já divulgadas: Não se aplica.

ii. Montantes totais gastos pelo emissor em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou serviços

O Montante gasto com inovações tecnológicas foi de R$ 1.532 mil em 2013 e R$ 1.928 mil em 2012.

(24)

Não se aplica.

iv. Montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços:

Vide comentários no item 10.10 (c) (ii).

10.11 Comentar sobre outros fatores que influenciaram de maneira relevante o desempenho operacional e que não tenham sido identificados ou comentados nos demais itens dessa seção:

(25)

Anexo 9-1-II da IN CVM nº 481 17/12/2009 DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO

(Em unidade de reais)

1. Informar o lucro líquido do exercício

O prejuízo do exercício de 2013 foi de R$ 38.224.423,52.

2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos, incluindo dividendos antecipados e juros sobre capital próprio já declarados

A Companhia não distribuirá dividendos à título de Juros s/Capital Próprio (JSCP) em função do resultado negativo do exercício.

3. Informar o percentual do lucro líquido do exercício distribuído - Não se aplica.

4. Informar o montante de global e o valor por ação de dividendos distribuídos com base em lucro de exercícios anteriores - Não se aplica.

5. Informar, deduzidos os dividendos antecipados e juros sobre capital próprio já declarados:

a. O valor bruto de dividendo e juros sobre capital próprio, de forma segregada, por ação de cada espécie e classe - Não se aplica.

(26)

b. A forma e o prazo de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio - Não se aplica.

c. Eventual incidência de atualização e juros sobre os dividendos e juros sobre capital próprio - Não se aplica.

d. Data da declaração de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio considerada para identificação dos acionistas que terão direito ao seu recebimento - Não se aplica.

6. Caso tenha havido declaração de dividendos ou juros sobre capital próprio com base em lucros apurados em balanços semestrais ou em períodos menores

a. Informar o montante dos dividendos ou juros sobre capital próprio já declarados - Não se aplica.

b. Informar a data dos respectivos pagamentos - Não se aplica.

7. Fornecer tabela comparativa indicando os seguintes valores por ação de cada espécie e classe:

a. Lucro líquido do exercício e dos 3 (três) exercícios anteriores

ANO 2013 2012 2011

Lucro/Prej.Exerc. - 38.224.423,52 - 2.468.623,94 - 69.439.353,50 Lucro por ação - 2,65 - 0,17 - 4,82 Ação Ordinária - 16.240.706,20 - 1.048.918,31 - 29.504.781,30 Ação Preferencial - 21.983.717,32 - 1.419.705,63 - 39.934.572,20

(27)

b. Dividendo e juro sobre capital próprio distribuído nos 3 (três) exercícios anteriores

8. Havendo destinação de lucros à reserva legal

a. Identificar o montante destinado à reserva legal - Não se aplica. b. Detalhar a forma de cálculo da reserva legal - Não se aplica.

9. Caso a companhia possua ações preferenciais com direito a dividendos fixos ou mínimos

a. Descrever a forma de cálculos dos dividendos fixos ou mínimos

Os JSCP foram atribuídos como dividendos na sua forma líquida (após a retenção do Imposto de Renda) assegurando o direito de dividendos 10% maiores as ações preferenciais na forma do estatuto.

b. Informar se o lucro do exercício é suficiente para o pagamento integral dos dividendos fixos ou mínimos

Sim, conforme item 10 (a).

c. Identificar se eventual parcela não paga é cumulativa - Não se aplica.

d. Identificar o valor global dos dividendos fixos ou mínimos a serem pagos a cada classe de ações preferenciais - Não se aplica.

e. Identificar os dividendos fixos ou mínimos a serem pagos por ação preferencial de cada classe - Não se aplica.

ANO 2013 2012 2011

JSCP - - -Dividendos (complemento) - -

(28)

-10. Em relação ao dividendo obrigatório

a. Descrever a forma de cálculo prevista no estatuto

O estatuto prevê a distribuição de 35% do lucro líquido da Companhia assegurando as ações preferenciais, dividendos 10% superiores aos pagos as ações ordinárias.

b. Informar se ele está sendo pago integralmente

A distribuição líquida de JSCP e complemento de dividendos alcança a distribuição de dividendos mínimos obrigatórios obedecendo ainda todos os percentuais descritos no item 10 (a).

Os JSCP e complemento de dividendos, serão pagos até o limite mínimo obrigatório. c. Informar o montante eventualmente retido - Não se aplica.

11. Havendo retenção do dividendo obrigatório devido à situação financeira da companhia

a. Informar o montante da retenção - Não se aplica

b. Descrever, pormenorizadamente, a situação financeira da companhia, abordando, inclusive, aspectos relacionados à análise de liquidez, ao capital de giro e fluxos de caixa positivos - Não se aplica

c. Justificar a retenção dos dividendos - Não se aplica

12. Havendo destinação de resultado para reserva de contingências a. Identificar o montante destinado à reserva - Não se aplica

(29)

c. Explicar porque a perda foi considerada provável - Não se aplica d. Justificar a constituição da reserva - Não se aplica

13. Havendo destinação de resultado para reserva de lucros a realizar

a. Informar o montante destinado à reserva de lucros a realizar - Não se aplica.

b. Informar a natureza dos lucros não-realizados que deram origem à reserva - Não se aplica.

14. Havendo destinação de resultado para reservas estatutárias

a. Descrever as cláusulas estatutárias que estabelecem a reserva - Não se aplica. b. Identificar o montante destinado à reserva - Não se aplica.

c. Descrever como o montante foi calculado - Não se aplica.

15. Havendo retenção de lucros prevista em orçamento de capital a. Identificar o montante da retenção - Não se aplica.

b. Fornecer cópia do orçamento de capital - Não se aplica para 2014.

16. Havendo destinação de resultado para a reserva de incentivos fiscais a. Informar o montante destinado à reserva - Não se aplica.

(30)

Item V Art. 9 º da IN CVM nº 481 17/12/2009

(31)

ITEM 13 DA IN CVM Nº 480 DE 07/12/2009

13.1. Descrever a política ou prática de remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração, abordando os seguintes aspectos:

a. Objetivos da política ou prática de remuneração:

Conselho de Administração: Remuneração mensal e em valor fixo, definida pelo próprio conselho em atenção aos limites estipulados pela AGO/E e percentual variável vinculado ao resultado.

Conselho Consultivo: A remuneração é mensal e em valor fixo, definida pelo próprio conselho em atenção aos limites estipulados pela AGO/E.

Diretores: Remuneração mensal e em valor fixo, definida pelo Conselho de Administração, em atenção aos limites estipulados pela AGO/E, e percentual variável vinculado ao resultado.

Conselho Fiscal: A Companhia não possui Conselho Fiscal instalado.

b. Composição da remuneração, indicando:

i. Descrição dos elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles;

Conselho de Administração: Honorários mensais fixos na forma de salário e percentual variável vinculado ao resultado.

Conselho Consultivo: Honorários mensais fixos na forma de salário.

Diretores: Honorários mensais fixos na forma de salário e percentual variável vinculado ao resultado.

(32)

ii. Qual a proporção de cada elemento na remuneração total:

No ano base 2013, a remuneração média da Diretoria foi composta de 100% de remuneração mensal fixa e 0,00% na forma de remuneração variável vinculada ao resultado.

iii. Metodologia de cálculo e de reajuste de cada um dos elementos da remuneração:

A remuneração fixa dos administradores observa as práticas mercadológicas auferidas através de pesquisas direcionadas, conjugadas com os percentuais estipulados pela categoria de classe e os limites estipulados pela Assembleia Geral Ordinária.

A remuneração variável, peculiar à Diretoria e ao Conselho de Administração, vincula-se exclusivamente aos limites estatutários e contratuais, sem previsão de reajuste.

iv. Razões que justificam a composição da remuneração:

Conselho de Administração: A forma de remuneração definida deve refletir às práticas de mercado aplicáveis para esse nível de executivos.

Conselho Consultivo: A forma de remuneração definida deve refletir às práticas de mercado aplicáveis para esse nível de executivos.

Diretores: Os componentes fixos devem seguir práticas de mercado aplicáveis para esse nível de executivos e os componentes variáveis são fixados com a finalidade de alinhar ação estratégica e resultados pretendidos.

c. principais indicadores de desempenho que são levados em consideração na determinação de cada elemento da remuneração:

Conselho de Administração: Não há indicadores de desempenho que são levados em consideração nos elementos da remuneração.

(33)

Conselho Consultivo: Não há indicadores de desempenho que são levados em consideração nos elementos da remuneração.

Diretores: Não há indicadores de desempenho que são levados em consideração nos elementos da remuneração.

d. como a remuneração é estruturada para refletir a evolução dos indicadores de desempenho:

Conselho de Administração: Não há indicadores de desempenho para este órgão. Conselho Consultivo: Não há indicadores de desempenho para este órgão.

Diretores: Não há indicadores de desempenho para este órgão.

e. como a política ou prática de remuneração se alinha aos interesses do emissor de curto, médio e longo prazo

Conselho de Administração: Não há política ou prática de remuneração para este órgão.

Conselho Consultivo: Não há política ou prática de remuneração para este órgão. Diretores: Não há política ou prática de remuneração para este órgão.

f. existência de remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos

Conselho de Administração: Não há remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos.

Conselho Consultivo: Não há remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos.

Diretores: Não há remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos.

(34)

g. existência de qualquer remuneração ou benefício vinculado à ocorrência de determinado evento societário, tal como a alienação do controle societário do emissor:

Conselho de Administração: Não há existência ou benefício vinculado à ocorrência de evento societário, tal como alienação do controle societário do emissor.

Conselho Consultivo: Não há existência ou benefício vinculado à ocorrência de evento societário, tal como alienação do controle societário do emissor.

Diretores: Não há existência ou benefício vinculado à ocorrência de evento societário, tal como alienação do controle societário do emissor.

13.2. Em relação à remuneração reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:

(35)

13.3. Em relação à remuneração variável dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:

Conselho Consultivo

Ano 2011 2012 2013

Membros/ano 3 3 3

Salário 243.117 257.340 393.295

Plano de Saúde 38.059 29.704 31.718

Rem. Variável – Prestação de Avais 11.913 140.411 275.275 Remuneração/ano 293.089 427.455 700.288 Conselho de Administração Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 6 6 6 Salário 1.171.908 1.256.462 1.707.346 Plano de Saúde 57.089 44.556 48.135

Rem. Variável – Participação nos Resultados ND ND ND Rem. Variável – Prestação de Avais 11.913 140.411 275.275 Remuneração/ano 1.240.910 1.441.429 2.030.757 Diretoria Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 4 4 3 Salário 1.488.668 1.527.886 2.075.977 Plano de Saúde 68.698 48.529 99.463

Rem. Variável – Outros ND ND ND

Rem. Variável – Participação nos Resultados 562.388 ND ND Remuneração/ano 2.119.754 1.576.415 2.175.439 Conselho Fiscal Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 4 - -Salário 44.228 - -Remuneração/ano 44.228 -

(36)

-13.4. Em relação ao plano de remuneração baseado em ações do Conselho de Administração e da Diretoria Estatutária, em vigor no último exercício social e previsto para o exercício social corrente, descrever:

Não se aplica.

13.5. Informar a quantidade de ações ou cotas direta ou indiretamente detidas, no Brasil ou no exterior, e outros valores mobiliários conversíveis em ações ou cotas, emitidos pelo emissor, seus controladores direitos ou indiretos, sociedades controladas ou sob controle comum, por membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, na data de encerramento do último exercício social:

Não se aplica.

Conselho de Administração

Ano 2011 2012 2013

Participação nos Resultados Máxima - - -Participação nos Resultados Mínima - - -Reconhecida - -

-Diretoria

Ano 2011 2012 2013

Participação nos Resultados Máxima * - - -Participação nos Resultados Mínima - - -Reconhecida - -

-* 10% do Resultado Líquido do Exercício

Conselho Consultivo: Não se Aplica. Conselho Fiscal: Não se aplica.

(37)

13.6. Remuneração baseada em ações reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária:

Não se aplica.

13.7. Em relação às opções em aberto do conselho de administração e da diretoria estatutária ao final do último exercício social, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:

Não se aplica.

13.8. Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3 últimos exercícios sociais:

Não se aplica.

13.9. Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8, tal como a explicação do método de precificação do valor das ações e das opções:

Não se aplica.

13.10. Em relação aos planos de previdência em vigor conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários, fornecer as seguintes informações em forma de tabela:

(38)

13.11. Em forma de tabela, indicar, para os 3 últimos exercícios sociais, em relação ao conselho de administração, à diretoria estatutária e ao conselho fiscal:

13.12. Arranjos contratuais, apólices de seguro ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de

Conselho Consultivo Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 3 3 3 Menor Remuneração 7.835 7.835 9.038 Maior Remuneração 147.641 159.157 170.298 Remuneração/Ano 293.089 427.455 700.288 Remuneração Média 81.039 33.146 58.357 Conselho de Administração Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 6 6 6 Menor Remuneração 6.360 6.360 7.337 Maior Remuneração 41.373 44.600 30.000 Remuneração/ano 1.240.910 1.441.429 2.030.757 Remuneração Média 195.318 116.406 169.230 Conselho Fiscal Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 3 0 0 Menor Remuneração 3.685 0 0 Maior Remuneração 3.685 0 0 Remuneração/ano 44.228 0 0 Remuneração Média 14.740 0 0 Diretoria Ano 2011 2012 2013 Membros/ano 4 4 3 Menor Remuneração 27.354 27.354 30.000 Maior Remuneração 55.535 59.866 64.057 Remuneração/ano 2.119.754 1.576.415 2.175.439 Remuneração Média 248.111 127.323 181.287

(39)

destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando quais as conseqüências financeiras para o emissor:

Não se aplica.

13.13. Percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado do emissor referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos, conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto:

13.14. Valores reconhecidos no resultado do emissor como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, por qualquer razão que não a função que ocupam, como por exemplo, comissões e serviços de consultoria ou assessoria prestada:

Conselho Consultivo

Ano 2011 2012 2013

Remuneração/ano 293.089 427.455 700.288 Remuneração - Partes Relacionadas/ano 293.089 427.455 700.288 Percentual - Partes Relacionadas 100% 100% 100%

Conselho de Administração

Ano 2011 2012 2013

Remuneração total/ano 1.240.910 1.441.429 2.030.757 Rem. - Partes Relacionadas/ano 942.948 1.005.169 1.296.000 Percentual - Partes Relacionadas 80,50% 80,50% 63,82%

(40)

13.15. Valores reconhecidos no resultado dos controladores, diretos ou indiretos, de sociedade sob controle comum e de controladas do emissor, como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal do emissor, agrupados por órgão, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais indivíduos:

Conselho Consultivo

Ano 2011 2012 2013

Rem. Variável – Prestação de Avais 11.913 140.411 275.275 Remuneração/ano 11.913 140.411 275.275

Conselho de Administração

Ano 2011 2012 2013

Rem. Variável – Prestação de Avais 11.913 140.411 275.275 Remuneração total/ano 11.913 140.411 275.275

Conselho Fiscal

Não se aplica

Diretoria

(41)

13.16. Fornecer outras informação que o emissor julgue relevantes:

Não se aplica.

Conselho de Administração

Ano 2011 2012 2013

Salário / Pró-labore / Ano 1.171.908 1.256.462 1.707.346 Rem. Variável/ Participação nos resultados ND ND ND

Diretoria

Ano 2011 2012 2013

Salário / Pró-labore / Ano 1.488.668 1.527.886 2.075.977 Rem. Variável/ Participação nos resultados 562.388 ND ND

Conselho Consultivo

Não se aplica

Conselho Fiscal

(42)

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS.

Aos Conselheiros e Diretores da Karsten S.A.

Blumenau – SC

Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Karsten S.A.

(“Companhia”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido (passivo a descoberto) e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.

Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras

A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Responsabilidade dos auditores independentes

Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.

Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui,

(43)

também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.

Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais

Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Karsten S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas

Em nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Karsten S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards

Board – IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Ênfase

Conforme descrito na nota explicativa 2.a, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Karsten S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.

Outros assuntos

(44)

Examinamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.

Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior

Os valores correspondentes, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 1º de abril de 2013, que não conteve nenhuma modificação.

Joinville, 20 de março de 2014

KPMG Auditores Independentes CRC SC-000071/F-8

Marcelo Lima Tonini

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