Fevereiro 2006 FINANCIAL SERVICES
SETOR DE APOIO REGULAMENTAR (SAR)
Regulatory Practice News
kpmg
BACEN
Poupança
Res. 3347, de 08.02.06 – Direcionamento dos recursos
A Resolução 3005/02 (vide RP News jun/02), e alterações posteriores,
estabelece regras para o direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança, pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).
Entre as mudanças efetuadas destacamos a alteração da fração a ser deduzida especificamente para a data de 31 de dezembro de 2005, conforme
demonstrado a seguir:
O saldo computado para o cumprimento da exigibilidade relativo aos créditos correspondentes à dívida do FCVS, inclusive os adquiridos de terceiros ou alienados, e os valores referentes aos saldos dos financiamentos negociados no âmbito do Proer, podem continuar sendo computados para efeito do cumprimento da citada exigibilidade, ajustados em cada posição pela remuneração estabelecida, da seguinte forma:
FCVS
•
pela sua totalidade até o final do mês imediatamente subseqüente ao de sua utilização ou alienação;•
pelo valor de que trata o item acima, deduzido de:Resolução 3347/06 Atual
1/36 a cada posição mensal subseqüente a partir da posição relativa ao mês de janeiro de Resolução 3177/04 Revogada 1/50 a cada posição mensal subseqüente. Resolução 3073/03 Revogada 1/100 a cada posição mensal subseqüente. Proer
•
pela sua totalidade,a partir de 1º de janeiro de 2006;O presente normativo mantém o texto do regulamento anexo à Resolução 3005 e suas alterações, revogando e consolidando todas as disposições emitidas até então.
Vigência: 10.02.06
Revogação: Resoluções 3005/02, 3073/03, 3112/03/, 3155/03, 3177/04,
3259/05, 3280/05 e 3304/05.S
Carta-Circ. 3227, de 13.02.06 – Procedimentos
Tendo em vista a consolidação do regulamento que disciplina o
direcionamento dos recursos captados pelas entidades integrantes do SBPE, tratado pela Resolução 3347 (vide comentários nesta edição), o presente normativo esclarece sobre a forma de apuração dos valores relativos ao cumprimento da exigibilidade de aplicação dos recursos captados em depósitos de poupança.
Devem ser observados os procedimentos estabelecidos por este normativo a partir da posição relativa ao mês de janeiro de 2006.
Vigência: não menciona.
Revogação: Cartas-Circulares 3202/05 e 3208/05.S
Instrução e Exame de
Processos
Circ. 3311, de 02.02.06 – Altera procedimentos
A Circular 3172/02 (vide RP News dez/02) alterada pela Circular 3218 (vide RP News jan/04), estabelece procedimentos referentes ao exercício de cargos em órgãos estatutários de instituições financeiras e demais autorizadas a
funcionar pelo Bacen.
O presente normativo altera o art. 1º e o Anexo I, bem como inclui o Anexo V à Circular 3172/02. Destacamos a seguir as principais mudanças.
Os processos de eleição ou nomeação para o exercício de cargos em órgãos estatutários devem ser instruídos mediante requerimento acompanhado da seguinte documentação, além daquelas previamente requeridas:
Currículo do eleito ou nomeado, dispensável quando se tratar de:
¬
membro estatutário ou contratual com mandato em vigor na instituição ou em outra integrante do conglomerado financeiro;¬
conselheiro fiscal;¬
conselheiro consultivo;¬
liquidante de instituição submetida a regime de liquidação ordinária.Deve ser elaborado conforme o anexo V, modelos 1 ou 2, e subscrito por administradores cuja representatividade seja reconhecida pelo estatuto ou contrato social da instituição.
Instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Bacen, exceto cooperativas de crédito
A Circular 3201/03 (vide RP News ago/03) dispõe sobre procedimentos a serem observados pelas cooperativas de crédito para instrução de processos.
Em linha com a alteração promovida na Circular 3172, o presente normativo altera o art. 9º e o Anexo VI, bem como inclui o Anexo VII à Circular 3201/03. Destacamos a seguir as principais alterações.
Na eleição de membros de cargos estatutários, deve ser apresentado, além dos documentos previamente definidos, o requerimento formalizando o pedido para a autorização pretendida, subscrita pelos organizadores do projeto ou administradores eleitos, no caso de sociedades em constituição, ou por administradores cuja representatividade seja reconhecida pelo estatuto da instituição em funcionamento.
No Anexo VI - Documentos e Informações Necessários à Instrução de Processo:
o ítem 23 - currículo dos eleitos, fica dispensado quando se tratar de eleição de diretor ou conselheiro de administração com mandato em vigor na cooperativa, de conselheiro fiscal ou de liquidante de cooperativa submetida a regime de liquidação ordinária.
Cooperativas de Crédito
Incluído o Anexo VII - Modelo de requerimento de aprovação de eleição em cooperativa de crédito. Vigência: 03.02.06 Revogação: não há.S
Operações
Compromissadas
Circ. 3312, de 02.02.06 – Inclusão de item objetoA presente Circular faculta aos bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento, sociedades de crédito,
financiamento e investimento, sociedades corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários ou à Caixa Econômica Federal, a realização de operações compromissadas tendo por objeto obrigações emitidas pela International
Finance Corporation (IFC).
Vigência: 06.02.06
Revogação: Circular 3265/04.S
Comunicado 14138, de 02.02.06 – Variação cambial
A Resolução 3339/06 (vide RP News jan/06) consolidou as regras existentes para a realização de operações compromissadas, vedando, entre outras deliberações, a realização de tais operações compromissadas com cláusula de reajuste de valor com base em variação cambial, exceto quando se tratar de operações de compra ou de venda a termo, previstas neste normativo, tendo por objeto títulos cujo valor nominal seja atualizado por esse parâmetro de remuneração.
Em decorrência da edição da Resolução supracitada, fica revogado o Comunicado 13424/05, que esclareceu acerca da vedação à realização das referidas operações com cláusula de reajuste cambial.
Aplicações de
Não-residentes no País
Res. 3349, de 23.02.06 – Investimentos
Fixa a data de 30.06.06 como limite para que investimentos estrangeiros no Brasil registrados no Bacen e na CVM, ao amparo do Regulamento Anexo III à Resolução 1289/87, sejam transferidos para a modalidade prevista na
Resolução 2689/00 (vide RP News jan/00).
As transferências das posições detidas pelo investidor residente, domiciliado ou com sede no exterior, devem ser efetuadas guardando-se estrita
conformidade com as contas de custódia titulada pelo investidor residente, domiciliado ou com sede no exterior, e podem ser efetuadas sem necessidade de contratação de câmbio.
Vigência: 24.02.06
Revogação: a partir de 30.06.06 o Regulamento Anexo III à Resolução 1289/87,
passando a base regulamentar e as citações à referida norma, constantes de normativos editados pelo Bacen, a ter como referência esta Resolução.S
Mercado de Câmbio
Circ. 3313, de 02.02.06 – Declaração de bens e valores detidos no exterior
Estabelece que as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País, devem informar ao Bacen os valores de qualquer natureza, os ativos em moeda e os bens e direitos detidos fora do território nacional, na data-base de 31.12.05.
9 horas do dia 13.03.06 20 horas do dia 31.05.06
As informações solicitadas, podem ser agrupadas quando forem coincidentes o país, a moeda, o tipo e a caraterística do ativo, relacionadas às seguintes modalidades:
depósito no exterior;
empréstimo em moeda;
financiamento;
leasing e arrendamento financeiro;
investimento direto;
investimento em portfólio;
aplicação em derivativos financeiros; e
outros investimentos, incluindo imóveis e outros bens. As informações devem ser enviadas no período compreendido entre:e
Prazo
Os detentores de ativos totais, em 31.12.05, cujos valores somados totalizem montante inferior a US$ 100 mil, ou seu equivalente em outras moedas, estão dispensados de prestar a declaração de que trata esse normativo.
Dispensa
Vigência: 06.02.06 Revogação: não há.S
Circ. 3315, de 17.02.06 – Países com disposições cambiais especiais
Altera a seção 2 do capítulo 16 do título 1 do RMCCI, de forma a contemplar todas as disposições referentes a informações relativas a fundos, a outros ativos financeiros ou a recursos econômicos pertencentes ou controlados, direta ou indiretamente, por pessoas ou entidades listadas em conformidade com o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU).
Eliminar, em conseqüência, as seções 5 e 6 do referido capítulo.
Vigência: 21.02.06 Revogação: não há.S
TVM
Carta-Circ. 3225, de 09.02.06 – Troca e empréstimo de títulos
A Resolução 3197/04 (vide RP News mai/04) facultou às instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Bacen tomar títulos por empréstimo, bem como trocar e emprestar títulos integrantes de suas respectivas carteiras, devendo essas instituições designar diretor responsável pela realização de tais operações.
O presente normativo esclarece que somente é obrigatória a indicação de diretor, na hipótese de realização das referidas operações.
Vigência: não menciona. Revogação: não há.S
Sisorf
Comunicado 14150, de 06.02.06 – Institui Manual de Organização do Sistema Financeiro
Com o propósito de fornecer meio de consulta às informações sobre os aspectos legais, regulamentares e operacionais envolvidos, bem como às rotinas e aos procedimentos de trabalho da área de organização do sistema financeiro, fica instituído o Manual de Organização do Sistema Financeiro (Sisorf).
A edição do Sisorf ocorrerá de forma gradual, em capítulos segmentados de acordo com os assuntos sujeitos à aprovação do Bacen, os quais substituirão,
Deve ser informado ao Bacen, ainda:
¬
As aplicações em Brazilian Depositary Receipts (BDR) devem ser prestadas pelas instituições depositárias, de forma totalizada por programa;¬
Os Fundos de Dívida Externa, por meio de seus administradores, devem informar o total de suas aplicações, discriminando tipo e características.Informações
Os responsáveis pela prestação de informações devem manter, pelo prazo de 5 anos, contados a partir da data-base da declaração, a documentação comprobatória das informações prestadas para apresentação ao Bacen, quando solicitada.
Cooperativas de
Crédito
Circ. 3314, de 02.02.06 – Capital A Circular 2387/93 dispôs sobre a modificação no capital social, a constituição do fundo de reserva, a destinação das sobras e a compensação das perdas das cooperativas de crédito.
O presente normativo mantém o texto da Circular supracitada trazendo as seguintes alterações:
Redação anterior Circular 2387
Art. 3º As sobras líquidas apuradas ao final de cada semestre, após a dedução das parcelas relativas à formação dos fundos obrigatórios, devem ser destinadas, conforme deliberação da Assembléia Geral:
•
à constituição de reservas;•
ao rateio entre os cooperados;•
à manutenção em Sobras ou Perdas Acumuladas.Redação atual Circular 3314
Art. 3º As sobras líquidas apuradas ao final de cada semestre, serão
transferidas para o título Sobras ou Perdas Acumuladas, cujo saldo, ao final de cada exercício social, se credor, será destinado, conforme
deliberação da Assembléia Geral:
•
ao Fundo de AssistênciaTécnica, Educacional e Social (Fates);
•
à constituição de reservas;•
ao rateio entre os cooperados;•
à manutenção em Sobras ou Perdas Acumuladas.Vigência: 06.02.06
Revogação: Circular 2387/93.S
Art. 4º As perdas das cooperativas de crédito verificadas ao final de cada semestre, conforme deliberação da Assembléia Geral, devem ser: I - absorvidas com a utilização de recursos provenientes do saldo existente:
•
no título Reserva Legal;•
no título Sobras ou PerdasAcumuladas, quando credor;
•
nos demais títulos do desdobramento de subgrupo Reservas de Lucros;II - rateadas entre os cooperados, conforme o disposto no estatuto, quando insuficientes previstos anteriormente.
Art. 4º As perdas apuradas ao final de cada semestre, serão transferidas para
o título Sobras ou Perdas
Acumuladas, cujo saldo, ao final de cada exercício social, se devedor,
deve ser, conforme deliberação da Assembléia Geral, devem ser: I - absorvido com a utilização de recursos provenientes do saldo existente:
•
no título Reserva Legal;•
nos demais títulos do desdobramento de subgrupo Reservas de Lucros;II - rateadas entre os cooperados, quando insuficientes previstos anteriormente.
Carta-Circ. 3224, de 03.02.06 – Base de Cálculo do Fates
Esclarece que deve ser registrado no Cosif, na forma que especifica, por ocasião do balanço: Carta-Circular 2365/93 Revogada No encerramento do semestre Carta-Circular 3224/06 Atual
No encerramento do exercício social O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates), constituído de 5%, no mínimo, das sobras líquidas apuradas:
a débito - 6.1.7.10.00-9 Sobras ou Perdas Acumuladas
a crédito - 4.9.3.20.00-2 Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social
Vigência: não menciona.
Revogação: Carta-Circular 2365/93.S
Resolução 3346, de 08.02.06 – Procapcred
Institui e regulamenta o Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred), com o objetivo de promover o fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito.
¨
O Procapcred será desenvolvido por meio da concessão definanciamentos diretamente aos cooperados, para aquisição de cotas-partes de cooperativas singulares de crédito com mais de um ano de atividade.
¨
Podem ser beneficiários do Procapcred cooperados pessoas físicas dedicadas a atividades produtivas de caráter autônomo, tais como os produtores rurais, pescadores, empresários, prestadores de serviço autônomos e microempreendedores, bem como cooperados pessoas jurídicas dedicadas a atividades de produção rural, pesqueira ou industrial, comércio ou serviços.Vigência: 10.02.06 Revogação: não há.S
Administradoras de
Consórcio
Carta-Circ. 3226, de 09.02.06 – Comparação de demonstrações contábeisA Carta-Circular 2496/94, esclarece acerca dos procedimentos para publicação de demonstrações contábeis pelas administradoras de consórcio. Entre suas deliberações informa que as demonstrações contábeis devem ser
comparativas.
O presente normativo dispensa a comparação do exercício de 2005 e do primeiro semestre de 2006 com período anterior na publicação das seguintes demonstrações contábeis relativas aos grupos de consórcio:
•
Demonstração dos Recursos de Consórcio (DRC), documento 3;•
Demonstração das Variações das Disponibilidades de Grupos (DVDG), documento 7.CVM
Cias Abertas
Ofício-Circular/CVM/SNC/SEP 01/ 2006, de 22.02.06 – Elaboração de informações contábeis
Divulga problemas centrais observados na aplicação das normas emitidas pela CVM e fornece orientação mais detalhada sobre a aplicação dessas mesmas normas. Alerta, ainda, o mercado sobre desvios verificados pela CVM. Destacamos a seguir os itens que foram incluídos e alterados no Ofício, ora emitido, em relação a 2005.
•
item 1.1 - apresentação do pronunciamento Ibracon nº 27 aprovado pela Deliberação nº 488 sobre “Apresentação e Divulgação deDemonstrações Contábeis” e a referência à Deliberação CVM nº 496/06 que prorroga a sua entrada em vigor;
•
item 1.9 - comentários sobre a norma americana que trata da divulgação das medições não contábeis (non-GAAP financial measures) e a proposta de aperfeiçoamento na orientação às companhias abertas brasileiras;•
item 5 - mudança no texto que trata de “Lucro Líquido ou Prejuízo do Período, Erros Fundamentais e Alterações das Políticas Contábeis” para adequação à norma do Ibracon em fase de aprovação;•
item 9 – a inclusão do item 9.2 sobre a norma americana SFAS 131, que trata do conceito de “visão gerencial” nas informações por segmento;•
item 18.3 que melhora o texto sobre capitalização de juros e inclui um exemplo;•
item 20.2 que aperfeiçoa o texto sobre os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), em especial sobre os elementos que devem ser considerados na caracterização do FIDC como um EPE;•
23.1 sobre Provisão para Paradas Programadas, que inclui o texto da Interpretação Técnica nº 01/2006 e a orientação sobre a divulgação em nota explicativa;•
item 23 sobre Provisões, Passivos e Ativos contingentes para o alinhamento com a NPC nº 22 aprovada pela Deliberação CVM nº 489 e incluir considerações sobre a aplicabilidade do exemplo “4a” que trata da obrigatoriedade de contabilizar uma obrigação legal;•
item 24.2 sobre o “Porque as Marcas Corporativas não devem ser contabilizadas”;•
item 24.3 que comenta sobre a posição da CVM em relação à contabilização dos gastos com colocação de ações nas operações de subscrição (underwriting);•
item 27 que transcreve a minuta da norma sobre a redução no valor recuperável de ativos em fase de término de audiência;•
item 29 que modifica algumas orientações sobre a atividade dos auditores independentes.Vigência: não menciona.
Aplicações de
Não-residentes no País
Instrução 428, de 06.02.06 – Constituição e administração de carteira de TVM
A Instrução 67/87 dispõe sobre as precondições para concessão de autorização para constituição e administração de carteira de títulos e valores mobiliários, mantidas no País por entidades residentes e domiciliadas no exterior.
O presente normativo altera e complementa a Instrução supracitada, conforme destacado a seguir:
Os recursos da entidade a serem aplicados no País deverão ser captados no exterior, mediante:
Instrução 428
Distribuição pública ou privada de ações ou cotas representativas de seu capital ou patrimônio.
Instrução 67
Distribuição pública de ações ou cotas representativas de seu capital ou patrimônio.
A entidade interessada pode ser aberta ou fechada
A entidade que mantiver, no País, carteira de valores mobiliários constituída e administrada em conformidade com o disposto no Anexo III à Resolução 1289/ 87, do CMN, poderá constituir-se sob a forma de fundo de investimento aberto ou fechado, ou sob forma equivalente, de acordo com as normas aplicáveis de seu país de origem.
Alterada a seguinte precondição para concessão de autorização:
O interessado deverá encaminhar seu projeto por meio de documento formal à CVM, que deverá estar instruído com os elementos necessários à
comprovação de atendimento das precondições estabelecidas, e indicará o prazo para a constituição da entidade, que poderá ser aberta ou fechada.
Vigência: 08.02.06
Revogação: incisos III, IV e as alíneas “a” e “b” do inciso V do art. 1º, e os
incisos I e II do art. 2º da Instrução nº 67/87.S
Deliberação 499, de 06.02.06 -Constituição e administração de carteira de TVM
A Deliberação 51/87 dispõe sobre a autorização para a constituição e administração de carteira de títulos e valores mobiliários.
Tendo em vista as alterações especificadas na Instrução 428 (vide comentários
nesta edição) a presente Deliberação determina que a entidade de
investimento coletivo deverá, entre outras coisas:
Ser constituída sob a forma de companhia de investimento, aberta ou fechada.
Vigência: 08.02.06.
Revogação: inciso II do parágrafo único do art. 1º, o inciso I do parágrafo único
do art. 2º e o art. 5º da Deliberação n° 51/87.S
Demais normativos
divulgados no
Nota: Esta Resenha procura relacionar e destacar pontos dos principais normativos aplicáveis às IFs divulgados no período. Não elimina, assim, a necessidade da leitura integral da norma para perfeito entendimento.
Todas as informações fornecidas neste documento são de natureza genérica e não têm por finalidade abordar as circunstâncias de nenhum indivíduo específico nem de nenhuma entidade específica. Tais informações não devem servir de base para se empreender qualquer ação sem orientação profissional qualificada.
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Resolução 3342, de 03.02.06 – Reprograma parcelas de financiamentos
destinados à recuperação de áreas de pastagens cultivadas degradadas localizadas no Estado do Acre, contratados com recursos administrados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), no âmbito do Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais.
Resolução 3343, de 03.02.06 – Altera condições estabelecidas para
financiamentos de custeio de soja e dispõe sobre a comercialização de café, safra 2004/2005.
Resolução 3344, de 03.02.06 – Fixa fator de ponderação incidente sobre o
saldo das operações do Banco do Brasil S.A., com recursos captados em depósitos de poupança rural (MCR 6-4), para efeito de cumprimento da exigibilidade.
Resolução 3345, de 03.02.06 – Reprograma o pagamento das dívidas de
financiamentos ao amparo do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira Baiana.
Resolução 3348, de 23.02.06 – Autoriza o enquadramento de operações de
custeio de lavouras irrigadas no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).
Resolução 3350, de 23.02.06 – Dispõe sobre ajustes nas normas de
financiamentos ao amparo de recursos controlados do crédito rural.
Resolução 3351, de 24.02.06 – Altera o Regulamento do Programa Nacional
de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Resolução 3352, de 24.02.06 – Institui o Programa de Integração da lavoura/
Pecuária (Prolapec).
Comunicado 14134, de 01.02.06 - Esclarece sobre o disposto no art. 1°, § 1°,
da Resolução 3.336, de 2005, que dispõe sobre concessão de prazo para pagamento das dívidas de operações contratadas ao amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e sobre ajustes na Linha de Crédito Pronaf Cotas-Partes.
Comunicado 14169, de 10.02.06 – Comunica a publicação de nova versão do
Dicionário de Domínios e a alteração da relação de mensagens associadas às grades de horários do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).S