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MANUAL DE
INTEGRIDADE E BOAS
PRÁTICAS ELEITORAIS
Eleições 2018
Campanha para Deputado Federal – Estado de Mato Grosso
Marco Aurélio Marrafon
3 SUMÁRIO Mensagem do Candidato 1. Apresentação 2. Noções Gerais 3. Diretrizes 3.1. Ética 3.2. Transparência 3.3. Legalidade 4. Mitigação de Riscos
4.1. Relacionamento com Eleitores
4.2. Relacionamento com Autoridades Públicas e Justiça Eleitoral 4.3. Relacionamento com Fornecedores e Prestadores de Serviços 4.4. Doações Eleitorais 4.5. Propaganda Eleitoral 4.6. Mídias Digitais Anexo A Anexo B Anexo C
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MENSAGEM DO CANDIDATO MARCO MARRAFON
A democracia política é condição indispensável para proporcionar governo, oferecer legitimação, produzir representação e gerar participação política. Por isso, acredito que se deve incentivar e conduzir um ambiente eleitoral resguardado pela integridade e pela estrita observância da legislação e das boas práticas.
Diante disso, visando contribuir com esse ambiente eleitoral de retidão, elaboramos este Manual de Integridade e Boas Práticas Eleitorais, considerando, não apenas a legislação eleitoral em vigor, mas também uma conduta de nossos integrantes, baseada na ética, transparência e legalidade.
Meu compromisso com o eleitor, acerca de uma conduta ética e do desenvolvimento de um trabalho benéfico à sociedade, começa desde a campanha.
5 1. APRESENTAÇÃO
Integridade, normalmente, é definida como a qualidade daquele que se comporta de maneira correta, honesta e contrária à corrupção e às irregularidades. A integridade traz credibilidade, pois demonstra uma conduta correta, respaldada por valores e princípios éticos.
Praticar a integridade em uma campanha eleitoral é respeitar os eleitores e os demais candidatos, agir em conformidade com o que a lei permite e/ou determina, não cometer infrações e evitar que elas aconteçam, criar um ambiente eleitoral em que o comportamento correto é incentivado, atuando dentro da legalidade.
Assim, é fato que a boa intenção e a honestidade do candidato são indispensáveis para garantir a integridade de sua disputa eleitoral, mas, sozinho, não são suficientes. Para que a integridade seja garantida, é recomendável a adoção de valores, regras, mecanismos e procedimentos para orientar a atuação de todos os integrantes de sua campanha eleitoral, tanto internamente, quanto na relação com os eleitores, com as autoridades públicas e com a mídia, com o objetivo de prevenir a ocorrência de desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos.
Esse conjunto de medidas, adotado pelo candidato Marco Marrafon, com a intenção de primar por uma campanha eleitoral em conformidade com as leis e com as melhores práticas é que originaram este Manual de Integridade e Boas Práticas Eleitorais.
Ele é aplicável a todas as ações relacionadas à campanha a Deputado Federal de Marco Marrafon pelo Estado de Mato Grosso (“Campanha”), bem como a todos aqueles que estejam, direta ou indiretamente, nela envolvidos, independente do vínculo.
A elaboração deste Manual está em conformidade com a legislação nacional, sobretudo com a Lei 4.737/1965 (Código Eleitoral), Lei 9.504/1997 (Lei das Eleições), Lei 13.165/2015 e Lei 12.846/2013 (Lei Anticorrupção).
2. NOÇÕES GERAIS
A campanha eleitoral é um período de suma importância para a democracia, pois, nela, o candidato tem a oportunidade de apresentar suas ideias e seus projetos aos eleitores, os quais, então, poderão
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decidir seu voto, de forma livre. E é justamente para garantir a liberdade de escolha do cidadão que existem inúmeras normas e regras a serem seguidas pelos candidatos.
Dessa forma, neste Manual de Integridade e Boas Práticas Eleitorais estão listadas as principais condutas vedadas, bem como aquelas que são esperadas dos integrantes da campanha. Há também uma série de informações sobre como deve ser o relacionamento com os eleitores, com os agentes públicos, com o Poder Judiciário, com os demais candidatos, além das orientações sobre como utilizar as redes sociais, a propaganda eleitoral, os dados de terceiros, dentre outros, além de um Canal de Denúncias para a comunicação de qualquer irregularidade ocorrida durante a campanha eleitoral.
O objetivo é que o compromisso do candidato Marco Marrafon com uma Administração Pública mais ética, transparente e condizente com a legalidade comece desde agora, em sua campanha eleitoral.
3. DIRETRIZES
Eleições legítimas pressupõem ampla participação popular, respeito à lei e à configuração legal justa. Este Programa de Integridade e Boas Práticas Eleitorais, buscando garantir uma campanha eleitoral legítima, permeada pelas boas práticas e pela estrita observância à legislação, pauta-se, sobretudo, em três diretrizes, quais sejam, ética, transparência e legalidade.
3.1. Ética
A ética é um componente essencial para a integridade eleitoral porque o sentimento de moralidade que pauta as ações individuais também impera nas esferas coletivas, especialmente na política. E, além de compatível com as leis e normas, o valor de cada ato será aferido pelos balizamentos éticos. A ética é importante porque diz respeito à conduta do ser humano, não apenas em relação a si mesmo, mas também em relação aos seres com os quais interage e ao próprio ambiente que os rodeia.
Por isso, vale observar que a ética é algo a ser exigido dos atores políticos – partidos e candidatos –, mas, também, dos eleitores, que não podem, por exemplo, vender o voto; dos órgãos de imprensa, que devem informar com responsabilidade e isenção, além de abdicar de confundir ou manipular a
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opinião pública; do Poder Judiciário, que deve aplicar a lei indistintamente e manter os necessários afastamento e isenção.
3.2. Transparência
Na democracia, a transparência é a regra. Por isso, ela deve orientar a realização de uma campanha eleitoral, pois o respeito a ela é essencial para a credibilidade dos eleitores e para garantir a integridade das eleições, isto é, para assegurar que a vontade dos cidadãos eleitores encontre-se realmente refletida nos resultados eleitorais. Todos os temas que envolvem a campanha devem ser acessíveis e ter ampla transparência, no que se refere aos dados, recursos financeiros, prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgação de notícias, gastos de campanha, formas de arrecadação, propaganda eleitoral, de rua e na internet, pesquisas eleitorais, dentre outros.
3.3. Legalidade
A legalidade remete a aspectos de conformidade com o ordenamento jurídico, isto é, com a conformidade dos atos da campanha eleitoral à legislação. Dessa forma, deve-se observar a legislação e incentivar o seu cumprimento; divulgar, entre as pessoas engajadas na campanha eleitoral, as regras inerentes a elas, sobretudo no que se refere às ações permitidas e proibidas.
4. MITIGAÇÃO DE RISCOS
Para a aplicação prática e efetiva deste Manual de Integridade e Boas Práticas Eleitorais foi realizada uma verificação acerca dos principais riscos em uma campanha eleitoral, as quais demandam maior atenção, quais sejam: (i) relacionamento com eleitores; (ii) relacionamento com autoridades públicas; (iii) relacionamento com a Justiça Eleitoral; (iv) relacionamento com fornecedores e prestadores de serviços; (v) doações eleitorais; (vi) propaganda eleitoral; e (vii) mídias digitais.
4.1. Relacionamento com os Eleitores
No relacionamento com os eleitores, deve-se considerar a importância de informá-los sobre as propostas do candidato, seus trabalhos e serviços já prestados à sociedades, as regras das eleições, bem como primar por um tratamento sempre cordial.
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Importante observar que as condutas abaixo são absolutamente vedadas:
(i) oferecer, prometer, ceder qualquer tipo de bem, valor ou vantagem ao eleitor com a finalidade de obter seu voto ou apoio;
(ii) utilizar da violência, de qualquer espécie;
(iii) propagar o preconceito de qualquer ordem ou natureza.
4.2. Relacionamento com Autoridades Públicas e com a Justiça Eleitoral
Ao se relacionar com quaisquer autoridades/agentes públicos e com integrantes da Justiça Eleitoral (juízes, promotores, servidores, mesários, presidentes de mesa, entre outros), os integrantes da Campanha devem manter um relacionamento absolutamente transparente e republicano. Além disso, são absolutamente vedadas a qualquer agente, integrante, colaborador ou simpatizante da Campanha as seguintes condutas em seu relacionamento com agentes e entidades públicas:
(i) oferecimento, promessa ou cessão de qualquer tipo de vantagem, presente, gratificação ou prêmio a agentes públicos ou terceiros a eles relacionados;
(ii) financiar, custear, patrocinar ou subvencionar a prática de qualquer ato ilícito pela administração direta ou indireta, de qualquer esfera administrativa;
(iii) utilizar-se de bens, serviços ou recursos de qualquer ente da administração em benefício ilícito da campanha.
Neste Manual, deve-se compreender como agente público todo aquele que exerce função pública, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, incluindo os mesários e presidentes de sessão. 4.3. Relacionamento com Fornecedores e Prestadores de Serviços
Nos últimos anos, houve um incremento significativo nos gastos de campanha e, a cada eleição, há a contratação de um contingente cada vez maior de pessoas físicas e jurídicas pelos partidos políticos e candidatos no período em que antecede as eleições.
Por isso, na contratação de fornecedores e prestadores de serviços para a Campanha, é sempre realizada uma due diligence previamente à contratação de qualquer pessoa física ou jurídica, seja nos contratos, seja nas notas fiscais, incluindo aqueles que realizam um trabalho voluntário.
9 4.4. Doações Eleitorais
Atualmente, admite-se somente a doação por pessoas físicas, o que requer algumas cautelas na verificação da origem dos recursos destinados a uma campanha. Diante disso, na Campanha, somente serão recebidas as doações de pessoas físicas que atenderem os requisitos abaixo:
(i) em caso de transação bancária, o CPF do doador deve estar identificado; e
(ii) a doação ou cessão temporária de bens e/ou serviços estimáveis em dinheiro deve ser realizada mediante a demonstração de que o doador é proprietário do bem ou é o responsável direto pela prestação de serviços (decorrente da prestação pessoal dos serviços doados ou cedidos).
As doações financeiras recebidas em desacordo com as disposições acima não serão utilizadas na Campanha e serão, na hipótese de identificação do doador, a ele restituídas ou, se isso não for possível, recolhidas ao Tesouro Nacional.
As doações de recursos para candidatos a deputados estaduais serão devidamente registradas pela Campanha e deverão ser utilizadas pelos mencionados candidatos com a estrita observância dos termos legais e das disposições contidas neste Manual.
4.5. Propaganda Eleitoral
Na veiculação de propaganda eleitoral, as seguintes condutas devem ser observadas:
(i) evitar críticas a outros partidos políticos, seus líderes e candidatos sem vinculação com suas atividades públicas, baseadas em meras alegações e/ou com distorção dos fatos;
(ii) respeitar o direito de terceiros de manter suas próprias opiniões;
(iii) não criticar a vida privada de outros líderes partidários ou candidatos, nem utilizar, em qualquer meio, expressões ofensivas e discriminatórias;
(iv) observar e respeitar a legislação sobre propaganda eleitoral e o acesso aos meios de comunicação (imprensa, televisão, rádio, entre outros);
(v) não oferecer promessa ou solicitação de dinheiro, rifa, sorteio ou vantagem ilícita com a intenção de obter o voto ou apoio do eleitor.
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Nos últimos dez anos, as novas mídias e tecnologias de informação passaram a constituir um elemento central das campanhas eleitorais, sendo utilizadas para a promoção dos candidatos, para o engajamento dos eleitores, para o levantamento de fundos e para recrutar voluntários.
Não há dúvida, portanto, de que as mídias digitais são um aliado importante no debate público, mas deve ser utilizada de forma responsável e ética, pois, em um ambiente com volume abundante de dados e informações, amplia-se o desafio para evitar e mitigar riscos com práticas abusivas e antiéticas na rede.
É nesse contexto que a Campanha se compromete com o combate às fake news, ao uso indevido das tecnologias, das fragilidades acerca da privacidade de dados, entre outros desafios de nosso tempo. O objetivo é o de apresentar uma campanha transparente, tanto diante das ferramentas tecnológicas utilizadas, quanto da gestão das pessoas engajadas. Com este propósito, indicam-se algumas ações de transparência no campo das mídias digitais:
(i) transparência em relação às ferramentas tecnológicas utilizadas na campanha eleitoral, priorizando a utilização consciente e responsável das novas tecnologias na promoção de um debate político democrático e participativo;
(ii) divulgação do raio de abrangência da Campanha e dos dados coletados;
(iii) incentivo à confirmação de fatos e publicação de informações cuja fonte é passível de comprovação, de forma a privilegiar o debate em desestímulo à mentira e à fraude;
(iv) fomento à informação no âmbito da campanha;
(v) divulgação e compartilhamento de informações úteis para a tomada de decisão do eleitor; (vi) proteção, incentivo e respeito à liberdade de expressão, ao debate e à pluralidade de ideias; (vii) divulgação, entre as pessoas engajadas na campanha eleitoral, das regras inerentes às campanhas eleitorais, incluindo o conhecimento sobre as ações permitidas e proibidas;
(viii) desestímulo ao discurso de ódio e à polarização extremista. 5. CANAL DE DENÚNCIAS
O funcionamento básico deste Manual ocorre a partir da utilização do Canal de Denúncias, no qual poderão ser feitas as contribuições à Campanha. Assim, disponibiliza-se a todos os cidadãos interessados em colaborar com denúncias, sugestões, colaborações ou críticas, o canal de denúncias, cujo endereço eletrônico é: [email protected].
11 ANEXO A
TERMO DE RECEBIMENTO DO MANUAL DE INTEGRIDADE E BOAS PRÁTICAS ELEITORAIS
Declaro que recebi, li e compreendi o Manual de Integridade e Boas Práticas Eleitorais da Campanha para Deputado Federal do Candidato Marco Marrafon.
Estou ciente de seu conteúdo e da sua importância para o exercício de todas as atividades da Campanha. A assinatura do presente Termo, anexo ao referido Manual, é manifestação de minha livre concordância e do meu compromisso em cumpri-lo integralmente.
Local e Data
Nome
12 ANEXO B
TERMO DE COMPROMISSO PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS, FORNECEDORES E VOLUNTÁRIOS
Este Termo de Compromisso aplica-se a todos os prestadores de serviços, fornecedores e voluntários, envolvidos com a campanha eleitoral para Deputado Federal do candidato Marco Marrafon.
Os prestadores de serviços, fornecedores e voluntários, aos assinarem este Termo, garantem que desempenham suas funções em conformidade com os mais altos padrões éticos, de transparência, legalidade, em conformidade, portanto, com as leis e regulamentos vigentes, sobretudo com a legislação nacional, anticorrupção e com este Manual de Integridade e Boas Práticas Eleitorais. Os prestadores de serviços, fornecedores e voluntários, aos assinarem este Termo, deverão, no desempenho de suas atividades:
(i) agir com cortesia, respeito e comportamento não discriminatório, zelando, naquilo que lhe for cabível, por um ambiente eleitoral ético;
(iii) conduzir suas atividades com honestidade e de forma apropriada, mostrando profissionalismo e integridade;
(iv) cumprir, rigorosamente, as legislações específicas relacionadas ao seu trabalho;
(v) informar, imediatamente, à Campanha, em seu Canal de Denúncias, os assuntos e problemas que possam ser prejudiciais a ela ou que possam conter indícios de irregularidades;
(vi) tomar ciência e cumprir fielmente o disposto neste Manual e na legislação nele indicada; (vii) divulgar o conteúdo deste Manual aos seus funcionários e contratados que se relacionem com a Campanha e fazer com que eles observem e cumpram suas orientações;
(viii) não oferecer presentes, entretenimento, dinheiro ou quaisquer benefícios que possam ser interpretados como suborno a nenhum integrante da Campanha;
(ix) não utilizar esta Campanha, o que inclui o nome do candidato, seus recursos, suas instalações, equipamentos ou serviços, para praticar atos que não sejam legalmente regulares e em conformidade com este Manual;
(x) oferecer, prometer dar, solicitar ou receber qualquer forma de pagamento impróprio, vantagem indevida, suborno, propina e induzimento impróprio ou ilegal;
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(xi) prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a agente público ou a terceira pessoa a ele relacionada;
(xii) financiar, custear, patrocinar ou de qualquer modo subvencionar a prática dos atos ilícitos previstos na Lei Anticorrupção;
(xiii) utilizar-se de interposta pessoa, física ou jurídica, para ocultar ou dissimular seus reais interesses ou a identidade dos beneficiários dos atos praticados; e
(xiv) dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação.
Local e Data
Nome
14 ANEXO C
TERMO DE DOAÇÃO A CANDIDATOS A DEPUTADOS ESTADUAIS
Pelo presente Termo de Doação, a Campanha de Marco Marrafon a Deputado Federal, inscrita no CNPJ/MF nº 31.237.099/0001-73, com sede na cidade de Cuiabá, estado de Mato Grosso, na Avenida dos Lagos, nº 1, Florais dos Lagos, casa 9A, CEP 78.049-522, doravante denominada DOADORA, e _____________________________, brasileiro, candidato a Deputado Estadual pelo Partido _____________ / Coligação ____________________, inscrita no CNPJ nº
________________________, residente e domiciliado
__________________________________________, doravante denominado DONATÁRIO, declara ter recebido da DOADORA o valor de _____________, em _________________, para ser utilizado em sua campanha eleitoral.
O DONATÁRIO declara, ainda, que é integralmente responsável pela utilização da doação, bem como compromete-se a observar e respeitar a legislação mencionada neste Manual, de forma a não violar as regras eleitorais.
______________________________________________________ p. Eleição 2018 Marco Aurélio Marrafon Deputado Federal
Marco Aurélio Marrafon
_______________________________________________ [nome do donatário] Testemunhas: _________________________ _________________________ Nome: Nome: CPF: CPF: