• Nenhum resultado encontrado

Conceitos de Probabilidades

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Conceitos de Probabilidades"

Copied!
50
0
0

Texto

(1)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Conceitos de Probabilidade - Experimento Aleat´

Conceitos de Probabilidade - Experimento Aleat´orio;

orio;

Espa¸

Espa¸co

co de

de Probabil

Probabilidade;

idade; Probabi

Probabilidade

lidade Condici

Condicional

onal ee

Ind

Indep

ependˆ

endˆenci

encia.

a. T

Teore

eorema

ma de

de Bayes

Bayes

Be

Ben

n Dˆ

Dˆei

eivi

vide

de

9 de Agosto de 2018

9 de Agosto de 2018

Quando desejamos compreender algum fenˆ

Quando desejamos compreender algum fenˆomeno da natureza, tentamos estud´omeno da natureza, tentamos estud´a-lo pora-lo por meio de um processo de observa¸

meio de um processo de observa¸c˜c˜ao chamado experimenao chamado experimento. to. Para o nosso estudo, definimosPara o nosso estudo, definimos

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 11  (Experimento Aleat´  (Experimento Aleat´orio)orio)..  Tod  Todo o expexperimeerimento nto cujo cujo reresultadsultado o n˜ n˜ ao pode ser ao pode ser  previsto antes de sua execu¸

previsto antes de sua execu¸c˜ c˜ ao, ao, ´´e e chamadchamado o de de experimento experimento aleat´ aleat´ orio.orio. Podemos apresentar alguns exemplos.

Podemos apresentar alguns exemplos.

Exemplo 1.

Exemplo 1.  Lan¸  Lan¸car um dado equilibrado e observar o resultado obtido na face superior car um dado equilibrado e observar o resultado obtido na face superior  do dado.

do dado.

Exe

Exempmplo lo 2.2.  Observar o n´   Observar o n´ umeumerro o de de chachamadmadas as teltelefˆ efˆ onioniccas as que que chechegam gam a a uma uma ccententrral al  telefˆ 

telefˆ onica em um determinado intervalo de tempo.onica em um determinado intervalo de tempo.

Exemplo 3.

Exemplo 3. Para a escolha ao acaso de uma lˆ  Para a escolha ao acaso de uma lˆ ampada que acabou de sair do processo de ampada que acabou de sair do processo de   fabrica¸

 fabrica¸c˜ c˜ ao, verificar o tempo de dura¸ao, verificar o tempo de dura¸c˜ c˜ ao da lˆ ao da lˆ ampada em funcionamento.ampada em funcionamento. Por mais que n˜

Por mais que n˜ao ao seja pseja possoss´´ıvel prever o ıvel prever o resultado resultado antes de antes de sua execsua execu¸u¸c˜c˜ao, sabemos queao, sabemos que diversos resultado

diversos resultados ps possoss´´ıveis poıveis podem dem ocorrer. ocorrer. Assim, definimos,Assim, definimos,

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 22 (Espa¸ (Espa¸co amostral)co amostral).. O O conjuntconjunto o de de todos os todos os resultados possresultados poss´´ıveis ıveis de de um um expe- expe-rimento, denotado por 

rimento, denotado por  ΩΩ, , ´´e e chamadchamado o de de espa¸espa¸co amostral.co amostral. Cada resultado

Cada resultado de Ω ´de Ω ´e chamado de e chamado de ponto ou ponto ou elemento amostral. elemento amostral. Denotamos o eDenotamos o elementolemento por

por ww, e expressar, e expressar ww ∈∈ Ω,  Ω, isisto to ´´e,e, ww pertence  pertence a a Ω. Ω. Cada Cada resultaresultado do possposs´´ıveıvel l correspondecorresponde um, e somente um ponto

um, e somente um ponto ω ω ∈ ∈ Ω, e resultados distintos correspondem a pontos distintos de Ω, e resultados distintos correspondem a pontos distintos de ω

ω ∈ ∈ Ω,  Ω, isisto to ´´e,e,  ω ω  representa apenas um ´ representa apenas um ´unico resultado de Ω. Vejamos alguns exemplos.unico resultado de Ω. Vejamos alguns exemplos.

Exem

Exemplo plo 4.4. Com base nos Exemplos anteriores, temos para o Exemplo 1 temos  Com base nos Exemplos anteriores, temos para o Exemplo 1 temos  Ω Ω ==

{{11,, 22,, 33,, 44,, 55,, 66}}. Para o Exemplo 2 temos . Para o Exemplo 2 temos  Ω Ω == NN. E para o Exemplo 3, temos . E para o Exemplo 3, temos  Ω Ω == RR++..

Exem

Exemplo plo 5.5. Um experimento lan¸ Um experimento lan¸ca duas moedas honestas, e deseja-se verificar a face ca duas moedas honestas, e deseja-se verificar a face  sup

superior dessas erior dessas momoeedas. das. SabSabe-se que e-se que ccada ada momoeeda da aprapresentesenta a duas faces: duas faces: ccarara a (H) (H) e e ccororoa oa  (T). Dessa forma, o espa¸

(T). Dessa forma, o espa¸co co amostral amostral ´´e e dado dado por:por: Ω

Ω == {{((H,H, H H )),, ((H,H, T T )),, ((TT,, H H )),, ((TT,, T T ))}}.. Entretanto,

Entretanto, tamb´tamb´em em podpodemos emos ter ter um um conjunto conjunto qualquerqualquer AA, , que que cont´cont´em em parte parte do do ele- ele-mentos

(2)
(3)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 33  (Subconjunto)  (Subconjunto).. Se todo  Se todo elemento elemento do do conjunto conjunto A ´A ´e e tamb´tamb´em em elemento elemento de de  ΩΩ,, ent˜ 

ent˜ ao ao A A ´´e e definiddefinido o ccomo omo um um subsubcconjuntonjunto o de de  ΩΩ, sendo representado, sendo representado AA ⊂⊂ ΩΩ ou ou  ΩΩ ⊃⊃ AA (lˆ

(lˆe-se-se: e: A A estest´ ´ a contido em a contido em  ΩΩ ou ou  ΩΩ con cont´t´em em A)A).. Es

Essa sa dedefinfini¸i¸c˜c˜ao pode ser aplicada entre subconjuntos de Ω, como no exemplo a seguir.ao pode ser aplicada entre subconjuntos de Ω, como no exemplo a seguir.

Exemplo 6.

Exemplo 6. Sejam o conjunto Sejam o conjunto Ω Ω == { {11,, 22,, 33,, 44,, 55,, 66}}, e seus subconjuntos,, e seus subconjuntos, B

B == { {11,, 22,, 33,, 44,, 55}} e e  AA = = { {11,, 22,, 33}},, ent˜ 

ent˜ ao ao A A ´´e e um um subconjunto subconjunto de de B, B, pois, pois, os os elementoelementos s que que cont´cont´em em em em A, A, tamb´tamb´em em cont´cont´em em  em B. Assim,

em B. Assim, AA ⊂ ⊂ B B..

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 44 (Evento) (Evento).. Todo subconjunto do espa¸ Todo subconjunto do espa¸co amostral ( co amostral ( ΩΩ), representado por letras ), representado por letras  latinas em mai´ 

latinas em mai´ usculo, A, B,usculo, A, B, .. .. .., , ´´e e chamadchamado o de de evento.evento.

Exemplo 7.

Exemplo 7. Escolher ao  Escolher ao acaso um acaso um ponto no ponto no cc´´ırculo de ırculo de raio 1 raio 1 centcentrado na rado na origem. origem. Ent˜ Ent˜ aoao Ω

Ω == c c´´ırcırcululo o ununitit´ ario =ario´  = { {((x,x, yy)) ∈ ∈ RR22 :: x x22 + yy+ 22  1 1}}..

Vejamos alguns eventos para esse exemplo: Vejamos alguns eventos para esse exemplo:

A

A = = “distˆ  “distˆ ancia ancia entre o entre o ponto escolhido ponto escolhido e e a a origem origem ´´e”e” ≤≤ 1 1//22 B

B == “distˆ  “distˆ ancia ancia entre o entre o ponto escolhido ponto escolhido e e a a origem origem ´´e”e” ≥≥ 15 15 C 

C  == “1 “1a a 

Coor

Coordenada denada do do ponto escolhido ´ponto escolhido ´e e maior maior que que a a 2 2 a a 

.. Se 

Se  ωω = = ((x,x, yy))   for um resultado do experimento, ent˜   for um resultado do experimento, ent˜ aoao ωω   pertencer´   pertencer´ a a a a  AA  se, e somente   se, e somente  se,

se, xx22 ++ y y22 ≤≤ 11//44. . PertePertencncer´ er´ a ao evento C se, e somente se,a ao evento C se, e somente se, x x > > yy. . NenNenhum phum pontontoo ωω pertencer´ 

pertencer´ a a a a  BB..

¹/ ¹/ ¹¹ (a) Evento A (a) Evento A ¹ ¹ (b) Evento C (b) Evento C Figura 1:

Figura 1: Escolha dEscolha do po ponto em onto em um cum c´´ırculo unit´ırculo unit´ario.ario. Logo temos:

Logo temos:

A

A = = { {((x,x, yy)) ∈ ∈ Ω  Ω ::

 

 

xx22 ++ yy22  1 1//22}},, B

B == ∅ ∅ = = conjunto vazio conjunto vazio,, A

A = = { {((x,x, yy)) ∈ ∈ Ω  Ω :: x  x > > yy}}.. Ent˜ 

Ent˜ ao, todo experimento associado a este experimento pode ser identificado por um sub-ao, todo experimento associado a este experimento pode ser identificado por um sub-conjunto do espa¸

(4)
(5)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 55 (Evento  (Evento certocerto, im, imposposss´´ıvel e ıvel e elemeelementar)ntar).. Seja  Seja  ΩΩ o espa¸ o espa¸co amostral do experi-co amostral do experi-mento. Ent˜ 

mento. Ent˜ ao dizemos que ao dizemos que  ΩΩ ´ ´e e o o evento evento certo, certo, e e ∅∅ ´ ´e e o o evenevento to imposs´imposs´ıvelıvel, , e e o o eveneventoto {{ωω}}

´´e e ditdito o elemelementaentar.r.

Para a compreens˜

Para a compreens˜ao de algumas propriedades, a seguir definimos mais alguns tipos deao de algumas propriedades, a seguir definimos mais alguns tipos de eventos.

eventos.

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 66  (Uni˜ao de eventos)  (Uni˜ao de eventos).. Sejam A e B, dois eventos quaisquer de  Sejam A e B, dois eventos quaisquer de  ΩΩ, ent˜ , ent˜ ao ao oo conjunto de todos os elementos que est˜ 

conjunto de todos os elementos que est˜ ao ao em em A A ou ou B B ou ou em em ambambos, os, ´´e e definidefinido do cconjuntonjuntoo uni˜ 

uni˜ ao de A e B, denotado por ao de A e B, denotado por AA∪∪BB.. Dessa forma, percebemos que

Dessa forma, percebemos que A A∪∪BB ocorre se ao menos um dos eventos ocorre se ao menos um dos eventos A A ou ou B B ocorrer. ocorrer.

Exemplo 8.

Exemplo 8. Sejam os conjuntos: Sejam os conjuntos: A

A = = { {11,, 22,, 33}} e e  BB == { {33,, 44,, 55,, 66}},, ent˜ 

ent˜ aoao

A

A∪∪BB == { {11,, 22,, 33,, 44,, 55,, 66}} Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 77 (Intersec¸c˜ (Intersec¸c˜ao de eventos)ao de eventos).. Sejam A e B, dois eventos quaisquer de  Sejam A e B, dois eventos quaisquer de  ΩΩ, ent˜ , ent˜ aoao o

o conjuntconjunto o que que contcont´´em em todos os todos os elementos elementos que que est˜ est˜ ao em ao em A A e e B, B, ´´e e definido a definido a intersinterseec¸c¸c˜ c˜ aoao de A e B, e escrito

de A e B, e escrito AA∩∩ BB ou ou  ABAB..

Exemplo 9.

Exemplo 9. Do exemplo anterior, temos que a intersec¸ Do exemplo anterior, temos que a intersec¸c˜ c˜ ao de ao de ABAB == { {33}}..

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 88 (Eventos Disjuntos ou multuamente esxclusivos) (Eventos Disjuntos ou multuamente esxclusivos).. Sejam A e B, dois eventos  Sejam A e B, dois eventos  quaisquer de 

quaisquer de  ΩΩ, ent˜ , ent˜ ao estes s˜ ao estes s˜ ao disjuntos ou mutuamente exclusivos quando n˜ ao disjuntos ou mutuamente exclusivos quando n˜ ao existir ao existir  elementos

elementos em em comum entre A comum entre A e e B, B, isto isto ´´e,e, AA∩∩BB == ∅ ∅..

Teorema 1.

Teorema 1. Sejam dois eventos A e B em  Sejam dois eventos A e B em ΩΩ. . Se Se  A A∩∩BB == ∅ ∅, ent˜ , ent˜ ao Aao AccBBcc == ∅ ∅, a menos , a menos 

que A e B sejam complementares. que A e B sejam complementares. Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   Considere  Considere AA∩∩BB == ∅ ∅ e que e que A

A∪∪ BB = = ((AA∩∩BBcc))∪∪((AA∩∩BB))∪∪((AAcc ∩∩BB)) =

= ((AA∩∩BBcc))∪∪((AAcc ∩∩BB))

 

=

= Ω Ω (P(Pelelo fo fatato do de A e e A e B nB n˜˜ao serem complementares)ao serem complementares).. (1)(1) Usando a Lei de Morgan

Usando a Lei de Morgan AAcc ∩∩ BBcc = = ((AA ∪∪ BB))cc, logo percebemos pela express˜, logo percebemos pela express˜ao (1) queao (1) que A

Acc BBcc == ∅ ∅, o que completa a prova., o que completa a prova.

Exemplo 10.

Exemplo 10. Sejam os eventos  Sejam os eventos  AA = = { {11,, 22,, 33,, 44}} e e  BB == { {55,, 66}}, ent˜ , ent˜ aoao AA∩∩BB == ∅∅

Uma rela¸

Uma rela¸c˜c˜ao de eventos que ser´ao de eventos que ser´a muito importante para o estudo da teoria da proba-a muito importante para o estudo da teoria da proba-bilida

bilidade, de, ´´e e a a definidefini¸¸c˜c˜ao de complemento, abordado a seguir.ao de complemento, abordado a seguir.

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 99 (Evento complementar) (Evento complementar).. Seja  Seja  AA um evento de  um evento de  ΩΩ. Ent˜ . Ent˜ ao o complemento doao o complemento do evento A com respeito a 

evento A com respeito a  Ω Ω, denotado por , denotado por AA,, AAcc, , ou ou  ΩAA, , ´´e e o o subcsubconjunto onjunto dos dos elementoelementos 

de 

de  ΩΩ exceto os elementos do evento A. exceto os elementos do evento A. Observemos o seguinte exemplo. Observemos o seguinte exemplo.

(6)
(7)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Exem

Exemplo plo 11.11. Um experimento lan¸ca  Um experimento lan¸ca trˆtrˆes es moemoedas das honestas, honestas, e e deseja-se deseja-se verificar a verificar a face face  sup

superior dessas erior dessas momoeedas. das. SabSabe-se que e-se que ccada ada momoeeda da aprapresentesenta a duas faces: duas faces: ccarara a (H) (H) e e ccororoa oa  (T). Dessa forma, o espa¸

(T). Dessa forma, o espa¸co co amostral amostral ´´e e dado dado por:,por:, Ω

Ω == {{((H,H,H H,H,H )),, ((H,H,T H,H,T )),, ((H , T , H  H , T , H  )),, ((H , T , T  H , T , T  )),, ((T , H , H  T , H , H  )),, ((T , H , T  T , H , T  )),, ((T , T , H  T , T , H  )),, ((T , T , T  T , T , T  ))}}.. e um evento de 

e um evento de  ΩΩ, pode ser dado por , pode ser dado por  A

A = = { {((H,H,H H,H,H )),, ((H,H,T H,H,T )),, ((H , T , T  H , T , T  ))}}.. Ent˜ 

Ent˜ ao o complemento de A ser´ ao o complemento de A ser´ a:a: A

A = = { {((T , H , H  T , H , H  )),, ((T , H , T  T , H , T  )),, ((T , T , T  T , T , T  ))}}.. Seja um evento

Seja um evento A A contido no espa¸ contido no espa¸co amostral Ω. Desejamos associar ao eventoco amostral Ω. Desejamos associar ao evento A A uma uma medida que assume valores entre 0 e 1, que chamamos de medida de probabilidade de medida que assume valores entre 0 e 1, que chamamos de medida de probabilidade de A A,, denotada por

denotada por P  P ((AA). Assim, diremos que). Assim, diremos que P  P ((AA) ´) ´e a e a probaprobabilidabilidade dde de que que o e o eventoevento A A ocorra ocorra no espa¸

no espa¸co amostraco amostral Ω. l Ω. VVoltando ao oltando ao Exemplo 1, Exemplo 1, considerando considerando que esse que esse dado ´dado ´e equilibrado,e equilibrado, e o evento

e o evento A A ⊂ ⊂ Ω, ent˜ Ω, ent˜ao poderemos atribuir uma probabilidade paraao poderemos atribuir uma probabilidade para A A da seguinte forma: da seguinte forma: P 

P ((AA) ) == ##AA 66 ==

n´umero de resultados favor´umero de resultados favor´aveis a Aaveis a A n´

n´umero umero de de resultresultados ados posposss´´ıveisıveis .. Esta

Esta ´´e e a a definidefini¸¸c˜c˜ao ao clcl´´assica de assica de probabilprobabilidade quando idade quando Ω ´Ω ´e e finito. finito. EntreEntretanto, a tanto, a pro- pro-babilidade que o evento

babilidade que o evento AA  ocorra no espa¸  ocorra no espa¸co co amostral amostral nem nem sempre sempre ´´e e possposs´´ıvel, ıvel, devido devido aa complexidade desses eventos. Retornando ao Exemplo 7, podemos interpretar a complexidade desses eventos. Retornando ao Exemplo 7, podemos interpretar a probabi-lidade de

lidade de AA ⊂ ⊂ Ω como: Ω como:

P ((AA) ) == ´´areaarea AA ´´area Ω area Ω == ´´area area AA π π ,, sendo a ´

sendo a ´area dearea de A A bem definida. Segundo um teorema profundo da teoria da medida, n˜ bem definida. Segundo um teorema profundo da teoria da medida, n˜aoao se pode definir

se pode definir P P ((AA) para) para AA ⊂ ⊂ Ω de modo que a ´area de Ω de modo que a ´area de AA n˜n˜ao estejao esteja bem definida bem definida. a. AA prova disso depende do

prova disso depende do Axioma da escolha Axioma da escolha. Um exemplo cl´. Um exemplo cl´assico desses eventos s˜assico desses eventos s˜ao osao os

conjuntos de Vitali de

conjuntos de Vitali de RR, os quais n˜ao podemos atribuir nenhuma medida quando ela, os quais n˜ao podemos atribuir nenhuma medida quando ela

generaliza o comprimento de intervalos de

generaliza o comprimento de intervalos de RR. . De De fato fato ´´e e impimpossoss´´ıvel ıvel atribatribuir uir comprcomprimentoimento

a todos subconjuntos de

a todos subconjuntos de RR preservando a aditividade e invariˆ preservando a aditividade e invariˆancia por transla¸ancia por transla¸c˜c˜ao.ao.

Dessa forma, estaremos apenas interessados em eventos cuja ´

Dessa forma, estaremos apenas interessados em eventos cuja ´area est´area est´a bem definida.a bem definida. Assim, definimos

Assim, definimos

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1100 (Evento Aleat´ (Evento Aleat´orio)orio).. Todo evento de  Todo evento de  ΩΩ que podemos atribuir uma probabi- que podemos atribuir uma probabi-lidade, chamamos de evento aleat´ 

lidade, chamamos de evento aleat´ orio.orio. Vamos contextualizar algumas defini¸

Vamos contextualizar algumas defini¸c˜c˜oes de oes de TTeoria da medida com eoria da medida com rela¸rela¸c˜c˜ao ao conjuntoao ao conjunto do espa¸

do espa¸co amostral Ω.co amostral Ω.

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1111  (Classe de um conjunto Ω)  (Classe de um conjunto Ω)..  Uma cole¸  Uma cole¸c˜ c˜ ao de subconjuntos de um dadoao de subconjuntos de um dado conjunto

conjunto ΩΩ, ´, ´e e chamadchamado o de de classeclasse..

Exemplo 12.

Exemplo 12. Considere  Considere  Ω Ω == { {11,, 22}} e seja  e seja  C  C 11 = = {∅ {∅,,{{11}},,{{22}}}} e e  C  C 22 = = {∅ {∅,,{{11}},,{{22}},,{{11,, 22}}}},, ent˜ 

(8)
(9)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

V

Vamos amos estaestar r inintereteressadssados os nunuma ma claclasse sse de de evevenentos tos alealeat´at´orios que atendem algumasorios que atendem algumas proprieda

propriedades, que des, que ser˜ser˜ao importantes para a teoria e c´ao importantes para a teoria e c´alculo de probabilialculo de probabilidades. dades. DenotemDenotemosos por

por AA, uma classe de eventos aleat´, uma classe de eventos aleat´orios definida da seguinte forma:orios definida da seguinte forma:

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1122 (( ´´Algebra)Algebra)..  Seja   Seja  ΩΩ o espa¸ o espa¸co amostral, ent˜ co amostral, ent˜ ao uma classe de ao uma classe de  ΩΩ ´ ´e e chchamamadada a  de

de ´ ´ algebra, denotada por algebra, denotada por AA, se satisfaz as seguintes propriedades:, se satisfaz as seguintes propriedades: A1.

A1. ΩΩ ∈  ∈ AA;; A2.

A2. ∀∀ AA ∈  ∈ AA, , AAcc ∈ AA;;

A3. Se 

A3. Se AA ∈  ∈ AA e e  BB ∈  ∈ AA, ent˜ , ent˜ aoao AA∪∪BB ∈  ∈ AA.. Como

Como consequˆconsequˆencia encia dessas dessas propriedades, propriedades, apresentamos apresentamos o o seguinte seguinte TTeorema,eorema,

T

Teorema eorema 2.2.  Seja   Seja AA uma ´  uma ´ algebra do espa¸algebra do espa¸co amostral co amostral  ΩΩ. . EnEnt˜ t˜ ao valem as seguintes pro-ao valem as seguintes pro-priedades:

priedades: A4.

A4. ∅ ∅ ∈ A∈ A e e  A5.

A5. ∀∀nn,, ∀∀AA11,, AA22, . . . , A, . . . , Ann ∈  ∈ AA, temos , temos 

iinn=1=1AAii ∈  ∈ AA e e 

nnii=1=1AAii ∈  ∈ AA..

A6. Se 

A6. Se AA ∈  ∈ AA e e  BB ∈  ∈ AA, ent˜ , ent˜ aoao AA−−BB == A A ∩∩BBcc ∈ AA..

Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   Podemos observar que  Podemos observar que AA1 1 ee AA2 implicam em2 implicam em AA4. 4. PPararaa AA5, temos que5, temos que A

A11 ∪ ∪ AA22 ∈ ∈ A A ⇒⇒ ((AA11 ∪ ∪ AA22))∪∪ AA33 ∈ ∈ A A ⇒⇒ .. .. .. ⇒ ⇒

iinn=1=1AAii ∈ ∈ AA, por indu¸, por indu¸c˜c˜ao. Usando o fatoao. Usando o fato

de que: de que: n n

ii=1=1 A Aii ==



nn

ii=1=1 A Accii



cc .. Por

Por AA2 sabemos que se2 sabemos que se AA ∈ ∈ AA, ent˜, ent˜aoao AAcc ∈ AA. . PPor ior indndu¸u¸c˜c˜ao provamos queao provamos que

nn

ii=1=1AAii ∈∈

A

A, , e e por por consequˆconsequˆencia encia dede AA3, 3, tatamb´mb´emem

nnii=1=1AAcc

ii ∈ ∈ AA. . PoPortartantnto, so, see

n n ii=1=1AA cc ii ∈ ∈ AA, por, por con

conseqsequˆuˆencencia ia dede AA2, logo (2, logo (

nnii=1=1AAcc ii))

cc

=

=

nnii=1=1AAii ∈ ∈ AA. . PaPara provra provar A6, temos por A2 ar A6, temos por A2 queque

se

se B B ⊂  ⊂ AA, ent˜, ent˜aoao B Bcc ⊂ AA. E como A e. E como A e B Bcc pertencem apertencem a A A, ent˜, ent˜ao por A5ao por A5 A ABBcc == A ABB ∈ ∈

A A..

Vamos supor para a Defini¸

Vamos supor para a Defini¸c˜c˜ao ao 12 12 que que tamb´tamb´em em satisfsatisfa¸a¸ca a seguinte propriedade:ca a seguinte propriedade: A3

A3∗∗. . SeSe A A

k

k ∈ A∈ A, para, para kk =  = 11,, 22, . . . ,, . . . , ent˜ ent˜aoao

kk=1=1AAkk ∈ A∈ A..

Dessa forma, definimos Dessa forma, definimos

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1133 ((σσ-´-´algebra)algebra).. Uma classe de eventos de  Uma classe de eventos de  ΩΩ, denotado por , denotado por F F , , ´´e e dedefinfinididoo σ σ--´ 

´ 

algebra se satisfizer as seguintes condi¸ algebra se satisfizer as seguintes condi¸c˜ c˜ oes:oes: A1.

A1. ΩΩ ∈  ∈ F F ;; A2. Se 

A2. Se AA ∈  ∈ F F , ent˜ , ent˜ aoao AAcc ∈ F ;;

A3 

A3 ∗∗. . Se uma Se uma sequˆsequˆencia encia finita ofinita ou infiniu infinita cont´ ta cont´ avel (enumer´ avel (enumer´ avel) de eventos avel) de eventos  A A

1

1,, AA22, . . ., . . . ∈  ∈ F F ,, ent˜ 

(10)
(11)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Uma

Uma σσ-´-´algalgebrebra a ´´e e semsempre pre uma uma ´´algalgebrebra, a, popois is A3 A3 ´´e e conconseqsequˆuˆencencia ia de de A3A3∗∗, uma vez que, uma vez que

A

A ∪ ∪ B B == AA ∪ ∪ B B ∪ ∪ B B ∪∪ B . . . B . . . ∈ ∈ F F , , sese F F   ´  ´e e uummaa σσ-´-´algealgebra. bra. Sem perda de generalSem perda de generalidaidade,de, podemos afirmar que a

podemos afirmar que a σ σ-´-´algebalgebra ra ´´e e semprsempre e uma uma ´´algebra, peloalgebra, pelo T Teoreorema ema da da ExtExtenens˜s˜ao ao dede Ca

Cararath´th´eoeododoryry. Este teorema garante que uma probabilidade definida em uma ´. Este teorema garante que uma probabilidade definida em uma ´algebra,algebra, e de acordo com os axiomas usuais, pode ser extendida de uma ´

e de acordo com os axiomas usuais, pode ser extendida de uma ´unica maneira para aunica maneira para a σ

σ-´-´algebalgebra ra geragerada da pelpela ´a ´algebalgebra.ra. As duas

As duas σ σ-´-´algebras canˆalgebras canˆonicas de um conjunto Ω, considerando Ω finito ou enumer´onicas de um conjunto Ω, considerando Ω finito ou enumer´avel,avel, s˜

s˜ao definidas a seguir.ao definidas a seguir.

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1144 ((σσ-´-´algebras triviais de Ω)algebras triviais de Ω).. As duas  As duas  σσ-´ -´ algebras triviais de  Ωalgebras triviais de Ω, considerando, considerando Ω

Ω finito ou enumer´  finito ou enumer´ avel, s˜ avel, s˜ ao:ao: a)

a) C C == {∅ {∅,, ΩΩ}}, a menor , a menor  σσ-´ -´ algebra de algebra de  ΩΩ;; b)

b) P P (Ω)(Ω), , ´´e e o o conjunto de conjunto de todas as todas as partes de partes de  ΩΩ, e representa a maior , e representa a maior  σσ-´ -´ algebra de algebra de  ΩΩ. . O O  n´ 

n´ umero umero de de subconjusubconjuntontos s ´´e e  22nn, considerando que  Ω, considerando que Ω tem tem  nn elementos. elementos.

Alguns exemplos a seguir, complementam o conceito de

Alguns exemplos a seguir, complementam o conceito de σσ-´-´algebra.algebra.

Exemplo 13.

Exemplo 13. Seja  Seja  Ω Ω == RR, o conjunto dos n´ , o conjunto dos n´ umeros reais, e seja umeros reais, e seja  F  F  uma cole¸ uma cole¸c˜ c˜ ao de todos ao de todos 

os subconjuntos de 

os subconjuntos de RR. Ent˜ . Ent˜ aoao  ´ ´e e uumma a  σσ-´ -´ algebra.algebra.

Exem

Exemplo plo 14.14.  Seja   Seja   Ω = [0  Ω = [0,, 1]1]   e seja   e seja F F  == {∅{∅,, ΩΩ,, [0[0,, 11//2]2],, [1[1//22,, 1]1]}}. . EEnntt˜ ˜ aoao F F   ´  ´e e uumma a  σ σ--´ 

´ 

algebra. algebra.

Exem

Exemplo plo 15.15.  Seja   Seja  Ω Ω == NN∗∗ o conjunto dos n´ o conjunto dos n´ umeros naturais maiores ou iguais a um,umeros naturais maiores ou iguais a um,

sendo

sendo P P  == { {xx ∈ ∈ NN∗∗ :: x x  ´ ´e e ppaar r }} e  I I  == { {xx ∈ ∈ NN∗∗ :: x x ´ ´e e ´´ıımmppaar r }}. Ent˜ . Ent˜ aoao == { {Ω, P , I ,, P , I ,∅}∅} ´ ´e e uumma 

σ

σ-´ -´ algebra de subconjuntos de algebra de subconjuntos de  ΩΩ..

Exemplo 16.

Exemplo 16. Seja  Seja  Ω Ω um conjunto infinito, e  um conjunto infinito, e  Z  Z  uma cole¸ uma cole¸c˜ c˜ ao de todos os conjuntos finitos ao de todos os conjuntos finitos  de 

de  ΩΩ. . EnEnt˜ t˜ aoao Z Z  n˜ n˜ ao ao concont´t´em em  ΩΩ e e n˜ n˜ ao ao ´´e e fechado fechado para para complementa¸complementa¸c˜ c˜ ao. ao. AsAssisim,m, Z Z  n˜ n˜ aao o ´´e e  σ

σ-´ -´ algebra de algebra de  ΩΩ..

Para definirmos uma

Para definirmos uma σσ-´-´algebra de Ω =algebra de Ω = RR, apresentamos alguns teoremas a seguir., apresentamos alguns teoremas a seguir.

Teorema 3.

Teorema 3. Seja  Seja  ΩΩ um espa¸ um espa¸co amostral n˜ co amostral n˜ ao vazio, e ao vazio, e S S = ((= F F ))ii∈∈I I  uma cole¸ uma cole¸c˜ c˜ ao arbitr´ ao arbitr´ aria aria 

n˜ 

n˜ ao vazia de ao vazia de  σσ-´ -´ algebras de algebras de  ΩΩ, ent˜ , ent˜ aoao

J  ==

ii∈∈I I 

F ii == { {E E ∈ F ∈ F ii,, ∀∀ii ∈ ∈ I  I }}

´´e e a a inintertersese¸¸c˜ c˜ ao de todas as ao de todas as σσ-´ -´ algebras que pertencem a algebras que pertencem a  S  S , , quque e tatambmb´´em em ´´e e umuma a  σσ-´ -´ algebra de algebra de  Ω

Ω, em que , em que  I I  ´ ´e e um um conjunconjunto to n˜ n˜ ao-ao-vazvazio io de ´de ´ındındices.ices. Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   Sabemos que  Sabemos que S S  ´ ´e e umuma a cocolele¸¸c˜c˜ao n˜ao n˜ao vazia deao vazia de σσ-´-´algebras de Ω, e quealgebras de Ω, e que J J  ==

ii∈∈I I F F ii pertence a pertence a S  S ..

(i)

(i) O conjuO conjuntnto Ω o Ω pertepertence ance a J  J , pois Ω pertence a cada, pois Ω pertence a cada σσ-´-´algebra emalgebra em S  S ;; (ii) Suponha que

(ii) Suponha que AA ∈ ∈ J J . . CCaadada σσ-´-´algebra que pertence aalgebra que pertence a S S   c  coontnt´´eemm AA   e   e cconont´t´eemm AAcc..

Assim,

Assim, AAcc pertence a interse¸pertence a interse¸c˜c˜aoao J  J   dessas  dessas σσ-´-´algebras;algebras;

(iii) Por fim, suponha que

(iii) Por fim, suponha que {{AAii}} seja useja uma sequˆma sequˆencia encia de code conjuntos disjuntos njuntos disjuntos que pque pertence ertence aa

J , e ent˜ao pertence em cada, e ent˜ao pertence em cada σ σ-´-´algebra dealgebra de S  S . Assim. Assim ∪ ∪AAii ∈  ∈ S S  que tamb´ que tamb´em em pepertertencence

(12)
(13)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Portanto,

Portanto, J  J  ´ ´e e uummaa σσ-´-´algebra.algebra. Contudo, a uni˜

Contudo, a uni˜ao deao de σσ-´-´algebras n˜algebras n˜ao ao necnecessessariariameamente ´nte ´ee σσ-´-´algebra.algebra.

Exemplo 17.

Exemplo 17. Seja o espa¸ Seja o espa¸co amostral co amostral  Ω Ω == { {11,, 22,, 33,, 44}}, , e e  σσ-´ -´ algebras de algebras de  ΩΩ dadas por  dadas por F F 11 ==

{∅

{∅,, ΩΩ,,{{11}},,{{22,, 33,, 44}}}} e e F F 22 == {∅ {∅,, ΩΩ,,{{44}},,{{11,, 22,, 33}}}}. Ent˜ . Ent˜ aoao

F 11 ∪∪ F F 22 = = {∅ {∅,, ΩΩ,,{{11}},,{{44}},,{{11,, 22,, 33}},,{{22,, 33,, 44}}}}}} que n˜ 

que n˜ ao ao ´´e e umuma a  σσ-´ -´ algebra.algebra.

Co

Cororol´l´arario io 1.1.  Seja   Seja  εε uma classe de subconjuntos de  uma classe de subconjuntos de  ΩΩ, sendo, sendo ΩΩ um conjunto n˜  um conjunto n˜ ao vazio,ao vazio, que n˜ 

que n˜ ao necessariamente seja uma ao necessariamente seja uma  σ σ-´ -´ algebra. Existe ent˜ algebra. Existe ent˜ ao, uma ao, uma  σ σ-´ -´ algebra de algebra de  Ω Ω, denotada , denotada  por 

por J J ((εε)), , quque e concont´t´em em  εε que  que ´´e e a a menmenor or  σσ-´ -´ algebra, chamada a algebra, chamada a  σσ-´ -´ algebra gerada por algebra gerada por  εε.. Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   Seja  Seja S  S  uma cole¸ uma cole¸c˜c˜ao de todas asao de todas as σσ-´-´algebras que incluialgebras que inclui εε de Ω . Ent˜ de Ω . Ent˜aoao S  S ´´ee n˜

n˜ao ao vaziovazio, , popois is cont´cont´ememP P (Ω) que consiste de todos os subconjuntos de Ω. Pelo Teorema 3,(Ω) que consiste de todos os subconjuntos de Ω. Pelo Teorema 3, a

a inteintersec˜rsec˜ao dasao das σ σ-´-´alalgegebrbras as ´´e e umumaa σ σ-´-´algebra,algebra, J  J ((εε), que inclui), que inclui ε ε e est´ e est´a inclusa em todas asa inclusa em todas as σ

σ-´-´algebraalgebras s dede S S , , isistto o ´´e,e, J J ((εε) est´) est´a contida em todaa contida em toda σ σ-´-´algalgebrebra de a de Ω quΩ que ce cont´ont´emem ε ε. Portanto,. Portanto,

J ((εε) ) ´´e e a a memenonorr σ σ-´-´algebalgebra ra de de Ω Ω que que cont´cont´emem εε.. Usaremos o color´

Usaremos o color´ario ario anterior anterior para para definir definir uma uma importante importante famfam´´ılia dılia dasas σσ-´-´algebras, aalgebras, a chamada

chamada σ σ-´-´algebra de Borel.algebra de Borel.

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1155 ((σσ-´-´algebra de Borel)algebra de Borel)..  Seja   Seja  εε uma cole¸ uma cole¸c˜ c˜ ao de subconjuntos abertos de ao de subconjuntos abertos de RR..

Ent˜ 

Ent˜ aoao J J ((εε)) ´ ´e e chchamaamado do de de  σσ-´ -´ algebra de Borel de algebra de Borel de RR, usualmente escrito, usualmente escrito ((RR)). . SeSeus elus ele-

e-mentos s˜ 

mentos s˜ ao chamados de cconjuntao chamados de onjuntos de os de BorBorel ou el ou bboreorelianos. lianos. Da mesma forma, Da mesma forma, definimdefinimos os 

B ((RRnn)) como a  como a  σσ-´ -´ algebra gerada pelos subconjuntos abertos de algebra gerada pelos subconjuntos abertos de RRnn..

Os elementos da

Os elementos da σσ-´-´algebra de Borel inclui os conjuntos abertos, conjuntos fechadosalgebra de Borel inclui os conjuntos abertos, conjuntos fechados (os complementares dos conjuntos abertos), interse¸

(os complementares dos conjuntos abertos), interse¸c˜c˜oes enumer´oes enumer´aveis de conjuntos aber-aveis de conjuntos aber-tos (lembrando que uni˜

tos (lembrando que uni˜oes enumer´oes enumer´aveis e conjuntos abertos j´aveis e conjuntos abertos j´a a s˜s˜ao abertos), uni˜ao abertos), uni˜oes enu-oes enu-mer´

mer´avaveis eis de de conjconjununtos tos fecfechadohados s (lem(lembranbrando do que que inintersterse¸e¸c˜c˜oes oes enumeenumer´r´aveis de conjuntosaveis de conjuntos fechados j´

fechados j´a a s˜s˜ao fechados), etc., como ser´ao fechados), etc., como ser´a visto no teorema seguinte.a visto no teorema seguinte.

Teorema 4

Teorema 4 (Conjuntos de (Conjuntos de B  B ((RR)))).. Os subconjuntos seguintes de  Os subconjuntos seguintes de RR pertencem a  pertencem a ((RR))::

(i)

(i) ((a,a, bb)) para qualquer  para qualquer  a a < < bb;; (ii)

(ii) ((−∞−∞,, aa)) para qualquer  para qualquer  aa ∈ ∈ RR;;

(iii)

(iii) ((a,a,∞∞)) para qualquer  para qualquer  aa ∈ ∈ RR;;

(iv)

(iv) [[a,a, bb]] para qualquer  para qualquer  aa ≤ ≤ b b;; (v)

(v) ((−∞−∞,, aa]] para qualquer  para qualquer  aa ∈ ∈ RR;;

(vi)

(vi) [[a,a,∞∞)) para qualquer  para qualquer  aa ∈ ∈ RR;;

(vii)

(vii) ((a,a, bb]] para qualquer  para qualquer  a a < < bb;; (viii)

(viii) [[a,a, bb)) para qualquer  para qualquer  a a < < bb;; (ix)

(14)
(15)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

(x)

(x) qualqqualquer uer subsubcconjuntonjunto o fefechado de chado de RR..

Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.  Os itens (i), (ii) e (iii) s˜ Os itens (i), (ii) e (iii) s˜ao conjuntos abertos e portanto pertencem aao conjuntos abertos e portanto pertencem aB B ((RR))

pela pr´

pela pr´opria defini¸opria defini¸c˜c˜ao.ao. (iv) [ (iv) [a,a, bb] ] ==

∞∞nn=1=1



aa−− 11 n n,, bb ++ 1 1 n n



∈ ∈ B B ((RR);); (v) ( (v) (−∞−∞,, aa] ] ==

∞∞nn=1=1



−∞−∞,, aa ++ nn11



∈ B ∈ B ((RR);); (vi) [ (vi) [a,a,∞∞) ) ==

nn=1=1



aa−− nn11,,∞∞



∈ ∈ B B ((RR);); (vii) ( (vii) (a,a, bb] ] ==

∞∞nn=1=1



a,a, bb ++ nn11



∈ ∈ B B ((RR);); (viii) [ (viii) [a,a, bb) ) ==

nn∞∞=1=1



aa−− 11 n n,, bb



∈ B ∈ B ((RR);); (ix) (ix) {{xx}} = =

nn∞∞=1=1



xx−− 11 n n,, xx ++ 1 1 n n



∈ ∈ B B ((RR)),, ∀∀xx ∈ ∈ ( (a,a, bb);); (x) Se

(x) Se BB   ´  ´e e um um subconjunto subconjunto fechado fechado emem RR, ent˜, ent˜aoao BBcc ´´e e aberto, aberto, assim assim este este pertence pertence aa

B ((RR). Mas). Mas BB = = ((BBcc))cc ∈ B ((RR).).

De fato, todas essas classes de subconjuntos de

De fato, todas essas classes de subconjuntos de RR gera a gera a σσ-´-´algebraalgebra B  B ((RR).).

Teorema 5.

Teorema 5.  Seja   Seja B B ((RR)) uma uma  σσ-´ -´ algebra de Borel de algebra de Borel de RR. Ent˜ . Ent˜ ao, ao, esta esta ´´e e a a menor menor  σσ-´ -´ algebra algebra 

de 

de RR que inclui todos os intervalos. que inclui todos os intervalos.

Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   Seja  Seja B B  ⊆ B umauma σσ-´-´algebra tal quealgebra tal que  cont´cont´em em todos todos os os intervintervalos. alos. IssoIsso

implica que

implica que B B  contcont´´em em todos todos os os inteintervrvalos alos abertos. abertos. ConsequConsequentementemente,ente, B B ⊆ ⊆ B  pelapela

Defini¸

Defini¸c˜c˜ao ao 15. 15. ConclConcluu´´ımos ımos ent˜ent˜ao queao que B  B  == B  B ..

Vamos definir formalmente, a probabilidade associada aos eventos aleat´

Vamos definir formalmente, a probabilidade associada aos eventos aleat´orios daorios da σ σ--´´algebra, da qual chamaremos de medida de probabilidade. Inicialmente, definimos

algebra, da qual chamaremos de medida de probabilidade. Inicialmente, definimos

Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1166  (Medida)  (Medida)..  Seja   Seja  F F  uma uma  σσ-´ -´ algebra e um espa¸algebra e um espa¸co co amostramostral al  ΩΩ, ent˜ , ent˜ ao uma ao uma  medida, denotada por 

medida, denotada por  µµ, , ´´e e uma uma fufun¸n¸c˜ c˜ ao tal que ao tal que  µµ : : F  F →→ [0 [0,,∞∞)), que satisfaz:, que satisfaz: i)

i) µµ((∅∅) ) = = 00;; ii) ( 

ii) ( σσ-aditi-aditividade) vidade) Se Se AA11,, AA22, . . ., . . ., , ´´e e uma uma sequˆsequˆenciencia a disdisjuntjunta a em em F F , ent˜ , ent˜ aoao µµ ((

nn∞∞=1=1AAnn) ) ==

∞∞

n

n=1=1µµ((AAnn))..

Para o caso em que

Para o caso em que µµ : : F  F →→ [0 [0,, 1],1], µµ ´ ´e e chamado chamado de de medida medida de de probabilidade probabilidade e e passapassa a ser denotado por

a ser denotado por P P ..

Exemplo 18.

Exemplo 18. Seja um espa¸ Seja um espa¸co amostral co amostral  ΩΩ qualquer e uma  qualquer e uma  σσ-´ -´ algebra algebra F F == P  P (Ω)(Ω), tal que , tal que  uma medida 

uma medida  µµ : : F  F →→ [0 [0,,∞∞]] ´ ´e e dadado do porpor:: µ

µ((AA) ) ==



##A,A, se A ´se A ´e finie finitoto,,

∞,, se A ´e infise A ´e infinitonito.. Algumas condi¸

Algumas condi¸c˜ c˜ oes s˜ oes s˜ ao impostas sobre ao impostas sobre  µµ((AA)):: i)

i) µµ((∅∅) ) = = 00;; ii)

(16)
(17)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

(a)

(a)

iiNNAAii conjunto finito; conjunto finito; (b)

(b)

iiNNAAii conjunto infinito. conjunto infinito. Para (ii).a temos, pela Defini¸

Para (ii).a temos, pela Defini¸c˜ c˜ ao 16.(ii) que ao 16.(ii) que  µ µ



ii∈∈NN A Aii



= = ##

ii∈∈NN A Aii ==

ii∈∈NN # #AAii = = ∞ ∞

ii=0=0 µ µ((AAii))..

Para o caso (ii).b, considerando

Para o caso (ii).b, considerando

iiNNAAii um conjunto infinito e  um conjunto infinito e  A Aii um conjunto finito um conjunto finito n˜ 

n˜ ao vazio, para todoao vazio, para todo ii ∈ ∈ NN, temos , temos 

µ µ



ii∈∈NN A Aii



= = ∞ ∞ = = ∞ ∞

ii=1=1 µ µ((AAii)) ∞ ∞

ii=1=1 µ µ((AAii) ) == ∞ ∞

ii=1=1 # #AAii == ∞ ∞

Para o caso (ii).b, considerando

Para o caso (ii).b, considerando

iiNNAAii um conjunto infinito e ao menos um  um conjunto infinito e ao menos um  A Aii seja  seja  infinito, para todo

infinito, para todo ii ∈ ∈ NN, temos , temos 

µ µ



ii∈∈NN A Aii



== ∞ ∞ ∞ ∞

ii=1=1 µ µ((AAii) ) == ∞ ∞ Defini¸

Defini¸cc˜˜aao o 1177 (Medida de Probabilidade) (Medida de Probabilidade)..  Seja   Seja  ΩΩ o espa¸ o espa¸co amostral e co amostral e F F uma uma  σσ-´ -´ algebra algebra  dos eventos de 

dos eventos de  ΩΩ. Ent˜ . Ent˜ ao, uma fun¸ao, uma fun¸c˜ c˜ aoao P P   tal que   tal que  P P  :: F → F → [0 [0,, 1]1], ´, ´e e chamadchamada a de de medida medida de de  probabilidade sob os seguintes axiomas de Kolmogorov:

probabilidade sob os seguintes axiomas de Kolmogorov: 1.

1. (Normal(Normalidade)idade) P P (Ω) = 1(Ω) = 1;; 2.

2. (Positi(Positividadevidade)) ∀∀AA ∈ F  ∈ F ,, P P ((AA)) ≥ ≥ 0 0;; 3.

3. ( ( σσ-aditividade) -aditividade) Para Para uma uma sequsequˆˆencia encia finita finita ou ou infinita infinita contcont´ avel de eventos  Aavel de eventos ´  A11,, AA22, . . ., . . . ∈ ∈

F   multuamente exclusivos,  multuamente exclusivos,

P  P ((U U ii∞∞=1=1AAii) ) == ∞ ∞

ii=1=1 P  P ((AAii))..

Observe a seguinte propriedade: Observe a seguinte propriedade: 33∗∗) ) (Ad(Aditiitividvidade finita) seade finita) se AA

1

1,, AA22, . . . , A, . . . , Ann ´ ´e e uma uma sequˆsequˆencia encia disjunta disjunta dois dois a a dois dois emem F F ,,

ent˜

ent˜aoao P P  ( (

nnkk=1=1AAkk) =) =

nnkk=1=1P P ((AAkk).).

Teorema 6.

Teorema 6.  O Axioma   O Axioma  33 implica o Axioma  implica o Axioma  33∗∗, , ististo o ´´e, e, se se  P P  ´´e e  σσ-aditiva, ent˜ -aditiva, ent˜ ao ao ´´e e finfinitita-

a-mente

(18)
(19)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.  Supondo satisfeito o Axioma (3), e sejam Supondo satisfeito o Axioma (3), e sejam AA11,, AA22, . . . , A, . . . , Ann ∈ ∈ F F . . ConsConside

ide--rando

rando P P ((∅∅) = 0, uma vez que) = 0, uma vez que P 

P (Ω) =(Ω) = P  P (Ω(Ω∪ ∅ ∪ ∅ ∪∪ ∅ ∪ ∅ ∪.. .. ..) ) == P  P (Ω) +(Ω) + P P ((∅∅) +) + P P ((∅∅) +) + . . . .. . . . Definimos

Definimos AAkk == ∅ ∅, para, para kk = = n n + 1+ 1,, nn + 2+ 2, . . ., . . .. Como. Como AA11,, AA22, . . ., . . . s˜s˜ao disjuntos, ent˜ao disjuntos, ent˜aoao P  P 



n n

k k=1=1 A Akk



= = P  P 



∞ ∞

k k=1=1 A Akk



= = ∞ ∞

k k=1=1 P  P ((AAkk)) = = n n

k k=1=1 P  P ((AAkk) +) + P P ((∅∅) +) + P P ((∅∅) +) + .. .. .. = = n n

k k=1=1 P  P ((AAkk))..

Um quarto Axioma, pode ser complementado sobre a medida de probabilidade, que Um quarto Axioma, pode ser complementado sobre a medida de probabilidade, que segue:

segue:

Axioma 4.

Axioma 4. ( (“Continuidade “Continuidade do do vvazio”) azio”) Se Se a a sequˆsequˆenciaencia {{AAkk}}kk≥≥11, em que, em que AAkk ∈ ∈ F F ∀∀kk, decrescer, decrescer

para o vazio, ent˜

para o vazio, ent˜ao ao lilimm

k

k→∞→∞P P ((AAkk)) → → 0. 0.

Este axioma indica que se (

Este axioma indica que se (AAkk))kk≥≥11 decrescer para o vazio, A decrescer para o vazio, Akk ↓ ↓ ∅∅, significa que, significa que AAkk ⊃⊃

A

Akk+1+1 ∀∀kk, ou seja, (, ou seja, (AAkk))kk≥≥11 decresce, e decresce, e

kk≥≥11AAkk == ∅ ∅..

T

Teorema eorema 77  (Equivalˆ  (Equivalˆencia encia dos dos Axiomas Axiomas 4 4 e e 33∗∗))..  Dados os axiomas de Kolmogorov, o  Dados os axiomas de Kolmogorov, o

Axioma

Axioma 4 4 ´´e e equequivalente ivalente ao ao Axioma Axioma  33∗∗, , isto isto ´´e, e, uma uma probprobabilidade abilidade finitamente finitamente aditiva aditiva ´´e 

uma

uma probabilidade probabilidade se, se, e e somente somente se, se, ´´e e contcont´´ınua ınua no no vazio.vazio. Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   (i  (i) ) SupSuponhonhamamos o os o AxAxioioma 4. ma 4. SejSejamam AA11,, AA22, . . ., . . . ∈ ∈ F F   tais que  tais que AAkk ↓ ↓ ∅∅..

Vamos provar que

Vamos provar que P P ((AAkk)) → → 0. Considere 0. Considere

A A11 = = ((AA11 −−AA22))∪∪ ((AA22 −−AA33))∪∪ .. .. .. = = ∞ ∞

k k=1=1 ((AAkk − − AAkk+1+1)),, pelo diagrama: pelo diagrama: A A33 Ç Ç k = 1 k = 1 ¥ ¥ A A A A22 A A11

(20)
(21)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

As regi˜

As regi˜oesoes A Akk −−AAkk+1+1 s˜s˜ao ao disjuntadisjuntas, s, uma uma vez vez que que a a sequˆsequˆencia encia ´´e e decredecrescente scente ee F  F  ´ ´e e fefechchadadaa para diferen¸

para diferen¸cas. Pelo Axioma 3cas. Pelo Axioma 3∗∗,,

P  P ((AA11) ) == P  P 



∞ ∞

k k=1=1 ((AAkk − − AAkk+1+1))



== ∞ ∞

k k=1=1 P  P ((AAkk − − AAkk+1+1)),, po

portartanto nto a a s´s´erierie e ´´e e conveconvergergente nte ee

∞ ∞

k k=1=1 P  P ((AAkk − − AAkk+1+1) ) == n n−−11

k k=1=1 P  P ((AAkk − − AAkk+1+1) + P ) + P ((∅∅) +) + P P ((∅∅) +) + P P ((∅∅) +) + .. .. .. = = n n−−11

k k=1=1 P  P ((AAkk − − AAkk+1+1)) →→ n n→∞→∞ P P ((AA11))..

Pela aditividade finita, Pela aditividade finita,

P ((AAkk − − AAkk+1+1) ) == P  P ((AAkk))−−P P ((AAkk+1+1)),, logo

logo P 

P ((AA11) = lim) = lim

n n→∞→∞ n n−−11

k k=1=1 [[P P ((AAkk))−−P P ((AAkk+1+1)])] = lim = lim n

n→∞→∞{{[[P P ((AA11))−−P ((AP  A22)] + [)] + [P P ((AA22))−−P P ((AA33)] +)] + .. .. .. + [+ [P P ((AAnn−−11))−−P P ((AAnn)])]}}

= lim = lim n n→∞→∞{{P P ((AA11))− − P P ((AA22)) + + P P ((AA22)) −  − P P (A(A33)) + + .. .. .. ++ P P ((AAnn−−11)) − −P P ((AAnn))}} = lim = lim n n→∞→∞[[P P ((AA11))−−P P ((AAnn)])],, e ent˜ e ent˜aoao P P ((AAnn)) → → 0. 0.

(ii) Suponhamos o Axioma 4 e sejam

(ii) Suponhamos o Axioma 4 e sejam AA11,, AA22, . . ., . . . ∈ ∈ F F   di  disjunsjuntos. tos. VVamos proamos provvar quear que P 

P  ( (

∞∞kk=1=1AAkk) ) ==

∞∞kk=1=1P ((AP  Akk). Seja). Seja AA = =

kk=1=1AAkk, ent˜, ent˜aoao

A A = =



n n

k k=1=1 A Akk



∪ ∪



∞ ∞

k k==nn+1+1 A Akk



e pela aditividade finita, e pela aditividade finita,

P  P ((AA) ) == n n

k k=1=1 P  P ((AAkk) +) + P P 



∞∞

k k==nn+1+1 A Akk



.. Seja

Seja BBkk ==

kk∞∞==nn+1+1AAkk, ent˜, ent˜aoao BBkk ↓ ∅↓ ∅ e portanto P  e portanto P ((BBkk)) → → 0 (Pelo Axioma 4). Logo 0 (Pelo Axioma 4). Logo n n

k k=1=1 P  P ((AAkk)) →→ n n→∞→∞ P P ((AA)),,

iisstto o ´´ee,, P P ((AA) ) ==

kk∞∞=1=1P P ((AAkk).).

Co

(22)
(23)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

Si

Siststemema a I: I: AxAxioiomamas s 1, 1, 2 2 e e 33∗∗

Si

Siststemema II: a II: AxAxiomiomas 1as 1, 2, 3 e 4, 2, 3 e 4.. Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.  O  O sistemsistema a I ´I ´e e equivequivalentalente e aos Axiomas 1, aos Axiomas 1, 2, 2, 3 3 e e 33∗∗, pois j´, pois j´a vimos que oa vimos que o

Axioma 3

Axioma 3∗∗ implica no Axioma 3. Agora, usando o Teorema 7, provamos que o Axioma 3implica no Axioma 3. Agora, usando o Teorema 7, provamos que o Axioma 3

implic

implica a no no Axioma Axioma 4, 4, e e a a prova ´prova ´e e conclconcluu´´ıda.ıda. Ent˜

Ent˜ao ao para para veriverificar ficar se se P P ´´e e uma uma probabilprobabilidade idade emem F F , basta verificar os axiomas do, basta verificar os axiomas do sistema I ou os axiomas do sistema II.

sistema I ou os axiomas do sistema II.

Vejamos algumas propriedades de uma medida de probabilidade, Vejamos algumas propriedades de uma medida de probabilidade,

T

Teoreeorema ma 88  (Propried  (Propriedades ades dede P P ))..  Seja   Seja  P P  uma uma memedida dida de de prprobobabiabilidalidade de assoassociaciada da a a  sequˆ

sequˆenienia a de de eveeventos ntos aleat´ aleat´ orios orios  AAii ∈  ∈ F F ∀∀ii ∈ ∈ NN e o evento e o evento BB ∈  ∈ F F , sendo, sendo F  F  uma uma  σσ-´ -´ algebra,algebra,

e  AA ∈  ∈ F F . Ent˜ . Ent˜ ao s˜ ao s˜ ao v´ ao v´ alidas as seguintes propriedades:alidas as seguintes propriedades: i)

i) (Compl(Complementemento)o) P P ((AA) ) = = 11−−P P ((AAcc));;

ii)

ii) P P ((∅∅) ) = = 00;; iii)

iii) P P ((BB) ) == P  P ((AA∩∩ BB) +) + P P ((AAcc BB));;

iv)

iv) (Monot(Monotonicidonicidade) Se ade) Se  AA ⊂ ⊂ B B, ent˜ , ent˜ aoao P P ((AA)) ≤ ≤ P  P ((BB));; v)

v) P P ((AA∪∪BB) ) == P  P ((AA) +) + P P ((BB))−−P P ((AA∩∩BB));; vi)

vi) (Limit(Limitante Supeante Superior)rior) 00 ≤ ≤ P  P ((AA)) ≤ ≤ 1 1;; vii)

vii) (Desig(Desigualdade de Booualdade de Boole)le) P P ((

∞∞ii=1=1AAii)) ≤ ≤

∞∞ii=1=1P P ((AAii));;

viii)

viii) (sub(subaditivaditividade)idade) P P ((

nnii=1=1AAii)) ≤ ≤

nnii=1=1P P ((AAii));;

ix)

ix) (Desig(Desigualdade de Bonferrualdade de Bonferroni)oni) P P ((

nnii=1=1AAii)) ≥ ≥ 1 1 −−

iinn=1=1P P ((AAccii))

x)

x) (Cont(Continuidadinuidade e da da prprobobabilidabilidade) Se ade) Se  AAii ↓↓ AA, ent˜ , ent˜ aoao P P ((AAii)) ↓↓ P P ((AA)). . Se Se  AAii ↑↑ AA, ent˜ , ent˜ aoao

P ((AAii)) ↑ ↑ P  P ((AA))..

xi) (Inclus˜ 

xi) (Inclus˜ ao-Exclus˜ ao-Exclus˜ ao)ao) P P ((

iinn=1=1AAii) ) ==

n n ii=1=1P P ((AAii))−−

n n i<j i<j P  P ((AAii ∩ ∩ AA j j) +) +

n n i<j<k i<j<kP P ((AAii ∩ ∩ A A j j ∩ ∩AAkk) + () + (−−1)1)nn+1+1P ((AP  A11 ∩∩AA22 ∩∩.. .. ..∩∩AAnn)).. Demonstra¸

Demonstra¸c˜ c˜ ao.ao.   (Item  (Item i i). Sabemos que). Sabemos que A A∪∪AAcc = Ω e que estes eventos s˜= Ω e que estes eventos s˜ao disjuntos. Vejaao disjuntos. Veja

o diagrama de Venn, o diagrama de Venn,

Assim, Assim,

P ((AA∪∪AAcc) =) = P P ((AA) +) + P P ((AAcc)) 1

1 == P P ((AA) +) + P P ((AAcc)) P 

P ((AA) ) = = 11−−P P ((AAcc)).. (Item

(Item iiii). Sabemos que Ω e). Sabemos que Ω e ∅∅ s˜ s˜ao eventos disjuntos. Assim,ao eventos disjuntos. Assim, P  P (Ω(Ω∪∪ ∅∅) ) == P P (Ω) +(Ω) + P P ((∅∅)) 1 1 = = 1 1 ++ P P ((∅∅)) P  P ((∅∅) ) = = 00..

(24)
(25)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

A A A Acc Ω Ω A A AA∩∩BB BB B B == { {AA∩∩BB}} ∪∪ {{AAcc BB}} Ω Ω

Figura 2: Diagrama de Venn para o evento

Figura 2: Diagrama de Venn para o evento BB == { {AA∩∩BB}} ∪∪ {{AAcc BB}}..

(Item

(Item iiiiii). ). Podemos obsPodemos observervar quear que BB == { {AA∩∩BB}} ∪∪ {{AAcc BB}}, e que, e que {{AABB}} ee {{AAcc BB}}

s˜ao disjuntos. Veja o diagrama de Venn na Figura 2.ao disjuntos. Veja o diagrama de Venn na Figura 2. Portanto, Portanto, P  P ((BB) ) == P P (({{AABB}} ∪∪ {{AAcc BB}})) = = P P ((AABB) +) +P P ((AAccBB)).. (Item

(Item iviv) ) SeSe AA ⊂ ⊂ B B, ent˜, ent˜aoao AA∩∩BB == A A. Usando (. Usando (ii), temos), temos P 

P ((BB) ) == P P ((AA∩∩B) +B) + P P ((AAcc ∩∩BB)) =

= P P ((AA) +) + P P ((AAcc ∩∩BB)) ≥ ≥ P  P ((AA)).. . (Item

. (Item vv). Observando a seguinte identidade,). Observando a seguinte identidade, A

A∪∪BB =(=(AA∩∩BBcc))∪∪ ((AA∩∩BB))∪∪((AAcc ∩∩ BB)),, uni˜

uni˜ao de eventos disjuntos, que pode ser observado pela Figura 3, ent˜ao de eventos disjuntos, que pode ser observado pela Figura 3, ent˜aoao P 

P ((AA∪∪BB) ) == P P ((AA∩∩BBcc) +) + P P ((AA∩∩BB) +) + P P ((AAcc ∩∩BB)).. Por (iii) sabemos que

Por (iii) sabemos que P 

P ((AA) ) == P  P ((BB ∩ ∩AA) +) + P P ((BBcc ∩∩AA)) ⇒ ⇒ P P ((BBcc ∩∩AA) ) == P  P ((AA))−−P P ((BB ∩ ∩ AA)),, P 

(26)
(27)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

A A BB A A∩∩BBcc AA∩∩BB AAcc BB A

A∪∪ BB = = ((AA∩∩ BBcc))((AABB))((AAcc BB))

Ω Ω

Figura 3: Diagrama de Venn para o evento

Figura 3: Diagrama de Venn para o evento AA∪∪BB = = ((AA∩∩BBcc))((AABB)) ((AAcc BB).).

Logo Logo

P ((AA∪∪BB) ) == P P ((AA) +) + P P ((BB))−−P P ((AA∩∩ BB)).. (Item

(Item vivi). ). PePela Definla Defini¸i¸c˜c˜ao da medida de probabilidadeao da medida de probabilidade P P  ser uma fun¸ ser uma fun¸c˜c˜aoao P P  :: F  F →→ [0 [0,, 1],1], logo se

logo se AA ∈  ∈ AA, ent˜, ent˜ao ao 00 ≤ ≤ P  P ((AA)) ≤ ≤ 1. 1. (Item

(Item vii vii).Vamos inic).Vamos inicialmente ialmente criar criar uma uma sequˆsequˆencia encia disjuntadisjunta A A∗∗

1

1,, AA∗∗22, . . . ,, . . . , com a  com a propriedapropriedadede

∞∞ ii=1=1AA∗∗ii ==

∞ ∞ ii=1=1AAii. Definimos. Definimos A

A∗∗11 = = A A11, , AA∗∗ii == A Aii ∩∩



ii−−11

 j  j=1=1 A A j j



cc , , ii =  = 22,, 33, . . . ., . . . . ´´ E

E f´f´acil perceber queacil perceber que

P  P 



∞ ∞

ii=1=1 A Aii



= = P  P 



∞ ∞

ii=1=1 A A∗∗ii



== ∞ ∞

ii=1=1 P  P ((AA∗∗ii)),, onde a ´

onde a ´ultima igualdade segue, poisultima igualdade segue, pois AA∗∗

ii s˜s˜ao disjunao disjuntos. tos. ObservObservemos que pela constru¸emos que pela constru¸c˜c˜ao,ao,

A A∗∗

ii ⊆⊆ A Aii, portanto, pela propriedade (, portanto, pela propriedade (iviv),), P P ((AAii∗∗)) ≤ ≤ P  P ((AAii), logo), logo

∞ ∞

ii=1=1 P  P ((AA∗∗ii)) ≤ ≤ ∞ ∞

ii=1=1 P  P ((AAii)).. Conclui

Concluindo ndo a a provprova,a,

P  P 



∞ ∞

ii=1=1 A Aii



= = ∞ ∞

ii=1=1 P  P ((AA∗∗ii)) ≤≤ ∞ ∞

ii=1=1 P  P ((AAii)).. (item

(item   viii  viii). ). CoComo vimmo vimos pela Defios pela Definini¸¸c˜c˜ao 17 que aao 17 que a σσ-adivitidade implica na aditividade-adivitidade implica na aditividade finita, logo o item (

finita, logo o item (viivii) implica em () implica em (viiiviii).). (item

(28)
(29)

   B

   B

  e

  e

  n

  n

D

D

   ˆ

   ˆ

  e

  e

   i

   i

  v

  v

   i

   i

  d

  d

  e

  e

(item

(item x x). ). VVamos supor queamos supor que A Aii ↓ ↓ A A, , iisstto ´o ´ee,, A Aii ⊃ ⊃ A Aii+1+1 e e

ii≥≥11 A

Aii = = A A. Ent˜. Ent˜aoao P  P ((AAii)) ≥ ≥ P  P ((AAii+1+1)) pelo item (iv), e (

pelo item (iv), e (AAii −− AA)) ↓ ↓ ∅ ∅ ⇒⇒ P P ((AAii −− A A)) →→  0 pela conti  0 pela continunuidadidade e do vado vazio. zio. PelPelaa

aditividade finita

aditividade finita P P ((AAii −− A A) ) == P P ((AAii)) − − P  P ((AA), e como), e como {{P P ((AAii))}}ii∈∈NN  ´  ´e e decredecrescente, scente, logologo P 

P ((AAii)) ↓↓ P P ((AA). ). AgAgoraora, se, se AAii ↑↑ A, , isA isto to ´´e,e, AAii ⊂⊂ AAii+1+1 ee

ii≥≥11 A

Aii == AA, ent˜, ent˜aoao AAccii ↓↓ AAcc, logo, logo

P  P ((AAcc

ii)) ↓ ↓ P  P ((AAcc)) ⇒ ⇒ 1 1 −−P P ((AAii)) ↓ ↓ 1 1 −−P P ((AA). Portanto,). Portanto, P P ((AAii)) ↑ ↑ P  P ((AA).).

(item

(item xi xi).).  Associar a prova aos diagramas de Venn abaixo. Associar a prova aos diagramas de Venn abaixo. Vamos apresentar duas provas. Vamos apresentar duas provas.

•• Primeiro para Primeiro para nn = 2, temos a propriedade ( = 2, temos a propriedade (iviv) ) do do TTeoreeorema ma 8, 8, isto isto ´´e,e, P 

P ((AA11 ∪∪AA22) ) == P  P ((AA11) +) + P P ((AA22))−−P P ((AA11 ∩∩AA22)) ((22))

••  Para  Para nn = 3, vamos considerar = 3, vamos considerar AA = = { {AA11 ∪∪AA22}}, e que, e que P 

P ((AA11 ∪∪AA22 ∪∪AA33) ) == P  P ((AA∪∪AA33)) =

= P  P ((AA) +) + P P ((AA33))−−P P ((AA∩∩AA33)).. (3)(3) Segue que

Segue que P  P ((AA) ) == P  P ((AA11 ∪∪AA22) ) == P  P ((AA11) +) + P P ((AA22))−−P P ((AA11 ∩∩AA22) e que) e que P 

P ((AA∩∩AA33) ) == P  P [([(AA11 ∪∪AA22))∩∩AA33]] =

= P  P [([(AA11 ∩∩AA33))∪∪((AA22 ∩∩AA33)])] =

= P  P ((AA11 ∩∩ AA33) +) + P P ((AA22 ∩∩ AA33))−−P P ((AA11 ∩∩AA22 ∩∩AA33) ) ((44)) Substituindo as express˜

Substituindo as express˜oes (2) e (4) em (3), logooes (2) e (4) em (3), logo P 

P ((AA11 ∪∪AA22 ∪∪AA33) ) == P  P ((AA11) + P ) +P ((AA22) +) + P P ((AA33))−−P ((AP  A11 ∩∩AA22))−−P P ((AA11 ∩∩AA33))−−P P ((AA22 ∩∩AA33)+)+ +

+ P P ((AA11 ∩∩AA22 ∩∩AA33))..

••  Para  Para nn = 4, j´ = 4, j´a apresentando o resultado direto, temosa apresentando o resultado direto, temos P  P ((AA11 ∪∪AA22 ∪∪AA33 ∪∪AA44) ) == 4 4

ii=1=1 P  P ((AAii))−− 4 4

i<j i<j P  P ((AAii ∩∩AA j j) +) + 4 4

i<j<k i<j<k P  P ((AAii ∩∩AA j j ∩ ∩ AAkk))−− − −P P (( 4 4

ii=1=1 A Aii)).. (5)(5)

••  Para  Para nn = 5, j´ = 5, j´a apresentando o resultado direto, temosa apresentando o resultado direto, temos P  P ((AA11 ∪∪AA22 ∪∪AA33 ∪∪AA44 ∪∪AA55) ) == 5 5

ii=1=1 P  P ((AAii))−− 5 5

i<j i<j P  P ((AAii ∩∩AA j j) +) + 5 5

i<j<k i<j<k P  P ((AAii ∩∩AA j j ∩ ∩ AAkk))−− − − 5 5

i<j<k<l i<j<k<l P  P ((AAii ∩∩AA j j ∩ ∩ AAkk ∩ ∩AAll) +) + P P (( 5 5

ii=1=1 A Aii)).. (6)(6) Observe que a ´

Observe que a ´ultima express˜ultima express˜ao para a uni˜ao para a uni˜ao das probabilidades alterna o sinal `ao das probabilidades alterna o sinal `aa medida que

(30)

Referências

Documentos relacionados

Local de realização da avaliação: Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação - EAPE , endereço : SGAS 907 - Brasília/DF. Estamos à disposição

Este trabalho é resultado de uma pesquisa quantitativa sobre a audiência realizada em 1999 envolvendo professores e alunos do Núcleo de Pesquisa de Comunicação da Universidade

A taxa do INR ideal para os paci- entes com disfunção ventricular e insuficiência cardíaca também não foi estimada por meio de estudos prospectivos e randomizados, e a taxa

Outro ponto importante referente à inserção dos jovens no mercado de trabalho é a possibilidade de conciliar estudo e trabalho. Os dados demonstram as

O TBC surge como uma das muitas alternativas pensadas para as populações locais, se constituindo como uma atividade econômica solidária que concatena a comunidade com os

13 Além dos monômeros resinosos e dos fotoiniciadores, as partículas de carga também são fundamentais às propriedades mecânicas dos cimentos resinosos, pois

Depois de considerar a confidência, conteúdo, distribuição, e assuntos de oportunidade associadas com a distribuição de um relatório, um controlador pode, então,

Todavia, nos substratos de ambos os solos sem adição de matéria orgânica (Figura 4 A e 5 A), constatou-se a presença do herbicida na maior profundidade da coluna