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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM OPERAÇÕES HUMANITÁRIAS

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Academic year: 2021

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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM OPERAÇÕES

HUMANITÁRIAS

Aluno: Guilherme de Arruda Falcão Ferreira Orientador: Adriana Leiras

Introdução

Desastres naturais e emergências complexas apresentam cada vez maiores impactos no mundo e previsões confirmam que esta tendência deve continuar. Diversos episódios recentes de grande magnitude têm demonstrado a vulnerabilidade das sociedades atuais, evidenciando a necessidade de uma gestão apropriada para estes eventos. Sobretudo nas primeiras horas após ocorrência do desastre, a velocidade e a objetividade das ações são fatores críticos para o salvamento das vítimas. No entanto, a rapidez de resposta depende fortemente dos esforços da fase de preparação, que devem envolver simulações, monitoramento de riscos e acordos prévios para definição dos papéis na eventualidade de um desastre.

Além disso, desastres são eventos que demandam uma cooperação entre stakeholders, sendo um exemplo típico de cenário onde ocorrem processos colaborativos e cuja representação em modelos de processos pode auxiliar no alcance de melhores resultados de resposta a desastres e aperfeiçoamento da gestão.Apesar de a coordenação destes stakeholders de diferentes perfis, culturas e interesses ser apontada como fator crítico para o sucesso das operações humanitárias na resposta a desastres [5], observa-se que geralmente os stakeholders compreendem bem apenas as suas próprias operações, mas desconhecem o papel dos demais. Portanto, torna-se relevante verificar como os desafios trazidos por pela gestão de negócios encontram-se tratados pela literatura de desastres que desenvolvem modelos de processos.

Neste sentido, esforços acadêmicos e práticos estão sendo cada vez mais mobilizados para o desenvolvimento de conhecimento e ferramentas apropriadas para a gestão de desastres e redução de impactos econômicos e sociais em decorrência dos mesmos. O gerenciamento de desastres no Brasil impõe desafios de grandes proporções a agentes públicos, organizações não governamentais e empresas privadas. Entretanto, observa-se que a disciplina tem evoluído como corpo teórico, sendo, contudo, ainda incipiente no Brasil.

Objetivos

Eventos súbitos, multifacetados e altamente complexos, as operações de resposta a grandes desastres envolvem a participação direta de diversos atores, além das vítimas: doadores, redes de ajuda local e internacional, militares, governo, agências reguladoras, setor privado, operadores logísticos, mídia e os beneficiários [2]. Os interesses variam não apenas conforme as partes envolvidas, mas também de acordo com a etapa do ciclo de vida para a qual a ação é dirigida: prevenção, preparação, resposta e/ou reconstrução [7].

Dessa forma, o projeto busca capturar a lógica que rege os processos de decisão relacionado à gestão de operações em desastres e logística humanitária para posteriormente discutir os desafios enfrentados na coordenação e comunicação entre os principais atores envolvidos nesse processo, bem como propor novos métodos de

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coordenação/comunicação para melhorar a eficiência de reposta das organizações quando da ocorrência de um desastre.

Nesse contexto, o projeto possui como principal objetivo o mapeamento dos

processos do ciclo de vida de um desastre, com principal foco nas operações de resposta a desastres súbitos no Brasil. Buscando ainda efetuar uma comparação com processos semelhantes nos EUA e Europa, de forma a propor melhorias para o caso brasileiro.

Metodologia de Pesquisa

Devido aos objetivos traçados na nossa pesquisa, torna-se necessário a realização de uma revisão da literatura para a identificação de trabalhos sobre a Logística Humanitária, Gestão de Desastre, e principalmente das operações realizadas durante o ciclo de vida de desastres. Torna-se também necessário uma revisão que para identificar trabalhos que realizam uma modelagem de processos através de alguma notação ou linguagem estruturada de operações em desastres.

A partir da análise da literatura de operações de resposta a desastres, desenvolve-se um modelo de processos para essa etapa do ciclo de vida de um desastre utilizando o software ARIS e a notação EPC (Event-driven Process Chain). Além disso, são realizadas resenhas sobre os principais trabalhos que também desenvolvem modelos de processos em cenários de desastres, emergências ou crises humanitárias a fim de subsidiar uma avaliação das notações de modelagem de processos colaborativos a partir desse cenário.

Desenvolvimento do projeto de iniciação científica

O projeto de iniciação científica pode ser dividido em três fases ou etapas. A primeira fase constitui uma revisão da literatura relacionada aos eventos do ciclo de vida de desastre, juntamente com a elaboração de resenhas. Na etapa seguinte, elabora-se um modelo de referência para os macroprocessos de resposta a desastres a partir da perspectiva de stakeholders do setor privado, setor público e da sociedade, o que resulta na submissão de um artigo ao Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) de 2015 [3]. A partir desse artigo, constata-se a necessidade de uma análise comparativa das principais notações ou linguagens utilizadas para a modelagem de processos considerando uma perspectiva multiorganizacional de colaboração, como a partir do caso de processos de desastres, emergências ou crises humanitárias, o que também resulta na submissão de um artigo, porém dessa vez ao Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET) de 2015 [4].

A. Revisão da Literatura Relacionada

Considerando a amplitude das plataformas de publicação de trabalhos sobre o assunto, esta revisão da literatura se dá apenas em periódicos cujos artigos são revisados por pares e indexados nas bases Emerald, ISI Web of Knowledge e Science Direct, devido a sua relevância acadêmica e acessibilidade. Inicialmente, a busca por trabalhos encontra-se estruturada pela utilização combinada de dois grupos de palavras, o primeiro correspondendo aos eventos de interesse, e o segundo, ao objeto do presente artigo [3]. O grupo referente aos eventos de interesse toma como base as palavras chaves “desastre”, “ajuda”, “logística humanitária”, “emergência” e “crise”. Por sua vez, o segundo grupo se restringe às palavras: “processos” e “tarefas”, que são consideradas representativas dos processos realizados durante os eventos limitados pelo primeiro grupo de palavras chaves [3].

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Identificando trabalhos que abordam Logística Humanitária, Gestão de Desastres e operações que ocorrem durante o ciclo de vida de um desastre.

Uma segunda revisão da literatura é conduzida para a identificação de trabalhos que efetivamente realizam uma modelagem de processos através de alguma notação ou linguagem estruturada de operações de desastres [4]. Para isso, a busca nas bases de periódicos é realizada a partir da combinação de dois grupos de palavras: no primeiro grupo encontram-se as palavras que determinam o contexto, sendo elas “desastre”, “emergência”, “crise”, “ajuda” e “humanitária”; e no segundo grupo, as palavras associadas a modelagem de processos ou utilização das principais notações, softwares, sendo elas “BPMN”, “UML”, “modelagem de processos” e “ARIS” (o nome do software é utilizado por ser mais conhecido e utilizado do que o nome da própria notação, e por ser o principal software que operacionaliza a notação EPC.

B. Modelagem de macroprocessos

Na segunda fase, a partir da revisão da literatura, busca-se a modelagem dos macroprocessos de resposta a desastres de forma geral, permitindo o reconhecimento da atuação de todos os stakeholders envolvidos na gestão do desastre. A coordenação de diferentes stakeholders em situações de desastre, emergência ou crise é um dos grandes desafios enfrentados nas operações de resposta a tais eventos, principalmente no que tange à minimização das suas consequências e ao fornecimento de ajuda no menor tempo possível [5]. Nestes casos, a adoção de um modelo de processos pode auxiliar no desenvolvimento de uma visão comum, condução de planejamento de operações e inclusive no registro do aprendizado sobre as atividades realizadas [7].

Uma verificação é realizada a fim de selecionar o software adequado a essa atividade, o que se dá através da identificação das ferramentas existentes e de quais já possuem alguma utilização no cenário de desastres. Como não se observa uma indicação clara de uma notação ou software para mapeamento dos macroprocessos de operações de desastres, uma avaliação preliminar é realizada tomando-se como referência a modelagem dos macroprocessos realizados por vários stakeholders colaborativamente e a existência de um banco de dados dos macroprocessos devido ao elevado número de macroprocessos que se espera modelar, resultando assim na seleção da notação EPC e do software ARIS [3]. Para isso, define-se a lista de objetos indicada na Figura 1 como padrão para a modelagem de processos de desastres.

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Figura 1- Objetos para a modelagem de processos em ARIS [3]

A estrutura de modelo de processos de resposta a desastres é definida em três níveis, conforme observado nas figuras 2, 3 e 4. No primeiro nível, tem-se o ciclo de vida de um desastre, conforme observado na Figura 2, e, no segundo nível, um agrupamento dos processos do terceiro nível com base em uma análise de conteúdo [3]. A Figura 3 contém a representação gráfica dos macroprocessos de nível 2 para a resposta a desastres, seguida pela Figura 4 com a representação do primeiro macroprocesso de nível 3, ora denominado “Reconhecimento da ocorrência do desastre”, ao passo que os demais modelos de processos de nível 3 encontram-se em anexo.

Figura.2- Nível 1 macroprocessos do ciclo de vida de um desastre modelado no ARIS [3]

Mitigação de riscos Preparação de resposta a desastres Recuperação de desastres Resposta a desastres

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Figura 3- Nível 2 macroprocessos do ciclo de vida de um desastre modelado no ARIS [3]

Avaliação da situação atual

Operações de suporte de resposta Realização de busca e salvamento Transporte de recursos durante a resposta Solicitação de recursos durante a resposta Restabelecimen-to de infraestrutura durante resposta Operações de desmobilização Atendimento à população Reconhecimento da ocorrência do desastre

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Figura 4 - Nível 3 Reconhecimento da ocorrência do desastre [3]

Considerando a revisão sistemática da literatura e os princípios de modelagem de processos, conforme visto em [1] e [6], é possível qualificar o modelo de resposta a desastres como um modelo de referência a partir da perspectiva acadêmica, para todos os stakeholders envolvidos em situações de desastre, emergência ou crise, a ser adotado na criação de uma imagem comum e melhor alocação dos recursos e tomada de decisão entre todos os envolvidos [3].

C. Análise comparativa de notações para de modelagem de processos colaborativos a partir do caso de desastre

Na terceira e última fase, as notações utilizadas na modelagem de processos são analisadas com mais profundidade quanto ao cenário de desastres. Nesse sentido, é reconhecido que a gestão e modelagem de processos colaborativos compreendem um aspecto estratégico da gestão de processos de negócios, e considerando a característica colaborativa das operações de desastres, torna-se relevante verificar como os desafios trazidos por esse aspecto colaborativo encontram-se tratados pela literatura de desastres que desenvolvem modelos de processos.

A partir da análise dos trabalhos obtidos com a revisão da literatura, é observado que os desafios associados a características técnicas da notação utilizada na modelagem de processos colaborativos, como o treinamento, participação e compreensão dos executores das atividades e ainda a representação dos stakeholders no fluxo de processos, não são completamente tratados pela literatura de desastres [4].

Além disso, a partir da identificação dos desafios da modelagem de processos colaborativos e consequente delineamento da característica principal desse assunto – a representação dos stakeholders pelas notações –, é efetuada uma avaliação comparativa das três principais notações ou linguagens específicas de modelagem de processos, a saber: BPMN, EPC e UML [4]. Para isso, são apresentadas as características principais de cada notação junto a exemplos de modelos observados na literatura de operações de desastres modelados com as três notações, de forma a permitir uma melhor comparação dos resultados.

A análise comparativa entre as notações EPC, BPMN e UML a partir da perspectiva de interação entre stakeholders em processos colaborativos indica a notação EPC como aquela que possui maior capacidade de representação das diversas combinações de stakeholders que podem atuar de forma colaborativa, simultânea e até

Identificar alteração das características locais Comunicar evento aos níveis superiores Acionar alarmes Reunir alto escalão de comando Evacuar áreas de risco com alarmes acionados Implementar medidas de contenção ou proteção

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mesmo alternada no fluxo de processos [4]. Apesar disso, os autores reconhecem que as notações BPMN e UML podem ter desempenho adequado na modelagem de processos mais específicos e locais ou mesmo quando desenvolvidos através da perspectiva de uma organização focal com interação entre alguns poucos stakeholders [4].

Conclusão

Por fim, observa-se que o projeto de iniciação científica promove a obtenção de uma visão geral sobre os conceitos de Logística Humanitária, Gestão de Desastres e principalmente dos aspectos principais do ciclo de vida de um desastre. Destacando-se ainda o desenvolvimento de uma análise crítica pautada na revisão sistemática da literatura, além da elaboração de artigos científicos que contribuem para o avanço da logística humanitária no cenário nacional.

Nesse aspecto, o desenvolvimento de um modelo de processos de resposta a desastre se torna referência para uma melhor gestão das operações de desastres entre todos os stakeholders envolvidos. Igualmente, a gestão e modelagem de processos colaborativos é um tema recente que ganha destaque com a crescente utilização de softwares sociais e a reformulação das formas de interação entre stakeholders internos e externos às organizações, trazendo assim diversos desafios de natureza de gestão e de natureza técnica e que podem ser observados sob a perspectiva da modelagem de processos de desastres. Dessa forma, ambos os artigos desenvolvidos se tornam referência para uma melhor gestão das operações de resposta para todos os stakeholders envolvidos e para a discussão da modelagem de processos colaborativos.

Referências Bibliográficas

1-BECKER, J.; ROSEMANN, M.; UTHMANN, C. Guidelines of Business Process Modeling. In: AALST, W. M. P. van der; Desel, J.; Oberweis, A. (eds.). Business process

management. Models, techniques, and empirical studies. Springer Verlag, Berlin,

Alemanha, 2000.

2- FONTAINHA, T. C.; SILVA, L. de O.; LEIRAS, A.; BANDEIRA, R. A. de M.; SCAVARDA, L. F. Modelo conceitual de itegração de stakeholders em operações humanitárias. XXVIII Congresso Annual da Associação de Pesquisa e Ensino em

Transportes, 2014.

3-FONTAINHA, T. C.; SILVA, L. de O.; FERREIRA, G. de A. F.; LEIRAS, A.; BANDEIRA, R. A. de M. Modelo de referência de processos para resposta a desastres.

XXXV Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 2015 (Submetido e em revisão

pela comissão do evento).

4- FONTAINHA, T. C.; FERREIRA, G. de A. F.; LEIRAS, A. Análise comparativa de notações e linguagens, XXIX Congresso Anual da Associação Nacional de Pesquisa e

Ensino em Transportes, 2015 (Submetido e em revisão pela comissão do evento)

5-LEIRAS, A.; JR, I. DE B.; PERES, E. Q.; BERTAZZO, T. R.; YOSHIZAKI, H. T. Y. Literature review of humanitarian logistics research: trends and challenges. Journal of

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6-SCHUETTE, R.; ROTTHOWE, T. The Guidelines of Modeling – An Approach to Enhance the Quality in Information Models. In: LING, T.-W.; RAM, S.; LEE, M. L. (Org.). Conceptual Modeling – ER ’98, Lecture Notes in Computer Science. Germany: Springer Berlin Heidelberg, 1998. P. 240-254

7- VAN WASSENHOVE, L. N. Humanitarian aid logistics: supply chain management in high gear, Journal of the Operational Research Society, v. 57, p. 475-498, 2006.

ANEXO

É apresentado a seguir a Figura 5, Figura 6, Figura 7, Figura 8, Figura 9, Figura 10, Figura 11 e Figura 12 detalhando respectivamente a representação gráfica dos processos de Nível 3 (Figura 3) em continuidade à seção B.

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Figura 5- Nível 3: Avaliação da situação atual [3] Avaliar capacidades locais Avaliar recursos locais Avaliar fontes locais de abastecimento Implantar equipe de emergência Implantar equipe exploratória Identificar necessidades e número de beneficiários Identificar tipo e magnitude do desastre Avaliar tipo e quantidade de recursos necessários Identificar áreas afetadas ou em risco Avaliar necessidade de evacuação ou proteção Reunir alto escalão de comando Identificar possibilidades de contaminação e doenças Identificar possibilidade de agravamento do desastre Comunicar população sobre situação atual, riscos e ações Implantar centro de gerenciamento do desastre Avaliar infraestrutura local Avaliar recursos disponíveis de comunicação Identificar localização para instalações temporárias Comunicar evento aos níveis superiores Avaliar adaptação de planos de emergência Realizar busca e salvamento Acolher população afetada Priorizar necessidades Solicitar restabelecimento de infraestrutura Projetar infraestrutura provisória

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Figura 6- Nível 3: Realização de busca e salvamento [3] Implantar equipe de emergência Realizar busca e salvamento Realizar atendimento médico Realizar triagem para atendimento médico Transportar feridos para centros fora do desastre Realizar recolhimento de cadáveres e sepultamento

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Figura 7- Nível 3: Restabelecimento de infraestrutura provisória [3] Solicitar restabelecimento de infraestrutura Mobilizar equipamentos Preparar equipamentos Transportar equipamentos Implantar centro de armazenamento temporário Desobstruir vias principais e restabelecer rotas de acesso Restabelecer fornecimento de água, energia e comunicações Consolidar transporte Acolher população afetada Implantar infraestrutura provisória de atendimento Projetar infraestrutura provisória Avaliar infraestrutura local Identificar localização para instalações temporárias

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Figura 8- Nível 3: Solicitação de recursos durante a resposta [3]

Figura 9- Nível 3: Transporte de recursos durante a resposta [3] Realizar cotação de produtos Consolidar solicitação de produtos Confirmar e validar compra local e externa Comprar produtos locais Comprar produtos externos Mobilizar recursos nos armazéns de fornecedores Mobilizar recursos nos armazéns estratégicos Comunicar as prioridades aos doadores Justificar solicitações especiais Priorizar necessidades Pedir produtos emergenciais em estoque Encomendar produtos emergenciais Especificar produtos especiais Especificar recursos humanos necessários Avaliar capacidades locais Avaliar recursos locais Avaliar fontes locais de abastecimento Especificar recursos financeiros necessários Contratar recursos de transporte Realizar cotação de recursos de transporte Receber doações Consolidar transporte Consolidar transporte Selecionar rota de transporte Programar transporte Carregar recursos no veículo Elaborar documentos de expedição dos recursos... Rastrear e localizar recursos em trânsito Descarregar recursos do veículo Confirmar recebimento de recursos Realizar transporte durante a resposta Comprar produtos locais Comprar produtos externos Contratar recursos de transporte Implantar centro de armazenamento temporário Receber doações Receber recursos

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Figura 10 - Nível 3: Atendimento à população [3]

Figura 11 - Nível 3: Operações de desmobilização [3]

Implantar política de inventário Receber recursos Armazenar produtos necessários à resposta Receber solicitações da população afetada Entregar produtos à população afetada Acolher população afetada Implantar equipe de emergência Implantar centro de armazenamento temporário Realizar triagem dos recursos Armazenar os produtos não necessários à resposta Marcar e identificar recursos Implantar centro de armazenamento temporário Confirmar recebimento de recursos Alocar recursos de ajuda de acordo com as solicitações Coletar dados e informações da população local Confirmar restabelecimento da normalidade Elaborar projeto de desmobilização local Confirmar restabelecimento da normalidade Desmobilizar infraestrutura provisória Desmobilizar recursos não utilizados na resposta Entregar produtos à população afetada

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Figura 12 - Nível 3: Operações de suporte de resposta [3] Estabelecer comunicação entre stakeholders Priorizar e alocar recursos para operação de suporte Operar sistema de operações e suporte Criar relatório de entrega Criar relatório de ordens especiais Criar relatório de inventário Criar relatório de ativos Criar relatório de perdas e danos Criar relatório de avaliação dos recursos e necessidades Criar relatório de doações e doadores Monitorar número de pessoas em abrigos Monitorar condições da população em abrigos Controlar orçamento financeiro de ajuda Criar e acompa-nhar indicadores de desempenho de resposta Criar mapas da situação atual de riscos e necessidades Realizar avaliação de desempenho

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