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Academic year: 2021

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TÍTULO: UM ESTUDO DAS PRÁTICAS DE INTEGRAÇÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS NOS AMBIENTES ORGANIZACIONAIS.

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ÁREA:

SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADE ENIAC INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): THAYNA DE PROENÇA BALBINO, BRUNA MORETTI GODOI FERREIRA, JOSEANE OLIVEIRA DA SILVA

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): MARIA HELENA VELOSO SALGADO ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): RITA DE CÁSSIA GOMES COLABORADOR(ES):

(2)

1.​ ​RESUMO

O presente artigo apresenta um estudo das práticas de integração dos

deficientes físicos nos ambientes organizacionais. Com o objetivo específico de

analisar as técnicas que são utilizadas para acolhê-las no ambiente de trabalho. A

elaboração do mesmo se deu por meio de pesquisa bibliográfica, com uso de

materiais extraídos de bibliotecas privadas, públicas e digitais. Trabalhando com a

finalidade de demonstrar quais os tipos de deficiência física, foi feito um levantamento de seu conceito. As estratégias utilizadas pelas organizações para incluir essas pessoas as empresas, foram demonstradas com uma visão focalizada

tanto nos âmbitos estruturais como também nos sociais. O treinamento e

desenvolvimento trazem formas de como adicioná-los de modo que possam

progredir profissionalmente. Para se ter um parâmetro legal sobre o assunto

exposto, exploramos o que as leis dizem a respeito. Observamos que há poucos

documentos publicados que tratam sobre o programa de integração dos deficientes

físicos nas organizações. Concluindo que apesar de sua concludente relevância o

tema ainda é pouco apregoado, considerando que tal é fundamental dependendo

porém​ ​de​ ​mudanças​ ​culturais,​ ​atitudinais​ ​e​ ​arquitetônicas.

Palavras-chave: ​Pessoas com deficiência física. Integração. Organização. Lei de Cotas.

2.​ ​INTRODUÇÃO

O presente artigo irá apresentar um estudo das práticas de integração dos

deficientes​ ​físicos​ ​nos​ ​ambientes​ ​organizacionais.

Sabendo-se que a contratação desses profissionais é de extrema relevância,

pois além de gerar emprego, a colocação dessas pessoas no mercado, contribui

para trazer dignidade, bem como a inclusão social. Essa inserção também é feita

para que haja o cumprimento do Art. 93 da Lei de Benefícios da Previdência Social -

Lei​ ​8213/91​ ​-​ ​“Lei​ ​de​ ​cotas”​ ​(BRASIL,1998).

Um problema enfrentado pelos administradores que devem contratar esses

profissionais, e que será analisado neste trabalho, é: Quais as práticas de integração

(3)

Tratando-se de integração, as hipóteses que poderão ser validadas ou não ao

longo desta pesquisa, são: (I) Normas ABNT; (II) As práticas de conscientização da

relevância da diversidade; e (III) Preparação e treinamento da pessoa com

deficiência​ ​física.

Contudo, esse trabalho pode auxiliar a entender que trabalhar somente para a

colocação desses profissionais nas organizações não é o suficiente, precisamos ter

a sensibilidade e a responsabilidade de dar condições dignas para essas pessoas,

podendo realmente ter suas necessidades atendidas para poder desempenhar bem o​ ​seu​ ​trabalho,​ ​igual​ ​a​ ​qualquer​ ​outra​ ​pessoa.

3.​ ​OBJETIVO

O objetivo geral deste trabalho é ​demonstrar como profissionais com

deficiência​ ​física​ ​podem​ ​ser​ ​integrados​ ​às​ ​organizações.

O objetivo específico é definir quais as técnicas utilizadas para a integração

de pessoas com deficiência física e analisar como são aplicadas, de forma que

esses​ ​profissionais​ ​possam​ ​ser​ ​acolhidos​ ​no​ ​ambiente​ ​de​ ​trabalho.

4.​ ​METODOLOGIA

Para aperfeiçoar conhecimentos e buscar respostas concretas para o

assunto abordado, desenvolvemos uma pesquisa bibliográfica com cunho científico

para o discernimento do trabalho. Sabendo da importância de se ter materiais de

autores conceituados, buscamos os mesmo em bibliotecas privadas, públicas e

digitais.

Severino (2007) afirma que a pesquisa bibliográfica busca realizar um estudo

a partir de documentos disponíveis, que já foram estudados em registros anteriores,

como materiais impressos em livros, artigos, revistas e outros. Assim os textos

tornam-se​ ​fontes​ ​para​ ​que​ ​sejam​ ​feitas​ ​pesquisas​ ​embasadas.

Seguindo então um conjunto de atividades organizadas para que fosse

realizado a coleta de dados para a pesquisa, o levantamento bibliográfico foi feito de

(4)

Isto vem ao encontro com o que Oliveira (1999), diz a respeito da pesquisa

bibliográfica, que é feita com a finalidade de conhecer as diferentes formas de

contribuição​ ​científica​ ​que​ ​se​ ​foi​ ​realizado​ ​sobre​ ​determinado​ ​assunto​ ​ou​ ​fenômeno.

5.​ ​DESENVOLVIMENTO

Em primeiro lugar, abordamos o conceito de deficiência física para

compreendermos o que ressalta o decreto federal, em seguida a norma ABNT sobre

a acessibilidade dessas pessoas dentro da organização, em terceiro lugar, como as

empresas​ ​fazem​ ​a​ ​integração​ ​e​ ​finalizando​ ​com​ ​o​ ​treinamento​ ​e​ ​desenvolvimento.

5.1​ ​Conceito​ ​de​ ​Deficiência​ ​Física

A Convenção Internacional dos Direitos da pessoa com deficiência (2007),

aponta que as pessoas com deficiência físicas são aquelas que têm impedimento de

longo prazo. Em interação com diversas barreiras, podem deixar de ter uma

participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as

demais​ ​pessoas.

Os tipos de deficiência física, de acordo com o Decreto Federal Nº 5.296 de 2

dezembro​ ​de​ ​2004​​ ​são:

Deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos

do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física,

apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia,

monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida,

exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades

para​ ​o​ ​desempenho​ ​de​ ​funções.​ ​(Brasil,​ ​2004,​ ​p.2)

No que refere às pessoas com deficiência física, são aquelas que apresentam

ausência​ ​de​ ​algum​ ​membro​ ​do​ ​corpo​ ​ou​ ​dificuldade​ ​motora.​ ​(SENAC​ ​RIO,​ ​2003)

5.2​ ​Normas​ ​ABNT

Acessibilidade é uma particularidade de extrema importância do ambiente que

assegura a melhoria no bem-estar da pessoa. Deve estar presente no meio físico,

no transporte, na informação e comunicação, como também quaisquer outros

equipamentos e serviços desobstruídos a sociedade, seja ele de uso público,

(5)

Para que seja assegurado o direito de ir e vir das pessoas com deficiência física no ambiente de trabalho, são estabelecidas pela Associação Brasileira de

Normas Técnicas - ABNT, na NBR 9050, a seguintes definições de acessibilidade:

Condição de alcance, autonomia no espaço com segurança, móveis e equipamentos

adaptados, sistema de tecnologia para aperfeiçoar a comunicação de pessoas com

deficiência​ ​ou​ ​mobilidade​ ​reduzida.

Possibilitando assim à pessoa com deficiência viver de forma independente,

as normas ABNT oferecem condutas e critérios para auxiliar na conscientização da

importância que a locomoção sem obstáculos tem para as mesmas,

promovendo-lhes​ ​um​ ​tratamento​ ​igualitário.

A Organização Internacional do Trabalho (2003), sustenta que: a entidade

empregadora que tem o objetivo de propiciar facilidade de acesso ao local de

trabalho, pode adaptar, incluir ajustes ou modificar maquinário, equipamentos,

estação​ ​de​ ​trabalho,​ ​bem​ ​como​ ​adaptação​ ​geográfica​ ​na​ ​empresa.

Uma pesquisa feita pelo IBDD - Instituto brasileiro das pessoas com

deficiências (IBDD, 2017), relata que os direitos das pessoas com deficiência não são respeitados. Como faz notar que essas adaptações muitas vezes não são

realizadas​ ​pelos​ ​empresários.

A mudança no ​layout da empresa, além de proporcionar facilidade aos

funcionários deficientes, também fará com que estejam preparadas para receber

clientes,​ ​fornecedores​ ​e​ ​outros​ ​que​ ​tenham​ ​algum​ ​tipo​ ​de​ ​dificuldade​ ​de​ ​locomoção.

5.3​ ​Integração

De acordo com as orientações da FEBRABAN (2006), é explicado que a Lei

de Cotas (8.213/91, art 93) nas organizações privadas com mais de 100

funcionários, proporcione uma reserva de vagas que é aplicado por um percentual

referente aos números geral de funcionários, para pessoas reabilitadas ou com deficiência.

Aplicando-se então a lei, após os deficientes físicos serem inseridos no

mercado de trabalho, uma questão imprescindível a ser tratada é a integração

(6)

Masini (1997), ressalta que integrar significa formar, coordenar ou combinar e integração​ ​significa​ ​o​ ​ato​ ​ou​ ​processo​ ​de​ ​integrar.

Esta explicitação é necessária para conscientizar os colaboradores que lidam

direta ou indiretamente com os deficientes e desconhecem sua capacidade,

manifestando assim falta de harmonia, discriminação e preconceito, ingredientes

indispensáveis​ ​para​ ​a​ ​motivação​ ​profissional.

Para evitar uma atitude hostil na integração desses profissionais no mercado

de trabalho, Carreira (1997) diz que o administrador precisa fazer uma análise dos

perfis dos cargos contidos no seu manual de organização, assim ele perceberá que poderá contar com as pessoas que contém alguma deficiência física em vários

cargos​ ​de​ ​sua​ ​empresa.

Enquanto se preparam para a contratação desses profissionais, é sabido da

importância de preparar os colaboradores atuais para recebê-los de forma que não

se sintam com dúvidas de como tratar essas pessoas, sabendo disso, a empresa

pode elaborar palestras informativas para a conscientização da relevância da

diversidade.

Outro aspecto levantado por Carreira (1997), é que os deficientes físicos que

estão participando do processo seletivo nas empresas, devem participar do mesmo

recrutamento de pessoas que não contenham deficiências e concorrer às mesmas

vagas, além disso, são as pessoas com deficiência quem devem decidir se estão aptos​ ​ou​ ​não​ ​para​ ​concorrer​ ​a​ ​vaga.

Ensinar a importância do respeito à diversidade das pessoas é um benefício

que os administradores podem agregar a empresa, pois adotando essa prática como

um valor organizacional conseguem conquistar uma base de clientes mais

diversificados, vantagem competitiva, aumenta a oportunidade de possuir uma mão

de obra mais qualificada, os funcionários tendem a ficar mais motivados pois

percebem que podem ser quem realmente são no ambiente de trabalho e mais

inúmeros​ ​fatores​ ​benéficos​ ​as​ ​organizações.​ ​(BANCO​ ​SANTANDER)

Seguindo este raciocínio, Rego (2011) mantém que, a diversidade humana ou

social, tem por entendimento a infinidade de diferenças entre as pessoas que

compõem a vida em comunidade. As diferenças entre eles pode ser motivo de união

(7)

Portanto as práticas descritas, pode nos auxiliar na conscientização da relevância da diversidade no ambiente organizacional, bem como na vida do

profissional​ ​que​ ​recebe​ ​essa​ ​nova​ ​oportunidade.

5.4​ ​Treinamento​ ​e​ ​Desenvolvimento

Após os profissionais passarem pelo processo seletivo, as empresas iniciam o

processo de treinamento para promover o aprendizado e qualificá-los. O programa

de treinamento das pessoas com deficiência também não deve ser diferenciado e

deve​ ​ser​ ​aplicado​ ​junto​ ​com​ ​os​ ​demais​ ​funcionários.

Carreira (1997), ressalta que o processo de inserção desses profissionais

deve​ ​ser​ ​feito​ ​de​ ​maneira​ ​natural​ ​e​ ​integrada​ ​ao​ ​meio.

Já o desenvolvimento deve ocorrer de forma que sejam disponibilizadas

ferramentas que os auxiliem nesse processo de forma natural, para que essas

pessoas possam entregar o que lhe é demandado pela organização ou pelo

ambiente​ ​profissional.

Boog e Boog (2013), comenta que o desenvolvimento auxilia a pessoa ao

crescimento. Progredir em direção diferente do que está habituado, preparando a

pessoa para posições mais complexas. Para carreiras diversas do que encontra-se

engajada,​ ​fala-se​ ​de​ ​uma​ ​visão​ ​mais​ ​acurada​ ​para​ ​o​ ​futuro.

Sabendo-se que a capacidade de desenvolver novas habilidades e adquirir

novos conhecimentos está ao alcance de qualquer pessoa, os profissionais com

deficiência física também estão aptos a se desenvolverem de forma mútua dentro do

ambiente organizacional. Trabalhando para desenvolver as pessoas, a empresa se

desenvolverá​ ​correspondentemente.

6.​ ​RESULTADOS

Com base nas pesquisas, observa-se que há poucos documentos publicados

que tratam sobre o programa de integração dos deficientes físicos nas organizações.

De fato, como essas informações são mínimas, os gestores acabam por não

saberem como recebê-los.Sucedido a isto, quando precisam, incluem somente para

o cumprimento da lei de cotas, causando uma exclusão de forma indireta desses profissionais.

(8)

Os objetivos foram alcançados pois, pôde ser demonstrado como os

profissionais com deficiência física podem ser integrados ao ambiente

organizacional para que possam trabalhar de forma plena. As técnicas foram

apresentadas​ ​com​ ​embasamento​ ​por​ ​materiais​ ​colhidos​ ​pelo​ ​grupo.

As hipóteses foram validadas pois pontuamos as premissas de preparação e

treinamento, não só das pessoas com deficiência física, mas com uma visão voltada para todas as pessoas integradas ao meio. A norma ABNT foi apresentada para que​ ​possa​ ​haver​ ​uma​ ​ciência​ ​de​ ​que​ ​é​ ​assegurado​ ​o​ ​direito​ ​de​ ​ir​ ​e​ ​vir.

​ ​​7.​ ​CONSIDERAÇÕES​ ​FINAIS

O​ ​objetivo​ ​deste​ ​trabalho​ ​foi​ ​apresentar​ ​um​ ​estudo​ ​das​ ​práticas​ ​de​ ​integração

dos​ ​deficientes​ ​físicos​ ​utilizada​ ​pelas​ ​empresas.​ ​Apesar​ ​de​ ​sua​ ​concludente

relevância,​ ​o​ ​tema​ ​ainda​ ​é​ ​pouco​ ​apregoado.​ ​Considerando​ ​que​ ​tal​ ​gera​ ​resultados

sociais​ ​positivos,​ ​gerando​ ​emprego,​ ​trazendo​ ​a​ ​dignidade​ ​das​ ​pessoas​ ​com

deficiência​ ​e​ ​ainda​ ​contribui​ ​para​ ​o​ ​desenvolvimento​ ​inclusivo.​ ​Sua​ ​implementação​ ​é

fundamental​ ​dependendo,​ ​porém,​ ​de​ ​mudanças​ ​culturais​ ​e​ ​atitudinais.

A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, a qual demonstrou-se

suficiente para realizar os estudos baseados em documentos anteriores e livros de

autores​ ​conceituados.

Vale notar que ao estudar quais são os tipos de deficiência física e seu

conceito, observamos que pelas inúmeras identificações é provável que tenham um

número considerável de profissionais que as empresas podem contratar para

preencher seu quadro. Porém, foi entendido que a contratação desses profissionais

é feita em sua maioria, somente para que haja o cumprimento do Art. 93 da Lei de

Benefícios​ ​da​ ​Previdência​ ​Social​ ​-​ ​Lei​ ​8213/91​ ​-​ ​“Lei​ ​de​ ​cotas”.​ ​(Brasil,​ ​1998)

As normas ABNT trazem condutas e critérios para contribuir no entendimento

do cuidado que esse tipo de profissional necessita quando inserido ao meio

corporativo. Apesar da importância que a acessibilidade tem para a integração, é

percebido que se há uma dificuldade para a aplicação das normas, principalmente

em edificações antigas, onde não foram construídas com projetos adequados para receber esses profissionais. Gerando inicialmente um custo para as organizações,

(9)

A integração também é explorada, resultando técnicas para o bem estar de

todos os colaboradores envolvidos na empresa. O treinamento e o desenvolvimento,

fecha o ciclo de adição dessas pessoas, reforçando o fato de que, elas podem se

desenvolverem​ ​para​ ​obterem​ ​o​ ​sucesso​ ​profissional​ ​que​ ​desejarem.

Por fim concluímos que o trabalho foi de grande aproveitamento para a nossa

experiência acadêmica, profissional e pessoal, pois como futuras administradoras,

passamos, a saber, da importância que esses profissionais trazem ao meio

corporativo e que não basta apenas contratá-los, precisamos estar preparadas para

recebê-los.

8.​ ​FONTES​ ​CONSULTADAS

BANCO SANTANDER. ​A importância da diversidade empresarial​.

https://www.santandernegocioseempresas.com.br/detalhe-noticia/a-importancia-da-d

iversidade-empresarial.html​>.​ ​Acesso​ ​Em:​ ​​ ​22​ ​ago.2017.

BRASIL. Constituição (1988). ​Constituição da República Federativa do Brasil​.

Brasília,​ ​DF:​ ​Senado​ ​Federal:​ ​Centro​ ​Gráfico,​ ​1988,​ ​p.292​.

BOOG, Gustavo G; BOOG, Magdalena. (Coord). ​Manual de Treinamento e

Desenvolvimento: ​processos e operações. Vol. 2. 6. ed. ​São Paulo: Editora

Pearson​ ​Education​ ​do​ ​Brasil,​ ​2013.

CARREIRA, Dorival. A integração da pessoa deficiente no mercado de trabalho. In:

A integração de pessoas com deficiência​: Contribuições Para Uma Reflexão

Sobre​ ​o​ ​Tema.​ ​–​ ​São​ ​Paulo:​ ​Memnon:​ ​Editora​ ​SENAC,​ ​São​ ​Paulo,​ ​1997​.

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186, de 09 de julho de 2008: Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. 4. ed., rev.

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trabalho/​ ​IBDD​ ​[Coord.]​ ​-​ ​Rio​ ​de​ ​Janeiro:​ ​Editora​ ​SENAC​ ​Rio,​ ​2003.

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FEBRABAN 2006. ​FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos​. Disponível

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MASINI, Elcie F. Salzano .Integração ou desintegração? uma questão a ser pensada

sobre a educação do deficiente visual. In: ​A integração de pessoas com

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http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt-nbr9050-edicao-2015.pdf​. Acesso em:

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OLIVEIRA, Silvio Luiz de. ​Tratado de metodologia científica​. Editora Pioneira,

1999.

REGO, Teresa Cristina (org.). ​Livro educar para a diversidade​: Desafios e

Perspectivas.​ ​1.​ ​ed.,​ ​Editora​ ​Moderna,​ ​São​ ​Paulo,​ ​2011.

SECRETARIA INTERNACIONAL DO TRABALHO. ​Gestão de questões relativas a

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<​http://www.oitbrasil.org.br/sites/default/files/topic/disability/pub/gestao_2006_297.pd

f​>.​ ​Acesso​ ​em:​ ​19​ ​ago.2017.

SEVERINO, Antonio Joaquim. ​Metodologia do trabalho científico​. 23. ed. rev. e

atual.​ ​Cortez​ ​Editora,​ ​2008.

Referências

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