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X X IV Sem ana da Faculdade de
Edu-cação, Filosofia, Ciências Sociais e da
D ocum entação "Biblioteconom ia - N
o-vos Rum os e Perspectivas", realizou-se
de 3 a 6 de outubro, na U N ESP, cam pus
de M anlia.
IV Encontro de Biblioteconom ia do
V ale do Para íba, realizou-se a I de
outu-bro, 1983 - Lorena, S.P.
Prom oção: Faculdades Integradas
Te-resa D 'A vila - Faculdade de
Bibliotecono-I m ia e D ocum entação. A poio: A ssociação Paulista de Bibliotecários - Regional do
V ale do Para íba.
Tem a: "A form ação cultural do
biblio-tecário e Seus novos cam pos de trabalho".
O bjetivo: I. Conscientizar sobre a im
-portância da Cultura no profissional
bi-bliotecário; 2. Perspectivas de novos
ca-m inhos e sua atuação no m ercado de
tra-balho; 3. Proporcionar trocas de
experiên-cias en tre profissionais.
162 ,{cv. bras. Biblioteconom ia c D oe. 16(3/4):163-165, jul.jdcz. 19H 3
BIBLlOG
1. Cunha, brasilei UFMG, 1976.
2. N ecessi Brasil. 15-24,
3. O pape leira. R
zonte, 4 .. H avard
11 Sem inário sobre Experiência
sional, prom ovido pelo Curso de B e D da U FP, de 13 a 15 de dezem bro, em Curiti-ba, com o objetivo de prom over m aior in-tegração entre o corpo docente e discente e profissionais bibliotecários.
Sem inário sobre o Livro Técnico no Brasil. Prom oção do D epartam ento de Tecnologia, do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, a 28 de setem bro. A FEBA B fez-se representar por dois m em bros da D iretoria, Carm inda N oguei-ra de Castro Ferreira e M ay Brooking N egrão que deram sugestões para a ela-boração do docum ento-básico em que se proponha um a política para o livro téc-nico.
I
Feira Internacional do livro-RJ. D e 3 a 13 de novem bro, p.p., reali-zou-se no H otelCopacabana Palace, pela prim eira vez no Rio de Janeiro, esse im -portan te evento', prom oção de F A G -A~-quitetura Prom ocional, patrocínio do SN EL, Sindicato N acional dos Editores de Livros e com o apoio da Câm ara Bra-sileira do Livro e do Banco N oroeste.
V III Jornada Sul-Rio-G randense de B e D
Prom ovida pela A ssociação Rio-G ran-dense de Bibliotecários e pela Biblioteca Central da U FRG S, enfatizará a ação do bibliotecário na sociedade, cultura e ciên-cia de seu tem po com o tem a Central: A ção Biblioteconôm ica. D e 23 a 28 de julho de 1984. Inscrição até fev.j84:
Cr$ 12.000,00 (bibliotecário associado). Inform ações: ~ecretaria da A RG B - Rua
Dr.
Flores, 245 -7f?
andar conj. 902-164
Eventos
zação de encontros com o este servirão para m elhorar esta im agem atual.
3. M ercado de Trabalho e Legislação
Pesquisas dem onstram que o m erca-do de trabalho dos profissionais em bi-blioteconom ia não é bom . Existem m ui-tos desem pregados e m uitos profissio-nais em pregados em outras áreas, além de não existir um piso salarial.
O s principais responsáveis por esta situação podem ser apontados com o sendo:
a) O núm ero excessivo de faculdades de biblioteconom ia que colocam no m er-cado um núm ero m uito grande de' pro-fissionais, aliado ao fato de existirem , legalm ente ou não, pessoas com outras qualificações ocupando o lugar de biblio-tecários;
b) A falta de reconhecim ento da im -portância do bibliotecário por parte das autoridades;
c) O fato de, a quase totalidade dos' profissionais pertencerem ao sexo fem i-nino num a sociedade que valoriza m ais o trabalho m asculino;
d) A ausência de reivindicações e exi-gências por parte destes profissionais;
e) A ausência de um Sindicato que possa levar um a luta m ais efetiva sobre as questões trabalhistas.
Por outro lado se faz necessária um a nova regulam entação atualizada e.
con-/
CEP 90.000 - Porto A legre - RS -
Tele-fone: 25-8194.
2~
Jornada Paulista de B eD.
Piracicaba, 1 a 3 de julho de 1983,
Conclusões:
1. Form ação Profissional
Há necessidade de m odificações na for-m ação do profissional visando basicam
en-te a m udança de com portam ento deste profissional e a sua adequação ao contex-to socio, econôm ico, político, cultural e tecnológico.
D aí a reform ulação curricular nos cur-sos de graduação, que deve vir acom pa-nhada por um a nova postura, m entalida-de e consciência do corpo docente prin-cipalm ente, não devendo ser lim itada apenas ao acréscim o ou supressão de dis-ciplinas.
Esta reform ulação vai influenciar tam -bém os cursos de pós-graduação na m e-dida em que estes deverão deixar de ser instrum entos freqüentem ente usados para sanar falhas da graduação.
D estacou-se tam bém a necessidade do profissional cultivar o hábito de m anter-se atualizado, utilizando os m eios dispo-níveis e m ais diversificados possíveis tais com o: leituras, sem inários, cursos, etc.
)
2. Perfil e Im agem do Bibliotecário
M esm o não tendo atingido um desem -penho satisfatório, o bibliotecário vem ' evoluindo no tem po, em bora a sua im a-gem seja caracterizada ainda, com
freqüên-cia, pela passividade e pelo excessivo for-m alisfor-m o e tecnicisfor-m o.
A reform ulação do currículo e a real
i-Rcv. bras. Bibliotcconornia c D oe. 16(3j4):1 63- 165, jul.jdcz. 1983 Rev. bras. Biblioteeonom ia e D oe. 16(3j4):163-165,jul.jdez. 1983 165
Eventos
ceitualm ente precisa, evitando in terpre-tações dúbias ou m esm o distorcidas, que possam prejudicar o bibliotecário no exercício da sua profissão.
É
preciso tam bém conhecer as atri-buições dos conselhos de Bibliotecono-m ia já que são eles os responsáveis pela regularização e fiscalização da profissão, cabendo-Ihes ainda a função de tribunais.Recom endações
Q ue os Bibliotecários se m obilizem constituindo um a única força com am pla e ativa participação colaborando:
1)
.Para
a criação de um Sindicato;2) Para a reform ulação da legislação re-gulam entadora da Profissão;
3) Para participação dos profissionais m ais intensam ente nas decisões em to-dos os níveis.
Q ue órgãos com petentes, tais com o escolas, associações e bibliotecas após diagnóstico de educação continuada e determ inação de perfil profissional, rea-lizem planejam entos regionais e nacionais para atender a reciclagem perm anente do bibliotecário.