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(1)

V

-

M

,

O f '

1

IHSSERTACAO

*

Srerft*} fir Srit t t r» f*s f i rftifffv

CAIȣII:A DI

-

L HV^IKMK I: n s i o n t A «M uKDiriN.t

f

i ) D * 30 3 33 * 39 M 3 3 * 33333 31 * 9911833

PROPOSIMES

9 .V// wo rf/' .VriViiriiffA .i f f c s s o r i f t s

vliirfm medico*legal

das eccliymoses sub - pleura

es

.

S f f r i i o f i r S f t c i f f t f i s i'ir t i r zi f f t s

hits

nperar . ocs reclamadas polos

tumores

da

lingua

.

Serf gift fir Srirtttins .VfWifffv

Das

oomliroes pathogenicas ,

do diagnostic!) o tvatamenln da

nudestia

de Addison .

4

>

T H E S E

AIllESEN IADA

P

l FACULOABE DE IDIlffi III ! Dll ) DE Jilt®

4

Em 31 ds Agoslo de 1B6S

e sustenuida no dia 16 dc Dezembro do mesino anno

('V/

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IMITUR

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EM MEJHOINA

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JELA MliSMA FACULDADE

ffli

Natural i!>- Minns

-

iitifiuis r,i

-

l l<B Atfi+n^s)

111.110 i t GITtM i tKJ

iTmriLiM

^

ovonrl ftaminftd? df (Oliveira y'luratho dr YUhma,

1C PE

trill Hlnula rtr incite Vitlirmw

S

>

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R I O D E J A N E I R O

V

7 y j t. f?e

.

/, />. O l t r m y f , Zftttr * fo O n r/t f o r / f /. 1882

(2)

FACliLDADE 1 > B MED 1 CISA DO IUO DE JANEIRO

'.B .iij**n a! J

-

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m t u:rnm

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VlCBMTff CANDIRO FUH'KJRA foftSAftOU

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niRKCTnn

OoNSKLttKIMi !>T1. ANTOSTlft CoRlffev [>g SotJZA CttfTA

Ki'.CREtARlO

bit, ( -AIU.OH FittuuuftA BE S>VZA FEBHANBES

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.

t:ATI.S CATHnmA l i n t s

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Munooi .Maria ib MiJi'im*+ A iiN-f1.

lafri lon

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Lonadlunr^ Hnr.m IKJ Miictna, ....

Vltysirst u\* ii .t.

Olmuicu titO'ilca e minemlo"fa*

Aluitmnm JrrSrnitLivtE. HtetoIv

^

U Uteonca r: pTit-THL:i c aimtorn!a

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ObimicaGFgtoijca 6 liiol

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PUysiolojrfalhftnricist <t AXpurirHautal*

Lnthulogin fitral . Palhoto£ffri mmticn.

PulLol

^

m vimi'Kirn.

Mniorjn dic& ' tU^nipeuticfi, tFi|n>eiitI

-

braailoim

-

ObafcetfVicia.

AtMiuinin tfipugfajilttau* uiu iii'imi

mii'l'Pii JifFpnrtilln>s a|)tf*

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^

mfa rirurfshi*

!1> i_rit nJI ii histone* in medlchm

Ptiannucotisgin o urto d'h luMunlnr. Mu'iii ui:i 1' « tO&tac>Lugitt>

CliitM rmnliru*

i U 1Liiot *:ir iLr_fi '=*.

4

Domingos Joji

^

1'Yoire Junior Jano BufttistJ Koyfcmh Vmdli JoAO jToflff dft SitVIW,* *.. . * * . ,

Jnrin DHmiiHCf]] !' Pernulm I.IJI Slh'rt

1-vdro AIUUHO 4e Ol

^

dillio Kruiutu

Coim&UndtO AtMtio ttudriyiu^de ALvafuiign

I miss dti *'imliii P'jij > Junior

.

..

CfauiUo Vnlhn da bftitln tfaia.

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Consulheir0 A, la S<UIEUL Costa

CorideItunro tizeunnd Currra dos JSatitfl-s. . . .

AgosLinKo JutnL da Sauza Luna

Ckmselheiro JouoCODA. Vkisutit Viti> nti» Tarr<^ Htmmm

i 'jm-tid') ^i t S t t i n j i i .

M l M. G J.i i i 4,

I9#f !*1 iAI M n a s -

M:^i rs s i H.vm l i os

DraT ;

Jnrio M^r t J U i Tflis-tlirji

Ati

^

usLn P«rrtrii-u da« Snuh >^

1It1 A i an

I SptinjHii .[i* -AI-n

-

1u.- L U C^H t K i r i i u.

Antonio d» Alinui'lu,.,...

itaflvir Adntpho de Bulh

^

e^ Hihat m

J. ..1.I drt Litmi r Cuitru. . S t m a Fanvsipfl do A Li.inidr, , ,.

.

tlnnuSo Lit; AhtfiU....

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i Lle-ttftinitcuw

A

i i:\ r i s i \ i t:- ui \os

Hra. i

(Aypiiano do SIAII/H PrbHrts.. .

hajjjptl LJltVflira tJitirro.s d> Aim

l'aiiro Anbnsti da CmjYfUtif* tVnui'o Num* Foroim Andrudo.

(Jsour Adidplt

-

i do littlhneK Jell

, . Attal

-

Ptniji <? piilhLttogitn .. Ui(ini ulimtati n':i a

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yinnitiibgicii.

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Clttdca ctiui

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OiitiU'H inoihon.

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^ ntnu rtrpihovn as otuittniivf inti Um&ui*

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(3)

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F

53

De mfiitie quo, chez tout Jwe livro a la velocite des boisson, In force, la surete e]

mouvements, la finesse et 1 sens, Ttincrgie tie la reason

pressions du dehors, et Vptitijdeprocreate* vont toujours en baissa

^

de mOme aussi la

diminution s'annonce at

feu ei Iincertitude des actions, la difficult*:

el la lenteur desconceptj0riSt jneme a regard des choses les plus similes, 1» diffusion des

idees, la perte de la n

^

muire et du juge

-

n i e n t, Tirresolutiun, la liWjgtc et la bassesse

.

precision des ontre les ini*

\

par le peu de *

mor

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i

vttoEscH.

d'hygiene)*

1

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(4)

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PRIMEIRA PARTE

Do

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1JHa. ^ _ j'

Heap

i ^ yrjjp* '

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IHO das bebidas alcoolicas, conhecidas dcsde a mais

K

-mota amiguidade, foi sabiamente prohibido por

varies

legisladores c reforniadores sociaes.

Pur

^

crVinia verdade geralmente

corihecida

que o

ahusn J 1

- tybidas

alcoolicase causa de graves males, nao dcixao csies modificadores chimicos de attrahir dos liomens de sciencia e de scr o objecto a atlencao

tie c-studos inhportantes.

I '.m opnchapiau nuito remota contentavam

-

se com

a ohsi rvacao clink a ; actualmcnte, porem, e esta in*

stink ; me. e

stV

k- r osforeos tcndentes a clucidar

o f = i

-

i pelo qniaf uiua o alcool no nosso organis-

mo. \ : pi ogredirenVTi

-

>ciencias, novas questocs sao

suscitadas em rel K ;IO ans alcoolicos.

t

i

Nao 1 cum tndwbTcncn que se atiende ao

consumo

prodigic . ! h e k ;dn a!c olicas. As sociedades dc

temperai a ns

hyl

;knis!as

.

medicos e governos, to* dos conci n t*m parfl . » ahuso se extingua esopre

-

valega o nsn

modlr

. i j, ) c racionaL Balda

^ porern,

%

(5)

/

' <

JTOv ft

i

4

*

tem sido esta

concorrencia

e ahi cstd a geographia medica mostrando cjue a producgao e crescente e

que o uso se extendc

por

todos os civilisados

.

Seria hoje irrisorio o meio de

que

se serviu

Lycur -

go

,

se

com

elle quizessemos

inspirar

o horror a em

-

briaguez

.

O ingresso nas reunides das

pessoas

de alta ou de baixa condigao e o

percurso

de alguma enfer

-

maria nos collocard diante dos effeitos

immediatos

e

remoios das bebidas alcoolicas

.

Necessidade

instinctiva

de quasi todos os homens

,

poderoso rccurso, que aos desenfreados luctadores pela vida proporciona alguns momenios, durante os quaes desapparecem os seus males

, que

aos despre

-

occupados

, cujo tormento e o enfado, offerece o pru- zer e a distracgao;

seja

qua

) for o move) do stb

e facto incontestavel

que ,

para o reprimir, /e impo

-

tente a intervencao dos governos e sao ineflicazes as

dcterminagoes dos homens de sciencia. Njkm e nos>

.

o intento

concorrer para que

decresga o

consumo

da>

bebidas alcoolicas

.

O nosso florescente/e novo paiz

.

ao modo das civilisadas nagoes do velho mundo

.

por certo submetter

-

se

-

a docilmcnte a tyrannia dos

alcoolicos .

Tragar um limite entre o uso e o

^

buso das bcbi

-

das nao e facil, como a primeira vida

parcce .

pois

quenao

e questao capital fixar qual

^

i quantidade in

-

geriJa em um tempo determinado

.

A varias circum

-

stancias e necessario attender

today

as ve/cs i.pie um

tal limite houver de ser dcmarcado

.

Nenhuma

imporlancia merecifm as revdagoes, quasi semprc suspeitas em relay

*

©

a

qua; tidade in

-

gerida

, porque .

sc algumas vezes

jbuvimo

* a contissao

povos barbaros

e

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f

USO ,

) J

\

(6)

/, /

u

\ f /

f +

5

franca

dos

excessos pradcados, frequentcmente , es

-

tando nos diante de lesoes

determinadas

unica c ex

-

cliisivamcntc pelo abuso antecedents Jc bcbidas ab coolicas, assevcrao osdoentes coni teimosin quc

be

-

bemf

porem pouco.

Sc a isto nao impetle estes homcns o mcsmo scnti-

mento que impclle alguns tuberculosos a narrar com

vivas

cfires muitos soffrimentos que os

molestam

, c a occultar com ardil aquclles que realmenie minamlhe

a existcncia, sera a conviccao dc ler praticado actos condemnados per toda a sociedade.

E nao e por outro motivo que notaveis e criterio-

sos clinicos filiam ao abuso das bcbidas alcoolicas

estados morbidos por die muitas vezes, porem nao

exclusivamcnle,

deter

minados, ainda mcsmo quc os doentes affirmem que das bcbidas usaram com parci- monia,

Para a fixa

^

ao do uso on do abuso, a qualidadc das bcbidas, o momento cm que sao el las ingcridas, a

edade, o temperamento, o sexo c a constituigao sao elementos que nao podem ser desprezados.

As differen<;as dc effeito. dependentes da qualida- dc, encontrao razao de ser na variabilidade da com

-

posiNao

^

cegualmenteao e da riquezaintensaem, nemalcooisc manifesta dc modo, principio activo. identico, a aegao

physiologica

dos varios alcools, ab dehydas e etheres, normalmeme existentes nas bebb das

alcoolicas

.

Pdas molestias quc no estomago determinam pode-

mos ajuizar da influenda que exercc n momcnlo, cm que sao ellas ingcridas. Os vomitos matutinos, as ub ceras do estomago, os cstreitamenios do cardia.

acommetiendo aosque usam da bcbidas nos interval-

i

i

(7)

1

6

los

da digests

o

, poupao rnuitas vezcs a os que

d'ellas abusao durante as rcfeigoes

.

A

clinica

offerece

ffequcntemente

a nossa observa

- gao muitos

casos de aJcoolismo

.

e, os estudando, chega

-

se ao conhecimento dos

effeitos

e modificagdes

impresses ao

orgainismo

do homem pelo

abuso das

bebidas aicoolieas

.

D

cstas observagfies e estudos

,

que

mais

tarde upresentaremos

.

resulta

nma verdade incontestavel

:

o abuso e nocivo

,

mortal.

I

m

relagao ao uso,

porem

, sOmente baseando na acgao

physiologica ,

e no

papel que

representa o

al -

cool no

nosso

organistno, a quechegaretnds

a deduc -

goes verdadeiras,

Ulricas arfimaveU

etn

dados

scienti

-

licos. Sem o

conhccimento

da acgao physiologica do alcool e

impossivd

, a

me nos que nao

nos

Umitemos

a assergSes

empiric

as

, affirmar

c sustentar que estas

bebidas

ado titeisc

prove

itosas,

que

o sou uso e racro

-

na! e justificado

,

on

que

[do contrario

sao

inuteis e

prejudices

,

que

o

seu uso

e

condemns

vel,

Na<>

pretendemos

fazer

urn estudo

complete da acgao

physiologica

do

acool

, c

muito

tnenos aprc

-

sentar e

discutir todas

as

theorias ,

hypotheses e cx

-

periencias , que

tem sido feita

scorn

o Jim de elucidar

esta qiiestao important®,

para

a qual tem volvido

.

e

ainda hi >jc volvem

assuas investigagdes ,

home

ns no -

taveis por uilento potehte e vutissima erudigiio

Ka -

renins uma

exposigao

succinta

,

evitando a analyse minuciosa

das

condigdes cm

que

forum citas as ex

-

periencias ,

dos debates e

imerpretagoes

a que tem

dado logur. tendo cm vista

apenas

apresentar os

pon -

tos capitals e

aquelles Conliceimentos que

servem de base para

to

das as determinacoes e regras traga

-

Jas pdo hygsenisia.

t

(8)

as serosas, o tecido

con -

O tegumento externo

junctivo subcutanco e as mucosas gastro

-

intestinal e

pulmonar sao as diversas vias de absorpcao

,

pelas quaes e possive!'

^

enetracao do alcool no nosso or

-

7

r

gamsmo

.

A embriaguez, consecutive a simples appiieagao

de compressas embebidas em agua de melissa

.

cm

alcool comphorado

,

agua

-

ardente

,

etc, c determina

-

da

,

nao pda absorpcao

,

que na pelle se passa, po

-

rem pelas inhalacoes de vapores

alcoolicos .

Do tecido conjunctivo sub

-

cutaneo serviram

-

se

Dujardin Beaumetz e Audige

para

a realisa

^

ao de

todas as

cxperiencias ,

consignadas no seu

bello

tra

-

balho sobre o poder toxico dos

alcools

; cm todas a absorpcao fez

-

se rapida c promptamente

. Este

modo

,

bem como o da injcccao

nas serosas ,

e essencialmen

-

te experimental

.

Pela mucosa pulmonar o alcool. injeclado no

tado liquido pela trachea ou

inspirado

no estado de

vapor

, e absorvido com rapidez e sempre

determina

phenomenos de intoxicacao

.

Pelo simples facto da permanencia pouco prolongada em uma adega

,

tem

sido observados casos de embriaguez confirmada. Mesnet observou em urn negociante de bebidas,

que

dormia cm um aposento,

situado

por cima do

arma -

zem, e cujo assoalho era mal construido

,

phenome

-

nos de embriaguez durante todas as noites e, dc

-

corridos dezoito mezes, o

alcoolismo manifestado

pelo rnais grave cortejo de symptomas

Joffroy .

)

Sabemos que as

substancias gazozas,

administra -

h-

4

k

/

cs-

I

i

i

r

I

*>

I

|

0

\

*

I

(9)

f :

3

l <

I fcV

8

das cm inhala

^

oes

,

sao

absorvidas com

mais rapidez

e actuam

com

maior

intensidade

do

que sendo admi -

nistradas pelo tubo gastro

- intestinal .

E ’

simples a explica

^ ao

de semelhante resultado :

Je

um lado tern estas substancia5 de

percorrer

me

-

nor Jistancia

para

metterem

-

sc en.vcunt

.

icto

com

os

clementos anatomicos

,

e de outr"

*

;io c

desprcnde para

a atmosphera a parte que se

desprenderia ,

sc a

mucosa

pulmonar ellas chcgassem pelo systema ve

-

il

oso .

Pelo mucosa digestiva e

que

se faz a absorpqiao do

alcool em grande escala

.

Nao sendo destinada a absorver

a mucosa

que reveste a

cavidade

estomacal,

e nao tendo sido feitas experiences

com o

alcool

,

da

mesma

forma

que

as que foram feitas

com

a

stryebi -

nina, o opio e outras substancias

. podemos

affirmar

que pelo estomago

nao

e o alcool absorvido

, ou ,

acompanhado Schiff, e absorvido em

quantidade

mi

-

nima. O facto de

nao

se ter encontrado no estomago Jos animaes sacrificados,

poucos

momentos

depois

Ja ingest

ao Je uma quantidade

de alcool,

previamcn -

te determinada, toda a

quantidade

ingerida nao dc

-

poe

a favor da absorpcao pda

mucosa

estomacal, pois que o

pyloro

nao offerece resistencia a

passagem

das

liquidos

. A vacuidade do estomago, facilitando a

passagem

do alcool, acceleraasua

absorpcao ,

ao passo

que

a rcple<;

ao,

bem

como

a dos intestinos e especialmente a

presen

^

a

Je

substancias gordurosas sao condigocs favoraveis

ao

retardamento

.

Diz

Perrin que os mglezes

, conhecedores

desla

proprie -

JaJc das gorjuras, ingerem antes das libat;oes

um

calice de oleo e assim adquirem

capacidc para a

in

-

gestao

Je maiorcs

porcoes

.

<

(10)

i

i 9

No

estomago

uma

pequena por$ao de alcool

, co -

mo

mostraram LallemanJ

Perrin e Duroy

,

em con

-

tacto com o

muco

e sob a

aa

;ao da temperatura animal, transforma

- sc

em acido acctico

.

E n

csta

transforinacuo

quo

achamos a explicagao

Ja

acidez dos vomitos

que

sesuccedem a immoderada ingest

ao

de bebidas alcoolicas

.

A accao. que exerce o

alcool

sobre as funccoes do estomago, dependc do seu grau de conccntragao ; diluido, activa os phenomenos mc

-

chanicos e chimicos da digestao ; concenlrado, prect

-

pita a pepsina, pertnrba a digestao c irrita a

mucosa

gastrica a ponto de a inflammar e ulcerar. Emulsio

-

nando as gorduras i'acilita a

sua

digestao

.

E

incontestavelmente

no

intestino delgado que se fax a absorp

^

ao total do alcool

,

sendo comtudo

admissive! que a parte

-

que atravessar e chegar

ao

grosso intestino ahi tambem sera absorvida. Pondo

-

se

o

alcool cm contacto

com

as myriades de ccllulas cpitheliacs

,

que revestem as villosidades intestinacs

,

por um phenomeno de nutrii

;

ao destas cellulas passa a fazer parte integrantc do scu conteudo. En

-

contra entao Jiantc de si dois caminhos a seguir ; as venulas

,

tributarias da veia porta e os chyliferos, tributaries do canal thoraxico

.

Longet admitte a absorp<;uo do alcool pelos chyliferos, comquanto as analyses

nao

tenham revelado n’estes vasos a sua

presenta

.

A absorp

^

ao pclas venulas e indiscutivel

.

Atravessando o figado, o cora

^

ao Jircito e

os

pul

-

moes

,

e o alcool impellido pelo ventriculo esquerdo

de envolta com o sangue

.

distrihuido

por

toda a economia c posto em contacto com os elementos anatomicos de todos os organs

.

Dupla

accao exerce o

alcool sobre

a circulacao .

N

-

19 ti

A

s

{

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