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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número2

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Academic year: 2018

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ANÁLI SI S DE CONTENI DO EN I NVESTI GACI ONES QUE UTI LI ZAN LA METODOLOGÍ A

CLÍ NI CO-CUALI TATI VA: APLI CACI ÓN Y PERSPECTI VAS

Claudinei José Gom es Cam pos1

Egber t o Ribeir o Tur at o2

El análisis de cont enido incluye un conj unt o de t écnicas de organización de com unicaciones/ inform aciones – un procedim ient o frent e a dat os cualit at ivos para hacer surgir t em as/ t ópicos y concept os/ conocim ient os. El cont enido de una com unicación, consider ando el discur so hum ano hablado y escr it o, es com plej o y pr esent a una valiosa car act er íst ica polisém ica. Con la difusión del m ét odo de inv est igación clínico- cualit at iv o en nuest r o m edio, la u t ilización d el an álisis d e con t en id o, u n a im por t an t e h er r am ien t a m et odológica, t r ae cu est ion es t eór icas y pr áct icas qu e n ecesit an ser bien obser v adas par a obt en er u n a u t ilización académ icam en t e pr ecisa. Así, n os proponem os, en est e art ículo, enum erar elem ent os part iculares de la t écnica de análisis de cont enido, discut iendo su adecuación a la m et odología Clínica- Cualit at iv a que une los m ét odos cualit at iv os genér icos, const r uidos en las Cien cias d el Hom b r e y d e la Cu lt u r a, con el cam p o d e las Cien cias d e la Salu d . Fu er on seleccion ad os concept os t om ando en cuent a su per t inencia, em pleo y ev ent uales adapt aciones par a el m ét odo cit ado.

DESCRI PTORES: m ét odos; inv est igación cualit at iv a; inv est igación m et odológica en enfer m er ía

ANÁLI SE DE CONTEÚDO EM PESQUI SAS QUE UTI LI ZAM METODOLOGI A CLÍ NI

CO-QUALI TATI VA: APLI CAÇÃO E PERSPECTI VAS

An álise de con t eú do abr an ge u m con j u n t o de t écn icas de or gan ização de com u n icações/ in f or m ações - u m p r oced im en t o f r en t e a d ad os q u alit at iv os p ar a f azer em er g ir t em as/ t óp icos e con ceit os/ con h ecim en t os. O cont eúdo de um a com unicação, consider ando o discur so hum ano falado ou escr it o, é com plex o e apr esent a v aliosa car act er íst ica p olissêm ica. Com a d if u são d o m ét od o d e p esq u isa clín ico- q u alit at iv o d en t r e n ós, a u t ilização da an álise de con t eú do, im por t an t e f er r am en t a m et odológica, t r az qu est ões t eór ico- pr át icas qu e n ecessit am ser bem apr eciadas par a a u t ilização academ icam en t e pr ecisa. Dessa for m a, obj et iv ou - se n est e ar t ig o en u m er ar elem en t os p ar t icu lar es d a t écn ica d e an álise d e con t eú d o, d iscu t in d o su a ad eq u ação à m et odologia clínico- qualit at iva, que casa os genéricos m ét odos qualit at ivos, const ruídos nas Ciências do Hom em e da Cu lt u r a, com o cam po das Ciên cias da Saú de. For am selecion ados con ceit os v isan do su a per t in ên cia, em pr ego e ev ent uais adapt ações par a o cit ado m ét odo.

DESCRI TORES: m ét odos; pesquisa qualit at iv a; pesquisa m et odológica em enfer m agem

CONTENT ANALYSI S I N STUDI ES USI NG THE CLI NI CAL–QUALI TATI VE METHOD:

APPLI CATI ON AND PERSPECTI VES

Cont ent analy sis com pr ises a set of t echniques for or ganizing com m unicat ion/ infor m at ion – a pr ocedur e used w i t h q u al i t at i v e d at a t o m ak e t h em es/ t o p i cs an d co n cep t s/ k n o w l ed g e em er g e. Co m m u n i cat i o n co n t en t , consider ing hum an w r it t en or spok en discour se, is com plex and pr esent s v aluable poly sem ous char act er ist ic. Wit h t he dissem inat ion of t he clinical- qualit at ive m et hod, t he use of cont ent analysis, consider ed an im por t ant m et hodological t ool, raises t heoret ical- pract ical issues t hat need t o be t aken int o considerat ion for it s academ ically pr ecise u se. Th u s, t h is ar t icle aim ed t o en u m er at e specif ic elem en t s of t h e con t en t an aly sis t ech n iqu e an d discuss it s suit abilit y for t he clinical- qualit at ive m et hod t hat com bines generic qualit at ive m et hods from Hum an and Cult ural Sciences wit h t he area of Healt h Sciences. Concept s were select ed due t o t heir pert inence, use and ev ent ual adapt at ion t o t he m et hod focused on.

DESCRI PTORS: m et hods; qualit at iv e r esear ch; nur sing m et hodology r esear ch

(2)

I NTRODUCCI ÓN

L

a con st r u cción y el desar r ollo del r ecu r so de inv est igación cient ífica, que t iene com o base dos

m odelos m et odológicos ya consagrados – el abordaj e

co m p r e n si v o q u e i n t e r p r e t a l o s sím b o l o s e n l a s

Ci en ci as Hu m an as- y, d e ot r o l ad o, l os ab or d aj es

c l ín i c o s e n s a l u d , e s t á n , j u n t a m e n t e c o n l a

psicodinám ica, en el ent endim ient o de las r elaciones

i n t e r p e r s o n a l e s , q u e s e a c o r d ó e n d e n o m i n a r

m et odología clínico- cualit at iv a( 1). Ella est á basada en

t r es pilar es: en la ant igua act it ud clínica de dir igir la

m ir ada a qu ien es por t ador de dolor, en la secu lar

act it ud psicoanalít ica de inclinarse a escuchar a quien

vivencia conflict os em ocionales y en la clásica act it ud

ex i st en ci a l i st a d e r ef l ex i o n a r so b r e l a s a n g u st i a s

h u m an as.

El m é t o d o ci e n t íf i co cl ín i co - cu a l i t a t i v o d e

inv est igación puede ser ent endido com o: “ el est udio

y la con st r u cción de los lím it es epist em ológicos de

cier t o m ét odo cualit at iv o, par t icular izado en set t ings

d e salu d , así com o con t ien e la d iscu sión sob r e u n

co n j u n t o d e t écn i cas y p r o ced i m i en t o s ad ecu ad o s

para describir y com prender las relaciones de sent idos

y sign if icados de los f en óm en os h u m an os r ef er idos

en ese cam po”( 1).

Dep ar ar con las im b r icacion es d el m ét od o

nos hace r eflex ionar sobr e cóm o aplicar las div er sas

t écn icas d e in v est ig ación em b u t id as en él, y com o

h a c e r i n t e r l o c u c i ó n , p o r e j e m p l o , c o n l a s

ca r a ct er íst i ca s d e se t t i n g s d o n d e t r a n scu r r e n l o s

f e n ó m e n o s d e l p r o c e s o s a l u d - e n f e r m e d a d , c o n

con cep cion es p sicod in ám icas d e las r elacion es allí

est ablecidas, en un cuadr o am plio de m ar cos t eór icos

p a r a a n c l a r y p a r a c o t e j a r, e n t r e o t r a s

p ar t i cu l ar i d ad es.

El u so d e t é cn i ca s d e a n á l i si s d e d a t o s,

clar am ent e, se r ev ist e de im por t ancia en la m edida

en q u e, d esp u és d e r eco l ect ar l as i n f o r m aci o n es,

n e c e s i t a d e l e c t u r a s p r e c i s a s y d i s c u s i o n e s d e

int er pr et ación cr eat ivas. Se sabe que, en el univer so

de las invest igaciones cualit at ivas, escoger un m ét odo

y sus t écnicas de recolección, así com o el t rat am ient o

de dat os, debe obligat or iam ent e ser hecho baj o una

perspect iva de m últ iples facet as sobre la t ot alidad de

los r esult ados, consider adas las obser v aciones y las

en t r ev ist as - el cor pu s. Tal ex igen cia se debe a los

m últ iples sent idos at ribuidos por los suj et os que viven

los f en óm en os b aj o est u d io – el llam ad o car áct er

polisém ico de la inv est igación( 2).

Un a est r at eg i a l ar g am en t e u t i l i zad a en el

t r a t a m i e n t o d e l o s d i s c u r s o s e n i n v e s t i g a c i ó n

cu alit at iv a es pr opiam en t e el an álisis de con t en ido,

abar cando un conj unt o de est r at egias, cuy o obj et iv o

es l a b ú sq u ed a d e l os sen t i d os con t en i d os en l os

d o c u m e n t o s , m a t e r i a l r e c o l e c t a d o a t r a v é s d e

ent revist as( 2), o en not as de observación t om adas en

diar ios de cam po( 3).

S e b u s c a , e n e s t a r e v i s i ó n , e n u m e r a r

elem en t os p ar t icu lar es d e la t écn ica d e an álisis d e

cont enido, discut iendo su adecuación a la m et odología

clínico- cualit at iv a, la que t r ae los m ét odos genér icos

cualit at iv os, const r uidos en las Ciencias del Hom br e

y de la Cult ur a, par a el cam po de las Ciencias de la

Salu d .

Un poco de la hist oria de la const rucción del m ét odo

de análisis de cont enido

Una r em ot a t ent at iv a de buscar ent ender el

significado de det erm inado m ensaj e sucede por m edio

d e l a l l am ad a ex ég esi s, m i n u ci o sa i n t er p r et aci ó n ,

e sp e ci a l m e n t e e m p l e a d a e n t e x t o s b íb l i co s, p a r a

t r at ar de en t en der aqu ello qu e est á su by acen t e en

las m et áfor as y par ábolas de esos docum ent os( 4).

Por ot r o lado, par ece haber sido apenas en

la m it ad del siglo XX que la est rat egia del análisis se

present ó de m odo m ás sist em át ico, con real rigor de

inv est igación par a el conocim ient o cient ífico. Aut or es

com o Berelson, Lazarsfeld y Laswell son considerados

m ar co s cr ead o r es d e i n st r u m en t o s d e an ál i si s d e

c o n t e n i d o e n c u a n t o t a l( 5 ), s i e n d o f u e r t e m e n t e

influenciados por la cor r ient e posit iv ist a.

S e p u e d e o b s e r v a r e s e s e s g o f i l o s ó f i c o

r educcionist a por el concept o pr ov enient e de uno de

sus aut or es: “ el análisis de cont enido es una t écnica

de inv est igación que t iene com o obj et iv o descr ibir el

co n t e n i d o m a n i f e st a d o e n u n a co m u n i ca ci ó n d e

m aner a obj et iv a, sist em át ica y cuant it at iv a”( 6). En la

época, el obj et ivo era analizar m at eriales periodíst icos

p a r a l a i n v e s t i g a c i ó n p o l ít i c a – l a s l l a m a d a s

p r o p a g a n d a s s u b v e r s i v a s – e n q u e s e b u s c a b a

s e n t i d o s e s c o n d i d o s , l o s c u a l e s , a l s t a t u s q u o ,

conv en ía d esv en d ar.

Pe r f e c c i o n a m i e n t o d e l a t é c n i c a d e a n á l i s i s d e

con t en ido par a in v est igacion es clín ico- cu alit at iv as

Et apa de las lect u r as f lu ct u an t es par a im pr egn ar se

(3)

Lect ur as fluct uant es, es un t ér m ino ut ilizado

en an alog ía al con cep t o p sicoan alít ico d e at en ción

( uniform em ent e) fluct uant e( 1), es ent endida aquí com o

u n m o d o p a r a e scu ch a r q u e n o d e b e p r i v i l e g i a r,

a p r i o r i s , n i n g u n o d e l o s e l e m e n t o s d i s c u r s i v o s .

I m plica en un m edio de funcionam ient o, en el cual se

d ej a lo m ás lib r em en t e p osib le su p r op ia act iv id ad

in con scien t e y su sp en d a m ot iv acion es q u e d ir ig en

habit ualm ent e la at ención( 7).

El c o n j u n t o d e l a s e n t r e v i s t a s g r a b a d a s

r epr esent ar á v ar ias hor as en cint a y su t r anscr ipción

alcanzar á decenas y decenas de páginas. Par a lidiar

co n e sa a b u n d a n ci a d e m a t e r i a l , se d e b e se g u i r

algunos expedient es propios, a pesar que al principio

bast ant e sim ple, ya prescinde del em pleo de cualquier

m edio, dígase, ex t r aor dinar io. Consist e sim plem ent e

en n o dir igir la obser v ación par a algo específ ico, y

así apenas indir ect am ent e, con at ención unifor m e, a

t odo lo que se escucha y/ o lo que se lee. Así, se evit a

el esfuer zo m ent al de per m anecer con t enacidad en

a g u d a a t e n ci ó n , l o q u e se r ía m u y d e sg a st a n t e y

im pr oduct iv o par a la finalidad de llegar a lo lat ent e

del discur so de los suj et os.

D e l o s co n t en i d o s “ m u d o s” a l as i n t er p r et aci o n es

“ locu aces”

Se t r at a aquí de los lím it es de los cont enidos

m a n i f est a d o s y d e l o s co n t en i d o s l a t en t es d e u n

m ensaj e. En r elación a los con t en idos m an ifest ados

( e x p l íci t o s) , e s d e e l l o s q u e se d e b e p a r t i r y n o

h ab lar a t r av és d e ellos, en u n ej er cicio d e m er a

p r o y e cci ó n su b j e t i v a( 8 ). Fr e cu e n t e m e n t e , a q u e l l o

que v iene r egist r ado en la r ecolección no es lo que,

en el fondo, el ent r ev ist ado quiso decir. I nicialm ent e,

se e n t r a p o r e l e n i g m á t i co n i v e l d e l si m b o l i sm o ,

per t enecient e al univ er so de los con t en idos lat en t es

( i m p l íci t o s) .

Est e es un punt o crucial para el invest igador

clínico- cualit at iv o: act it udes par a ev it ar post ur as t al

v e z m a n i q u e ís t a s o e x t r e m a s , c o n s i d e r a n d o u n

con t en ido en det r im en t o de ot r o. Los cu idados son

no negar la subj et ividad hum ana o no im poner valores

p r o p i o s e n d e t r i m e n t o d e l p r i n ci p i o b á si co d e l a

inv est igación cualit at iv a que pr econiza que los dat os

analizados deben considerar los significados, que son

at r ibuidos siem pr e por el suj et o de la inv est igación.

De esa m anera, el análisis de cont enido no debe ser,

peligr osam ent e, v inculado al t ex t o, o r ígidam ent e a

la t écn ica, al pu n t o de per j u dicar la cr eat iv idad del

cien t íf ico, en u n a con sider ación con t em plada por la

f e n o m e n o l o g ía . Ta m p o c o s e d e b e p e r t u r b a r l a

ca p a ci d a d i n t u i t i v a p e cu l i a r d e l i n v e st i g a d o r, p o r

consiguient e, no genuinam ent e subj et iv a.

Es l íc i t a l a i d e a d e q u e e l a n á l i s i s d e

co n t en i d o , co m o h er r am i en t a d el em p r en d i m i en t o

de inv est igación, debe colocar al inv est igador

clínico-c u a l i t a t i v o m á s a l l á d e l a d e s clínico-c r i p clínico-c i ó n d e l o s

r esult ados, o sea, si por un lado los dat os son m udos

e iner t es, por ot r o lado, es el cient ífico que les dar á

v o z. Y es a t r av és d e l a act i v i d ad i n t er p r et at i v a,

cr ean d o u n m o d el o t eó r i co y r ev el an d o u n o r d en

in v isiblem en t e ex ist en t e, in clu siv e r eposan do sobr e

u n cu er p o t eór ico d e r ef er en cias y a sed im en t ad as

en la lit er at ur a( 1).

I nfer encia en el análisis de cont enido

El a n á l i si s d e co n t e n i d o e s co m ú n m e n t e

r ealizado a par t ir de r egist r os y así per m it e aquello

q u e m e t o d o l ó g i ca m e n t e se l l a m a d e i n f e r e n ci a,

genéricam ent e un pasaj e de las prem isas en revisión

a t r av és d el t ex t o h ast a la con clu sión d el t r ab aj o.

D e s t a c a m o s q u e “ e l a c t o d e i n f e r i r s i g n i f i c a l a

r ealización d e u n a op er ación lóg ica, p or la cu al se

adm it e una pr oposición en v ir t ud de su r elación con

o t r a s p r o p o s i c i o n e s y a a c e p t a d a s c o m o

v er d ad er as”( 4 ).

Producir inferencias sobre un t ext o, t al com o

un conj unt o de ent revist as, le confiere al m ét odo una

r e l e v a n c i a t e ó r i c a , v i n c u l a n d o , p o r e j e m p l o , e l

conj unt o de los diálogos a alguna for m a de t eor ía a

ser est ablecida( 9). Y, en cier t a peculiar idad, par t iendo

d el d iscu r so d e los su j et os, se est á r esp et an d o el

p r i n c i p i o é m i c o d e l a i n v e s t i g a c i ó n , o s e a , l a

int er pr et ación es r ealizada baj o la per spect iv a de los

in div idu os baj o est u dio y n o en la cosm ov isión del

cien t íf ico.

Según esa concepción, para que se produzcan

i n f e r e n c i a s e n a n á l i s i s d e c o n t e n i d o , s e d e b e

pr in cipalm en t e, pr odu cir con ocim ien t os su by acen t es

a det er m inado m ensaj e, y t am bién v incular los a un

c u a d r o d e m a r c o s t e ó r i c o s , s i t u á n d o s e e n u n

p a r a d i g m a a ca d é m i co , si t u a ci ó n co n cr e t a q u e e s

visualizada según el cont ext o hist órico y social de su

p r od u cción .

El an álisis de con t en ido debe ser adapt ado

(4)

y el l en g u a j e, o f r eci en d o si g n i f i ca d o s o b j et i v o s y

sist em át icos, obt eniendo infer encias v álidas a par t ir

d e l o s d i v e r so s t i p o s d e d a t o s o b t e n i d o s, co n l a

f i n a l i d a d d e d em o st r a r f en ó m en o s esp ecíf i co s( 1 0 ).

Tam b ién , la m ism a au t or a r ef u er za la im p or t an cia

de la cont ex t ualización y del m edio am bient e donde

ser án pr oducidos los dat os, aum ent ando la gam a de

infor m aciones y pr opiciando el análisis de infer encia

de los r esult ados en su cont ex t o de pr oducción.

Par a la in v est ig ación clín ico- cu alit at iv a, el

set t in g, en t en d id o aq u í com o el m icr oam b ien t e d e

r elación int er per sonal, es fuer t em ent e psicológico( 1 ),

m ucho m ás im port ant e que el espacio físico ut ilizado,

q u e l l a m a m o s a m b i e n t e s n a t u r a l i s t a s e n l a s

inv est igaciones cualit at iv as aplicadas a encuadr ar la

asist encia a la salud.

En ese cont ex t o, son r ecolect ados los dat os

de ese t ipo de inv est igación, así, en la sit uación de

las r elacion es in t er p er son ales, p r op iciad as p or las

en t r ev ist as f r en t e a f r en t e, se pr odu ce m u ch o m ás

qu e la su m at or ia de in f or m acion es escr it as. En esa

c o m p o s i c i ó n , e l i n v e s t i g a d o r e s t á i n t e r e s a d o

e x i st e n ci a l m e n t e e n l a s a n g u st i a s y a n si e d a d e s

g en er ad as p or esa r elación h u m an a y t am b ién p or

los diversos relat os sobre sus vivencias en el proceso

s a l u d - e n f e r m e d a d , e l t r a t a m i e n t o c l ín i c o , l o s

result ados, y relación con los profesionales de la salud

en gener al( 11).

Com o se p u ed e d esp r en d er, el en f oq u e d e

inferencia puede y debe com enzar a realizarse m ucho

ant es, m uchas veces en la propia m anera de conducir

u n a en t r ev i st a y en l as o b ser v aci o n es, cu an d o el

inv est igador, a t ravés del conocim ient o t eórico previo

e in t u ición , p er cib e en d et er m in ad o m om en t o q u e

puede enfocar sit uaciones que no est án obj et ivam ent e

ex puest as, y que con segur idad pueden pr oducir un

filón de discusión.

Si se llev a en con sider ación qu e el act o de

in fer en cia/ in t er pr et ación llev a a la lect u r a su bj et iv a

d e c o n t e n i d o s n o m a n i f e s t a d o s , e s e t r a b a j o d e

discu sión pu ede ser in iciado an t es del m at er ial ser

r ecolect ad o y p ost er ior m en t e t r an scr it o. El p r op io

cont act o ocurrido en el act o de la ent revist a ya ent rega

m at erial para un análisis crecient e. Lo que puede ser

a n o t a d o , p r e f e r e n c i a l m e n t e , l u e g o d e s p u é s d e l

t ér m i n o d e l a en t r ev i st a en u n d i a r i o d e ca m p o ,

v olv iéndose, así, út il.

En l a l i t er at u r a, se en cu en t r a señ al ad o el

car áct er co n co m i t an t e en t r e l a r eco l ecci ó n d e l o s

d a t o s y e l p r o p i o i n i ci o d e l a n á l i si s d e l o s d a t o s

cu alit at iv os, of r ecien d o al in v est ig ad or op or t u n id ad

d e d e s a r r o l l a r c o n c l u s i o n e s i n c i p i e n t e s , c o n

r ef in am ien t o d e cu est ion es y b ú sq u ed a d e n u ev as

v ías de indagación, ahor a con m ay or pr ofundidad( 12).

El proceso de clasificación de cat egorías por el crit erio

d e r elev an cia

El pr oceso de clasificar por cat egor ías puede

ser com pr en dido com o u n pr oceso de pr esen t ación

d id áct ico- cien t íf ico d e los r esu lt ad os y d iscu sion es,

r efer ent es a la r ealización del análisis de los dat os.

Es d id áct ico, en la m ed id a q u e b u sca or d en ar, en

p r i n ci p i o , u n a a p a r e n t e m e n t e “ m a sa ca ó t i ca ” d e

sen t i d o s, d e m o d o a v o l v er su p r esen t a ci ó n m á s

a c e p t a b l e y p l a u s i b l e p a r a l o s e s t á n d a r e s d e

c o m p r e n s i ó n d e l f e n ó m e n o p r e t e n d i d o p o r e l

inv est igador. Es cient ífico, en la m edida en que, por

t ener com o base conocim ient os t eór icos y filosóficos,

sigue r eglas que y a son univ er salm ent e consagr adas

por la com unidad cient ífica.

Se p u e d e e n t e n d e r a l a c a t e g o r ía c o m o

siendo “ gr andes enunciados que abar can un núm er o

v ar iab le d e t em as, seg ú n su g r ad o d e in t im id ad o

pr ox im idad, y qu e pu eden , a t r av és de su an álisis,

ex p r esar sig n if icad os im p or t an t es q u e at ien d an los

obj et iv os de est u dio y cr een n u ev os con ocim ien t os,

p r o p o r ci o n a n d o u n a v i si ó n d i f er en ci a d a so b r e l o s

t em as pr opuest os”( 2 ).

En relación a la form ación de las cat egorías,

r ealizada a par t ir de los t ópicos em er gen t es en las

r elect u r as( 1 ), o u n id ad es d e an álisis o t em át icas( 4 ),

p od em os af ir m ar , básicam en t e, qu e ella p u ede ser

configur ada según cr it er ios de r elev ancia. El t ér m ino

r elev ancia denot a un t em a im por t ant e que, a pesar

que no est ar pr esent e com o una r epet ición num ér ica

en t r e los r elat os, su im p or t an cia p ar a r esp on d er a

las hipót esis inicialm ent e for m uladas se m uest r a con

g r a n p o t e n c i a l y r i q u e z a p a r a e l d e s a r r o l l o d e

conocim ient os nuev os, gar ant izando, por sí solo, un

m a t e r i a l c o n s i s t e n t e p a r a o b t e n e r u n a m a y o r

pr ofu n didad del fen óm en o.

Ut i l i z a n d o r a c i o c i n i o s i n d u c t i v o s y d e d u c t i v o s ,

secuencialm ent e, en el análisis

El raciocinio induct ivo en el análisis de dat os,

(5)

conocido y confirm ado( 1,3,13). La inducción se configura

en u n a act i t u d m en t al p o r i n t er m ed i o d e l a cu al ,

part iendo de dat os part iculares, se infiere una verdad

general o universal, no cont enida apenas en las part es

e x a m i n a d a s , y c u y o o b j e t i v o e s p r e s e n t a r

conclusiones que puedan ser generalizados. I nducción

es el salt o audaz ( y t em er ar io) de donde est oy par a

d o n d e n o e st o y, d e l m o m e n t o e n q u e v i v o p a r a

m om ent os en que t odavía no vivo, del encuadram ient o

de m i inv est igación par a sit uaciones nuev as.

Las ab st r accion es t eór icas se f or m an y se

consolidan a par t ir de la discusión de los r esult ados,

a par t ir del m om ent o en que son r ecogidos, siendo

que el inv est igador v a const r uy endo su t eor ía de lo

par t icu lar par a lo gen er al. “ Se con st r u y e u n cu adr o

qu e v a gan an do f or m a a m edida qu e se r ecogen y

ex am inan las par t es” ( 14).

Por ot r o lad o, en u n p r oceso d ed u ct iv o d e

invest igación, ocur r ir ía el cam ino inver so, siendo que

las v ar iables, concept os, const r uct os e hipót esis son

d e r i v a d a s o p r o v i e n e n d e l a s r e l a ci o n e s t o t a l e s

observadas en el cam inar del proceso de codificación

de los dat os( 3). El invest igador, en est e caso, part e de

u n u n i v e r s o g e n e r a l y a c o n s t i t u i d o p a r a u n a

p a r t i cu l a r i d a d( 1 ). Se e sp e cu l a si e l p e n sa m i e n t o

deduct iv o es r ealm ent e el cam ino epist em ológico del

saber cient ífico, en la m edida en que las t eor ías son

con cebidas por la gen ialidad de algu n os cien t íf icos,

l o s c u a l e s , a s u v e z , n e c e s i t a n c o m p r o b a r e n

sit uaciones pr áct icas la concepción que t uvier on par a

ent onces sat isfacer los cánones académ icos y ganar

la acept ación de sus par es.

U n a f o r m a i n t e r e s a n t e p a r a c o n s t r u i r

con ocim ien t os en la in v est igación clín ico- cu alit at iv a

ser ía ad m it ir y b u scar la u t ilización d e u n p r oceso

d ialéct ico in d u ct iv o- d ed u ct iv o, com p r en d id o en su

t ot alid ad , ab ar can d o t am b ién su car áct er in t u it iv o

r elacion ado( 1 , 1 5 ).

En t r e t an t o, se pu ede con sider ar den t r o de

la perspect iva global de las invest igaciones en ciencia,

y ex am in an d o ep ist em ológ icam en t e el r ig or d e los

r e co r r i d o s d e l o s i n v e st i g a d o r e s e n l a s Ci e n ci a s

Nat urales y en las Ciencias Hum anas, que el raciocinio

deduct iv o y el r aciocinio induct iv o t iene lugar es que

les son pr opios. En el cu adr o a segu ir, los au t or es

p r esen t an u n ab or d aj e p an or ám ico d e los cam in os

m et odológicos, en los cuales la t écnica del t rat am ient o

de dat os, discut ida en el pr esent e ar t ículo, t iene su

fase peculiar( 16).

Inspiradores de preguntas: realidad empírica + literatura

científica

Formulación de Hipótesis

Teoría incipiente

Observación de Campo

Raciocinio deductivo Recolección de Datos

Comprobación de Hipótesis

Generalizan de los resultados (tratados matemáticamente). Para investigaciones

experimentales e investigaciones

cuantitativas

Raciocinio inductivo Análisis de contenido

Elaboración de una teoría Revisión de Conceptos Encuadramiento, en nuevas situaciones Generalización de

conceptos. Investigaciones humanistas e investigaciones cualitativas

Fig u r a 1 – Cam in o m et od ológ ico d e in v est ig ad or es

p a sa n d o p o r l a e t a p a d e An á l i si s d e Co n t e n i d o ,

con sider an do las in v est igacion es cu alit at iv as

Validación de los r esult ados de análisis com o fuer t e

at r ibut o del m ét odo

Se puede decir que los est udios cualit at ivos,

co n si d er a n d o l a i n v est i g a ci ó n en l a s Ci en ci a s d el Ho m b r e, t i en e su m a y o r f u er za en el r i g o r d e l a

validad, es decir, lo que es est udiado y aprendido por

la consciencia del invest igador, r eflej ado y elaborado e n s u m u n d o i n t e r n o , e s t a r ía m u y p r ó x i m o d e l

f en óm en o d ir ect am en t e b aj o ex am en en el m u n d o

ex t er n o( 1 ). Est o se d eb e a l a p ecu l i ar i d ad d e u n a r ecolección de dat os que r espet a clar am ent e el fluir

n at u r al d el d i scu r so y d el co m p o r t am i en t o d e l o s

suj et os en la inv est igación cient ífica.

Así com o en la elabor ación del pr oy ect o de

investigación, en el proceso de recolección de datos en

ca m p o t a m b i é n e s n e ce sa r i a l a v a l i d a ci ó n d e l t rat am ient o de los dat os por el inv est igador. Ex ist en

div er sas for m as de r ealizar esa v alidación com o, por

ej em plo, en la t riangulación de m ét odos y de t eorías, en la cual se utilizan diversos recursos m etodológicos y

se analizan los datos tom ando com o base varias teorías.

Tam bién se r ecu r r e a la llam ada v alidación

externa, hecha por la interacción con j ueces y por pares,

esto es, por la supervisión realizada por el orientador e

inv est igador es con m ás ex per iencia, r econocidos por la experiencia con el uso del m ét odo y de los m arcos

(6)

validación present ando los result ados a los grupos de

inv est igación, m ost r ando y debat iendo los r esult ados

prelim inares en event os y así de ese m odo( 2).

Fin alm en t e, es per t in en t e dest acar qu e h ay

m uchas posibilidades de const r ucciones t eór icas por

un m ism o invest igador, y que t am bién es real que lo

qu e se en cu en t r a pu ede ser in t er pr et ado de f or m a

d if er en t e p or ot r os in v est ig ad or es, con sid er an d o el

cit ado car áct er polisém ico en cien cias h u m an as. Lo

que se debe hacer en el análisis de cont enido no es

r est r in gir ideas in t er pr et at iv as; es t en er cu idado al

i d e n t i f i c a r l o s s e s g o s p r e s e n t e s p a r a p o d e r

r em ov er los, si p osib le, o con sid er ar los en el j u eg o

de la apr eciación del m at er ial baj o lect u r a, cu an do

se t rat a de oblicuidades que no pueden ser rem ovidas.

CONCLUSI ONES

En est a b r ev e d iscu sión , q u ed am os con la

curiosa percepción de que ot ros elem ent os del m ét odo

d e an ál i si s d e co n t en i d o p o d r ían ser ab o r d ad o s y

discut idos baj o los pr ecept os de las necesidades del

m ét odo clínico- cualit at ivo. Sin em bargo, se m ost raron

aquí, punt os de vist a para ut ilizar un m ét odo que est á

en reconocim ient o. Un abordaj e del m ét odo de análisis

de cont enido significa dem ost rar su versat ilidad com o

t a m b i é n s u s l ím i t e s d e o p e r a c i o n a l i z a c i ó n . El

d esar r ollo d el m ét od o p asa in v ar iab lem en t e p or la

c r e a t i v i d a d y p o r l a c a p a c i d a d d e l i n v e s t i g a d o r

cualit at iv o en lidiar con sit uaciones inusit adas en el

est udio del fenóm eno hum ano.

REFERENCI AS

1 . Tu r at o ER. Tr at ado de m et odologia da pesqu isa clín ico-q u al i t at i v a: co n st r u ção t eó r i co - ep i st em o l ó g i ca, d i scu ssão co m p a r a d a e a p l i ca çã o n a s á r ea s d a sa ú d e e h u m a n a s. Pet r ópolis ( RJ) : Vozes; 2 0 0 3 .

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16. Turat o ER, Machado AC, Silva DF, Carvalho GM, Verderosi NR, Sou za TF. Resear ch pu blicat ion s in t h e field of h ealt h : om ission of hy pot heses and pr esent at ion of com m on- sense conclusions. Sao Paulo Med. J. [ ser ial on t he I nt er net ] 2006 Au g [ cit ed 2 0 0 8 Sep 1 ] ; 1 2 4 ( 4 ) : 2 2 8 - 2 3 3 . Av ailab le f r om : w w w . scielo. b r / p d f / sp m j / v 1 2 4 n 4 / 3 2 0 7 4 . p d f.

Imagem

Fig u r a  1   –   Cam in o  m et od ológ ico  d e  in v est ig ad or es p a sa n d o   p o r   l a   e t a p a   d e   An á l i si s  d e   Co n t e n i d o , con sider an do las in v est igacion es cu alit at iv as

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