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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES AVM – FACULDADE INTEGRADA

MBA EM GESTÃO DE COMPRAS E SUPRIMENTOS

LUCIANA SIRAT

AS EMPRESAS BRASILEIRAS E COMO ESTAS SÃO IMPACTADAS POR FRAUDES EM COMPRAS E COMO

PODEM SE PROTEGER

Rio de Janeiro 2019

DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEIDE DIREITO AUTORAL

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LUCIANA SIRAT

AS EMPRESAS BRASILEIRAS E COMO ESTAS SÃO IMPACTADAS POR FRAUDES EM COMPRAS E COMO PODEM SE PROTEGER

Monografia apresentada ao curso de MBA em Gestão de Compras e Suprimentos, como requisito parcial para a obtenção do grau de especialista em Gestão de Compras e Suprimentos.

Orientador: Prof. Jorge Tadeu Vieira Lourenço.

Rio de Janeiro

2019

(3)

DEDICATÓRIA

Dedico este trabalho à minha família,

pelo apoio incondicional em minha vida

acadêmica e principalmente ao meu

esposo Leonardo Leite por sempre estar

ao meu lado.

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AGRADECIMENTOS

Agradeço em especial ao Professor

Sandro Reis pela dedicação,

comprometimento e inspiração.

(5)

RESUMO

A delimitação do estudo se volta ao enfoque dos processos de compras e

licitações realizados em atividades de empresas brasileiras, sem se ater ao

panorama mundial, bem como as demais ações de administração de materiais,

sendo sua concentração e delimitação o estudo de questões referentes a

possibilidades e prevenção de fraudes nesses ambientes e negócios. Neste estudo,

foram abordados os principais conceitos e fundamentos da administração de

materiais, destacando-se práticas de compras, bem como a evolução dos processos

de compras. O desenvolvimento do estudo se baseia em pesquisa descritiva e

bibliográfica, conforme apresentado no tópico destinado à metodologia. Foi

pesquisado em livros, artigos científicos e sites indexados de Internet, informações

correspondentes ao tema, que pudessem auxiliar a obter uma conclusão sobre o

estudo. Assim, pode-se concluir que é importante efetuar ações voltadas ao

combate e prevenção de fraudes em área suscetível como a de compras e

contratações. Atualmente a tecnologia se tornou ao mesmo tempo aliada às funções

deste profissional na elaboração de suas funções com maior precisão, trazendo

também outros desafios à sua profissionalização, já que é necessário por parte

deste profissional um constante estudo e conhecimento de eficácia técnicas e

procedimentos para evitar as fraudes na empresa. O auditor de fraudes, deve deter

conhecimentos suficientes aos controles e técnicas específicas e renovadas para

enfrentar desafios e riscos no âmbito de sua função. Nas estratégias de combate à

fraude, flagra-se a essencialidade de que a cultura organizacional seja calcada em

valores éticos e de transparência. O gerenciamento de pessoas deve estar baseado

em tais princípios, assegurando-se a composição e quadro funcional compatível com

as diretrizes de legalidade da organização.

(6)

METODOLOGIA

Como o estudo pretende identificar fatores e aspectos importantes do contexto da gestão de compras e seus desafios em face do combate a fraudes, os matérias e métodos adotados no desenvolvimento da monografia consistem principalmente em pesquisa descritiva e bibliográfica. Preliminarmente, foi realizada a revisão da literatura especializada, observando-se os assuntos ligados tanto à gestão de compras, sua evolução e práticas contemporâneas, como em relação aos riscos de fraudes e devidas ações para combates. Nesta parte do estudo, foram consideradas citações cronológicas e históricas dos teóricos específicos do tema, com o enfoque histórico e evolutivo.

A partir daí, desenvolveu-se análise detalhada e crítica do material reunido, para a identificação de semelhanças e diferenças entre as abordagens. Em seguida, organizou-se resenha do assunto, incluindo os levantamentos realizados, além de pareceres, opiniões e comentários sobre o tema. Baseado, portanto, na sistemática apresentada por Vergara (2016), o estudo se enquadra em pesquisa descritiva em relação aos fins de estudo. Tendo em vista o estado atual dos estudos sobre o tema selecionado, a pesquisa descritiva favorece a apresentação de informações com a exposição de dados e características do fenômeno, sem necessariamente explicá-los.

No que diz respeito aos meios de investigação, o estudo foi classificado

como pesquisa bibliográfica, pois, de acordo com os ensinamentos de Vergara

(2016), se refere a um estudo sistematizado que se vale de materiais publicados

disponíveis. Assim, os dados foram coletados conforme sua destinação no estudo,

ou seja, a pesquisa bibliográfica em livros, revistas especializadas, jornais, páginas

da Internet, periódicos, teses e dissertações com informações pertinentes ao

assunto. Para adequado tratamento, os dados foram correlacionados com os

objetivos do trabalho, para então serem codificados e apresentados estruturados,

facilitando processos analíticos, já que, com base na análise do material levantado,

(7)

foram também consideradas interpretações, argumentações e conclusões sobre o

tema dos autores pesquisados.

(8)

LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Atividades de Administração de Materiais (Extraída de GURGEL;

FRANCISHINI, 2013, p. 5) ... 15 Figura 2: Tipos de frades mais comuns (Extraída de KROLL , 2017, p. 8)... 23 Figura 3: Fatores impactados pela descoberta de fraude (Extraída de KROLL, 2017,

p. 16)... 26

(9)

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ...9

CAPÍTULO I... 12

COMPRAS E CONTRATAÇÕES: PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS... 12

1.1 Administração de materiais: compras e suprimentos ... 12

1.2 Atividades inerentes à administração de compras ... 14

1.2.1 Tipos de compras... 15

1.3 Aspectos financeiros e de custos em compras ... 17

1.4 A tecnologia em gestão de compras ... 18

CAPÍTULO II... 21

AS EMPRESAS E OS RISCOS DE FRAUDES ... 21

2.1 Breve abordagem sobre Fraude ... 21

2.2 Operações administrativas e os riscos de fraudes ... 22

2.3 Verificação de fraudes: revisão de procedimentos de compras ... 24

2.4 Os riscos de fraudes nas atividades de compras e contratações e principais impactos ... 25

CAPÍTULO III ... 27

PREVENÇÃO E COMBATE A FRAUDES: DESFAIOS DE COMPRAS E SUPRIMENTOS ... 27

3.1 A prevenção de fraudes ... 27

3.1.1 A auditoria como meio de combate a fraudes e erros ... 29

3.2 Governança e cultura: códigos de ética ... 30

3.2.1 A importância de homologar fornecedores ... 34

CONCLUSÃO... 37

BIBLIOGRAFIA ... 40

(10)

INTRODUÇÃO

As operações que envolvem compras são compostas por atividades críticas e envolvem fatores e variáveis a serem controladas visando a melhor consecução do processo. Muitas vezes políticas internas das organizações são instituídas no sentido de assegurar padrões de trabalho, como também posturas éticas e lícitas, pois é sabido que a transparência nesses serviços é essencial à credibilidade dos resultados.

A situação torna-se mais contundente quando se refere a compras e contratações, que por razões óbvias necessitam de procedimentos éticos e claros nos processos de concorrência e licitações. Tanto na iniciativa privada como na esfera pública, a qualidade e o preço, geralmente associados à expectativa de eficiência norteiam os padrões de avaliação dessas negociações.

No entanto, além das variáveis mais comumente empregadas para a escolha de parceiros e fornecedores, a questão da prestação de contas fé essencial, funcionando como meio de monitoramento de processos. Nesse caso, não é difícil observar que a cautela da prestação de contas faz com que o item preço seja mais relevante e, muitas vezes, a qualidade eficiente das aquisições não seja tão valorizada. Porém, há de se considerar a necessária conjugação de tais fatores para que os produtos e bens adquiridos atendam, de fato, às necessidades e exigências de compras.

Observa-se, desse modo, que se trata de situação complexa que realmente deve ser desenvolvida a partir de diretrizes previamente estabelecidas, o que, hoje em dia, no Brasil se dá na forma da lei. Dispositivos legais específicos determinam as principais regras dos processos licitatórios de empresas públicas, como também norteiam as atividades na esfera privada. Tais mecanismos, por vezes, podem exigir uma gama de ações e cumprimento de etapas que podem tornar o processo de compras moroso.

Contudo, a evolução dos processos de trabalho e gestão trouxeram

inovações com possibilidades de tornar as operações mais ágeis com a entrada do

sistema eletrônico de compra, por exemplo. As licitações ocorrem a partir dos

recursos tecnológicos, empreendendo velocidade e atendimento aos pré-requisitos

(11)

de modo simultâneo. Sendo, então, mais uma modalidade a requerer cuidados na prevenção de problemas, transtornos e fraudes.

Nesta monografia, a proposta é de estudar os desafios da gestão de compras no combate à fraude nos processos de aquisições e contratações. Como tema de estudo se baseia na identificação de como as empresas brasileiras são impactadas por fraudes em compras e como podem se proteger. Tal questão se coloca como central, sendo o problema que se estabelece no desenvolvimento da monografia: como as empresas brasileiras são impactadas por fraudes em compras e como podem se proteger?

A gestão de compras é um tema em constante atualização, face ao caráter dinâmico hoje encontrado nas questões de administração. Questões éticas, de qualidade e eficiência costumam ser à base das discussões. Desenvolver estudos que contemplem tal problemática contribui para a reflexão da matéria, que passa a contar com visões renovadas. No caso de contratações, o assunto também se revela interessante em função, igualmente, da necessária vistoria e acompanhamento de processos e, consequentemente, a prestação de contas.

Justifica-se, portanto, a escolha do tema, cuja relevância interessa tanto a estudantes como profissionais atuantes nos segmentos abordados, bem como à sociedade em geral.

Portanto, justifica-se a realização do estudo por sua contemporaneidade.

Trata-se de assunto atual, em voga em pautas diversas e que necessita ser continuamente atualizado. De fato, os sistemas de compras, licitações e contratações são caminhos que podem facilitar ações ilícitas e fraudes. Tratar da matéria sob o olhar de impactos e prevenção salienta a importância de planos de monitoramentos e, sobretudo, a consolidação de posturas éticas através da construção de culturas de valor essenciais, observando-se, principalmente, a gestão de riscos.

Assim, interessam aos estudantes da área, como aos empresários em

geral que estudos dessa natureza sejam realizados com a proposta de que cada vez

mais sejam difundidos valores compatíveis com a ética empresarial, que aliás

passou a ser considerada na imagem e valor da organização ou marca no mercado,

representando assim diferencial competitivo, quando se fala de empresa confiável e

transparente. Tais razões tão evidenciam o interesse do estudo para a sociedade e

(12)

governo, já que se propõe a despertar olhares à importância de prevenção de fraudes.

Dessa forma, o objetivo geral do trabalho é o de demonstrar como as empresas brasileiras são impactadas por fraudes em compras e como podem se proteger. Também apresenta objetivos específicos, conforme adiante indicados:

discorrer sobre o papel de compras dentro das organizações; abordar os principais impactos das fraudes no Brasil relativos aos processos de compras e contratações;

discutir os pontos principais referentes à Governança e Cultura; tratar da importância de Códigos de Ética; considerando a ética na relação com fornecedores e colaboradores e, por consequência, o processo de homologação de fornecedores.

A partir de tais considerações, observa-se que a delimitação se volta ao enfoque dos processos de compras e licitações realizados em atividades de empresas brasileiras, sem se ater ao panorama mundial, bem como as demais ações de administração de materiais, sendo sua concentração e delimitação o estudo de questões referentes a possibilidades e prevenção de fraudes nesses ambientes e negócios.

O desenvolvimento do estudo se baseia em pesquisa descritiva e bibliográfica, conforme apresentado no tópico destinado à metodologia. Então, para melhor ‘ organização do estudo, o mesmo encontra-se estruturado em três capítulos. No primeiro, são apresentadas e discutidas as bases de atividades de compras de um modo geral. A ideia é contextualização dos processos referentes a aquisições de bens e materiais, bem como contratações de serviços como segmento de gestão nas empresas.

No segundo capítulo, são abordadas as atividades de compras passíveis de erros e fraudes, considerando, assim, os riscos de fraudes nas empresas, de um modo em geral.

Por fim, o terceiro capítulo considera meios de ação para prevenir e combater posturas de gestão que permitem fraudes, erros ou transtornos de gestão.

Leva em conta a figura do auditor que extrapolou os contextos contábeis financeiros,

para atuar na empresa como um todo, apresentando características de

conhecimentos técnicos e especializados nas áreas auditados, o que se aplica

efetivamente ao setor de contratações, suprimentos e compras.

(13)

CAPÍTULO I

COMPRAS E CONTRATAÇÕES:

PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS

No presente capítulo a ideia é a de apresentar considerações gerais sobre a área de compras e suprimentos, com o intuito de destacar sua importância nas operações empresariais. Fazendo parte das rotinas e responsabilidades da administração de materiais, as operações relativas a compras e contratações integram o rol de atividades que necessitam ser desempenhadas com conhecimento técnico, além de ética e responsabilidade.

1.1 Administração de materiais: compras e suprimentos

Carreira (2009) explica, inicialmente, que a administração pressupõe duas fases: a de planejamento e a relativa à execução. Portanto, parte-se do plano para conseguir algo, passando-se à operação, que é o meio para se conquistar a meta estabelecida. Para o autor, a base deste processo segue um ciclo de atividades e propósitos.

Chiavenato (2014), na mesma linha, explica que os principais objetivos da administração de materiais concentram-se no suprimento adequado, levando em conta qualidade e acompanhamento de resultados. Mas, também devem ser considerados pessoal qualificado ao trabalho de compras e os custos envolvidos nos processos.

Carreira (2009), por sua vez, enxerga a área de administração de

materiais associada às atividades de gerenciamento logístico, pressupondo

terceirização e gestão de contratos de prestação de serviços. Essa interpretação da

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área baseia-se no alinhamento de processos, de modo que a manutenção de estoques e a distribuição de materiais sejam realizadas de modo otimizado.

Gonçalves (2015) diz que a administração de materiais vem passando por transformações em busca da luta contra o tempo para melhoramento de novas ideias sobre o melhor momento de comprar e custear ao máximo; atingir melhor atendimento em serviços ao cliente interno e uma integração, fornecedor/empresa em busca da melhor qualidade de produtos no mercado para atingir o maior objetivo em otimização de recursos, minimização de custos e aumento de lucros para a empresa, ressaltando, entretanto, que todas as ações têm que estar respaldados nos princípios de lisura e ética.

Ballou (2010) esclarece que a base da administração de materiais conta com um ciclo de aquisição composto pelas etapas: planejamento, compra e fornecimento. O processo como um todo não chega ao final quando o usuário cliente recebe o material no prazo determinado, existe o conjunto de eficiência que engloba o recebimento da fatura emitida com posterior pagamento e contabilização da compra, bem como a verificação de atendimento ao que foi planejado.

Nesse sentido, tanto cliente como fornecedor estão envolvidos nos processos. Ambos devem primar pela qualidade e eficiência. Chiavenato (2014) alega que o cliente interno deve ser fidelizado com um bom atendimento e produtos de melhor qualidade em prateleiras, como também se deve levar em consideração que um fornecedor satisfeito irá contribuir para que o ciclo de bom atendimento, desde de acordos firmados, entrega de material e prazo de pagamentos, sejam cumpridos.

Para Ballou (2010), na administração de compras se dá ênfase ao ciclo de aquisição, que é iniciado com tarefas de determinação, descrição e comunicação de informação de necessidades, gerando o início do pedido de compra de material, que por sua vez, promove concorrência, licitação ou inexigibilidade dependendo do material a ser adquirido. Alguns critérios são considerados para esta definição, como, por exemplo, compra exclusiva por padronização; fornecedor exclusivo e outros.

Há ainda, de acordo com os ensinamentos de Campos (2016), a

modalidade de compra através de contratos globais de materiais, que requerem

emergência na reposição dos itens de estoques considerados críticos, na falta dos

mesmos em atendimento a necessidades internas da empresa. Neste caso, há

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praticamente um relacionamento de aliança, com obrigações previstas firmadas em acordo contratual. Os materiais, nesse caso, permanecem em depósitos de armazéns sendo retirados através de uma requisição de material.

1.2 Atividades inerentes à administração de compras

Correa (2010) salienta que o gerenciamento de materiais está diretamente ligado à gestão de estoques. Caracterizar o prazo e período de reposição, assim como a quantidade ideal a ser comprada, preços mais compatíveis à realidade da instituição que está realizando a compra, níveis de segurança, qualidade do produto, são responsabilidades da administração de materiais.

Sendo assim, a gestão de compras tem que ter cunho estratégico, na medida em que lida com variáveis distintas que precisam ser integradas e alinhadas aos objetivos da empresa, ou seja, políticas de pagamento, de qualidade, transparência de informações e resultados dentre outras (CHIAVENATO, 2014).

De modo resumido, Gurgel; Francishini (2013) informam que são muitas as atividades inseridas no rol de atribuições de uma área de administração de matérias. Algumas são consideradas básicas e integram uma rede dinâmica de funcionamento (Figura 1).

Controle da produção

Controle de

estoque Com pras

Tráfego de fora

Distribuição

Tráfego para fora

Recepção

Arm azenamento na fábrica Arm azenagem

externa

Movim entação de m ateriais

Inspeção das entradas

Inspeção de saída

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

(16)

Figura 1: Atividades de Administração de Materiais (Extraída de GURGEL; FRANCISHINI, 2013, p. 5)

Considerando as atividades expressas na Figura 1, compras integra um rol de atividades integradas. Correa (2010) ainda alerta que uma análise formal da relação entre demanda e consumo deve respaldar as definições de critérios e regras a serem cumpridas por uma área de administração de materiais. Deve-se, ainda, conhecer o capital disponível para as operações de compras, bem como as prioridades determinadas para os processos de compras, ou seja, preço, qualidade, eficiência, entrega rápida e outros.

Campos (2016) considera que a estrutura base da área tem que estar concentrada no atendimento à demanda. Assim sendo, as atividades de administração de estoque, com a decisão do tipo de controle, também compõem os processos de gerenciamento de materiais. Igualmente, as condições de entrega (distribuição) do produto estão inseridas no escopo de responsabilidades e corresponsabilidades da área que trata de materiais.

A nível organizacional, a necessidade de renovação processual auxilia a preparação e a composição dos paradigmas corporativos. Assim mesmo, a competitividade nas transações comerciais estende o alcance e a importância do investimento em reciclagem técnica. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a revolução dos costumes podem nos levar a considerar a reestruturação do remanejamento dos quadros funcionais. As experiências acumuladas demonstram que o novo modelo estrutural aqui preconizado apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do fluxo de informações. É claro que o acompanhamento das preferências de consumo agrega valor ao estabelecimento das direções preferenciais no sentido do progresso.

1.2.1 Tipos de compras

Para Gurgel; Francishini (2013) as compras podem ser classificadas sob

duas óticas diferentes. A primeira delas categoriza as compras por tipo de

fornecedor e a segunda se baseia na frequência na qual é realizada a compra. Os

autores percebem diferenças consideráveis entre os dois tipos. Segundo seus

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entendimentos no caso da compra classificada por tipo de fornecedor afirmam que seu enquadramento é aplicado aos seguintes tipos de aquisições:

 produtos de venda corrente;

 produtos com preço fixado correntemente;

 fornecimento, sob encomenda, com preços fixados pelo fornecedor;

 fornecimento em regime de escassez.

Diferentemente do primeiro caso apresentado, a classificação que se baseia em frequência de realização de compras e, portanto, considera a média de intervalos entre os prazos de reposição, Gurgel; Francishini (2013) enquadram os seguintes tipos:

 compras constantes e habituais;

 compras programadas;

 compras de investimentos;

 compras de emergência;

 compras sofisticadas.

Campos (2016) informa que, independentemente do tipo de compra a ser realizada, na maioria das vezes, a formalização de o processo se inicia a partir da expedição de documento próprio conhecido como requisição ou pedido de compra.

Geralmente, nas organizações, quer públicas quer privadas, este documento tem limites de autorização, sendo assinado e despachado por pessoa cuja delegação de autonomia seja compatível aos limites de compras.

Os processos de aquisição partem da requisição e cumprem rotinas e

padrões que dependem de cada organização. Na grande maioria, a concorrência é

estabelecida de imediato. Esta se dá de vários modos, desde um levantamento com

cotação de preços até a convocação formal, por edital, para participação de evento

específico (CHIAVENATO, 2014).

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1.3 Aspectos financeiros e de custos em compras

Em todos os casos, a questão do custo representa importante pilar de definição sobre o andamento dos trabalhos. Na verdade, o custo em administração de materiais, tem que ser previsto e calculado com base na manutenção e disponibilização de materiais. Resulta, em grande parte, da taxa de manutenção do estoque. Correa (2010) considera que o custo de estoque é o que mais se destaca no âmbito da administração de materiais. Estes podem ser diretos, quando se relacionam ao desembolso imediato. e os indiretos consideram, por exemplo, o volume de estocagem.

Embora aparente um trabalho rotineiro, de fato não é, já que a complexidade de decisão para condução de o processo de compra tem que considerar: fabricante, distribuidores, atacadistas, transportadores etc. Portanto, escolha de produtos mais baratos nem sempre será aquela que representa maior economia e maiores lucros para a organização. Na verdade, um ponto simples, que é ressaltado pelos autores corresponde à seleção de fornecedores competentes para o que se pretende adquirir.

Dessa maneira, Chiavenato (2014) lembra que no respectivo planejamento de materiais devem ser avaliados não só o investimento na aquisição do produto, mas também custos de manutenção; custos de espaço reservado e próprio à armazenagem e guarda do produto; custos do serviço envolvido, além de valores previstos para riscos, falta de estoque etc.

Considerando os estudos acerca do custo em estoque de diversos autores como Guerrero (2010); Gonçalves (2013) e Silva (2018), a seguir estão sendo apresentados os principais itens que compõem o rol de despesas e custos.

 Custos de aquisição: estes podem ser fixos ou variáveis. Fixo o próprio termo já explica, ou seja, o valor do produto. Já em termos variáveis, consideram-se fatores que são alterados quando do crescimento do número de pedidos.

 Custos de manutenção: estes são expostos por Silva (2018) que alerta sobre

mão-de-obra e tempo despendido na armazenagem e estoque até o destino

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final do produto. Em outras palavras, são os custos para manter o bem no período entre a obtenção até o consumo.

 Custos de espaço: Gonçalves (2013) entende que o custo de espaço deve ser analisado em separado ao de manutenção, pois é específico ao valor empreendido para manter o ambiente físico e a relação com o espaço ocupado pelo produto. Nesse sentido, devem ser verificadas as condições e recursos locais, ou seja, se espaço alugado ou próprio, bem como a infraestrutura como energia elétrica, água e outros.

 Custos de capital: Guerrero (2010) explica que esse é um dos itens mais importantes na questão custo, pois se trata do valor empatado para composição do estoque. A avaliação deste custo deve considerar vantagens em contrapartida, como, por exemplo, se por conta de promoções e melhores condições de compra foram adquiridos maior quantidade.

 Custos de serviço: Silva (2018) explica que este custo é responsável pela proteção do estoque, ou seja, seguros e estrutura de segurança, impedindo roubos, além de cuidados contra riscos variados como incêndio, umidade ou qualquer outra questão que possa danificar ou inutilizar os produtos.

 Custos de risco: Guerrero (2010) esclarece que se trata de um risco relacionado ao não uso do produto estocado em tempo hábil, podendo o mesmo ser considerado ultrapassado ou obsoleto, por conta do lançamento de novas versões mais atualizadas. Acrescenta-se então como atividade no processo de compras o acompanhamento de mercado a fim de que se verifique a dinâmica de atualização de peças, produtos, bens em geral que compõem o estoque.

 Custos por falta de estoque: Chiavenato (2014) trata desse custo como decorrente da falta de planejamento adequado, podendo haver falta ou nível excedente revelando desperdício e custo desnecessário.

1.4 A tecnologia em gestão de compras

Carreira (2009) defende a idéia de que os avanços em tecnologia estão

benefiiando as atividades referentes a administração de compras e suprimentos,

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através da otimização do tempo, de recursos e de maior eficiência e agilidade. O autor explica que a evolução da informática tem permitido que se lide com operações cada vez mais complexas. Nesse caso, quando se refere a gestão de compras, os processos tiveram ganhos no sentido de minimizar custos de estoque, com a implantação de sistemas específicos de gerenciamento.

A tecnologia da informação favorece a dinamicidade da área de compras através de softwares especializados que são empregados na administração de níveis de estoque e nas transações de compras. Dois pontos são considerados inovadores na administração de materiais, a partir das implementações da tecnologia da informação:

 manter níveis ideais de estoque com o máximo controle dos pontos de reposição

 rastreamento de produtos com a identificação de onde está um lote/unidade/estoque num determinado momento.

As principais áreas de interesse residem em: rastreamento por satélite, comunicações por satélite e intercâmbio eletrônico de dados, que permite a conexão da área incluindo fornecedores, produção, distribuição, ponto de venda e consumidores. Essas tecnologias são cada vez mais usadas em combinação com os pedidos feitos de modo eletrônico/virtual e com o rastreamento automatizado (CAMPOS, 2016).

Da mesma forma, a tecnologia de armazenamento evoluiu chegando ao código de barras. Depósitos automatizados com sistemas de localização de produto e outros controles realizados de modo eletrônico, por programas e aplicativos especiais tornaram a gestão de estoques mais eficiente (CHIAVENATO, 2014).

Na verdade, os aplicativos além servirem ao monitoramento de estoques, colaboram no controle das alçadas de autorização para compras, cadastro de fornecedores e principais características de cada um deles, buscando subsidiar licitações ou compras imediatas. Todo o processo de compras pode ser gerenciado a partir de aplicativos próprios, que ainda apropriam valores para efeitos contábeis e promovem o controle de pagamentos (CHIAVENATO, 2014).

Por conseguinte, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos

auxilia a preparação e a composição do impacto na agilidade decisória. Todas estas

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questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a valorização de fatores subjetivos apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do orçamento setorial. Neste sentido, a crescente influência da mídia é uma das consequências dos procedimentos normalmente adotados. A nível organizacional, a consolidação das estruturas promove a alavancagem de todos os recursos funcionais envolvidos.

O que temos que ter sempre em mente é que a constante divulgação das

informações agrega valor ao estabelecimento dos modos de operação

convencionais. O cuidado em identificar pontos críticos na adoção de políticas

descentralizadoras exige a precisão e a definição do retorno esperado a longo

prazo. As experiências acumuladas demonstram que o novo modelo estrutural aqui

preconizado deve passar por modificações independentemente das regras de

conduta normativas. No mundo atual, a complexidade dos estudos efetuados

prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes de alternativas às

soluções ortodoxas. A prática cotidiana prova que o entendimento das metas

propostas não pode mais se dissociar das condições financeiras e administrativas

exigidas .

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CAPÍTULO II

AS EMPRESAS E OS RISCOS DE FRAUDES

Nesse capítulo são abordados os riscos de fraudes e erros em geral nas empresas, havendo, entretanto, a especificação da área de compras objeto de estudo da monografia. A ideia é a de oferecer uma visão ampla do que se entende como risco a fraude nas operações e atividades organizacionais.

2.1 Breve abordagem sobre Fraude

A fraude é definida como um engano deliberado, cometido com a intenção de obter alguma vantagem, lucro, etc., sobre o que não se tem direitos, às custas de outro, conforme ensina Ferreira Neto (2012). Segundo o autor, as fraudes podem ser divididas em duas espécies a saber:

a) Desfalques: que envolvem a malversação de dinheiro ou bens e que são normalmente dissimulados através da falsificação dos registros.

b) Falsificação das contas e manipulação fraudulenta: que são feitas para obter benefícios diferentes daqueles relativos aos desfalques, por exemplo, a obtenção de empréstimos bancários com base na apresentação de demonstrações contábeis falsas.

As fraudes são cometidas por funcionários que ocupam desde os níveis mais baixos até os mais altos dentro de uma organização. Frequentemente são praticadas por funcionários de confiança. Existem todavia, outras causas ou razões para ocorrências desta natureza, porém muitas vezes guardam relação com as acima mencionadas (KITCHING, 2011).

O exame das demonstrações financeiras não é suficientemente projetado

para desvendar fraudes. Não é essa a sua finalidade. Contudo, ao programar e

executar seu exame, e ao expressar a sua opinião, um auditor reconhece a

possibilidade de erros e irregularidades, inclusive desfalque e outras modalidades de

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fraudes, e que, em certos casos, eles poderão ser de tamanha significância a ponto de afetarem materialmente o resultado das operações da empresa auditada (SANTOS; SOUZA, 2018).

2.2 Operações administrativas e os riscos de fraudes

As fraudes e crises no mercado de empresas brasileiras constituem-se em realidade no âmbito nacional. Alguns fatores contribuem para esse cenário, segundo Ferreira Neto (2012). O avanço no processo da terceirização impôs uma demanda crescente de cuidados especiais na orientação dos demonstrativos financeiros das empresas, em relação às fraudes e os desvios éticos, na forma de corrupção, crivando de desonestidade os modernos negócios, apresentando-se em excesso tais situações.

Os incentivos à fraude, tornam imprescindível que o gestor se previna, conhecendo os segredos desta problemática, de maneira a colaborar na construção da empresa eficiente, competitiva, ética, viabilizadora da excelência e promotora do desenvolvimento da sociedade em que atua (FERREIRA NETO, 2012).

Em situações assim, os que ficarão bem são os executivos, superiores dos delinquentes. A maioria das fraudes praticadas pode ser considerada um desafio aos princípios de controle interno implementados na empresa, cuja principal responsabilidade é da gestão das empresas. A fraude pode ser considerada como um comportamento ilegal e ilícito, praticado de modo intencional e que tem em vista a obtenção de ganho desonesto ou causar prejuízos a terceiros, em proveito próprio ou para beneficiar a organização. A fraude pode revestir-se de várias formas, designadamente: apropriação de dinheiro; roubo de recursos (equipamento, software ou existências); exercícios de influências, na expectativa de recebimento de prendas ou favores (KITCHING, 2011).

Conforme publicação Kroll (2017) as fraudes mais comuns verificadas no

Brasil correspondem a desvio de ativos físicos (Figura 2)

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Figura 2: Tipos de fraudes mais comuns (Extraída de KROLL, 2017, p. 8)

Observa-se o crescimento das fraudes em um ano apenas, destacando- se o roubo em estoques. Segundo Moreira et al (2012) a parte relativa à execução do trabalho de verificação de fraudes ocorre pela auditoria. Trata-se de atividade complexa e abrangente, já que envolve todos os conhecimentos técnicos e administrativos da área. Os autores explicam que a auditoria é a técnica utilizada para avaliar Informações, constituindo, assim, complemento indispensável para que a gestão empresarial atinja plenamente sua finalidade, principalmente nos casos de fraudes que deve avaliar a exatidão e a clareza das operações realizadas, quando há a predisposição para a existência de fraudes.

No que se refere as operações de compras, licitações e contratações, os respectivos relatórios e planilhas de gerenciamento destinam-se não somente a auxiliar os órgãos administrativos do patrimônio, como também a resguardar os interesses de terceiros a ele vinculados, investidores (titulares do patrimônio);

financiadores e fornecedores; o fisco e trabalhadores (KITCHING, 2011; MOREIRA et al, 2012).

Sob o aspecto financeiro, Moreira et al (2012) informam que a auditoria no

setor de compras das empresas resguarda créditos de terceiros fornecedores e

financiadores, contra possíveis fraudes e dilapidações do patrimônio, permitido

maior controle dos recursos para fazer em face desses compromissos. No entanto,

sob o aspecto administrativo, a auditoria contribui para redução de ineficiência,

negligência, incapacidade e improbidade de empregados e administradores.

(25)

Embora a auditoria não se destine especificamente à descoberta de fraudes, erros ou irregularidades praticadas por administradores ou funcionários, ela frequentemente apura tais fatos, através dos procedimentos que lhes são próprios.

Desta forma, o auditor, enfrenta certos desafios em diversos aspectos relacionamentos e consequências que tendem ser detectado e que dependem de uma bagagem de conhecimento por parte do auditor (SOARES, 2013).

2.3 Verificação de fraudes: revisão de procedimentos de compras

As fraudes podem acontecer em qualquer setor de uma empresa e quase sempre estão ligadas a pessoas que aproveitam falhas de sistemas ou ausência de controle. Moreira et al (2012) consideram que, não havendo a difusão de valores como ética, no contexto corporativo empresarial, aumenta a chance de empregados não se comprometerem com resultados e serem passíveis a fraudes. Esses estão cada vez menos ligados à companhia e têm perdido a vontade de seguir uma carreira longa dentro da empresa.

Assim, no âmbito da administração de materiais, Jarnyk (2008) explica que alguns fatores são indicadores de suspeita de fraudes, cabendo o acompanhamento das operações:

 Quando há o número ou volume de compras superior a necessidade (demanda) com a pretensão de troca caso haja sobras

 Reposição de peças em estoque com maior frequência do que o consumo, mostrando que há quantidade exagerada de produtos que apresentam baixo giro

 Falta de comprometimento dos operadores, atendentes e superiores da área

Apesar desses fatores, Soares (2013) considera que algumas fraudes são

extremamente complexas, pois envolvem vários participantes de áreas distintas. Na

verdade, ele alerta que existem diversos tipos de golpes: desde o simples desvio do

dinheiro do caixa até a corrupção, praticados por todos os níveis hierárquicos sem

predominância.

(26)

2.4 Os riscos de fraudes nas atividades de compras e contratações e principais impactos

Gonçalves (2013) explica que as metodologias de compras são focadas principalmente em licitações convencionais. Nos moldes tradicionais de licitações públicas, não atendem às necessidades de velocidade e qualidade determinadas pelo momento competitivo que a empresa atravessa, e a implementação de novas técnicas passa a ser fundamental para a vantagem competitiva da empresa. Há uma consciência da necessidade de introduzir práticas já adotadas pelo mercado, no mínimo aquelas já consagradas pelo uso nas grandes corporações.

Os riscos verificados nesse contexto correspondem, principalmente, as compras públicas, objeto de despesas com arrecadação de contribuintes. Os impactos causados nesse sentido são praticamente incomensuráveis, na medida em que desvio de valores em processos licitatórios resultam na quebra de caixa e prejuízo de orçamentos de gestão (SOARES, 2013).

Gurgel; Francishini (2013) informam que a evolução da área de materiais atravessou fases que envolviam desde a compra pelo próprio dono da empresa até a atual fase em que as atividades estão integradas ao sistema de logística e, muitas vezes, também associadas às responsabilidades de marketing. Tal amplitude requer maior controle no que tange a riscos de erros operacionais ou desvios e, consequentemente, fraudes.

Soares (2013) acrescenta que ao longo dos tempos, o sistema de

compras passou por processos formais, sendo que a partir da Constituição Federal

promulgada em 1988, e atualizada posteriormente pela legislação complementar,

foram estabelecidos parâmetros calcados na legalidade, impessoalidade,

moralidade, publicidade e eficiência para todos os processos de competência da

administração pública, extrapolando-se para os contextos privados. Os impactos,

nesse caso, verificados no Brasil ao longo dos anos são constatados de modo

incessante (Figura 3).

(27)

Figura 3: Fatores impactados pela descoberta de fraude (Extraída de KROLL, 2017, p. 16)

Um dos grandes problemas referentes às empresas de portes variados é

a fraude ou os denominados ralos por onde escorrem recursos e informações que

estão dentro das próprias companhias e que se multiplicaram rapidamente no final

do século passado, tendo em vista a informatização em massa e a introdução das

operações em rede sob o âmbito global. Portanto, atualmente, a fraude dentro das

empresas é um problema de proporções sérias (SOARES, 2013).

(28)

CAPÍTULO III

PREVENÇAÕ E COMBATE A FRAUDES:

DESFAIOS DE COMPRAS E SUPREMIENTOS

No presente capítulo são ressaltadas práticas de gestão e políticas organizacionais voltadas ao combate e prevenção de erros e fraudes, tendo em vista a verificação de que as atividades realizadas nesse contexto exigem maior controle e processos sistematizados, que possam verificar continuamente resultados comparativamente à adequação de planejamentos.

3.1 A prevenção de fraudes

Preliminarmente, Kitching (2011) considera que a prevenção contra fraude, ou os meios para detectá-la tempestivamente, é responsabilidade da administração da empresa, a quem compete instalar no sistema de controle interno as correspondentes medidas de segurança e de detecção, e providenciar as respectivas coberturas para proteção contra riscos inevitáveis.

O termo erro refere-se a incorreções involuntárias nas demonstrações financeiras e inclui os aritméticos, os de execução nos registros e elementos contábeis dos quais são extraídas as demonstrações financeiras. Já o termo

“irregularidade” refere-se às distorções voluntárias e intencionais nas demonstrações financeiras como por exemplo a impostura ou omissão dos efeitos de eventos ou transações, as transações sem suporte documental ou sem substância, apropriação indébita, má aplicação do princípio contábil, entre outras de postura grave.

Segundo Santos; Souza (2018), há alguns comportamentos no âmbito

empresarial que podem estimular as fraudes como por exemplo: a integridade

gerencial questionável; os sistemas de processamento de dados mal desenhados e

insuficientemente documentados; controles internos fracos; empregados

desestimulados; alta rotatividade de pessoal; supervisão inadequada; mercado em

declínio para os produtos da empresa; sucessivas faltas nos inventários, sem

tentativas de determinar as causas; dificuldades trabalhistas pouco usuais;

(29)

tendências de deterioração na receita, documentação perdida referente a transações e/ou ajustes contábeis, etc.

É importante estabelecer os procedimentos para eventuais casos de suspeita de fraude, inclusive a responsabilidade para executar tais procedimentos. A política de segurança deverá incluir recomendações específicas à gerência sobre a quem informar e quais medidas deverão ser tomadas no início de uma investigação.

De qualquer maneira, toda atividade fraudulenta detectada deverá ser investigada, com a finalidade de determinar se medidas preventivas adequadas já foram tomadas para evitar a sua recorrência.

Todo o pessoal da área de compras e contratações deve conhecer as competências e responsabilidades da auditoria nesse campo. Moreira et al (2012) explicam que um procedimento é necessário para canalizar informações de atividades fraudulentas a este setor. É usual que o escopo dos trabalhos rotineiros de auditoria seja sensível a fraude e permita que todos os sinais de alerta sejam investigados. A auditoria deverá identificar as áreas de risco e acompanhar os controles estabelecidos para providenciar uma cobertura adequada. Acima de tudo, precisa ter flexibilidade na programação de seus trabalhos para poder atender as situações inesperadas. A auditoria moderna precisa ter habilidade em investigações que lhe permita cumprir o seu papel nos exames de atividades fraudulentas e fazer recomendações para fortalecer controles e reduzir as possibilidades de perdas.

Por conseguinte, a hegemonia do ambiente político faz parte de um processo de gerenciamento do orçamento setorial. Gostaria de enfatizar que o novo modelo estrutural aqui preconizado desafia a capacidade de equalização do retorno esperado a longo prazo. O cuidado em identificar pontos críticos na mobilidade dos capitais internacionais garante a contribuição de um grupo importante na determinação das diversas correntes de pensamento. Desta maneira, a percepção das dificuldades promove a alavancagem de alternativas às soluções ortodoxas.

Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o início da atividade geral de formação

de atitudes deve passar por modificações independentemente dos paradigmas

corporativos.

(30)

3.1.1 A auditoria como meio de combate a fraudes e erros

Santos; Souza (2018) afirmam que uma das funções do auditor é a verificação de correção nas operações baseado em normas e procedimentos que possibilitam ao auditor julgar a adequação dos registros e das demonstrações, sem a necessidade da revisão integral. Para esse julgamento, são necessários e suficientes elementos que deem uma segurança razoável quanto à exatidão, pois nem sempre é possível a revisão integral de todos os elementos à disposição.

Abrangem testes de observância e testes substantivos que requerem estudos e pesquisas por parte do profissional, diante da tecnologia informacional, a necessidade de maior abrangência dos conhecimentos da função no que se referem a métodos de detecção de fraudes em áreas distintas.

A qualquer auditor é sabido que a simples revisão de registros em relatórios não é também suficiente para que se forme opinião sobre a correção de um processo. A revisão integral poderá ser realizada em certos casos de modo aleatório ou que apresentem alguma suspeição. Para isso o auditor deve ter profundo conhecimento de como proceder para escolher quais os elementos comprobatórios que deverá examinar.

De fato, as discussões sobre controle interno tornaram-se cada vez mais frequentes nos círculos empresariais. Os casos de fraude de um lado e o fracasso de multas empresas ou atividades econômicas de outro lado, tornaram-se os fatores que impulsionaram o clima de discussões sobre esse assunto que anteriormente aparentava ser um tópico de uso exclusivo ou preferido somente pelos auditores. Os movimentos voltados à melhoria da qualidade das empresas de sua modernização e sobrevivência, também motivaram a abertura dessas discussões sobre o valor agregado e importância dos controles internos (KITCHING, 2011).

O fato importante a destacar, nesse ambiente criado pelo reconhecimento pelas empresas e entidades da necessidade de uma boa estrutura de controle, foi a valorização da auditoria, porém, exigindo dela uma qualificação e atuação, condizentes com as características da operação empresarial e seus riscos; em última análise, a exigência da participação do auditor como elemento de esclarecimento das partes e impulsionador da busca de soluções (JARNYK, 2008;

JARNYK).

(31)

Essa exigência sobre o auditor produziu uma crescente necessidade de complementação de seus estudos não só na área de controle interno e contabilidade, como nas demais áreas de atuação dos órgãos fim e meio da empresa, bem como o desenvolvimento de uma adequada capacidade de participação no processo de orientação prioritária dos fatos, havendo inclusive indicação de auditores com foco em gestão de compras (MOREIRA et al, 2012).

Do mesmo modo, a constante divulgação das informações prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do sistema de participação geral.

Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a determinação clara de objetivos possibilita uma melhor visão global das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Gostaria de enfatizar que o início da atividade geral de formação de atitudes representa uma abertura para a melhoria dos níveis de motivação departamental. O cuidado em identificar pontos críticos no desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação auxilia a preparação e a composição das diversas correntes de pensamento.

As experiências acumuladas demonstram que o acompanhamento das preferências de consumo exige a precisão e a definição do orçamento setorial. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o novo modelo estrutural aqui preconizado garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos índices pretendidos. Todavia, a execução dos pontos do programa pode nos levar a considerar a reestruturação do investimento em reciclagem técnica.

3.2 Governança e cultura: códigos de ética

Em se tratando da influência e importância da cultura no âmbito da ética,

prevenção e combate a fraudes, importa considerar que a cultura organizacional

abrange convicções, normas, e suposições que são garantidas coletivamente pelos

membros de uma organização. Surge, evolui, sobrevive e se modifica em uma

abordagem histórica, dinâmica e funcional. Seu processo de formação cultural é

idêntico ao processo de formação de grupos, no que se refere à essência de

(32)

identidade grupal (padrões compartilhados de pensamentos, crenças, sentimentos e valores) (DIAS, 2014).

A cultura organizacional equivale ao modo de vida da empresa. Considera todos os seus aspectos e representa, de fato, o conjunto de crenças e hábitos instituído através de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhadas pelos respectivos membros da própria organização. Portanto, reflete a mentalidade de dirigentes e funcionários, motivo pelo qual está diretamente ligada ao modelo de gestão empresarial (IDEM).

De acordo com Ferreira (2013), é fundamental assegurar a positividade nesse contexto, sobretudo, no que se refere ao seu impacto na produtividade, sendo imprescindível trabalhar com profissionais engajados e interessados em manter a relação de trabalho com a organização. Ou seja, o homem passou a ser o foco principal das empresas. Captar e reter profissionais com capacidades e competências baseadas em princípios éticos passou a ser um dos pontos de maior atenção nos sistemas de gerenciamento de compras. Certamente, o clima organizacional faz parte desse processo, sobretudo, no que tange à manutenção de uma relação sadia entre os profissionais e a empresa.

Para prevenir fraudes, é de suma importância reconhecer as áreas perigosas. A forma mais eficaz que uma empresa tem para prevenir fraudes é ter um sistema eficaz de controles internos. É uma responsabilidade da gerência assegurar- se que os sistemas estabelecidos são práticos e úteis para sua empresa. Cada sistema deve estar em perfeito funcionamento, muitas vezes a gerência estabelece um sistema, porém nunca verifica se ele está funcionando corretamente.

A responsabilidade de evitar fraudes recai sobre a administração, entretanto, o auditor pode desempenhar um papel preventivo e ajudar a gerência a atingir seus objetivos a respeito, por meio da avaliação dos controles internos e do reporte diretamente a administração de todas as irregularidades descobertas, com apresentação de recomendações destinadas à melhoria dos controles internos, procedimentos contábeis e rotinas da empresa.

Variados fatores deram origem ao espantoso aumento no comércio

internacional de bens e serviços que se verificou nos últimos anos. As facilidades de

comunicação, a progressiva supressão de barreiras alfandegárias e o

desenvolvimento das tecnologias da informação contribuíram para que os países se

(33)

tornassem cada vez mais dependentes uns dos outros. A economia mundi al desenvolveu-se no sentido de procurar a maior eficiência na utilização de recursos escassos, entrando as empresas numa competição desenfreada, da qual, em última análise, os grandes beneficiários têm sido os consumidores.

Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o novo modelo estrutural aqui preconizado acarreta um processo de reformulação e modernização das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a contínua expansão de nossa atividade promove a alavancagem do remanejamento dos quadros funcionais. Por conseguinte, o acompanhamento das preferências de consumo aponta para a melhoria dos métodos utilizados na avaliação de resultados . É importante questionar o quanto o surgimento do comércio virtual causa impacto indireto na reavaliação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro.

Por outro lado, o comprometimento entre as equipes apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Caros amigos, o consenso sobre a necessidade de qualificação faz parte de um processo de gerenciamento dos índices pretendidos.

Todavia, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação cumpre um papel essencial na formulação do impacto na agilidade decisória.

O que temos que ter sempre em mente é que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos estende o alcance e a importância do investimento em reciclagem técnica. No entanto, não podemos esquecer que a valorização de fatores subjetivos possibilita uma melhor visão global de alternativas às soluções ortodoxas.

Assim mesmo, a determinação clara de objetivos auxilia a preparação e a

composição dos modos de operação convencionais. Todas estas questões,

devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a competitividade nas

transações comerciais desafia a capacidade de equalização dos relacionamentos

verticais entre as hierarquias. Gostaria de enfatizar que a mobilidade dos capitais

internacionais oferece uma interessante oportunidade para verificação das direções

(34)

preferenciais no sentido do progresso. A prática cotidiana prova que a complexidade dos estudos efetuados obstaculiza a apreciação da importância de todos os recursos funcionais envolvidos.

Neste sentido, o comprometimento entre as equipes faz parte de um processo de gerenciamento dos paradigmas corporativos. É importante questionar o quanto a estrutura atual da organização oferece uma interessante oportunidade para verificação das diversas correntes de pensamento. As experiências acumuladas demonstram que o surgimento do comércio virtual desafia a capacidade de

equalização do retorno esperado em longo prazo.

No entanto, não podemos esquecer que a consolidação das estruturas representa uma abertura para a melhoria dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Assim mesmo, a complexidade dos estudos efetuados estende o alcance e a importância de alternativas às soluções ortodoxas. Caros amigos, a necessidade de renovação processual obstaculiza a apreciação da importância do impacto na agilidade decisória. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o surgimento do comércio virtual desafia a capacidade de equalização dos níveis de motivação departamental.

O cuidado em identificar pontos críticos na consulta aos diversos militantes maximiza as possibilidades por conta das regras de conduta normativas. Desta maneira, o início da atividade geral de formação de atitudes é uma das consequências do sistema de participação geral. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a complexidade dos estudos efetuados pode nos levar a considerar a reestruturação da gestão inovadora da qual fazemos parte. O que temos que ter sempre em mente é que a valorização de fatores subjetivos causa impacto indireto na reavaliação das condições financeiras e administrativas exigidas.

Caros amigos, a determinação clara de objetivos estimula a padronização do

sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.

(35)

3.2.1 A importância de homologar fornecedores

Segundo Ferrari (2016), as organizações necessitam aferir formas estratégicas de adquirir um alinhamento nas práticas efetivas aos processos de aquisições, a fim de atingir as melhores práticas de evolução nos procedimentos na perspectiva do cliente; perspectiva financeira; perspectiva interna do processo de negócios e perspectiva do aprendizado e conhecimento.

O processo de administração de materiais exige, além da gestão de compras a gestão de contratos, que dependem diretamente de ações de planejamento para a preparação da contração e das aquisições, o processo de solicitação de propostas, os documentos do processo de solicitação de propostas, assim como os critérios de avaliação de propostas (CAMPOS, 2016).

Chiavenato (2014) considera que as noções de custos de qualidade caracterizam as ações e posturas que possam evitar através de estratégias os riscos de falhas e erros em aquisições de produtos e serviços. E nesse sentido, o processo de qualificação de fornecedores é a forma mais eficaz de evitar a contabilização de custos no orçamento. Nesse processo as empresas atuam com a seleção de fornecedores que caracteriza a descrição criteriosa dos que oferecem os melhores serviços. A importância da realização de estratégias baseadas em um processo de padronização de princípios de validação e qualificação envolve a eliminação de riscos de reclamações posteriores, retrabalho e custos adicionais em orçamento.

Para Ferrari (2016) as organizações necessitam aferir formas estratégicas de adquirir um alinhamento nas práticas efetivas aos processos de aquisições, a fim de atingir as melhores práticas de evolução nos procedimentos na perspectiva do cliente; perspectiva financeira; perspectiva interna do processo de negócios e perspectiva do aprendizado e conhecimento.

Os fornecedores representam uma importante parceria no processo de gestão de compras e contratações. A empresa deve estabelecer parâmetros para a determinação de indicadores de desempenho, com base em prazos e redução de custos em todas as etapas de um projeto (CORREA, 2010).

Levando-se em consideração que as aquisições de produtos e serviços

são responsáveis por uma grande parte dos resultados financeiros, os processos

devem contar com o desenvolvimento de uma gestão decisiva para assegurar o

controle dos gastos dentro dos limites do orçamento estabelecido. Entretanto, trata-

(36)

se de um processo complexo e revestido de formalidade, que não pode perder, sob nenhuma hipótese, a agilidade. Este cenário exige o emprego de metodologias e práticas modernas, enfatizando, assim, a importância de sistemas de controles.

Gonçalves (2015) acrescenta ainda que a interdependência no mercado globalizado se tornou mais efetiva, favorecendo estratégias de parcerias que envolvem a constante relação entre clientes e fornecedores, exigindo um processo de qualificação dos serviços oferecidos. O planejamento de sistemas e métodos em qualidade se constitui em uma estratégia fundamental para garantir a maturidade de processos nos serviços tanto de compras como de contratações. O grau de avaliação de prestadores de serviços e fornecedores de um modo geral aponta a classificação dos mesmos, o que favorece a gestão da empresa em lidar com critérios previamente definidos.

Assim, Silva (2018) explica que a fase de planejamento das ações na busca da qualidade dos serviços prestados ao cliente externo, favorece a orientação na definição do plano de melhoria da qualidade de fornecedores para garantir um estágio de maturidade gerencial. Desse modo, o autor considera que as informações sobre fornecedores de materiais e contratos devem ser monitoradas. Todos os dados devem gerar um processo de retroalimentação na ficha dos fornecedores, quanto aos serviços e produtos especificados, sendo papel da gestão o processo de cotação de compras e o processo licitatório para a orientação da escolha dos fornecedores.

Neste sentido, deve haver planejamento, inspeção e monitoramento de materiais e serviços com base nos requisitos de qualificação e aprovação de fornecedores e, segundo Ferreira Neto (2012), é necessário que cada organização estabeleça seus próprios critérios de qualificação e certificação de fornecedores. A empresa deve contar com opções em seu arcabouço metodológico para auxiliar na qualificação de fornecedores e promover o gerenciamento de aquisições e contratos.

Neste sentido, Silva (2018) recomenda que sejam adotadas medidas

específicas a fim de alinhar práticas e políticas da empresa e seus parceiros

(fornecedores e prestadores de serviços). O autor ensina que tanto propostas de

códigos de conduta da empresa, envolvem a demonstração dos métodos e técnicas

que regem os princípios organizacionais. Como parceiros os fornecedores poderão

utilizar técnicas e ferramentas mais adequadas para atender com qualidade e

garantias. Além disso, para que os custos sejam reduzidos e controlados, Guerrero

(37)

(2010) lembra da importância de se manter a tabela de preços dos materiais, equipamentos e serviços a serem contratados, como também o fornecimento de documento contendo

A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a adoção de políticas descentralizadoras apresenta tendências no sentido de aprovar a

manutenção dos modos de operação convencionais. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a contínua expansão de nossa atividade exige a precisão e a definição dos índices pretendidos. A nível organizacional, o acompanhamento das preferências de consumo representa uma abertura para a melhoria de todos os recursos funcionais envolvidos. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o entendimento das metas propostas acarreta um processo de

reformulação e modernização das condições inegavelmente apropriadas.

Neste sentido, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos causa impacto indireto na reavaliação do remanejamento dos quadros funcionais.

Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o comprometimento entre as equipes não pode mais se dissociar dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Por conseguinte, a crescente influência da mídia facilita a criação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência.

Pensando mais a longo prazo, a mobilidade dos capitais internacionais desafia a

capacidade de equalização do investimento em reciclagem técnica. Gostaria de

enfatizar que a valorização de fatores subjetivos faz parte de um processo de

gerenciamento do impacto na agilidade decisória.

Referências

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