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RB CAPITAL I FUNDO DE FUNDOS (RFOF11)

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FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

RB CAPITAL I

FUNDO DE FUNDOS

(RFOF11)

www.rfof11.rbasset.com

RB CAPITAL Asset Management

(2)

Fevereiro/21

Informações Gerais do Fundo

Características Gerais e Política de Investimentos

RB CAPITAL I FUNDO DE FUNDOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII (RFOF11), constituído sob a forma

de condomínio fechado em fevereiro de 2020, tem por objetivo a obtenção de renda e ganho de capital mediante

investimentos em Ativos Imobiliários. Dentre os Ativos Imobiliários, o Fundo deverá buscar investir

parcela preponderante de seus recursos em cotas de outros fundos de investimento imobiliário.

Em sua primeira emissão de cotas, encerrada em 21 de fevereiro de 2020, o fundo captou o montante

de R$ 107.816.400,00. O preço de emissão das Cotas no âmbito da Oferta, na data de emissão das

Cotas, foi de R$ 100,00 (cem reais) por Cota.

O objetivo principal da gestão, no RFOF11, está na construção de um portfólio de Fundos Imobiliários

diversificado, com exposição à diversos segmentos e gestores, de forma a mitigar riscos decorrentes

da concentração em um único fundo ou setor imobiliário.

Para realizar estes investimentos no fundo, a equipe de gestão da RB CAPITAL ASSET conta com

detalhado processo de investimento e governança, baseado em comitês formais de aprovações

construídos ao longo de seus 20 anos de experiência.

Razão Social:

RB CAPITAL I FUNDO DE FUNDOS - FUNDO DE

INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII

CNPJ:

34.027.774/0001-28

Código de Negociação (Ticker)

RFOF11

Código ISIN

BRRFOFCTF001

Início do Fundo

20/02/2020

Gestor:

RB CAPITAL ASSET MANAGEMENT LTDA

Administrador

BRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS S.A.

Escriturador

BRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS S.A.

Custodiante

BRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES

MOBILIÁRIOS S.A.

Auditor

PRICEWATERHOUSECOOPERS Auditores Independentes

Taxa de Administração

0,8% ao ano sobre o Patrimônio Líquido do Fundo.

Taxa de Performance

20% (vinte por cento) sobre o que exceder a variação do

IFIX

Prazo do Fundo

Indeterminado

Liquidez do Fundo

Fundo Fechado

Público Alvo

Investidores em Geral

Negociação das Cotas

B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão

Encerramento do Exercício Social

31-dez

Mercado de Negociação de Cotas

B3

Entidade administradora de Mercado Organizado

BM&FBOVESPA

Objetivo do Fundo

Investimento em Ativos Imobiliários para geração de

renda

Classificação Autorregulação

Mandato: Títulos e Valores Imobiliários

Segmento de Atuação: Fundo de Fundos

Tipo de Atuação: Ativa

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Comentário do Gestor

Breve Panorama Macroeconômico

Em fevereiro, no âmbito externo, observamos uma evolução importante das campanhas de vacinação, principalmente

nos países desenvolvidos. Os EUA já haviam vacinado, até o final de fevereiro, 72,8 milhões de pessoas, e Israel, que

imunizou boa parte de sua população, já havia aplicado 8 milhões de doses. Esse fato, aliado a estímulos monetários e

fiscais nos EUA, que podem ultrapassar U$ 1,9 trilhão, resultaram na revisão das expectativas de inflação para o país.

Assim, o mercado passou a questionar se com uma inflação maior, haveria uma retirada mais cedo dos estímulos

monetários nos EUA, e isso implicou em uma alta das chamadas “Treasuries” (títulos de dívida pública americana), que

ultrapassaram o marco de 1,5% a.a. no vencimento em 10 anos. O Federal Reserve (Banco Central americano), por sua

vez, reforçou que não haverá ajustes na taxa de referência até 2023, mantendo juros zero por mais tempo, e que

permitirá uma inflação mais alta, acima de sua meta atual de 2% a.a..

Já no Brasil, o desempenho negativo dos ativos domésticos refletiu uma piora nos números da pandemia de Covid-19

e notícias envolvendo a dinâmica do Poder Executivo junto à Petrobrás com troca do CEO da empresa e interferências

na política de preços da estatal. O resultado foi a saída de conselheiros importantes da companhia aumentando a

desconfiança sobre a influência política do governo nas empresas estatais como um todo.

Em resposta à aceleração do número de contaminações por Covid-19, 15 estados adotaram novas medidas de

distanciamento social, que incluem limitações nos horários de funcionamento de estabelecimentos comerciais e

restrições na circulação de pessoas. Dessa forma, especulações sobre a dimensão do auxílio emergencial e as

contrapartidas a respeito do teto de gastos, trouxeram ainda mais incerteza à trajetória fiscal, ao mesmo tempo em

que o ritmo de andamento da agenda reformista é criticado pelo mercado.

Com uma percepção mais negativa sobre o cenário fiscal, o mercado começou a rever as expectativas de taxas de juros

e inflação para os próximos anos no Brasil. Revisões estas que foram potencializadas com o comportamento dos títulos

americanos (conforme citado anteriormente) e pelos preços das commodities dolarizadas, que apresentaram altas

significativas desde o começo do ano, com destaque para as “energéticas” (petróleo, gás e carvão) que tiveram

valorização de preço acima de 20% no período.

Com isso, o mercado já espera intervenções nas próximas reuniões do Copom ajustando a projeção para SELIC ao final

de 2021 de 3.5% a.a. para 4.00% a.a., segundo Focus.

Sendo assim, a curva de juros real brasileira, que indica basicamente a relação entre SELIC e inflação no tempo,

apresentou elevação significativa em fevereiro. No fechamento de janeiro (linha cinza do gráfico), o mercado projetava,

para a NTN-B com vencimento em 2025, uma taxa de juros real média de 2,2% a.a.. Já no fechamento de fevereiro, o

mesmo título apontava uma taxa de juros real média de 2,7% a.a. (linha verde do gráfico). Em outras palavras, o

mercado está dizendo que deverá ficar mais “caro” para o governo brasileiro se financiar.

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Sendo assim, o Ibovespa registrou queda de 4,37% no período, e o dólar teve uma alta de 2,41%, fechando o mês

cotado a R$5,60. O IMA-B e o IMA-B 5 renderam -1,52% e -0,60% respectivamente.

-3,2%

0,7%

1,6%

2,6%

2,7%

3,1%

3,4%

3,6%

3,8%

-2,1%

0,4%

1,1%

1,9%

2,2%

2,6%

3,0%

3,2%

3,4%

(120)

(100)

(80)

(60)

(40)

(20)

20

40

60

80

NTN-B 21

NTN-B 22

NTN-B 23

NTN-B 24

NTN-B 25

NTN-B 26

NTN-B 28

NTN-B 30

NTN-B 35

Curva de Juros Real

1M

26/02/2021

29/01/2021

-5%

-4%

-3%

-2%

-1%

0%

1%

2%

3%

4%

5%

6%

29/1/21

30/1/21

31

/1/2

1

1/2/21

2/2/21

3/2/21

4/2/21

5/2/21

6/2/21

7/2/21

8/2/21

9/2/21

10/2/21

11/2/21

12/2/21

13/2/21

14/2/21

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20/2/21

21/2/21

22/2/21

23/2/21

24/2/21

25

/2/2

1

26/2/21

Fonte: Broadcast+

Índices de Mercado

Retorno Acumulado (Fev/21)

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Panorama do Mercado de Fundos Imobiliários

Em fevereiro, apesar da volta do aumento de casos de Covid-19 e preocupações em relação à volta das restrições em

algumas regiões do país, os Fundo de Investimento Imobiliários (FIIs) seguiram a boa performance de janeiro e o IFIX,

principal índice dos FIIs, apresentou alta de +0,25%, puxado principalmente pelos fundos de recebíveis (CRIs), catalisados

pela pressão inflacionária e consequente aumento das rentabilidades mensais.

O IGP-M apresentou alta de +2,53% em fevereiro, após subir +2,58% em janeiro, e acumula alta de + 28,94% nos últimos

doze meses. Já, o IPCA mostrou uma desaceleração para 0,25% em janeiro, ante uma alta de 1,35% em dezembro.

Mesmo assim, continuamos observando a pressão inflacionária ao produtor com a alta de preços de commodities

internacionais, somada à depreciação da taxa de câmbio, conforme comentamos acima. Esse movimento fica mais

visível pela mudança na expectativa de mercado para a inflação em 2021. Segundo o relatório Focus do Banco Central,

a expectativa de mercado para IPCA e IGP-M em 2021 que era de 3,32% e 4,58% em 31 de dezembro 2020, subiu para

3,87% e 8,88% no final de fevereiro, respectivamente.

Já os segmentos de Shoppings e Escritórios ficaram entre os destaques negativos, ainda impactados pelas incertezas

trazidas pela volta do número de casos de Covid-19 e também da capacidade do governo em controlar a pandemia e

consequentemente, coordenar uma recuperação econômica do país.

Esse movimento, somado ao fim do ‘coronavoucher’ em janeiro, inevitavelmente posterga a recuperação do consumo

varejista nos shoppings centers. Além disso, o retorno das restrições impostas sobre os estabelecimentos em algumas

regiões, traz de volta preocupações de fluxo de caixa nos shoppings e negociações de ajustes nos aluguéis com os

lojistas. Lembrando que, mesmo com os estabelecimentos fechados, despesas de condomínio, como segurança e

limpeza, continuam a ser pagas. Na nossa visão, a capacidade das administradoras de shoppings em negociar essas

condições com os lojistas, mantendo a baixa vacância, será de suma importância para manter um fluxo de caixa

saudável. Nesse sentido, os shoppings centers mais dominantes em suas respectivas regiões, devem ser menos

impactados e devem se recuperar de forma mais acelerada.

Já para os escritórios, acreditamos que as incertezas com relação a perspectiva da recuperação econômica também

acabam ofuscando o horizonte de expansão para as empresas. Adicionalmente, o possível impacto do home office deve

levar as empresas a postergarem decisões de longo prazo de locação, até que o cenário fique mais evidente.

Contudo, olhando para outras regiões do globo, dados encorajadores vêm sendo publicados. Segundo

acompanhamentos da Cushman & Wakefield, em certas partes do mundo, onde a pandemia foi mais contida, o setor

de escritórios já começou a se recuperar. Na região Ásia-Pacífico, por exemplo, a absorção de espaço de escritório

2,90%

3,10%

3,30%

3,50%

3,70%

3,90%

outubro-20

dezembro-20

fevereiro-21

Fonte: Focus

Projeção IPCA 2021

4,00%

5,00%

6,00%

7,00%

8,00%

9,00%

outubro-20

dezembro-20

fevereiro-21

Fonte: Focus

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tornou-se positiva no segundo semestre de 2020 e o volume de locações de escritórios aumentou 9% no quarto

trimestre em comparação com o ano anterior. Embora cada região do mundo seja diferente, se a trajetória na

Ásia-Pacifico for um guia útil, quando o vírus se tornar menos ameaçador aqui, ponderamos que o setor de escritórios

começará a se recuperar.

Estratégia RFOF11

É com grande satisfação que comunicamos que no dia 21 de fevereiro, o RFOF11 marcou seu primeiro aniversário desde

a primeira emissão de cotas do fundo. Mesmo diante do cenário altamente desafiadora, volátil e incerto trazido pela

pandemia de Covid-19, sempre mantivemos alta disciplina e responsabilidade nas alocações dos recursos captados

junto aos nossos investidores.

A cota patrimonial no fechamento de fevereiro atingiu R$ 94,84 e desde o início do RFOF11 tivemos distribuição total de

R$ 4,68 por cota, totalizando R$ 99,52 (cota patrimonial + dividendos). Isso já descontados todos os custos de

estruturação, distribuição inicial da oferta e todas as despesas operacionais do fundo.

Comparando este valor com a cota inicial base de R$ 100,00 (valor pago pelo investidor que subscreveu na oferta), o

resultado patrimonial do Fundo representa desvalorização de -0,5% no ano. Nesse mesmo período o benchmark do fundo,

o índice IFIX, teve desvalorização de -4,3%. Lembrando que, esse desempenho do IFIX também já contempla os

dividendos distribuídos pelos FIIs que compõem o índice.

Sobre a questão dos custos da oferta inicial, uma observação adicional se faz importante. No momento da captação do

IPO, o investidor pagou R$ 100,00 por cota, contudo, por contas das despesas e custos, o fundo possuiu um valor menor

para investir.

Considerando apenas a taxa de distribuição primária da oferta, que era de 2,50%, a tabela abaixo mostra que, para

gerar um alfa de 3,8% em relação à cota de R$ 100,00, a equipe de gestão precisou, na verdade, gerar um retorno

adicional ao IFIX de + 6,4% considerando que começamos o fundo com, na verdade, menos de R$ 97,50 por cota:

Performance RFOF11 desde o

início em 21/02/2020

Considerando Cota R$ 100

(paga pelo investidor no IPO)

Considerando Cota R$ 97,50

(valor líquido da taxa de distribuição primária e, portanto,

disponível para investimento)

Cota Inicial

100,00

97,50

Cota Patrimonial 28/02

94,84

94,84

Dividendos Acumulados

4,68

4,68

Cota Final + Dividendos

99,52

99,52

Resultado Total

-0,5%

2,1%

IFIX

-4,3%

-4,3%

ALFA

3,8%

6,4%

No mês de março, o RFOF11 pagará R$ 0,66 por cota (Dividend Yield Annualizado de 8,9% sobre cota mercado). O

rendimento é composto pelos: (I) rendimentos mensais advindos dos FIIs aplicados; e (II) os ganhos de capital

decorrentes das compras e vendas de cotas de FIIs.

Em fevereiro, os (I) rendimentos mensais provenientes dos FIIs sofreram uma ligeira queda na comparação com janeiro,

principalmente dado o efeito sazonal. No final de cada semestre, os FIIs são obrigados por regulamentação distribuir

no mínimo 95% do seu resultado auferido no período. Dessa forma, qualquer reserva de resultado que os FIIs chegarem

a acumular no final do semestre, precisam ser distribuídos no último mês do semestre. Dessa forma, nos meses de

janeiro e julho, os FIIs na média tendem a ter distribuições maiores.

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Já os (II) ganhos de capital foram realizados para abrir espaço para novas oportunidades de investimentos. No mês de

fevereiro, aumentamos a nossa exposição aos segmentos de Educação e de Fundos de Recebíveis. Em contrapartida,

foi reduzido exposição nos segmentos Logístico e Híbrido.

Apesar do aumento no giro da carteira, continuamos adotando uma postura seletiva em relação às alocações. Sempre

mantendo a disciplina no processo de investimentos – tendo em vista a análise dos fundamentos imobiliários e

diversificação de riscos – tentamos identificar aqueles ativos que trazem maior visibilidade, com boa equalização de

risco e retorno. Acreditamos que essa é a melhor forma de amenizar os momentos de volatilidades e ainda aproveitar

para maximizar o retorno durante a recuperação.

O portfólio do RFOF11 segue bastante diversificado setorialmente, pulverizado em 40 fundos, com maior exposição no

estado de São Paulo e com foco em ativos de alta qualidade.

Segundo o governo estadual de São Paulo, o Produto Interno Bruto (PIB) do estado registrou alta de +0,4% no ano de

2020, mesmo em meio à pandemia. Já o PIB do Brasil teve queda de -4,1%, a maior contração desde o início da série

histórica atual do IBGE, iniciada em 1996.

Do total, 73,8% dos FIIs do RFOF11 são considerados “tijolo” (FIIs que possuem e gerem os próprios imóveis). Deste

percentual, 52% dos imóveis são edifícios de alta qualidade técnica, classificados entre A e A+ pela consultoria

imobiliária SiiLA Brasil. Por região, 66,4% do total dos imóveis estão localizados no estado de São Paulo. Os contratos

são bastante pulverizados, reduzindo o risco de concentração e mais de 77% dos contratos possuem mais de três anos

de prazo até o vencimento, trazendo maior previsibilidade dos rendimentos. Já olhando para os indicadores de inflação

que corrige os aluguéis, temos uma divisão equilibrada entre os índices IGP-M e IPCA.

52%

17%

2%

28%

A e A+

B

C

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Classificação dos ativos

imobiliários

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Pulverizado

17%

Corporativo

83%

Risco de Crédito

CDI

57%

IPCA

36%

IGPM

4%

Selic

3%

Exposição Indexador

High

Yield

31%

High

Grade

69%

Tipo FII

Os demais 24,9% do fundo estão alocados em FIIs de Recebíveis imobiliários, sendo que 66% dessa exposição está

alocado em fundos de CRI high grade e com maior exposição ao risco corporativo, que consideramos como os mais

resilientes do setor. No que diz respeito à exposição dos indexadores dos CRI, temos equilibrado a nossa exposição

entre inflação e CDI. Vale salientar que, apesar do baixo rendimento atual do CDI, o nosso posicionamento no indexador

reflete a nossa estratégia de proteger a carteira do RFOF11, principalmente diante da alta volatilidade na curva de juros

que temos observado ao longo do ano.

+3 anos

77%

1 - 2 anos

10%

2 - 3 anos

7%

até 6 meses

4%

6 meses - 1 ano

2%

Prazo Contratos

IGPM

51%

IPCA

43%

Outros

6%

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Principais Movimentações do Mês

Na ponta vendedora, focamos a nossa rotação de ativos principalmente nos segmentos de: (i) Logístico:

(i)

Em Fundos Logísticos, foi reduzido exposição aos fundos BTLG11 e XPLG11 com ganho de capital. Ambos

fundos são compostos por portfólios de qualidade e diversificados tanto em números de ativos quanto por

inquilinos, continuamos gostando da tese de investimento para esses FIIs, mas decidimos aproveitar o bom

desempenho dos fundos logísticos para aumentar a nossa exposição em Fundos de Recebíveis e de

Educacional.

Na ponta compradora, focamos as nossas novas alocações principalmente nos segmentos de: (a) Fundos de Recebíveis;

e (b) FII do setor Educacional:

(a) O aumento na exposição em Fundos de Recebíveis, reflete capturar de forma mais assertiva a pressão

inflacionária de curto prazo, dado que os ajustes são aplicados de forma mensal, enquanto em contratos de locação os

ajustes são geralmente anuais.

(b) Já para o segmento Educacional, mesmo diante das restrições impostas sobre o setor de educação, o

RBED11 tem mostrado alta resiliência em seus rendimentos, com todos os alugueis sendo pagos em dia, inclusive com

aplicação integral do ajuste inflacionário. Isso, suportados pelos fortes contratos de locação, com prazos longos (média

de 10 anos), inquilinos de primeira linha, e ativos de alta influência em sua respectiva região, nos traz maior

previsibilidade de rendimentos futuros, além de contribuir positivamente para a maior diversificação e pulverização de

risco da carteira do RFOF11.

Dito isso, seguimos analisando a indústria de FIIs, buscando fundos com ativos de qualidade a preços adequados, para

a construção de uma carteira sólida e equilibrada de longo prazo.

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Análise Patrimonial

Demonstrativo de Receitas, Despesas, Rendimentos e Rentabilidade.

O Fundo distribuirá R$ 0,66 por cota, como rendimento referente ao mês de Fevereiro de 2021, aos titulares detentores

de cotas no final do dia 26 de fevereiro.

A distribuição de rendimentos aos cotistas é calculada de acordo com o resultado apurado sob regime de caixa do FII

em cada mês. Abaixo segue tabela contendo as receitas e despesas do FII.

O gráfico abaixo decompõe a distribuição de R$ 0,66 por segmento alocado.

O resultado gerado pelo fundo no período foi de R$ 0,70/cota. O fundo ainda mantém resultados acumulados para

distribuir no valor de R$ 0,27/cota.

Haverá isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte e na Declaração de Ajuste Anual das Pessoas Físicas com relação aos rendimentos distribuídos pelo Fundo ao

Cotista pessoa física, desde que observados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (i) o Cotista pessoa física não seja titular de montante igual ou superior a 10% (dez

por cento) das Cotas do Fundo; (ii) as respectivas Cotas não atribuírem direitos a rendimentos superiores a 10% do total de rendimentos auferidos pelo Fundo; (iii) o Fundo

receba investimento de, no mínimo, 50 (cinquenta) Cotistas; e (iv) as Cotas, quando admitidas a negociação no mercado secundário, sejam negociadas exclusivamente em

bolsas de valores ou mercado de balcão organizado.

Composição dos Dividendos de Fevereiro/21

0,28

0,14

0,12

0,10

0,08

0,04

0,01

0,00

-0,07

0,70

0,04

0,66

0

0,1

0,2

0,3

0,4

0,5

0,6

0,7

0,8

0,9

Ganho de Capital

Recebíveis

Logística

Lajes Corporativas

Híbrido

Shoppings

Educacional

Receita Financeira

Despesas

Resultado do Período

Reservas

Resultado Distribuído

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Demonstrativo de Resultados

Mês/Ano

fevereiro/2021

janeiro/2021

dezembro/2020

Desde 21/02/2020 (1)

(A) RECEITA ADVINDA DA ALOCAÇÃO EM FUNDOS

IMOBILIÁRIOS

R$ 839.407

R$ 795.958

R$ 705.988

R$ 6.512.787

RENDIMENTO

R$ 534.820

R$ 570.106

R$ 529.698

R$ 4.990.751

GANHO DE CAPITAL

R$ 304.587

R$ 225.851

R$ 176.290

R$ 1.522.036

(B) DESPESA IMOBILIÁRIA

R$ 0

R$ 0

R$ 0

R$ 0

(C) RESULTADO IMOBILIÁRIO

R$ 839.407

R$ 795.958

R$ 705.988

R$ 6.512.787

(D) RECEITA DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS

R$ 1.455

R$ 2.601

R$ 1.611

R$ 427.315

(E) DESPESA OPERACIONAL

-R$ 89.089

-R$ 76.481

-R$ 71.686

-R$ 894.937

(F) OUTRAS RECEITAS / DESPESAS

R$ 0

R$ 0

R$ 0

R$ 0

RESULTADO CAIXA TOTAL

R$ 751.773

R$ 722.078

R$ 635.914

R$ 6.045.165

(G) AJUSTE NA DISTRIBUIÇÃO

R$ 40.184

R$ 42.834

-R$ 167.318

R$ 290.896

RESULTADO A SER DISTRIBUÍDO TOTAL

R$ 711.588

R$ 679.243

R$ 803.232

R$ 5.754.269

(H) RENDIMENTOS ANUNCIADOS POR COTA

R$ 0,6600

R$ 0,6300

R$ 0,7450

R$ 5,3371

Fonte: BRL Trust

(1) Data de Liquidação da 1a Oferta de Cotas do Fundo RFOF11

(2) Valor da cota patrimonial no início do período de referência. Efeito comparável ao de "aquisição patrimonial" de entrada

(3) Dividendo anunciado no fechamento do período de referência dividido pelo valor da cota patrimonial no início do período de referência ("aquisição patrimonial" de

entrada)

(4) Dividendo anualizado aritimeticamente (Dividendos do Período / Dias Corridos * 365)

(5) Variação considera o fechamento do período anterior contra o fechamento do período de referência

(6) Resultado anualizado aritmeticamente (Dividendos do Período / Dias Corridos * 365)

26/02/2021

VALOR DA COTA PATRIMONIAL DE FECHAMENTO

R$ 94,84

QUANTIDADE DE COTAS DO FUNDO

1.078.164

VALOR PATRIMONIAL DO FUNDO

R$ 102.250.832

(12)

FU

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DE

IN

V

E

S

T

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EN

T

O

IM

O

B

IL

IÁR

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R

B

C

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AL

I

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O

DE

FU

ND

O

S

(R

FO

F1

1)

Análise de Rentabilidade a Mercado

Indicamos na tabela abaixo o cálculo da rentabilidade do Fundo RFOF11 em diferentes períodos e a comparamos com

os principais índices do Mercado Financeiro Brasileiro (CDI / IFIX). A Rentabilidade Bruta considera os fluxos de renda

mensal recebidos e a variação do valor da cota em cada um dos períodos indicados, sem que haja reinvestimento de

dividendos no Fundo. Desta forma, o indicador simula raciocínio comparável ao cálculo do IFIX, índice dos Fundos de

Investimento Imobiliário na bolsa de valores. Já a Rentabilidade Líquida leva em conta a isenção de Imposto de Renda

aplicável aos rendimentos distribuídos pelo Fundo. Assim, utiliza-se o cálculo de Gross Up de 15% nestes rendimentos

e compara-se tal rentabilidade à valorização do CDI bruto.

Haverá isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte e na Declaração de Ajuste Anual das Pessoas Físicas com relação aos rendimentos distribuídos pelo Fundo ao

Cotista pessoa física, desde que observados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (i) o Cotista pessoa física não seja titular de montante igual ou superior a 10% (dez

por cento) das Cotas do Fundo; (ii) as respectivas Cotas não atribuírem direitos a rendimentos superiores a 10% do total de rendimentos auferidos pelo Fundo; (iii) o Fundo

receba investimento de, no mínimo, 50 (cinquenta) Cotistas; e (iv) as Cotas, quando admitidas a negociação no mercado secundá rio, sejam negociadas exclusivamente em

bolsas de valores ou mercado de balcão organizado.

RESULTADOS ACUMULADOS

RENTABILIDADE A MERCADO NO PERÍODO

1 Mês

De 31/01/2021 a

26/02/2021

2 Meses

De 31/12/2020 a

26/02/2021

3 Meses

De 30/11/2020 a

26/02/2021

Desde

21/02/2020 (1)

(E) VALOR DA COTA A MERCADO (NO INÍCIO DO PERÍODO)

R$ 90,00

R$ 88,50

R$ 86,50

R$ 100,00

(F) RENDIMENTOS PAGOS DENTRO DO PERÍODO DE REFERÊNCIA POR

COTA ($)

(2)

R$ 0,63

R$ 1,38

R$ 2,01

R$ 4,68

(G) YIELD ON COST NO PERÍODO A MERCADO (%) (F/E)

(3)

0,70%

1,55%

2,32%

4,68%

(H) YIELD ON COST ANUALIZADO A MERCADO (%)

(4)

9,13%

9,61%

9,40%

4,58%

(I) VARIAÇÃO NA COTA A MERCADO (GANHO DE CAPITAL BRUTO)

(%)(B/E)

-1,09%

0,59%

2,91%

-10,98%

(J) RENTABILIDADE BRUTA A MERCADO (DIVIDENDOS + VARIAÇÃO

COTA) (G+I)

-0,39%

2,14%

5,23%

-6,30%

(K) IFIX

0,25%

0,57%

2,78%

-4,34%

(L) ALFA EM RELAÇÃO AO IFIX A MERCADO (J-K)

-0,63%

1,57%

2,46%

-1,96%

(M) YIELD ON COST GROSS UP (15%)

0,82%

1,83%

2,73%

5,50%

(N) RENTABILIDADE GROSS-UP (I+M)

-0,27%

2,42%

5,64%

-5,48%

(O) CDI BRUTO

0,13%

0,29%

0,46%

2,43%

(P) RENTABILIDADE EM % DO CDI (N/O)

-

832,90%

1226,14%

-

RESULTADOS MENSAIS

ANÁLISE DE DIVIDEND YIELD PROSPECTIVO

(5)

fev/21

jan/21

dez/20

(S) RENDIMENTOS ANUNCIADOS NO FECHAMENTO DO PERÍODO

R$ 0,6600

R$ 0,6300

R$ 0,7450

(T) DIVIDEND YIELD NO FECHAMENTO DO PERÍODO A MERCADO (%) (H/B)

0,74%

0,70%

0,84%

(U) DIVIDEND YIELD ANUALIZADO A MERCADO (%)

(6)

9,66%

8,24%

9,91%

Fonte: BRL Trust

(1) Data de Liquidação da 1a Oferta de Cotas do Fundo RFOF11

(2) Considera aqueles valores efetivamente pagos pelo fundo aos cotistas durante

determinado intervalo de tempo, ou seja, o cotista teria realizado a posição (vendido suas

cotas) no fechamento do período e, portanto, não receberia os rendimentos anunciados no

fechamento. Exemplo: período de 29/02/2020 a 31/03/2020 considera que o cotista adquiriu

cotas no fechamento de 29/02/2020 e vendeu suas cotas no fechamento de 31/03/2020.

Portanto este cálculo considera que os rendimentos anunciados em 29/02, mas não

considera o rendimento anunciado em 31/03, pois ele teria vendido sua posição no

fechamento desta data.

(3) Yield on Cost significa a divisão entre os rendimentos recebidos (F) pelo valor da cota a

mercado no início do período (valor que teria sido pago pelo investidor ao entrar no fundo

naquele período de referência).

(4) Yield on Cost anualizado aritmeticamente (Dividendos do Período / Dias Corridos * 365)

(5) Considera a cota a mercado no fechamento do período como referência

(6) Dividend Yield anualizado aritmeticamente (Dividendos do Período / Dias Corridos * 365)

26/02/2021

(A) VALOR DA COTA PATRIMONIAL DE FECHAMENTO

R$ 94,84

(B) ÚLTIMO VALOR DA COTA A MERCADO DE FECHAMENTO

R$ 89,02

(C) QUANTIDADE DE COTAS DO FUNDO

1.078.164

(D) VALOR DE MERCADO DO FUNDO (B*C)

R$ 95.978.159,28

(13)

FU

NDO

DE

IN

V

E

S

T

IM

EN

T

O

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O

B

IL

IÁR

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R

B

C

AP

IT

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FU

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O

DE

FU

ND

O

S

(R

FO

F1

1)

Avaliação de Desempenho

A tabela abaixo consolida o resultado patrimonial do fundo, que considera o efeito dos dividendos e da variação na cota

patrimonial. O gráfico, na sequência, compara este resultado patrimonial com o comportamento do IFIX e da cota a

mercado do RFOF11, também ajustada considerando a distribuição de dividendos.

Sob a perspectiva de retorno patrimonial ajustado, RFOF11 apresentou, desde seu início até o fechamento de feveriro,

rentabilidade de -0,48%, incluindo inclusive os custos de distribuição primária de cotas. Já o IFIX apresentou, no mesmo

período, rentabilidade de -4,34%. Isso significa uma diferença positiva de 3,86% durante este período.

RESULTADOS ACUMULADOS

RENTABILIDADE PATRIMONIAL ACUMULADA DESDE O INÍCIO

1 Mês

De 31/01/2021

a 26/02/2021

2 Meses

De 31/12/2020

a 26/02/2021

3 Meses

De 30/11/2020

a 26/02/2021

Desde

21/02/2020 (1)

VALOR DA COTA PATRIMONIAL NO INÍCO DO PERÍODO (2)(3)

R$ 95,32

R$ 95,33

R$ 94,18

R$ 100,00

RENDIMENTOS PAGOS DENTRO DO PERÍODO DE REFERÊNCIA (4)

R$ 0,63

R$ 1,38

R$ 2,01

R$ 4,68

DIVIDENDO % NO PERÍODO EM RELAÇÃO À COTA PATRIMONIAL DE INÍCIO

(4)

0,66%

1,44%

2,13%

4,68%

VALOR DA COTA PATRIMONIAL NO FECHAMENTO DO PERÍODO

94,84

94,84

94,84

94,84

GANHO DE CAPITAL ACUMULADO (PATRIMONIAL)

-0,51%

-0,52%

0,70%

-5,16%

RESULTADO PATRIMONIAL TOTAL (DIVIDENDOS + GANHO DE CAPITAL)

0,15%

0,92%

2,83%

-0,48%

IFIX NO PERÍODO

0,25%

0,57%

2,78%

-4,34%

ALFA EM RELAÇÃO AO IFIX (PATRIMONIAL)

-0,09%

0,35%

0,05%

3,86%

Fonte: RB CAPITAL ASSET

Fonte: RB CAPITAL ASSET

(1) Data de Liquidação da 1a Oferta de Cotas do Fundo RFOF11

(2) Valor da cota patrimonial no início do período de referência. Efeito comparável ao de "aquisição patrimonial" de entrada

(3) Cota patrimonial considera o valor da cota patrimonial de emissão (R$100,00 por cota) e portanto inclui o efeito dos custos de distribuição primária das cotas, na

primeira emissão do Fundo.

(4) Considera aqueles valores efetivamente pagos pelo fundo aos cotistas durante determinado intervalo de tempo, ou seja, o cotista teria realizado a posição (vendido

suas cotas) no fechamento do período e, portanto, não receberia os rendimentos anunciados no fechamento.

50,0

60,0

70,0

80,0

90,0

100,0

110,0

fev-20

mar-20

abr-20

mai-20

jun-20

jul-20

ago-20

set-20

out-20

nov-20

dez-20

jan-21

fev-21

Retorno Acumulado

Cota Patrimonial + Rendimentos

IFIX Base 100

RFOF11

(14)

FU

NDO

DE

IN

V

E

S

T

IM

EN

T

O

IM

O

B

IL

IÁR

IO

R

B

C

AP

IT

AL

I

FU

ND

O

DE

FU

ND

O

S

(R

FO

F1

1)

Liquidez

Histórico de negociações das cotas do FII RFOF11 juntamente com o volume negociado.

NEGOCIAÇÕES

fev/21

jan/21

Desde 21/02/2020 (1)

Presença em pregões

18

19

247

Volume negociado

R$ 6.304.400

R$ 5.857.361

R$ 62.726.739

Média de volume negociado diariamente

R$ 350.244

R$ 308.282

R$ 253.954

Número de negócios

3.370

2.876

39.763

Giro (% do total de cotas)

6,55%

6,15%

67,75%

Fonte: B3

(1) Data de Liquidação da 1a Oferta de Cotas do Fundo RFOF11

0

100.000

200.000

300.000

400.000

500.000

600.000

700.000

800.000

900.000

1.000.000

60,0

65,0

70,0

75,0

80,0

85,0

90,0

95,0

100,0

105,0

fev-20 mar-20

abr-20

mai-20

jun-20

jul-20

ago-20

set-20

out-20

nov-20

dez-20

jan-21

fev-21

Volume Diário Negociado

(R$, eixo dir.)

Valor da Cota Valor da Cota Fechamento Ex

(R$, eixo esq.)

(15)

FU

NDO

DE

IN

V

E

S

T

IM

EN

T

O

IM

O

B

IL

IÁR

IO

R

B

C

AP

IT

AL

I

FU

ND

O

DE

FU

ND

O

S

(R

FO

F1

1)

BRCR11

9,2%

BTLG11

8,5%

KNCR11

7,4%

HGRU11

6,8%

PVBI11

5,3%

JSRE11

4,8%

RBRY11

4,3%

BLMG11

4,2%

BRCO11

3,9%

RBED11

3,2%

XPML11

3,0%

MALL11

2,9%

XPLG11

2,7%

SARE11

2,7%

HGBS11

2,6%

RBRR11

2,6%

ALZR11

2,2%

CPTS11

2,0%

BLCP11

2,0%

Outros

17,8%

Portfólio Gerencial

Em relação à composição da carteira do RFOF11, o fundo finalizou o mês de fevereiro de 2021 com 98,1% dos seu ativos

alocados em cotas de fundos de investimento imobiliários (FII)

Fonte: RB CAPITAL ASSET

Na abertura por número de fundos investidos, o RFOF11 finalizou o mês de fevereiro com posição em 40 Fundos

Imobiliários.

Fonte: RB CAPITAL ASSET

Em relação à composição da carteira do RFOF11 por Fundo, destacamos que a maior exposição do fundo ao final do

período de fevereiro possuía 9,2% do total de ativos, e que seguimos apostando na diversificação como principal

ferramenta de diluição de riscos.

.

Obs: A tabela considera apenas a posição investida em Fundos Imobiliários. Ou seja,

aplicações financeiras, dos recursos em caixa não são contempladas em “Outros” na

tabela acima. Por conta disso os valores não somam 100%.

Fonte: RB CAPITAL ASSET(1). Percentuais calculados com base no Valor Patrimonial do RFOF11

Carteira Gerencial - Patrimônio Por

Tipo de Estretégia

26/02/2021

Logísticos

R$ 25.535.144

Recebíveis Imobiliários

R$ 25.157.867

Lajes Corporativas

R$ 20.981.723

Híbridos

R$ 16.959.528

Shoppings

R$ 9.155.068

Educacional

R$ 3.350.771

Caixa

R$ 1.963.781

Total Ativos

R$ 103.103.882

Carteira Gerencial - Número de Fundos Por

Tipo de Estratégia

26/02/2021

Logísticos

9

Recebíveis Imobiliários

12

Lajes Corporativas

10

Híbridos

4

Shoppings

4

Educacional

1

Total de fundos

40

Exposição por FII - Patrimônio Alocado

26/02/2021(1)

BRCR11

9,2%

BTLG11

8,5%

KNCR11

7,4%

HGRU11

6,8%

PVBI11

5,3%

JSRE11

4,8%

RBRY11

4,3%

BLMG11

4,2%

BRCO11

3,9%

RBED11

3,2%

XPML11

3,0%

MALL11

2,9%

XPLG11

2,7%

SARE11

2,7%

HGBS11

2,6%

RBRR11

2,6%

ALZR11

2,2%

CPTS11

2,0%

BLCP11

2,0%

Outros

17,8%

24,8%

24,4%

20,4%

16,4%

8,9%

3,2%

1,9%

Logísticos

Recebíveis Imobiliários

Lajes Corporativas

Híbridos

Shoppings

Educacional

Caixa

9

12

10

4

4

1

Logísticos

Recebíveis

Imobiliários

Lajes Corporativas

Híbridos

Shoppings

Educacional

(16)

FU

NDO

DE

IN

V

E

S

T

IM

EN

T

O

IM

O

B

IL

IÁR

IO

R

B

C

AP

IT

AL

I

FU

ND

O

DE

FU

ND

O

S

(R

FO

F1

1)

Portfólio Oficial

Carteira Oficial do RFOF11, com base nas informações divulgadas pelo administrador, BRL Trust DTVM.

Fonte: BRL TRUST

(1) Os valores apresentados em FII e Fundos de Investimento em Renda Fixa estão sendo aqui divididos pelo Total de Ativos do Fundo, e não pelo Patrimônio Líquido, como nos gráficos

anteriores. Ou seja, não são líquidos dos passivos e provisões que o Fundo possui. Esta é a forma puramente contábil de visualização.

Carteira Oficial

26/02/2021

26/02/2021(1)

Ativos do Fundo:

Fundo de Investimento Imobiliário (FII)

R$ 101.140.100

98,1%

Fundos de Investimento em Renda Fixa

R$ 1.593.777

1,5%

Certificado de Recebíveis Imobiliários

(CRI)

R$ -

0,0%

Letras de Crédito Imobiliário (LCI)

R$ -

0,0%

Letra Imobiliária Garantida (LIG)

R$ -

0,0%

Outros

R$ 370.005

0,4%

Total de ativos

R$ 103.103.882

100,0%

Total de passivos

R$ 853.050

Patrimônio Líquido

R$ 102.250.832

98,1%

1,5% 0,4%

Fundo de

Investimento

Imobiliário (FII)

Fundos de

Investimento em

Renda Fixa

Outros

Referências

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