Ano CXLVI N
o-178
Brasília - DF, quinta-feira, 17 de setembro de 2009
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.g o v. b r / a u t e n t i c i d a d e . h t m l , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Sumário
.Atos do Poder Legislativo
.Atos do Poder Executivo
.PÁGINA
Atos do Poder Legislativo ... 1
Atos do Poder Executivo... 1
Presidência da República ... 3
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ... 4
Ministério da Ciência e Tecnologia ... 11
Ministério da Cultura ... 14
Ministério da Defesa ... 15
Ministério da Educação ... 16
Ministério da Fazenda... 29
Ministério da Integração Nacional ... 44
Ministério da Justiça ... 46
Ministério da Previdência Social... 49
Ministério da Saúde ... 50
Ministério das Cidades... 55
Ministério das Comunicações ... 56
Ministério de Minas e Energia... 70
Ministério do Desenvolvimento Agrário... 76
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome... 77
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ... 78
Ministério do Meio Ambiente ... 79
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 80
Ministério do Trabalho e Emprego ... 80
Ministério dos Transportes ... 84
Ministério Público da União ... 85
Poder Judiciário... 86
Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais ... 89
RETIFICAÇÃO
LEI No-12.029, DE 15 DE SETEMBRO DE 2009
Dispõe sobre a criação da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS e dá outras providências.
(Publicada no DOU de 16 de setembro de 2009, Seção 1, página 1)
Na epígrafe, onde se lê: "Lei nº 11.029, de 15 de setembro de 2009", leia-se: "Lei nº 12.029, de 15 de setembro de 2009".
DECRETO No-6.960, DE 16 DE SETEMBRO DE 2009
Autoriza o Banco do Brasil S.A. a lançar programa de ADR - American Depositary Receipts - com lastro em ações ordinárias.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV,
da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 52, parágrafo único, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias,
D E C R E T A :
Art. 1oFica o Banco do Brasil S.A., sociedade de economia mista, autorizado a lançar programa de ADR - American Depositary Receipts - regulamentado pela Resolução 1.289, Anexo V, de 29 de março de 1987, com as modificações que lhe foram feitas pela Resolução 1.927, de 18 de maio de 1992, do Conselho Monetário Nacional, com lastro exclusivamente em ações ordinárias.
Art. 2oFica revogado o Decreto no934, de 21 de setembro de 1993. Art. 3oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 16 de setembro de 2009; 188º da Independência e 121º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Guido Mantega
DECRETO DE 16 DE SETEMBRO DE 2009
Reconhece como de interesse do Governo brasileiro a participação estrangeira no capital do Banco do Brasil S.A.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV,
da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 52, parágrafo único, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias,
D E C R E T A :
Art. 1oÉ do interesse do Governo brasileiro a participação estrangeira, em até vinte por cento, no capital do Banco do Brasil S.A.
Art. 2oO Banco Central do Brasil adotará as providências necessárias à execução do disposto neste Decreto.
Art. 3oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 16 de setembro de 2009; 189oda Independência e 121oda República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Guido Mantega
Henrique de Campos Meirelles
DECRETO DE 16 DE SETEMBRO DE 2009
Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor dos Ministérios da Justiça e da Defesa, crédito suplementar no valor global de R$ 155.682.030,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV,
da Constituição, e tendo em vista a autorização contida no art. 4o, incisos IV e V, alínea "a", da Lei no 11.897, de 30 de dezembro de 2008,
D E C R E T A :
Art. 1oFica aberto ao Orçamento Fiscal da União (Lei no11.897, de 30 de dezembro de 2008), em favor dos Ministérios da Justiça e da Defesa, crédito suplementar no valor global de R$ 155.682.030,00 (cento e cinquenta e cinco milhões, seiscentos e oitenta e dois mil e trinta reais), para atender à programação constante do Anexo I deste Decreto.
Art. 2oOs recursos necessários à abertura do crédito de que trata o art. 1odecorrem de anulação parcial de dotações orçamentárias, conforme indicado no Anexo II deste Decreto.
Art. 3oEste Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 16 de setembro de 2009; 188º da Independência e 121º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Nº 178, quinta-feira, 17 de setembro de 2009
1
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
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ORGAO : 30000 - MINISTERIO DA JUSTICA
UNIDADE : 30108 - DEPARTAMENTO DE POLICIA FEDERAL
ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR
PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R
F D D E
0906 OPERACOES ESPECIAIS: SERVICO DA DIVIDA EXTERNA (JUROS E AMORTIZACOES) 4.450.000
OPERACOES ESPECIAIS
28 844 0906 0284 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA
4.450.000
28 844 0906 0284 0001 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA - NACIONAL
4.450.000 F 2 0 90 0 100 250.000 F 6 0 90 0 100 4.200.000 TOTAL - FISCAL 4.450.000 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 4.450.000
ORGAO : 52000 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 52111 - COMANDO DA AERONAUTICA
ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR
PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R
F D D E
0906 OPERACOES ESPECIAIS: SERVICO DA DIVIDA EXTERNA (JUROS E AMORTIZACOES) 89.172.030
OPERACOES ESPECIAIS
28 844 0906 0284 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA
89.172.030
28 844 0906 0284 0001 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA - NACIONAL
89.172.030 F 2 0 90 0 100 89.172.030
TOTAL - FISCAL 89.172.030
TOTAL - SEGURIDADE 0
TOTAL - GERAL 89.172.030
ORGAO : 52000 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 52131 - COMANDO DA MARINHA
ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR
PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R
F D D E
0906 OPERACOES ESPECIAIS: SERVICO DA DIVIDA EXTERNA (JUROS E AMORTIZACOES) 62.060.000
OPERACOES ESPECIAIS
28 844 0906 0284 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA
62.060.000
28 844 0906 0284 0001 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA - NACIONAL
62.060.000 F 2 0 90 0 100 60.000.000 F 6 0 90 0 100 2.060.000 TOTAL - FISCAL 62.060.000 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 62.060.000
ORGAO : 52000 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 52111 - COMANDO DA AERONAUTICA
ANEXO II CREDITO SUPLEMENTAR
PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00
E G R M I F
FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R
F D D E
0906 OPERACOES ESPECIAIS: SERVICO DA DIVIDA EXTERNA (JUROS E AMORTIZACOES) 155.682.030
OPERACOES ESPECIAIS
28 844 0906 0284 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA
155.682.030
28 844 0906 0284 0001 AMORTIZACAO E ENCARGOS DE FINANCIAMENTO DA DIVIDA CONTRATUAL EXTERNA - NACIONAL
155.682.030 F 6 0 90 0 100 155.682.030
TOTAL - FISCAL 155.682.030
TOTAL - SEGURIDADE 0
1
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.g o v. b r / a u t e n t i c i d a d e . h t m l , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
RETIFICAÇÃO
DECRETO No-6.759, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2009
Regulamenta a administração das ativi-dades aduaneiras, e a fiscalização, o con-trole e a tributação das operações de co-mércio exterior.
(Publicado no Diário Oficial da União de 6 de fevereiro de 2009, Seção 1)
1) Após o art. 290, onde se lê: "Seção IX Da Acetona Destinada ...", leia-se: "Seção X Da Acetona Destinada ..." ; e após o art. 291, onde se lê: "Seção X Da Navegação ...", leia-se: "Seção XI Da Navegação ...".
2) No § 1odo art. 409, onde se lê: "A destinação ... efeturada ...", leia-se: "A destinação ... efetuada ...".
3) No inciso IV do parágrafo único do art. 615, onde se lê: "correlatos ... não enquadrado ...", leia-se: "correlatos ... não en-quadrados ...".
4) No § 4o do art. 642, onde se lê: "No caso de ... prazo estabelecidos ...", leia-se: "No caso de ... prazo estabelecido ...".
5) No fecho do Decreto, onde se lê: "Brasília ... de 2008; ..." leia-se: "Brasília ... de 2009; ..."
Presidência da República
.DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
MENSAGEM
Nº 752, de 16 de setembro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Acresce e altera dispositivos da Lei no4.375, de 17 de agosto de 1964, que dispõe sobre o Serviço Militar, e altera dispositivos da Lei no5.292, de 8 de junho de 1967, que dispõe sobre a Prestação do Serviço Militar pelos Estudantes de Medicina, Farmácia, Odontologia e Veterinária e pelos Médicos, Far-macêuticos, Dentistas e Veterinários".
Nº 753, de 16 de setembro de 2009. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor de Transferências a Estados, Distrito Federal e Mu-nicípios, crédito especial no valor de R$ 1.000.000.000,00, para o fim que especifica".
Nº 754, de 16 de setembro de 2009. Proposta ao Senado Federal para que seja autorizada a contratação de operação de crédito externo entre a República Federativa do Brasil e o Banco Internacional para Re-construção e Desenvolvimento (BIRD), cujos recursos destinam-se ao financiamento parcial do "Projeto de Investimento para a Qualifi-cação do Sistema Único de Saúde - QualiSUS Rede (Fase I)". Nº 755, de 16 de setembro de 2009. Proposta ao Senado Federal para que seja autorizada a adição do Segundo Termo Aditivo ao Contrato de Abertura de Crédito e de Compra e Venda de Ativos, celebrado entre a União e o Estado do Rio Grande do Norte em 21 de agosto do corrente ano.
Nº 756, de 16 de setembro de 2009. Proposta ao Senado Federal para que seja autorizada a contratação de operação de crédito externo, com garantia da República Federativa do Brasil, entre o Estado de Per-nambuco e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvol-vimento - BIRD, cujos recursos serão destinados ao Programa de Desenvolvimento da Educação e Gestão Pública.
Nº 757, de 16 de setembro de 2009. Encaminhamento ao Senado Federal, para apreciação, do nome do Senhor WILSON ROBERTO TREZZA para exercer o cargo de Diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência.
RETIFICAÇÃO
Na Mensagem nº 734, de 4 de setembro de 2009, publicada no DOU de 8.9.09, no item 14,
Onde se lê:
... no município de Nova Santa Rosa - RJ; Leia-se:
... no município de Nova Santa Rosa - PR;
CASA CIVIL
INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA
DA INFORMAÇÃO
DESPACHOS DO DIRETOR-PRESIDENTE Entidade: AR SESCAP CEARÁ
CNPJ: 23.531.189/0001-44 Processo Nº: 00100.000197/2009-03
Nos termos do parecer exarado pela Procuradoria Federal Especializada do ITI (fls. 30/35), RECEBO a solicitação de cre-denciamento da Autoridade de Registro SESCAP CEARÁ, opera-cionalmente vinculada à AC CERTISIGN RFB, com fulcro no item 2.2.2.1.2 da Resolução CG ICP Brasil, nº 47 de 03 de dezembro de 2007. Encaminhe-se o processo à Diretoria de Auditoria, Fiscalização e Normalização. Publique-se. Em 15 de setembro de 2009. Entidade: AR SESCAP CEARÁ
CNPJ: 23.531.189/0001-44 Processo Nº: 00100.000198/2009-40
Nos termos do parecer exarado pela Procuradoria Federal Especializada do ITI (fls. 23/28), RECEBO a solicitação de creden-ciamento da Autoridade de Registro SESCAP CEARÁ, operacional-mente vinculada à AC FENACON CERTISIGN RFB, com fulcro no item 2.2.2.1.2 da Resolução CG ICP Brasil, nº 47 de 03 de dezembro de 2007. Encaminhe-se o processo à Diretoria de Auditoria, Fisca-lização e NormaFisca-lização. Publique-se. Em 15 de setembro de 2009. Entidade: AC CERTISIGN JUS.
Processo nº: 00100.000208/2006-02
Acolhe-se o Parecer CGAF/ITI nº 021/2009, que aprova a versão 4.0 da DPC da AC CERTISIGN JUS, vinculada à AC JUS. O arquivo contendo o documento aprovado possui o hash SHA1 in-formado no Parecer e deve ser publicado pela AC em seu repositório no prazo máximo de 30 dias, a contar da data desta publicação. Publique-se. Em 15 de setembro de 2009.
RENATO DA SILVEIRA MARTINI
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO
SÚMULA No-44, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009
O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso das
atri-buições que lhe conferem o art. 4º, inc. XII, e tendo em vista o disposto nos arts. 28, inc. II, e 43, caput, § 1º, da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, no art. 38, § 1°, inc. II, da Medida Provisória n° 2.229-43, de 6 de setembro de 2001, no art. 17-A, inciso II, da Lei n° 9.650, de 27 de maio de 1998, e nos arts. 2º e 3º, do Decreto n° 2.346, de 10 de outubro de 1997, bem como o contido no Ato Regimental/AGU nº 1, de 02 de julho de 2008, resolve:
"É permitida a cumulação do benefício de auxílio-acidente com benefício de aposentadoria quando a consolidação das lesões de-correntes de acidentes de qualquer natureza, que resulte em se-qüelas definitivas, nos termos do art. 86 da Lei nº 8.213/91, tiver ocorrido até 10 de novembro de 1997, inclusive, dia imediata-mente anterior à entrada em vigor da Medida Provisória nº 1.596-14, convertida na Lei nº 9.528/97, que passou a vedar tal acumulação."
Legislação Pertinente: CF/88, Art. 5º, XXXVI; Lei nº 8.213/91, Art.
86, § 3º; MP nº 1.596-14/97, convertida na Lei nº 9.528/97.
P re c e d e n t e s :
Supremo Tribunal Federal: AI 490365-AgR/RS, Rel. Min.
Sepúl-veda Pertence, DJ de 31.03.06 (1ª Turma); RE 440818-AgR/SP, Rel. Min. Eros Grau, DJ de 13.10.06 (2ª Turma); AI 471265-AgR/SP, Rel. Min. Ellen Gracie, DJ de 03.02.06 (2ª Turma); AI 439136-AgR/SP, Rel. Min. Cezar Peluso, DJ de 19.08.05 (1ª Turma);
Superior Tribunal de Justiça: EREsp. 431249/SP (3ª Seção);
AgR-REsp. 753119/SP (5ª Turma); EAgR-REsp. 481921/SP (3ª Seção); EAgR-REsp. 406969/SP (3ª Seção); EREsp. 578378 (3ª Seção); AgR-REsp. 599396/SP (5ª Turma) e EDcl-REsp. 590428/SP (6ª Turma).
JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI
SÚMULA No-45, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009
O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso das
atri-buições que lhe conferem o art. 4º, inc. XII, e tendo em vista o disposto nos arts. 28, inc. II, e 43, caput, § 1º, da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, no art. 38, § 1°, inc. II, da Medida Provisória n° 2.229-43, de 6 de setembro de 2001, no art. 17-A, inciso II, da Lei n° 9.650, de 27 de maio de 1998, e nos arts. 2º e 3º, do Decreto n° 2.346, de 10 de outubro de 1997, bem como o contido no Ato Regimental/AGU n.º 1, de 02 de julho de 2008, resolve:
"Os benefícios inerentes à Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência devem ser estendidos ao por-tador de visão monocular, que possui direito de concorrer, em concurso público, à vaga reservada aos deficientes."
Legislação Pertinente: Art. 37, inciso VIII, da Constituição Federal
de 1988; Art. 5º, § 2º, da Lei nº 8.112/90; Lei nº 7.853/89; Art. 4º inciso III, do Decreto nº 3.298/99, com a redação dada pelo 5.296/2004.
P re c e d e n t e s :
Supremo Tribunal Federal: ROMS nº 26.071-1/DF, relator Ministro
Carlos Britto (Primeira Turma);
Superior Tribunal de Justiça: RMS nº 19.257-DF, relator Ministro
Arnaldo Esteves de Lima (Quinta Turma); AgRg no Mandado de Segurança nº 20.190-DF, relator Ministro Hamilton Carvalhido (Sexta
Tu r m a ) ; Súmula nº 377, de 22/04/2009, DJe. de 05/05/2009 ( Te r -ceira Seção).
JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI
PORTARIA No-1.306, DE 16 DE SETEMBRO DE 2009 Instala a Procuradoria Seccional Federal em Chapecó/SC.
O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atri-buições e tendo em vista o disposto nos incisos XIII e XVIII do art. 4º da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, e no art. 14 da Lei nº 10.480, de 2 de julho de 2002,
Considerando a necessidade de dar continuidade ao processo de implantação da Procuradoria-Geral Federal de modo a propor-cionar-lhe o pleno exercício da sua competência, na forma disci-plinada pela referida Lei nº 10.480, de 2002;
Considerando a existência de estruturas física e logística ade-quadas à instalação da Procuradoria Seccional Federal em Chape-có/SC e ao início de sua atividade finalística, resolve:
Art. 1º Fica instalada a Procuradoria Seccional Federal em Chapecó/SC com sede na cidade de Chapecó/SC, com a competência para exercer a representação judicial e extrajudicial das autarquias e fundações públicas federais, as respectivas atividades de consultoria e assessoramento jurídicos, a apuração da liquidez e certeza dos cré-ditos, de qualquer natureza, inerentes às suas atividades, inscrevendo-os em dívida ativa, para fins de cobrança amigável ou judicial.
Art. 2º Cabe ao Procurador-Geral Federal editar e praticar os demais atos necessários à instalação e funcionamento da Procuradoria Seccional Federal em Chapecó/SC.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI
PROCURADORIA-GERAL FEDERAL
PORTARIA No-914, DE 16 DE SETEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a centralização das atividades de análise e inscrição em dívida ativa dos créditos da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e altera o cronograma pre-visto no Anexo da Portaria PGF nº 267, de 16 de março de 2009.
O PROCURADOR-GERAL FEDERAL, no uso das com-petências de que tratam os incisos I e VIII do § 2º do art. 11 da Lei nº 10.480, de 2 de julho de 2002, considerando o teor do art. 1º da Portaria PGF nº 709, de 27 de julho de 2009, o disposto no § 5º do art. 2º da Portaria PGF nº 267, de 16 de março de 2009, bem como que o Sistema de Dívida Ativa da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC já está apto a ser utilizado pelas Procuradorias Regionais Federais e pelas Procuradorias Federais nos Estados, resolve:
Art. 1º As Procuradorias Regionais Federais e as Procuradorias Federais nos Estados assumirão, a partir de 21 de setembro de 2009, as atividades de apuração da liquidez e certeza dos créditos, de qualquer natureza, da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e a sua ins-crição em dívida ativa, para fins de cobrança amigável ou judicial.
Parágrafo único. Havendo viabilidade técnica, a Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC ou a Coordenação-Geral de Cobrança e Recuperação de Créditos poderão propor que as competências descritas no caput sejam atribuídas às Procuradorias Seccionais Federais e Escritórios de Representação, observadas suas competências territoriais.
Art. 2º A Coordenação-Geral de Cobrança e Recuperação de Créditos, a Coordenação-Geral de Projetos e Assuntos Estratégicos da Procuradoria-Geral Federal e a Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC estabelecerão as rotinas para o cumprimento desta Portaria.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Fica revogado o disposto no item 14 do Anexo da Portaria PGF nº 267, de 16 de março de 2009, publicada no Diário Oficial da União de 17.03.2009, Seção 1, p. 2-4.
Nº 178, quinta-feira, 17 de setembro de 2009
1
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.g o v. b r / a u t e n t i c i d a d e . h t m l , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
PORTARIA No-915, DE 16 DE SETEMBRO DE 2009 Subdelega as competências de que trata a Portaria AGU nº 990, de 16 de julho de 2009, autoriza a realização de acordos no âmbito da Procuradoria-Geral Federal, es-tabelece seus limites de valor e dá outras providências para a aplicação da Lei nº 9.469, de 10 de julho de 1997.
O PROCURADOR-GERAL FEDERAL, no uso das atri-buições que lhe conferem os incisos I e VIII do § 2º do art. 11 da Lei nº 10.480, de 02 de julho de 2002, e a Portaria AGU nº 990, de 16 de julho de 2009, resolve:
Art. 1º Os órgãos de execução da Procuradoria-Geral Federal ficam autorizados a realizar acordos ou transações, em juízo, para terminar o litígio, nas causas de valor até R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), observados os seguintes limites de alçada:
I - até 60 (sessenta) salários mínimos, pelos Procuradores Federais que atuam diretamente na causa;
II - até R$ 100.000,00 (cem mil reais), mediante prévia e expressa autorização dos Procuradores Seccionais e dos Chefes de Escritório de Representação;
III - até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), mediante prévia e expressa autorização dos Procuradores-Chefes das Procu-radorias Federais nos Estados;
IV - até R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), mediante prévia e expressa autorização dos Procuradores Regionais Federais.
§ 1º Nas causas de valor superior ao limite estabelecido no caput, caberá ao Adjunto de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal autorizar prévia e expressamente a celebração do acordo ou transação. § 2º Nas causas de valor superior a R$ 500.000,00 (qui-nhentos mil reais), o acordo ou a transação, sob pena de nulidade, dependerá ainda de prévia e expressa autorização do Ministro de Estado ou do titular da Secretaria da Presidência da República a cuja área de competência estiver afeto o assunto, ou, ainda, daquele a quem tiver sido delegada esta competência.
§ 3º Havendo litisconsórcio ativo, bem como substituição processual, considerar-se-á o valor global da causa para fins de apli-cação dos limites de que trata este artigo.
§ 4º Considera-se, para fins de fixação da alçada de que trata este artigo, o valor do acordo ou da transação.
§ 5º As Procuradorias Federais, especializadas ou não, junto às autarquias e fundações públicas federais que, excepcionalmente, ainda detiverem a representação judicial ordinária da entidade ob-servarão, no que couber, os parâmetros estabelecidos neste artigo, cabendo ao respectivo Procurador-Chefe, quando for o caso, fixar os cargos equivalentes aos previstos no caput dentro da estrutura or-ganizacional correspondente.
§ 6º Observar-se-á o disposto no caput e § 1º do art. 1º, da Portaria PGF nº 520, de 27 de maio de 2009, em relação aos limites definidos nos incisos II a IV.
§ 7º Ficam concorrentemente ressalvadas as competências específicas eventualmente existentes na legislação em vigor em re-lação às autarquias e fundações públicas federais, conforme expli-citado em ato específico do Procurador-Geral Federal e nos termos da Portaria MDA/AGU nº 1, de 12 de março de 2009, em relação ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA, e da Portaria MMA/AGU nº 90, de 17 de março de 2009, quanto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Re-nováveis - IBAMA e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio.
Art. 2° A transação ou acordo judicial deverá observar, in-clusive nos processos que tramitam sob o rito ordinário ou outros ritos especiais, as condições estabelecidas nos incisos I e II do caput, bem como nos §§ 1º, 3º e 5º do art. 3º da Portaria AGU nº 109, de 30 de janeiro de 2007, aplicando-se o seu inteiro teor nos Juizados Especiais Federais.
§ 1º Poderão ser realizados acordos com a finalidade de dar efetividade às Súmulas da Advocacia-Geral da União, notadamente quando a discussão de questões acessórias impeça a extinção dos processos.
§ 2º Para os fins do disposto no § 1º do art. 3º da Portaria AGU nº 109, de 2007, e em relação à atividade fim das entidades, consideram-se órgãos consultivos competentes para decidir sobre a inexistência de controvérsia quanto ao direito aplicado os órgãos centrais das Procuradorias Federais, especializadas ou não, junto às autarquias e fundações públicas federais.
§ 3º A existência de ato normativo da autarquia ou fundação pública federal que regulamente o exercício de direito no âmbito administrativo, cuja edição tenha sido precedida de análise jurídica de seu órgão consultivo competente, supre a necessidade de manifes-tação expressa deste em relação ao mesmo direito que seja objeto de litígio judicial.
§ 4º Além do disposto no § 3º do art. 3º da Portaria AGU nº 109, de 2007, não será objeto de transação ou acordo o litígio que estiver fundado exclusivamente em matéria de direito e houver a respeito súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, bem como parecer ou qualquer outra orientação proveniente das Procuradorias Federais, especializadas ou não, junto às autarquias e fundações pú-blicas federais, das Adjuntorias da Procuradoria-Geral Federal ou da Coordenação-Geral de Cobrança e Recuperação de Créditos contrá-rios à pretensão.
§ 5° As transações ou acordos conterão obrigatoriamente cláusula de renúncia a eventuais direitos decorrentes do mesmo fato ou fundamento jurídico que deu origem à ação judicial.
Art. 3º Na cobrança de créditos das autarquias e das fun-dações públicas federais, ficam os Procuradores Federais dispensados de efetuar a inscrição em dívida ativa, do ajuizamento de ações e da interposição de recursos, bem como da solicitação de autorização para requerimento de extinção da ação ou de desistência dos respectivos recursos judiciais, quando o valor atualizado do crédito for inferior ou igual a R$ 1.000,00 (mil reais), ressalvados os casos relativos a créditos originados de multas aplicadas em decorrência do exercício do poder de polícia, hipótese na qual o limite referido fica reduzido para R$ 500,00 (quinhentos reais).
§ 1º Os créditos das autarquias e das fundações públicas federais relacionadas no anexo a esta portaria poderão ser inscritos em dívida ativa quando o valor atualizado do crédito for igual ou superior a R$ 100,00 (cem reais).
§ 2º Verificada a prescrição do crédito, o Procurador Federal, mediante despacho fundamentado e aprovado pelo Chefe da res-pectiva Unidade, não efetivará a inscrição em dívida ativa, não pro-cederá ao ajuizamento, desistirá das ações propostas, não recorrerá e desistirá dos recursos já interpostos.
§ 3º O disposto neste artigo não se aplica à representação da União delegada à Procuradoria-Geral Federal nos termos do inciso II do § 3º do art. 16 da Lei nº 11.457, de 16 de março de 2007, caso em que será observado o disposto na Portaria MF nº 283, de 1º de dezembro de 2008.
§ 4º Fica também autorizada a não interposição de recursos ou a desistência daqueles já interpostos cujo objeto seja apenas a cobrança ou o não pagamento de diferenças não superiores aos va-lores previstos no caput e no § 1º deste artigo.
Art. 4º. Nas ações que tenham por objeto matéria com en-tendimento pacificado em Súmula com efeito vinculante aprovada pelo Supremo Tribunal Federal ou Súmula da Advocacia Geral da União, ficam autorizadas, para lhes garantir eficácia, a não propo-situra e a desistência das ações, bem como a não interposição e a desistência dos recursos judiciais já interpostos, mesmo que os re-feridos entendimentos contrariem a pretensão formulada nos autos judiciais pelas autarquias e fundações públicas federais.
Art. 5° Fica autorizada a realização de acordos, homologáveis pelo juízo, nos autos do processo judicial, para o recebimento de cré-ditos de valores não superiores a R$ 100.000,00 (cem mil reais), in-cluídos honorários advocatícios, em parcelas mensais e sucessivas até o máximo de 30 (trinta), observados os seguintes limites de alçada:
I - até R$ 10.000,00 (dez mil reais), pelos Procuradores Federais que atuam diretamente na causa;
II - acima de R$ 10.000,00 (dez mil reais) e até R$ 30.000,00 (trinta mil reais), mediante prévia e expressa autorização dos Pro-curadores Seccionais ou dos Chefes de Escritório de Representação; III - acima de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) e até R$ 100.000,00 (cem mil reais), mediante prévia e expressa autorização dos Procuradores Regionais Federais ou dos Procuradores-Chefes das Procuradorias Federais nos Estados.
§ 1º O valor de cada prestação mensal, por ocasião do pa-gamento, será acrescido de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês sub-seqüente ao da consolidação até o mês anterior ao do pagamento, e de um por cento relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.
§ 2º Em nenhuma hipótese o valor das parcelas mensais poderá ser inferior a R$ 200,00 (duzentos reais).
§ 3º Aplica-se, no que couber, o disposto no art. 37-B da Lei nº 10.522, de 19 de julho de 2002, ao parcelamento de que trata este artigo. § 4º As Procuradorias Federais, especializadas ou não, junto às autarquias e fundações públicas federais que, excepcionalmente, ainda detiverem a representação judicial ordinária da entidade ob-servarão os parâmetros estabelecidos neste artigo.
Art. 6º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.
MARCELO DE SIQUEIRA FREITAS
ANEXO
I - Agência Nacional de Aviação Civil - - ANAC II - Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS III - Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL IV - Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT V - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA VI - Agência Nacional do Petróleo - ANP
VII - Departamento Nacional de Infraestrutura de Trans-portes - DNIT
VIII - Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM IX - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qua-lidade Industrial - INMETRO
Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento
.SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
PORTARIA Nº 325, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 103, inciso IV, do Anexo, da Portaria n° 45, de 22 de março de 2007 e tendo em vista o que consta do Processo nº 21000.002705/2009-88, resolve:
Art. 1º Submeter à consulta pública pelo prazo de sessenta dias, a contar da data da publicação desta Portaria, o Projeto de Instrução Normativa e seus Anexos, que estabelece as normas sobre especificações, garantias, registro, embalagem e rotulagem dos ino-culantes destinados à agricultura, as relações dos microrganismos recomendados e autorizados para produção de inoculantes no Brasil e os requisitos mínimos e protocolos oficiais para avaliação da via-bilidade e eficiência agronômica de cepas, produtos e tecnologias.
Art. 2º O objetivo da presente consulta pública é permitir a ampla divulgação da proposta de Instrução Normativa de que trata o art. 1º, visando receber sugestões de órgãos, entidades ou pessoas interessadas.
Art. 3º Durante o prazo estipulado pelo art. 1º desta Portaria, o projeto de Instrução Normativa e Anexos encontrar-se-ão dispo-níveis na página eletrônica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: www.agricultura.gov.br e as sugestões de que trata o art. 2o, tecnicamente fundamentadas, deverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA/SDA/DFIA/CFIC, Esplanada dos Minis-térios, bloco D, Anexo A, sala 317, Cep: 70.043-900, Brasília - DF, ou para o endereço eletrônico [email protected].
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua pu-blicação.
INÁCIO AFONSO KROETZ
ANEXO
PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA INSTRUÇÃO NORMATIVA SDA Nº , DE DE DE .
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MI-NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN-TO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2º do Decreto no 5.741, de 30 de março de 2006, tendo em vista as disposições con-tidas no Decreto nº 4.954, de 14 de janeiro de 2004, que regu-lamentou a Lei nº 6.894, de 16 de dezembro de 1980, e o que consta do Processo nº 21000.002705/2009-88, resolve:
Art. 1º Aprovar as NORMAS SOBRE ESPECIFICAÇÕES, GARANTIAS, REGISTRO, EMBALAGEM E ROTULAGEM DOS INOCULANTES DESTINADOS À AGRICULTURA, bem como as RELAÇÕES DOS MICRO-ORGANISMOS AUTORIZADOS E RE-COMENDADOS PARA PRODUÇÃO DE INOCULANTES NO BRASIL, constantes dos Anexos I, II e III.
Art. 2º Aprovar os REQUISITOS MÍNIMOS E PROTO-COLOS OFICIAIS PARA AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE E EFI-CIENCIA AGRONOMICA DE CEPAS, PRODUTOS E TECNO-LOGIAS constantes dos Anexos IV, V e VI.
Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º Fica revogada a Instrução Normativa no05 de 06 de agosto de 2004.
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EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.g o v. b r / a u t e n t i c i d a d e . h t m l , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
ANEXO I - NORMAS SOBRE ESPECIFICAÇÕES, GA-RANTIAS, REGISTRO, EMBALAGEM E ROTULAGEM DOS INOCULANTES DESTINADOS À AGRICULTURA.
ANEXO II - RELAÇÃO DOS MICRO-ORGANISMOS AUTORIZADOS PARA PRODUÇÃO DE INOCULANTES NO BRASIL.
ANEXO III - RELAÇÃO DOS MICRO-ORGANISMOS RECOMENDADOS PARA PRODUÇÃO DE INOCULANTES NO BRASIL.
ANEXO IV - PROTOCOLO OFICIAL AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE E EFICIENCIA AGRONOMICA DE CEPAS, PRO-DUTOS E TECNOLOGIAS RELACIONADOS A BACTÉRIAS FI-XADORAS DE NITROGÊNIO EM SIMBIOSE COM CULTURAS LEGUMINOSAS.
ANEXO V - PROTOCOLOS OFICIAIS PARA AVALIA-ÇÃO DA VIABILIDADE E EFICIENCIA AGRONOMICA DE CE-PAS PRODUTOS E TECNOLOGIAS RELACIONADOS A BAC-TÉRIAS ASSOCIATIVAS.
ANEXO VI - REQUISITOS MÍNIMOS PARA AVALIA-ÇÃO DA VIABILIDADE E EFICIENCIA AGRONOMICA DE CE-PAS, PRODUTOS E TECNOLOGIAS RELACIONADOS A MI-CRO-ORGANISMOS PROMOTORES DE CRESCIMENTO DE P L A N TA S .
ANEXO I
NORMAS SOBRE ESPECIFICAÇÕES, GARANTIAS, REGISTRO, EMBALAGEM E ROTULAGEM DOS
INOCULAN-TES DESTINADOS À AGRICULTURA CAPÍTULO I
DAS ESPECIFICAÇÕES, GARANTIAS MÍNIMAS E TO-LERÂNCIAS DOS PRODUTOS
Art. 1º Os inoculantes produzidos, importados ou comer-cializados no país, de acordo com as suas características e para fins de registro, deverão observar as seguintes condições e especifica-ções:
I - os produtos que contenham bactérias fixadoras de ni-trogênio para simbiose com leguminosas deverão apresentar con-centração mínima de 1,0 x 109 Unidades Formadoras de Colônias (UFC) por grama ou mililitro de produto, mantendo a garantia re-gistrada até a data de seu vencimento;
II - para os demais inoculantes, a concentração de micro-organismos será a informada no processo de registro do produto, de acordo com a recomendação específica emitida por órgão brasileiro de pesquisa científica oficial ou credenciado pelo MAPA;
III - serem elaborados em suporte esterilizado, livre de mi-crorganismos em fator de diluição 1 x 10-2;
IV- estarem livres de micro-organismos não especificados em fator de diluição 1 x 10-5;
V - serem elaborados em suporte que forneça todas as con-dições de sobrevivência ao micro-organismo;
VI- apresentarem prazo de validade de no mínimo seis meses a partir da data de fabricação; e
VII- serem elaborados somente com micro-organismos re-lacionados no ANEXO II desta Instrução Normativa.
Parágrafo único. Os inoculantes produzidos com micro-or-ganismos referenciados no ANEXO III ou que não constem desta Instrução Normativa deverão observar o disposto no artigo 5° desta norma.
Art. 2º Para os resultados analíticos obtidos será admitida tolerância em relação à garantia do produto, limitada a 20% (vinte por cento) para concentração de unidades formadoras de colônias (UFC) por grama ou mililitro de produto.
CAPÍTULO II DO REGISTRO DE PRODUTOS
Art. 3º Excetuados os casos previstos no regulamento apro-vado pelo Decreto nº 4.954, de 2004, e legislação complementar, os inoculantes produzidos, importados e comercializados no território nacional deverão ser registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Art. 4º Além do disposto na Seção II, do Capítulo II, do regulamento aprovado pelo Decreto nº 4.954, de 2004, na Seção II, do Capítulo II, da Instrução Normativa Ministerial nº 10, de 2004, e em outros atos normativos próprios do MAPA, o pedido de registro ou de autorização para importação pelo consumidor final de ino-culantes que contenham bactérias fixadoras de nitrogênio para sim-biose com leguminosas deverá conter:
I - garantias mínimas de acordo com os incisos I, III, IV, V, VI e VII, do art. 1º, do ANEXO I desta Instrução Normativa;
II - relação das matérias-primas utilizadas na fabricação do inoculante, bem como suas respectivas funções;
III - espécie de bactéria utilizada na fabricação do produto e número da cepa na coleção oficial, conforme ANEXO II desta Ins-trução Normativa; e
IV - natureza física
V - especificação da(s) cultura(s) a que se destina; Parágrafo único. A natureza física a que se refere o inciso IV deste artigo classifica-se em (i) sólido, quando o suporte utilizado é composto fundamentalmente de partículas sólidas; e, (ii) líquido, quando o suporte utilizado é fundamentalmente um fluido com ou sem partículas sólidas.
Art. 5º Os processos de registro de produto novo, em qual-quer um de seus aspectos técnicos, e de produto elaborado com cepa (s) do Anexo III, deverão ser instruídos com relatório técnico-cien-tífico conclusivo emitido por órgão brasileiro de pesquisa oficial ou credenciado, que ateste a viabilidade e eficiência de seu uso agrí-cola.
§ 1º Os trabalhos de pesquisa com o produto deverão ser desenvolvidos de acordo com os requisitos mínimos e protocolos oficiais para seleção de microrganismos e avaliação de viabilidade e eficiência agronômica de produtos e tecnologias, constantes nos Ane-xos IV, V e VI. Os projetos para avaliação de produtos e tecnologias deverão ser protocolados previamente no Serviço de Fiscalização Agropecuária da Superintendência Federal de Agricultura na unidade da federação em que o estabelecimento produtor ou importador es-tiver registrado.
§ 2º No processo deverão constar os métodos para a iden-tificação e contagem dos micro-organismos declarados e para ava-liação da pureza do produto.
§ 3º A critério do órgão de fiscalização poderá ser solicitado parecer técnico, emitido por especialista da área, quanto à inocuidade do (s) organismo (s) à saúde humana e animal e à sanidade ve-getal.
§4º Deverão também ser atendidas as seguintes exigências para fins de registro:
I- garantias mínimas de acordo com o inciso II, do art. 1º do ANEXO I desta Instrução Normativa;
II - relação das matérias-primas utilizadas na fabricação do inoculante, bem como suas respectivas funções;
IV - classificação taxonômica do(s) micro-organismo (s) uti-lizado (s) na fabricação do produto e número da cepa na coleção oficial, conforme ANEXO III desta Instrução Normativa, quando aplicável;
V - natureza física
VI - especificação da(s) cultura(s) a que se destina; Parágrafo único. A natureza física a que se refere o inciso IV deste artigo classifica-se em (i) sólido, quando o suporte utilizado é composto fundamentalmente de partículas sólidas; e, (ii) líquido, quando o suporte utilizado é fundamentalmente um fluido com ou sem partículas sólidas.
CAPÍTULO III
DA EMBALAGEM, ROTULAGEM E IDENTIFICAÇÃO DE PRODUTOS
Art. 6º Os inoculantes, para serem vendidos ou expostos à venda em todo o território nacional, ficam obrigados a exibir rótulos redigidos em português, em embalagens apropriadas, que contenham, além das informações e dados obrigatórios relacionados à identi-ficação do fabricante ou importador e do produto, estabelecidas na Seção I, do Capítulo VI, do regulamento aprovado pelo Decreto nº 4.954, de 2004, e no Capítulo III, da Instrução Normativa Ministerial nº 10, de 2004, entre outras exigências, as seguintes informações:
I - Denominação do produto, "INOCULANTE", seguida da natureza física e da especificação da cultura a que se destina, con-forme o seguinte exemplo: "INOCULANTE LÍQUIDO PARA SO-JA", sendo facultado incorporar à denominação do produto, o tipo do suporte utilizado, como, por exemplo, "INOCULANTE SÓLIDO TURFOSO PARA SOJA";
II - Espécie(s) do(s) microrganismo(s) contido(s) no produto e número(s) na coleção oficial, conforme ANEXO II ou III;
II - Instruções sobre conservação, modo de aplicação e es-pecificações de dosagens;
IV - Prazo de validade acompanhado da data de fabricação, ou data de validade; e
V - Número do lote a que se refere a unidade do produto. Parágrafo único: Para os produtos importados, além do dis-posto no caput e nos incisos de I a V deste artigo, deverá ser informado o nome do país onde o produto foi fabricado.
Art. 7º Fica facultada a inscrição, nos rótulos, de dados não estabelecidos como obrigatórios, desde que:
I - não dificultem a visibilidade e a compreensão dos dados obrigatórios;
II - não contenham:
a) afirmações ou imagens que possam induzir o usuário a erro quanto à natureza, composição, segurança e eficácia do produto, e sua adequação ao uso;
b) comparações falsas ou equívocas com outros produtos; c) indicações que contradigam as informações obrigatórias; e
d) afirmações de que o produto é recomendado por qualquer órgão do Governo.
Art. 8º Quando, mediante aprovação do órgão de fiscali-zação, for juntado folheto complementar que amplie os dados do rótulo ou que contenha dados que obrigatoriamente deste devessem constar, mas que nele não couberam pelas dimensões reduzidas da embalagem ou pelo volume de informações, observar-se-á o seguin-te:
I - deve-se incluir no rótulo frase que recomende a leitura do folheto anexo, antes da utilização do produto; e
II - devem constar, tanto do rótulo como do folheto, em qualquer hipótese, o nome, o endereço, o número de registro no MAPA do fabricante ou do importador, o número de registro do produto e suas garantias.
Art. 9º Quando o produto, em condições normais de uso, representar algum risco à saúde humana, animal e ao ambiente, o rótulo deverá trazer informações sobre precauções de uso e arma-zenagem, com as advertências e cuidados necessários, visando à pre-venção de acidentes.
Art. 10. O rótulo, embalagem e etiqueta não poderão conter recomendação de uso com fertilizantes ou agrotóxicos, ressalvados os casos recomendados por instituições de pesquisa oficiais ou creden-ciadas mediante apresentação de relatório técnico-científico conclu-sivo ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Art. 11. A nota fiscal de inoculantes deverá mencionar, além das informações e dados obrigatórios estabelecidas na Seção I, do Capítulo VII, do regulamento aprovado pelo Decreto nº 4.954, de 2004, o número(s) do (s) lote(s) a que se refere.
CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 12 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abaste-cimento - MAPA será responsável pela coleção oficial dos micro-organismos para produção de inoculantes.
Parágrafo único Entende-se por coleção oficial as relações de micro-organismos descritas nos Anexos II e III desta Instrução Nor-mativa e suas atualizações que serão disponibilizadas na rede mundial de computadores, página eletrônica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, www.agricultura.gov.br, após homologação pelo órgão central de fiscalização do MAPA
Art. 13 Outros micro-organismos com atuação favorável ao crescimento vegetal poderão ser incluídos nos Anexos II ou III, desde que recomendados por instituições de pesquisa oficiais ou creden-ciadas.
§1º A inclusão de que trata o caput deste artigo será feita mediante apresentação de relatório técnico-científico conclusivo, sultante de trabalho de pesquisa conduzido de acordo com os re-quisitos mínimos e protocolos constantes dos anexos IV, V e VI.
§2º Os novos micro-organismos deverão ser depositados pela instituição responsável pela recomendação no(s) banco(s) de ger-moplasma indicado(s) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e receberão designação específica.
Art. 14 As cepas constantes no Quadro 2 do Anexo II serão retiradas da relação de micro-organismos oficiais no prazo de dois anos a partir da data de publicação desta Instrução Normativa.
Parágrafo único: Instituições de pesquisa oficiais ou cre-denciadas, interessadas na manutenção das cepas, deverão apresentar publicação ou relatório técnico-científico conclusivo que ateste a sua viabilidade e eficiência agronômica.
Art. 15 Os bancos de germoplasma responsáveis pela guarda e manutenção das cepas constantes dos Anexos II e III desta Ins-trução Normativa serão homologados por ato da Secretaria de Defesa Agropecuária.
Art. 16. Os estabelecimentos produtores e importadores de-verão adquirir anualmente, de uma instituição responsável pela ma-nutenção do banco de germoplasma, os micro-organismos corres-pondentes aos inoculantes que desejarem produzir.
Art. 17. Os estabelecimentos produtores e importadores de inoculantes terão prazo de 90 (noventa) dias, a partir da data de publicação desta Instrução Normativa, para se adaptarem às exigên-cias relativas à embalagem e rotulagem previstas no CAPÍTULO III.
Art. 18. O registro de produtos contendo micro-organismos resultantes de modificações por engenharia genética, bem como a inclusão destes organismos nos Anexos II e III desta Instrução Nor-mativa somente poderão ocorrer após emissão de parecer favorável da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança/CTNBio.
Nº 178, quinta-feira, 17 de setembro de 2009
1
COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS
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ANEXO II
RELAÇÃO DOS MICRO-ORGANISMOS AUTORIZADOS PARA PRODUÇÃO DE INOCULANTES NO BRASIL. QUADRO 1 Cultura Leguminosa1 Nome Comum Cepa Auto-rizada (Semia) G ê n e ro / E s p é c i e Nº Acesso Genbank2 Designação Original
Instituição que Re-comendou
Nível de Recom.
LEGUMINOSAS DE GRÃOS
Arachis hypogaea Amendoim 6144 Bradyrhizobium sp. (Arachis sp.)
AY 9 0 4 7 5 0 Rhodesia 411 IAC IV
Cicer arietinum Grão de bico 396 Mesorhizobium ciceri
AY 9 0 4 7 3 1 TAL 1148 F E PA G R O / U F R G S IV
Glycine max Soja 5079 Bradyrhizobium
japonicum
AF234888 CPAC 15 Embrapa Cerrados IV
5080 Bradyrhizobium japonicum
AF234889 CPAC 7 Embrapa Cerrados IV
587 Bradyrhizobium elkanii
AF234890 SEMIA 587 F E PA G R O / U F R G S IV 5019 Bradyrhizobium
elkanii
AF237422 29 W Embrapa
Agrobiolo- gia/FEAP-GRO/UFRGS
IV
Lens esculenta Lentilha 344 Rhizobium legu-minosarum bv viciae FJ025087 SEMIA 344 F E PA G R O / U F R G S IV 3025 Rhizobium legu-minosarum bv viceae
FJ025091 CPAC L3 Embrapa Cerrados IV
3026 Rhizobium legu-minosarum bv viceae
FJ025093 CPAC L12 Embrapa Cerrados IV
Phaseolus vulgaris Feijão 4077 Rhizobium tro-pici
EU488752 CIAT 899 Embrapa Cerrados IV
4080 Rhizobium tro-pici
AF260274 PRF 81 Embrapa Soja/IAPAR IV
4088 Rhizobium tro-pici
EF054889 H 12 Embrapa
Soja/Embra-pa Cerrados
IV Pisum sativum Ervilha 3007 Rhizobium
legu-minosarum bv. viceae AY 9 0 4 7 4 2 B . 11 a Embrapa Cerrados IV 3033 Rhizobium legu-minosarum bv. viceae n.d. EEL 7802 E PA G R I IV
Vigna unguiculata Feijão de corda
6461 Bradyrhizobium sp.
EF158574 UFLA 3-84 UFLA IV
6462 Bradyrhizobium sp. AY 6 4 9 4 3 9 BR3267 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6463 Bradyrhizobium sp. EF158575 I N PA 3 - 11 B UFLA IV 6464 Bradyrhizobium sp. AY 6 4 9 4 3 0 BR 3262 Embrapa Roraima IV
LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS DE CLIMA TEMPERADO
Lotus corniculatus Cornichão 806 Mesorhizobium amorphae FJ025125 SEMIA 806 F E PA G R O / U F R G S IV 816 Mesorhizobium sp. AY 9 0 4 7 3 7 SEMIA 816 F E PA G R O / U F R G S IV Lotus penducula-tus Cornichão gigante 839 Bradyrhizobium japonicum FJ390898 TAL 925 E PA G R I III
Medicago sativa Alfafa 11 6 Sinorhizobium meliloti FJ025128 USDA 1088 F E PA G R O / U F R G S IV 134 Sinorhizobium meliloti AY 9 0 4 7 2 7 SEMIA 134 F E PA G R O / U F R G S IV 135 Sinorhizobium meliloti AY 9 0 4 7 2 8 SEMIA 135 F E PA G R O / U F R G S IV Trifolium pratense Trevo
ver-melho 222 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii AY 9 0 4 7 2 9 TA - 1 F E PA G R O / U F R G S IV 265 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025088 U-26 F E PA G R O / U F R G S IV 2081 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii AY 9 0 4 7 4 1 EEL 1285 E PA G R I III 2082 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025094 EEL 8186 E PA G R I III
Trifolium repens Trevo branco 222 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii AY 9 0 4 7 2 9 TA - 1 F E PA G R O / U F R G S III 235 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025090 UNZ-29 F E PA G R O / U F R G S IV 2082 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025094 EEL 8186 E PA G R I IV 2083 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025096 EEL 7782 E PA G R I IV Trifolium subter-raneum Trevo subter-râneo 222 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii AY 9 0 4 7 2 9 TA - 1 F E PA G R O / U F R G S IV 265 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025088 U-26 F E PA G R O / U F R G S IV Trifolium vesicu-losum Trevo vesi-culoso 2050 Rhizobium legu-minosarum bv. trifolii FJ025095 SEMIA 2050 F E PA G R O / U F R G S III 2051 Rhizobium legu-minosarum bv. Tr i f o i l i AY 9 0 4 7 4 0 SEMIA 2051 F E PA G R O / U F R G S III
LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS DE CLIMA TROPICAL
Arachis pintoi Amendoim forrageiro 6439 Bradyrhizobium japonicum FJ025098 NC 230 E PA M I G / E m b r a p a Cerrados/UFMG IV 6440 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 8 9 MGAP 13 E PA M I G / E m b r a p a Cerrados IV Cajanus cajan Guandu 6156 Bradyrhizobium
sp.
AY 9 0 4 7 5 8 CPAC F2 E PA M I G / E m b r a p a Cerrados
IV Centrosema spp. Centrosema 690 Bradyrhizobium
elkanii
FJ025107 C 100a Embrapa Gado de
Leite IV 6146 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 5 2 BR 1808 Embrapa Agrobiolo-gia III 6424 Bradyrhizobium elkanii
AY 9 0 4 7 8 7 CPAC J36 Embrapa Cerrados IV
6425 Bradyrhizobium elkanii
AY 9 0 4 7 8 8 CIAT 2380 Embrapa Cerrados IV Desmodium
ovali-folium (=D. hete-rocarpon)
Desmódio 6208 Bradyrhizobium elkanii
AY 9 0 4 7 7 3 CIAT 2372 CEPLAC/CEPEC III
6209 Bradyrhizobium japonicum
n.d. CIAT 4099 CEPLAC/CEPEC III
Indigofera hirsuta Anileira, In-digófera
6156 Bradyrhizobium sp.
AY 9 0 4 7 5 8 CPAC F2 Embrapa Cerrados III 6158 Bradyrhizobium
elkanii
AY 9 0 4 7 6 0 CPAC C2 Embrapa Cerrados III Lotononis bainesii Lotononis 658
Methylobacte-rium sp AY 9 0 4 7 3 3 CB 376 F E PA G R O / U F R G S III Macroptilium atropurpureum Siratro 656 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 3 2 SEMIA 656 F E PA G R O III Neonotonia wigh-tii (=Glycine wightii)
Soja perene 656 Bradyrhizobium sp.
AY 9 0 4 7 3 2 SEMIA 656 F E PA G R O III
Stylosanthes spp. Estilosantes 6154 Bradyrhizobium japonicum FJ025100 BR 446 Embrapa Agrobiolo-gia III 6155 Bradyrhizobium japonicum AY 9 0 4 7 5 7 BR 502 Embrapa Agrobiolo-gia III
LEGUMINOSAS PARA ADUBAÇÃO VERDE
Calopogonium sp. Calopogônio 6152 Bradyrhizobium japonicum AY 9 0 4 7 5 6 BR 1602 Embrapa Agrobiolo-gia IV Canavalia ensifor-mis Feijão de porco 6156 Bradyrhizobium sp.
AY 9 0 4 7 5 8 CPAC F2 Embrapa Cerrados III 6158 Bradyrhizobium
elkanii
AY 9 0 4 7 6 0 CPAC C2 Embrapa Cerrados III Crotalaria juncea Crotalária 6156 Bradyrhizobium
sp.
AY 9 0 4 7 5 8 CPAC F2 Embrapa Cerrados IV Crotalaria
specta-bilis
Crotalária 6156 Bradyrhizobium sp.
AY 9 0 4 7 5 8 CPAC F2 Embrapa Cerrados III 6158 Bradyrhizobium
elkanii
AY 9 0 4 7 6 0 CPAC C2 Embrapa Cerrados III Lupinus sp. Tr e m o ç o 928 Bradyrhizobium sp. FJ390904 W 72 F E PA G R O III 938 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 3 9 SEMIA 938 F E PA G R O III Mucuna pruriens (=Stizolobium aterrimum) Mucuna pre-ta 6158 Bradyrhizobium elkanii
AY 9 0 4 7 6 0 CPAC C2 Embrapa Cerrados IV
Pueraria phaseo-loides Kudzu tropi-cal 6175 Bradyrhizobium elkanii
AY 9 0 4 7 7 1 CPAC Q1 Embrapa Cerrados IV
LEGUMINOSAS ARBÓREAS Acacia angustissi-ma Acácia 6430 Mesorhizobium amorphae FJ025124 BR 3630 Embrapa Agrobiolo-gia IV Acacia auriculi-formis 6387 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 7 8 BR 3609 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6391 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 8 0 BR 3624 Embrapa Agrobiolo-gia IV
Acacia farnesiana 6430 Mesorhizobium
amorphae
FJ025124 BR 3630 Embrapa Agrobiolo-gia
III 6436 Rhizobium sp. F J 0 2 5 11 9 BR 9002 Embrapa
Agrobiolo-gia
III Acacia mangium Acácia
man-gium 6387 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 7 8 BR 3609 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6420 Bradyrhizobium japonicum AY 9 0 4 7 8 6 BR 3617 Embrapa Agrobiolo-gia IV
Acacia salicina 6400 Bradyrhizobium
elkanii
F J 0 2 5 11 4 BR 5005 Embrapa Agrobiolo-gia
III
Acosmium nitens 6443 Bradyrhizobium
sp.
FJ390932 BR 4901 Embrapa Agrobiolo-gia
III Albizia lebbeck Coração de
negro, Pau preto 6160 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 6 2 BR 5610 Embrapa Agrobiolo-gia III 6432 Bradyrhizobium elkanii F J 0 2 5 11 0 BR 5611 Embrapa Agrobiolo-gia III Balizia pedicella-ris 6396 Bradyrhizobium japonicum FJ025099 BR 6816 Embrapa Agrobiolo-gia III 6408 Bradyrhizobium elkanii FJ025103 BR 6815 Embrapa Agrobiolo-gia III Clitoria fairchil-diana
Faveira 6 4 11 Rhizobium sp. FJ025129 BR 8003 Embrapa Agrobiolo-gia
IV Dalbergia nigra Jacarandá 6101 Bradyrhizobium
elkanii AY 9 0 4 7 4 9 BR 8404 Embrapa Agrobiolo-gia III Enterolobium contortisiliquum Ti m b a ú v a 6159 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 6 1 BR 4406 Embrapa Agrobiolo-gia III Enterolobium cy-clocarpum Orelha-de-elefante 6159 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 6 1 BR 4406 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6403 Bradyrhizobium elkanii F J 0 2 5 11 2 BR 6205 Embrapa Agrobiolo-gia IV Enterolobium tim-bouva Ti m b a ú v a 6159 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 6 1 BR 4406 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6397 Bradyrhizobium elkanii FJ025139 BR 4407 Embrapa Agrobiolo-gia IV Erythrina verna Suinã 6388 Bradyrhizobium
elkanii FJ959101 BR 3611 Embrapa Agrobiolo-gia III 6100 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 4 8 BR 5609 Embrapa Agrobiolo-gia III Falcataria mollu-canna (=Albizia falcataria) Albízia 6100 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 4 8 BR 5609 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6169 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 7 0 BR 5612 Embrapa Agrobiolo-gia III 6432 Bradyrhizobium elkanii F J 0 2 5 11 0 BR 5611 Embrapa Agrobiolo-gia IV Gliricidia sepium Glicidia 6168 Rhizobium sp. AY 9 0 4 7 6 9 BR 8801 Embrapa
Agrobiolo-gia
IV 6435 Rhizobium sp. FJ025130 BR 8802 Embrapa
Agrobiolo-gia IV Leucaena diversi-folia Leucena (Prosopis ju-liflora) 6162 Sinorhizobium meliloti
FJ025127 UFC 933.52 Embrapa Agrobiolo-gia
III
6168 Rhizobium sp. AY 9 0 4 7 6 9 BR 8801 Embrapa Agrobiolo-gia III Leucaena leucoce-phala vK72, v.K8, v. Peru Leucena 6153 Bradyrhizobium japonicum sp. FJ025097 BR 827 Embrapa Agrobiolo-gia IV Leucaena leucoce-phala v. Cunnigha Leucena 6069 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 4 6 DF-10 Embrapa Cerrados IV 6070 Rhizobium sp. AY 9 0 4 7 4 7 DF-15 Embrapa Cerrados IV Mimosa
acutisti-pula
Espinheiro 6383 Rhizobium sp. AY 9 0 4 7 7 6 BR 3407 Embrapa Agrobiolo-gia III 6384 Bradyrhizobium elkanii AY 9 0 4 7 7 7 BR 3446 Embrapa Agrobiolo-gia III
1
EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.g o v. b r / a u t e n t i c i d a d e . h t m l , Documento assinado digitalmente conforme MP no-2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
Mimosa scabrella Bracatinga 6165 Rhizobium sp. AY 9 0 4 7 6 6 BR 3454 Embrapa Agrobiolo-gia
III Pithecellobium
tortum
6406 Rhizobium etli F J 0 2 5 11 6 BR 6812 Embrapa Agrobiolo-gia
III Prosopis juliflora Algaroba 6161 Sinorhizobium
sp AY 9 0 4 7 6 3 BR 4002 Embrapa Agrobiolo-gia IV 6162 Sinorhizobium meliloti
FJ025127 UFC 933.52 Embrapa Agrobiolo-gia IV Pseudosamanea guachapele (=Al-bizia guachapele, =Acacia guacha-pele) 6403 Bradyrhizobium elkanii F J 0 2 5 11 2 BR 6205 Embrapa Agrobiolo-gia IV Samanea saman (=Mimosa. saman,Pithecello-bium saman, En-terolobium Árvore da chuva 6403 Bradyrhizobium elkanii F J 0 2 5 11 2 BR 6205 Embrapa Agrobiolo-gia IV
saman, Inga sa-man e Calliandra saman) 6405 Bradyrhizobium elkanii FJ025109 BR 6212 Embrapa Agrobiolo-gia IV Sesbania virgata Sesbania 6401 Azorhizobium
doebereinerae
AY 9 0 4 7 8 3 BR 5401 Embrapa Agrobiolo-gia
VI
1Nomenclatura das leguminosas segundo o ILDIS (International Legume Database & Information Service). Disponível em http://www.ildis.org. Acesso em 10 dez 2008.
2Número de acesso da sequência completa do gene ribossomal 16S no GenBank. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov. N.d. se refere a acesso não disponível
3I, teste em tubos; II, teste sob condições estéreis; III, teste em solo; IV, teste a campo. QUADRO 2 Cultura Leguminosa1 Nome Comum Cepa Auto-rizada (Semia) G ê n e ro / E s p é c i e Nº Acesso Genbank2 Designação Original
Instituição Que Reco-mendou
Nível De Recom.
LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS DE CLIMA TEMPERADO
Adesmia lati-folia
Adesmia 6437 Rhizobium sp. F J 0 2 5 11 8 EEL 15084 Embrapa Trigo/EPAGRI II
6438 Rhizobium sp. FJ025120 ET 226 Embrapa
Tri-go/UFRGS/UPF II Lathyrus odo-ratus Ervilha de cheiro, sin-cho 388 Rhizobium legumi-nosarum bv viceae FJ025089 TAL 364 F E PA G R O / U F R G S II 3018 Rhizobium legumi-nosarum bv viceae FJ025092 SEMIA 3018 F E PA G R O / U F R G S II Lotus glaber (=L. tenuis)
Cornichão 830 Mesorhizobium sp. AY 9 0 4 7 3 8 SEMIA 830 F E PA G R O / U F R G S II Medicago po-lymorpha Trevo carre-tilha 103 Sinorhizobium meli-loti AY 9 0 4 7 2 6 SEMIA 103 F E PA G R O / U F R G S II Ornithopus sa-tivus
Serradela 905 Bradyrhizobium ja-ponicum FJ959100 SEMIA 905 F E PA G R O / U F R G S II 929 Bradyrhizobium ja-ponicum FJ390938 SEMIA 929 F E PA G R O / U F R G S II Trifolium se-mipilosum Trevo do Quênia 2002 Rhizobium legumi-nosarum bv. trifolii FJ025086 CB 782 F E PA G R O / U F R G S I Vicia sativa Ervilhaca 384 Rhizobium etli AY 9 0 4 7 3 0 SEMIA 384 F E PA G R O / U F R G S II
LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS DE CLIMA TROPICAL
6157 Bradyrhizobium el-kanii
AY 9 0 4 7 5 9 BR 2801 Embrapa Agrobiologia II Desmodium
incanum
Desmódio 6028 Bradyrhizobium el-kanii
AY 9 0 4 7 4 4 TAL 569 F E PA G R O II
Desmodium intortum
Desmódio 656 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 3 2 SEMIA 656 F E PA G R O II Galactia
stria-ta
Galáctia 6149 Bradyrhizobium el-kanii AY 9 0 4 7 5 4 CB 627 IAC II 6150 Bradyrhizobium el-kanii AY 9 0 4 7 5 5 SMS 300 IAC II Lablab purpu-reus
Lablab 662 Bradyrhizobium
el-kanii AY 9 0 4 7 3 4 CB 188 F E PA G R O / U F R G S II 695 Bradyrhizobium el-kanii AY 9 0 4 7 3 5 E 85 F E PA G R O / U F R G S II Macrotyloma axillare
Macrotiloma 6149 Bradyrhizobium el-kanii
AY 9 0 4 7 5 4 CB 627 IAC II
Neonotonia wightii (=Gly-cine wightii)
Soja perene 6148 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 5 3 SMS 303 IAC II
LEGUMINOSAS PARA ADUBAÇÃO VERDE
Crotalaria jun-cea
Crotalária 6145 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 5 1 BR 2001 Embrapa Agrobiologia II Cyamoposis tetragonoloba Feijão gura-da, Guar 6145 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 5 1 BR 2001 IAC II 6319 Bradyrhizobium sp. AY 9 0 4 7 7 4 NC 92 IAC II LEGUMINOSAS ARBÓREAS Acacia decur-rens Acácia da Austrália 6164 Bradyrhizobium ja-ponicum AY 9 0 4 7 6 5 BR 3608 Embrapa Agrobiologia II Acacia mearn-sii
Acácia negra 6163 Bradyrhizobium ja-ponicum AY 9 0 4 7 6 4 BR 3607 Embrapa Agrobiologia II 6164 Bradyrhizobium ja-ponicum AY 9 0 4 7 6 5 BR 3608 Embrapa Agrobiologia II Acacia poda-lyriaefolia Acácia mi-mosa 6388 Bradyrhizobium el-kanii FJ959101 BR 3611 Embrapa Agrobiologia II 6389 Bradyrhizobium el-kanii F J 0 2 5 11 3 BR 3612 Embrapa Agrobiologia II Acacia salici-na 6392 Mesorhizobium amorphae FJ025126 BR 3804 Embrapa Agrobiologia II
Acacia saligna 6096 Bradyrhizobium
el-kanii F J 0 2 5 11 5 BR 8601 Embrapa Agrobiologia II 6428 Bradyrhizobium el-kanii FJ025106 BR 3628 Embrapa Agrobiologia II Bowdichia v i rg i l i o i d e s 6096 Bradyrhizobium el-kanii F J 0 2 5 11 5 BR 8601 Embrapa Agrobiologia II 6414 Bradyrhizobium el-kanii F J 0 2 5 111 BR 8602 Embrapa Agrobiologia II Calliandra houstoniana (=C. calothyr-sus)
Caliandra 6395 Bradyrhizobium sp. FJ025101 BR 4301 Embrapa Agrobiologia II
6423 Rhizobium sp. FJ025132 BR 4302 Embrapa Agrobiologia II
Calliandra su-rinamensis
Caliandra 6395 Bradyrhizobium sp. FJ025101 BR 4301 Embrapa Agrobiologia II
6423 Rhizobium sp. FJ025132 BR 4302 Embrapa Agrobiologia II
Chamaecrista ensiformis 6392 Mesorhizobium amorphae FJ025126 BR 3804 Embrapa Agrobiologia II Dimorphandra j o rg e i
6099 Bradyrhizobium sp. FJ3903941 BR 5004 Embrapa Agrobiologia II 6400 Bradyrhizobium el-kanii F J 0 2 5 11 4 BR 5005 Embrapa Agrobiologia II Erythrina poeppigiana 6388 Bradyrhizobium el-kanii FJ959101 BR 3611 Embrapa Agrobiologia II 6426 Bradyrhizobium el-kanii FJ959102 BR 96 Embrapa Agrobiologia II Erythrina spe-ciosa
6395 Bradyrhizobium sp. FJ025101 BR 4301 Embrapa Agrobiologia II Inga
margina-ta
Ingá 6433 Bradyrhizobium
el-kanii
FJ025105 BR 6609 Embrapa Agrobiologia II 6434 Bradyrhizobium sp. FJ390934 BR 6610 Embrapa Agrobiologia II Lonchocarpus costatus 6399 Bradyrhizobium el-kanii FJ025102 BR 6010 Embrapa Agrobiologia II 6404 Bradyrhizobium el-kanii FJ025104 BR 6009 Embrapa Agrobiologia II Mimosa bimu-cronata
6386 Bradyrhizobium sp. n.d. BR 3460 Embrapa Agrobiologia II Parapiptadenia
rigida
Angico 6416 Bradyrhizobium el-kanii FJ025108 BR 9004 Embrapa Agrobiologia II Poecilanthe parviflora 6403 Bradyrhizobium el-kanii F J 0 2 5 11 2 BR 6205 Embrapa Agrobiologia II Sclerolobium paniculatum Taxi do campo 6160 Bradyrhizobium el-kanii AY 9 0 4 7 6 2 BR 5610 Embrapa Agrobiologia II 6420 Bradyrhizobium ja-ponicum AY 9 0 4 7 8 6 BR 3617 Embrapa Agrobiologia II 6402 Azorhizobium doe-bereinerae AY 9 0 4 7 8 4 BR 5404 Embrapa Agrobiologia II Tipuana tipu Ti p u a n a 6192 Bradyrhizobium
ja-ponicum
AY 9 0 4 7 7 2 SEMIA 6192 F E PA G R O / U F R G S II
1Nomenclatura das leguminosas segundo o ILDIS (International Legume Database & Information Service). Disponível em http://www.ildis.org. Acesso em 10 dez 2008.
2Número de acesso da sequência completa do gene ribossomal 16S no GenBank. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov. N.d. se refere a acesso não disponível
3I, teste em tubos; II, teste sob condições estéreis; III, teste em solo; IV, teste a campo.
ANEXO III
RELAÇÃO DOS MICRO-ORGANISMOS RECOMENDADOS PARA PRODUÇÃO DE INOCULANTES NO BRASIL C U LT U R A NOME COMUM GÊNERO/ ESPÉCIE DESIGNAÇÃO ORIGINAL
INSTITUIÇÃO QUE RECO-MENDOU
Eucaliptus sp Eucalipto Bacillus subtilis UFV 3918 Universidade Federal de Viçosa Eucaliptus sp Eucalipto Frauteria aurantia UFV R1 Universidade Federal de Viçosa
Eucaliptus sp Eucalipto Bacillus subtilis UFV S1 Universidade Federal de Viçosa
Eucaliptus sp Eucalipto Bacillus subtilis UFV S2 Universidade Federal de Viçosa
Triticum spp Tr i g o Azospirillum brasilense Ab-V1 Embrapa Soja
Universidade Federal do Paraná
Zea mays Milho Azospirillum brasilense Ab-V4 Embrapa Soja
Universidade Federal do Paraná Zea mays
e Triticum spp
Milho e Trigo
Azospirillum brasilense Ab-V5 Embrapa Soja
Universidade Federal do Paraná Zea mays
e Triticum spp
Milho e Trigo
Azospirillum brasilense Ab-V6 Embrapa Soja
Universidade Federal do Paraná
Zea mays Milho Azospirillum brasilense Ab-V7 Embrapa Soja
Universidade Federal do Paraná
Triticum spp Tr i g o Azospirillum brasilense Ab-V8 Embrapa Soja
Universidade Federal do Paraná
Oriza sativa Arroz Azospirillum brasilense Ab-V5 Universidade Estadual de
Ma-ringá Universidade Estadual Paulista
Oriza sativa Arroz Azospirillum brasilense Ab-V6 Universidade Estadual de
Ma-ringá Universidade Estadual Paulista
ANEXO IV
PROTOCOLO OFICIAL PARA AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE E EFICIENCIA AGRONOMICA DE CEPAS, INOCULANTES E
TECNOLOGIAS RELACIONADOS AO PROCESSO DE FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO EM LEGUMINOSAS.
1. DEFINIÇÕES
Para os fins deste protocolo considera-se:
Inoculante - produto que contenha micro-organismos com atuação favorável ao crescimento de plantas.
Tecnologias - conjunto de procedimentos adotados no uso e aplicação de inoculantes .
Cepas - grupo de micro-organismos com caracte-rísticas genéticas idênticas, distinto de outros grupos dentro da mesma espécie.
2. CONDIÇÕES BÁSICAS PARA RECOMENDA-ÇÃO DE PRODUTOS INOCULANTES E TECNOLOGIAS.
2.1. Apresentação de Projeto de Avaliação de Pro-dutos e Tecnologias conforme disposto no § 1º do Art. 5º do Anexo I a esta Instrução Normativa. O projeto deverá conter, no mínimo, a descrição dos tratamentos que serão empregados, locais e safras agrí-colas em que serão conduzidos, instituições e pesquisadores envol-vidos e pesquisador(es) coordenador (es). O(s) pesquisador(es)
co-ordenador(es) deve(m) necessariamente pertencer a instituição de pes-quisa oficial ou credenciada e possuir expertise em microbiologia agrícola.
2.2. Apresentação de Relatório Técnico-Científico conclusivo conforme item 4.3.5.
2.3. Os testes devem contemplar a avaliação de qua-lidade do produto em laboratório de acordo com os métodos oficiais. Nos testes de novas tecnologias que envolvam a exposição das cé-lulas a condições estressantes deve ainda ser conduzido ensaio la-boratorial de sobrevivência de células sobre sementes, de acordo com método oficial.