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Aulas 6-Diagramas de equilibrio

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Materiais Metálicos

Diagramas de Equilíbrio

(2)

Diagramas de Equilíbrio

Diagramas de equilíbrio / diagramas de fases

O que são?

(3)

Diagramas de Equilíbrio

Os diagramas de equilíbrio nos mostram as

fases em equilíbrio termodinâmico que

existem num determinado sistema.

Alguns conceitos básicos

Equilíbrio termodinâmico

Componentes

(4)

Diagramas de Equilíbrio

Equilíbrio termodinâmico

(5)

Diagramas de Equilíbrio

Solubilidade

Soluto

Solvente

Limite de

solubilidade

(6)

Diagramas de Equilíbrio

Fases

Regra de Fases (Gibbs)

P + F = C + 2

Fornece o número de variáveis (grau de

liberdade) necessário para definir o estado de

energia de um sistema.

P → número de fases em equilíbrio.

F → grau de liberdade.

(7)

Diagramas de Equilíbrio

Regra de Fases

 Se F = 0 → sistema invariante sem grau de liberdade (por

exemplo, no ponto triplo, onde os três estados de uma substância pura podem co-existir) → o estado de energia do sistema já está definido.

 Se F = 1 (por exemplo, na fusão de um metal puro) → A

especificação de uma variável (pressão ou temperatura) será suficiente para definir o estado de energia de um determinado equilíbrio entre duas fases.

 Se F = 2 → Sistema bi-variante → Tanto a pressão quanto

a temperatura devem ser especificados para que o seu estado de energia seja completamente definido (um ponto dentro de um campo monofásico).

(8)

Diagramas de Equilíbrio

Sistema Unário

(9)

Diagramas de Equilíbrio

Sistema Unário

Sistemas unários (um

único componente)

 Neste caso, os diagramas

são representados de forma bidimensional por duas

propriedades

termodinâmicas, sendo uma no eixo x e outra no y.

(10)

Diagramas de Equilíbrio:

Sistema Unário

Regra de Fases

Nos metais, em geral o ponto triplo está muito

abaixo da pressão ambiente (Ex: Para Cu e Pb

ele é da ordem de 10

-6

atm).

Consequentemente, costuma-se desconsiderar a

pressão do metal e são geralmente utilizados

diagramas de equilíbrio isobáricos.

Deste modo, a Regra de Fases se torna

(11)

Diagramas de Equilíbrio

Sistemas unários (um único componente)

Efeito da pressão nas transformações de fase.

Transformações polimórficas.

(12)

Diagramas de Equilíbrio

Sistemas unários

Os metais tendem a se organizar da forma mais

compacta possível, devido a ligação metálica ser não

direcional. Ou seja, estruturas CFC e HCP com FE =

74%.

Alguns metais exibem um certo nível de

direcionalidade da ligação atômica, propiciando a

formação de outras estruturas cristalinas,

(13)

Diagramas de Equilíbrio

Sistemas binários (2 componentes).

Diagrama isomorfo

 Solubilidade total entre os componentes.  Linhas do diagrama

 Liquidus

(14)

Diagrama Isomorfo

Solução sólida

Mistura entre os componentes em nível atômico.

Interação semelhante entre A - A, B - B e A - B.

(15)

Diagrama Isomorfo

(16)

Diagrama Isomorfo

(17)

Origem termodinâmica

dos diagramas de

equilíbrio – curvas de

energia livre

Exemplo - diagrama isomorfo

(18)

Diagramas de Equilíbrio

Tipos de reações invariantes em diagramas de

(19)

Diagrama Eutético

(20)

Diagrama Eutético

(21)

Diagrama Eutético

(22)

Diagrama Eutético

(23)

Diagrama Eutético

Exemplo de sistema de interesse

(24)

Diagrama Eutético

(25)

Diagrama Eutético

(26)

Diagrama Eutético

(27)

Diagrama Eutético

(28)

Diagrama Eutético

(29)

Diagramas eutéticos

(30)

Diagramas eutéticos

Microestruturas

 Diversos fatores afetam a microestrutura eutética, tais como:

gradientes de temperatura, nucleação e crescimento, tipos de interface solido / liquido (rugosa ou lisa), ação de campos

externos, etc.

 O efeito da taxa de crescimento (v) no espaçamento médio das

lamelas do eutético (λ) pode ser descrito pela relação: λ.v2 = cte.

Microstructure of as-DS Ag-Cu eutectic alloys with different growth rates (V) at the constant temperature gradient of 4 K/mm. (a) 50 µm/s; (b) 100 µm/s; (c) 200 µm/s

(31)

Diagramas eutéticos

Microestruturas

 O efeito da taxa de crescimento (v) no espaçamento médio das

lamelas do eutético (λ) pode ser descrito pela relação: λ.v2 = cte.

(32)

Diagramas eutéticos

Microestruturas

 Efeito de campos externos (aplicação de campo magnético)

Microstructure of as-DS Ag-Cu eutectic alloys with different MFs (B) and different growth rates (V) at the constant temperature gradient of 4 K/mm. (a) 0 T and 50 µm/s; (b) 0 T and 100 µm/s; (c) 0 T and 200 µm/s; (d) 0.8 T and 100 µm/s; (e) 1.12 T and 100 µm/s; (f) the quantitative

(33)

Diagrama com Fases Intermediárias

Fases primárias

 Metais puros ou soluções sólidas terminais. 

Fases intermediárias

 Fases com estruturas

cristalinas diferentes das fases primárias. Estão localizadas entre as fases primárias.

(34)

Diagramas com transformação

congruente

Transformações congruentes

(35)

Reações eutetóides e peritéticas

(36)

Reação peritética

A esquerda de I, o líquido se

transforma em fase α.

Dependendo da composição

da liga, pode haver

precipitação de fase β.

A direita de III, o líquido se

transforma em fase β.

Ligas entre II e III:

primeiramente a fase α é

formada. Depois a fase α

reage com o líquido e se

transforma parcialmente em

β.

(37)

Reação peritética

 Na composição 1 (comp. peritética), o líquido começa a

solidificar, formando cristais de fase α. A composição do líquido se desloca para Lp, enriquecendo no elemento B. Na temperatura Tp, o líquido Lp reage com os cristais α, se transformando em fase β.

p p

p

L

(38)

Reação peritética

(39)

Reação peritética

Começo de

transformação peritética

na liga Cu -20 Sn.

 Espessura homogênea da camada β (cinza) ao redor da fase primária α (branca). A matriz (escura) é uma mistura de fases ricas em Sn.

Formção peritética

local na liga Zn -7Ni.

 A fase primária NiZn3 é

escura, a fase peritética δ é cinza e a matriz branca é zinco.

(40)
(41)

Reação eutetóide

(42)

Diagramas de equilíbrio ternários

 Nos diagramas de equilíbrio ternários, temos 3

componentes sendo a soma de suas quantidades XA + XB + XC = 1.

 As composições podem ser analisadas pelo triângulo de composições.

(43)

Diagramas de equilíbrio ternários

No triângulo (eqüilátero) de

composições, cada lado

representa uma liga binária.

Frações constantes de A

(X

A

) são representadas por

linhas paralelas a aresta

BC.

Ao longo de uma linha de

X

A

constante, a fração

relativa de B e C varia.

Linhas de X

B

e X

C

constantes são paralelas as

arestas AC e AB,

(44)

Diagramas de equilíbrio ternários

Modelo ternário espacial

 Exemplo: Sistema ternário

eutético simples.

 e1, e2 e e3 são os pontos

eutéticos binários.

E é o ponto eutético ternário.

Num sistema ternário a

pressão constante, regra de

fase de Gibbs se torna:

(45)

Diagramas de equilíbrio ternários

(46)

Diagramas de equilíbrio ternários

(47)

Bibliografia

 D.A. Porter, K.E. Easterling. Phase Transformations in Metals and Alloys. 2nd Ed., Chapman & Hall, 1992.

 R.E. Smallman, R.J. Bishop. Modern Physical Metallurgy and Materials Engineering. 6th Ed., Butterworth & Heinemann, 1999.

 R.W. Cahn, P. Haasen. Physical Metallurgy. Vol. 1, 4th Ed., North-Holland, 1996.

W.D. Callister. Materials Science and Engineering: na

Introduction. 7th Edition, John Wiley & Sons, 2007.

 Xiaowei Zuo, Congcong Zhao, Lin Zhang, Engang Wang.

Influence of Growth Rate and Magnetic Field on Microstructure and Properties of Directionally Solidified Ag-Cu Eutectic Alloy. Materials 2016, 9(7), 569; doi:10.3390/ma9070569

Referências

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