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Colégio Santa Dorotéia

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Academic year: 2021

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(1)

Colégio Santa Dorotéia 1111

Conteúdo: Período Pré-colonial, Sistema colonial, América portuguesa

Fontes de consulta: Livro didático, slides disponíveis no site, anotações de aula.

QUEST

1

(Fuvest 2014)

Observe estes mapas:

a) IDENTIFIQUE duas diferenças significativas entre os mapas, quanto à forma de representação

cartográfica.

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

b) APRESENTE o principal objetivo de cada mapa, considerando os diferentes contextos históricos em

que foram criados.

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

Colégio Santa Dorotéia

Área de Ciências Humanas

Disciplina: História Ano: 1º – Ensino Médio

Professor: Wellington Mendes

Aluno(a): ________________________________________________Nº: _____Turma: _____

Atividades para Estudos Autônomos

(2)

Colégio Santa Dorotéia 2 2 2 2

QUEST

2

(U esp 2016)

Esta terra, Senhor, me parece que da ponta que mais contra o sul vimos até a outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas por costa. Traz, ao longo do mar, nalgumas partes, grandes barreiras, delas vermelhas e delas brancas; e a terra por cima toda chã e muito cheia de grandes arvoredos. De ponta a ponta, é toda praia parma, muito chã e muito formosa. [...]

Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal nem de ferro; nem lho vimos.

Porém a terra em si é de muito bons ares [...].

Águas são muitas; infindas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem.

Porém o melhor fruto, que nela se pode fazer, me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que vossa alteza em ela deve lançar.

(Carta de Pero Vaz de Caminha, 1500. http://objdigital.bn.br.) IDENTIFIQUE duas das motivações da colonização portuguesa do Brasil citadas na Carta, indicando os

trechos do documento que as mencionam.

___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________

QUEST

3

(UFG 2013)

Leia as narrativas históricas a seguir.

Narrativa histórica 1

Em 1500, a história do Brasil começa com o descobrimento desta terra pelos portugueses. Ao chegar, encontraram os índios, que não tinham cidades, viviam nus, adoravam vários deuses, não possuíam Estado e não conheciam a escrita. A economia deles era de subsistência.

Quando os portugueses descobriram o Brasil, os índios entusiasmaram-se com as roupas, os espelhos e outros presentes trazidos da Europa. Cidades foram organizadas. Com a ação dos jesuítas, a partir de 1549, muitos tornaram-se cristãos e aprenderam a ler.

Narrativa histórica 2

Antes da chegada dos portugueses, diferentes nações indígenas viviam nestas terras. Estes povos tinham suas próprias crenças e formas de organização política e econômica. Alguns deles conheciam a cerâmica, o trabalho com o algodão, fabricavam armas e instrumentos musicais.

Quando os portugueses chegaram, impuseram o seu modo de vida aos indígenas. Condenaram os seus deuses e suas formas de organização. Muitas tribos indígenas resistiram, mas a colonização provocou a dizimação física e cultural de diferentes nações indígenas.

(3)

Colégio Santa Dorotéia 3333

As duas histórias apresentadas narram um evento da história do Brasil. Essas narrativas elaboram cenários diferenciados sobre a relação entre indígenas e portugueses. Comparando as narrativas históricas apresentadas,

a) ESTABELEÇA a diferença de interpretação entre a narrativa 1 e a narrativa 2.

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

b) EXPLIQUE o que permite que o mesmo evento histórico seja narrado de forma diferente.

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

QUEST

4

(U ifesp 2011)

“Chegamos à terra dos Ciclopes, homens soberbos e sem leis (...) Não têm assembleias que julguem ou deliberem, nem leis; vivem em grutas, no cimo das altas montanhas: e cada um dita a lei a seus filhos e mulheres, sem se preocupar uns com os outros”.

(Homero. Odisseia, Século VIII a.C.)

“Parece-me gente de tal inocência que, se homem os entendesse e eles a nós, seriam logo cristãos, porque eles não têm nem entendem nenhuma crença, segundo parece. E, portanto, se os degredados que aqui hão-de ficar aprenderem bem a sua fala e os entenderem, não duvido, segundo a santa intenção de Vossa Alteza, fazerem-se cristãos e crerem na nossa santa fé, à qual praza a Nosso Senhor que os traga, porque, certo, esta gente é boa e de boa simplicidade e imprimir-se-á [facilmente] neles qualquer cunho que lhes quiserem dar”.

(Pero Vaz de Caminha. Carta a el-rei dom Manuel sobre o achamento do Brasil, 1.º de maio de 1500.)

Os textos apresentados expressam valores próprios às sociedades em que foram produzidos: a Grécia da Antiguidade e a ibérica do século XV.

a) APONTE a diferença de valores que pode ser constatada entre essas sociedades, a partir dos

textos.

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

b) Além do objetivo expresso pela Carta de Caminha, a colonização portuguesa do Brasil teve uma

clara finalidade econômica. IDENTIFIQUE-A.

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

(4)

Colégio Santa Dorotéia 4 4 4 4

QUEST

5

(Ufscar 2000)

O primeiro documento escrito sobre o "achamento do Brasil" pelos navegantes portugueses assim se refere, numa passagem, aos costumes da população nativa:

"Eles não lavram, nem criam, nem há aqui boi, nem vaca, nem cabra, nem ovelha, nem galinha, nem outra nenhuma alimária, que costumada seja ao viver dos homens; nem comem senão desse inhame que aqui há muito e dessa semente e fruitos que a terra e as árvores de si lançam. E com isto andam tais e tão rijos e tão nédios, que o não somos nós tanto com quanto trigo e legumes comemos."

(CARTA A EL-REI DOM MANOEL SOBRE O ACHAMENTO DO BRASIL. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1974, p.73-75.)

a) IDENTIFIQUE o autor deste documento.

________________________________________________________________________________

b) O pequeno trecho apresentado demonstra que o contato entre os europeus e os habitantes da

América não deveria limitar-se a uma relação estritamente econômica. A partir de que critérios o autor enxergou e analisou os homens da terra e a que conclusão chegou sobre a sua própria sociedade, a europeia, ao observar essa nova gente?

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

QUEST

6

(UPE"SSA 1 2017)

Na bacia do Rio São Francisco, nas paleolagoas conhecidas hoje como tanques, foram achados ossos de animais extintos da fauna pleistocênica, que conviveram com o homem em diversas áreas da região, como Salgueiro e Alagoinha, em Pernambuco. Pesquisas mais recentes assinalaram, também, a presença de megafauna, como o mastodonte e a preguiça-gigante, como é o caso da Lagoa Uri de Cima em Salgueiro.

MARTIN, Gabriela; PESSIS, Anne-Marie. Breve Panorama da Pré-História do Vale do São Francisco no Nordeste do Brasil. Revista

FUMDHAMentos, Volume 1 – Número 10 – Ano 2013, p. 14, adaptado.

O trecho acima propõe uma leitura da História do Brasil, que se caracteriza pela

a) presença essencial dos europeus no continente americano. b) inexistência de exemplares da megafauna em território brasileiro.

c) carência de estudos paleoantropológicos e sítios arqueológicos no Nordeste. d) antiguidade da presença humana no país, anterior à chegada dos portugueses.

e) existência de répteis de porte avantajado, popularmente conhecidos como dinossauros.

(5)

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TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Do Brasil descoberto esperavam os portugueses a fortuna fácil de uma nova Índia. Mas o pau-brasil, única riqueza brasileira de simples extração antes da “corrida do ouro” do início do século XVIII, nunca se pôde comparar aos preciosos produtos do Oriente. (...) O Brasil dos primeiros tempos foi o objeto dessa avidez colonial. A literatura que lhe corresponde é, por isso, de natureza parcialmente superlativa. Seu protótipo é a carta célebre de Pero Vaz de Caminha, o primeiro a enaltecer a maravilhosa fertilidade do solo.

(MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides − Breve história da literatura brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977, p. 3-4)

QUEST

7

(PUCCa&p 2017)

Comprova-se a formulação geral do texto dado, no que diz respeito aos nossos primeiros tempos, o seguinte segmento de um documento da nossa história:

a) O estado de inocência substituindo o estado de graça que pode ser uma atitude de espírito. O

contrapeso da originalidade nativa.

b) Pretendemos também focalizar a linha divisória que nos põe do lado oposto dos demais

estrangeiros.

c) Contra as histórias do homem, que começam no Cabo Finisterra. O mundo não datado. Não

rubricado. Sem Napoleão. Sem César.

d) Nem separatismo nem bairrismo. Precisamos de uma articulação inter-regional. Elogio do mucambo. e) Águas são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela

tudo, por bem das águas que tem.

QUEST

8

(PUCRS 2016)

Sobre o período pré-colonial na História do Brasil, é CORRETO afirmar que

a) foi estabelecida a escravidão indígena como forma de exploração do trabalho, devido à ausência de

uma atividade econômica que financiasse o tráfico de escravos africanos para o Brasil.

b) a economia baseou-se na exploração de produtos naturais da terra, que não exigiam o

estabelecimento da agricultura para serem extraídos, como o pau-brasil, o cacau e o látex.

c) promoveu-se a doação de porções da terra recém-descoberta para a aristocracia portuguesa, cujos

membros ocupavam os principais cargos na administração pública reinol.

d) havia desinteresse na colonização imediata do território, tendo em vista que os principais recursos

humanos e materiais portugueses estavam voltados para a exploração do rendoso comércio com as Índias.

e) foram enviadas ao litoral brasileiro as chamadas “expedições guarda-costas”, que visavam vigiar a

nova descoberta portuguesa diante da possível invasão holandesa na região.

QUEST

9

(E e& 2015)

A língua de que usam, por toda a costa, carece de três letras; convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não têm Fé, nem Lei, nem Rei, e dessa maneira vivem desordenadamente, sem terem além disto conta, nem peso, nem medida.

GÂNDAVO, P M. A primeira historia do Brasil: história da província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2004 (adaptado).

A observação do cronista português Pero de Magalhães de Gândavo, em 1576, sobre a ausência das letras F, L e R na língua mencionada, demonstra a

a) simplicidade da organização social das tribos brasileiras.

b) dominação portuguesa imposta aos índios no início da colonização. c) superioridade da sociedade europeia em relação à sociedade indígena. d) incompreensão dos valores socioculturais indígenas pelos portugueses. e) dificuldade experimentada pelos portugueses no aprendizado da língua nativa.

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6 6 6

QUEST

10

(Espcex (A&a 2015)

“Os primeiros trinta anos da História do Brasil são conhecidos como período Pré-Colonial. Nesse período, a coroa portuguesa iniciou a dominação das terras brasileiras, sem, no entanto, traçar um plano de ocupação efetiva. […] A atenção da burguesia metropolitana e do governo português estavam voltados para o comércio com o Oriente, que desde a viagem de Vasco da Gama, no final do século XV, havia sido monopolizado pelo Estado português. […] O desinteresse português em relação ao Brasil estava em conformidade com os interesses mercantilistas da época, como observou o navegante Américo Vespúcio, após a exploração do litoral brasileiro, pode-se dizer que não encontramos nada de proveito”.

Berutti, 2004.

Sobre o período retratado no texto, pode-se afirmar que o(a)

a) desinteresse português pelo Brasil nos primeiros anos de colonização, deu-se em decorrência dos

tratados comerciais assinados com a Espanha, que tinha prioridade pela exploração de terras situadas a oeste de Greenwich.

b) maior distância marítima era a maior desvantagem brasileira em relação ao comércio com as Índias. c) desinteresse português pode ser melhor explicado pela resistência oferecida pelos indígenas que

dificultavam o desembarque e o reconhecimento das novas terras.

d) abertura de um novo mercado na América do Sul, ampliava as possibilidades de lucro da burguesia

metropolitana portuguesa.

e) relativo descaso português pelo Brasil, nos primeiros trinta anos de História, explica-se pela

aparente inexistência de artigos (ou produtos) que atendiam aos interesses daqueles que patrocinavam as expedições.

Gabarit,- Resposta da questão 1:

[Resposta do ponto de vista da disciplina de Geografia]

a) As diferenças significativas quanto à representação cartográfica são: a primeira refere-se à

utilização de tecnologias distintas, uma vez que, em 1519, as técnicas de produção de mapas eram rudimentares e envolviam principalmente a observação visual. O mapa de 2009 já conta com recursos mais sofisticados como projeção cartográfica, escala, legenda e divisão política. A segunda diferença é quanto ao conhecimento científico acumulado sobre o território. Em 1519, eram escassos os conhecimentos sobre a vegetação brasileira, portanto, o mapa era preenchido por ilustrações, muitas de viajantes. O mapa de 2009 apresenta os principais tipos de vegetação do país em sua cobertura original, revelando maior precisão quanto aos seus limites como resultado de estudos científicos sistemáticos realizados por várias instituições como o IBGE e universidades.

b) No mapa de 1519, o principal objetivo no contexto de chegada do europeu é descritivo, relatando o

que é visualizado pelos conquistadores, para que tais informações ilustrassem o imaginário europeu sobre as novas terras. Havia mais detalhes no litoral, sendo um mapa mais imagético. O mapa de 2009 é temático em Geografia Física, priorizando a distribuição da vegetação brasileira, já revelando um conhecimento científico consolidado sobre o tema.

[Resposta do ponto de vista da disciplina de História]

a) Há várias diferenças entre os dois mapas, tais como: escala, projeção, orientação e o contexto

histórico. O primeiro mapa de 1519 retrata o período Pré-Colonial, 1500-1530, com indicações precárias considerando o pouco conhecimento técnico daquele contexto. O mapa expressa, principalmente, a visão dos viajantes europeus pautados no visual. Das Grandes Navegações realizadas no século XV até o Imperialismo e o Neocolonialismo do século XIX e início do século XX ocorreram inúmeros avanços científicos. Desta forma, o mapa elaborado em 2009 já aponta para conhecimento sobre a vegetação brasileira e mais informações sobre os limites territoriais.

b) O primeiro mapa insere-se no contexto dos Estados Nacionais Europeus que necessitavam de

recursos para manter os gastos do Estado. Daí um caráter descritivo visando facilitar a exploração da metrópole sobre a Colônia. O mapa de 2009, já amparado em um avanço cientifico, retrata a vegetação brasileira mostrando as diferentes “paisagens naturais”.

(7)

Colégio Santa Dorotéia 7777

Resposta da questão 2:

Nos trechos “(...) a terra (...) em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem (...)” e “(...) o melhor fruto, que nela se pode fazer, me parece que será salvar esta gente (...)” indicam, respectivamente, duas motivações coloniais: a exportação agrícola e a catequização indígena.

Resposta da questão 3:

a) A diferença básica entre as duas narrativas é que a primeira trata a relação entre europeus e

indígenas como benéfica para os indígenas que, desorganizados, teriam sido introduzidos à civilidade pelos europeus. E a segunda trata a relação entre europeus e indígenas como prejudicial aos indígenas, uma vez que os mesmos, vivendo a sua maneira, foram desrespeitados e dizimados pelos europeus.

b) O que permite que um mesmo evento histórico seja narrado de forma diferente são o narrador e o

uso que ele faz das fontes históricas. Nesse caso, especificamente, quando os portugueses narram seus próprios feitos, eles afirmam terem civilizado os indígenas brasileiros, um povo completamente desorganizado aos seus olhos. Já na perspectiva do povo indígena, que tinha uma cultura própria, o contato europeu representou uma dizimação e uma destruição cultural.

Resposta da questão 4:

a) Homero descreve a sociedade dos ciclopes do ponto de vista grego, ou seja, destacando as

características das cidades gregas, que valorizavam a soberania, com suas formas próprias de organizar o poder e definir a participação dos cidadãos, a partir de uma ótica política. Caminha também se utiliza de uma ótica própria para definir e entender os nativos da América, a partir de um ponto de vista religioso, cristão, uma vez que a religiosidade tinha papel preponderante na formação cultural europeias, em particular Ibérica.

b) Caminha expressa um objetivo religioso, de catequização (apesar de ainda ter sido realizado o

Concílio de Trento e de não existir a ordem dos jesuítas). O objetivo econômico pode ser compreendido pelo “sentido da colonização”, ou seja, obter riquezas nas áreas colônias. A obtenção e acumulação de riqueza eram a base do mercantilismo, que pressupunha que a riqueza de uma nação era definida pelo acúmulo de metais preciosos e que estes poderiam ser obtidos a partir da intensificação do comércio de produtos tropicais na Europa.

Resposta da questão 5: a) Pero Vaz de Caminha

b) O autor pautou-se em critérios econômicos estabelecendo que os nativos viviam de caça e coleta,

não sendo portanto conhecedores da economia agropastoril.

O autor concluiu que a alimentação dava aos nativos a condição de mais saudáveis que os europeus, salientando ao rei a possibilidade de se aprender algo com essa "nova gente".

Resposta da questão 6:

[D]

O texto mostra a existência de vestígios que indicam a presença de animais do chamado “período pré-histórico” em terras brasileiras, evidenciando que a História brasileira é anterior a presença europeia no país.

Resposta da questão 7:

[E]

O texto versa sobre aquilo que Portugal encontrou de interessante e lucrativo quando do descobrimento do Brasil, destacando que o pau-brasil foi o carro-chefe da exploração inicial. Nesse sentido, o trecho da letra [E], que versa sobre a fertilidade do solo brasileiro, melhor se encaixa na ideia do texto.

(8)

Colégio Santa Dorotéia 8 8 8 8 Resposta da questão 8: [D]

Somente a alternativa [D] está correta. A questão aponta para o período Pré-Colonial, 1500-1530. A viagem de Vasco da Gama nas Índias em 1498 deu um lucro exorbitante para a nação portuguesa. Assim, o rei de Portugal Dom Manuel “o Venturoso” criou uma expectativa muito grande em relação à viagem de Pedro Alvares Cabral ao Brasil. No entanto, os portugueses não encontraram riqueza fácil, tais como ouro, prata, especiarias, entre outras riquezas. Devido ao grande lucro do comércio das especiarias no Oriente, Portugal deixou o Brasil em segundo plano. Caracterizou este contexto o aproveitamento do pau-brasil através da exploração do trabalho indígena conhecido como escambo.

Resposta da questão 9:

[D]

Os portugueses enxergaram os indígenas de maneira etnocêntrica, medindo o povo indígena a partir dos seus próprios valores. Por isso, a crítica à falta de fé, lei e rei.

Resposta da questão 10:

[E]

Somente a proposição [E] está correta. A questão remete ao período Pré-Colonial que ocorreu no Brasil entre 1500-1530. As Grandes Navegações que ocorreram ao longo do século XV foram importantes para angariar recursos para os Estados Modernos. Desta forma, já havia dentro destas navegações ideias mercantilistas, ou seja, buscar metais preciosos e especiarias para a Europa. A viagem de Vasco da Gama, que chegou às Índias em 1498, foi coroada de êxito dando um lucro exorbitante para Portugal. Assim, foi criada a mesma expectativa quanto à viagem de Cabral ao Brasil em 1500. Conforme relata a Carta de Caminha, não havia riqueza no Brasil, ou seja, metais preciosos e especiarias e que o melhor a fazer seria a catequese dos índios. O sucesso da viagem de Vasco da Gama e o fracasso da viagem de Cabral explicam o relativo descaso de Portugal em relação ao Brasil priorizando, então, o comércio das especarias no oriente. Daí o período Pré-Colonial.

Referências

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