FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA
Câmara Municipal: Lisboa
Referência Data de entradaDistribuidor: EDP - Distribuição
Serviços externos da DGGE
Direção-geral dos espetáculos
1 - Requerente:
1.1 - Nome: Edifício 1904, Lda.
NIF 513 475 613
1.2 - Morada:
Rua Tenente Raul Cascais, n.º 7, R/C
1250-268 Lisboa
2 - Instalação:
2.1 - Local: Rua da Manutenção nº.67 e Rua do Grilo n.º133-137
2.2 – Freguesia:
Beato
2.3 – Concelho:
Lisboa
2.4 – Categoria da instalação: Tipo C
2.5 – Descrição sumária: Alterações no decurso da obra de ampliação de
edifício de armazéns.
3 – Técnico responsável pela elaboração do projeto:
3.1 – Nome: Jorge Manuel Carlos Maia
3.2 – Morada:
Rua da Escola, lote 85 r/c dir.
2410-534 Leiria
Telefone: 919432121
3.3 – Número de identificação da OET: 11669
4 – Transmitação do processo:
4.1 – Distribuição de energia: EDP - Distribuição
4.2 – Serviços externos da Direção Geral de Geologia e Energia:
4.3 – Direção geral dos espetáculos:
Termo de Responsabilidade Por Projeto
(de acordo com minuta regulamentar Dec.Lei N.º 517/80)
Eu, abaixo-assinado Jorge Manuel Carlos Maia, Engenheiro Técnico Eletrotécnico, inscrito na
Ordem dos Engenheiros Técnicos com o n.º 11669, portador do cartão de cidadão n.º 10980795,
com validade até 19/06/2019, com morada em Rua da Escola, lote 85, r/c dir., Leiria, autor da
projeto de alterações no Decurso da Obra, situado em Rua da Manutenção nº.67 e Rua do Grilo
n.º133-137, freguesia de Beato, concelho de Lisboa, declaro que nele se observaram as
disposições regulamentares em vigor, bem como outra legislação aplicável.
Declaro também que esta minha responsabilidade terminará com a aprovação do projeto ou dois
anos após a sua entrega ao proprietário da instalação, caso o projeto não seja submetido a
aprovação.
Data: 2017-11-06
_____________________________
(Jorge Manuel Carlos Maia)
JORGE
MANUEL
CARLOS MAIA
Digitally signed by
JORGE MANUEL
CARLOS MAIA
Date: 2017.11.15
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Projeto de alterações no decurso da obra
Eletricidade
Memória Descritiva e
Justificativa
Índice
1 - Introdução...3
2 - Legislação aplicável...3
2.1 - Materiais...3
3 - Classificação da instalação...3
3.1 - Classificação em termos de utilização...3
3.2 - Lotação da instalação...3
3.3 - Classificação em função das condições ambientais...3
3.3.1 - Índices de proteção...4
4 - Dimensionamento...4
4.1 - Alimentação de energia elétrica...4
4.2 - Potência prevista...4
4.3 - Estrutura das instalações coletivas e entradas...4
4.4 - Constituição da instalação...4
5 - Portinhola...5
6 - Quadro de centralização de contagem...5
6.1 - Caixa de corte geral...5
6.2 - Caixa de barramento...5
6.3 - Caixa de proteção de saídas...6
6.4 - Caixa de contagem...6
7 - Corte Geral...6
8 - Quadros elétricos...6
8.1 - Equipamento elétrico dos quadros...6
8.2 - Aparelhagem elétrica de proteção...7
8.3 - Aparelhos de corte ou de comando...7
9 - Canalizações...7
10 - Proteção das canalizações...8
11 - Circuitos...9
11.1 - Circuitos de tomadas...9
11.2 - Circuitos de Iluminação...9
11.2.1 - Iluminação de segurança...10
11.3 - Circuitos de Ventilação...10
12 - Verificação da condição de queda de tensão...10
13 - Cálculo da corrente de curto-circuito...10
14 - Volumes...10
15 - Ligações equipotencial...11
15.1 - Casas de banho e balneários...11
15.2 - Restantes zonas...11
16 - Sistema de proteção das pessoas...12
16.1 - Proteção contra contactos diretos...12
16.2 - Proteção contra contactos indiretos...12
17 - Circuito de Terra...12
17.1 - Esquema de ligação (Regime TT)...12
17.2 - Condutores de proteção...12 17.3 - Sistema de terras...13 17.4 - Elétrodos de terra...13 18 - Omissões...13 19 - Disposições gerais...14 19.1 - Material a aplicar...14
1 - Introdução
A presente memória descritiva e justificativa diz respeito à instalação de utilização de energia elétrica referente a alterações no decurso da obra de um edifício destinado a armazéns, sendo o requerente Edifício 1904, Lda., situado em Rua da Manutenção nº.67 e Rua do Grilo n.º133-137, freguesia de Beato e concelho de Lisboa.
A instalação é alimentada por uma rede de distribuição de serviço público em Baixa Tensão, enquadrando-se num projeto do tipo C.
O projeto atual pretende ser um retificativo ao projeto aprovado com o número de Processo PJ2016010020, cujo NIP 2946842. As alterações são ao nível de arquitectura, alterações de circuitos e nova disposição dos equipamentos eléctricos, não sendo alterada a potência da instalação.
Foi também retirada a fonte de segurança, visto esta já não ser necessária.
2 - Legislação aplicável
O projeto e execução das instalações devem obedecer às Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão (RTIEBT), estabelecidas na Portaria n.º 949-A/2006 de 11 de Setembro aprovada pelo Decreto-Lei n.º 226/2005 de 28 de Dezembro. De acordo com as boas regras da arte e tendo também em atenção o aspeto económico.
Normas Portuguesas, as recomendações técnicas da IEC e demais regulamentação aplicável.
Determinações das empresas fornecedoras de energia elétrica e respetivas Direções Regionais de Energia e Geologia.
2.1 - Materiais
Os materiais a aplicar em qualquer parte da instalação elétrica, deverão obedecer às normas e regulamentos aplicáveis, nomeadamente da portaria n.º 949-A/2006 (RTIEBT), ou não sendo especificados neste diploma, deverão obedecer aos documentos de harmonização relevantes do Comité Europeu de Normalização Eletrotécnica (CENELEC) e da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC).
Todos os materiais deverão possuir a marca CE.
Os materiais a empregar nas instalações deverão ter e conservar, de forma durável, características elétricas, mecânicas, físicas e químicas adequadas às condições a que podem estar submetidos em funcionamento normal ou anormal previsível.
Os materiais não deverão, ainda, pelas suas características físicas ou químicas, provocar nas instalações danos de natureza mecânica, física, química ou eletrolítica, nem causar perturbações nas instalações vizinhas (secção 5 das RTIEBT e NP EN 60529 e NP EN 50102).
3 - Classificação da instalação
3.1 - Classificação em termos de utilização
A instalação destina-se a um estabelecimento recebendo público do tipo estabelecimento comercial, constituída pelo piso 0, piso 1, piso 2 e piso Lojas, com zonas de armazém e zonas administrativas.
3.2 - Lotação da instalação
Para o edifício prevemos uma ocupação compreendida entre 200 a 500 pessoas, enquadrando-se num edifício recebendo publico de 3ª categoria.
3.3 - Classificação em função das condições ambientais
acordo com o ponto 32 das RTIEBT.
3.3.1 - Índices de proteção
A seleção e instalação dos equipamentos deve ser efetuada segundo a classificação apresentada, de acordo com a secção 512 das RTIEBT, tendo em conta a presença de água e de corpos sólidos, respeitando a classificação do quadro 51A (AD e AE) do ponto 512.2.4 das RTIEBT.
Os equipamentos deverão estar de acordo com a norma EN 60529, que define o grau IP, que caracteriza a capacidade de um material em suportar influências de penetrações de corpos sólidos, proteção das pessoas e penetração de água, bem como da norma EN 50102, que define o código IK, que caracteriza a capacidade de um material resistir a impactos mecânicos.
Todos os dispositivos devem respeitar as características de IP e IK mínimo de acordo com a classificação do local em causa e a classificação geral da instalação.
4 - Dimensionamento
4.1 - Alimentação de energia elétrica
A alimentação da instalação será efetuada através de rede de BT do distribuidor público.
Será previsto um ramal destinado ao troço comum da instalação coletiva, interligando a rede pública com o quadro de centralização de contagem, prevendo-se a instalação de portinhola a localizar no limite da propriedade, de acordo com as peças desenhadas.
A distribuição de energia elétrica às frações do edifício, a jusante do quadro de centralização de contagem, desenvolve-se em regime BTN – Baixa Tensão Normal, com potências iguais ou inferiores a 41,4kVA.
A rede de alimentações de energia elétrica deve respeitar o diagrama de quadros apresentado nas peças desenhadas.
4.2 - Potência prevista
Para a alimentação da rede de distribuição em baixa tensão prevemos a seguinte distribuição de potências:
Fração Potência (kVA) Quantidade(un) simultaneidadeCoeficiente de Potência Total (kVA)
Armazéns 20,7 3 1 62,1
Serviços Comuns 34,5 1 1 34,5
96,6
4.3 - Estrutura das instalações coletivas e entradas
A estrutura das instalações coletivas e entradas será constituída por entrada derivada diretamente do quadro de centralização de contagem (QCC), alimentando o quadro de serviços comuns e as frações de armazém.
4.4 - Constituição da instalação
A instalação da energia elétrica é constituída por: a) Portinhola;
b) Quadro de centralização de contagem; c) Corte geral da instalação;
d) Quadros elétricos;
e) Canalizações elétricas (condutores, cabos, tubagens, caminho de cabos, etc); f) Aparelhagem elétrica;
g) Aparelhagem elétrica de proteção da canalização, pessoas e bens; h) Rede de Terras.
O equipamento a utilizar nas instalações coletivas e entradas ligadas à rede de distribuição em esquemas de ligações à terra TT devem ser da classe II de isolamento, de acordo com o ponto 803.2.2 das RTIEBT e satisfazendo as condições indicadas no ponto 413.2 das RTIEBT.
5 - Portinhola
A portinhola deve estabelecer a ligação da instalação à rede pública e proteger o ramal contra sobreintensidades, devendo possuir as seguintes características:
a) Caixa do tipo invólucro em material isolante; b) Respeitar a norma EN 61439;
c) Classe de isolamento II; d) IP44 e IK09.
Considerando a potência da instalação coletiva requerida, será prevista a instalação de uma Portinhola do tipo P400 para proteção do ramal do troço comum.
6 - Quadro de centralização de contagem
O quadro de centralização de contagem deverá ficar localizado no interior e na zona comum do edifício, próximo da entrada normal e de modo facilmente acessível.
O quadro de centralização de contagem deve ser de classe II de isolamento e obedecer à norma EN 61439.
O quadro de centralização de contagem será constituído por: a) Caixa de corte geral;
b) Caixa de barramento;
c) Caixa de proteção de saídas; d) Caixa de contagem;
e) Caixa de bornes de saída.
6.1 - Caixa de corte geral
Esta caixa destina-se ao alojamento do dispositivo de corte geral da instalação elétrica, devendo ser de corte simultâneo em todos os condutores ativos do tipo tetrapolar e possuir uma corrente estipulada Ib superior à corrente prevista.
A caixa de corte geral deve ser de classe II de isolamento.
6.2 - Caixa de barramento
A caixa de barramento destina-se a alojar o barramento que recebe a energia do dispositivo de corte e que distribui a energia pelas colunas ou entradas, devendo ser constituído por barras de cobre adequadas à corrente de serviço. As barras devem ser marcadas de acordo com a função de cada uma:
a) Fases com L1, L2 e L3; b) Neutro com N;
c) Proteção com PE.
6.3 - Caixa de proteção de saídas
As caixas de proteção das saídas destinam-se alojar as proteções contra sobreintensidades das colunas ou entradas, através de fusíveis de alto poder de corte do tipo gG.
A marcação das caixas de proteção deverá ser realizada de acordo com o Decreto-Lei 6/2008 e a norma EN 61439, devendo conter os seguintes elementos:
a) Marca CE, de conformidade; b) Indicação do IP e IK;
c) Classe II de isolamento;
d) Tipo de quadro e marca do fabricante;
e) Identificação dos circuitos de entrada e saída.
6.4 - Caixa de contagem
As caixas de contagem destinam-se a alojar os contadores de cada fração.
O visor do contador deve ficar localizado, em regras, entre 1 metro a 1,70 metros do pavimento de acordo com ponto 803.5.8.3 das RTIEBT, e devem possuir as seguintes características:
a) Caixa do tipo invólucro do tipo metálico ou não metálico; b) Classe de isolamento II.
7 - Corte Geral
Considerou-se a instalação de botoneiras de corte geral, na fração armazém 3, junto aos acessos, permitindo que seja efetuado o corte de energia geral da instalação. Nas restantes frações, como o quadro elétrico de entrada se encontra junto ao acesso principal, não foi prevista botoneira de corte geral.
8 - Quadros elétricos
Os quadros devem ser da classe II de isolamento, ou equivalente, de acordo com as RTIEBT e obedecer à norma EN 61439.
Os quadros e os dispositivos de seccionamento, comando e proteção dos circuitos devem ser inacessíveis ao público, só podendo ser manobrados por pessoas qualificadas (BA5) ou por pessoas instruídas (BA4), devidamente autorizadas.
Os quadros devem ser instalados em locais adequados e de fácil acesso, para que os aparelhos neles montados fiquem, em relação ao pavimento, em posição facilmente acessível, de acordo com as peças desenhadas.
Os quadros elétricos quando instalados no interior de armários técnicos, devem ficar devidamente assinalados no exterior através de sinalética apropriada. Para os casos em que o quadro elétrico de entrada não se encontra junto ao acesso normal da instalação, deverá ser instalado uma botoneira de disparo associada ao interruptor de corte geral da instalação.
Os quadros deverão ter capacidade adequada para a aparelhagem prevista, assim como devem ser salvaguardadas reservas em quantidade suficiente.
A localização dos quadros elétricos é a indicada nas peças desenhadas.
8.1 - Equipamento elétrico dos quadros
Os quadros elétricos devem ser constituídos pelos seguintes elementos:
a) Invólucro com índice de proteção mínimo adequado ao local onde estão localizados, constituído preferencialmente por material isolante, não propagador de chama como o
prescrito pela NP-1073;
b) Os quadros deverão ser embebidos nas paredes. De forma, a conseguirem manter-se na posição adequada, recorrendo a dispositivos de robustez suficiente para suportar as solicitações normais resultantes da manobra dos aparelhos instalados;
c) Cada quadro deverá ser equipado com um interruptor geral de corte omnipolar;
d) Os barramentos devem ter tantos ligadores de aperto por parafuso quantos os condutores a ligar, estabelecendo um bom contacto elétrico e mecânico, para evitar quedas de tensão e aquecimentos excessivos;
e) Os barramentos devem ficar bem assinalados, quanto à representação da fase correspondente, com as iniciais L1, L2 e L3. Ao neutro deve ser atribuído a letra N e a terra deve ser identificada pelas cores verde/amarelo ou pelo símbolo de terra;
f) Proteção dos circuitos contra sobrecargas ou curto-circuitos realizados por disjuntores de corte unipolar, do tipo modular, com calibre/poder de corte/curva de disparo de acordo com as peças desenhadas. Os disjuntores serão do tipo modular fixados por aperto elástico sobre a calha “DIN” em perfilado com curvas de disparo do tipo "C" (disparo magnético a cerca de 5 In), salvo indicação contrária;
g) As ligações internas devem ser executadas com condutores isolados do tipo H07Z1-K; h) Cada circuito será identificado por etiqueta durável especificando a sua função que satisfaça
as normas EN60073 e EN60447;
i) O esquema elétrico deverá estar atualizado.
8.2 - Aparelhagem elétrica de proteção
Os circuitos finais devem ser protegidos contra contactos indiretos através de interruptores diferenciais para assegurar a proteção das pessoas. Os circuitos para a alimentação dos quadros a montante são protegidos por disjuntores visto que a proteção diferencial será feita nos circuitos do quadro respetivo.
8.3 - Aparelhos de corte ou de comando
Os aparelhos de corte ou de comando de uma canalização a dois condutores ativos, deverão cortar os dois simultaneamente, expecto se um dos condutores ativos for o neutro, caso em que o corte poderá ser feito apenas no condutor de fase. Os aparelhos de corte ou de comando de uma canalização a três ou quatro condutores ativos, em que um seja o neutro, poderão cortar os condutores de fase simultaneamente ou separadamente, exceto quando o neutro seja também cortado, caso em que deverá ser feito o corte simultâneo de todos os condutores.
Nos circuitos em que haja motores trifásicos o corte deve ser simultâneo. Os aparelhos de corte ou de comando deverão ser estabelecidos para que essa ação tenda a mantê-los, quando abertos, nessa posição.
Os aparelhos de corte ou de comando deverão ser estabelecidos, sempre que possível, de modo que os contactos móveis fiquem sem tensão, quando na posição de desligados. Deverão ser previstos aparelhos de corte ou comando em todos os elementos dos circuitos que se pretendam ligar ou desligar independentemente das outras partes da instalação.
9 - Canalizações
As canalizações devem ser do tipo descrito pelo ponto 803.4.3 das RTIEBT. As condutas devem obedecer ao descrito pelo ponto 803.4.4 das RTIEBT.
As canalizações utilizadas nos estabelecimentos recebendo público não devem ser propagadoras de chama de acordo com o ponto 801.2.1.1.4 das RTIEBT.
As entradas devem obedecer ao descrito pelo ponto 803.5 das RTIEBT.
instruções do fabricante.
Nos atravessamentos dos elementos da construção, as canalizações que possuam condutas com IK inferior a IK07 devem ser dotadas de proteção suplementar.
As condutas instaladas durante a execução dos elementos de construção terão de ter IK superior a IK07, ou inferior caso não sejam sujeitas a ações mecânicas.
Nas calhas em que as tampas sejam desmontáveis sem auxílio de ferramentas, não são permitidas ligações, exceto se as calhas possuírem dispositivos de proteção suplementar .
Nas canalizações enterradas devem ser respeitados os pontos 521.9.6 das RTIEBT e respetivas alíneas a), b) e c).
As calhas metálicas devem ser montadas recorrendo a acessórios apropriados recomendados pelo fabricante, assim como deverá ser executada a ligação equipotencial das mesmas.
Nas canalizações enterradas devem ser utilizados tubos com IK mínimo 08.
10 - Proteção das canalizações
Nestas instalações, os aparelhos de proteção contra sobreintensidades são do tipo disjuntores e fusíveis, de acordo com a secção 43 e 432.1 das RTIEBT.
Os aparelhos que são utilizados nestas instalações asseguram simultaneamente a proteção contra sobrecargas e contra curto-circuitos pois possuem poder de corte capaz de eliminar, com segurança, a corrente de curto-circuito previsível no ponto da instalação em que estão estabelecidos, de acordo com a secção 433.2 e 434.3 das RTIEBT.
Assim o Poder de Corte dos disjuntores não poderá ser inferior ao indicado nos esquemas dos Quadros Elétricos, cumprindo a secção 434.3.1 das RTIEBT.
A proteção contra sobreintensidades nas canalizações apenas é feita nos condutores de fase e no início dessa canalização.
A proteção contra sobrecargas nas canalizações, de acordo com a secção 433.2 das RTIEBT, é garantida verificando-se simultaneamente as duas condições seguintes:
IB ≤ In ≤ Iz I2 ≤ 1,45xIz em que:
In - Intensidade de corrente nominal do aparelho de proteção; IB - Intensidade de corrente de serviço;
Iz - Intensidade de corrente máxima admissível na canalização;
I2 - Intensidade de corrente convencional de funcionamento do aparelho de proteção.
Os condutores de proteção serão do mesmo tipo e do mesmo material dos condutores ativos das canalizações a que dizem respeito e, devem fazer parte integrante das mesmas. Assim, nas canalizações executadas com cabos o condutor de proteção será incorporado no próprio cabo. Serão levados em linha de conta os seguintes aspetos:
• Os fatores de correção em função da temperatura máxima previsível de
funcionamento e da proximidade de várias canalizações (FC);
• A queda de tensão máxima admissível em função do comprimento e utilização dos
circuitos;
• Corrente máxima admissível no cabo (Iz);
Será considerado como condições de arranque dos motores, para o cálculo das canalizações de alimentação, a seguinte expressão:
Ieq = In + 1/3 Ia em que:
Ieq - Intensidade de corrente equivalente do motor, para efeitos de dimensionamento da canalização;
In - Intensidade de corrente nominal do motor; Ia - Intensidade de corrente de arranque do motor.
11 - Circuitos
Os circuitos que alimentam os locais não acessíveis ao público devem ser comandados e protegidos por dispositivos independentes dos destinados a protegerem os circuitos que alimentem os locais acessíveis ao público, com as exceções previstas no ponto 801.2.1.1.1 das RTIEBT.
As instalações de segurança devem ser distintas das restantes.
Visto que na instalação em causa não é previsível que a corrente máxima suscetível de percorrer o condutor neutro em serviço normal, incluindo a das eventuais harmónicas, não seja superior à corrente admissível correspondente à da secção reduzida do condutor neutro, o condutor de neutro pode ter uma secção inferior à secção dos condutores de fase, de acordo com o estabelecido no ponto 524.3 das RTIEBT, e atendendo à alínea b) do ponto 524.2 das RTIEBT. O equilibro de fases deverá ser garantido.
11.1 - Circuitos de tomadas
Os circuitos de tomadas foram previstos na base de que a queda de tensão na extremidade do circuito deve ser inferior a 5%. Todos os circuitos de tomadas devem ser dotados de condutor de proteção.
Nas zonas onde o público tenha acesso as tomadas a utilizar devem ser de alvéolos protegidos para circuitos de corrente estipulada de 16A.
Tomadas de corrente estipulada ≤ 20A situadas no exterior, bem como as tomadas suscetíveis de alimentarem equipamentos móveis utilizados no exterior devem ser protegidos por diferenciais com sensibilidade mínima de 30mA (ponto 471.2.3 das RTIEBT).
As tomadas instaladas nas paredes devem estar a uma distância mínima de 50mm para Ib≤32A e 12mm para Ib>32A (ponto 555.5 das RTIEBT).
Nos estabelecimentos recebendo público nas zonas onde o público tenha acesso às tomadas, devem ser utilizadas “tomadas com obturadores” para corrente estipulada não superior a 16A, caso a corrente estipulada seja superior as tomadas devem ser dotadas de tampa e limitadas às utilizações previstas (ponto 801.2.1.6 das RTIEBT).
A secção dos condutores dos circuitos finais devem ser determinados em função das potências previsíveis, com os valores mínimos estabelecidos no ponto 524 das RTIEBT.
11.2 - Circuitos de Iluminação
Os circuitos de iluminação foram previstos na base de que a queda de tensão na extremidade do circuito deve ser inferior a 3%.
A instalação elétrica deve ser concebida por forma a que a avaria de um ponto de luz ou a falha do respetivo circuito não deixe esses locais integralmente sem iluminação normal e a iluminação normal não pode depender de um só dispositivo diferencial.
Nos locais acessíveis ao público os comandos funcionais devem ser inacessíveis.
A alimentação das instalações de segurança deverá ser executada de tal forma que, não podem ser intercalados nos circuitos quaisquer aparelhos de corte ou proteção, com exceção dos que se encontrem no quadro.
inferior a IK07.
Os aparelhos de iluminação apenas devem ser alimentados por um único circuito, exceto se o outro for de segurança.
A montagem dos suportes de lâmpadas sobre materiais combustíveis deve ser evitado. Quando houver necessidade de o fazer deve-se evitar a transmissão perigosa do calor ou a queda das lâmpadas.
Os aparelhos de iluminação equipados com lâmpada fluorescente devem recorrer à utilização de balastro do tipo eletrónico.
Os aparelhos de iluminação normal acessível aos utentes devem, em regra, ser do tipo fixo.
11.2.1 - Iluminação de segurança
As canalizações das instalações de segurança não devem ter quaisquer dispositivo de proteção ao longo do seu percurso.
Os blocos autónomos devem dispor de um dispositivo que os coloque em estado de “repouso” ou de “vigilância”.
As derivações que alimentem os blocos autónomos devem ser feitas a jusante do dispositivo de proteção e a montante do dispositivo de comando da iluminação normal do local ou do caminho de evacuação onde estiverem instalados os blocos autónomos.
A iluminação de segurança em caso de avaria da iluminação normal, deve permitir a evacuação segura e fácil para o exterior.
A iluminação de segurança projetada é do tipo B. Estes sistemas devem ser alvo de ações de manutenção.
11.3 - Circuitos de Ventilação
A alimentação elétrica de todos os equipamentos de ventilação das instalações sanitárias e copas será efetuada a partir do quadro elétrico especifico de acordo com as peças desenhadas.
12 - Verificação da condição de queda de tensão
Os cálculos das quedas de tensão são apresentados em Anexo.
As quedas de tensão máximas admissíveis são as indicadas no quadro 52O pertencente ao ponto 525 das RTIEBT.
Utilização Iluminação Outros usos
Instalações alimentadas diretamente da rede de distribuição em BT 3 % 5 %
Instalações alimentadas a partir de um PT - MT/BT 6 % 8 %
13 - Cálculo da corrente de curto-circuito
As correntes de curto-circuito são apresentadas no quadro de cálculo em anexo. O poder de corte para os aparelhos de proteção deverá estar de acordo com o estabelecido nos esquemas elétricos dos quadros.
14 - Volumes
Nas casas de banho e semelhantes deverá ser levado em conta o ponto 701 das RTIEBT, devendo ser respeitado os volumes à volta dos bordos livres da banheira ou da bacia do chuveiro, segundo as figuras 701A, 701B, 701C e 701E conforme a situação em causa.
a) Canalizações elétricas do tipo embebido, constituídas por cabos isolados e de acordo com o descrito no ponto 701.52 das RTIEBT;
b) Não pode ser instalado qualquer aparelho de comando ou de alimentação.
Os equipamentos elétricos usados nas casas de banho de acordo com o ponto 701.512.2 das RTIEBT, devem obedecer ás seguintes indicações:
a) Ligação equipotencial suplementar de acordo com o Anexo I do ponto 701 das RTIEBT; b) Elemento condutor a ligar à ligação equipotencial de acordo com o anexo II do ponto 701 das
RTIEBT.
As tomadas de corrente aplicadas nas casas de banho devem ser equipadas com alvéolos protegidos. Os aparelhos de iluminação não podem ter suportes metálicos.
15 - Ligações equipotencial
Em cada edifício devem ser ligados à ligação equipotencial principal os seguintes elementos condutores de acordo com o ponto 413.1.2 das RTIEBT:
a) Condutor principal de proteção;
b) Condutor principal de terra ou o terminal principal de terra;
c) Canalizações metálicas de alimentação do edifício e situadas no interior (por ex. de água e gás);
d) Elementos metálicos da construção e as canalizações metálicas de aquecimento central e de ar condicionado.
15.1 - Casas de banho e balneários
Nas casas de banho deve ser feita uma ligação equipotencial suplementar que interligue todos os elementos condutores existentes nos volumes 0, 1, 2 e 3 com os condutores de proteção dos equipamentos colocados nesses volumes.
A ligação equipotencial deve ser feita através de condutor de coloração verde-amarelo de 2,5mm2 protegido mecanicamente em condutas ou calhas isolantes, ou com condutor de 4mm2 se não for protegido mecanicamente e se for fixado aos elementos de construção.
As ligações equipotencial devem ficar acessíveis, para que a continuidade da ligação possa ser verificada.
Elementos condutores a ligar à ligação equipotencial:
e) Canalizações metálicas de água quente, de água fria e de esgoto (alínea a) do ponto II.2 -Anexo II do ponto 701.71.2 das RTIEBT);
f) As aberturas de ventilação mecânica e respetivas condutas metálicas.
g) O corpo dos equipamentos sanitários metálicos (corpo das banheiras e tubo de escoamento ou sifão (alínea b) do ponto II.2 - Anexo II do ponto 701.71.2 das RTIEBT).
h) Todos os restantes elementos condutores, tais como aros metálicos das portas e das janelas e restantes caixilharias metálicas, assim como os elementos aquecedores, sendo suficiente ligar umas das canalizações de entrada ou saída (alínea c) do ponto II.2 - Anexo II do ponto 701.71.2 das RTIEBT).
Não é necessário ligar à rede equipotencial os radiadores alimentados por canalizações isolantes. É proibido ligar os invólucros metálicos dos aparelhos da classe II de isolamento.
15.2 - Restantes zonas
Elementos metálicos que devem ser ligados à rede equipotencial:
b) Canalizações metálicas, devendo as canalizações metálicas de chegada serem ligadas entre si, para constituírem elementos com o mesmo potencial;
c) Massas metálicas dos equipamentos de climatização e outros; d) Elementos metálicos de suporte de tetos falsos.
16 - Sistema de proteção das pessoas
A proteção das pessoas, faz-se por dois processos: a) Contra contactos diretos;
b) Contra contactos indiretos.
16.1 - Proteção contra contactos diretos
A proteção contra contactos diretos, é garantida pelo cumprimento do ponto 412 das RTIEBT, através de proteção por:
a) Isolamento das partes ativas; b) Meio de barreiras ou de invólucros.
Os quadros elétricos que possuam barramentos devem ser dotados de proteções adequadas, para proteger o contacto com os barramentos, assim como a introdução de peças que possam efetuar o curto-circuito entre barras. Os quadros devem ser dotados de espelhos montados convenientemente para proteger o contacto com as partes ativas dos dispositivos de manobra e proteção dos circuitos.
16.2 - Proteção contra contactos indiretos
A proteção contra contactos indiretos é garantida através do cumprimento do ponto 413 das RTIEBT, através de proteção por:
a) Corte automático da alimentação, utilizando interruptores diferenciais; b) Utilização de equipamentos da classe II ou por isolamento equivalente; c) Separação elétrica;
d) Utilização de tomadas de alvéolos protegidos e borne de terra do tipo “schuko”, com alvéolos protegidos;
O sistema de proteção das pessoas adotado contra contactos indiretos é o TT, por isso faz-se a ligação direta das massas à terra e emprego de um aparelho de corte automático associado, sensível à corrente diferencial residual.
A ligação das massas à terra deve ser feita, por regra, ao ligador de massa do quadro de entrada. Devem ser efetuadas ligações equipotencial entre elementos metálicos que estejam suscetíveis a ficar sobre tensão, de forma a evitar o aparecimento de tensões perigosas entre os elementos.
17 - Circuito de Terra
17.1 - Esquema de ligação (Regime TT)
O esquema de ligação à terra previsto para a instalação é o esquema TT. Este tipo de ligação à terra tem um ponto de alimentação ligado à terra, sendo as massas da instalação elétrica ligadas à rede de terras. O condutor de proteção terá o símbolo PE.
17.2 - Condutores de proteção
Secções mínimas (mm2) dos condutores de proteção: a) SF ≤ 16 → SPE = SF;
c) SF > 35 → SPE = SF/2.
Os condutores que não façam parte da canalização principal devem ter uma secção não inferior a 2,5mm2 (em cobre e com proteção mecânica) ou a 4mm2 no caso contrário.
17.3 - Sistema de terras
Prevê-se a instalação de um sistema de terras no edifício a qual ligará aos barramentos gerais de terras de proteção do edifício (BGTPE), onde se encontra incluído o ligador amovível, a partir dos quais sairão os cabos para o barramento de terras do Quadro Elétrico do Edifício e para o barramento de terras de Telecomunicações.
Através do barramento de terras do Quadro Elétrico do Edifício far-se-á a ligação à terra de todos os restantes quadros elétricos, bem como todas as partes metálicas normalmente sem tensão.
A partir dos diversos quadros elétricos a rede de terras de proteção será constituída pelo condutor de proteção existente em todos os circuitos com isolamento de cor verde/amarela.
As ligações entre os circuitos de terras principais e, entre estes e as derivações deverão ser efetuadas de modo a que ofereçam o mínimo de resistência elétrica, assegurem um bom contacto e não sejam deterioradas facilmente por ações corrosivas.
A seleção e a instalação dos equipamentos que garantam a ligação à terra devem obedecer ao estabelecido pelo ponto 542 das RTIEBT. O valor de resistência da ligação deve estar de acordo com as regras de proteção e de funcionamento da instalação, as correntes de defeito à terra e as correntes de fuga possam circular, sem perigo, nomeadamente no que respeita às solicitações térmicas, a solidez e a proteção mecânica devem ser garantidas em função das condições previstas de influência externas.
17.4 - Elétrodos de terra
O elétrodo de terra das massas deve ser interligado com o barramento de terras do quadro de entrada e com as restantes ligações à terra das massas, previstas nas regras técnicas.
Os elétrodos serão constituídos por varetas de cobre ou aço revestido de cobre com 2 m de comprimento e 15 mm de diâmetro exterior, revestidos com uma camada de 0,7 mm de espessura em cobre ou por chapas de cobre com 3 mm de espessura e a superfície de contacto dos chapas não deve ser inferior a 1 m².
As chapas, varetas, tubos e perfilados deverão, em regra, ficar enterrados verticalmente no solo, a uma profundidade tal que entre a superfície do solo e a parte superior do elétrodo haja uma distância mínima de 0,8 m, e que a secagem e gelo não provoquem o aumento do valor da resistência de terra. Os elétrodos deverão ser enterrados em locais tão húmidos quanto possível, de preferência em terra vegetal, fora de zonas de passagem, e enterrados a distância conveniente de substâncias corrosivas, que possam infiltrar-se no terreno.
As ligações dos cabos de terra aos elétrodos serão efetuadas por intermédio de soldadura forte ou dispositivo mecânico de aperto que garanta resistência elétrica e mecânica equivalente.
As ligações e derivações nos cabos enterrados serão obtidas por meio de soldaduras pré-moldadas do tipo aluminotérmico e eletrogénea.
18 - Omissões
Toda a instalação deverá ser executadas de acordo com os cálculos e desenhos que constituem o presente projeto, seguindo-se sempre toda a legislação em vigor.
Em tudo o que se encontrar omisso ou menos claro, serão cumpridas as disposições regulamentares em vigor e o parecer da fiscalização.
19 - Disposições gerais
A execução, a ampliação, a modificação ou a manutenção das instalações elétricas devem ser efetuadas por pessoas classificadas como BA4 ou como BA5 (ponto 11.7 das RTIEBT).
19.1 - Material a aplicar
Os materiais a aplicar em qualquer parte da instalação elétrica, deverão obedecer às normas e regulamentos aplicáveis, nomeadamente da portaria n.º 949-A/2006 (RTIEBT), ou não sendo especificados neste diploma, deverão obedecer aos documentos de harmonização relevantes do Comité Europeu de Normalização Eletrotécnica (CENELEC) e da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC).
Leiria, 6 de Novembro de 2017 O Engenheiro Técnico Eletrotécnico
______________________________ JORGE MANUEL CARLOS MAIA (Inscrito na OET com o n.º 11669)
JORGE MANUEL
CARLOS MAIA
Digitally signed by JORGE MANUEL CARLOS MAIA Date: 2017.11.15 11:39:17 Z
ANEXO I - Folha de Cálculo de Canalizações eléctricas
Cabo Aplicação Ib (A) I´z (A) Tipo de cabo L (m) Ib (A) ≤In (A) ≤ I´z (A) k2 I2 (A) ≤ Solução
1 Portinhola – QCC 61 D 52-C30 96,6 139,43 254 1 0,8 203,2 70 XV 0,0225 33 400 0,64 0,64 139,43 ≤ 160 ≤ 203,2 1,6 256 ≤ 294,64 0,0212 8673,4 8673,4 10 4x (RZ1-K 1x70) C 10 178,89 2 QCC – QSC 5A B2 52-C14 34,5 49,8 80 1 1,00 80 16 RZ1-K 0,0225 8 400 0,49 0,49 49,8 ≤ 63 ≤ 80 1,6 100,8 ≤ 116 0,0225 4209,2 8177,8 6 RZ1-K 5G16 C 10 103,84 2.1 QSC – Q.ELEV 5A B2 52-C14 10 14,43 35 1 1,00 35 4 RZ1-K 0,0225 20 400 0,71 1,19 14,43 ≤ 25 ≤ 35 1,45 36,25 ≤ 50,75 0,2250 684,7 817,8 6 RZ1-K 5G4 C 10 65,42 3 QCC – QE-ARM1 5A B2 52-C14 20,7 29,88 60 1 1,00 60 10 RZ1-K 0,0225 17 400 0,99 0,99 29,88 ≤ 40 ≤ 60 1,6 64 ≤ 87 0,0765 1883,0 2405,2 6 RZ1-K 5G10 C 10 102,22 3.1 QE-ARM1 – Alim. VC1 13 a) E 52-C11 0,07 0,31 36 1 0,73 26,28 2,5 RZ1-K 0,0225 60 230 0,07 1,07 0,31 ≤ 4 ≤ 26,28 1,45 5,8 ≤ 38,11 1,0800 156,2 170,4 6 RZ1-K 3G2,5 DMT 13 196,58 4 QCC – QE-ARM2 5A B2 52-C14 20,7 29,88 60 1 1,00 60 10 RZ1-K 0,0225 14 400 0,82 0,82 29,88 ≤ 40 ≤ 60 1,6 64 ≤ 87 0,0630 2184,9 2920,6 6 RZ1-K 5G10 C 10 102,22 4.1 QE-ARM2 – Alim. VC1 13 a) E 52-C11 0,07 0,31 36 1 0,73 26,28 2,5 RZ1-K 0,0225 46 230 0,11 0,93 0,31 ≤ 4 ≤ 26,28 1,45 5,8 ≤ 38,11 0,8280 201,7 222,2 6 RZ1-K 3G2,5 DMT 13 196,58 5 QCC – QE-ARM3 5A B2 52-C14 20,7 29,88 60 1 1,00 60 10 RZ1-K 0,0225 18 400 1,05 1,05 29,88 ≤ 40 ≤ 60 1,6 64 ≤ 87 0,0810 1800,1 2271,6 6 RZ1-K 5G10 C 10 102,22 5.1 QE-ARM3 – QP1-ARM3 13 a) E 52-C11 4 17,39 86 1 0,73 62,78 10 RZ1-K 0,0225 44 230 1,50 2,55 17,39 ≤ 25 ≤ 62,78 1,45 36,25 ≤ 91,03 0,1980 612,9 929,3 6 RZ1-K 3G10 C 10 163,56 5.2 QE-ARM3 – QP2-ARM3 13 a) E 52-C11 4 17,39 86 1 0,73 62,78 10 RZ1-K 0,0225 44 230 1,50 2,55 17,39 ≤ 25 ≤ 62,78 1,45 36,25 ≤ 91,03 0,1980 612,9 929,3 6 RZ1-K 3G10 C 10 163,56 5.3 QE-ARM3 – QP3-ARM3 13 a) E 52-C11 4 17,39 86 1 0,73 62,78 10 RZ1-K 0,0225 44 230 1,50 2,55 17,39 ≤ 25 ≤ 62,78 1,45 36,25 ≤ 91,03 0,1980 612,9 929,3 6 RZ1-K 3G10 C 10 163,56 5.4 QE-ARM3 – Alim. UE 1 13 a) E 52-C11 4,58 6,61 32 1 0,73 23,36 2,5 RZ1-K 0,0225 44 400 1,14 2,19 6,61 ≤ 16 ≤ 23,36 1,45 23,2 ≤ 33,87 0,7920 205,8 232,3 6 RZ1-K 5G2,5 C 10 63,89 5.5 QE-ARM3 – Alim. UE 2 13 a) E 52-C11 5,49 7,92 32 1 0,73 23,36 2,5 RZ1-K 0,0225 44 400 1,36 2,42 7,92 ≤ 16 ≤ 23,36 1,45 23,2 ≤ 33,87 0,7920 205,8 232,3 6 RZ1-K 5G2,5 C 10 63,89 5.6 QE-ARM3 – Alim. UTAN 13 a) E 52-C11 1,54 2,22 32 1 0,73 23,36 2,5 RZ1-K 0,0225 44 400 0,38 1,43 2,22 ≤ 16 ≤ 23,36 1,45 23,2 ≤ 33,87 0,7920 205,8 232,3 6 RZ1-K 5G2,5 C 10 63,89 5.7 QE-ARM3 – Alim. UE UTAN 13 a) E 52-C11 1,55 2,24 36 1 0,73 26,28 2,5 RZ1-K 0,0225 44 400 0,39 1,44 2,24 ≤ 16 ≤ 26,28 1,45 23,2 ≤ 38,11 0,7920 205,8 232,3 6 RZ1-K 5G2,5 C 10 63,89 5.8 QE-ARM3 – Alim. VC 13 a) E 52-C11 0,07 0,31 36 1 0,73 26,28 2,5 RZ1-K 0,0225 44 230 0,11 1,16 0,31 ≤ 4 ≤ 26,28 1,45 5,8 ≤ 38,11 0,7920 205,8 232,3 6 RZ1-K 3G2,5 DMT 13 196,58
Notas:
Método de instalaçãoMétodo de Referência
Quadro de corrente admissíveis
Potência
(kVA) Iz (A) (1 cabo) n.º Cabos Paralelo Coeficiente de redução Secção (mm²) Material dos condutores ρ1(Ω.mm²/m) Tensão (V) ΔU (%)Parcial ΔU (%)Total 1,45 x I´z (A) Icc (calculo auxiliar) Icc mínimo (A) método A Icc mínimo (A) método B Icc (kA) Curva de disparo do disjuntor A A =Im/In L máx (m) (TT) Cu - Monocondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor Cu - Multicondutor
3 1 2 4 1 2 2 1 6 1 1 8 1 2 1 3 1 21 33 32 18 35 12 48 67 15 13 29 43 41 10 14 145 118 124
Planta de Localização *
N ú m e ro : 4 2 8 1 2 -2 0 1 5Projecção Hayford - Gauss, Datum 73, Elipsóide Internacional
OURTIME Rua do Grilo, 133-137 2000 Requerente: Morada: Escala 1: Beato Freguesia: Data de Emissão:20/07/2015 Fracção: