UNIVERDIADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE DIREITO
Programa de Mestrado e Pós-Graduação
Prof. Doutor Jacob Massuanganhe PhD, Politicas Públicas, Governação e Desenvolvimento Local
Director de Programas e do Mestrado - CPPPGL- UAN
https://sites.google.com/site/jacobmassuanganhe
Ponto de reflexão!
Ao longo do ano o administrador recebeu
informação do Governo Provincial para preparar a
visita do chefe do Estado e porque esta actividade
não estava planificada, o Administrador remeteu ao
gestor financeiro. Que precauções e como conciliar
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O espírito da lei é nas palavras mais pequenas e
simples
O Orçamento do Estado
O Orçamento do Estado
Orçamento de Estado é uma previsão, em
Orçamento de Estado é uma previsão, em
regra anual, das despesas a realizar pelo
regra anual, das despesas a realizar pelo
Estado e dos processos de as cobrir,
Estado e dos processos de as cobrir,
incorporando a autorização concedida ao
incorporando a autorização concedida ao
Governo e à Administração Financeira para
Governo e à Administração Financeira para
cobrar receitas
cobrar receitas e
e realizar despesas
realizar despesas e
e
limitando para o efeito os poderes
limitando para o efeito os poderes
financeiros da Administração em cada
financeiros da Administração em cada
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• É um instrumento que os governos utilizam para organizar os seus recursos financeiros;
• É uma lei constitucionalmente prevista que estima a receita e fixa a despesa para um exercício;
• É um instrumento utilizado pelos governos para demonstrar seus planos e programas de trabalho para um período de tempo.
Orçamento Público vs do Estado
“é parte de um processo de acção cooperativa no qual compromissos para contribuir com recursos unem-se aos compromissos para seu uso”.
Representa “um acordo antecipado sobre gastos e sobre as receitas”, que “tem duas vantagens: evita a contínua negociação sobre cada despesa e permite a cada membro do grupo planear actividades com a segurança de que os outros irão cooperar”.
O Orçamento do Estado (OE) é um quadro, geral e básico, de toda a Actividade Financeira do Estado, onde estão previstas as receitas por se cobrar e as despesas por se realizar
O Orçamento é simultaneamente uma previsão económica ou plano financeiro das receitas e despesas do Estado para o período de um ano; a autorização política deste plano visando garantir quer direitos fundamentais dos cidadãos, quer o equilíbrio e a separação de poderes e ainda a limitação dos poderes financeiros da Administração para o período orçamental.
A Constituição da República define no Artigo 104º que O
Orçamento Geral do Estado constitui o plano financeiro
anual ou plurianual consolidado do Estado e deve reflectir os objectivos, as metas e as acções contidos nos instrumentos de planeamento nacional.
O Orçamento Geral do Estado é unitário, estima o nível de
receitas a obter e fixa os limites de despesas autorizadas, em cada ano fiscal, para todos os serviços, institutos públicos, fundos autónomos e segurança social, bem como para as autarquias locais e deve ser elaborado de modo a que todas as despesas nele previstas estejam financiadas.
O Orçamento do
Quadro Macroeconómico
O Quadro Macroeconómico da proposta orçamental para o ano de 2011 é o seguinte:
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O Orçamento Geral do Estado (OGE) para o ano de 2011 foi
preparado num ambiente de recuperação dos efeitos da crise financeira que se abateu sobre a economia mundial em
2008/2009.
Com a Economia Nacional não tem sido diferente; ao longo do
primeiro semestre de 2010, os sectores apresentaram já sinais de recuperação da sua actividade económica, embora tímidos, depois do conturbado ano de 2009. Apesar dos constrangimentos – como o atraso nalguns pagamentos e a contracção no crédito à economia – nota-se que os piores momentos da crise ficaram ultrapassados. Assim, antecipa-se que em 2011 a economia nacional se
desenvolva num contexto totalmente diferente daqueles que foram os dois últimos anos.
No âmbito do Quadro Geral de enquadramento da proposta orçamental, o Estado assume um papel mais activo como
coordenador do processo de desenvolvimento. Assim, os principais objectivos prioritários para 2011 são os seguintes:
i. Promover a unidade e a coesão nacional e a consolidação da democracia e suas instituições;
ii. Garantir um ritmo elevado e sustentado de desenvolvimento económico, com estabilidade, transformação e diversificação das estruturas
económicas;
iii. Melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento humano dos angolanos;
iv. Estimular o sector privado e o empresariado nacional; e
v. Reforçar a inserção competitiva de Angola no contexto internacional.
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Dimensões e Funções do Orçamento (1)
Dimensões e Funções do Orçamento (1)
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Económica:
Económica: o orçamento constitui uma previsão de o orçamento constitui uma previsão de gestão orçamental e uma exposição do plano
gestão orçamental e uma exposição do plano financeiro do Estado.
financeiro do Estado.
facilita facilita a gestão dos dinheiro público, tomandoa gestão dos dinheiro público, tomando--a mais a mais
racional e eficiente. Por outras palavras, evita o improviso, racional e eficiente. Por outras palavras, evita o improviso, que e sempre uma causa de desperdício.
que e sempre uma causa de desperdício.
constitui constitui um elemento fundamental na definição e um elemento fundamental na definição e
execução da política económica e social do governo, e execução da política económica e social do governo, e
permite aos agentes económicos e a sociedade em geral permite aos agentes económicos e a sociedade em geral conhecer as principais linhas desta política através dos
conhecer as principais linhas desta política através dos Conselhos Consultivos de vários níveis.
Dimensões e Funções do Orçamento (2)
Dimensões e Funções do Orçamento (2)
Política
Política; o orçamento uma vez aprovado , e a ; o orçamento uma vez aprovado , e a
autorização política do plano financeiro. Autoriza autorização política do plano financeiro. Autoriza o governo a realizar certas despesas e a cobrar
o governo a realizar certas despesas e a cobrar determinadas receitas.
determinadas receitas.
garante garante que atribuição dos rendimentos dos cidadãos e a que atribuição dos rendimentos dos cidadãos e a
utilização do dinheiro público estão dependentes da aprovação utilização do dinheiro público estão dependentes da aprovação pelos representantes do povo na assembleia da república.
pelos representantes do povo na assembleia da república.
assegura o equilíbrio e a separação dos poderes ;o parlamento assegura o equilíbrio e a separação dos poderes ;o parlamento
autoriza arrecadação de receitas e a utilização das mesmas ; o autoriza arrecadação de receitas e a utilização das mesmas ; o executivo (o governo executa o orçamento ; e o parlamento executivo (o governo executa o orçamento ; e o parlamento e/ou outro órgão jurisdicional fiscaliza sua execução).
e/ou outro órgão jurisdicional fiscaliza sua execução).
O O controlo político torna o processo de definição de políticas controlo político torna o processo de definição de políticas
Dimensões e Funções do Orçamento (3)
Dimensões e Funções do Orçamento (3)
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jurídica
jurídica; o orçamento e o instrumento através do ; o orçamento e o instrumento através do qual se limitam os poderes financeiros da
qual se limitam os poderes financeiros da administração .
administração .
Os Os órgãos da administração terão de seguir as linhas órgãos da administração terão de seguir as linhas
traçadas pelo orçamento na execução da gestão financeira traçadas pelo orçamento na execução da gestão financeira do estado; não poderão gastar mais do que aquilo que vem do estado; não poderão gastar mais do que aquilo que vem especificado no orçamento nem cobrar receitas que não especificado no orçamento nem cobrar receitas que não estão inscritas neste documento.
estão inscritas neste documento.
A A autorização política que e concedida ao estado para autorização política que e concedida ao estado para
realizar despesas e cobrar receitas limita os poderes realizar despesas e cobrar receitas limita os poderes financeiros da administração publica.
As Tipologias do Orçamento (1)
As Tipologias do Orçamento (1)
a) Orçamentos funcionaisa) Orçamentos funcionais. Trata. Trata--se de agrupar as despesas se de agrupar as despesas
segundo as funções materiais do Estado. É possível deste segundo as funções materiais do Estado. É possível deste modo definir prioridades e reforçar a despesa em
modo definir prioridades e reforçar a despesa em determinados domínios em detrimento de outros.
determinados domínios em detrimento de outros. Por Por
exemplo, nas despesas sociais poderemos, de acordo com a situação da exemplo, nas despesas sociais poderemos, de acordo com a situação da economia e o nível de desenvolvimento privilegiar a Educação e a economia e o nível de desenvolvimento privilegiar a Educação e a Formação ou a Saúde
Formação ou a Saúde..
b) Orçamentos de b) Orçamentos de programasprogramas. . Para Para acelerar a indução e ou acelerar a indução e ou
maior acção do Estado podemos
maior acção do Estado podemos elaborar o Orçamento elaborar o Orçamento segundo uma lógica de Programas (
segundo uma lógica de Programas (de desenvolvimento de uma de desenvolvimento de uma região ou de uma actividade
região ou de uma actividade). A Constituição prevê, aliás, este ). A Constituição prevê, aliás, este método, com um fim de maior eficácia e racionalização.
As Tipologias do Orçamento (2)
As Tipologias do Orçamento (2)
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c) Sistemas de gestão por objectivos (MBO)c) Sistemas de gestão por objectivos (MBO). A gestão por . A gestão por
objectivos (
objectivos (MBO, MBO, managementmanagement byby objectivesobjectives), baseia), baseia--se na se na
definição dos fins da actividade nos diferentes níveis, sendo as definição dos fins da actividade nos diferentes níveis, sendo as decisões coordenadas globalmente em função da sua
decisões coordenadas globalmente em função da sua
compatibilidade, eficácia e dos recursos existentes, num compatibilidade, eficácia e dos recursos existentes, num
horizonte de curto (1 ano) ou de médio prazo (5 anos), dando horizonte de curto (1 ano) ou de médio prazo (5 anos), dando origem à definição de estratégias e à avaliação de resultados. origem à definição de estratégias e à avaliação de resultados.
d) Orçamentos de base zerod) Orçamentos de base zero. Para evitar os efeitos perversos . Para evitar os efeitos perversos
da inércia administrativa e burocrática, este método exige que da inércia administrativa e burocrática, este método exige que os poderes Legislativo e Executivo e a Administração
os poderes Legislativo e Executivo e a Administração
procedam a uma reavaliação periódica das necessidades a procedam a uma reavaliação periódica das necessidades a
cargo do Estado de 5 em 5 anos, de modo que se privilegiem cargo do Estado de 5 em 5 anos, de modo que se privilegiem as prioridades da política económica em detrimento dos
as prioridades da política económica em detrimento dos desperdícios.
desperdícios.
As Tipologias do Orçamento (3)
As Tipologias do Orçamento (3)
e) Orçamento de tarefase) Orçamento de tarefas.. TrataTrata--se de um sistema se de um sistema
rudimentar, assente na justificação proveniente dos serviços rudimentar, assente na justificação proveniente dos serviços em relação às actividades que lhes cabem e que favorece a em relação às actividades que lhes cabem e que favorece a inércia burocrática.
inércia burocrática.
f) Orçamento de resultadosf) Orçamento de resultados. O chamado “. O chamado “performance performance
budget
budget” pretende complementar a execução e a avaliação. Ao ” pretende complementar a execução e a avaliação. Ao avaliar os resultados, pretende reorientar a previsão para as avaliar os resultados, pretende reorientar a previsão para as zonas de maior eficácia.
zonas de maior eficácia.
G) Orçamento Participativo: G) Orçamento Participativo: TrataTrata--se de um orçamento se de um orçamento
que procura evidenciar as necessidades reais da sociedade, que procura evidenciar as necessidades reais da sociedade, pelo que se alinha com ciclo de planeamento estratégico. pelo que se alinha com ciclo de planeamento estratégico.
H) Orçamentos privilegiado: H) Orçamentos privilegiado: TrataTrata--se de um tipo de se de um tipo de
Orçamento e Estimativa de Custo
O custo previsto para uma determinada acção:
Exemplo: O custo previsto pode-se alterar durante o
desenvolvimento do projecto, até quase o final da produção.
Acrescentam-se, alteram-se ou eliminam-se insumos e actividades a realizar.
Orçamento e Estimativa de Custo
O custo previsto para uma determinada acção:
Exemplo: O modelo de gestão adoptado deve está em sintonia
As regras orçamentais
As regras orçamentais
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Na preparação do orçamento, dever Na preparação do orçamento, dever –– se se ––aoao respeitar vários respeitar vários
princípios e regras, normalmente designadas por regras princípios e regras, normalmente designadas por regras orçamentais . estas regras foram
orçamentais . estas regras foram teorizadas teorizadas de forma a de forma a
garantir que as funções económica , política e jurídica da garantir que as funções económica , política e jurídica da instituição o orçamental não sofram desvios
instituição o orçamental não sofram desvios..
São, no fundo, regras de bom senso, boa administração , São, no fundo, regras de bom senso, boa administração ,
rigor técnico e eficácia.
rigor técnico e eficácia. A lei define as regras da elaboração, apresentação, adopção, execução, fiscalização e controlo do Orçamento Geral do Estado.
A execução do Orçamento Geral do Estado obedece ao
princípio da Eficiência, efectividade, transparência e da
boa governação e é fiscalizada pela Assembleia Nacional e pelo Tribunal de Contas, em condições definidas por lei.
a) Anualidade
A regra da anualidade implica a votação anual do
orçamento, uma execução anual das despesas e receitas publicas , e uma fiscalização anual pelo Parlamento e/ou um órgão jurisdicional.
Do ponto de vista político, a anualidade assegura uma certa
regularidade no controlo da gestão do dinheiro Publico. Do ponto de vista económico, o ano apresenta-se como um bom período para a realização de cálculos económico.
Em Angola , a semelhança do que sucede na maioria dos
países as receitas e as despesas são orçamentadas para o
b) Equidade
Tem como finalidade garantir que os recursos sejam gastos
considerando a necessidade de não oneração das gerações futuras, especialmente no tocante a encargos cujo benefício reverta apenas para as gerações presentes. Deve, pois, existir equidade na
distribuição de benefícios e custos entre gerações.
c) Publicidade
O Governo deverá assegurar a publicação de todos os documentos
que se revelem necessários para assegurar a adequada divulgação e transparência do Orçamento de Estado e da sua execução. Antes do mais, temos a publicidade geral das leis, através do Diário da
República; depois temos o Diário da Assembleia da República, que publica integralmente todo o processo de aprovação orçamental (em plenário e em comissão).
d) Plenitude Orçamental (Regra da Unidade e da Universalidade)
Um só Orçamento e tudo no Orçamento. A regra da unidade , por
sua vez , significa que o orçamento deverá construir um único documento. Em suma, um só orçamento. Com esta formulação tradicional pretende-se ligar a unidade e a universalidade
orçamentais. A Lei prevê que o Orçamento do Estado seja unitário, compreendendo todas as receitas e despesas dos serviços integrados.
e) Regra da Não Consignação
De acordo com a regra da não consignação, não se poderá afectar o
produto de quaisquer receitas a cobertura de despesas pré-
f) Regra da Especificação
A regra da especificação obriga o governo a individualizar
suficientemente cada receita e cada despesa, segundo classificações que fixam o grau de discriminação das mesmas. Os classificadores podem ser económicos, por fonte de recurso, institucional.
A discriminação das despesas e receitas devera ser suficientemente
detalhada para permitir uma leitura clara das opções financeira de estado e uma gestão fácil.
Para fazer face a situações inesperadas e inadiáveis o Orçamento do
Ministério das Finanças será inscrita uma dotação provisional (Imprevistos e Plano de contingência)
a. Não redistribuivel b. Execução imposto c. Não trasitoriedade
g) Regra do orçamento bruto
A regra do orçamento bruto diz-nos que todas as receitas e
despesas são inscritas no orçamento pela importância ou valor integral em que foram avaliadas.
h) Equilíbrio orçamental
Prever em cada orçamento as receitas necessárias para cobrir todas
as despesas.
ESTRUTURA DO ORÇAMENTO
O orçamento é estruturado e organizado por
meio de um
sistema de classificação
que
tem o propósito de atender as exigências de
informações demandadas por todos os
interessados nas questões de finanças públicas.
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Evidencia qual o efeito económico
da realização da Despesa.
É aquela que não
contribui para aquisição de um bem de capital.
Categoria Econômica Categoria Econômica
33 33
Despesa Corrente
Despesa Corrente Despesa de CapitalDespesa de Capital 44 44
É aquela que contribui para
Classificação orçamental das despesas
a) Orgânica: nesta classificação as despesas repartem-se por departamentos da Administração (capítulos) e por serviços (divisões) e, eventualmente, subdivisões; e, dentro de cada divisão ou subdivisão, por artigos, números e, se necessário, alíneas;
Ex: Órgão: Ministerio da Educação
b) Económica: Esta classificação distingue as despesas em correntes e de capital, umas e outras descriminadas por agrupamentos, subagrupamentos e rubricas;
Ex: Economica: Despesa corrente – Pagamento de salario
Classificação orçamental das despesas
c) Funcional: as despesas aqui agrupadas de acordo com a natureza
das funções exercidas pelo Estado. Destca-se por exemplo, com a Segurança interna, com a Defesa, com o Ensino, Saúde, etc.,
podendo fazer comparações com anos precedentes.
Função: Educação
d) Despesas por programa: um programa de despesas é um
conjunto de verbas destinadas à realização de determinado objectivo, abrangendo um ou vários projectos.
Classificação da Despesa
Classificação da Despesa
Classificação da Despesa
Classificação da Despesa
CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
+
CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL ESTRUTURA PROGRAMÁTICA ESTRUTURA PROGRAMÁTICA ESTRUTURA PROGRAMÁTICA ESTRUTURA PROGRAMÁTICA+
CLASSIFICAÇÃO POR NATUREZA DA CLASSIFICAÇÃO POR NATUREZA DA CLASSIFICAÇÃO POR NATUREZA DA CLASSIFICAÇÃO POR NATUREZA DA
DESPESA DESPESA
18101.
Órgão: Ministerio da Educação
Unidade Orçamentária: Secretaria de Estado de Educação
Função: Educação
Subfunção: Ensino Basico /Superior
Classificação Institucional
Classificação Funcional
35
Classificação Institucional Classificação Institucional Classificação Institucional Classificação Institucional
Compreende os Órgãos Sectoriais e suas
respectivas Unidades Orçamentárias.
Visa responder à seguinte Pergunta:
Classificação Funcional Classificação Funcional
Visa responder à seguinte Pergunta:
Em que área de acção serão gastos?
Compreende:
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FUNÇÃO FUNÇÃO
Compreende o maior nível de agregação das diversas áreas
de despesa do sector público;
Está relacionada com a missão institucional do órgão.
Uma partição da função, visando agregar determinado
subconjunto de despesas do sector público; SUBFUNÇÃO
SUBFUNÇÃO
Está associada às características da ação, não se restringindo
Classificação quanto a Classificação quanto a
Natureza de Despesa
Representado por 6 dígitos:
X
.Modalidade de Aplicação
Elemento de Despesa
YY
.XX
X.
Grupo de Despesa
Visa responder à seguinte Pergunta:
“O que” será adquirido e “qual” o efeito “O que” será adquirido e “qual” o efeito
Política macroeconómica:
i. Rendimentos e Preços: a qual consiste em promover o
desenvolvimento. Sustentado, com uma distribuição mais equitativa da actividade económica no território nacional e com o foco na
expansão das oportunidades de emprego.
ii. Fiscal: que terá por prioridade o melhor equilíbrio e maior controlo das contas, com vista à recuperação da capacidade de investimento do Estado. Do lado da melhoria das receitas do Estado, prevê-se a continuidade das acções já iniciadas em 2010 para a Reforma Tributária.
iii. Monetária e Cambial: que, para além do grande objectivo de contenção da inflação, as medidas de política no âmbito monetário e cambial, visarão, igualmente – tendo em conta que o ano de 2011 será um ano de consolidação da retoma da actividade económica – a criação de condições para a retoma dos investimentos do sector
privado.
a) Receitas ordinárias e extraordinárias: as primeiras são as que o Estado cobra num ano e voltará a cobrar, com toda a
probabilidade, nos anos seguintes. As segundas são as que, tendo sido cobradas num ano, não voltarão a ser cobradas, nos anos seguintes;
b) Receitas correntes e de capital: as primeiras são as que
provêm do rendimento do próprio período (impostos); as segundas resultam do aforro (empréstimos);
c) Receitas obrigatórias e voluntárias: As primeiras são percebidas pelo Estado, em virtude de obrigações impostas aos cidadãos pela lei; são aquelas cujo montante é fixado por via da
autoridade; as segundas são as que o Estado percebe em virtude de obrigações resultantes de negócios jurídicos; são aquelas cujo
montante é negocialmente estabelecido.
44
Classificação quanto à Natureza
Econômica da Receita
A receita classificar-se-á nas seguintes categorias
econômicas:
Receitas Correntes e Receitas de Capital.
RECEITAS CORRENTES
- Receita Tributária
- Receita de Contribuições - Receita Patrimonial
- Receita de Serviços
a) RECEITAS CORRENTES
Receita tributária, no âmbito de cada esfera
governamental, é aquela oriunda da sua competência de tributar, conforme o disposto na Constituição
(impostos, taxas e contribuições de melhoria).
Receita de contribuições é resultante de contribuições
sociais e contribuições económicas (contribuições
providenciarias, contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública).
Receita patrimonial refere-se ao resultado financeiro
a) RECEITAS CORRENTES
Receita de serviços é a derivada de prestações de serviços
de comércio, transportes, comunicações, serviços hospitalares, etc;
Transferências correntes são as provenientes de recursos
financeiros recebidos de outras pessoas de Direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas de manutenção e funcionamento, conforme condições estabelecidas.
outras receitas correntes são as provenientes de multas,
Classificação Econômica da
Receita
RECEITAS DE CAPITAL
- Operações de Crédito (juros) - Alienação de Bens (privatização)
- Amortização de Empréstimos (reembolsos) - Transferências de Capital
b) RECEITAS DE CAPITAL
x.x.x.x.xx.xx
•Categoria Econômica
•Sub Categoria Econômica
• Fonte
•Rubrica
•Alínea
•Sub-Alínea
O CICLO ORÇAMENTARIO
O CICLO ORÇAMENTARIO
Por processo orçamental entendemos tudo quanto, em termos
de substância e de forma tenha a ver com o OE; não só directa e proximamente como indirectamente, seja a montante seja a
jusante daquele. Dito de outro modo, seja qual for a vertente ou o lado de que olhemos o processo orçamental, deparamos
sempre, ou vamos ter a todas ou a cada uma daquelas três funções ou fases.
O processo orçamental, no seu
conjunto, é denominado por três fases ou funções:
• Planeamento,
• Execução
Planeamento
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à Assembleia da República cabe, antes de mais, a aprovação à Assembleia da República cabe, antes de mais, a aprovação
do Orçamento de Estado (o poder de autorizar a realização do Orçamento de Estado (o poder de autorizar a realização de despesas e a cobrança das receitas.
de despesas e a cobrança das receitas.
Conceder a autorização para o Governo contrair e conceder Conceder a autorização para o Governo contrair e conceder
empréstimos, a tomada das Contas do Estado, a adopção do empréstimos, a tomada das Contas do Estado, a adopção do regime geral de elaboração de orçamentos, a aprovação do regime geral de elaboração de orçamentos, a aprovação do regime das finanças locais, a criação de impostos e sistema regime das finanças locais, a criação de impostos e sistema fiscal, a aprovação do regime das finanças locais.
fiscal, a aprovação do regime das finanças locais.
Todas estas competências têm incidência financeira pública e Todas estas competências têm incidência financeira pública e
na sua concretização traduz
na sua concretização traduz--se, segundo o princípio da se, segundo o princípio da separação e interdependência de poderes, a democracia separação e interdependência de poderes, a democracia financeira.
financeira.
Ao GovernoAo Governo cabe a iniciativa orçamental no tocante ao cabe a iniciativa orçamental no tocante ao
Estado bem como a respectiva execução, sob fiscalização da Estado bem como a respectiva execução, sob fiscalização da Assembleia da República e do Tribunal de Contas. À
Assembleia da República e do Tribunal de Contas. À Administração cabe a concretização das orientações Administração cabe a concretização das orientações
definidas pelos órgãos competentes e a aplicação da lei e das definidas pelos órgãos competentes e a aplicação da lei e das autorizações concedidas.
autorizações concedidas.
À À Assembleia da RepúblicaAssembleia da República cabe a aprovação do Orçamento cabe a aprovação do Orçamento
de Estado, a autorização para o Governo contrair e conceder de Estado, a autorização para o Governo contrair e conceder empréstimos, a adopção do regime geral de elaboração de empréstimos, a adopção do regime geral de elaboração de orçamentos, a aprovação do sistema de segurança social, a orçamentos, a aprovação do sistema de segurança social, a criação de impostos e sistema fiscal.
criação de impostos e sistema fiscal.
Fases do Ciclo Orçamentário
Executivo
1. Formulação do Quadro
2. Proposição de metas e prioridades para a administração e da política de alocação de recursos 3. Elaboração da
fundamentação do quadro orçamental
4. Preparação do orçamento e submissão para a aprovação.
5. [Avaliação da execução e julgamento das contas]
Legislativo
1. Apreciação e adequação da proposta
2. Apreciação e adequação da lei
3. Apreciação, adequação e autorização legislativa da proposta.
1. Preparação
1. Preparação e aprovação do Orçamento
e aprovação do Orçamento
Quadro constitucional e legal: Quadro constitucional e legal: A lei do orçamento, segundo a A lei do orçamento, segundo a
Constituição, é elaborada, organizada e votada anualmente, Constituição, é elaborada, organizada e votada anualmente, de acordo com a LQO.
de acordo com a LQO. NormalmenteNormalmente, a proposta de Lei do , a proposta de Lei do Orçamento de Estado para o ano económico seguinte é
Orçamento de Estado para o ano económico seguinte é apresentada pelo Governo, nos termos constitucionais à apresentada pelo Governo, nos termos constitucionais à Assembleia da
Assembleia da Nacional Nacional até até 15 de Outubro de cada ano15 de Outubro de cada ano. .
O O prazo referido não se aplica aos casos em que o Governo se prazo referido não se aplica aos casos em que o Governo se
A preparação orçamental é da competência do poder executivo.
A preparação do orçamento tem início com a divulgação das instruções para a sua elaboração pelo Presidente da República. (artigo 19.º LQOGE), que são dadas a conhecer a todos os serviços a quem compete (unidades orçamentais) a elaboração das propostas parciais do OGE, que resumem e integram as
propostas preliminares elaboradas pelas unidades gestoras delas dependente. A proposta do orçamento compreende:
O relatório de fundamentação, que constitui a introdução ao
projecto de lei orçamental;
O projecto de lei orçamental (aprovado por Lei); Os anexos ao projecto de lei orçamental.
59
1. Preparação
O primeiro, sob a responsabilidade dos órgãos do Executivo e
Governo Provinciais, que consolida as propostas preliminares
elaboradas pela unidades orçamentais e órgãos dependentes a elas subordinadas. Caberá ao município elaborar a proposta do
Orçamento, incluindo as actividades da comuna e submeter à província.
O segundo, a cargo do órgão central, responsável pelo
Orçamento Geral do Estado, que consolida as propostas parciais dos órgãos do Executivo e Governo Provinciais. As propostas dos órgãos de soberania que integram o OGE, devem ser discutidas entre o titular do órgão e o poder executivo, até ao dia 15 de Setembro.
3. Aprovação da proposta orçamental
O órgão central responsável pelo OGE (Direcção Nacional do
Orçamento) consolida as propostas apresentadas pelas unidades orçamentais e procede a uma avaliação preliminar. Após esta avaliação a proposta consolidada é remetida ao PR.
O Presidente da República, por sua vez, remete à A.N., a
proposta final do OGE, relativa ao exercício subsequente, até ao dia 31 de Outubro. (art. 24.º, n.º1). A remissão da proposta do OGE à A.N. é acompanhada por um relatório do PR sobre as grandes linhas que a sustentam (fundamentação).
4. Votação do orçamento
A AN deve votar a proposta de Lei Orçamental, até dia 15 de
Dezembro (art. 24.º n.º3 ). Se a Assembleia Nacional não votar ou, tendo votado, não aprovar a proposta de orçamento,
reconduz-se o orçamento do ano anterior, até a sua aprovação final, vigorando as regras duodecimais sobre a gestão orçamental até a aprovação da nova proposta.
A rejeição da proposta orçamental é comunicada ao PR com nota
explicativa das suas razões, bem como das propostas alternativas ou de emendas as opções de política económica e ao OGE, até ao dia 20 de Dezembro. (n.º 5, artigo 24.º) A nova proposta
A não aprovação do Orçamento:
A não aprovação do Orçamento:
Consequências
Consequências
63
A vigência da Lei do Orçamento de Estado pode ser A vigência da Lei do Orçamento de Estado pode ser
prorrogada quando haja rejeição da proposta de Lei do OE prorrogada quando haja rejeição da proposta de Lei do OE pela Assembleia da República, quando a tomada de posse do pela Assembleia da República, quando a tomada de posse do novo Governo tenha ocorrido entre 15 de Julho e 14 de
novo Governo tenha ocorrido entre 15 de Julho e 14 de Outubro, quando tenha ocorrido a caducidade da proposta Outubro, quando tenha ocorrido a caducidade da proposta da proposta de Lei do OE em virtude da demissão do
da proposta de Lei do OE em virtude da demissão do Governo proponente ou de o governo anterior não ter Governo proponente ou de o governo anterior não ter apresentado qualquer proposta, ou ainda no caso de não apresentado qualquer proposta, ou ainda no caso de não votação parlamentar da proposta de lei.
votação parlamentar da proposta de lei.
A prorrogação da vigência da lei do OE abrange o respectivo A prorrogação da vigência da lei do OE abrange o respectivo
articulado e correspondentes mapas orçamentais, bem como articulado e correspondentes mapas orçamentais, bem como os
os seus seus desenvolvimentos e os desenvolvimentos e os decretosdecretos--leisleis de execução de execução orçamental.
Critérios de Afectação do Orçamento
Existem dois segmentos que determinam a afectação doorçamento:
A) Critério Técnico: Privilegia a afectação do orçamento atendendo um conjunto de variáveis técnicas. O critério técnco é inerente a redução das assimetrias e assegurar a redistribuição equitativa da renda Nacional
Ex: Densidade populacional, nível de pobreza, dentre outros.
B) Critério Estratégico: Privilegia a afectação dos recursos com base em decisões estratégicas inerentes a maximização ou
reaproveitamento em cadeia multiplicadora a injecção dos recursos públicos.
Exemplo de critérios de Afectação
EXEMPLO DE CRITÉRIOS DE ALOCAÇÃO
LISTAGEM DE CRITÉRIOS
POPULAÇÃO: 10
>200000 <200000>100000 <100000
10 5 3
INCIDÊNCIA DA POBREZA: 30
>61% <61%
30 15
DESEMPENHO: 40
PROCERSDIMENTOS DA PLANIFICAÇÃO PARTICIPATIVA 20 MAU RAZOÁVELBOM
PRAZOS 1 2
QUALIDADE DA PROPOSTA 1 1.5 3 DISCUÇÃO E APROV CC´S 1 5 10 PRESTAÇÃO DE CONTAS 1 3 5
GRAU DE ASSIMILAÇÃO DOS PROCESSOS DE LICITAÇÃO 20
MAU RAZOÁVEL BOM
SOLICITAÇÃOSOLICITAÇÃO DE CONCURSOS 1 2 GESTÃO DE CONTRATOS 1 3 5 ORGANIZAÇÃO CONTABILISTICA 1 2 3 RECEITA LOCAL(Cresc.14%/ano) 2 5 10
LOCALIZAÇÃO 10
ÁREA MENOS CARENTE 3
ÁREA CARENTE 5
ÁREA MUITO CARENTE 10
ACESSIBILIDADE 10
BOA 3
DEFICIENTE 5
MÁ 10
TOTAL PONTOS 100
• População
• Incidência da Pobreza
• Desempenho
• Localização
Plano Anual
Plano Anual
67
O Planeamento O Planeamento inadequadainadequada é o problema fundamental é o problema fundamental que surge com frequência, que surge com frequência, muitas vezes os planos são muitas vezes os planos são implícitos e sem ligação implícitos e sem ligação
entre os objectivos, recursos entre os objectivos, recursos e resultados pretendidos. e resultados pretendidos.
Normalmente as Normalmente as
deficiências de planeamento deficiências de planeamento reflectem
reflectem--se em se em sistemas sistemas inadequados de monitoria e inadequados de monitoria e avaliação
avaliação, os resultados são , os resultados são quantificados em termos quantificados em termos físicos, sem medição do físicos, sem medição do impacto qualitativo
Análise dos objectivos Análise dos
objectivos
Identificação das
actividades Identificação
das actividades
Programação Financeira Programação
Financeira
Estratégias Estratégias Estratégias Estratégias
Missão / Visão / Valores Missão / Visão / Valores Missão / Visão / Valores Missão / Visão / Valores
Objetivos Estratégicos Objetivos Estratégicos Objetivos Estratégicos Objetivos Estratégicos Acções Estratégicas Acções Estratégicas Acções Estratégicas Acções Estratégicas
Plano de Acção Plano de Acção Plano de Acção Plano de Acção
a) Programação de Actividades
A programação das actividades consiste na identificação do
conjunto de acções a serem realizadas ao longo do período (ano). O Plano de actividade (programação das actividades) deve responder os desafios de médio e longo prazo.
Compreende as acções primárias e secundárias:
Exemplo:
Realização de um seminário (acção Primaria) Aquisição do material (acção secundaria)
71
Figura 1: QUADRO INTEGRADO DE PLANEAMENTO E GESTÃO
Processo de Planeamento e Orçamentação
Diagnóstico
Análise de situação
Matriz de enquadramento
Lógico
Planificação Anual Plano de
Desenvolvimento Monitorização e Relatórios
Monitoria do
Projecto
Relatórios
Revisão e avaliação
Gestão Financeira
Gestão financeira (SIGFE)
Património (SIGPE) Contratação Pública Auditoria
Programação e Execução
Receita e Despesa Implementação de
Projecto
Operação e Manutenção
Orçamento Programático
Orçamento Programático
72
Matriz de Enquadramento Matriz de Enquadramento -- É o instrumento que É o instrumento que
consolida as Acções com as alocações financeiras consolida as Acções com as alocações financeiras do Orçamento (limites) e consta de:
do Orçamento (limites) e consta de:
a) Objectivos Estratégicosa) Objectivos Estratégicos, que são a tradução , que são a tradução
dos objectivos do programa, do Plano dos objectivos do programa, do Plano
Estratégico, dos Planos Sectoriais Integrados e Estratégico, dos Planos Sectoriais Integrados e do Plano Estratégico Municipal (
do Plano Estratégico Municipal (QualitativoQualitativo ––
Melhoria do sistema de ensino Melhoria do sistema de ensino))
b) Objectivos Específicosb) Objectivos Específicos, que são a tradução , que são a tradução
dos grandes objectivos. Define metas dos grandes objectivos. Define metas estratégicas, em termos
estratégicas, em termos percentuaispercentuais, do que se , do que se
Orçamento Programático
Orçamento Programático
73
c)
c) Acções a RealizarAcções a Realizar -- que são em concreto, e de que são em concreto, e de
maneira
maneira quantificávelquantificável, o que deverá ser feito , o que deverá ser feito
durante o período (dos seminários, 3 formações, durante o período (dos seminários, 3 formações, construção de 5 escolas, 3 centros de saúde,
construção de 5 escolas, 3 centros de saúde, campanhas de vacinação que abrangem a
campanhas de vacinação que abrangem a 300.000 crianças etc. etc.)
300.000 crianças etc. etc.)
d)
d) Orçamento combinado por fontes de Orçamento combinado por fontes de
financiamento
financiamento..-- expressa os montantes a que expressa os montantes a que
b) Programação Orçamental
A Programação financeira ou orçamental diz respeito a distinção
das diferentes categorias de despesas (nos termos do Plano de Contas) e a sua ligação em rubricas orçamentais.
Categorias de despesas são as diferentes nomenclaturas
descritivas na natureza da despesa nos termos do plano de contabilidade em vigor na republica de Angola.
As rubricas orçamentais, são os códigos de identificação de cada
uma das categorias orçamentais
Exemplo:
Combustível e lubrificantes (Categoria de despesa) 1.1.1.1.3.4.20 (rubrica orçamental
Ciclo de programação financeira
Ciclo de programação financeira
77
Elaboração e Aprovação do Plano de Acção
Elaboração do quadro do
Orçamento
Execução do
Orçamento Anual Controlo e
Avaliação do
Orçamento Anual
Elaboração ou Revisão do Plano Estratégico
(Impacto)
Elaboração dos
Programas ou Projectos
A Orçamentação Anual
A Orçamentação Anual
78
O Orçamento de receita O Orçamento de receita
Este define como pressuposto a capacidade de Este define como pressuposto a capacidade de
gerar rendimentos, a partir do qual se prevê com gerar rendimentos, a partir do qual se prevê com base nas quantidades dos bens ou serviços a
base nas quantidades dos bens ou serviços a prestar a cifras médias de receitas a obter, isto prestar a cifras médias de receitas a obter, isto baseado nos preços correntes ou futuros.
baseado nos preços correntes ou futuros.
Este tipo de orçamento em grande medida defineEste tipo de orçamento em grande medida
define--se como um orçamento provisional, a partir do qual se como um orçamento provisional, a partir do qual se fará a monitoria da actividade a realizar.
A
A
Orçamentação Anual
Orçamentação Anual
79
O Orçamento de DespesaO Orçamento de Despesa
A expressão comum de orçamentação de despesas é A expressão comum de orçamentação de despesas é
definição dos preços dos bens ou serviços a adquirir, definição dos preços dos bens ou serviços a adquirir, porém a ciência de custos hoje estabelece princípios de porém a ciência de custos hoje estabelece princípios de orçamentação baseado não somente aos preços mas orçamentação baseado não somente aos preços mas
também dando ênfase a análise dos Custos Mortos (CM), também dando ênfase a análise dos Custos Mortos (CM), isto é externalidades.
isto é externalidades.
Não basta definir o custo, é preciso avaliar o ambiente e Não basta definir o custo, é preciso avaliar o ambiente e
factores externos que possam interferir na actividade. O factores externos que possam interferir na actividade. O exemplo mais comum de externalidade é o caso vizinho exemplo mais comum de externalidade é o caso vizinho do r/c que planta flores para a beleza da parte frontal da do r/c que planta flores para a beleza da parte frontal da sua casa, que igualmente beneficia os restantes
sua casa, que igualmente beneficia os restantes moradores do prédio.
Metodologia de elaboração e execução do
Metodologia de elaboração e execução do
Orçamento
Orçamento
80 Base orçamental: Base orçamental: Quadro de Receitas e DespesasQuadro de Receitas e Despesas
Proposta orçamental inicialProposta orçamental inicial
Orçamento aprovado (artificio metodológico)Orçamento aprovado (artificio metodológico)
Execução orçamental (Balancete combinando)Execução orçamental (Balancete combinando)
Comparação percentual entre a proposta, o Comparação percentual entre a proposta, o
aprovado (artificio metodológico) e o executado aprovado (artificio metodológico) e o executado (avaliação)
(avaliação)
Peso ou importância percentual de cada rubrica Peso ou importância percentual de cada rubrica
Programação financeira
Programação financeira
81
a) Natureza
a) Natureza, tradução do conjunto de acções a , tradução do conjunto de acções a serem levadas a cabo ao longo do período e serem levadas a cabo ao longo do período e
obedecendo um cronograma definido que dita o obedecendo um cronograma definido que dita o plano de tesouraria.
plano de tesouraria.
b) Categorias de despesa:
b) Categorias de despesa: que são a descrição de que são a descrição de um conjunto de item que concorrem para uma um conjunto de item que concorrem para uma determinada acção (paridade com
determinada acção (paridade com sub sub--actividades
actividades no entanto respeitando o quadro no entanto respeitando o quadro padrão fixado pelo Plano de Contabilidade padrão fixado pelo Plano de Contabilidade Publica
Publica
a) Rubricas Orçamentais
a) Rubricas Orçamentais, tradução em forma de , tradução em forma de códigos e
códigos e subsub--codigoscodigos orçamentais. Determinam orçamentais. Determinam as diferentes escalas do orçamento.
as diferentes escalas do orçamento.
TECNICAS ORÇAMENTÁRIAS
TECNICAS ORÇAMENTÁRIAS
TECNICAS ORÇAMENTÁRIAS
TECNICAS ORÇAMENTÁRIAS
TABELA DE CÁLCULO TABELA DE CÁLCULO
Normalmente quando há um lançamento de concurso, há Normalmente quando há um lançamento de concurso, há
uma indicação das propostas Técnicas e financeiras. Estas uma indicação das propostas Técnicas e financeiras. Estas propostas são comparadas para fins de aprovação da
propostas são comparadas para fins de aprovação da tabelas Tipo que enunciam tecnicamente a natureza tabelas Tipo que enunciam tecnicamente a natureza descritiva dos custos (pré
descritiva dos custos (pré--estabelecida)estabelecida)
BASE DE CÁLCULO BASE DE CÁLCULO
RefereRefere--se a uma técnica de cálculo do custo com base na se a uma técnica de cálculo do custo com base na
descrição detalhada das categorias de despesas que descrição detalhada das categorias de despesas que
perfazem uma determinada actividade (determinação dos perfazem uma determinada actividade (determinação dos custos).
83
DESCRIÇÃO
1.1.2 1.2.2 1.3.4 1.3.7
AJUDAS DE CUSTO
COMBUSTIVE L
PASSAGEM MATERIAL CONSUMIVEL
ACT1 5.000 2.000
ACT2 2.000 10.000 3.000 5.000
ACT3 3.000 10.000 5.000
TOTAL 10.000 20.000 10.000 5.000
Conversor Orçamental Conversor Orçamental
Tabela Orçamental Tabela Orçamental
RUBRICA CATEGORIA OU CLASSES PLAFOND
1.1.2 AJUDAS DE CUSTO 10.000
1.2,2 COMBUSTIVEL 20.000
1.3.4 PASSAGEM 10.000
1.3.7 MATERIAL CONSUMIVEL 5.000
Exemplo:
Exemplo:
Kanimambo!
Professor Doutor Jacob Massuanganhe
https://sites.google.com/site/jacobmassuanganhe