PLANO DE GESTÃO
2015
MOD.212.0 MOD.212.0
SÍNTESE DO PLANO DE GESTÃO
2015
PLANO DE GESTÃO
2015
Índice
1.1. EEnnqquuaaddrraammeennttoo 2
2.. PPrriinncciippaaiiss nneecceessssiiddaaddeess ee pprriioorriiddaaddeess aa ssaattiissffaazzeerr eemm 22001155 3.3. PPllaanniiffiiccaaççããoo
4.4. MMoonniittoorriizzaaçãção o
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1. Enquadramento
A Missão da CSSRL inspira-se na mensagem do fundador da Congregação Hospitaleira, S. Bento Menni.
A CSSRL tem como missão a prestação de cuidados diferenciados e humanizados em
Psiquiatria Geriátrica, de acordo com as melhorespráticas clínicas, com qualidade e eficiência, respeito pela individualidade e sensibilidade do utente, numa visão humanista e integral da pessoa.
Tem como visão ser um estabelecimento de saúde com intervenção especializada em saúde, sobretudo, na área da
Psicogeriatria/Gerontopsiquiatria, inserido na comunidade, em contínuaevolução no sentido de uma adequação sistemática e progressiva às necessidades da população em cada momento, enquadrando na assistência prestada, os aspetos médicos e sociais que englobam a dimensão física, psíquica, social e espiritual da pessoa.
Como instituição de cariz confessional, orienta-se pelos princípios da Doutrina social da Igreja e conduz a sua actividade no respeito pelos valores hospitaleiros do Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus:
1.
Sensibilidade perante os excluídos 2. Serviço aos doentes e necessitados 3. Acolhimento libertador
4. Saúde integral
5. Qualidade profissional
6. Humanidade na atenção
7. Ética em toda a atuação
8. Consciência histórica
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2. Principais necessidades e prioridades a satisfazer em 2015
PRINCIPAIS NECESSIDADES E PRIORIDADES A SATISFAZER EM 2015
Abertura e desenvolvimento da Unidade da RNCCI;
Participação e envolvimento das Entidades parceiras;
Integrar no quadro de pessoal do IIHSCJ, 3 profissionais de enfermagem;
Afetar mais tempo de fisioterapia no centro que garanta ganhos de autonomia na mobilidade;
Reorganizar os espaços da sala dos utentes da Unidade SRL, Fisioterapia e Farmácia;
Realização de Plano Diretor para a CSSRL.
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3. Planificação
Planificação de objetivos e ações para 2015
IV – ASSUMIR CRIATIVAMENTE A MISSÃO COMO PROJETO COMUM
Linha de ação 1
Promover uma formação contínua e sistemática na identidade e na cultura hospitaleiras em todos os níveis da organização, tendo como referência a Carta de
Identidade.
Indicador
Volume de formação em Identidade e cultura hospitaleira
Objetivo estratégico 1: Elaborar e aplicar itinerários formativos diferenciados no âmbito da identidade, cultura, valores e modelo hospitaleiro.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai. - Ago.
Meta 3º Quad.
Set. - Dez.
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1.1 Aplicar e avaliar os itinerários com
compromissos práticos na missão:
- Chefias intermédias (2014)
- Ajud. Enfermaria/ASG e áreas técnicas (2015) Ação 1: Elaboração dos planos individuais de formação
Ação 2: Implementação dos planos individuais de formação
Ação3: Elaboração do PAFU da DE
MC Nº DE ITINERÁRIOS APLICADOS.
30-50% DO VOLUME TOTAL DE FORMAÇÃO,
EM IDENTIDADE E CULTURA HOSPITALEIRA.
DIRETORA DE ENFERMAGEM
ENFS RESPONSÁVEL DAS UNIDADES
ENFS RESPONSÁVEL DAS UNIDADES
DIRETORA DE ENFERMAGEM
90%
100% Colaboradores com PIF
80% Melhoria
90% Cumprimento
Objetivo estratégico 2: Reestruturar o processo de integração e incorporação dos colaboradores no projeto hospitaleiro.
Nº DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO
TIPO OBJETIVO
INDICADOR
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad. Meta 2º Quad. Meta 3º Quad.
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2. 1 Introduzir os processos de tutoria nas fases de integração na instituição.
Ação 1: Definição de tutores nas unidades de internamento ao nível das Ajudantes de Enfermaria /ASG
Ação 2: Monitorização e avaliação dos processos de tutória / acompanhamento de novos colaboradores
MC N.º TUTORIAS REALIZADAS.
% DE COLABORADORES INCORPORADOS COM
PROCESSOS DE TUTORIA.
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
ENFS.
RESPONSÁVEL DAS UNIDADES
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
8
4 atas 1 reunião
100%
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2.2 Realização de dinâmicas de reflexão sobre a prática hospitaleira, nas equipas de trabalho, que gere sentido de pertença e compromisso.
Ação 1: Leitura carismática das Cartas do Pe. Menni nas reuniões de equipa,
aprofundando a dimensão do serviço
MC % DE COLABORADORES COMPROMETIDOS
Nº DE AÇÕES REALIZADAS.
ENFS.
RESPONSÁVEL DAS UNIDADES
10 9 10
Linha de ação 2
Promover o estilo evangelizador e hospitaleiro das obras, procurando as formas mais adequadas para o garantir, de acordo com cada realidade.
Indicador
- Percentagem de satisfação de toda a CH sobre a integração dos valores hospitaleiros nas obras.
- Percentagem de intervenções da PS no PG.
Objetivo estratégico 3: Potenciar a dimensão evangelizadora das obras hospitaleiras com cariz eminentemente humanizador e
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3.1 Aprofundamento do estilo evangelizador das obras em equipas interdisciplinares.
Ação 1: Participação dos Colaboradores nas várias dinâmicas da CSSRL
Ação 2: Monitorizar os questionários de satisfação dos familiares em relação à Q.1.5 e às referências em relação ao estilo
evangelizador
N.º DE AÇÕES.
GRAU DE SATISFAÇÃO DAS PARTES INTERESSADAS (QUESTIONÁRIOS DE
SATISFAÇÃO)
DIRETORA GERENTE
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
3 3
90%
3
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3.2 Divulgação externa da identidade
evangelizadora da obra hospitaleira.
Ação 1: Actualização da pag web com iniciativas religiosas a realizar no centro
%EVIDÊNCIAS DA DIVULGAÇÃO DA IDENTIDADE DA OH.
Nº DE INICIATIVAS /
PARTICIPAÇÕES. DIREÇÃO 1 1 1
Objetivo estratégico 4: Potenciar a dimensão evangelizadora e de acompanhamento espiritual da Pastoral da Saúde.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set. -Dez.
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4.1 Capacitar agentes para uma intervenção diferenciada em saúde mental.
Ação 1: Seleção de agentes PS para participar nas formações externas no âmbito da espiritualidade, psicogeriatria e saúde mental
MC N.º DE AÇÕES DE FORMAÇÃO / AGENTE DE
PS
% DE AÇÕES DA PS NO PLANO DE GESTÃO
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
2 Formações externas
4.2 Criação de um espaço de atenção, escuta e
promoção de sentido de vida, para familiares e colaboradores.
Ação 1: Atendimento personalizado de escuta aos utentes, familiares, colaboradores e Voluntários
CRI N.º DE ATENDIMENTOS A FAMÍLIAS/ CUIDADORES
Nº ATENDIMENTOS A COLABORADORES
DIREÇÃO
RESPONSÁVEL
SERVIÇO PS Projeto apresentado
50% 50%
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Linha de ação 3
Desenvolver a comunicação institucional, interna e externa, para reforçar o sentimento de pertença ao projeto hospitaleiro e dar-lhe visibilidade.
Indicador
Percentagem de implementação do Plano de Comunicação.
Objetivo estratégico 5: Potenciar e qualificar a comunicação interna e externa.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
5.1 Promoção de iniciativas em articulação com a comunidade envolvente.
Ação 1: Sessão informativa à comunidade sobre diferentes abordagens em psicogeriatria
MP Nº INICIATIVAS
N.º DE PARTICIPANTES: ESCOLAS/INSTITUIÇÕES
DIREÇÃO TÉCNICA 1
1 Sessão
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5.2 Dinamização e
atualização de canais de comunicação (intranet, páginas web, redes sociais, etc).
Ação 1: Elaborar powerpoint de apresentação da CSSRL para estagiários e outras partes interessadas
Ação 2: Atualização da pág.
web
MP N.º DE VISITANTES DA PÁGINA WEB
% DE INTRANET INSTALADA
DIREÇÃO ENFERMAGEM
VÍDEO
1 1 1
5.3 Divulgação nos meios de comunicação social.
Ação 1: Divulgar para o jornal de Sintra as sessões informativas e um breve resumo
MP Nº DE ARTIGOS PUBLICADOS / EVENTOS
DIVULGADOS
% DE IMPLEMENTAÇÃO DO PCI
DIREÇÃO TÉCNICA
1 Notícia
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Objetivo estratégico 6: Desenvolver a partilha de conhecimento e de boas práticas intra e intercentros.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
6.1 Desenvolvimento de sinergias entre centros no âmbito de projetos.
Ação 1: Realização de 1 encontro no âmbito dos cuidados reabilitativos com a CSI
MP Nº DE PROJETOS EM SINERGIA
Nº DE INTERCÂMBIOS REALIZADOS/Nº DE
INTERCÂMBIOS PLANEADOS
DIREÇÃO TÉCNICA 1
1 Encontro
Objetivo estratégico 7: Projetar o Modelo Hospitaleiro como referência no âmbito da saúde mental.
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Nº DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
7.1 Participação em reuniões estratégicas e fóruns de discussão sobre saúde mental.
Ação 1: Participação em reuniões da RNCCI inerentes ao
funcionamento da unidade MDR
MP Nº DE PARTICIPAÇÕES / Nº EVENTOS ESTRATÉGICOS
ENFª RESPONSÁVEL DA
UMDR
100% 100%
1
100%
7.2 Incentivo à participação em eventos científicos, com a apresentação de posters, comunicações, artigos, etc.
Ação 1: Apresentação de poster/comunicação livre em eventos científicos (Congresso S. João de Deus)
CRI Nº DE PARTICIPAÇÕES / Nº DE EVENTOS
CIENTÍFICOS
Nº TRABALHOS APRESENTADOS
DIREÇÃO TÉCNICA
1 Poster
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7.3 Divulgação de trabalhos em revistas científicas.
Ação 1: Artigo sobre a eficácia do curso psicopedagógico para cuidadores
CRI Nº ARTIGOS
PUBLICADOS
DIREÇÃO CLÍNICA
1
Linha de ação 4
Definir o modelo de missão partilhada e de espiritualidade da colaboração e a sua implicação na realização do projeto hospitaleiro.
Indicador
Percentagem de adequação do Modelo de missão compartida e espiritualidade da colaboração nas
obras.
Objetivo estratégico 8: Fortalecer o compromisso efetivo na realização partilhada da missão.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /ACÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
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8.1 Acompanhar as pessoas com funções de
responsabilidade e liderança na missão.
Ação 1: Reuniões com as enfermeiras responsáveis das unidades
MC Nº DE REUNIÕES ACOMPANHAMENTO /
SUPERVISÃO REALIZADAS/PLANEADAS
% REFLEXÕES SOBRE ESPIRITUALIDADE DA
COLABORAÇÃO
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
1 Reunião 100%
1 Reunião 100%
1 Reunião 100%
Linha de ação 5
Promover a formação e o acompanhamento, o compromisso e a articulação dos “Leigos
Hospitaleiros”.Indicador
- Nº de leigos hospitaleiros.
- Nº de itinerários formativos.
Objetivo estratégico 9: Consolidar o processo de “Leigos Hospitaleiros” (LH)
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
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9.1 Consolidar o itinerário formativo dos grupos LH.
Ação 1: Aplicação do itinerário formativo para LH
MC %ITINERÁRIO APLICADO
Nº DE INICIATIVAS DOS LEIGOS HOSPITALEIROS NO ESTABELECIMENTO
DE SAÚDE
Nº LH
DIRETORA GERENTE
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
100%
9.2 Divulgação da proposta LH na comunidade envolvente.
Ação 1: Ação de divulgação na paróquia acerca dos LH.
MC PROPOSTA LH
DIVULGADA
Nº INICIATIVAS NA COMUNIDADE
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
1 Divulgação
Linha de ação 6
Formar grupos de irmãs e pessoas comprometidas com a missão hospitaleira para
Indicador
Nº de grupos formados
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Objetivo estratégico 10: Desenvolver experiências de missão partilhada realizando projetos de fronteira.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /ACÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
10.1 Divulgação e
sensibilização junto da Comunidade Hospitaleira para o voluntariado missionário.
Ação 1: Colaboração na realização de painel informativo sobre os projetos missionários em Angola e Moçambique.
Ação 2: Realização de painel informativo sobre o projeto de adoção à distância
CRI Nº DE AÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO
PARTICIPAÇÃO EM EXPERIÊNCIA DE MISSÃO
PARTILHADA
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
1 Painel
1 Painel
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V – TORNAR VISÍVEL A BOA NOTÍCIA NO MUNDO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO
Linha de ação 1
Interpretar os critérios fundacionais a partir da opção preferencial pelo mundo do sofrimento psíquico que orientem a resposta a novas formas de sofrimento e à realização
de novos projetos.
Indicador
Nº de novos projectos que dão resposta aos critérios fundacionais
Objetivo estratégico 11: Auscultar novas formas de sofrimento psíquico.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
11.1 Identificação de novos problemas ou situações de risco para a saúde mental na proximidade dos centros.
MP Nº INICIATIVAS DESENVOLVIDAS
Nº NOVAS SITUAÇÕES DE RISCO IDENTIFICADAS
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
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11.2 Criação de métodos ou recursos que respondam às necessidades emergentes.
Ação 1: Iniciativas de ajuda a famílias carenciadas
Ação 2: Implementação do projeto estimulação sensorial para utentes com máxima dependência
MP Nº DE MEDIDAS IMPLEMENTADAS/Nº DE
MEDIDAS PROPOSTAS
Nº DE PROJETOS/PROGRAMAS
CRIADOS
DIRETORA GERENTE
1 1
100%
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Linha de ação 2
Analisar as obras com base em critérios carismáticos e assistenciais, definindo o posicionamento estratégico da instituição e estudando novas formas jurídicas para lhes dar
continuidade.
Indicador
Percentagem de obras analisadas as partir dos critérios carismáticos e assistenciais
Objetivo estratégico 12: Estudar e avaliar as obras e estruturas da Província.
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
12.1 Envolvimento dos centros na análise das suas estruturas assistenciais.
Ação 1: Análise e avaliação da monitorização
quadrimestral das unidades
QSS % DE ESTRUTURAS ANALISADAS
% APLICAÇÃO DO PEA
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
1 1 1
PLANO DE GESTÃO
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12.2 Revisão e aplicação do Plano Estratégico Assistencial do Instituto (PEA).
Ação 1: Análise dos projetos assistenciais das unidades de internamento à luz dos critérios
carismáticos
MP % DO PLANO REVISTO
% DAS OBRAS/PROJETOS ANALISADOS À LUZ DOS
CRITÉRIOS CARISMÁTICOS
CONSELHO DE DIREÇÃO
30% 30% 40%
Linha de ação 3
Estabelecer alianças e acordos estratégicos e operacionais com outras instituições em favor da missão.
Indicador
Percentagem de alianças e acordos que melhoraram a missão
Objetivo estratégico 13: Desenvolver uma cultura de trabalho em rede, melhoria contínua e investigação.
PLANO DE GESTÃO
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Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
13.1 Revisão de protocolos e parcerias existentes e avaliação do seu
contributo para a missão.
Ação 1: Realização de reuniões científicas quadrimestrais com a colaboração das escolas
MP N.º PROTOCOLOS / PARCERIAS REVISTOS
Nº DE NOVAS PARCEIRAS /ACORDOS
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
1 Reunião 1 Reunião 1 Reunião
13.2 Dinamização e
participação em projetos de investigação.
Ação 1: Realização de trabalhos de investigação
CRSS N.º DE PROJETOS DESENVOLVIDOS PARCERIAS E PROJETOS REALIZADOS/PARECERIA S E PROJETOS PREVISTOS
DIREÇÃO CLÍNICA
1
PLANO DE GESTÃO
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13.3 Desenvolvimento de iniciativas de combate ao estigma e exclusão social.
Ação 1: Promoção de encontros com adolescentes de
catequese/escuteiros e os utentes
MC Nº DE INICIATIVAS REALIZADAS/Nº DE INICIATIVAS PREVISTAS
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
1 Encontro 1 Encontro 1 Encontro
Linha de ação 4
Aplicar o Modelo hospitaleiro nos planos e programas, segundo a Carta de identidade, com especial referencia à pastoral da saúde, ao voluntariado e à ética, tornando a sua
acção mais significativa no processo assistencial.
Indicador
Percentagem de aplicação do modelo hospitaleiro Nº de acções orientadas para a promoção do
empowerment da pessoa assistida Objetivo estratégico 14 Consolidar na prática diária dos centros o Modelo Hospitaleiro
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
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14.1 Dinamização de práticas que evidenciem o protagonismo da pessoa assistida e seus familiares.
Ação 1: Implementar grupo de auto-representação
Ação 2: Reuniões com os familiares para o seu envolvimento nos planos das unidades
Ação 3: Realização de reuniões comunitárias
QSS N.º DE AÇÕES PROMOTORAS DE
EMPOWERMENT
Nº DE PRÁTICAS IMPLEMENTADAS DO
MODELO HOSPITALEIRO/Nº DE
PRÁTICAS PREVISTAS
DIREÇÃO TÉCNICA
DIREÇÃO TÉCNICA
3 Reuniões
8 Reuniões
100%
6 Reuniões 8 Reuniões
PLANO DE GESTÃO
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14.2 Implementar sistemas de Certificação e Acreditação da Qualidade em saúde.
Ação 1: Garantir a manutenção do SGQ
Ação 2: Implementação as ações corretivas,
preventivas ou melhoria em relação aos processos da responsabilidade
QSS CERTIFICAÇÃO EQUASS NÍVEL I/II
Nº AUDITORIAS INTERNAS COM RECURSO À BOLSA DO
IIHSCJ
Nº DE PROJETOS DE MELHORIA/INOVAÇÃO
DIREÇÃO
CONSELHO DIREÇÃO/RESPON
SÁVEIS PROCESSO
100%
100%
PLANO DE GESTÃO
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14.3 Realização de projetos de proximidade e
continuidade de cuidados.
Ação 1: Desenvolvimento do programa de
atendimento à comunidade
Ação 2: Consolidação da área de Ambulatório:
consulta externa
CRI Nº DE PROJETOS REALIZADOS
Nº CARTAS DE REFERENCIAÇÃO
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
DIREÇÃO CLÍNICA
30
10
30
10
40
10
PLANO DE GESTÃO
2015
14.4 Qualificar da pastoral da saúde nos programas de intervenção das
diferentes áreas assistenciais.
Ação 1: Planificação e intervenção do serviço de PS com programa
diferenciado nos planos das unidades
QSS N.º DE PROGRAMAS IMPLEMENTADOS
% DE MEMBROS DA EQUIPA COM
FORMAÇÃO ESPECIFICA
RESPONSÁVEL SERVIÇO PS
100%
14.5 Promover o voluntariado e sua integração nos programas assistenciais diferenciados.
Ação 1: Realização de reuniões periódicas com os voluntários e a equipa interdisciplinar
QSS Nº DE PROJETOS DE VOLUNTARIADO INTEGRADOS NOS
PROGRAMAS ASSISTENCIAIS
Nº DE VOLUNTÁRIOS
RESPONSÁVEL VOLUNTARIADO
1 Reunião 1 Reunião 1 Reunião
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14.6 Dinamizar iniciativas de reflexão e formação sobre bioética na área da saúde mental.
Ação 1: Dinamizar com a equipa interdisciplinar a reflexão sobre as fichas de reflexão bioética bimensal
Ação 2: Participação dos técnicos em formações sobre esta temática
QSS Nº DE INICIATIVAS REALIZADAS/Nº INICIATIVAS PLANEADAS
% VOLUME DE FORMAÇÃO EM ÉTICA/BIOÉTICA
DIREÇÃO TÉCNICA
DIREÇÃO TÉCNICA
1 Reunião 1 Reunião 1 Reunião
1 Formação
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14.7 Implementação do Manual de Políticas de Gestão de Recursos Humanos, desenvolvendo uma cultura de melhoria contínua do desempenho.
Ação 1: Avaliação de desempenho anual dos colaboradores
QSS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANUAL COM REFERENCIAÇÃO DE
NECESSIDADES FORMATIVAS
% APLICAÇÃO DO MANUAL DE PGRH
GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES
DIRETORA GERENTE
DIREÇÃO TÉCNICA
100%
14.8 Aplicação do Manual de Procedimentos
Administrativos.
Ação 1: Aplicação dos procedimentos administrativos
MP MPA IMPLEMENTADO
MANUAL DE PROC. ADM.REVISTO E
DIVULGADO
DIRETORA GERENTE
100% 100% 100%
PLANO DE GESTÃO
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Linha de ação 5
Gerir a área económica e financeira garantindo a sustentabilidade e viabilidade das obras e a diversificação das fontes de financiamento.
Indicador
Nº indicadores de viabilidade e gestão económico- financeira das obras apostolicas
Objetivo estratégico 15: Garantir a sustentabilidade e a viabilidade das obras hospitaleiras
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
PLANO DE GESTÃO
2015
15.1 Consolidar o processo de planificação,
monitorização e avaliação da performance da gestão económico- financeira do IIHSCJ.
Ação 1: Garantir a
elaboração do plano anual da unidade/serviço
Ação 2: Assegurar a realização da monitorização
quadrimestral do plano da unidade/serviço
Ação 3: Elaboração do Plano de gestão e Memória
ECC % SERVIÇOS C/ PLANIFICAÇÃO
Nº DE RELATÓRIOS QUADRIMESTRAIS
DIRETORA GERENTE
DIREÇÃO TÉCNICA
100%
Memória
100%
100%
100%
PG
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15.2 Fortalecer a estratégia institucional de
sobriedade, contenção de custos e racionalização de recursos.
Ação 1: Monitorizar a realização de consumos imputáveis nas unidades
INDICADORES ECONÓMICO- FINANCEIROS DEFINIDOS
POR ESTABELECIMENTO DE SAÚDE QUE
GARANTAM A VIABILIDADE/EQUILIBRO
ECONÓMICO- FINANCEIRA
RELATÓRIO QUADRIMESTRAL DE
CUSTOS
DIRETORA GERENTE
DIREÇÃO DE ENFERMAGEM
5% 3% 1%
Linha de ação 6
Promover a cooperação internacional, procurando recursos dentro e fora da instituição e impulsionando a participação das irmãs, dos colaboradores, voluntários e utentes.
Indicador
Nº actividades de cooperação internacional
PLANO DE GESTÃO
2015
Nº
DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL
Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
16.2 Organização de
campanhas solidárias nos centros.
Ação 1: Divulgação e angariação de fundos para a Fundação Bento Menni
MC Nº CAMPANHAS REALIZADAS/Nº
CAMPANHAS PLANEADAS
%PROJETOS APOIADOS
DIRETORA GERENTE
1
Linha de ação 7
Impulsionar respostas de missão com formas simples e inseridas na sociedade, orientadas por uma sensibilidade especial pelos pobres que estão fora das nossas estruturas, com
cunho de gratuidade e caráter intercongregacional.
Indicador
Nº respostas dadas
Percentagem de beneficiários da resposta de missão
Objetivo estratégico 17: Estabelecer parcerias de cooperação em rede com outras instituições que respondam a situações de
pobreza social.
PLANO DE GESTÃO
2015
Nº DESCRIÇÃO DO OBJECTIVO /AÇÕES CONEXAS
TIPO OBJETIVO
INDICADOR MEDIDA
RESPONSÁVEL Meta 1º Quad.
Jan.-Abr.
Meta 2º Quad.
Mai.- Ago.
Meta 3º Quad.
Set.- Dez.
17.1 Participação ativa na Rede Social/ Parceria com a CMS
Ação 1: Fortalecer a Parceria com a Câmara Municipal de Sintra (Divisão de saúde e ação social) através de reuniões
MP PARTICIPAÇÃO NA RS
Nº DE PESSOAS ATENDIDAS
DIRETORA GERENTE
1 1 1
PLANO DE GESTÃO
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17.2 Colaboração em iniciativas de resposta local
Ação 1: Colaboração com os parceiros: Ministério da Justiça e Câmara Municipal de Sintra (Programa Alimentação)
MP Nº DE INICIATIVAS REALIZADAS/Nº DE INICIATIVAS PLANEADAS
Nº PARCERIAS DE RESPOSTA À POBREZA
SOCIAL
DIRETORA GERENTE
1 Iniciativa CMS
1 Iniciativa do Ministério da
Justiça (Trabalho Comunitário)
1 Iniciativa CMS
1 iniciativa do Ministério da
Justiça (Trabalho Comunitário)
1 Iniciativa CMS
1 iniciativa do Ministério da
Justiça (Trabalho Comunitário)
PLANO DE GESTÃO
2015
4. Monitorização
Metodologia de monitorização que inclui o grau de concretização dos objetivos e ações planeadas quadrimestralmente.
Caminho
/ Objetivo EstratégicoPrevisão no quadrimestre (nº) Cumpridos no quadrimestre(nº)
Eficácia Cumprimento
no quadrimestre
(%)
Observações / Medidas Corretivas
Objetivos (1) Ações (2) Objetivos (3) Ações (4) Objetivos
= (3)/(1) Ações
= (4)/(2) Nº IV – ASSUMIR CRIATIVAMENTE A MISSÃO COMO PROJETO COMUM
1
Elaborar e aplicar itinerários formativos diferenciados no âmbito da identidade, cultura, valores e modelo hospitaleiro
2
Reestruturar o processo de integração e
incorporação dos colaboradores no projecto hospitaleiro
PLANO DE GESTÃO
2015
3
Potenciar a dimensão evangelizadora das obras hospitaleiras com cariz eminentemente humanizador e sanador
4
Potenciar a dimensão evangelizadora e de acompanhamento espiritual da Pastoral da Saúde
5
Potenciar e qualificar a comunicação interna e
externa
6
Desenvolver a partilha de conhecimento e de boas práticas intra e inter estabelecimentos de saúde
7
Projectar o Modelo Hospitaleiro como referência no âmbito da saúde mental
8
Fortalecer o
compromisso efectivo na realização partilhada da missão.
PLANO DE GESTÃO
2015
9
Consolidar o processo de “Leigos Hospitaleiros”
(LH)
10
Desenvolver
experiências de missão partilhada realizando projetos de fronteira
Caminho IV - Sub-total
V – TORNAR VISÍVEL A BOA NOTÍCIA NO MUNDO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO 11 Auscultar novas formas
de sofrimento psíquico
12
Estudar e avaliar as obras e estruturas da Província
13
Desenvolver uma cultura de trabalho em rede, melhoria contínua e investigação
Consolidar, na prática diária dos
PLANO DE GESTÃO
2015
15
Garantir a
sustentabilidade e a viabilidade das obras hospitaleiras
16
Promover o
compromisso para o envio apostólico e a partilha solidária de recursos
17
Estabelecer parcerias de cooperação em rede com outras instituições que respondam a situações de pobreza social.
Caminho V - Sub-total
Total
PLANO DE GESTÃO