SUPERVISOR ETHERNET – VERSÃO 3 (TELNET)
MANUAL DO USUÁRIO
1) INTRODUÇÃO:
A principal justificativa para se produzir um dispositivo capaz de realizar supervisão através de redes padrão Ethernet está associada ao sucesso atingido por esse tipo de rede.
O poder comercial da rede Ethernet está tanto na sua capacidade de administrar inevitáveis colisões de pacotes quanto de ser full duplex (RX e TX ativos ao mesmo tempo).
No ambiente corporativo, a virtual ubiquidade de pontos de rede Ethernet incentiva a criação de dispositivos a ela compatíveis. Relógios de ponto, sistemas de catracas, sistemas de câ-meras de vídeo e sistemas de voz são exemplos concretos.
No caso de sistemas de supervisão, a cultura até recentemente pendia apenas para as re-des padrão EIA/TIA 485 (antiga RS485 ... www.rs-485.com/documentation/appnotes_release1.pdf). De fato, por causa das indústrias, as redes seriais RS485 chegaram a um ponto de barate-amento tal que não se justificava interligar dois protocolos físicos, através da aquisição de conversores do tipo serial / ethernet.
Primeiro, porque os conversores não existiam à venda e segundo que o desenvolvimento de conversores dedicados demandaria um custo proibitivo.
Havia ainda a “justificativa” de que uma rede serial alcançaria facilmente 1.200 metros com um driver que custava dois dólares, empregando um cabo telefônico melhorado. Enquanto que uma rede Ethernet não admitiria mais do que cerca de 100 metros entre dois pontos. Essa realidade mudou na medida em que as redes Ethernet se tornaram um padrão. Inclusi-ve dentro da própria indústria. O fenômeno "internet" possibilitou maior escala de produção, barateando o hardware.
O Supervisor Ethernet está na linha dos produtos que obedecem a essa tendência.
O sucesso do Supervisor Ethernet será tanto maior quanto maior for o número de pontos preexistentes na edificação.
O Supervisor Ethernet conta também com a possibilidade do emprego dos atuais “access points” (rádios de relativo baixo custo, full duplex, spread spectrum com saída de RF na faixa de microonda).
O objetivo do Supervisor Ethernet não é o de competir com artefatos de automação em lar-ga escala. O objetivo é suprir o mercado com um aparelho de baixo custo, capaz de realizar supervisões e telecomandos de pequenos portes.
2) CONFIGURAÇÃO DO ENDEREÇO IP:
O socket ( IP + porta) pode ser configurado pela entrada Ethernet , através de um browser padrão http.
O endereço default é 192.168.1.110
Após as escolhas serem feitas, a senha default para a gravação é 12345678.
Caso ocorra esquecimento, ou corrupção de dados, há um reset interno capaz de reaver os dados default.
O reset interno é mantido com acesso relativamente reservado por questões de segurança, posto que o Supervisor Ethernet operará em áreas fisicamente remotas em relação ao ad-ministrador da rede.
3) SUPRIMENTO ENERGÉTICO:
A fonte deve prover, no mínimo, 9 VOLTS / 500 miliamperes.
Quando as entradas analógicas forem utilizadas, a tensão de alimentação será necessaria-mente igual a 12 VCC.
Por isso, recomenda-se o emprego de fontes de 12 volts / 500 mA OU DE 12 volts / 1.000 mA.
O dispositivo conta com estabilizador interno de voltagem e filtro. Outras tensões são possíveis sob consulta.
Vista frontal, apresentando: o painel em policarbonato texturizado de alta resistência, os terminais da face A e uma das abas de fixação. Os terminais são de encaixe, a fim de facili-tar ao máximo o procedimento de instalação.
O arquivo com o desenho completo, contendo precisamente as dimensões e as infor-mações sobre os terminais de entrada e de saída, poderá ser obtido na página da In-ternet.
4) ENTRADAS E SAÍDAS:
O Supervisor Ethernet possui cinco entradas, sendo uma do sensor de temperatura, duas analógicas e duas digitais:
- sensor de temperatura; - duas entradas analógicas; - duas entradas digitais;
- duas saídas digitais; - rede serial
- rede Ethernet
- buzina (saída sonora)
Abaixo, encontram-se os diagramas das possíveis conexões externas das entradas e das saídas.
Diagrama de conexão externa da saída digital 1. A saída emite um sinal positivo quando acionada.
A carga poderá ser um relé ou qualquer outra carga que opere com 12 volts e com uma corrente até 500mA.
A saída 1 poderá ser vinculada a eventos, conforme des-crito neste manual.
No caso de cargas indutivas, o emprego do diodo de roda livre é obrigatório.
Diagrama de conexão externa da saída digital 2. A saída emite um sinal positivo quando acionada.
A carga poderá ser um relé ou qualquer outra carga que opere com 12 volts e com uma corrente até 500mA.
A saída 2 poderá ser vinculada a eventos, conforme des-crito neste manual.
No caso de cargas indutivas, o emprego do diodo de roda livre é obrigatório.
Diagrama de conexão externa da entrada digital 1. A entrada será acionada sempre que um negativo se encontrar presente no borne E1.
A presença do negativo no ponto E1 pode ser obtida mediante o emprego de chaves, botoeiras, sensores, relés, etc
Diagrama de conexão externa da entrada digital 2. A entrada será acionada sempre que um negativo se encontrar presente no borne E2.
A presença do negativo no ponto E2 pode ser obtida mediante o emprego de chaves, botoeiras, sensores, relés, etc
Diagrama de conexão externa da entrada analógica 1.
O sensor opera em 12VCC e drena uma corrente que varia entre 4 e 20 mA.
A entrada analógica se presta a medir grandezas obtidas a partir de sensores que emitem valores contínuos.
Diagrama de conexão externa da entrada analógica 2.
O sensor opera em 12VCC e drena uma corrente que varia entre 4 e 20 mA.
A entrada analógica se presta a medir grandezas obtidas a partir de sensores que emitem valores contínuos.
5) VÍNCULOS ENTRE ENTRADAS E SAÍDAS:
O acionamento das saídas digitais e da buzina pode ser realizado intencionalmente a qual-quer momento pelo operador.
Além disso, é possível configurar o dispositivo, a fim de fazer com que as saídas digitais e a buzina sejam acionadas automaticamente em função de alterações nas entradas digitais e/ou nas entradas analógicas e/ou através do alcance de limites estabelecidos para o valor transmitido pelo sensor de temperatura.
A essas associações dá-se o nome de vínculos.
Os vínculos são extremamente úteis, tornando o dispositivo aberto para ser configurado de acordo com as necessidades específicas de cada cliente.
As configurações das saídas digitais 1 e 2 e da buzina poderão ser em função de: a) set point mínimo da temperatura
b) set point máximo da temperatura
c) set point mínimo da entrada analógica 1; d) set point máximo da entrada analógica 1; e) set point mínimo da entrada analógica 2; f) set point máximo da entrada analógica 2; g) alteração de status da entrada digital 1; h) alteração de status da entrada digital 2;
i) atuação direta pelo operador do cliente Ethernet: liga / desliga ou pulso de N segundos (N variando de zero a 59).
Cada saída pode possuir dois vínculos orientados a eventos.
Associações sem sentido prático são descartadas automaticamente.
Um comando de configuração apaga automaticamente o comando anterior e passa a preva-lecer.
As configurações são imunes a faltas de energia e possuem retenção de memória superior a cem anos.
O operador do Supervisor Ethernet terá todas essas possibilidades através de comandos Telnet.
ALONE”:
1 - Relatório; 2 – Comandos;
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6.1 – Relatório:
O relatório é uma resposta compulsória que a placa GEN6 dá a uma requisição do cliente “Ethernet” (cliente “Ethernet” é o solicitante da informação).
O relatório visa a ser abrangente, mas não prolixo e pode ser configurado pelo próprio clien-te.
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SUPERVISÃO GEN6 PCSA CONTROLES LTDA
Versão 2.0 – Janeiro de 2008
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Temperatura =
_ _
graus celsius
_ _ _ _ _
=
_ _ _
_ _ _
_ _ _ _ _
=
_ _ _
_ _ _
E1 =
_ _ _
E2 =
_ _ _
S1 =
_ _ _
S2 =
_ _ _
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Ajuste temp baixa =
_ _
graus celsius alarme =
_ _ _
Ajuste analog1 baixa =
_ _ _ _ _ _
alarme =
_ _ _
Ajuste analog1 alta =
_ _ _ _ _ _
alarme =
_ _ _
Ajuste analog2 baixa =
_ _ _ _ _ _
alarme =
_ _ _
Ajuste analog2 alta =
_ _ _ _ _ _
alarme =
_ _ _
Ajuste da saída digital 1 =
_ _ _ _
/
_ _
segundos
_ _
/_ _
Ajuste da saída digital 2 =
_ _ _ _
/
_ _
segundos
_ _
/
_ _
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Observações referentes ao relatório:
1) O relatório não menciona o local que está sendo supervisionado, justificando o caráter
genérico do dispositivo. Por isso foram deixadas duas linhas de cabeçalho para que o pró-prio usuário possa personalizar a destinação objeto da supervisão.
O usuário dispõe de duas linhas com 32 colunas cada uma.
A acentuação tornaria relativo o tipo de “plugin” a ser empregado para o envio/recepção de “strings”. Uns aceitam acentuação, outros não aceitam. Por isso, a possibilidade de acentua-ção foi abandonada em funacentua-ção de se priorizar a funcionalidade e o caráter generalista. Portanto, somente caracteres ASC sem acentuação são possíveis.
Exemplo de utilização do cabeçalho:
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SUPERVISÃO GEN6 PCSA CONTROLES LTDA
Versão 2.0 – Janeiro de 2008
CPD da CRT
CONF. DOS TRAB. RURAIS
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2) Para medir a temperatura ambiente, a placa GEN6 emprega um sensor TC74, de
fabrica-ção “Microchip”. A faixa de medifabrica-ção possível varia entre –25 e +70 graus celsius. Todavia, valores negativos não são disponibilizados na versão 2.0 do “firmware”.
Por isso, a temperatura é exibida sempre com dois dígitos e sem casas decimais.
de serem alimentados com 12 VCC e com saídas de 4@20 mA ou 0@5VCC.
Essas entradas e a forma de como elas podem ser configuradas representam um grande avanço custo / benefício em relação ao que há disponível no mercado.
Essas entradas analógicas servem para medir grandezas físicas (umidade relativa do ar, temperatura, pressão, velocidade do vento, índice de poluição, nível de líquidos, etc). Para isso é necessária a aquisição do sensor externo apropriado.
Na versão 2.0 do “firmware”, a faixa de utilização das entradas analógicas é de zero a 800 para sensores de 4 @20mA e de zero a 999 para sensores de 0@5 VCC ou de 0@20mA. Não são previstos valores negativos. Portanto, existem três espaços para a apresentação do valor medido.
A forma de apresentação das entradas analógicas no relatório é configurável pelo usuário. Para isso, disponibilizam-se cinco espaços para o minemônico associado à grandeza e mais três espaços para a dimensional da grandeza medida.
Exemplo de utilização das entradas analógicas:
No caso abaixo, o usuário mede a umidade relativa e a velocidade de um móvel.
O algarismo das centenas é preenchido com o zero, quando a medição for inferior a 100. O algarismo das dezenas é preenchido com o zero, quando a medição for inferior a 10. As letras representadas em azul são pertencentes aos campos fixos do relatório.
As letras representadas em verde são pertencentes aos campos passíveis de configuração. As letras representadas em laranja são pertencentes aos campos passíveis de variação pela própria placa.
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SUPERVISÃO GEN6 PCSA CONTROLES LTDA
Versão 2.0 – Janeiro de 2008
CPD da CRT
CONF. DOS TRAB. RURAIS
Temperatura = 019 graus celsius
UR
= 073
%
VELO1
= 008
m/s
4) A placa GEN6 possui duas entradas e duas saídas digitais (do tipo binário: on/off ; 0/1;
ligado / desligado, etc ).
O relatório vai indicar se as mesmas se encontram ligadas ou desligadas ou indefinidas. No caso de entradas, o termo “ligada” significa fisicamente que a voltagem na entrada da placa é igual a zero.
No caso de saídas, o termo “ligada” significa fisicamente que a voltagem na entrada da placa está entre 12 e 24 volts.
O termo “desligada” não possui uma voltagem específica associada, podendo ser o VCC do processador (nas entradas digitais) ou um sinal de alta impedância (nas saídas digitais). Uma entrada ou uma saída está indefinida, quando o seu valor não fica fixo por pelo menos 30 ms ou por uma outra causa específica e referente a um processo.
O “firmware” Versão 2.0 tem condições de avaliar esse tipo de situação, informando ao usu-ário eventuais instabilidades nos “stati”.
Exemplo:
No caso abaixo, a entrada digital 1 está ligada e a entrada digital 2 está desligada. A saída digital 1 está desligada e a saída digital 2 está indefinida (voltagem pulsante no terminal). As causas e os efeitos de voltagens pulsantes não são aqui discutidos.
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SUPERVISÃO GEN6 PCSA CONTROLES LTDA
Versão 2.0 – Janeiro de 2008
CPD da CRT
CONF. DOS TRAB. RURAIS
Temperatura = 019 graus celsius
UR
= 073
%
VELO1
= 008
m/s
E1 = LIG
E2 = DSL
S1 = DSL
S2 = IND
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5) O dispositivo permite configurarem-se valores máximos e mínimos para as entradas
pas-síveis de variação numérica: temperatura e entradas analógicas.
No caso da temperatura os valores máximo e mínimo não podem diferir de menos que três graus celsius (histerese fixa e igual a 3). O valor máximo não pode ser menor que o valor mínimo e nem o valor mínimo pode ser maior que o valor máximo.
Caso o usuário tente ajustar um valor que esteja fora dessas condições, o “firmware” Versão 2.0 automaticamente rejeita a configuração mantendo os valores “dafault” que são: zero para o valor mínimo e 70 para o valor máximo.
O usuário também pode configurar alarmes sonoros locais, associados aos valores máximo e mínimo ajustados.
Alarme para temperatura mínima = um tom breve, intercalado por um período de silêncio. Alarme para temperatura máxima = um tom longo, intercalado por um período de silêncio. No caso das entradas analógicas, o valor máximo não pode ser menor que o valor mínimo e nem o valor mínimo pode ser maior que o valor máximo.
Caso o usuário tente ajustar um valor que esteja fora dessas condições, o “firmware” Versão 2.0 automaticamente rejeita a configuração mantendo os valores “dafault” que são: zero para o valor mínimo e 800 para o valor máximo.
O usuário também pode configurar alarmes sonoros locais, associados aos valores máximo e mínimo ajustados para as entradas analógicas.
Alarme para analog1 mínima = dois tons breves, intercalados por um período de silêncio. Alarme para analog1 máxima = dois tons longos, intercalados por um período de silêncio. Alarme para analog2 mínima = três tons breves, intercalados por um período de silêncio. Alarme para analog2 máxima = três tons longos, intercalados por um período de silêncio. ---
6) O dispositivo permite configurarem-se associações para as saídas digitais.
Essas associações podem ser temporais e/ou relativas a eventos. Essas associações tam-bém representam um avanço em termos técnicos e comerciais face ao que há disponível no mercado. Com as configurações, a placa fica muito mais flexível.
A forma de atuação da saída digital pode ser normal (NORM) ou pulsante (PULS).
Na condição normal, a saída permanece na condição “ligada” indefinidamente após receber um comando de “ligar”.
Para comandos de “desligar”, as saídas digitais somente operam na condição normal.
Na condição pulsante, a saída permanece na condição “ligada” por um período de tempo e depois, automaticamente, retorna à condição de “desligada”. Não se deve confundir opera-ção em regime pulsante com estados de instabilidade.
O usuário pode definir tempos que variam entre um segundo e 59 segundos para que uma saída digital entre em operação pulsante.
Quando o usuário definir condição normal, o “firmware” automaticamente desconsidera qualquer tentativa de associação com tempo de operação.
Além desse tipo de configuração, o usuário pode definir até duas associações entre uma saída digital e os diversos tipos de entrada. Para isso, o usuário deve informar um número código (sempre de dois dígitos), quando configurar o modo de operação da saída digital. Se o usuário não informar código algum, a saída se mantém configurada no código 21 que é o de comandos manuais, emitidos diretamente pelo usuário.
CONFIG OPÇÃO SAÍDA BLOQUEADA 00 LIGAR A SAÍDA AO LIGAR ENTRADA DIGITAL 1 01 DESLIGAR A SAÍDA AO LIGAR ENTRADA DIGITAL 1 02 LIGAR A SAÍDA AO DESLIGAR ENTRADA DIGITAL 1 03 DESLIGAR A SAÍDA AO DESLIGAR ENTRADA DIGITAL 1 04 LIGAR A SAÍDA AO LIGAR ENTRADA DIGITAL 2 05 DESLIGAR A SAÍDA AO LIGAR ENTRADA DIGITAL 2 06 LIGAR A SAÍDA AO DESLIGAR ENTRADA DIGITAL 2 07 DESLIGAR A SAÍDA AO DESLIGAR ENTRADA DIGITAL 2 08 LIGAR A SAÍDA QUANDO TEMP BAIXA 09 DESLIGAR A SAÍDA QUANDO TEMP BAIXA 10 LIGAR A SAÍDA QUANDO TEMP ALTA 11 DESLIGAR A SAÍDA QUANDO TEMP ALTA 12 LIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG1 BAIXA 13 DESLIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG1 BAIXA 14 LIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG1 ALTA 15 DESLIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG1 ALTA 16 LIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG2 BAIXA 17 DESLIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG2 BAIXA 18 LIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG2 ALTA 19 DESLIGAR A SAÍDA QUANDO ANALOG2 ALTA 20 DEFAULT (apenas coman-dos manuais) 21
Além dessas configurações, a qualquer momento, o usuário pode emitir um comando, atra-vés de uma mensagem telnet.
A seguir, apresenta-se um exemplo de relatório completo, já contendo todos os ajustes. No exemplo, a saída digital 1 encontra-se bloqueada e não recebe qualquer tipo de coman-do de ligar. O código “0” automaticamente desliga a saída e a mantém assim até que uma nova configuração seja enviada. Mesmo que haja alguma configuração posterior ou anterior ao código “0”, apenas o código “0” prevalece.
Ainda no exemplo, a saída digital 2 está configurada para ser desligada toda vez que a en-trada digital 1 sair da condição de “ligada” para a condição de “desligada”. Código 4.
É importante atinar para o fato de que o código 4 desconsidera o fato da saída estar em mo-do de operação pulsante, porque a associatividade é no sentimo-do de “desligar” a saída.
A saída digital 2 emitirá um pulso de dez segundos, quando a entrada analógica 2 atingir o seu valor mínimo (código19) ou emitirá tal pulso se o usuário emitir manualmente um co-mando de “ligar” a respectiva saída.
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SUPERVISÃO GEN6 PCSA CONTROLES LTDA
Versão 2.0 – Janeiro de 2008
CPD da CRT
CONF. DOS TRAB. RURAIS
Temperatura = 019 graus celsius
UR
= 073
%
VELO1
= 008
m/s
E1 = LIG
E2 = DSL
S1 = DSL
S2 = IND
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Ajuste temp baixa =
15
graus celsius alarme =
sim
Ajuste temp alta =
20
graus celsius alarme =
não
Ajuste analog1 baixa =
40 %
alarme =
sim
Ajuste analog1 alta =
80 %
alarme =
não
Ajuste analog2 baixa =
002 m/s alarme = não
Ajuste analog2 alta =
050 m/s alarme = não
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Se o usuário desejar saber se o seu comando manual foi aceito, basta solicitar um relatório. A informação desejada estará lá.
6.2 – Comandos :
Existem 12 tipos de “string” que podem ser enviadas à GEN 6. Acentos e caracteres especi-ais não são aceitos.
Qualquer programa telnet (inclusive o “hyper terminal” que opera com Winsocks) pode ser usado para acessar a placa GEN6. “Plugins” específicos podem ser elaborados a critério do usuário.
A configuração do telnet deve ser tal que não deve contemplar o envio de caracteres de con-trole do tipo <CR> (ASC hex 0D) e <LF> (ASC hex 0A), por exemplo.
As mensagens enviadas para o dispositivo são: 1 - requisição de relatório;
2 - configuração da linha 1 do cabeçalho; 3 - configuração da linha 2 do cabeçalho; 4 - entrada analógica 1;
5 - entrada analógica 2;
6 - temperatura baixa, alarme temp. baixa, temperatura alta, alarme temp. alta; 7 - config. saída 1;
8 - config. saída 2;
9 – acionamento manual da saída digital 1; 10 – acionamento manual da saída digital 1; 11 – ligar buzina;
12 – desligar buzina.
O dispositivo sempre responde com o relatório completo, porque lá estão todas as respos-tas.
1 - Requisição de relatório:
É a única “string” que não é sensível ao caso, podendo ser escrita total ou parcialmente em caixa alta ou baixa:
Sintaxe: Relatorio ? rElAtORio? rElAtORIO ? Relatorio ? RELATORIO ? RELATORIO?
No caso específico de se tratar de um CPD, o comando fica:
Relatorio cpd?
ou...
RElaTORio CpD ?
... ou qualquer outra combinação de maiúsculas e minúsculas.
Todas as “strings” acima são válidas para a requisição do relatório. Percebe-se que o espa-ço entre o ponto de interrogação e a palavra “relatório” pode existir ou não.
A questão da segurança no trâmite de dados é relativa, mas pode ser implementada alguma criptografia em casos excepcionais. O preço da placa não considera nenhum tipo de cripto-grafia.
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2 - Configuração da linha 1 do cabeçalho:
Sintaxe:
Minemônico “CFGL1” em caixa alta, vírgula e mais 32 caracteres. Não há espaços entre os caracteres. Os caracteres que não forem digitados serão preenchidos com espaços em branco (ASC hex20 )
CFGL1,_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado. ---
Sintaxe:
Minemônico “CFGL2” em caixa alta, vírgula e mais 32 caracteres. Não há espaços entre os caracteres. Os caracteres que não forem digitados serão preenchidos com espaços em branco (ASC hex20 )
CFGL2,_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado. ---
4 - Entrada analógica 1:
Minemônico “CFGANALOG1” em caixa alta, “vírgula” e mais 5 caracteres que definem a grandeza, “vírgula”, 3 caracteres que definem a dimensional, “vírgula”, 3 caracteres que de-finem o valor baixo, “vírgula”, 1 caracter que define o alarme do valor baixo, “vírgula”, 3 ca-racteres que definem o valor alto, “vírgula”, 1 caracter que define o alarme do valor alto. Não há espaços entre os caracteres. Os caracteres não digitados nos campos alfa são pre-enchidos com espaços em branco (ASC hex20 ). Caracteres absurdos para os seus respec-tivos campos numéricos são desconsiderados, prevalecendo o valor “default”.
CFGANALOG1,_ _ _ _ _,_ _ _,_ _ _,_,_ _ _,_
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado. ---
5 - Entrada analógica 2:
Minemônico “CFGANALOG1” em caixa alta, “vírgula” e mais 5 caracteres que definem a grandeza, “vírgula”, 3 caracteres que definem a dimensional, “vírgula”, 3 caracteres que de-finem o valor baixo, “vírgula”, 1 caracter que define o alarme do valor baixo, “vírgula”, 3 ca-racteres que definem o valor alto, “vírgula”, 1 caracter que define o alarme do valor alto. Não há espaços entre os caracteres. Os caracteres não digitados nos campos alfa são pre-enchidos com espaços em branco (ASC hex20). Caracteres absurdos para os seus respecti-vos campos numéricos são desconsiderados, prevalecendo o valor “default”.
CFGANALOG1,_ _ _ _ _,_ _ _,_ _ _,_,_ _ _,_
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado. ---
6 - Temperatura baixa, alarme temp. baixa, temperatura alta, alarme temp. alta:
Minemônico “CFGTEMP” em caixa alta, “vírgula” 2 caracteres que definem o valor baixo, “vírgula”, 1 caracter que define o alarme do valor baixo, “vírgula”, 2 caracteres que definem o valor alto, “vírgula”, 1 caracter que define o alarme do valor alto.
Não há espaços entre os caracteres. Caracteres absurdos para os seus respectivos campos numéricos são desconsiderados, prevalecendo o valor “default”. O valor “default para o a-larme é “não alarmar”
CFGTEMP,_ _,_,_ _,_
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado. ---
7 – Configuração da saída 1:
Minemônico “CFGS1” em caixa alta, “vírgula” 4 caracteres que definem o modo de opera-ção, “vírgula”, 2 caracteres que definem o tempo de duração do pulso, “vírgula”, 2 caracteres que definem o código1, “vírgula”, 2 caracteres que definem o código2.
Não há espaços entre os caracteres. Caracteres absurdos para os seus respectivos campos numéricos são desconsiderados, prevalecendo o valor “default”.
O valor “default” para o modo de operação é NORM.
O valor “default” para o tempo de pulso é XXX (tempo infinito). O valor “default” para os códigos é 21.
CFGS1,_ _ _ _,_ _,_ _,_ _
Exemplo de configuração absurda:
CFGS1,NORM,00,01,02
A configuração é absurda, porque não é possível ligar e desligar a saída digital 1 por causa do mesmo evento. O resultado dessa configuração é a manutenção dos códigos válidos e anteriormente configurados.
Exemplo de configuração válida:
CFGS1,NORM,00,01,04
Na configuração acima, a saída digital 1 é ligada quando a entrada digital passa de “desliga-da” para “liga“desliga-da” e a saída digital 1 é desligada quando a entrada digital 1 passa de “liga“desliga-da” para “desligada”. O valor “00” para o tempo de pulso é desconsiderado, porque o modo de operação está “NORM”.
As observações são igualmente válidas para a saída digital 2.
8 - Configuração da saída 2:
Minemônico “CFGS2” em caixa alta, “vírgula” 4 caracteres que definem o modo de opera-ção, “vírgula”, 2 caracteres que definem o tempo de duração do pulso, “vírgula”, 2 caracteres que definem o código1, “vírgula”, 2 caracteres que definem o código2.
Não há espaços entre os caracteres. Caracteres absurdos para os seus respectivos campos numéricos são desconsiderados, prevalecendo o valor “default”.
O valor “default” para o modo de operação é NORM.
O valor “default” para o tempo de pulso é XXX (tempo infinito). O valor “default” para os códigos é 21.
CFGS2,_ _ _ _,_ _,_ _,_ _
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado. ---
9 – Acionamento manual da saída digital 1:
Minemônico “LLSD01” em caixa alta, comanda “ligar a saída digital 1. Minemônico “DDSD01” em caixa alta, comanda “desligar a saída digital 1.
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10 – Acionamento manual da saída digital 2:
Minemônico “LLSD02” em caixa alta, comanda “ligar a saída digital 2. Minemônico “DDSD02” em caixa alta, comanda “desligar a saída digital 2.
Os caracteres aparentemente em excesso garantem maior imunidade com relação à possibi-lidade de comandos espúrios.
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado do comando executado.
11 – Acionamento manual de ligar buzina:
Minemônico “LLBZ” em caixa alta, comanda “ligar a buzina.
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12 – Acionamento manual de desligar buzina:
Minemônico “DDBZ” em caixa alta, comanda “desligar a buzina.
Os caracteres aparentemente em excesso garantem maior imunidade com relação à possibi-lidade de comandos espúrios.
O dispositivo responde com o relatório completo, permitindo a visualização do resultado do comando executado.
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