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CONTABILIDADE EMPRESARIAL

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Academic year: 2021

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(1)

CONTABILIDADE

EMPRESARIAL

PROFESSOR Msc. Marcelo Grifo

ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA

INTRODUÇÃO

 Considerações iniciais do professor

 Com a Lei nº 11.638/07 inicia-se o processo

de convergência do Padrão Contábil Brasileiro para o Internacional;

 Acabaram as regras, apenas os Princípios

(2)

Modelo Contábil Global

GAAP Global Facilita a compreensão de informações financeiras Aumento da transparência e da comparabilidade Impactos na qualidade da informação? Impactos na qualidade das projeções de fluxos de caixa futuros? Impactos na captação de recursos?

Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade

Informações sobre mudanças na posição financeira (DMPL e DFC)

Informações sobre a posição financeira (BP)

Informações sobre o desempenho (DRE) Notas explicativas, quadros e informações complementares

(3)

O processo Contábil

 Consiste na busca pela representação da realidade econômica.

 É executado em três etapas:

RECONHECIMENTO

• Classificação da ação de natureza econômica

MENSURAÇÃO SUBSEQUENTE

• Definição da base

EVIDENCIAÇÃO (Disclosure)

• Demonstrações para os usuários externos à organização

Balanço Patrimonial (nova composição do ativo)

ATIVO CIRCULANTE (Criado pela Lei 11.941/09)

DISPONIBILIDADES

DIREITOS REALIZÁVEIS NO CURSO DO EXERCÍCIO SOCIAL SEGUINTE APLICAÇÕES DE RECURSOS EM DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE ATIVO NÃO-CIRCULANTE (Criado pela Lei 11.941/09)

ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO INVESTIMENTOS

IMOBILIZADO INTANGÍVEL

Importante: Foi excluída a conta ―Ativo Diferido‖ do balanço Patrimonial, observando-se que o seu saldo existente em 31/12/2008 que, pela sua natureza, não puder ser alocado a outro grupo de contas, poderá permanecer no ativo sob essa classificação até sua completa amortização, sujeito à análise sobre a sua recuperação.

Fonte: Lei 11.941/09

(4)

Balanço Patrimonial

(nova composição do Passivo)

PASSIVO CIRCULANTE (Criado pela Lei 11.941/09)

EXIGIBILIDADES (OBRIGAÇÕES VENCÍVEIS NO EXERCÍCIO SEGUINTE)

PASSIVO NÃO-CIRCULANTE (Criado pela Lei 11.941/09)

EXIGIBILIDADES (OBRIGAÇÕES VENCÍVEIS APÓS O TÉRMINO DO EXERCÍCIO SEGUINTE) RECEITAS DIFERIDAS

(-) CUSTOS DIFERIDOS

PATRIMONIO LÍQUIDO (Alterado pela Lei 11.638/07)

CAPITAL SOCIAL RESERVAS DE CAPITAL

AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL RESERVAS DE LUCROS

AÇÕES EM TESOURARIA PREJUIZOS ACUMULADOS

CPC 00

Pronunciamento Conceitual Básico

ESTRUTURA CONCEITUAL PARA

ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO

RELATÓRIO CONTÁBIL-FINANCEIRO

(5)

Estrutura Conceitual Básica

ATIVO PASSIVO e PL

Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que resultem benefícios econômicos futuros para a entidade.

Passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos já ocorridos, cuja liquidação se espera que resulte em saída de recursos capazes de gerar benefícios econômicos.

Patrimônio Líquido é o valor residual dos ativos da entidade após deduzidos todos os seus passivos.

Estrutura Conceitual Básica

 Performance financeira refletida pelo regime de competência e pelos fluxos de caixa

 Características Qualitativas Fundamentais

(6)

CPC 00

Características Qualitativas Fundamentais

RELEVÂNCIA

REPRESENTAÇÃO FIDEDIGNA

CPC 00

Características Qualitativas de Melhoria

COMPARABILIDADE

VERIFICABILIDADE

TEMPESTIVIDADE

(7)

CPC 01 / Impairment

Objetivo: Garantir que Ativos relevantes

não estejam mensurados por valor acima de

seu valor recuperável.

Valor Recuperável: Maior valor entre o

valor justo e o valor de uso.

CPC 01 / Impairment

Valor Justo de venda: Valor comercializável deduzido dos gastos necessários para a venda.

(8)

CPC 01

Teste de Impairment:

Quando?

Valor Contábil > Valor Recuperável

• O teste deverá ser realizado sempre que houver algum indício de que seu valor recuperável esteja abaixo do valor contábil;

Para ativos intangíveis com vida útil indefinida (goodwill, por exemplo): a cada exercício social.

CPC 01

Impairment Test

Indícios Externos

• Mudanças adversas relacionadas a aspectos tecnológicos, econômicos ou legais;

• Piora nas condições do setor;

• PL maior do que o valor de mercado da empresa.

(9)

CPC 01

Impairment Test

Indícios Internos

• Obsolescência ou dano físico do ativo

• Decisões estratégicas ou operacionais que podem trazer efeitos adversos nas condições de uso do ativo

• Desempenho do ativo está abaixo do que foi inicialmente projetado.

CPC 01 / Impairment Test

Intangíveis

:

Maior rigor com avaliações adicionais.

Caso existam indícios, o teste é

realizado. O primeiro passo é mensurar

o valor de mercado. Caso necessário, o

valor de uso também é mensurado.

(10)

SÃO EVIDÊNCIAS DE IMPAIRMENT?

1) Um tanque de combustível com vida estimada de 10 anos que apresentou problemas de vazamento repetidas vezes? ( )

2) Mudanças na legislação que impactam positivamente o consumo de gás de cozinha? ( )

3) Redução do valor de mercado dos combustíveis automotivos? ( )

4) Mudanças na legislação que impactam negativamente o consumo de um determinado medicamento? ( )

5) Queda de 25% no valor das ações de uma empresa controlada? ( )

CPC 01 / Mensuração do Valor

Recuperável

O valor recuperável de um ativo

corresponde ao

MAIOR

montante entre:

Valor Líquido de Venda

ou

(11)

Impairment Test – Exemplo

Imobilizado/Intangível Alfa Beta

Valor Líquido Contábil 1.000 1.000 VR = Valor Recuperável

Valor em Uso 1.200 800

Valor de Venda 950 950

VR = Valor em uso X de venda = maior 1.200 950

Valor Contábil X Recuperável = menor 1.000 950

Impairment Não Sim

Perda - (50)

CPC 01 / Divulgação Obrigatória

Descrição dos ativos e das condicionantes para impairment

Montante de perda Metodologia de cálculo

(12)

CPC 06 / Leasing

É uma transação de aluguel ou

financiamento com opção de compra.

É o maior exemplo de primazia da

essência econômica sobre a forma

jurídica.

CPC 06 / Leasing

Pode

ser

classificado

em

leasing

financeiro (na essência, uma venda) ou

operacional (apenas um aluguel).

Arrendador é o cedente do ativo.

Arrendatário é aquela empresa que recebe

e opera o ativo.

(13)

CPC 06 / Leasing Financeiro

Conceito:

Ocorre

transferência

substancial dos riscos e benefícios

inerentes a propriedade de um ativo.

CPC 06 / Leasing Financeiro

Características:

Prestação amortiza a maior parte do

valor do bem.

Bem transferido no final do contrato.

Opção de compra com valor muito

inferior ao valor justo do final do contrato.

Prazo do leasing representando a maior

parte da vida útil.

(14)

CPC 06 / Leasing Financeiro

Características:

 Valor presente dos pagamentos representa o valor justo do ativo.

 O ativo possui uso muito especializado e específico para o Arrendatário.

 O Arrendatário somente pode cancelar o leasing assumindo todas as perdas financeiras.

CPC 06 / Leasing Financeiro

Características:

O Arrendatário assume flutuações

do valor justo residual.

O leasing pode ser estendido pelo

Arrendatário por valor inferior ao

praticado pelo mercado.

(15)

CPC 06 / Leasing Financeiro

Leasing Não Cancelável: Importante para identificar Leasing Financeiro. Caracterizado quando um leasing somente for cancelável quando:

•Contingência remota;

•Anuência do Arrendador;

•Contratação simultânea de outro leasing; e/ou

•Multa de valor muito elevado.

CPC 06 /Contabilização do Leasing Financeiro

Arrendatária:

Registro do leasing

D – Imobilizado (ANC)

D – Encargo financeiro a apropriar (PC) D – Encargo financeiro a apropriar (PNC) C – Prestações a Pagar (PC)

C – Prestações a Pagar (PNC)

Registro do pagamento das prestações e encargos do leasing

D – Despesa Financeira (DRE)

C – Encargo financeiro a apropriar (PC)

D – Prestações a pagar (PC) C – Caixa (AC)

(16)

CPC 06 /Contabilização do Leasing Financeiro

Arrendador:

Registro do leasing

C – Imobilizado (ANC)

C – Encargo financeiro a apropriar (AC) C – Encargo financeiro a apropriar (ANC) D – Prestações a Receber (AC)

D – Prestações a Receber (ANC)

Registro do recebimento das prestações e encargos do leasing

C – Receita Financeira (DRE)

D – Encargo financeiro a apropriar (AC)

C – Prestações a receber (AC) D – Caixa (AC)

CPC 06 / Leasing Operacional

Leasing Operacional é todo leasing

não

classificável

como

Leasing

Financeiro.

A partir de 2019 apenas serão

considerados

Operacionais

os

Arrendamentos de curto prazo e de

baixo valor.

(17)

CPC 06 /Contabilização do Leasing Operacional

Arrendatária: D – Despesa com Leasing C – Leasing a Pagar

Arrendador: D – Leasing a Receber C – Receita com Leasing

Obs: Ativo e depreciação continuam sendo registradas no Arrendador.

CPC 06 / Leaseback

É a venda de um ativo ―casada‖ com

um leasing.

Comum

em

empresas

em

(18)

CPC 27 / Ativo Imobilizado

É um Ativo Tangível que é mantido para uso na produção ou fornecimento de mercadorias e serviços.

Não precisa necessariamente pertencer à entidade do ponto de vista jurídico para ser reconhecido. (Propriedade vs Posse)

Um dos Grupos mais afetados pelos IFRS.

CPC 27 / Ativo Imobilizado

Tratamento contábil para Ativos Fixos Tangíveis

Reconhecimento inicial

Mensuração subseqüente

Depreciação

(19)

CPC 27 / Ativo Imobilizado - Reconhecimento

For provável que os benefícios econômicos futuros associados ao bem fluirão para a entidade

O valor de custo puder ser confiavelmente mensurável

Importante: Os custos incorridos inicialmente para adquirir ou construir um ativo fixo tangível devem fazer parte do valor de custo

CPC 27 / Ativo Imobilizado - Mensuração

Preço de compra =

(preço – abatimentos - impostos recuperáveis)

Custos incorridos para colocar o ativo na localização e condição necessária para uso

(20)

CPC 27 / Ativo Imobilizado – custos diretamente atribuíveis

Preparação do local

Entrega, montagem, instalação e remoção

Honorários profissionais diretamente atribuíveis

Importante: O reconhecimento de custos cessa quando o bem está no local e em condições de funcionar da forma pretendida.

CPC 27 / Ativo Imobilizado – Mensuração após o reconhecimento

Após o reconhecimento inicial, custo ou reavaliação, esta última quando permitida por Lei.

Importante: A Lei n.º 11.638/07 restringiu o uso do método de reavaliação

Custo é deduzido de depreciação e

impairment.

(21)

CPC 27 / Ativo Imobilizado - Depreciação

O método de depreciação, o valor

residual e a vida útil esperada devem ser revistos, no mínimo a cada final dos exercícios contábeis.

Importante: Cada parte do ativo cujo custo seja significativo em

relação ao custo total deve ser depreciada separadamente.

CPC 27 / Ativo Imobilizado – Vida útil

A vida útil é o período pelo qual a entidade espera que um ativo esteja disponível para uso

Fatores que devem ser avaliados

Uso esperado do ativo Desgaste normal esperado

Obsolescência técnica ou comercial Limites legais para uso do ativo

(22)

CPC 27 / Métodos de Depreciação

Podem ser utilizados 3 métodos

linha reta

unidades produzidas

saldos decrescentes

Exemplos em sala de aula.

CPC 25 – Provisões e Contingências

Não

existiram

alterações

significativas nas atuais práticas

contábeis brasileiras.

(23)

CPC 25 – Definições

Provisão é o passivo de valor ou prazo incerto.

Contingências são obrigações ou direitos resultantes de eventos passados e que serão confirmados por eventos futuros incertos e não controláveis pela empresa.

CPC 25 – Provisões

Contas a pagar são passivos certos.

Outros

passivos

com

grau

de

incerteza tão pequeno que são

tratados como contas a pagar. Ex:

Férias.

(24)

CPC 25 – Provisões

Passivos

contingentes

são

contingências

possíveis

ou

remotas

e

que

não

geram

contabilização.

Provisões

são

contingências

prováveis

e

que

são

contabilizadas.

CPC 25 – Reconhecimento de Provisões

Provisões são reconhecidas quando:

Existe obrigação presente de evento

passado.

Desembolsos futuros são possíveis.

O valor seja mensurável de forma

(25)

CPC 25 – Reconhecimento de Passivos Contingentes

Não são reconhecidos.

Caracterizado por possuir menos

de

50%

de

probabilidade

de

ocorrência.

Divulgados se forem possíveis.

Reavaliados periodicamente.

CPC 25 – Reconhecimento de Ativos Contingentes

Reconhecidos somente caso o ganho

seja praticamente certo, ou seja,

quando deixa de ser contingente.

Demais considerações são iguais as

(26)

CPC 25 – Mensuração de Provisões

Uso da melhor estimativa possível.

Uso do valor presente quando o efeito for material.

Eventos futuros podem ser considerados se existir evidência objetiva das suas ocorrências.

Reavaliações anuais.

Vide exemplo de regra p/ reconhecimento

em sala de aula

CPC 12 / Valor Presente

Incorreção grave da Contabilidade

Brasileira até 2007, corrigido pela Lei

11.638.

(27)

CPC 12 / Valor Presente

 Todos os elementos integrantes do ativo realizável e do passivo exigível (de longo prazo) devem ser ajustados ao seu valor presente, mediante descontos que considerem os juros embutidos pré-fixados.

 Os demais ativos e passivos de curto prazo somente deverão ser ajustados ao seu valor presente caso esse ajuste tenha efeito relevante nas demonstrações contábeis.

CPC 12 / Valor Presente

 o AVP objetiva efetuar o ajuste para demonstrar o valor presente de um fluxo de caixa futuro (o valor de um direito ou obrigação descontadas as taxas implícitas em seu valor original, registrar essas taxas como despesas ou receitas financeiras)

(28)

CPC 12 / Valor Presente

Ao utilizar o AVP, espera-se que os juros embutidos nos valores das operações a prazo não provoquem distorções nas demonstrações contábeis, pois as empresas deixavam de reconhecer despesas e receitas financeiras incluídas nas operações, apurando resultados distorcidos. Desta forma, as operações tornam-se comparáveis sob o ponto de vista de análise, independentemente de as empresas operarem à vista ou a prazo.

CPC 12 / Valor Presente

Para determinar o valor presente de um fluxo de caixa, três informações são requeridas:

• valor do fluxo futuro (considerando todos os termos e as condições contratados),

• data do referido fluxo financeiro e

(29)

CPC 12 / Procedimentos

• Registro inicial mantendo o valor nominal em conjunto com uma conta retificadora no BP e ajuste na DRE, para avaliação pelo valor presente.

• Preferencialmente, deve se utilizar a taxa contratual, resultando no registro pelo valor justo. Caso não seja possível, taxa livre de risco.

CPC 12 / Procedimentos

Após registro inicial, contrapartida

em resultados financeiros (cálculo

pró-rata).

(30)

CPC 16 – Estoques

Releitura e consolidação dos

conceitos já existentes.

CPC 16 – Escopo

Não

se

aplica

a

custos

de

construção, instrumentos financeiros

e ativos biológicos.

(31)

CPC 16 – Valor Justo x Valor Realizável Líquido

Valor Realizável Líquido: Preço de

venda específico obtido pela empresa

para seus produtos.

Valor Justo: Preço de mercado entre

partes independentes.

CPC 16 – Mensuração

Permanece custo ou mercado (valor

realizável líquido), dos dois o menor.

(32)

CPC 16 – Custos

Permanece válido o conceito de

agregação

de

todos

os

custos

necessários para a operação (compra,

impostos,

fretes,

dedução

de

descontos).

CPC 16 – Despesas

São considerados despesas:

Valor anormal de perdas

Armazenamento

Despesas administrativas

(33)

CPC 16 – Critérios de Valoração

PEPS

Custo Médio

UEPS não pode ser utilizado

CPC 16 – Lançamento na DRE

Na venda ou na provisão.

Podem ser ativados no Imobilizado

quando da construção de ativos

próprios.

(34)

CPC 16 – Questão para Reflexão

Considere os dados extraídos da contabilidade da Companhia JAFS sobre as mercadorias destinadas à venda em 31/12/2016:

Produto Valor do Custo Valor de Mercado

ALFA 23.500,00 21.100,00 BETA 19.650,00 18.120,00 GAMA 12.100,00 14.300,00 TOTAL 55.250,00 53.520,00

Considerando-se exclusivamente as informações acima, o valor total das avaliações dos estoques em 31/12/2016, será:

Resposta:

CPC 47 - Receita de

Contrato com Cliente

São aumentos nos benefícios econômicos nas formas de entradas ou acréscimos de ativos ou decréscimos de passivos que resultem em aumento no patrimônio líquido e que não sejam aportes dos sócios.

A questão principal é o momento do seu reconhecimento.

(35)

A partir de 2018 revogam-se e são substituídos pelo texto do CPC 47 os textos do CPC 17 — Contratos de Construção, as partes relacionadas às receitas e Interpretações Anexas A e B do CPC 30, bem como o ICPC 02 — Contrato de Construção do Setor Imobiliário e ICPC 11 Recebimento em Transferência de Ativos dos Clientes.

CPC 47 - Receita de

Contrato com Cliente

CPC 47- Reconhecimento

A questão principal do tratamento contábil das receitas é o momento do seu reconhecimento com base na probabilidade de geração de benefício futuro e na mensuração confiável daquele benefício.

(36)

CPC 47- Escopo

Vendas de mercadorias;

Prestação de serviços;

Juros, Royalties e Dividendos.

CPC 47- Escopo

Segundo o CPC 47 é necessário observar 5 (cinco) etapas:

(i) Identificar os contratos com clientes;

(ii) Identificar as obrigações de desempenho (OD)

separadas nos contratos;

(iii) Determinar o preço da transação;

(iv) Alocar o preço da transação às obrigações de desempenho separadas; e

(v) Reconhecer a receita quando cada obrigação de desempenho for satisfeita.

(37)

CPC 47- Venda de Bens

Reconhecimento,

basicamente,

quando:

Riscos e benefícios transferidos.

Vendedor não retém a gestão.

Receita mensurável.

Benefícios futuros prováveis.

Despesas mensuráveis.

CPC 47- Venda de Bens

Em geral, o reconhecimento se dá

no momento da transferência do

bem.

Deve-se

constituir

PCLD/PDD

(38)

CPC 47- Prestação de Serviços

Reconhecimento quando:

Receita mensurável.

Benefícios futuros prováveis.

Proporção dos serviços mensuráveis.

Despesas mensuráveis.

Obrigação desempenho atendida

CPC 47- Prestação de Serviços

Reconhecimento quando:

Exemplo de Obrigação Desempenho

atendida:

Venda

de

equipamento

e

sua

respectiva instalação no cliente.

(39)

CPC 47- Não Reconhecimento

Fatores que poderão impedir o reconhecimento da Receita 1) como a alta probabilidade do cliente não honrar o pagamento (realidade do setor imobiliário).

2) O descasamento entre a emissão da NF (tributação) e o reconhecimento contábil da receita,

3) Situações pontuais relacionadas às garantias.

3) Empresas que utilizam métodos de fase de conclusão / porcentagem de conclusão (ao longo no tempo), que poderão utilizar-se da antecipação do reconhecimento de receitas em determinado momento do projeto.

CPC 47– Questão para Reflexão

A Casa de Espetáculos Fernanda Montenegro realizou uma peça teatral no mês de Novembro de 2014. Todos os ingressos foram vendidos por meio de cartão de crédito nos meses de Junho, Julho e Agosto. No mês de Setembro, as operadoras de cartão de crédito pagaram a casa de espetáculos todo o valor do show, no montante de R$ 150.000,00. Como contador da casa de espetáculos, em que momento você reconheceria na contabilidade a receita de realização da peça teatral:

Referências

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