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Plano de Trabalho ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA, FINANCEIRA, SOCIAL E AMBIENTAL

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC

Laboratório de Transportes e Logística – LabTrans

Plano de Trabalho

ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA,

FINANCEIRA, SOCIAL E AMBIENTAL

SISTEMA DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS

DE INTERESSE REGIONAL

TRECHOS: CAXIAS DO SUL (RS) – BENTO GONÇALVES (RS) E

LONDRINA(PR) – MARINGÁ (PR)

DESCENTRALIZAÇÃO EXTERNA DE CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO E REPASSE

FINANCEIRO

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PLANO DE TRABALHO 1 – DADOS CADASTRAIS

1.1 – Órgão / Entidade Proponente

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

CNPJ/MF:

83.899.526/0001-82

Endereço

Campus Universitário Profº João David Ferreira Lima – Caixa Postal 476

Cidade Florianópolis UF SC CEP 88040-970 DDD/Telefone (048) 3721.9000 E.A. Federal Nome do Responsável:

Álvaro Toubes Prata

CPF: 145.041.381-15 CI/Órgão expedidor: 5.595.235 / SSP/SC Cargo: Professor Função: Reitor Matrícula: 1156697 Endereço:

Rua Riacho Doce nº 288 – Centro da Lagoa – Florianópolis / SC

CEP:

88062-560

2 – OUTROS PARTÍCIPES Orgão/Entidade

Secretaria de Política Nacional de Transportes

CNPJ/MF E.A. Federal Nome do Responsável Marcelo Perrupato Função: Administrativo CPF: 010821326-91 CI/Órgão Expedidor: M/978469-SSP/MG Cargo: Secretário Matrícula: 1297872-SIAPE Endereço:

SHIS QL 18, Conjunto 06, Casa 07, Lago Sul Brasília-DF

CEP:

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3 – DESCRIÇÃO DO PROJETO

Título do Projeto Período de Execução

Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Financeira, Social e Ambiental do Sistema de Transporte Ferroviário de Passageiros, de Interesse Regional, nos Trechos: Caxias do Sul (RS) – Bento Gonçalves (RS) e Londrina (PR) – Maringá (PR) Início Mês 1 Término Mês 7 Identificação do objeto:

O presente plano de trabalho contempla o seguinte objeto:

Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Financeira, Social e Ambiental do Sistema de Transporte Ferroviário de Passageiros, de Interesse Regional, nos trechos: Caxias do Sul (RS) – Bento Gonçalves (RS) e Londrina (PR) – Maringá (PR) incluindo o respectivo Projeto Básico, visando estabelecer e analisar os elementos intervenientes e de apoio à tomada de decisão, à elaboração do Plano de Outorga, produzindo resultados não somente quanto à atratividade do investimento, em diversos cenários, seja do ponto de vista do interesse privado ou do público, mas também apontando de forma preliminar, possíveis segmentos interessados na implantação desses projetos. Os trabalhos serão elaborados em conformidade com o disposto no Termo de Referência elaborado pelo Ministério dos Transportes e anexo a este Plano de Trabalho.

Produtos:

A aplicação do plano de trabalho proposto tem como objetivo os seguintes produtos:

• Produto 1 – Relatório do levantamento de informações e caracterização dos trechos ferroviários foco do estudo.

• Produto 2 – Relatório da análise da demanda e caracterização da oferta.

• Produto 3 – Estudo de viabilidade técnica, econômica, financeira, social e ambiental, para a implantação do serviço de transporte ferroviário de passageiros para os trechos em estudo, proposto no Termo de Referência.

• Produto 4 – Elaboração do Projeto Básico com elementos suficientes para elaboração do Plano de Outorga pela ANTT.

• Produto 5 – Relatório Final e suporte à apresentação do presente estudo, em Audiência Pública.

Apresentação:

A UFSC tem interesse na realização desse projeto, tendo em vista sua compatibilidade com as pesquisas e estudos por ela realizados, bem como a abrangência e importância do mesmo para o Setor de Transportes. Considera-se a sua realização como uma oportunidade ímpar de contribuir com o desenvolvimento de políticas públicas com a efetiva participação popular.

A UFSC tem experiência no tema a ser estudado, dispondo, em seu quadro de pessoal, de professores e pesquisadores com vasta atuação na área. Essa atuação é verificada tanto em termos de trabalhos específicos – acadêmicos, governamentais e empresariais - quanto em pesquisas científicas e publicações.

Cabe ainda salientar que a UFSC dispõe do Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans) que atua no desenvolvimento de projetos com vários organismos governamentais e não-governamentais, cabendo destacar:

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Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina.

• Desenvolvimento e Assessoria à Implantação da Ferramenta SIAM - Sistema de Análise de Mercado para a Petrobras.

• Grupo de Pesquisa em Sistemas Logísticos, Emergenciais e de Transporte, CNPq - Ref. UFSC. 0335.

• Sistema Multifrota: Planejamento de Serviços e Gestão de Veículos no Transporte Multimodal, CNPq.

• Série: Multimodalidade. IDAQ / CNT – Confederação Nacional dos Transportes.

• Cursos de ensino a distância e prestação de serviços técnicos especializados para a produção de vídeo aulas e produção de apostilas SEST/SENAT/CNT.

• Projeto “Logística de Produtos de Alto Valor Agregado” em convênio com a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, Superintendência de Logística – SULOG. • Projeto “Estudos para Caracterização e Aprimoramento Operacional de Fluxos de

Cargas e Passageiros no Transporte Terrestre” – ANTT.

• Projeto “Modelo de Viabilidade, Monitoramento e Representação dos Indicadores de Desempenho das Linhas de Transporte Rodoviário de Passageiros.

• Estudo dos Índices e Coeficientes Tarifários Técnicos para a Prefeitura Municipal de Florianópolis.

• Especificação e implantação do Sistema de Acompanhamento e Fiscalização de Transporte Ferroviário (SAFF). – ANTT.

• Concepção, implantação e monitoramento do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e incentivo à implantação da Auditoria Ambiental nos empreendimentos rodoviários e ferroviários concedidos sob a tutela da ANTT, observados as atribuições e competências institucionais do IBAMA.

• Estudo de viabilidade para implantação de transporte aquaviário na Baía da Babitonga – DETER/SC.

• Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento – DNIT.

• Apoio à Fiscalização da Infra-Estrutura Ferroviária e à Apuração de Acidentes Graves no Transporte Ferroviário. (em andamento) – ANTT.

• Estudos Técnicos Científicos Necessários ao Estabelecimento de Nova Metodologia de Cálculo Tarifário para o Sistema de Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado de Santa Catarina (em andamento) – DETER/SC.

• Realização de Estudos Técnicos na Área de Transporte e Logística (em andamento) – Ministério dos Transportes.

Merece atenção o envolvimento dos professores e pesquisadores com o LabTrans e com o corpo discente dos cursos de Mestrado e Doutorado dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Civil, em Engenharia de Produção e em Engenharia Ambiental da UFSC, como também o fato de a UFSC estar posicionada entre as 150 melhores universidades do mundo, de acordo com a última edição do Ranking Webometricas (

www.webometrics.info

). Na pesquisa que analisou 17 mil instituições acadêmicas do mundo a UFSC ocupa a 134a posição e é a terceira entre as brasileiras.

Justificativa da Proposição:

O processo de desmobilização do transporte de passageiros no Brasil foi descrito no relatório “Trens Regionais de Passageiros – o renascimento de um vetor de desenvolvimento econômico no país” elaborado pela Área de Inclusão Social do BNDES em 2002. Esse processo de desmobilização do transporte ferroviário de passageiros de longa distância, no Brasil, culminou, nos anos 90, com a concessão da prestação dos serviços de transporte ferroviário de carga e o simultâneo arrendamento dos ativos operacionais das ferrovias, no âmbito da política de concessões dos serviços de infra-estrutura e do Programa Nacional de Desestatização. Os Contratos de Concessão exigiram a manutenção, pelos operadores privados de carga, de apenas “duas janelas diárias” para a circulação de composições de passageiros, não definindo parâmetros operacionais nem delimitando horários. Ao lhe dar alternativa de desativar as linhas remanescentes que não fossem de seu interesse, ficou selada, a extinção do transporte de passageiros por ferrovia. A eliminação dos serviços existentes foi rápida e, no limiar do século XXI com exceção das chamadas linhas sociais da Cia. Vale do Rio Doce, já não mais havia trens de passageiros em nosso país.

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Ao contrario, na Europa, a transferência dos serviços ferroviários regionais para as autoridades locais, como ocorreu na Alemanha, Suíça, Dinamarca, Itália, Áustria, Espanha e até mesmo no Japão, com a modernização de material rodante e o apoio do governo central, possibilitou a melhoria desse serviço essencial. De fato, a desvinculação dos trens regionais das operadoras estatais centrais, possibilitou a elas uma maior dedicação ao transporte de longa distância de alta velocidade ao mesmo tempo em que liberou a operação dos trens regionais para as comunidades, estas mais afeitas as suas necessidades de transporte.

Esse exemplo bem sucedido fundamentou as diretrizes para o BNDES estudar o retorno dos trens regionais de passageiros, segundo o seguinte modelo:

• Delimitação espacial do papel do trem regional. • Utilização de equipamento adequado.

• Conscientização da importância da ferrovia como instrumento de desenvolvimento regional. • Participação privada na modernização e operação.

Na etapa inicial do trabalho foram identificados 64 trechos com potencial, segundo os aspectos empresariais, turísticos, desenvolvimento regional e desenvolvimento sócio-econômico, onde pequenos investimentos resgatariam o transporte de passageiros, sem prejuízo do transporte de carga, em regiões que tivessem ao menos uma cidade pólo com mais de 100.000 habitantes. A ligação Caxias do Sul (RS) – Bento Gonçalves (RS), trata-se de um trecho curto, 63 quilômetros, desativado, e não concedido para a operação de trens de carga. A região de abrangência do trecho referido apresenta um dos maiores IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, atividade produtiva diversificada e um dos mais importantes parques da indústria metal-mecânica do país o que pode contribuir para a auto-suficiência do projeto.

Outro ponto importante é o desenvolvimento de mecanismos que permitam à implantação da tarifa social para a população de baixa renda, buscando mecanismos que permitam o equilíbrio econômico-financeiro de forma a garantir a qualidade dos serviços prestados ao usuário do sistema.

Nessa região a atividade turística também é forte, devido especialmente ao clima e a cultura trazida pelos imigrantes europeus, o que reforça a possibilidade da implantação do transporte ferroviário de passageiros.

A ligação Londrina (PR) – Maringá (PR) compreende 121 km, envolvendo 11 municípios e somando uma população superior a um milhão de habitantes e com alto padrão de desenvolvimento social e econômico. As condições, relativamente boas, da via permanente e a alta demanda envolvida apontam para taxas de retorno elevadas.

Há que se considerar o transporte de carga, já existente, principalmente entre os municípios de Londrina, Apucarana e Arapongas. Para evitar o conflito entre o transporte de passageiros e o de cargas, poderá ser necessária a duplicação parcial da infraestrutura existente, conforme apresentado no estudo do BNDES.

Atividades:

As atividades elencadas para a execução do projeto, de acordo com os produtos e a seguir apresentadas, estão em consonância com o “Termo de Referência” pré-estabelecido, e poderá contar com o apoio técnico da TRENSURB (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A), da FERROESTE (Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A) e das Universidades de Caxias do Sul (UCS), de Londrina (UEL) e de Maringá (UEM), nas questões de operação e levantamento de informações, determinação dos custos de recuperação e adequação dos sistemas ferroviários objeto do estudo.

PRIMEIRA FASE:

A. LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES

A.1 - Formulação da base de conhecimento:

 Levantamento de dados demográficos e sócio-econômicos dos municípios envolvidos.  Levantamento de invasões da faixa de domínio e possíveis alternativas para sua

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 Levantamento de dados sobre desenvolvimento regional.  Levantamento de dados sobre o transporte rodoviário. A.2 - Pesquisa de campo:

 Planejamento do Levantamento de Dados.

 Programação das Atividades e Reuniões para Contatos.  Levantamentos de Campo.

A.3 - Estudo de Viabilidade Ambiental necessário, considerando-se que: I) as regiões correspondentes aos trechos Caxias do Sul (RS) – Bento Gonçalves (RS) e Londrina (PR) – Maringá (PR) já foram impactadas e; II) seguindo a Resolução No 349 do CONAMA.

B. CARACTERIZAÇÃO DOS TRECHOS FERROVIÁRIOS

B.1 - Considerações Iniciais.

B.2 - Caracterização dos Trechos nas Condições Vigentes quando da Elaboração da Pesquisa:

 Infraestrutura da Via Permanente.  Superestrutura da Via Permanente.

 Estações, oficinas e demais instalações de apoio.  Faixa de Domínio.

B.3 - Padrões Adotados para os Projetos de Trem Regional:  Via Permanente.

 Estações.

 Material Rodante.

SEGUNDA FASE:

C. ANÁLISE E PREVISÃO DA DEMANDA

C.1 - Entrevistas Realizadas nos Trechos:

 Entrevistas nos Pólos Geradores de Tráfego, nas Rodovias e nos Terminais Rodoviários.  Determinação da Amostra e de sua Confiabilidade.

C.2 - Determinação do Perfil dos Entrevistados.

C.3 - Elaboração da Matriz de Origem/Destino de Viagens:  Matriz de Origem/Destino (O/D) de Viagens por Renda.  Matriz de Origem/Destino (O/D) por Modo de Viagem.

 Determinação do Potencial de Propensão à Mudança (%) por Modo de Viagem, em função das variáveis: tarifa, tempo de viagem e conforto.

D. CARACTERIZAÇÃO DA OFERTA

D.1 - Material Rodante, Via e Traçado. D.2 - Sistemas de Controle de Tráfego. D.3 - Oficinas e Instalações de Apoio. D.4 - Programação Operacional:

 Critérios Utilizados:

o Programação horária das viagens.

o Velocidades e tempos de percurso e de ciclo. o Dimensionamento das frotas.

 Previsão dos Seguros que devem ser contratados.

TERCEIRA FASE:

E. ANÁLISE DE VIABILIDADE.

E.1 - Custos e Investimentos:  Investimentos.

 Estimativa de Custos do Projeto: o Custos de Operação. o Custos de Manutenção. o Custos de Administração.  Indenizações.

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 Depreciação.

E.2 - Cálculo da Viabilidade dos Projetos:  Receitas.

 Despesas.

E.3 – Análise de Viabilidade Tarifária, considerando Aspectos Sociais

F. ANÁLISE DE ALTERNATIVAS

F.1 – Simulações. F.2 – Cenários.

F.3 - Análise de Riscos. F.4 - Análise Multicriterial.

G. INDICATIVOS DE POSSÍVEIS SEGMENTOS INTERESSADOS E FORMA DE RELACIONAMENTO

QUARTA FASE:

H. INDICATIVOS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO BÁSICO COM ELEMENTOS SUFICIENTES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE OUTORGA.

QUINTA FASE:

I. APRESENTAÇÃO FINAL DO ESTUDO.

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PLANO DE TRABALHO

5 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

CONCEDENTE: Ministério dos Transportes R$ 1,00

Meta Mês 1 Mês 2 Mês 3 Mês 4 Mês 5 Mês 6 Mês 7

R$ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

6 – CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

PROPONENTE: Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC R$ 1,00

Meta Mês 1 Mês 2 Mês 3 Mês 4 Mês 5 Mês 6 Mês 7

R$ 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

7 – DECLARAÇÃO

Produto Quant. Início Término

6 00000000000

Código Proponente Concedente Total (R$)

3390.00 0,00

PLANO DE TRABALHO

4 - PROGRAMA DE EXECUÇÃO

Atividade: Estudo de viabilidade técnica, econômica, financeira, social e ambiental do transporte ferroviário regular de passageiros do projeto Trem Regional, nos trechos: Caxias do Sul - Bento Gonçalves e Londrina - Maringá

Fases de

Execução Especificação

Indicador Físico Duração Indicador

Financeiro

00000000

Primeira Fase

Levantamento de Informações e Caracterização dos trechos Ferroviários Relatório 1 Mês 01 Mês 02 -Publicação no DOU e repasse do Recurso Fase Inicial

Descentralização da Elaboração dos estudos Termo de Relacionamento 1 -Terceira Fase

Análise da viabilidade, Análise de

alternativas e indicativos Estudo 1 Mês 04 Mês 05

-Segunda Fase

Análise da demanda e caracterização

da oferta Relatório 1 Mês 03 Mês 04

-Quinta

Fase

Apresentação Final do Estudo e

Suporte Relatório 1 Mês 06 Mês 07

-Quarta Fase

Elaboração de Projeto Básico e

Ambiental Projeto 1 Mês 05 Mês 06

Total Total

Natureza da Despesa

Especificação

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Na qualidade de representante legal do proponente, declaro, para fins de prova junto ao Ministério dos Transportes para os efeitos e sob as penas da lei, que inexiste qualquer débito em mora ou situação de inadimplência com o Tesouro Nacional ou qualquer órgão ou entidade da Administração Pública Federal que impeça a transferência de recursos oriundos de dotações consignadas dos orçamentos da União, na forma deste Plano de Trabalho.

Pede deferimento,

Local e data Proponente

8 – APROVAÇÃO PELA CONCEDENTE Aprovado.

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