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A Escola Primaria, 1934, anno 17, n. 10-11, jan.-fev., RJ

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(1)

AN NO XVII-N~s 10

e

11

Num. avulso 1$200

Jan.º e Fevereiro de

1934

, • •

REVIST P. MENSAL

• •

- - - -

- -

-

·-

·

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.

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·

-Di1·e

c

to1·

:

1

ALr"'REDO e. DE F. ALVI~I

. . ,. . ' .

-Redacç

.

ão

:

RUA

S

ETE

DE

SETE!IIBRO,

174

ASSIGNATURAS

:

·

Pa1·a

o

Brasil

um anno ...•

6

meies ...

União

Postal

...

.

... .

SUMMARIO

--

A

volta

ã

escola

-

-

12$000

6$000

15$000

An

isi

o Spinola Teixeira

N

f

ensagem

ao

s

professo

res

do Districto

Federal

Mestre Escola ...

.

Bi

bliographla.

Tres

palavrinhas

-Othelo

Reis ... .

Geralda Campos . . . .

Hemete

rio

dos Santos ..

--•

A

matricula

nas

escolas

do Districto

Fe

-

Afranio Peixoto

...

.

deral.

Musica

e Desenho

.

Como tornar

suave

a

vida de

Profe

ss

or

Carta

a uma

professora

Brasil. futuro suppridor mundial de

ferro,

• ' Octacilio Da11tas . . . .. . Dr. Carvalho

Barbosa ..

.

--I

'

A

divida

immensa do Brasil

para eom

os Jesuítas,

A educacão sanitaria nas escolas.

O caboclo,

Applicação

de

testes nas e~cola_ prjma

rias.

O

Di,·ecto,

-

· do Depa,·tar1ze1zto

de

Ed1tca-

1

fardo

pezado

;

é,

antes zinz g,·ande be11i

qiie

ZJ.l'tta zntczatzva

q1

,

ze

1iâo pode passa,·, seni

e-

<<Deus 1zos i1npoz bem rudes p1·ovas sob,·e a

gist,·o

espec

ial,

,zas

colz1,11z1zas

desta

,·e

vista

.

te1·1·a,

11ias

c,·eou o t,·aballto e tudo co11

,

zpe1zsoz,

11 •

.Resolvezz o illz,tst,·e Dr. Anisio Peixeira

A

e.,cola não tenz nzotivos pa,·a se

ale-qzie as azllas primarias se ab1·a1n, fest;·va· g,·ar quando e,zt,·a

e111

,

·epouso,

sepa,·ando

11ze1zte, este a,zno. Cada escolct revesti,·-se-á os 111,e<;tres dos discipzllos queridos,· so1·1·i sirn,

de gala pa,·a recebe,· seus 11iest1·es,

.s

eus

a,z- cheia de ;·ubilo, ao se abri,·enz, de novo, szias

tigos alzi111nos e

seus

peq,zeninos e 1zovos disci- portas la,·gas,

,·eenceta,zdo

o labo,· proftcuo,

pulos e

{tS

lições serão ,·ee,zcetadas ,izlrtt a11z- qzie

é

elemento e co,idição de r·iqzieza e

feli-bie,ite de hg11

-

z1zos

e

ca1zticos ftstivos.

cidade.

Si11tples na appa1·e1zcia, essa

,·esolzi

çãv

A'

actual ad11iinist1·ação do e1zsi1zo,

,;·á

do ;·oven e illz1,stre di,·ector

é,

1zo ernta,ito,

de

I

ber1t tisszg,ialacla por elevado

1zzt11

,

ze1·0 de uteis

grande alca,ice e de extraordinario valo,·

1

en

·

lJJrelte1icli111e,ztos,

<<À Escola

P1·in1aria»

edz1,cativo,

/a

ze,zdo

co11zprelte1zder, desde ce

,

io, aprese,ita vivas e sinceras co1zgratuiações

resolução .

'

Toda

co1·respondencia deve

ser

dirigida

á

Redacção: Rua

7

de

Setembro,

174

1

(2)

1

86

A ESCOLA

1

1

1<.INIAl<.

IA

-

---

--

-

- - - -

-

·

-

- - - -

o

e11sa ~em aos ro

csso1·es

O

D

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Ge

,·al

elo

D

e

JJa1

'

ta111

erzto

de

Edticaç

r

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,

L

a

est1tg11a-apres

e

ntar alg::;ns aspectos e

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e

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L

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,

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1

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e

s

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,

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,1

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,

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e

e

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.

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e

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e

e cot1hece

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i

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1agistér

1

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de rl

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1

1ificr1tivos

.

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1

1

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ensino, é se

seotiren1,

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dan1

e

1

1t

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i

l

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r

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n,t1ü.

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SL1a

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e

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.

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1

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1

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l

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1i

1

1i

n

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educ~çfio

se

m

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q

u

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l

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-

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n1

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do, 11ào

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n

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ações

,

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e

l

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i

1idndes p11

r

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11

1

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i

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1ça,

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1

1a

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cação

.

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f

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l

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1

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1

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11

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1r:lo

,

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e

111

1

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r

l

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1nos a

.

deviria

ed

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cação

,

q

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in1p

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l

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i

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1

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i

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s

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r

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nteg

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s ele ed

u-outr

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r

egal.)1lo,

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rin1

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,

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1os ;-e t11rl

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ficat

i1

r

a<:, !'-e11

1

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1 11n1a

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n

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I

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.

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riu

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un

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o

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·

-•

A E

SCOLA

PRI

M

ARIA

iriam 1·ece!

Je

r

i

nstr

u

ção

sómente

depois de

Setembro

e 011tL

t

bro

.

Graças aos

esforços

do

p1·ofessorado,

desde ho

j

e êles

poderão

estai·

frequentando

as

c

lasses

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s

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preparando par,t

a

vi

c

ia

esco

l

ar

,

g11nl1a11do

um

ano

de

estudos,

e

mbora o novo predio

lhes venha

a sei·

en

-tregue

no fim do periorlo le

ti

vo

.

i

sto

bastaria para just

i

ficn

r

amp

l

a-1n

e

nt

e

o terceiro

turno, se

motivos d

e

ordem

111ais

cor11plexa, con10

o devei'

e

l

e da

.

r

ed11ca-,ã

.

o a

torlas

as crianç

.

as

do Distrito Fede

r

a

l

,

11/i.o nos

e

stivess

e

m a desafiai· a

cap11c

i

dade

de esforço e

abn

eg

·açâo

.

J11l

g

o

-

me 110 deve

r

de di1

·i

gi1

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ao ma

-g

i

s

tério, no dia da 1'eabertu1

·}

t

da

s

a

u

las

.

es-sas

pa

l

av1·as

de justificação Ja med

i

da de

maio1'

projeção apar

e1

1t

e

adotada

pa

r

a este

ano.

Il1uitàs outras fo

r

an1

tomadas.

,

entre-tanto,

rle

sign

i

fic

ação e a

t11aç

i'io

n

:

Eno~ ru

i-dosas: n1as tai,

1

ez a

i

nda mnis prof11ndas

.

Em

vn-

u ~ . w : w : ~ - - ~ 4 J i 4 U l w ' W 4 . . . U w : w w

-

-

-

- - - -

-

- - - ~

1

8

7

separado, afastadas

do

con

j

unto, al'gumás delas

podem sofrer reparos

.

Todns foran1

.

porém,

objeto da ma

i

s acu

r

ada

1

·eflexão e !-e apoiam

em

necessidades complexas

e

rPais do pro

-gresso

escola

1·.

A

ntitude de bõa

ontade do magistério

afasta

1

·

tt

q11alquer d

i

f

ic

uldade

1

1

a sua execu

-ção e

a

i

nte

l

igencia e desejo

ele

est11do facili

-t

a1·ão a con

1

p

1

eenEi'io

e just

i

ficação dessas me

-d

i

das

.

O

ze

l

o

e ent1

1

sías

11

1

0 pela consta11te 1

·

e

~

novnçr

t

o das escolas do D

i

strito

Fede

r

a

l

, que

·

an

i

mam todo a mag

i

s

t

ério,

hn de faze

r

o a

n

o

1934 um dos mais labor

i

osos

e

fecundos do

nosso trabalho

.

A

d

i

f

i

c11

l

dade

é

u

m desafio

á

inte

l

igencia

e um est

i

m1

1l

o á vontade

.

Ao professorado ca

-1

·ioca1

f

a

l

tan, condições

1

uate

ri

a

i

s adeq

1

1adas,

mas

sobran1

inteligencia

.

e vontade

.

Não

é

preciso

1

nais pnra o

êxito e

para

a

vitó

r

ia

&8..

comum

.

m

a

r1

c

u a n

a

s

e

sco as

O

Di

,

·ecto

,

· rlo Depii

1

·ta11ze1zto de Edzl

-cação

, D,·.

A

1

zis

i

o J'ei"t·e

i,

·a,

di

1

·1gi1

z a

os

su-pe

i

1

1te

1

ide

1

zie

de JíJd11

c

ação, a segizi11

t

e

ci

,

·

-czila,,:

.

Se

1

il10

1

·

e

s

s,1pe

1

· i,.zt

e

1'/de11t

e

.c;

d

e

erlzecação

ele1

1

1

e

1zta

1

·

.

Pa

ra qu

e

o ini

c

i

o

do

s

tr

a

balh

os es

-cola

res

po

ss

a

se

r unif

o

r

me e

m tod

as

a

s

circu

ns

criç

õ

es

,

a A

d

mini

s

tração do En

s

i-no r

e

co

m

enda qu

e s

eja ob

se

rvado o

se

-g

t1i

nt

e:

1-

0 inicio do p

e

ríodo

esc

o

l

ar

,

en1

to-da

s as es

c

o

l

a

s,

se

r

á a l

º

d

e

I\1I

arç

.

o,

q

11

i11

-t

a

-f

e

ira

p

r

0x

im

a

.

·

2-

-A

matri

c

t1l

a de

al11n

os

n

o

vo

s e

a

pr

es

ent

a

ç

ão

d

os an

t

ig·

o

s s

ó

se

r

á

fei

t

a n

o

pe

od

o d

e 1 a

6

de l\'1

arç

o

.

Des

t

a

d

a

ta

et

n

dia1

1

t

e

n

ão

po

d

er

á se

r acr

esc

ido

o

qu

a

dr

o

di

sce

nte.

3

-0s d

ir

eto

r

e

s das

es

cola

s o

nde os

alun

os

de l

º

,

e

a

no

s o

u d

e

e

anos tiveren1 d

e s

er enca

m

inhado

s

a

o

u-tras e

s

colas, dev

e

r

ã

o t

e

r

se

n,pre em vista

a

conveniencia do alt1r10

,

d

e

sde que isso

não prejudique o plano

g

eral de

organiza-ç

ã

o da

s esco

l

as,

traç

a

do

p

el

a

previ

o

para

1

934

.

4-

0s

s

enhore

s s

uperint

e

ndentes pro·

v

i

de

n

ciar

ã

o

so

br

e

a m

a

neira mais

conve-nient.e

,

conf

o

rme a re

g

i

ão

, de fazer a

s

tran

s

ferencias de alunos rem

e

tend

o

sempre

á

s escolas qu

e

el

e

s forem

frequ

e

ntar

, a

s

re

s

pe

c

tivas

fi

ch

as

.

E

'

n

e

ce

s

sario

s

alientar

que

o aluno d

e

ve

s

er

a

c

o

mp

a

nha

d

o á es

-;

cola que for frequentar

,

da

s seg

uintes

fi-ch

as;

de prom

o

ção (azul

-

que pertence

ao profe

ss

or da clas

s

e

)

: d

e

matricula

(

bran-ca

-

que formará o ficharia d

a s

ecretaria

d

a

e

s

col

a

): de

.

c

ontro

le

(bran

c

a

-

que

s

erá

remetida á

D

i

v

i

o de

O

bri

g

atoriedade

E

s-c

o

l

a

r

'

e

Es

tatís

t

i

ca

)

.

5-A

s fichas de contr

o

l

e (

brancas

)

de-v

e

m

s

er rem

e

tid

as

á

D

iv

is

ã

o

de Obri

g

ato-ri

e

d

a

de E

s

c

o

l

a

r e E

s

tati

s

tica -

rua

S

ão

úr

i

s

tov

ã

o n. l

l:l, D

epartamento de

Educa-ç

ã

o, até o dia 15 do mes de

Ma

rço.

P

ara

f

a

cilidade de transp

·

orte

,

e

s

sas fichas, que

deverão corresponder exatamentt) ao

nu-mero d

e

aluno

s

m

a

triculad

o

s,

s

er

ã

o

reme-tidos cliretan1ente pelos s

e

nhores direto·

t

o

res.

(3)

188

/'1.

ESCOL1\

Pl<IMARI1\

6-fin,

alisada a rnatricula no dia 6 de necessario, 11as escolas que foram

tres

do-Março, ne

s

sa n1esma data o diretor da bradas, o funcionamento em tres turnos,

escola comunicaaá por escrito á Secção deve ser feita comunicação nesse sentido,

de esta\istica, da Divisão de Obrigatorie- por

intermedio

da superintendencia.

dade Escolar e Estatística e a Superin-

ll

-

Se as tscolas cujo

fuucionamen-tendencia, o nun1ero exato d

e

alunos

111a-

to foi determinado em dois turnos,

tiveram

triculados em cada s

e

rié da escola.

A

Oi- procura

de

n1atricula

para

tres tt1rnos,

será

visão de Ob

r

igatori

e

dade Escolar e Esta-

s

olicitada autorização para esse regime

_

n..i

tistica funcionará, para esse fim, das

8

ás fórma do item anterior.

20

horas, ficando escalados os seguintes

12-No dia

l

º

de Março os aluno,s

funcionarias para receber as

informações

que já frequentavam a escola,

deverã

o

ser

dos senhores diretores

:

das

8

ás

12

horas. distribuídos por turmas

,

de

acordo com

a

-3°

oficial Osvaldina

C

orrea; das

12

ás classificação do ano anterior (exames

fei-16

horas

-

4° oficial

C

elso Dias

S

pinola; tos em Dezen1bro

)

.

Caso se torne

necessa-das

16

ás

2l

horas

-

4

°

oficial Azarias de rio

o ingresso

nessas turmas de alunos

Araujo Santos.

·

air1da não clas

s

ificados,

o diretor o fará,

7-Para

o

que se

referir

ao corpo do- ainda que posteriorn1ente, tenha qt1e fazer

cente

das

e

s

colas,

estarão

á

disposiJão do

s

t1n1 reajusta1nento

nas

classes.

senhores superintende11tes os 4

°

oficiais

13

-

0s

trabalhos

letivos

serão

i11icia-Martinha Borja

Velho

e

Aracy A

l

ves Mã- do

s

a 1

°

de Março

con1

funcionamento

das

chado que permanecerão

na

D.

O.

E.

E

.

classes que se

forem

organizando,

reser-das

13

ás

21

horas.

vando-se

os

primeiros

dias para a

revisão

8

-As professoras

Vale11tina

Mascon- do

programa do ano

anterior.

des

e

Zorayma de

Alíneida Rodrigues e

a

14 - A

obrigatoriedade

da

freqt1encia

2•

oficial

Aristotelina Pires

ferrão

,

aten-

deve

ser

vivamente estimulada

desde o dia

derão, das

8

ás

21

hosas,

as

reclamaçoes 1e

de i\1arço,

podendo o professor

se

utili-qt1e

se

referirem

á

matricula de alunos.

zar de

graficos

representativos da

curva

de

9-0s senhores

diretores devem sem- frequencia e de outros processos de emu-

·

pre ter

ern

vista que

a

Administração do

lação

entre os

alunos e

as classes, para

·

Ensino

não

deseja

deixar de

atender

a obtenção dos

fins

almejados.

população

em

inicio de idade escolar (de

15-0s alunos

que deixara1n de

com-6

1/2

a 7

1

/

2

anos) sendo dos alunos no- parecer

aos

exames de Dezembro ultimo,

vos,

de

preferencia, aceitos os

i;ies

s

a

idade,

serão

distribuidos pelas classes de seus

Caso não haja mais capacidade para

a

es-1

colegas

já classificados, devendo ser

exa-cola ate11der a esses alu11os ou

outros

que

I

minados no maximo até

15

de Março.

apareçam, por já estar

a

mesn1a funcio-

1

16

-

As listas de que tratam

os

itens

nando em tres turnos, deverão ser eles re-

;

6

e

9

podem

ser

proct1radas pelas

sonho-lacionados com nome, reside11cia e idade, ras auxiliares administrativas das

superin-afim de que a Administração resolva sobre

J

tendencias, na Divisão de Obrigatoriedade

o assunto. Essas listas

(lista

M 1) deve-

:

Escolar e

Estatistica.

ra:o ser e11tregues tambem no dia

6

de

f

Distrito

Federal, 25

de

Fevereiro

de

Março.

.

10.-Caso a procura de matricula fi-

f

1934.

-

(

a)

ANISIO SPINOLA

TEIXEIRA,

que abaixo da previsão, não se tornando

l

J?iretor

Geral.

,

EXPEDIENTE

A

<<

Escola Primaria

)>

circula em tod

,

o o Bra

·

s

il.

Os pedid

,

os d

1

e a

s

signatu

,

ras devem vir aco

,

mpanl1ados

,

da

respectiva imp

,

ortancia e

8ndereçados

a.

re iacção d'

A

Escola

Primaria, á

rua

Set

1

e

d

e

.

Setembno,

11. 174

-

1.o

andar.

As

oollecções

d

:

o

s

ann

,

os anteri

,

ore

s

são vendidas

na

mes-ma

redacçã

·

O

·

, ao

!)r

,

eço

·

de

12$000, cada a11n

,

o

, e

·

m

11

,

um

·

eros

-

avulso3, e

16$000,

em v

,

olt1

·

n1

es encad

'

e

rnados.

• 1 • • •

A E

SC

OL

A

PHI

I\

íARIA

189

Musica

e

Desenl10

_

artes. Precisamos ensinar desenho ao p

o

vo

e para i

s

so não basta

,

nem de longe, o

es-forço que tem sido posto na direção das

at1las do Instituto de Educação pelo

e

mi-nente professor

Nereu

Sampaio, nem a

boa vontade com que o tem secundado os

professores de sua s

e

ção. Será

necessario

t1niforn1izar a

direção

do ensino

nas

e

s

co-las secundarias e primarias municipaes e

dar

inicio

á grande obra de uma escola

popt1lar de arte.

O

brasileiro

é ainda

pes-simo desenhi

s

ta

,

embora as exceções, isto

é os talentos artisticos, sejam admiraveis,

quando se

revelam

e se apuram.

Basta,

porem

,

contemplar o~

letreiros

das

facha-das

,

as

pinturas de

paredes

as

proprias

paginas

dos periodic

o

s, as

ilustrações

de

livros,

para sentirmos

como nos falta o

gosto artístico

,

entregues

essas

manifes-tações

da arte,

.

na maioria dos casos, á

in-capacidade enfatuada

de

curiosos, de

tistas espontaneos, tanto vale dizer de

ar-tistas sern arte.

Esboça-se uma propaganda feliz, a

que 11ão pod

e

n1 deixar de trazer seu

con-tin

g

ente quantos se acham vinculados

,

como presumimos achar-nos, ás

ca1npa-nh

a

s

da

e

ducação popular. no

s

entido de

maior divulgação dos est11dos 1nusicaes,

con, a fundação de

tim

co11servatorio

de

mu

s

ica. Qu

e

remos crer, entretanto que a

plena s

e

gurança de exito de tão t1til

ins-tituição de ct1ltura

a

rtística popt1lar só será

alcar

1

çada

s

e a e

s

clarecida admini

s

traçao

do en

s

ino mt1ní

c

ipal

quizer toma-la sob

sua vali

os

a proleção.

Não s

e

gr

a

n

jen1ente dispendio

s

o

á

Municipalidade

,

qt1e

dispõe de

numero

regular de professores, doce11tes

da

a11ti-ga Esco

.

la

Nor1nal

,

e

da

admiravel

organi-zação de Villa

Lobos, o

Orfeão de

Profes-sores,

p

ô

r

a

f11ncio,1ar uma escola

n1usi-cal de gráo popt1lar.

q11e

o Instituto

Na-cional evoluiu

no

se11tido

de instituição

superior,

tendo

até entrado

para

o

cor1-junto

da

U

r

1iversidade

_

do

Rio de Janeiro.

de

s

orte que exige aos

candidatos

á

ma-trict1la

pre1Jaro

·

h11mar1istico

con

s

ideravel.

A

par

da

ct1ltur2 musical,

ha

q11e

cui-dar ainda do desenho e de/)Ois de

outras

,,

A

ESCOL

A

A'

grande visão do Snr.

Anisio

Tei-xeira

não

pode escapar

o

alcance

educa-tivo de sua

interferencia, qt1e se está a

exi-gir.

neste assunto,

O

amparo que

certa-mente dará

a esta

idéa será mais um titt1lo

de justa

gloria

para

sua administração,

tão cl1eia de fecundas iniciativas.

OTHELO REIS

PRIMAR

IA,,

De

co

1

1forn1idade com o ac,;:ordo estabelecido entre a Directoria de

Educação e

a

1

'1.dn1inistração desta revista, todos

os directores

de

gru-pos

.

esc

c

>lares,

escolas primarias e

cursos populares nocturnos receberão

.

t1rn

exe11r)l<1r

de caria r1t1mero d'<A Escóla Pri111aria», e qual deverão

conser-~ar

na

«

1

3ibliotheca

Escolar», como propriedade do estabelecimento que dirigem.

N. da Red.

-

-

-

.

-

-

-

-

- -

--

- -

-

-

- -

- - - -

--

---º·---•;-;--;-

,

,

________________________________________________________________________________________________

º

,1

'

'

1

1

Cursos Livres

A

Escola

Remington

á

1·ua

7 de Sete111bro,

59,

mantem

cu1·sos com

J

:

frequ

e

11ci1t livr

e

el

e

: pol'

t

L1guez,

f1·ancez,

i11glez, arithmetica, algeb1·a,

:

tachygrapl1i

c

t, dn

c

t,

y

l

o

gr:iphia e photographia.

,

'

'

'

(4)

'

190

Como tornar suave a vida

-

de

professor

Talvez nunca pensassen1os que a vida

do magisterio {)ara a qual n os habilitamos,

fosse tão séria co mo

é

.

. .

E'

muito provavel mesmo que, levan

-tando os nossos castellos quando enceta

-mos

o ultimo ano do nosso curs o, visse ·

mos a Ciilrre ira do ensino sómente pelo

prisma roseo de noss'l s esperanças

fagL1ei-ras como a no ssa mocidade.

E'

muito possivel que assim ten11a

sido.

Mas,

11ão devt:mos desanimar,

por-que a trans fo rmação desse . nosso rosal ele

iionllos, em um encantacio j ardim de

feli-cidade, refri gerio da alma, suave mansão

onde o coração descance ei1volto nas ond<Js

oromais dt) bem que vai colhendo-está

naii nossas n1ãos !

E

como fazer da profissão uma fonte

'de felicidade?

A

I!la-1-a como uma obrigação sagrada,

e

como t,il, não

honesta, mas

escrupu-losa, rtligio sa mente cumprida.

E

chegaremos a ama-la tal qual ela

é·

.

as;;in1 - nos sacr1ficios que no s imp,'je,

nas dificuldades que apresenta áqueles

que quer em ben1 ser\'Í-la, apesar das

in-gratidõe s tão comL111s, q11e se re cebe m,

não obstante o pouco apreço em que

é

tida a correira pelas o utras classes u1ais

afortunad as - ha·vemo s de ama-1,L nos

trium fos de . nossos al11nos, havei11os de

ama-la 11 a alegria vitoriosa que ilut11ina

o rosio das criaças nos ex,tmes ou na vida

ordinaria das c'.asses qua11Lio evidencian1

o seu sabe r! Haven1os de ama-la, quando

sentirmos no re cesso <le nossa consciencía

os apJat1sos pelos esforços que va111os

fa-zend c) para sermos ' 'dignamente'' 1nes

-tra s.

E

''11'ão· h ;t e st ,Ído de concienc ia mais

iny t j ,1vel, diz 1,;m sabio, qlie o de ut11

ho-mem qtte possa dizer todas as n oites a ~i

mes mo'':-Hoj e puz ltma idé ,t nova,

in-cu'\'.q11ei Ulll Se ntimento n ob re, corrigi Ulll

de:feito, lan·cei uma boa stm e nte a mais

na:

aluía lle ~um j o vem ''. Só esta

consola-i . . '

çãp nos ba ~ta par.a re11de.rm os a Deus o

preito tle· gratidão por nos ter feito

mestra s.

• ' ' •.

A ESCOLA PRIMARIA

Todo s os sacri fi cios no s os senti mos

compensados,

.

por es ta consolação.

E

ade-, . ,

mats, e como diz um grande pensador-''e

verdadeiramente belo o sac rifício, quando

ele tr a z algt1ma felicidade aos nossos

se-111elhan te s .

E!,s porqt:e não nos deve fenecer na

alm a ;1 flor do enthusiasmo pelo

ensi-no. Se fe,1ecer, se remos uns criminos os,

continuand l> i11corporados

á

milicia

sagra-da dos bar de ir,tntes da luz, porqu E- 1 ::-en:i

enthusiasmo, não

e

possível ap os tblado ,

e a educação exige de seus s oldados a

en-fibratura de verdadeiros aposto los .

Não

é

outra a razão pela qual procla~

ma 111 os gra 11 des, educa d ores-que aquele

qu e se não sinta capaz de amar as c

rian-ças e não tenha coragein para cun1yr,ir

suas obrigações de rnestres, sem

preocu-pações de recompen s as, não deve in g ressa r

• •

no magis ter10, ou se cometeu ess e erro

deve,

sem demora, mudar de

oficio=por-que ninguem tem direito de sacrificar as

esperanças que floresce1n nos banco s das

escolas, de deformar a cera n1ole da s

al-mas e1n botão, Cl1ja 111odelagem aí

vaí

ser

feita .

E'

principalmente por fa lta de an1or

ás crianças que muitos daqueles que

abra-çam o ma g tsteri o falham por co mp let o na

.

-sua m1ssao.

O mag isterio, dizem alguns falsos

me stres,

é

meio de vida , não de m orte . 0 1.1·

t ros justifican1 a s ua atuação nega t iva,

queixando-se de injustiças por pa rt e tias

autoridades escolares. A inda outros põer11

a culpa de seus in sucessos nos alunos

vaclios, desa tentos, ou nos pais - cuj;i

falta n1enor é não saberen1 educar os !1

-laos.

.

Em

t odos esses cas os, ha vocação

cle~-viada.

O

~1rofessor não co nhece se us.

ai11-nos e nã<, qu e r co11hece-los. N:io 0s an1;1.

E

s ó o am •> r íl1.,1a1ína os c,1minhos, po·rquc,

co mo canta uma Sll ctve poetis,1 :

-

'

'

O

onipotente que fizera.

O

sol de oi ro re splc11dente;

P'ra dar á terra · luz.

E

aos homens -- pão;

Sentit1, se assim dizer-se pod e o anhelo

De inventar algo mais belo,

E ...

fez o Amor - - o sol elo cor,1cão'' ..

• ' ' 1

I>

A

ESCOT-A

Pll

.

IMARIA

191

- - - ' - -

- - - -

- -

-. Amando as cria11ças, a tarefa do e11 - 'bom vernac ulo : -

Os

11ze1is

tios

;

sino fica bas t ante facilitada; mas, é ben1

avós,

etc,

os

1Jzeus

de ver se que o arnor não é t u do na

de educar.

arte

E'

necessario que o mestre leve não

,

so o cor ação forr a do de amo r, mas tam

-ben1 de fé, de energia, de entl1siasmo e o

espíri to aprovisionado de sabe r e de meto

-do; porque, só assim p repararen1os os

gi-gantes do futuro que h ã.o de s egu rar o

Bra sil com seus pulsos herculeos e a rr as

-ta do 11uma escal,1da vitori osa , pe la s es

-carp as do p ro gresso .

Geralda CAMPOS

Professora em D ivin o do

C:irango1a - Mi n as

Carta a

uma

professora

MINHA COL LEOA

A

carta que vo cê r ecebeu de antiga

e estimada al u m11a, vem gaf,tlia de i mp er

-fe içõ es cte· linguagem .

T emos prufessorétS de ling11a est r angei

-r a que não s ó 111al ensi.nam o idioma de sua

pat ria, com'J es tragam o uos ~o fa la r ver

-llaculo .

A nhr;tse de qt1e me fala=«Tc1,l10

UM

.

-pa

e

e

UA

111

l

i

e

»

é

horrivelr11~nte fra11ceza. No,;

dizemos -

Pe

1

tlto pae

e

111à

e

que CLtidado

-samente se es1uera111 11a minh,t ed1.1cação .

O

1ne,;1uo s e dá er11 r elação ,tos out ros

parentes, tl l>S quaes cxcl11i rnos o i n ciefinit o:

«

T

iv

~

tios

e

tia.9

·

qt1e mttito 111e esti111 ar am ...

E

como es tar11os com a 1n:io ua massa

,

'

e bo 111 len1b r a r q ue nã o us a 1no:-i (l

definito

com os

po.

<Jsess

i

v

os

,

ern se t ra t s11do

de-páe e n1ãe : d izernos -

,1iezt

páe e

n

·

tinha

tnãe .

Con1 ou t ros pé1 ren tescos , por ém,

é

de

-N .t c·anção ca r navalesca :

«E'

lto1·a

é

lzor~ de vi,·a~· PA!{GAIO

,zo

111eio deste po

·

v

a,·

e

o,

eu nao sei o que quer

dizer-PA

L

V

-GAIO;

Camões usou d'este substanti vo= que sig·n ifica = canôa.s

fo,·niadas de pedaços

de casca de a rvore--no musical de

ca-syllab o :

«A

r1

·01ttba11t

as 11z

e

zíd as bo11iba,·dadas.

OS

PANGA10S s1zbtis da brzzta gertte.

E'

provavel que tenha hoje otttro

sig nifi cado : as palavras não ficam esta=

ciooadas - alte ra1n-se , e se acommodam

' .

<l o me io em que vivem.

étdj ecti.vo -

f

e

ve

1

z

t

e,

nós o empre·

gamos so quando se trata de

fortt

es

tlier-JJtaes.

Então dizemos --

agtias f

e

,·v

e

,ites.

Qu,1ndo se trata, porém, de

agua

C011t·

11-iu11t

e

11t

e

bulição,

dizemos :

«A

menina

qu_eimou-se em

agua fe

,

·ve,zdo

:

a chaleira

ca1u-ll1e na cabeça».

-

-Côto

··

que r diz.er -- pedaç o· em .ge r al

.

'

d izemos -·

côto

d

e

vela:

Os

frade c; capucl1inhos , quando no

an-tig·o Mo r ro do Castello , hoje desapar eci d o,

vendiam -- i s to

é,

t1·ocavar1l

es ses côt0s do

esquife do Senhor Mo1to, depo is do

domin-go da Resurreição . Tem 0 r igem n o --

cu-bittis,

latino.

A

r>alavra

cotó

pejo ra.tiva

é

o m es m o

cóto

com _deslocação do accen to .

En1p rega-se des igna n do o cac h orro de

cauda cti

1

·ta

,

cor tada .

A

galinh a sem rab·o

d . '

se

1

z

su,·a

.

O

agudo

se p r es t a, e m geral, para a

fórma pej or at iva .

Ootó

é

t amb e m es t a resposta.

H emete rio dos S A N TOS

15

-

2

-

934

Oa<>a<>O!Oo.<>Cl!Oo.oaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoaoo

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Referências

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