PLANO DE DESENVOLVIMENTO
INSTITUCIONAL
2014-2018
Câmpus Uberaba
UBERABA
DEZ / 2013
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
PDI / 2014-2018
UBERABA – MG 2013
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Dilma Vana Rousseff
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Aloizio Mercadante Oliva
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Marco Antonio de Oliveira
CONSELHO SUPERIOR Presidente:
Roberto Gil Rodrigues de Almeida
CONSELHEIROS:
TITULARES REPRESENTAÇÃO MEC
Sérgio Pedini MEC Natalício Venâncio de
Freitas Carlos Magno Medeiros
Queiroz Docentes Romeu Toffano Júnior
Carla Alessandra de O.
Nascimento Docentes William Júnio do Carmo
Jane Célia Fernandes de
Lima TAE
Ana Carla Barcelos Machado Franco
William Santos de Souza TAE João Rocha Figueira Júnior
Vinícius Sousa Mundim Discentes Tarcísio de Miranda Vilela
João Guilherme Campos da
Cruz Discentes Diogo Lourdes Rezende
Rodrigo Afonso Leitão Diretores de Câmpus Ruben Carlos Benvegnu
Minussi Marco Antônio Maciel
Pereira Diretores de Câmpus
Heraldo Marcus Rosi Cruvinel
Creusa Maria de Morais Egressos Lucas Arantes Pereira
Tarcísio Batista Leite Egressos Welber Moitinho Dias
Paulo Romes Junqueira ACIUB Márcio Adriano Bocchio
Tiago de Moraes Lima ACII Valteir Divino Ferreira
Moisés Inácio Franco SRU Ellen Vieira Santos
Gervânio Luiz Pereira SRC Emerson Gomes da Silva
Gustavo Laterza de Deus EMATER Willy Gustavo de la Piedra
REITORIA DO IFTM
REITOR
Roberto Gil Rodrigues Almeida
PRÓ-REITOR DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
Mauro Borges França
PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO
Ernani Cláudio Borges
PRÓ-REITOR DE ENSINO
Luiz Alberto Rezende
PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO
Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira
PRÓ-REITOR DE PESQUISA E INOVAÇÃO
Carlos Alberto Alves de Oliveira
DIRETORES DOS CÂMPUS
DIRETOR GERAL - CÂMPUS ITUIUTABA
Marco Antônio Maciel Pereira
DIRETOR GERAL – CÂMPUS PARACATU
Ronaldo Eduardo Diláscio
DIRETOR DE IMPLANTAÇÃO – CÂMPUS PATOS DE MINAS
Weverson Silva Morais
DIRETOR - CÂMPUS AVANÇADO PATROCÍNIO
Flamarion Assis Jeronimo Inácio
DIRETOR GERAL – CÂMPUS UBERABA
Rodrigo Afonso Leitão
DIRETOR - CÂMPUS AVANÇADO UBERLÂNDIA
Elisa Antônia Ribeiro
DIRETOR GERAL - CÂMPUS UBERLÂNDIA
COMISSÃO CENTRAL DO PDI
SERVIDOR FUNÇÃO REPRESENTAÇÃO
Roberto Gil Rodrigues Almeida Presidente Reitor
Carlos Alberto Alves de Oliveira Membro Pró-Reitoria de Pesquisa e
Inovação
Ednaldo Gonçalves Coutinho Membro Câmpus Uberlândia
Elisa Antônia Ribeiro Membro Câmpus Uberlândia Centro
Ernani Claudio Borges Membro Pró-Reitoria de Administração
Eurípedes Ronaldo Ananias Ferreira Membro Pró-Reitoria de Extensão
Flamarion Assis Jerônimo Inácio Membro Câmpus Patrocínio
Luciana Couto Lemes Membro Gabinete da Reitoria
Luiz Alberto Rezende Membro Pró-Reitoria de Ensino
Marco Antonio Maciel Pereira Membro Câmpus Ituiutaba
Mauro Borges França Membro Pró-Reitoria de Desenvolvimento
Institucional
Rodrigo Afonso Leitão Membro Câmpus Uberaba
Ronaldo Eduardo Diláscio Membro Câmpus Paracatu
Waldemar Pamplona da Silva Membro Polo Campina Verde
Weverson da Silva Morais Membro Câmpus Patos de Minas
COMISSÃO LOCAL DO PDI
REPRESENTANTE SEGMENTO
Rodrigo Afonso Leitão Docente
Danielle Freire Paoloni Docente
Daniel Rufino Amaral Docente
Wagner Jacinto de Oliveira Docente
Elton Antônio Alves Pereira Docente
Jane Célia Fernandes de Lima Técnico-Administrativo
Joelma Maria Muniz Técnico-Administrativo
Marcos Antônio Marcacine Pereira Técnico-Administrativo
Gabriela Nicolino Rodrigues Discente
Diego Sousa Rodrigues Discente
COMISSÃO LOGÍSTICA
SERVIDOR FUNÇÃO
Mauro Borges França Presidente
André Henrique Lemes Ferreira Membro
Andressa Lima da Cunha Membro
Clidenor Ferreira de Araújo Filho Membro
Gustavo Goulart Martins Membro
Sumário
1 PERFIL INSTITUCIONAL ... 16 1.1 Apresentação do Câmpus ... 16 1.2 Missão ... 18 1.3 Visão ... 18 1.4 Valores ... 18 2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ... 192.1 Objetivos e Mapa Estratégico ... 19
2.1.1 Perspectiva do Aluno ... 19
2.1.2 Perspectiva Pessoas, Infraestrutura e Inovação ... Erro! Indicador não definido. 2.1.3 Perspectiva de Processos Internos ... Erro! Indicador não definido. 2.1.4 Perspectiva Orçamentária e Financeira ... Erro! Indicador não definido. 2.2 Metas e Indicadores ... 22
2.2.1 Perspectiva do Aluno ... 22
2.2.2 Pespectiva Pessoas, Infraestrutura e Inovação ... 32
2.2.3 Perspectiva de Processos Internos ... 36
2.2.4 Perspectiva Orçamentária e Financeira ... 38
2.3 Controle e Avaliação do PDI ... 39
3 PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL ... 39
3.1 Concepções norteadoras ... 39
3.1.1 Concepção de Educação ... 39
3.1.2 Concepção de Educação Profissional e Tecnológica ... 42
3.1.3 Concepção de Currículo ... 44
3.1.4 Concepção de Avaliação ... 46
3.2 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ... 48
3.2.1 Caracterização do Ensino ... 48 3.2.1.1 Definição e Importância ... 48 3.2.1.2 Objetivos ... 50 3.2.1.3 Diretrizes Gerais ... 51 3.2.1.4 Políticas ... 52 3.2.1.5 Perspectivas ... 53 3.2.2 Caracterização Da Extensão ... 53 3.2.2.1 Definição ... 53 3.2.2.1.1 Atividades de extensão: ... 54
3.2.2.1.2 Programas e ações governamentais ... 55
3.2.2.1.3 Programas e ações institucionais ... 56
3.2.2.2 Importância... 56
3.2.2.4 Diretrizes Gerais ... 58 3.2.2.5 Políticas ... 58 3.2.2.6 Perspectivas ... 59 3.2.3 Caracterização da Pesquisa ... 59 3.2.3.1 Definição ... 59 3.2.3.2 Importância... 60 3.2.3.3 Objetivos ... 61 3.2.3.4 Diretrizes Gerais ... 61 3.2.3.5 Políticas ... 62 3.2.3.6 Perspectivas ... 63
3.2.4 Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão ... 64
3.2.5 Referenciais para Elaboração de Projetos Pedagógicos de Cursos ... 68
4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ... 70
5 PLANO DE OFERTA DE CURSOS E VAGAS ... 72
5.1 Programação da Oferta de Vagas dos Cursos Existentes... 73
5.2 Programação de Implantação para Novos Cursos ... 76
6 PLANO DIRETOR E INFRAESTRUTURA FÍSICA ... 80
6.1 Câmpus Uberaba ... 80
6.1.1 Infraestrutura ... 80
6.1.1.1 Laboratórios e Equipamentos ... 82
6.1.1.2 Biblioteca ... 85
6.1.1.2.1 Formas de atualização e expansão do acervo ... 86
6.1.1.2.2 Horário de funcionamento: ... 86
6.1.1.2.3 Serviços oferecidos: ... 86
6.1.1.3 Acessibilidade ... 87
6.1.1.3.1 Adequação da infraestrutura para o atendimento às pessoas com necessidades educacionais específicas. ... 87
7 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL ... 87
7.1 Corpo Docente ... 87
7.1.1 Composição ... 87
7.1.1.1 Evolução do quadro de docentes - quantidade e formação - Período 2009-2012 . 90 7.1.2 Plano de Carreira e Regime de Trabalho ... 91
7.1.3 Critérios de Seleção e Contratação... 91
7.1.3.1 Procedimentos para Substituição dos Professores do Quadro ... 91
7.1.4 Política de Qualificação ... 92
7.2 Corpo Técnico ... 92
7.2.1 Composição ... 92
7.2.1.1 Evolução do quadro de servidores técnico-administrativos em educação - quantidade geral e formação - Período 2009-2012 ... 93
7.2.2 Plano de Carreira e Regime de Trabalho ... 93
7.2.3 Critérios de Seleção e Contratação... 93
7.2.4 Política de Qualificação ... 93
7.3 Cronograma e Plano de Expansão do Quadro de Pessoal... 94
8 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AOS DISCENTES ... 96
8.1 Formas de Acesso ... 96
8.2 Programas de Apoio Pedagógico e Financeiro ... 96
8.3 Estímulos À Permanência ... 100
8.4 Organização Estudantil ... 102
8.5 Acompanhamento dos Egressos ... 102
9 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ... 104
9.1 Estrutura Organizacional, Instâncias de Decisão e Organograma Institucional e Acadêmico ... 104
9.1.1 Organograma institucional e acadêmico: ... 106
9.1.1.1 Conselho Superior ... 106
9.1.1.2 Pró-Reitoria de Administração ... 107
9.1.1.3 Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional ... 107
9.1.1.4 Pró-Reitoria de Ensino ... 108
9.1.1.5 Pró-Reitoria de Extensão ... 108
9.1.1.6 Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação ... 109
9.2 Órgãos Colegiados: Atribuições, Competências e Composição ... 109
9.2.1 CONSELHO SUPERIOR ... 109
9.2.2 COLÉGIO DE DIRIGENTES ... 110
9.3 Órgãos de Apoio às Atividades Acadêmicas ... 110
9.4 Autonomia da IES em Relação ao Mantenedor ... 111
9.5 Relações e Parcerias com a Comunidade, Instituições e Empresas ... 111
10 POLÍTICAS DE EAD ... 115
11 CAPACIDADE E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA ... 117
12 AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL ... 120
12.1 Projeto de Avaliação e Acompanhamento das atividades acadêmicas de Ensino, Pesquisa e Extensão, Planejamento e Gestão ... 120
12.2 Formas de participação da comunidade, incluindo a atuação da Comissão Própria de Avaliação – CPA ... 121
12.3 Formas de utilização dos resultados das avaliações ... 122
13 PLANO DE EXPANSÃO ... 123
13.1 Introdução ... 123
13.3 Critérios ... 126
13.4 Ranking ... 126
ANEXO I - PLANO DE AÇÕES DO CÂMPUS UBERABA ... 138
Lista de Quadros
Quadro 1 - Cursos Técnicos de Nível Médio ... 73
Quadro 2 - Cursos Técnicos de Nível Médio - PROEJA ... 74
Quadro 3 - Cursos de Licenciatura ... 74
Quadro 4 - Cursos de Bacharelado e Tecnologia ... 75
Quadro 5 - Cursos de Pós-Graduação... 75
Quadro 6 - Cursos / Programas de Extensão ... 76
Quadro 7 - Cursos Técnicos de Nível Médio ... 76
Quadro 8 - Cursos Técnicos de Nível Médio - PROEJA ... 77
Quadro 9 - Cursos de Licenciatura ... 77
Quadro 10 - Cursos de Bacharelado e Tecnologia ... 78
Quadro 11 - Cursos de Pós Graduação ... 78
Quadro 12 - Cursos / Programas de Extensão ... 79
Quadro 13 - Descrição Sumária da Infraestrutura do Câmpus Uberaba ... 80
Quadro 14 - Infraestrutura Física (Expansão) ... 81
Quadro 15 - Laboratórios de Informática - Equipamentos ... 82
Quadro 16 - Material Instrucional ... 82
Quadro 17 - Infraestrutura Física (expansão) - Laboratórios específicos para os novos cursos ... 83
Quadro 18 - Laboratórios de Informática ... 83
Quadro 19 - Laboratórios Específicos ... 84
Quadro 20 - Relação equipamento / aluno / curso ... 84
Quadro 21 - Acervo por Área de Conhecimento - Unidade I ... 85
Quadro 22 - Periódicos Unidades I e II ... 85
Quadro 23 - Unidade II ... 86
Quadro 24 - Quantitativo de Docentes ... 89
Quadro 25 - Evolução do Quadro de Docentes - 2009 / 2012 ... 90
Quadro 26 - Quadro Técnico Administrativo por Nível de Classificação ... 92
Quadro 27 - Evolução do Quadro TAE - 2009 / 2012... 93
Quadro 28 - Expansão Anual – Docentes Efetivo ... 94
Quadro 29 - Expansão Anual - TAE ... 94
Quadro 30 - Relação de Municípios por Microrregião... 128
Quadro 31 - Classificação dos Pré-candidatos por população ... 132
Quadro 32 - Classificação dos Pré-candidatos por PIB ... 133
Quadro 33 - Classificação dos Pré-candidatos por IDH ... 134
Quadro 34 - Classificação dos Pré-candidatos por Porcentagem da População no Ensino Médio ... 134
Quadro 35 - Classificação dos Pré-candidatos por Porcentagem da População no Ensino Fundamental ... 135
Quadro 36 - Com Valorização de Matéria Prima ... 136
Quadro 37 - Com Valorização de Matéria Prima ... 136
Quadro 38 – Ações – Objetivo Estratégico 1 ... 138
Quadro 39 – Ações – Objetivo Estratégico 2 ... 139
Quadro 40 – Ações – Objetivo Estratégico 3 ... 139
Quadro 41 – Ações – Objetivo Estratégico 4 ... 140
Quadro 42 – Ações – Objetivo Estratégico 5 ... 142
Quadro 43 – Ações – Objetivo Estratégico 6 ... 142
Quadro 44 – Ações – Objetivo Estratégico 7 ... 143
Quadro 46 – Ações – Objetivo Estratégico 9 ... 144
Quadro 47 – Ações – Objetivo Estratégico 10 ... 145
Quadro 48 – Ações – Objetivo Estratégico 11 ... 145
Quadro 49 – Ações – Objetivo Estratégico 12 ... 146
Quadro 50 – Ações – Objetivo Estratégico 13 ... 147
Quadro 51 – Ações – Objetivo Estratégico 14 ... 148
Quadro 52 – Ações – Objetivo Estratégico 15 ... 149
Quadro 54 – Ações – Objetivo Estratégico 16 ... 149
Quadro 55 – Ações – Objetivo Estratégico 17 ... 150
Quadro 56 – Ações – Objetivo Estratégico 18 ... 151
Quadro 57 – Ações – Objetivo Estratégico 19 ... 152
Quadro 58 – Ações – Objetivo Estratégico 20 ... 153
Quadro 59 – Ações – Objetivo Estratégico 21 ... 153
Quadro 60 – Ações – Objetivo Estratégico 24 ... 154
Lista de Abreviaturas
ARO – Antecipação de Receitas Orçamentárias BSC – Balanced Scorecard
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CE – Comissão de Ética
CEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
CIS – Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira dos Cargos Técnico Administrativos em Educação
CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CONSUP – Conselho Superior
COPESE – Comissão Permanente de Processo Seletivo CPA – Comissão Própria de Avaliação
CPPD – Comissão Permanente de Pessoal Docente
CTIC – Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais
DGP – Diretoria de Gestão de Pessoas
DTIC – Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação EAD – Ensino a Distância
ENADE – Exame Nacional do Ensino Médio EPT – Educação Profissional e Tecnológica
FAPEMIG – Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
PROAD – Pró-Reitoria de Administração
PRODIN – Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PROEN – Pró-Reitoria de Ensino
PROEXT – Pró-Reitoria de Extensão
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IGC – Índice Geral de Cursos
IDH – Índice de Desenvolvimento Humano IF – Instituto Federal
IFTM – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro INEP – Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais
LOA – Lei Orçamentária Anual LDB – Lei de Diretrizes e Bases MEC – Ministério da Educação MPLAN – Módulo de Planejamento
NAPNE – Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas NDE – Núcleo Docente Estruturante
NEABI – Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas NAP – Núcleo de Apoio Pedagógico
PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional
PEBTT – Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico PET – Programa de Educação Tutorial
PIB – Produto Interno Bruto
PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PPA – Plano Anual de Ação
PPC – Projeto Pedagógico de Curso PPI – Plano Pedagógico Institucional
PROEJA – Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica
PRONATEC – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego SESu – Secretaria da Educação Superior
SETEC – Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
SIGA-EPT – Sistema Integrado de Gestão Acadêmica da Educação Profissional e Tecnológica
SIMEC – Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle SINAES – Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior
SISTEC – Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica TAE – Técnico-Administrativo em Educação
TCU – Tribunal de Contas da União UAB – Universidade Aberta do Brasil
UASG – Unidade de Administração e Serviços Gerais
Lista de Figuras
Figura 1 - Mapa Estratégico ... 21
Figura 2 - Conselho Superior... 106
Figura 3 - Pró-Reitoria de Administração ... 107
Figura 4 - Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional ... 107
Figura 5 - Pró-Reitoria de Ensino ... 108
Figura 6 - Pró-Reitoria de Extensão ... 108
Figura 7 - Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação ... 109
1 PERFIL INSTITUCIONAL
1.1 APRESENTAÇÃO DO CÂMPUS
O Instituto Federal do Triângulo Mineiro Câmpus Uberaba iniciou a missão de desenvolver e difundir conhecimentos científico e tecnológico, em 1953, com o esforço do Padre Agostinho Zago, pároco adjunto da Catedral de Uberaba, que teve como iniciativa criar um curso voltado para a formação das famílias.
A escola, Centro de Treinamento em Economia Rural Doméstica, tinha como objetivo a formação profissional de moças de classes socioeconômicas menos favorecidas e começou a funcionar oferecendo o curso de Extensão em Economia Doméstica Rural. As primeiras aulas foram ministradas na casa do Padre Agostinho Zago, localizada na Rua Major Eustáquio, 92, com a autorização da Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário (SEAV-MA).
Em 15 de março de 1955, por meio da Portaria nº 267 do Ministério da Agricultura, a instituição passou a ser reconhecida como Escola de Magistério de Economia Rural e Doméstica “Licurgo Leite”. Por meio do Decreto nº 52.666 de 11 de outubro de 1963, passa a ser chamada Colégio de Economia Doméstica “Dr. Licurgo Leite”.
Neste período, o Colégio passou a oferecer o curso ginasial agrícola e o curso de Magistério em Economia Doméstica e é transformado em curso colegial de Economia Doméstica, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961. Em 1979, com o Decreto nº 83.935 de 4 de setembro, passa a ser denominada Escola Agrotécnica Federal de Uberaba (EAFU).
Naquela época, o objetivo da Instituição passou para oferta de cursos Técnicos de segundo grau, o atual ensino médio, o que acontecia em todo o país desde 1971, após a edição da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 5.692 de 11 de agosto de 1971. Teve início o segundo curso da Instituição, o curso Técnico de nível médio em Agropecuária.
Em 1982, foi implantada a segunda unidade, uma área de 487 ha, situada na zona rural, adquirida para atender as configurações do ensino, ficando conhecida como escola-fazenda.
A Escola Agrotécnica Federal de Uberaba foi transformada em autarquia federal por meio da Lei nº 8.371 de 16 de novembro de 1993.
No ano de 1995 iniciou o curso Técnico em Nutrição e Dietética (Portaria nº 766 de 13 de outubro de 1993), destinado a estudantes que concluíram o ensino médio; em 1997 o curso Técnico em Processamento de Dados que depois passou a ser denominado como Técnico em Informática; em 1998 houve a criação do curso Técnico de Desenvolvimento de Comunidades e a instituição passa a oferecer também as habilitações do curso Técnico Agrícola em Agroindústria, Agricultura e Zootecnia, na área de Agropecuária.
A partir de 2002, com a transformação em Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET Uberaba), por meio de Decreto Presidencial de 16 de agosto, a escola poderia ofertar cursos superiores de tecnologia e de pós-graduação lato sensu. Houve, então, a implantação
dos cursos superiores de Tecnologia em Desenvolvimento Social, em Irrigação e Drenagem e em Meio Ambiente.
Os cursos superiores da Análise e Desenvolvimento de Sistemas e o curso Técnico de nível médio em Análise e Produção de Açúcar e Álcool, este último destinada aos trabalhadores de usinas, tiveram início em 2006.
Com a rápida expansão do Centro Federal, foram criados, em fevereiro de 2007, os cursos Superior de Tecnologia em Alimentos, Técnico em Açúcar e Álcool subsequente aberto à sociedade e Técnico em Agroindústria na modalidade Educação de Jovens e Adultos, dentro do Proeja. Além disso, também teve início o bacharelado em Zootecnia. Em 2008, é iniciado o curso de Engenharia Agronômica.
Em todo o país desde 2005, tem início um processo de interiorização e expansão das Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica, então em 2008, após inúmeras discussões e encontros, aconteceu uma votação que envolveu tanto servidores quanto alunos do então CEFET Uberaba que aprovou a transformação da Instituição em Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.
A Lei nº 11.982 de 29 de dezembro de 2008, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva definiu a mudança. Com isso, o IFTM Câmpus Uberaba, passou a integrar o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), como um de seus câmpus.
No ano de 2009, o Instituto passou a oferecer as Licenciaturas em Ciências Biológicas, Ciências Sociais e Química, as pós-graduações lato sensu em Programas e Projetos Sociais, Saneamento Ambiental, Gestão Ambiental, Educação Profissional Integrada à Educação Básica para Jovens e Adustos e Gestão da Aprendizagem Escolar.
Em 2011, foi criada a primeira pós-graduação stricto sensu, o Mestrado Profissional em Ciência e Tecnologia de Alimentos.
Em 2012, o IFTM Câmpus Uberaba volta a ofertar o curso Técnico integrado em Agropecuária.
Dois novos cursos, o Técnico em Administração em concomitância externa e o bacharelado em Engenharia de Computação passarão a fazer parte do quadro de cursos da Instituição, a partir de 2013.
Além dos cursos regulares, o IFTM Câmpus Uberaba desenvolve atividades de extensão e pesquisa de acordo com sua missão em promover a construção, divulgação e aplicação dos conhecimentos científicos, tecnológicos, artísticos e culturais visando sempre a construção de uma sociedade justa e solidária e a formação profissional e pessoal de seus estudantes.
Atualmente, o IFTM Câmpus Uberaba funciona em duas unidades, oferecendo na unidade I, localizada na Rua João Batista Ribeiro, 4000 – Distrito Industrial II, os cursos Técnico Integrado ao Ensino Médio em Agricultura e Zootecnia; Técnico em Agropecuária, este também ofertado na modalidade Concomitância Externa e o Técnico em Concomitância Externa em Química; as Licenciaturas em Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Química; Tecnologia em Alimentos; Bacharelados em Engenharia Agronômica e em Zootecnia;
pós-graduação lato sensu em Gestão Ambiental e em Saneamento Ambiental e a pós-pós-graduação
stricto sensu¸ em Ciência e Tecnologia de Alimentos.
Na unidade II, situada na Avenida Edílson Lamartine Mendes, 300 – Parque das Américas, os cursos Técnico Integrado ao Ensino Médio em Manutenção e Suporte em Informática e Técnico em Concomitância Externa em Administração; Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Bacharelado em Engenharia de Computação.
Em seu atual momento, a Instituição responde aos novos anseios da sociedade, em ofertar formação continuada, transformando sonhos em ações concretas na busca pela excelência em todos os níveis e áreas de atuação.
1.2 MISSÃO
Ofertar a educação profissional e tecnológica por meio do ensino, pesquisa e extensão, promovendo o desenvolvimento na perspectiva de uma sociedade inclusiva e democrática.
1.3 VISÃO
Ser uma instituição de excelência na educação profissional e tecnológica, impulsionando o desenvolvimento tecnológico, científico, humanístico, ambiental, social e cultural, alinhado às regionalidades em que está inserido.
1.4 VALORES
Ética e transparência;
Excelência na gestão educacional; Acessibilidade e inclusão social; Cidadania e justiça social; Responsabilidade ambiental; Inovação e empreendedorismo; Valorização das pessoas; Respeito à diversidade;
2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
O Planejamento Estratégico é o processo de elaborar a estratégia, definindo a relação entre a organização e o ambiente, subsidiando a tomada de decisões que estabelece o padrão de comportamento que a Instituição pretende seguir, os produtos e serviços a oferecer e o público que pretende atingir. Trata-se de um instrumento técnico-político que permite à Instituição definir e revisar continuamente a sua missão, visão e, principalmente, objetivos, metas e ações.
Para elaboração deste documento foi utilizada uma adaptação da metodologia do Balanced Scorecard1 (BSC) para estabelecimento dos objetivos a serem alcançados.
2.1 OBJETIVOS E MAPA ESTRATÉGICO
Os objetivos estratégicos são os fins a serem perseguidos pela organização para o cumprimento de sua missão institucional e o alcance de sua visão de futuro.
No processo de elaboração dos objetivos é necessária a adoção de critérios mensuráveis (número de alunos, aumento do orçamento, redução dos custos etc.) que possam ser medidos por indicadores para, dessa forma, obter os seus resultados avaliados na etapa de controle.
O mapa estratégico é a representação gráfica do BSC, que descreve o conjunto de hipóteses de relação de causa e efeito entre os objetivos estratégicos que levam ao alcance da visão da Instituição, ou seja, o mapa estratégico permite ao IFTM contar a história da sua estratégia, de forma clara e simplificada, rumo à realização da sua visão. Ele somente é elaborado após a definição de todos os objetivos estratégicos de cada perspectiva de valor.
Após o levantamento de objetivos e metas efetuado por meio das unidades estratégicas em conjunto com os câmpus, foram definidos os objetivos estratégicos por perspectivas conforme apresentados a seguir.
2.1.1 Perspectiva do Aluno
Objetivo 1 – Consolidar e fortalecer os cursos presenciais ofertados no IFTM;
Objetivo 2 – Ampliar a oferta de cursos presenciais com base na Lei nº 11.892/2008, criação dos Institutos Federais, e no Decreto nº 5.840/2006, instituição do PROEJA; Objetivo 3 – Ampliar o número de vagas em cursos presenciais com base na Lei nº
11.892/2008, criação dos Institutos Federais, e no Decreto nº 5.840/2006, instituição do PROEJA;
Objetivo 4 – Reduzir as taxas de evasão e retenção de alunos;
Objetivo 5 – Ampliar as atividades integradas de ensino, pesquisa e extensão socialmente relevantes;
1
Balanced Scorecard é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida pelos professores da Harvard Business School, Robert Kaplan e David Norton, em 1992. Os métodos usados na gestão do negócio, dos serviços e da infra-estrutura baseiam-se normalmente em metodologias consagradas que podem utilizar a TI (tecnologia da informação) e os softwares de ERP como soluções de apoio, relacionando-a à gerência de serviços e garantia de resultados do negócio. Os passos dessas metodologias incluem: definição da estratégia empresarial, gerência do negócio, gerência de serviços e gestão da qualidade; passos estes implementados através de indicadores de desempenho.
Objetivo 6 – Consolidar e ampliar as ações de diversidade e inclusão visando à democratização do ensino;
Objetivo 7 – Promover o intercâmbio discente em nível internacional;
Objetivo 8 – Consolidar e ampliar as atividades do Centro de Idiomas do IFTM; Objetivo 9 – Fortalecer, ampliar e apoiar as atividades de extensão;
Objetivo 10 – Fortalecer, ampliar e apoiar os programas de extensão; Objetivo 11 – Fortalecer, ampliar e apoiar os projetos de extensão; Objetivo 12 – Expandir a oferta da Educação a Distância;
Objetivo 13 – Fortalecer, ampliar e apoiar a pesquisa científica e tecnológica; Objetivo 14 – Fortalecer, ampliar e apoiar o programa de pós-graduação; Objetivo 15 – Promover e incentivar o programa institucional de inovação;
2.1.2 Perspectiva Pessoas, Infraestrutura e Inovação
Objetivo 16 – Ampliar o número de servidores do IFTM;
Objetivo 17 – Promover a saúde, o bem estar e a qualidade de vida do servidor no ambiente de trabalho;
Objetivo 18 – Propiciar condições de qualificação, capacitação e preparação dos servidores do quadro do IFTM para o exercício das atividades do cargo;
Objetivo 19 – Ampliar e fortalecer o uso de tecnologia de informação e comunicação no IFTM;
Objetivo 20 - Promover o intercâmbio de servidores em nível internacional. Objetivo 21 – Promover a expansão e a modernização da infraestrutura física.
2.1.3 Perspectiva de Processos Internos
Objetivo 22– Atualizar os instrumentos normativos e regulatórios do Ensino do IFTM;
Objetivo 23 – Promover as relações interinstitucionais em nível internacional;
Objetivo 24 – Fortalecer a imagem institucional junto à comunidade interna e à externa;
Objetivo 25 – Mapear, especificar, padronizar e melhorar os processos administrativos no âmbito do IFTM;
Objetivo 26 – Nortear o desenvolvimento do IFTM por meio do Planejamento Estratégico.
Objetivo 27 – Aperfeiçoar os processos de Avaliação Institucional.
2.1.4 Perspectiva Orçamentária e Financeira
Objetivo 28 – Aprimorar o processo de planejamento orçamentário do IFTM; Objetivo 29 – Aperfeiçoar a execução dos recursos orçamentários.
2.2 METAS E INDICADORES
2.2.1 Perspectiva do Aluno
Objetivo 1 – Consolidar e fortalecer os cursos presenciais ofertados no IFTM.
Meta 1: Obter, no mínimo, nota 4 no IGC (Índice Geral de Cursos), atingindo nota
5 até 2018.
Indicador: Índice geral de cursos (IGC)
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Nota 04 Nota 04 Nota 04 Nota 04 Nota 05
Meta 2: Obter, no mínimo, nota 5 em todos os cursos submetidos ao ENADE até
2018.
Indicador: Nota do ENADE
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Nota 04 Nota 04 Nota 04 Nota 04 Nota 05
Meta 3: Obter, no mínimo, nota 5 na avaliação de cursos "in loco".
Indicador: Avaliação de cursos "in loco"
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Nota 04 Nota 04 Nota 04 Nota 05 Nota 05
Objetivo 2 – Ampliar a oferta de cursos presenciais com base na Lei nº 11.892/2008, criação
dos Institutos Federais, e no Decreto nº 5.840/2006, instituição do PROEJA.
Meta 1: Ampliar um total de 3 cursos técnicos até 2018.
Indicador: Número de novos cursos técnicos presenciais
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Meta 2: Ampliar um total de - cursos de licenciatura até 2018.
Indicador: Número de novos cursos de licenciaturas presenciais.
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
- - - - -
Meta 3: Ampliar um total de 2 cursos tecnológicos e de bacharelado até 2018.
Indicador: Número de novos cursos de bacharelado e tecnologia.
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 0 0 0 1
Meta 4: Ampliar um total de10 cursos de PROEJA até 2018.
Indicador: Número de novos cursos de PROEJA.
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
2 2 2 3 3
Objetivo 3 – Ampliar o número de vagas em cursos presenciais com base na Lei nº 11.892/2008,
criação dos Institutos Federais, e no Decreto nº 5.840/2006, Instituição do PROEJA. Meta 1: Ampliar um total de 270 vagas em cursos técnicos até 2018.
Indicador: Número de vagas em cursos técnicos presenciais ofertados pelo IFTM
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
60 150 210 240 270
Meta 2: Ampliar um total de 0 vagas em cursos de licenciatura até 2018.
Indicador: Número de vagas em cursos de licenciatura presenciais
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Meta 3: Ampliar um total de 210 vagas em cursos tecnológicos e de bacharelado
até 2018.
Indicador: Número de vagas em cursos tecnológicos e de bacharelado
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
30 60 90 120 210
Meta 4: Ampliar um total de 90 vagas em cursos de PROEJA até 2018.
Indicador: Número de vagas em cursos de PROEJA
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
60 60 60 90 90
Objetivo 4 – Reduzir as taxas de evasão e retenção de alunos.
Meta 1: Reduzir o nível de evasão para 7% até 2018.
Indicador: Índice de evasão escolar
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
19% 17% 14% 11% 7%
Meta 2: Atingir taxa de retenção máxima de 6% em cada componente curricular
até 2018.
Indicador: Índice de reprovação por componente curricular
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
20% 16% 12% 9% 6%
Meta 3: Atingir índice de eficácia institucional de 80%.
Indicador: Índice de eficácia institucional
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Objetivo 5 – Ampliar as atividades integradas de ensino, pesquisa e extensão socialmente relevantes.
Meta 1: Atingir percentual de 20% de alunos participantes de projetos de ensino,
pesquisa e extensão até 2018.
Indicador: Percentual de alunos que participam de projetos de ensino, pesquisa e
extensão/ Total de alunos da instituição.
Responsável: PROEN/PROPI/PROEXT Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 15% 15% 20% 20%
Meta 2: Implantar, até 2018, um Núcleo de Tecnologia Assistiva por câmpus.
Indicador: Número de câmpus com Núcleo de Tecnologia Assistiva
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 0 1 0 0
Objetivo 6 – Consolidar e ampliar as ações de diversidade e inclusão visando à democratização do
ensino.
Meta 1: Atender plenamente, até 2018, 90% dos estudantes com especificidades
e/ou desigualdades educacionais.
Indicador: Percentagem de estudantes com necessidades educacionais específicas
atendidos.
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
20% 30% 40% 60% 90%
Objetivo 7 – Promover o intercâmbio discente em nível internacional.
Meta 1: Enviar ao exterior um total de 115 discentes até 2018.
Indicador: Nº de intercambistas enviados ao exterior.
Responsável: Gabinete/Assessoria de Relações
Internacionais Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Meta 2: Receber do exterior um total de 65 discentes até 2018.
Indicador: Nº de intercambistas recebidos do exterior.
Responsável: Gabinete/Assessoria de Rel. Intern. Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10 10 15 15 15
Objetivo 8 – Consolidar e ampliar as atividades do centro de idiomas
Meta 1: Ampliar em 100% o número de vagas ofertadas para o centro de idiomas.
Indicador: Porcentagem de vagas ampliadas.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 20% 20% 25% 25%
Objetivo 9 – Fortalecer, ampliar e apoiar as atividades de extensão.
Meta 1: Ampliar em 4% ao ano as atividades de extensão
Indicador: Porcentagem de atividades.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
4% 4% 4% 4% 4%
Meta 2: Criar publicações para divulgação dos programas, projetos e atividades de
extensão.
Indicador: Nº de publicações
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 1 2 2 2
Meta 3: Realizar 3 encontros de egressos até 2018.
Indicador: Nº de encontros
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 0 1 0 1
Meta 4: Instituir o banco de emprego e estágio no IFTM
Indicador: Nº de bancos
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Específica
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 0 0 0 0
Meta 5: Apoiar a criação de 07 empresas Junior no Instituto até 2018.
Indicador: Nº de empresas
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 0 0 1 0
Meta 6:
Ampliar a relação com empresas e instituições, estabelecendo parcerias, em 10% ao ano, para viabilizar as oportunidades de estágios, emprego, programas, projetos e outras atividades de extensão.
Indicador: Porcentagem de parcerias ampliadas
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 10% 10% 10% 10%
Objetivo 10 – Fortalecer, ampliar e apoiar os programas de extensão.
Meta 1: Aprimorar e ampliar em 10% ao ano o número de estudantes beneficiados
pelo programa de assistência estudantil.
Indicador: Porcentagem de estudantes beneficiados.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 10% 10% 10% 10%
Meta 2: Ampliar em 50% o número de vagas oferecidas pelo Pronatec.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 10% 10% 10% 10%
Meta 3: Ampliar o número de beneficiados pelos programas Mulheres mil e Rede
Certific.
Indicador: Porcentagem de vagas ofertadas.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 0 0 0 0
Meta 4: Instituir o Programa de Bolsa Permanência no IFTM.
Indicador: Nº de Programas Instituídos
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
- - - - -
Objetivo 11 - Fortalecer, ampliar e apoiar os projetos de extensão.
Meta 1: Ampliar em 75% os projetos de extensão desenvolvidos no IFTM.
Indicador: Porcentagem de projetos.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
15% 15% 15% 15% 15%
Meta 2: Ampliar em 10% ao ano o número de estudantes beneficiados com bolsas
acadêmicas.
Indicador: Porcentagem de estudantes.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Objetivo 12 - Expansão na oferta da Educação a Distância.
Meta 1: Ampliar em 90% no total de vagas ofertadas nos cursos de EAD.
Indicador: Porcentagem de vagas ampliadas em cursos EAD.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
40% 10% 20% 10% 10%
Meta 2: Reduzir o nível de evasão em 80% até 2018.
Indicador: Porcentagem do nível de evasão reduzido.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 15% 15% 20% 20%
Meta 3: Recredenciar a Educação a Distância do IFTM.
Indicador: Recredenciamento da EAD do IFTM.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 1 0 0 0
Meta 4: Reconhecimento dos Cursos de EAD.
Indicador: Nº de cursos reconhecidos.
Responsável: Pró-Reitoria de Extensão Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 0 3 0 1
Objetivo 13 - Fortalecer, ampliar e apoiar a pesquisa científica e tecnológica.
Meta 1: Aumentar 12 bolsas de iniciação científica e tecnológica até 2018.
Indicador: Nº de bolsas concedidas.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Meta 2: Repassar 70% dos recursos anuais da PROPI para atividades de pesquisa.
Indicador: Porcentagem de montante anual a ser repassado aos câmpus.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Específica
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
70% 70% 70% 70% 70%
Meta 3:
Aumentar a produção científica e tecnológica dos programas institucionais, no mínimo, 113 artigos publicados em periódicos com conselho editorial até 2018.
Indicador: Nº de artigos anuais publicados.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
22 20 24 22 25
Meta 4:
Aumentar a produção científica e tecnológica dos programas institucionais, no mínimo, 334 em anais de eventos científicos e tecnológicos até 2018.
Indicador: Nº de trabalhos anuais publicados em eventos científicos e tecnológicos.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
65 65 70 67 67
Meta 5: Destinar percentual do orçamento anual dos câmpus para as atividades de
pesquisa.
Indicador: Porcentagem destinado pelos câmpus.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1% 2% 3% 3% 4%
Objetivo 14 - Fortalecer, ampliar e apoiar o programa de pós-graduação.
Meta 1: Aumentar 4 cursos de stricto sensu até 2018.
Indicador: Nº de cursos ofertados.
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 1 1 1 0
Meta 2: Aumentar 3 cursos de lato sensu até 2018.
Indicador: Nº de cursos ofertados.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 0 1 0 1
Meta 3: Repassar 20% dos recursos anuais da PROPI para as atividades de
pós-graduação.
Indicador: Porcentagem repassada aos câmpus.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
20% 20% 20% 20% 20%
Meta 4: Destinar 6,5% dos recursos anuais dos câmpus para as atividades de
pós-graduação.
Indicador: Porcentagem destinada pelos câmpus
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0,5% 1% 1% 2% 2%
Objetivo 15 - Promover e incentivar o programa institucional de inovação.
Meta 1: Promover 4 depósitos de patentes até 2018.
Indicador: Nº de depósitos promovidos.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 1 1 1 1
Meta 2: Promover 1 licenciamento de transferência do conhecimento para o setor
privado até 2018.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 0 0 0 1
Meta 3: Repassar 10% dos recursos da PROPI para atividades de inovação.
Indicador: Porcentagem repassada aos câmpus.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
10% 10% 10% 10% 10%
Meta 4: Destinar percentual dos recursos anuais dos câmpus para as atividades de
inovação
Indicador: Porcentagem destinada pelos câmpus.
Responsável: Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0,5% 0,5% 0,5% 0,5% 0,5%
2.2.2 Pespectiva Pessoas, Infraestrutura e Inovação
Objetivo 16 - Ampliação do nº de servidores do IFTM.
Meta 1: Ampliar em 31 servidores da Carreira de Magistério do Ensino Básico,
Técnico e Tecnológico.
Indicador: Nº de PEBTT admitidos
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
2 16 4 3 6
Meta 2: Ampliar em 41 servidores da Carreira de Técnico-Administrativo em
Educação.
Indicador: Nº de TAE admitidos.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
Objetivo 17 - Promover a saúde, o bem estar e a qualidade de vida do servidor no ambiente de
trabalho.
Meta 1: Realizar exames periódicos com os servidores.
Indicador: Porcentagem de servidores com exames periódicos realizados.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
70% 30% 70% 30% 70%
Meta 2: Implantar /Desenvolver 6 programas de Qualidade de Vida.
Indicador: Nº de programas implantados/desenvolvidos.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
2 0 2 0 2
Meta 3: Promover 7 atividades desportivas, culturais e educativas.
Indicador: Nº de atividades culturais, desportivas e educativas realizadas.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
2 1 2 0 2
Objetivo 18 - Propiciar condições de qualificação, capacitação e preparação dos servidores do quadro
do IFTM para o exercício das atividades do cargo.
Meta 1: Propiciar a qualificação de 25 servidores em curso superior.
Indicador: Nº de servidores qualificados.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
5 5 5 5 5
Meta 2: Proporcionar capacitação e aperfeiçoamento para 1000 servidores.
Indicador: Nº de servidores capacitados/treinados.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
200 200 200 200 200
Meta 3: Ofertar 25 bolsas de estudos/ressarcimento de mensalidades.
Indicador: Nº de servidores beneficiados.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
5 5 5 5 5
Meta 4: Propiciar a participação de 340 servidores em congressos, seminários e
similares.
Indicador: Nº de participações em congressos, seminários e similares.
Responsável: PRODIN/DGP Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
60 65 65 70 80
Meta 5: Ofertar 55 cursos de formação continuada aos docentes até 2018.
Indicador: Quantidade de cursos / ano.
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
5 10 10 15 15
Objetivo 19 - Ampliar e fortalecer o uso de Tecnologia de Informação e Comunicação no IFTM.
Meta 1: Implementar novos módulos no ERP-IFTM.
Indicador: Nº de módulos.
Responsável: PRODIN/DTIC Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
5 5 3 0 0
Meta 2: Ampliar e atualizar o parque computacional em 70%.
Indicador: Porcentagem de ampliação.
Responsável: PRODIN/DTIC Tipo: Desdobrável
10% 20% 20% 10% 10%
Objetivo 20 - Promover o intercâmbio de servidores em nível internacional.
Meta 1: Enviar ao exterior um total de 10 docentes/pesquisadores até 2018.
Indicador: Nº de docentes/pesquisadores enviados ao exterior.
Responsável: Gabinete / Assessoria Rel. Intern. Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
2 2 2 2 2
Meta 2: Receber do exterior um total de 4 docentes/pesquisadores até 2018.
Indicador: Nº de docentes/pesquisadores recebidos do exterior
Responsável: Gabinete / Assessoria Rel. Intern. Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 1 1 1 1
Meta 3: Enviar ao exterior um total de 4 técnicos administrativos até 2018.
Indicador: Nº de técnico-administrativos enviados ao exterior
Responsável: Gabinete / Assessoria Rel. Intern. Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 1 1 1 1
Meta 4: Receber do exterior um total de 4 técnicos administrativos até 2018.
Indicador: Nº de técnico-administrativos recebidos do exterior
Responsável: Gabinete / Assessoria Rel. Intern. Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 1 1 1 1
Objetivo 21 - Promover a expansão e modernização da infraestrutura física.
Meta 1: Aumentar em 15 o número de salas de aulas.
Responsável: PROAD/PRODIN Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 8 0 7 0
Meta 2: Aumentar em 16 o número de laboratórios temáticos.
Indicador: Número de laboratórios temáticos.
Responsável: PROAD/PRODIN Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 7 0 7 2
Meta 3: Aumentar em 6 o número de edificações de apoio.
Indicador: Número de edificações de apoio
Responsável: PROAD/PRODIN Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
3 2 1 0 0
Meta 4: Readequação da infraestrutura atual (reformas/adptações).
Indicador: Número de edificações de apoio
Responsável: PROAD/PRODIN Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
0 0 1 0 0
2.2.3 Perspectiva de Processos Internos
Objetivo 22 - Atualizar os instrumentos normativos e regulatórios do Ensino do IFTM.
Meta 1: Revisão e atualização de 3 Regulamentos e Normativas ao ano.
Indicador: Quantidade de Regulamentos e Normativas.
Responsável: Pró-Reitoria de Ensino Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
3 3 3 3 3
Meta 1: Realizar um total de 100 novas parcerias até 2018.
Indicador: Nº de parcerias realizadas.
Responsável: Gabinete / Assessoria de Rel. Intern. Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
20 20 20 20 20
Meta 2: Assegurar um total de 75% de parcerias vigentes até 2018.
Indicador: Nº de parcerias em vigor.
Responsável: Gabinete / Assessoria de Rel. Intern. Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
15% 15% 15% 15% 15%
Objetivo 24 - Fortalecer a imagem institucional junto à comunidade interna e externa.
Meta 1: Criar 5 instrumentos para o fortalecimento da imagem institucional junto
à comunidade interna e externa.
Indicador: Nº de instrumentos criados
Responsável: Gabinete/Comunicação Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
1 1 1 1 1
Objetivo 25 - Mapear, especificar, padronizar e melhorar os processos administrativos no âmbito do
IFTM.
Meta 1: Mapear e especificar 100% dos processos administrativos até 2018.
Indicador: Percentual de processos administrativos mapeados.
Responsável: PRODIN Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
30% 50% 70% 90% 100%
Objetivo 26 - Nortear o desenvolvimento do IFTM por meio do Planejamento Estratégico.
Indicador: Nível de execução do PDI.
Responsável: PRODIN Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
90% 100% 100% 100% 100%
Objetivo 27 - Aperfeiçoar os processos de Avaliação Institucional.
Meta 1: Ampliar mecanismos para aperfeiçoar a gestão por meio da avaliação
institucional
Indicador: Nº de mecanismos
Responsável: PRODIN/GABINETE/CPA Tipo: Desdobrável
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
3 0 0 0 0
2.2.4 Perspectiva Orçamentária e Financeira
Objetivo 28 - Aprimorar o processo de planejamento orçamentário do IFTM.
Meta 1: Aperfeiçoar em 100% o nível de utilização do modelo de planejamento
baseado em centros de custos.
Indicador: Percentual do nível de utilização do modelo.
Responsável: PROAD/PRODIN Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
50% 70% 100% 100% 100%
Objetivo 29 – Aperfeiçoar a captação e gestão dos recursos orçamentários.
Meta 1: Obter um nível de aprovação de 100% até 2018.
Indicador: Nível de aprovação dos instrumentos elaborados
Responsável: PROAD/PRODIN Tipo: Específico
Ano 2014 Ano 2015 Ano 2016 Ano 2017 Ano 2018
2.3 CONTROLE E AVALIAÇÃO DO PDI
No processo de Planejamento Estratégico, a Função Controle e Avaliação exerce o papel de acompanhar o desempenho da avaliação das estratégias e políticas adotadas pela empresa e do sistema, por meio da comparação entre as situações alcançadas e previstas, principalmente quanto aos objetivos, desafios e metas. Nesse sentido, a Função Controle e Avaliação é destinada a assegurar que o desempenho real possibilite o alcance dos padrões que foram estabelecidos.
A Função Controle e Avaliação, num processo de Planejamento Estratégico, tem algumas finalidades mencionadas a seguir:
Identificar problemas, falhas e erros que se transformam em desvios do planejado, com a finalidade de corrigi-los e de evitar sua reincidência;
Fazer com que os resultados obtidos com a realização das operações estejam próximos dos resultados esperados tanto quanto possível e possibilitem o alcance dos desafios e consecução dos objetivos;
Verificar se as estratégias e políticas estão proporcionando os resultados esperados dentro das situações existentes e previstas; e
Proporcionar informações gerenciais periódicas para que seja rápida a intervenção do desempenho do processo.
No IFTM, a Função Controle e Avaliação do PDI ocorrerá da seguinte forma: os câmpus realizarão anualmente os Planos Anuais de Ação – PPAs, que deverão ser cadastrados no Sistema de Gestão Integrada até novembro de cada ano. Ao final de cada trimestre, o Gabinete da Reitora solicitará, com base nesses PPAs, um relatório sobre o andamento das suas ações aos câmpus e demais Unidades Estratégicas. As informações obtidas serão analisadas e o produto da análise será encaminhado aos câmpus e Unidades Estratégicas para que os possíveis ajustes e correções sejam realizados em tempo hábil.
A ferramenta que auxiliará o desenvolvimento e o controle das ações será o Módulo MPLAN do Sistema de Gestão Integrada do IFTM. O MPLAN é um sistema que tem por objetivo a informatização dos processos administrativos, facilitando, assim, as etapas de planejamento, a execução e o controle das ações.
Anualmente, serão realizadas revisões no PDI de forma a ajustar os desvios entre o planejado e o realizado.
3 PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL
3.1 CONCEPÇÕES NORTEADORAS
3.1.1 Concepção de Educação
O processo de educação consiste em condição intrínseca aos seres humanos ao longo do tempo e pressupõe relações sociais complexas, por meio das quais o processo de humanização ocorre continuamente, promovendo a assimilação e a aprendizagem conjunta de valores, padrões, normas e comportamentos comuns aos grupos.
Sob circunstâncias impostas pela natureza e visando a satisfação de necessidades variadas, a humanidade busca superar seus limites, promovendo seus potenciais e recursos materiais e ideológicos, inserida na conquista constante de meios e de processos necessários para a formação.
Dessa forma, localizadas no tempo e no espaço, as sociedades humanas, cada vez mais complexas, necessitam, sem renegar seus legados culturais, garantir processos educacionais que favoreçam a convivência entre diferentes pessoas, harmonizando as diversidades e adaptando-se às condições impostas pelas circunstâncias reais e concretas do cotidiano.
Enquanto processo complexo, social e exclusivamente humano, a educação pode ser compreendida como:
[...] esforço para se conferir ao social, no desdobramento do histórico, um sentido intencionalizado, como esforço para a instauração de um projeto de efetiva humanização, feita através da consolidação das mediações da existência real dos homens. (SEVERINO, 1990, p. 20)
Como já defendia Paulo Freire (1987), o homem não é um ser acabado, pronto; ao contrário, está em constante processo de formação física, intelectual, espiritual e moral à medida que a experiência cotidiana ocorre, localizada no tempo e no espaço social. Nessa perspectiva, a Educação, caracterizada como um processo contínuo e dialético, perpassa a historicidade e denota a capacidade humana de atuação sobre a realidade, tendo como base o atendimento às intenções ou finalidades orientadas pelo conjunto de ideologias que se concentram ao longo da evolução histórica.
Dentre os diversos espaços sociais possíveis, a instituição escolar ganha notoriedade como lugar privilegiado para a condução do processo de ensino e de aprendizagem do patrimônio cultural. Por isso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional “Darcy Ribeiro”, LDB n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, em seu art. 1.º, defende que “a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais” (BRASIL, 1996).
Apesar de ser um mecanismo normativo voltado para o ambiente escolar, a LDB 9.394/96 reconhece a diversidade de espaços sociais educacionais, responsáveis pelos processos formativos. Mesmo com esse reconhecimento, destaca-se o papel das instituições de ensino e de pesquisa para o empreendimento da formação humana, contribuindo para todo o universo social. Logo,
A educação é, como outras, uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam, entre tantas outras invenções de sua cultura, em sua sociedade. Formas de educação que produzem e praticam, para que elas reproduzam, entre todos os que ensinam e aprendem, o saber [...], os códigos sociais de conduta, as regras do trabalho, os segredos da arte ou da religião, do artesanato ou da tecnologia que qualquer povo precisa para reinventar, todos os dias, a vida do grupo e a de cada um de seus sujeitos, através de trocas sem fim com a natureza e entre os homens, trocas que existem dentro do mundo social onde a própria educação habita, e desde onde ajuda a explicar – às vezes a ocultar, às vezes a inculcar – de geração em geração, a necessidade da existência de sua ordem. (BRANDÃO, 1989, p. 10 – 11)