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Norma Técnica SABESP NTS 262

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Academic year: 2021

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Norma Técnica SABESP

NTS 262

PAINEL DE INSTRUMENTAÇÃO – PI

PAINEL TIPO MODULAR (CAIXA) – ALTURA 1,20m

INSTALAÇÃO EM PLANO VERTICAL

Especificação

São Paulo

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S U M Á R I O

1 – OBJETIVO ... 1

2 - NORMAS TÉCNICAS ... 1

2.1 - Normas brasileiras registradas no INMETRO ... 1

2.2 – Ênfase em Segurança ... 1

3 – CARACTERÍSTICAS ... 2

3.1 - Características elétricas ... 2

3.2 - Características construtivas ... 2

3.3 – Fiação ... 3

3.4 – Comando e Controle ... 3

3.5 – Identificação dos Componentes ... 4

4 - TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE, PINTURA E ACABAMENTO ... 4

5 - INSPEÇÃO E ENSAIOS ... 4

5.1 - Ensaios de Rotina ... 4

5.2 - Acompanhamento da Fabricação e Inspeção ... 5

6 – DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ... 5

6.1 - Documentos para Análise Técnica e Aprovação ... 5

6.2 - Documentos Certificados ... 6

6.3 - Documentos “Como construído” ... 6

7 – RESPONSABILIDADE DO PROPONENTE/FORNECEDOR ... 6

7.1 – Fornecimento de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ... 6

8 – DOCUMENTOS QUE ACOMPANHAM A ESPECIFICAÇÃO ... 7

ANEXO - Características a serem fornecidas pela SABESP e pela Proponente ... 7

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Norma Técnica Sabesp NTS 262: 2016

PAINEL DE INSTRUMENTOS – PI, CLASSE DE TENSÃO ATÉ 1000V 1. OBJETIVO

Esta especificação estabelece os requisitos mínimos para fornecimento, fabricação e ensaios do Painel de Instrumentos (PI), tipo modular (caixa) com instalação em plano vertical, classe de tensão até 1000V, conforme descrição detalhada nos itens a seguir e a prescrição da Norma

Técnica Sabesp NTS 255 e desenho padrão n 0100-090-D112.

2. NORMAS TÉCNICAS

As normas citadas a seguir são indispensáveis à aplicação desta norma. Para referências datadas aplicam–se somente as edições citadas. Para as demais referências aplicam–se as edições mais recentes das referidas referências (incluindo emendas).

NTS 255 Norma Geral de Fornecimento de Equipamentos Elétricos. NTS 266 Norma Geral para Quadros Elétricos.

NBR-IEC 60439-1 Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa Tensão Parte 1: Conjuntos com ensaio de tipo totalmente testado (TTA) e conjuntos com ensaio de tipo parcialmente testado (PTTA).

NBR 5410 Instalações Elétricas de Baixa Tensão.

NBR IEC 60529 Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP).

NBR 16213 Trabalhos sob tensão — Vestimenta de proteção contra os riscos térmicos de um arco

elétrico - Requisitos (IEC 61482-2:2009, MOD).

NBR IEC 62208 Invólucros Vazios destinados a Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa Tensão - Regras Gerais.

NR 10 Norma Regulamentadora nº10 do Ministério do Trabalho.

Para os itens não abrangidos pelas Normas brasileiras citadas e por esta especificação, devem ser adotadas as normas das entidades internacionais consagradas, na última edição e revisão. AISE American Iron and Steel Engineers

ANSI American National Standards Institute

CEE International Commission on Rules for the Approval of Electrical Equipment DIN Deutsche Industrie Normen

IEC International Electro technical Commission IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers NEC National Electrical Code

NFPA National Fire Protection Association

NEMA National Electrical Manufacturers Association VDE Verein Deutscher Elektrotechniker

3. ÊNFASE EM SEGURANÇA

Embora a NBR-IEC-60439-1 e normas complementares sejam bastante abrangentes quanto a todos aspectos do projeto de construção, operação, manobras, ensaios, proteção Esta especificação confere ao fornecimento um caráter específico intrinsecamente ligado com a segurança, exigido pelas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho, NR-10 e outras NR’s associadas, que possuem conteúdos relacionados com a eletricidade.

Esta especificação foi elaborada de forma que a construção dos quadros evite, ao máximo, dentro de condições aceitáveis, a formação, propagação e duração do arco elétrico. Sabe-se que o arco elétrico, principalmente aquele associado aos conjuntos de manobra, é a principal causa de ferimentos e mortes de pessoas envolvidas nos serviços de eletricidade. Portanto, nos itens seguintes são indicados aspectos construtivos importantes, reforçando a normalização no que tange aos aspectos de segurança.

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4. CARACTERÍSTICAS

4.1 Características elétricas

– Ver Anexo A desta especificação;

– Ver desenho padrão Sabesp nº n 0100-090-D112 – Painel de Instrumentos-PI;

4.2 Características construtivas

O sistema é do tipo modular (caixa) – conjunto fechado em forma de caixa, para ser montado em um plano vertical (parede) na forma de sobrepor.

O quadro deverá ser constituído de chapa de aço dobrada, rigidamente montada, formando um conjunto rígido, capaz de suportar sem deformações os esforços normais resultantes de manobras dos componentes, bem como os esforços provocados no embarque e transporte.

O quadro deve ser projetado com espaço livre de no mínimo 100 mm na parte inferior para entrada de eletrodutos e cabos.

Cada quadro deverá ter uma única placa de montagem removível, onde os componentes devem ser fixados através de parafusos com rosca na placa.

As chapas de aço devem ter espessura conforme Anexo A, para o quadro, porta e placa de montagem.

O quadro deve conter no mínimo 20% de espaço para utilização futura.

O quadro deverá ter uma altura máxima de 1,20m, acima disso passa a ser conjunto tipo armário não compartimentado, não objeto desta especificação.

Todos os elementos de fixação, tais como parafusos, arruelas, porcas, devem ser de aço bicromatizado, cadmiado ou galvanizado.

O acesso aos equipamentos é feito pela parte frontal através de porta (abertura mínima 105º e máxima 120°) com fecho, conforme norma técnica Sabesp nº266.

A porta deverá possuir visor de Policarbonato transparente e ser guarnecida de vedações de borracha especial à base de neoprene com EPDM para uma completa vedação.

As entradas e saídas dos cabos devem ser feitas pela parte inferior do quadro (flange removível) para a execução dos furos necessários para a conexão de prensa-cabos e eletrodutos.

4.2.1Grau de proteção

O quadro e seus componentes, conforme as características do local em que são instalados e de sua acessibilidade devem oferecer um determinado grau de proteção. A norma NBR-6146 define os graus de proteção por meio das letras características IP, seguidas por dois dígitos.

1° Digito característico – indica o grau de proteção contra penetração de corpos sólidos estranhos e contato acidental:

- 0 – não protegido

- 1 – protegido contra objetos sólidos maiores que 50 mm

- 2 – protegido contra objetos sólidos maiores que 12,5 mm

- 3 – protegido contra objetos sólidos maiores que 2,5 mm

- 4 – protegido contra objetos sólidos maiores que 1,0 mm

- 5 – protegido contra poeira

- 6 – totalmente protegido contra poeira

2° Digito característico – grau de proteção contra penetração de água no interior do quadro:

- 0 – não protegido

- 1 – protegido contra quedas verticais de gotas d’água

- 2 – protegido contra queda d’água para uma inclinação máxima de 15° com a vertical

- 3 – protegido contra água aspergida de um ângulo de 60° com a vertical

- 4 – protegido contra projeções d’água

- 5 – protegido contra jatos d’água

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Norma Técnica Sabesp NTS 262: 2016

- 7 – protegido contra imersão

- 8 – protegido contra submersão

O grau de proteção de um conjunto fechado deve ser pelo menos IP2X, depois de instalado conforme as instruções do fabricante.

Para conjuntos de uso ao tempo, que não tem nenhuma proteção suplementar (cobertura ou algo semelhante), o segundo número característico deve ser pelo menos 3.

Ver anexo A desta norma.

4.2.2 Barramento de Terra

O quadro deve possuir uma barra de terra de fácil acesso fixado na parte inferior. Deverá ser de cobre eletrolítico com 99,99% de pureza, isenta de emendas, e possuir seção não inferior a 100

mm2 com um furo em cada extremidade para interligação ao sistema de aterramento.

A porta deve ser interligada com cordoalha flexível de cobre, e os equipamentos instalados no interior do quadro devem ser conectados à barra de terra através de cabos.

4.2.3 Proteção de Segurança

O quadro deverá apresentar, construtivamente, o maior grau possível de segurança para o pessoal encarregado da manutenção. Todas as partes vivas devem ficar completamente protegidas de modo a evitar o contato acidental.

4.3 Fiação

4.3.1 Fiação para Comando e Controle

Para a fiação de Comando e Controle devem ser utilizados condutores de cobre eletrolítico, encordoamento classe 5 de alta flexibilidade e manuseio, com isolação de composto termoplástico, não higroscópico, não propagador e auto-extinção de chamas e classe de tensão mínima 750V.

4.3.2 Fiação para Potência

Para a fiação de potência devem ser utilizados condutores de cobre eletrolítico, encordoamento classe 4 de alta flexibilidade e manuseio, com isolação e cobertura de composto termoplástico, não higroscópico, não propagador e auto-extinção de chamas e classe de tensão mínima 1000V. Os condutores não podem possuir emendas.

4.3.3 Bornes Terminais

Os bornes terminais utilizados devem ser unipolares, classe de isolação de no mínimo 750V, com a parte condutora e elementos de apertos construídos em material não ferroso.

Os bornes terminais devem ser fixados sobre perfilados DIN em liga de alumínio e reunidos em blocos providos de placas laterais de acabamento, molas de fixação, separadores isolantes, pontes para conexões entre dois ou mais bornes contínuos e pastilhas de plástico gravadas para identificação.

4.4 Comando e Controle

As canaletas devem ser de PVC não inflamável, do tipo chama auto-extingüível, contendo rasgos laterais para passagem de cabos, com seção compatível com o número de condutores, de modo que a ocupação máxima seja de 70%, e provida de tampas removíveis de mesmo material.

Cada extremidade dos condutores de comando e controle deve ser provida de um terminal pré-isolado de compressão em cobre prateado tubular.

Cada condutor de comando e controle deve ser identificado pelo código indicado nos diagramas funcionais e de fiação em ambas as extremidades, pelo critério de potenciais iguais com mesmo número. As cores dos condutores devem obedecer à NTS 266.

Na parte fixa de cada módulo, devem ser previstas réguas independentes de bornes para interligação:

a) aos componentes de campo; b) aos componentes da porta.

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4.5 Identificação dos Componentes

Todos os componentes do quadro devem ser identificados por etiquetas, sendo as internas do tipo “crachazinho”, e as externas de acrílico, inscrição branca em fundo preto, fixadas na porta por rebite plástico ou cola de altíssima aderência.

Todo quadro deve ser identificado pelo fabricante por uma placa em material não corrosível, fixada na parte frontal externa e contendo, no mínimo, as seguintes informações:

- Nome do fabricante;

- N.º do pedido de compra;

- Normas

- Tensão nominal;

- Freqüência nominal;

- Corrente nominal de quadro;

- Capacidade de curto-circuito do quadro;

- TAG;

- Local e data de fabricação;

- Número de série de fabricação;

- Nível de isolamento sob impulso;

- Massa (em Kg).

O quadro deve ser identificado por uma placa em acrílico, com fundo na cor preta e inscrição na cor branca e com 3 mm de espessura, 30 mm de largura e 70 mm de comprimento, fixada na parte frontal externa e contendo as seguintes informações:

- Identificação do quadro conforme diagramas;

- Potência nominal;

- Tipo de partida.

5. TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE, PINTURA E ACABAMENTO

O quadro, em função do tipo de ambiente a ser instalado, deverá receber um tratamento de superfície, pintura e acabamento conforme norma NTS 266.

6. INSPEÇÃO E ENSAIOS

A contratada deve enviar à SABESP 02 (duas) vias impressas e arquivo eletrônico dos relatórios de ensaios realizados no quadro.

Os relatórios devem conter:

a) Identificação completa do equipamento ensaiado, incluindo tipo, número de série, dados de

placa de identificação;

b) Resumo de cada ensaio executado com resultados e, em caso de necessidade, a

interpretação destes;

c) Resultados dos ensaios executados durante a fabricação;

6.1 Ensaios de Rotina

Os ensaios de rotina executado no quadro devem estar de acordo com a norma NBR IEC 60439-1:

- Inspeção visual, incluindo layout interno e externo, e dimensões;

- Verificação de fiação e ensaios de operação elétrica e mecânica;

- Resistência de isolamento;

- Verificação das medidas de proteção e da continuidade elétrica dos circuitos;

- Tensão suportável à freqüência industrial.

Todos os ensaios devem ser realizados na presença de inspetores da SABESP ou, credenciados por ela.

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Norma Técnica Sabesp NTS 262: 2016

A data de realização dos ensaios deverá ser comunicada, pela contratada à SABESP com, no mínimo, 15 (quinze) dias corridos de antecedência.

A contratada deverá enviar à SABESP, 3 (três) vias dos relatórios dos ensaios realizados nos quadros.

6.2 Acompanhamento da Fabricação e Inspeção

Os equipamentos e materiais devem ser submetidos à inspeção durante os ensaios e fabricação, pelo inspetor da SABESP, o qual deverá ter livre acesso aos laboratórios, às dependências de fabricação do equipamento, local de embalagem, e etc., O fabricante deverá fornecer pessoal qualificado a prestar informações e executar ensaios.

As despesas relativas a material de laboratório e pessoal para execução dos ensaios, correrão por conta da contratada.

Durante os ensaios, caso sejam constatadas falhas no quadro, não eximirá à contratada da responsabilidade em fornecer o mesmo na data da entrega acordada em contrato. Se a contratada não cumprir com a data de entrega, estará sujeita às penalidades aplicáveis no caso.

Em especial, são inspecionados os seguintes aspectos durante as fases de fabricação:

- Espessura e processo de tratamento de chapa, preparação de superfície, pintura, acabamento

e teste de aderência;

- Componentes de fixação do quadro na base e no plano vertical;

- Localização das réguas terminais e suportes para cabos em relação aos furos de saída dos quadros;

- Bitolas, polaridades e distâncias entre fase-fase e fase-terra dos barramentos e derivações;

- Apertos de parafusos das partes condutoras;

- Inscrição das etiquetas e placas de identificação interna e externa dos equipamentos;

- Numeração dos bornes terminais e da fiação;

- Sistema de aterramento;

- Pontos de conexão por barramento ou cabo provido de parafusos e acessório;

- Componentes e montagem de acordo com os documentos certificados;

- Sobressalentes e ferramentas especiais;

- Acionamento manual e elétrico dos dispositivos de comando, e confirmação dos valores de

saída;

- Indicação de estado “aberto ou fechado” dos equipamentos de manobra;

- Cor, atuação e características nominais das lâmpadas de sinalização;

- Disposição inadequada dos componentes para manutenção e energização

- Fornecimento e acondicionamento de todos os componentes de interligação para montagem

no campo após separação dos quadros para transporte.

7. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

7.1 Documentos para Análise Técnica e Aprovação

Conforme norma NTS 255.

7.1.1 Documentos para Aprovação

A contratada deve fornecer 02 (dois) jogos de cópias impressas dos seguintes documentos: a) Cronograma detalhado com todos eventos do fornecimento, inclusive inspeção de fabricação,

ensaios e apresentação dos documentos definitivos;

b) Vistas frontais, laterais, cortes, arranjos físicos internos e externos dos quadros, mostrando a disposição dos equipamentos devidamente identificados. O desenho de arranjo físico externo deve incluir a lista de funções dos elementos dispostos no frontal do quadro;

c) Especificação técnica detalhada de todos os equipamentos que compõe o quadro;

d) Desenhos dimensionais com indicação de massa do quadro completamente montados e separados para transporte;

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e) Diagramas unifilares e trifilares, detalhando as ligações de medição e proteção; f) Diagramas funcionais;

g) Diagrama de fiação de conexão; h) Detalhes típicos de fixação e conexão;

i) Desenhos das réguas de bornes com indicação das conexões;

j) Listas de etiquetas e desenhos das placas de identificação;

k) Relação de materiais contendo características técnicas dos componentes e identificação conforme diagramas;

l) Catálogo e manuais de instalação, operação e manutenção dos equipamentos e acessórios do

quadro em português;

m) Lista de desenhos e documentos.

A SABESP devolverá 01 (um) jogo de cópias dos documentos, assinalando na capa uma das seguintes anotações:

- Aprovado;

- Aprovado com restrições;

- Reprovado.

7.2 Documentos Certificados

A contratada, após receber os documentos aprovados, deve enviar:

- 02 (dois) jogos de cópias impressas, assinalando em todas as folhas "Documento certificado";

- 02 (dois) jogos de manuais de instruções para montagem, pré-operação, operação e

manutenção;

- 02 (duas) vias de catálogos de todos os componentes e acessórios devidamente identificados.

7.3 Documentos “Como construído”

A contratada deve enviar:

- 01 (um) jogo de cópias impressas e 01 (um) arquivo eletrônico dos documentos, assinalando

em todas as folhas “Como construído”;

- 02 (dois) jogos de cópias impressas de manuais de manuseio e armazenamento dos

equipamentos;

- 02 (dois) jogos de manuais de instruções para montagem, pré-operação, operação e

manutenção.

8. RESPONSABILIDADE DO PROPONENTE/FORNECEDOR

É da inteira responsabilidade do proponente/fornecedor suprir a SABESP com todas as informações solicitadas, bem como a entrega dos equipamentos em perfeitas condições de operação, quando este for liberado para fabricação, com todos os elementos e acessórios necessários, de acordo com o estabelecido nesta especificação;

Como a especificação estabelece condições técnicas gerais, os itens ou serviços não mencionados na mesma, porém necessários ao funcionamento perfeito dos Quadros de Comando de Motores devem fazer parte integrante do fornecimento;

A omissão em esclarecer a ausência de qualquer serviço necessário ao funcionamento perfeito implica que os mesmos são fornecidos a SABESP sem qualquer ônus.

8.1 Fornecimento de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)

É de responsabilidade do proponente/fornecedor a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) sobre o serviço de montagem e fornecimento dos quadros especificados nessa NTS.

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Norma Técnica Sabesp NTS 262: 2016

9. DOCUMENTOS QUE ACOMPANHAM A ESPECIFICAÇÃO

- Desenho nº0100-090-D112– Painel de Instrumentos (PI);

- NTS 255;

- NTS 266 Norma Geral para Quadros Elétricos Sabesp.

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Anexo A - Características Elétricas e Construtivas

ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE SABESP PROPONENTE

A1 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS DO PI

a) Classe de tensão V

b) Tensão de operação V

c) Corrente nominal A

d) Freqüência nominal Hz 60

e) Corrente de curto-cicuito simétrico kA

A2 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS DO PI

A2.1 Grau de proteção:

a) Quadro IP

b) Porta com visor de policarbonato transparente IP 54

c) Componentes IP

A2.2 Espessura da chapa:

a) Quadro MSG

b) Porta MSG

c) Placa de montagem MSG

A2.3 Peso total kg PP

A2.4 Dimensões:

a) Altura mm  1200

b) Largura

c) Profudidade mm

A2.5 Tratamento da chapa e pintura, conf. NTS-266

A3 EQUIPAMENTOS

A3.1 Indicador de Vazão (FIT)

Não faz parte do

fornecimento a)

A3.2 Indicador de Pressão (PIT)

Não faz parte do

fornecimento a)

A3.3 Indicador de Nivel 1

Não faz parte do

fornecimento a)

A3.4 Indicador de Nivel 2

Não faz parte do

fornecimento

A3 5 Outros

Não faz parte do

fornecimento *PP = Proposto Pela Proponente

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Norma Técnica Sabesp NTS 262: 2016

PAINEL DE INSTRUMENTOS – PI, CLASSE DE TENSÃO ATÉ 1000V

Considerações finais:

1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento de Acervo e Normalização Técnica - TXA, por meio do e-mail: [email protected]. 2) Essa norma foi elaborada pela Subcomissão de Quadros Elétricos da Sabesp e tomaram parte dos trabalhos da atual edição:

DIRETORIA UNIDADE DE

TRABALHO NOME

M

MMOE Andre Raul Costa Santos

MTP Antonio Carlos Batista

MOEL Bruno Henrique Bocato

C CSQ Carlos Alberto Guia Pereira

M MTP Claudio Hideki Okada

T TGT Claudio Codevila Goffi

M MLEL Daniel Reis Oliveira

MLEL Erivaldo Rosa Lima

R RNOM Fernando Silva Cunha

T TOE Geraldo Kodaira

M

MAML Ilso Lopes Cruz

MNEL João Alexandre X. Mingussi

MMOE Marcelo Ribeiro Palavicini

T TOE Marcelo de Souza

R REP Nelson Messias Alves

M MCEL Pedro Picciarelli

R RMO Raymundo Conrado Veiga Filho

M MSEL Robson E. Silva

R ROM Sidmar Pedrazzi Junior

ROM Tainã Soares Bomfim Milanelo

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Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T

Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - TX

Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900 São Paulo - SP - Brasil

Palavras Chave: Automação, Eletricidade, Quadros Elétricos 8 páginas

Referências

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