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ANEXO III. Fichas de Sítio

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Academic year: 2021

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ANEXO III

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(5)

Ficha

Data

Designação:

Distrito Concelho Freguesia Lugar

C.M.P. 1:25. 000 folha nº Altitude (m) Coordenada X Coordenada Y

Tipo de Sítio * Período Cronológico* Descrição Espólio Bibliografia Classificação * Estado de Conservação* Uso do Solo* Ameaças* Proteção/Vigilância* Proprietários

(6)

Registo Fotográfico

(7)
(8)
(9)

Ficha Nº 1 Data 2015 Designação: A-do-Baço Distrito Lisboa Concelho

Arruda dos vinhos

Freguesia Arranhó Lugar A-do-Baço C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 300 Coordenada X -89625.58 Coordenada Y -76123.42 Tipo de Sítio * Via Período Cronológico* Contemporâneo Descrição

Troço de estrada em calçada que segue no sopé de um cabeço rochoso. Está ligada a uma rede de estradas militares que liga as fortificações da 1ºe 2ª Linha de de defesa das Linhas de Torres. Este caminho tem ligação à povoação de Casais (Sobral de Monte Agraço) e ao Forte do Alqueidão, localizado a Norte. Encontra-se bastante destruída, no entanto em alguns pontos mante-se bem conservada, podendo observar-se calçada em calcoarenito.

Espólio

Bibliografia

ARAÚJO, Ana Cristina (2002) - “As invasões francesas e a afirmação das ideias liberais” in História de Portugal, direcção José Mattoso, volume V, O Liberalismo (1807-1890), coordenação Luís Reis Torgal e João Lourenço Roque, Lisboa, Lexicultural (3ª edição revista), 2002, pp. 17-43; AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p.; CARDOSO, Guilherme (2008) - As Linhas de Torres – Os Fortes do Cego e da Carvalha, em Arruda dos Vinhos». Maravilhas, 1, Dezembro de 2008, p. 41 e 42.; CARDOSO, Guilherme (2009) - Os Fortes de S. Sebastião e da Carvalha (Arruda dos Vinhos) - Aspectos Arqueológicos. Assembleia Distrital de Lisboa. 7 p. Edição policopiada.;CÉSAR, Victoriano José(1910) - Invasões Francesas em Portugal, 3ª parte, Invasão Francesa de 1810, Lisboa, Tipografia da Cooperativa Militar, 1910; FLETCHER, Ian (2003) - The Lines of Torres Vedras, 1809–1811, Fortress, Osprey; HUGHES, Quentin (1991) - Military Architecture: the art of defense from earliest times to the Atlantic wall, Great Britain: Beaufort Publishing; JONES, Colonel John Thomas (1829) - Memoranda relative to the lines thrown up to cover Lisbon in 1810, Londres; NORRIS, AH & BREMNER, RW (2001) - As Linhas de Torres Vedras, as três primeiras linhas e as fortificações ao sul do Tejo, Câmara Municipal de Torres Vedras, Museu Municipal Leonel Trindade, Outubro de 2001; VENTURA, António, MONTEIRO, Miguel Corrêa, PINTO, Alexandre de Sousa, VICENTE, António Pedro (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel Corrêa Monteiro. Edição Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres. Torres Vedras. 237 p.

Classificação *

Não Tem

(10)

Florestal Ameaças* Rede Viária Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários Acessos

Em A-do-Baço, no CM 530, seguir pela rua de São Geraldo.

Registo Fotográfico

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

(11)

Ficha Nº 2 Data 2015 Designação: Á-dos-Arcos Distrito Lisboa Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arranhó Lugar A-dos-Arcos C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 326 Coordenada X -86915.42 Coordenada Y -76776.79 Tipo de Sítio Via Período Cronológico Contemporâneo Descrição

Troço de estrada militar, em calçada, da época das Invasões Francesas, que inicia junto ao CM 533, seguindo para Norte em direção ao Forte do Alqueidão e para Sul em direção ao Forte da Carvalha e ao Forte de Ajuda Grande. A 500 m do início do troço, bifurca em direção ao Forte do Paço. Na generalidade encontra-se em razoável estado da conservação, tendo sofrido no seu início reposição de pavimento devido ao acesso a habitações. Tem aproximadamente 3200 metros, e junto ao Alto da Batalha / Moinho do Queimado bifurca, contornando o moinho e volta-se a encontrar a 300 m, seguindo por cerca de 600m até ao Forte do Paço. Faz parte de uma rede de estradas militares que ligas as fortificações da 1ºe 2ª Linha de defesa das Linhas de Torres.

Espólio

Bibliografia

ARAÚJO, A.C. (2002) - “As invasões francesas e a afirmação das ideias liberais” in História de Portugal, direcção José Mattoso, volume V, O Liberalismo (1807-1890), coordenação Luís Reis Torgal e João Lourenço Roque, Lisboa, Lexicultural (3ª edição revista), 2002, pp. 17-43; AZEVEDO, C.; FERRÃO, J.;, GUSMÃO, A. (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p.; CARDOSO, G. (2008) - As Linhas de Torres – Os Fortes do Cego e da Carvalha, em Arruda dos Vinhos». Maravilhas, 1, Dezembro de 2008, p. 41 e 42.; CARDOSO, G. (2009) - Os Fortes de S. Sebastião e da Carvalha (Arruda dos Vinhos) - Aspectos Arqueológicos. Assembleia Distrital de Lisboa. 7 p. Edição policopiada.; CÉSAR, V. J. (1910) - Invasões Francesas em Portugal, 3ª parte, Invasão Francesa de 1810, Lisboa, Tipografia da Cooperativa Militar.; FLETCHER, I. (2003) - The Lines of Torres Vedras, 1809–1811, Fortress, Osprey; HUGHES, Q. (1991) - Military Architecture: the art of defense from earliest times to the Atlantic wall, Great Britain: Beaufort Publishing; JONES, Colonel John Thomas (1829) - Memoranda relative to the lines thrown up to cover Lisbon in 1810, Londres; NORRIS, AH & BREMNER, RW (2001) - As Linhas de Torres Vedras, as três primeiras linhas e as fortificações ao sul do Tejo, Câmara Municipal de Torres Vedras, Museu Municipal Leonel Trindade, Outubro de 2001; VENTURA, .A., MONTEIRO, M.C., PINTO, A. S, VICENTE, A. P. (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel

(12)

Não Tem Estado de Conservação* Em Perigo Uso do Solo* Agrícola / Urbano Ameaças* Rede Viária Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários Acessos

Na rotunda da localidade de Nossa Senhora da Ajuda, virar em caminho rural em direção a Norte. Registo Fotográfico

(13)

Responsável

(14)
(15)

Ficha Nº 3

Data 2015

Designação: Alto das Contradinhas Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia S. Tiago dos Velhos

Lugar Casal das Contradinhas C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 326 Coordenada X -85231 Coordenada Y -81534.24 Tipo de Sítio * Achado (s) Isolado (s) Período Cronológico* Neolítico; Moderno; Descrição

No alto de um cabeço a Sul do Casal das Contradinhas, é um ponto destacado na paisagem, a Este da Ribeira do Boição, marcado por terreno pedregoso e com presença fóssil e com vegetação rasteira, e o acesso é feito por um caminho em terra batida de acesso a terrenos agrícolas situados a sul e a Oeste. Espólio

(Ver Anexo I – Quadro 7.1) Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Em Perigo Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários

(16)

Acessos

Seguir em direção a Sul pelo caminho em terra no Casal das Contradinhas Registo Fotográfico

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 2 - Fragmento de lâmina de sílex (Registo -

(17)

Ficha Nº4

Data 2015

Designação: Alto de Vila Vedra Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arranhó Lugar Vila Vedra C.M.P. 1:25. 000 folha 389 Altitude (m) 275 Coordenada X -88580.61 Coordenada Y -79277.7 Tipo de Sítio * Vestígios Diversos Período Cronológico*

Neo-Calcolitico; Romano; Idade Média; Moderno; Descrição

Localizado no alto de uma elevação sobranceiro à localidade de Vila Vedra numa área de cerca de 2000 metros quadrados, a Oeste do Rio dos Matos, apresenta uma mancha de dispersão dos vestígios extensa e contínua. Junto a uma pequena construção moderna para armazenamento de água, junto à escarpa, verifica-se uma concentração de vestígios de cerâmica manual de pastas grosseiras, cerâmica comum, cerâmica de construção. Alguns dos materiais depositados são de origem exógena,o que é evidente pelas variações de coloração das terras e pela concentração de materiais de construção e lixos contemporâneos, misturados com fragmentos de cerâmica Romana (?), Idade Média (?), Moderna e Contemporânea.

Espólio

(Ver Anexo I - Quadro 7.2.) Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças*

Agricultura; Vegetação; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

(18)

Proprietários

Acessos

Na povoação de Vila vedra, seguir por caminho em terra batida em direção ao Marco Geodésico Covas. Registo Fotográfico

Fig. 1 - Vista geral do sítio (Orientação E/O)

Fig. 2 Lasca em sílex (Registo

-CAAV14/VV 01)

Fig. 3 - Núcleo em sílex (Registo -

(19)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Bordo de recipiente do tipo "taça"

Registo - CAAV14/VV_04

Fig. 5 – Cerâmica manual de pastas grosseiras

(Registo - CAAV14/VV_27; CAAV14/VV_28; CAAV14/VV_31; CAAV14/VV_32)

(20)
(21)

Ficha Nº 5 Data 2015 Designação: Anta de Arruda Distrito Lisboa Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal das Antas C.M.P. 1:25. 000 folha nº 390 Altitude (m) 100 Coordenada X -79049.81 Coordenada Y -75048.39 Tipo de Sítio * Anta Período Cronológico* Neo-Calcolítico Descrição

Atualmente destruída. Num terreno baldio, com bastantes elementos rochosos de pequena e média dimensão, de origem calcária e margosa, com o Rio Grande da Pipa acerca de 500 metros a Sul, observam-se um conjunto de pedras amontoadas e outras subterradas. O local coincide com a descrição da Anta de Arruda, alvo de escavação arqueológica em 28 e 29 de Outubro de 1898, realizada por J.L. Vasconcelos. Na época a Anta possuía uma câmara trapezoidal alongada, aberta a nascente, com o comprimento máximo de 10 m e uma largura máxima de 5 m, restando 12 esteios (Branco, 2007) , os materiais estão depositados no MNA.

Espólio

Bibliografia

BOAVENTURA, Rui (2009). As antas e o Megalitismo da região de Lisboa. Tese de doutoramento apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; BOURBON e NORONHA, Tito de – Correspondência depositada no Museu Nacional de Arqueologia; BOURBON e NORONHA, Tito de (1944) – Arruda dos Vinhos: Notas Históricas e Arqueológicas. In Vida Ribatejana; BOURBON e NORONHA, Tito de (2006) – Memórias de um João Semana. Arruda dos Vinhos: Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos; BRANCO, Maria Gertrudes Azinheira( 2007) - A Pedra de Ouro (Alenquer): uma leitura actual da Colecção Hipólito Cabaço. TRABALHOS de Arqueologia 49; Instituto Português de Arqueologia; 2007; Lisboa:. CRUZ, P. Belchior da (1897) - Notícias várias. In O Arqueólogo Português. Lisboa. 1ª série:3, p. 143144; 181182; FERREIRA, Paula; CÂMARA, Paulo; “ Arruda uma Viagem no Tempo”, Arruda dos Vinhos; CM. Arruda dos Vinhos; 1999; p.p.17-18; GONÇALVES, João Ludgero Marques (1995) - Arruda dos Vinhos. Notas arqueológicas. In Revista de Arqueologia da Assembleia Distrital de Lisboa. Lisboa. 2, p. 510; ROGEIRO, Filipe (1997). Arruda dos Vinhos, das Origens à Restauração do Concelho. Arruda dos Vinhos, Arruda Editora; SIMÕES, Maria Miguel Lucas (1994). As regiões de "Torres" e "Alenquer" no contexto do calcolítico da Estremadura portuguesa. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto;

Classificação * Não Tem

(22)

Uso do Solo* Agrícola Ameaças*

Agricultura; Vegetação; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

Não Tem Proprietários

Acessos

Na vila de Arruda, seguir na EN 248 (sentido Arruda - Sobral de Monte Agraço), virar à esquerda no CM 1223, no sentido de Cardosas e, virar à direita no CM1223-1, sentido "Antas" / "Quinta da Serra", e na localidade de Antas, seguir no CM 1224-2 até Antas de Cima.

Registo Fotográfico

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

(23)

Ficha Nº 6 Data 2015 Designação: Arranhó Distrito Lisboa Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arranhó Lugar Nª Srª da Ajuda C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 275 Coordenada X -86084.83 Coordenada Y -78532.29 Tipo de Sítio * Via Período Cronológico* Contemporâneo Descrição

Troço de estrada militar da época das Invasões Francesas, entre a Nossa Senhora da Ajuda e A dos Arcos, na direção a Norte, onde bifurca em direção ao Forte do Alqueidão e ao Forte do Paço, e a Sul segue em direção ao Forte da Ajuda Grande. Encontra-se em mau estado da conservação, tendo sofrido alargamentos recentes para circulação de transito, em alguns pontos é possível observar calçada que se encontra danificada devido ao transito de veículos todo o terreno. Tem uma extensão de cerca 2000 m. Faz parte de uma rede de estradas militares que ligas as fortificações da 1ºe 2ª Linha de defesa das Linhas de Torres.

Espólio

Bibliografia

ARAÚJO, Ana Cristina (2002) - “As invasões francesas e a afirmação das ideias liberais” in História de Portugal, direcção José Mattoso, volume V, O Liberalismo (1807-1890), coordenação Luís Reis Torgal e João Lourenço Roque, Lisboa, Lexicultural (3ª edição revista), 2002, pp. 17-43; AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p.; CARDOSO, Guilherme (2008) - As Linhas de Torres – Os Fortes do Cego e da Carvalha, em Arruda dos Vinhos». Maravilhas, 1, Dezembro de 2008, p. 41 e 42.; CARDOSO, Guilherme (2009) - Os Fortes de S. Sebastião e da Carvalha (Arruda dos Vinhos) - Aspectos Arqueológicos. Assembleia Distrital de Lisboa. 7 p. Edição policopiada.;CÉSAR, Victoriano José(1910) - Invasões Francesas em Portugal, 3ª parte, Invasão Francesa de 1810, Lisboa, Tipografia da Cooperativa Militar, 1910; FLETCHER, Ian (2003) - The Lines of Torres Vedras, 1809–1811, Fortress, Osprey; HUGHES, Quentin (1991) - Military Architecture: the art of defense from earliest times to the Atlantic wall, Great Britain: Beaufort Publishing; JONES, Colonel John Thomas (1829) - Memoranda relative to the lines thrown up to cover Lisbon in 1810, Londres; NORRIS, AH & BREMNER, RW (2001) - As Linhas de Torres Vedras, as três primeiras linhas e as fortificações ao sul do Tejo, Câmara Municipal de Torres Vedras, Museu Municipal Leonel Trindade, Outubro de 2001; VENTURA, António, MONTEIRO, Miguel Corrêa, PINTO, Alexandre de Sousa, VICENTE, António Pedro (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel Corrêa Monteiro. Edição Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres. Torres Vedras. 237 p.

(24)

Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Mau Uso do Solo* Agrícola Ameaças*

Rede Viária; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

Não Tem Proprietários

Acessos

Pelo caminho em terra batida, na rotunda de Nossa Senhora da Ajuda. Registo Fotográfico

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

(25)

Ficha Nº 7

Data 2015

Designação:

Capela de São Geraldo Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arranhó Lugar A-do-Baço C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 310 Coordenada X -89574.4 Coordenada Y -76234.26 Tipo de Sítio * Adro/Necrópole Período Cronológico* Indeterminado Descrição

O sítio localiza-se num pequeno cabeço sobranceiro à povoação de do-Baço, a Norte da Ribeira de A-do Baço. No alto situa-se uma capela, de planta retangular de pequenas dimensões, reconstruída nos anos 80 e 90 do séc. XX, sendo um aproveitando as ruínas de uma antiga ermida, segundo informação da população. Segundo a mesma fonte, durante as obras de restauro da capela e do recinto da romaria a S. Geraldo, foram descobertas no exterior sepulturas com restos humanos, tendo algumas das sepulturas sido completamente destruídas e outras tapadas pelo cimento do piso do recinto que se localiza a Norte da capela. A 20 metros a Sul da capela observa-se uma sepultura, composta pelos esteios laterais e de cabeceira, não sendo possível visualizar a tampa devido à vegetação que cobre o lado Sul. Observam-se igualmente um aglomerado de blocos de pedras de pequenas, médias e grandes dimensões. A primeira referência publicada remonta às memórias paroquiais de Sapataria (Sobral de Monte Agraço) - séc. XVII. Espólio Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Em Perigo Uso do Solo* Agrícola Ameaças*

(26)

Não Tem Proprietários

Acessos

Na rotunda da localidade de Nossa Senhora da Ajuda, virar a Norte, em caminho de terra batida. Registo Fotográfico

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação O/E)

(27)

Ficha Nº 8 Data 2015 Designação: Casais da Granja Distrito Lisboa Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casais da Granja C.M.P. 1:25. 000 folha nº 390 Altitude (m) 100 Coordenada X -79338.41 Coordenada Y -72973.43 Tipo de Sítio * Vestígios diversos Período Cronológico* Moderno; Descrição

Situado na zona rural da freguesia de Arruda dos Vinhos, no denominado Vale de Arruda, num terreno algo pedregoso de origem calcária e margosa, com cerca de 1000 metros quadrados. Localizado no extremo Sul do sítio junto à estrada de acesso, situa-se uma pequena habitação de piso térreo e estabulo, abandonados, e um pequeno eucaliptal junto desta. Tem como limite a Norte uma terreno agrícola e habitações, a Sul a Ribeira de São Sebastião, a Oeste uma pequena linha de água afluente da ribeira e a Este a estrada de alcatrão. Os materiais arqueológicos encontram-se bastante dispersos ao longo de toda a área lavrada, em pouca quantidade.

Espólio

Fragmentos de telha de meio cano de pasta de cor alaranjada, fundo e asa de panela, um fundo de uma taça de barro, vidrada no seu interior de cor acastanhada. Bordos de diferentes tipologias (taça, alguidar,) e de tipologia indeterminada, alguns vidrados e bojos de cerâmica comum e um fragmento de faiança pintada com cor azul e fundo branco. (Ver Anexo I - Quadro 7.3.)

Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Em Perigo Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura

(28)

Não Tem Proprietários

Acessos

Seguindo na EN 115-4, sentido Arruda dos Vinhos Carregado, virar à direita onde indica Casais da Granja e seguir pelo CM 1124-1.

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação S-N)

Fig. 3 – Asa de frigideira (Registo -

CAAV14/CG_10)

Fig. 2 - Bordo de taça vidrado (Registo -

(29)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Fragmento de bordo de cerâmica

(30)
(31)

Ficha Nº 9

Data 2015

Designação:

Casais dos Penedos Moiros Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casais dos Penedos Moiros C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 239 Coordenada X -83113.35 Coordenada Y -71058.69 Tipo de Sítio * Vestígios Diversos Período Cronológico* Moderno; Indeterminado Descrição

Localizado num elevação sobranceira à ribeira das Eiras, no limite com concelho de Alenquer, foram identificados, numa área de terreno baldio de vegetação rasteira. Identificaram-se estruturas de tipologia e cronologia indeterminada, ao longo de cerca de 200 metros quadrados na plataforma, nomeadamente, grandes amontoados de pedras de grandes dimensões, estruturas de planta quadrangular, uma semicircular, uma estrutura com cerca de 10 metros de comprimento e 1,70 de altura, e assemelha-se a um muro, ambos construídos em pedra seca. A 150 metros a Sul, no alinhamento deste, é possível ver uma estrutura que se assemelha a um muro, mas o local é de difícil acesso.

Espólio

Cerâmica comum (bordos e bojos), cerâmica de construção (telha de canudo), um objeto metálico não identificado, vidro, porcelana e faiança e bordo de alguidar de cerâmica vidrada. (Ver ANEXO I – Quadro 7.4.) Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Em Perigo Uso do Solo* Florestal Ameaças*

Vegetação; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

(32)

Proprietários

Acessos

Seguindo na EN 248, sentido Arruda dos Vinhos Sobral, virar à direita no seguindo as indicações de Gataria e Casal das Eiras, seguindo no CM 1117, virar à esquerda seguindo a direção de Fetais, seguindo no CM 1112 até a Zibreira de Fetais, virar à esquerda na rua do Cabeço e seguir em caminho de terra batida

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Muro de grandes dimensões de construção em “pedra seca” (Orientação N/S)

(33)

Responsável

(34)
(35)

Ficha Nº 10 Data 2015 Designação: Casal da Espadaneira Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal da Espadaneira C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 228 Coordenada X -84001.52 Coordenada Y -72095.3 Tipo de Sítio * Vestígios diversos Período Cronológico*

Neo-Calcolítico ; Romano (?) ; Moderno Descrição

Mancha de dispersão média de vestígios de indústria lítica, cerâmica comum e cerâmica de construção, numa área de vinha de cerca de 1000 metros quadrados com um antigo poço em pedra, localizado numa área plana a meia encosta de uma elevação, que termina com um declive acentuado, orientado no sentido O-E . O terreno situa-se a 100 metros a Sul do Casal da Espadaneira, com uma ligeira pendente com orientação N-S. Os materiais arqueológicos encontram-se dispersos ao longo de toda a vinha, sendo que, alguns dos sedimentos depositados são de origem exógena, que é evidente pelas variações de coloração das terras e pela presença de materiais de construção e lixos contemporâneos.

Espólio

Pequeno núcleo e lascas de sílex, cerâmica comum e de construção. (Ver ANEXO I – Quadro 7.5. ) Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários

(36)

Acessos

Seguindo na EN 248, sentido Arruda dos Vinhos Sobral, virar à direita no seguindo as indicações de Gataria e Casal das Eiras, seguindo no CM 1117, virar no primeiro caminho à esquerda seguindo a indicação de Casal Doutor. No casal Doutor, seguir caminho em terra batida em direção ao Casal da Espadaneira.

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista Geral do sítio (Orientação SE/NO)

Fig. 2 - Fragmento de parede de recipiente

cerâmico de grandes dimensões do tipo "dolium" (Registo - CAAV14/CE_09)

Fig. 3 – Núcleo talhado em sílex

(37)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 – Núcleo talhado em sílex (Registo -

CAAV14/CE_19) Fig. 5 - Lasca em sílex (Registo-

(38)
(39)

Ficha Nº 11

Data

2015

Designação:

Casal da Fonte Pau

Distrito

Lisboa

Concelho

Arruda dos Vinhos

Freguesia

Arruda dos Vinhos

Lugar Casal da Fonte de Pau de Cima C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 220 Coordenada X -80804.37 Coordenada Y -72072.37 Tipo de Sítio * Mancha de Ocupação Período Cronológico*

Romano; Idade Média; Moderno;

Descrição

Extensa área de vinha e terrenos de agricultura de sementeira, a Norte de uma pequena elevação denominada de "Cova do Gigante" e a Sul de uma escarpa rochosa da "Serra Isabel", com a ribeira de Cardosas a 50 metros a Este. A área tem um desnível moderado, com presença de alguns elementos pedregosos de origem calcária e margosa. Foram identificados 3 pontos com grande concentração de vestígios arqueológicos.

Espólio

Cerâmica comum (bordos fundos e bojos de pastas alaranjadas, de cozedura oxidante redutora e mistas), cerâmica de construção (fragmentos de tijolo e telha (tegullae). (Ver ANEXO I - Quadro 7.6.)

Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários

(40)

Acessos

Seguir na EN 115-4, sentido Arruda dos Vinhos - Carregado, à direita na direção da localidade de Serra. Registo Fotográfico

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 2 - Fundo plano de recipiente cerâmico

do tipo "taça" (Registo - CAAV14/CFP3_04) Fig. 3 – Fragmento de tégula, com

marca impressa de pata de gato ou raposa (Registo - CAAV14/FP1 05)

(41)

Ficha Nº 12

Data 2015 Designação:

Casal das Antas de Baixo Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal das Antas de

Baixo C.M.P. 1:25. 000 folha nº 390 Altitude (m) 76 Coordenada X -79442.21 Coordenada Y -75258.72 Tipo de Sítio * Achado (s) Isolado(s) Período Cronológico* Romano; Descrição

O sítio localiza-se numa horta, com cerca de 100 metros quadrados, em propriedade privada com habitação a 20 metros a Este, pertencente ao Casal das Antas de Baixo, tendo como limite, a 2m a Sul, a autoestrada A10, a Norte e a Oeste um caminho vicinal e a Este, habitações pertencentes ao Casal das Antas de Baixo. Segundo informações dos habitantes do lugar, na década de 1990, foi destruída uma Anta e os esteios enterrados, localizada junto ao limite do terreno que confronta com a A10.

Espólio

Na vila de Arruda, seguir na EN 248, sentido Arruda dos Vinhos - Sobral de Monte Agraço, virar à direita no CM 1223, no sentido Arruda dos Vinhos Cardosas, no CM1223-1virar à esquerda no sentido "Antas" / "Quinta da Serra", e virar à esquerda num caminho rural junto à Quinta da Crispina. (Ver Anexo I -

Quadro 7.7.) Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância*

(42)

Proprietários

Acessos

Na vila de Arruda, seguir na EN 248, sentido Arruda dos Vinhos - Sobral de Monte Agraço, virar à direita no CM 1223, no sentido Arruda dos Vinhos Cardosas, no CM1223-1virar à esquerda no sentido "Antas" / "Quinta da Serra", e virar à esquerda num caminho rural junto à Quinta da Crispina. .

Registo Fotográfico

Fig. 1 - Vista geral do sítio (Orientação N/S)

Fig. 2 - Moeda - Asse, Augusto, Emerita

Augusta (Registo - CAAV14/CAB 01)

Fig. 3 – Moeda Indeterminada (Registo -

(43)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Moeda de 20 Centavos da

República Portuguesa_1925 (Registo - CAAV14/CAB 03)

Fig. 5 - Moeda de 50 Centavos da

República Portuguesa_1942/1974 (Registo - CAAV14/CAB_04)

(44)
(45)

Ficha Nº 13

Data 2015

Designação:

Casal das Antas de Cima Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal das Antas de

ima C.M.P. 1:25. 000 folha nº 390 Altitude (m) 105 Coordenada X -78985.98 Coordenada Y -75017.71 Tipo de Sítio * Mancha de Ocupação Período Cronológico*

Neo-Calcolítico; Romano; Indeterminado (Idade média e/ou posterior) Descrição

Mancha de dispersão contínua com presença de vestígios de indústria lítica, cerâmica comum e de construção, surgindo com média frequência à superfície, numa área extensa com cerca de 2000 m2. O terreno situa-se no Casal das Antas de Cima, confrontando-se a Sul com o viaduto da A10 (Bucelas - Carregado) e a Norte com o CM nº 1224-2 (Antas - Quinta da Serra). Tem uso agrícola, de sementeira, encontrando-se lavrado e semeado, apresenta desnível com orientação Norte - Sul, na encosta do vale do Rio Grande da Pipa que se encontra a Sul. No topo mais plano do terreno esta implantada uma antiga habitação abandonada, a menos de 50m de habitações atuais. As condições de localização do sítio permitem uma visibilidade setorial para Sul do vale do Rio Grande da Pipa. A nível geológico o terreno é composto por margas, sendo a terra argilosa de coloração castanha com tons acinzentados.

Espólio

Indústria lítica (3lascas e 2nódulos de sílex), cerâmica comum (bordos e bojos de cerâmica comum, de cozedura redutora e oxidante) e cerâmica de construção. (Ver ANEXO I - Quadro 7.8.).

Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância*

(46)

Proprietários

Acessos

Na vila de Arruda, seguir na EN 248 (sentido Arruda - Sobral de Monte Agraço), virar à esquerda no CM 1223, no sentido de Cardosas e, virar à direita no CM1223-1, sentido "Antas" / "Quinta da Serra", e na localidade de Antas, seguir no CM 1224-2 até Antas de Cima.

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação N/S)

Fig. 2 - Fragmento de faiança decorada (Registo -

(47)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 – Percutor em quartzito (Registo -

CAAV14/AC_15)

Fig. 5 - Fundo de tipologia não identificada (Registo

(48)
(49)

Ficha Nº 14

Data 2015

Designação:

Casal das Contradinhas Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia S. Tiago dos Velhos

Lugar Casal das Contradinhas C.M.P. 1:25. 000 folha nº 403 Altitude (m) 201 Coordenada X -85060.32 Coordenada Y -81057.71 Tipo de Sítio * Mancha de Ocupação Período Cronológico*

Neolítico; Romano; Idade Média; Moderno; Descrição

Área com cerca de 4000 metros quadrados, de terrenos agrícolas de sementeira e baldio, com presença de alguns elementos pedregosos de origem fóssil, com habitações contemporâneas a menos de 100 m e ruínas de antiga habitação em pedra, a Sul. Tem como limite a Este a estrada para Bucelas, a Sul uma pequena elevação rochosa e a área è atravessada por um linha de água afluente da Ribeira do Boição, localizada a Oeste. A área foi dividida em 3 pontos, que apresentam declive moderado em direção à linha de água. Os materiais arqueológicos encontram-se, em grande abundância, dispersos ao longo de toda a área.

Espólio

Cerâmica comum (bordos fundos, bojos, asas, de pastas alaranjadas, de cozedura oxidante e mistas, cerâmica vidrada), de construção (fragmentos de tijolo e telha ), fragmento de peso de tear, e fragmentos de loiça de cozinha em faiança. (Ver Anexo I – Quadro 7.9.)

Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura

(50)

Proprietários

Acessos

Em S. Tiago dos Velhos, seguir pela Estrada das Contradinhas até ao cruzamento do Casal das Contradinhas

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação N/S)

Fig. 2 - Fragmento de peso de tear de

pastas claras (Registo - CAAV14/CC1_01)

Fig. 3 - Fundo de recipiente cerâmico do tipo “taça”

(51)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Asa de recipiente de cerâmica de

tipologia não identificada (Registo - CAAV14/CC1 56)

Fig. 5 - Bordo de cerâmica comum (Registo -

(52)
(53)

Ficha Nº 15 Data 2015 Designação: Casal do Letrado Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casais de Granja C.M.P. 1:25. 000 folha nº 390 Altitude (m) 107 Coordenada X -79545.66 Coordenada Y -72856.31 Tipo de Sítio * Mancha de Ocupação Período Cronológico* Romano; Moderno Descrição

Situado na zona rural da freguesia de Arruda dos Vinhos, no denominado Vale de Arruda, num terreno plano, com cerca de 3000 metros quadrados, com presença de alguns elementos pedregosos de origem calcária e margosa, tem como uso a agricultura de sementeira. A casa de habitação e arrecadações agrícolas, localizadas a Norte do terreno, são circundadas por vinhas e terrenos agrícolas de sementeira ao longo de um raio de cerca de 100 metros, onde se localiza a Este a povoação mais próxima, os Casais da Granja. Tem como limite a Norte a EN 115-4, a Sul e Oeste a Ribeira de São Sebastião,e a Este uma pequena linha de água afluente da ribeira. Os materiais arqueológicos encontram-se, em grande abundância, dispersos ao longo de toda a área.

Espólio

Cerâmica comum (bordos fundos e bojos de pastas alaranjadas, de cozedura oxidante e mistas, alguns com decorações incisas) e de construção (fragmentos de tijolo e telha de meio cano), pesos de tear. Os Materiais são na sua maioria do período romano. (Ver ANEXO I - Quadro 7.10.)

Bibliografia

CARDOSO, Guilherme; ENCARNAÇÃO (2010) – Arruda dos Vinhos – Uma Rota Privilegiada. Lisboa: Assembleia Distrital de Lisboa;

CARDOSO, G. (2014) - Duas fortificações do final da Idade do Ferro/ início da romanização: São Salvador (Cadaval) e sítio do Castelo (Arruda dos Vinhos). CIRA-ARQUEOLOGIA III – ATAS - Congresso Conquista e Romanização do Vale do Tejo. pp: 200-241.

Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças*

(54)

Proteção/Vigilância* Não Tem

Proprietários

Acessos

Seguir na EN 115-4, sentido Arruda dos Vinhos - Carregado, à direita antes do Cruzamento dos Casais da Granja.

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação N/S)

Fig. 2 – Bordo de bilha com marcas

impressas de pata de gato ou raposa (Registo - CAAV14/CL_08´)

Fig. 3- Fundo cerâmico de tipologia não

(55)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 – Peso de tear (Registo -

CAAV14/CL_34)

Fig. 5 – Peso de tear (Registo -

CAAV14/CL_35)

Fig. 6 - Bordo de recipiente de

armazenamento do tipo "dolium" (Registo - CAAV14/CL_44)

Fig. 7 – Bordo de recipiente de

armazenamento do tipo “dolium” (Registo - CAAV14/CL 60)

(56)
(57)

Ficha Nº 16 Data 2015 Designação: Casal do Ouro Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal do Ouro C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 140 Coordenada X -78355.68 Coordenada Y -74347.28 Tipo de Sítio * Vestígios diversos Período Cronológico* Romano; Moderno; Descrição

A Este da vila de Arruda,no alto do Casal do Ouro, com visibilidade para a vila e para o vale de Arruda a Oeste, e para o rio Tejo na zona da Vala do carregado a Este, foram identificados numa área de cerca de 10000 metros quadrados, que abrange uma área de terreno de agricultura de sementeira, divididos por vedação ou por algo pedregoso de origem calcária e margosa, e uma pequena área de mato, separado do terreno agrícola por uma estrada em terra batida. Esta área está distanciada a menos de 100 metros das habitações mais próximas. A sul, nos terrenos cultivados, existem dois poços de água. Os materiais arqueológicos encontram-se à superfície, bastante dispersos ao longo de toda a área, em pouca quantidade. Espólio

Cerâmica de construção do períodos Romano (tégula) e Moderno (fragmentos telha de meio cano) , e cerâmica comum de (bordos,bojos, cerâmica vidrada). (Ver ANEXO I - Quadro 7.11.)

Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância*

(58)

Acessos

Na vila de Arruda, seguir na EN 248, sentido Arruda dos Vinhos - Sobral de Monte Agraço, virar à direita no CM 1223, no sentido Arruda dos Vinhos Cardosas, no CM1223-1virar à esquerda no sentido "Antas" / "Quinta da Serra". Seguir as indicações sentido Quinta da Serra, seguindo o CM 1224-4 e, virar à esquerda no caminho de terra antes do viaduto que passa por cima da A10.

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista Geral do sítio (Orientação N-S)

Fig. 2 - Fragmento de bordo (Registo -

CAAV14/CO 02)

Fig. 3 – Fragmento de tegullae (Registo -

(59)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Nódulo de argamassa queimada (Registo -

(60)
(61)

Ficha Nº 17 Data 2015 Designação: Casal do Vilão Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal do Vilão C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 228 Coordenada X -83921.22 Coordenada Y -72314.89 Tipo de Sítio * Vestígios diversos Período Cronológico* Idade Média; Moderno; Descrição

Mancha de dispersão média de vestígios de cerâmica comum e cerâmica de construção, numa área de vinha de cerca de 1000 metros quadrados com um antigo poço em pedra, e uma antiga habitação abandonada, localizado numa área plana a meia encosta de uma elevação, que termina com um declive acentuado, orientado no sentido O-E . O terreno situa-se a cerca de 200 metros a Oeste do Casal do Vilão, Os materiais arqueológicos encontram-se dispersos ao longo de um terreno de uso de agricultura de sementeira e uma vinha velha , sendo que, alguns dos sedimentos depositados são de origem exógena,o que é evidente pelas variações de coloração das terras e pela presença de materiais de construção e lixos contemporâneos, no ponto da vinha velha.

Espólio

Cerâmica comum (bordos fundo e paredes de recipientes, alguns com acabamento vidrado, um fragmento de tijolo, fragmentos de faiança (pratos, taças) alguns com decoração policromada de cor azul), e fragmentos de prato de porcelana.

Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura

(62)

Proprietários

Acessos

Seguindo na EN 248, sentido Arruda dos Vinhos Sobral, virar à direita no seguindo as indicações de Gataria e Casal das Eiras, seguindo no CM 1117, virar no primeiro caminho à esquerda seguindo a indicação de Casal Doutor. No casal Doutor seguir caminho em terra batida em direção ao Casal da Espadaneira.

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação N-S)

Fig. 2 - Fragmento de fundo de prato ou

tigela, vidrado no interior e exterior (Registo - CAAV14/CV_03)

Fig. 3 - Fragmento de fundo de prato ou

tigela, vidrado no interior e exterior (Registo - CAAV14/CV_03)

(63)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Fragmento de prato de

porcelana (Registo - CAAV14/CV_08)

(64)
(65)

Ficha Nº 18 Data 2015 Designação: Casal Novo 1 Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia S. Tiago dos Velhos

Lugar Casal Novo C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 107 Coordenada X -83749.78 Coordenada Y -78998.27 Tipo de Sítio * Vestígios diversos Período Cronológico* Romano (?); Idade Média (?) Descrição

Mancha dispersão de cerâmica de construção, numa área com cerca de 1500 metros quadrados, junto do Marco Geodésico Casal Novo. O terreno, situado num cabeço, com um ligeiro declive direção Sul, tem uso agrícola, de sementeira, encontra-se com densa vegetação rasteira.(Ver ANEXO I - Quadro 7.13.) Espólio

Cerâmica de construção (tijolo, telhas de meia cana de pastas claras) Bibliografia Inédito Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Agrícola Ameaças* Agricultura Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários Acessos

(66)

Registo Fotográfico

Fig. 1 – Vista geral do sítio (Orientação E-O)

Fig. 2 - Fragmento de bordo de

cerâmica comum (Registo - CAAV14/CN1_01)

Fig. 3 – Fragmento de tégula

(67)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 - Fragmento de telha de meio

(68)
(69)

Ficha Nº 19 Data 2015 Designação: Castelo/Forte do Paço Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arranhó Lugar Casal do Castelo C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 241 Coordenada X -85302.4 Coordenada Y -74286.3 Tipo de Sítio *

Povoado Fortificado ; Fortificação Período Cronológico*

Calcolítico; Idade do Ferro; Romano; Contemporâneo Descrição

O sítio do Castelo localiza-se numa elevação sobre o vale do Rio Grande da Pipa, a Sul da povoação de Pontes de Monfalim, e sobranceiro á povoação do Paço e à ribeira de Monfalim. Tem a Ribeira de Monfalim a Oeste e a Ribeira da Louriceira a Este. É um ponto destacado na paisagem delimitado por escarpa com acessibilidade a Sul. Quanto à geologia verifica-se a presença de calcários e margas, com presença fóssil de origem marinha.

Nas escavações realizadas entre 1988 e 1992 por João Ludgero Marques Gonçalves, e entre 1997 e 1999 por Guilherme Cardoso, foram registados vestígios de ocupação entre o Calcolítico até final da II Idade do Ferro.

Nas escavações realizadas entre 1988 e 1992 por João Ludgero Marques Gonçalves, foram identificados vestígios de muralha de alvenaria seca reforçada e um torreão, indústria lítica (lâminas de sílex, um fragmento de polidor em xisto anfibólico), uma conta de colar de rocha verde, pesos de tear, fragmentos de cerâmica (com decorações do tipo “folha de acácia” e vasos campaniformes decorados com técnicas de ponteado e incisão) e dois punções de cobre (Gonçalves, 1995), datados do período calcolítico, encontrados junto à base do torreão. Entre 1997 e 1999, Guilherme Cardoso confirma a presença de derrube de estruturas e materiais, do Calcolítico (fragmentos de cerâmicas manuais, lisas de pastas grosseiras, estando um decorado com incisões, um fragmento de peso de tear, fragmentos de ossos de animais, um furador de osso polido, um pequeno fragmento de cobre, um fragmento de alfinete de osso e uma ponta de seta e lascas de sílex). No 3º estrato, a cerca de 55 cm de profundidade, sobre o empedrado de assentamento do torreão, registou-se uma mancha de restos de argila queimada, com cerca de 80 cm de diâmetro, com vestígios de carvões, que podem ter pertencido a uma lareira. Nesta zona é de registar a presença de restos de comida (ossos de animais, conchas de amêijoa), e cerâmicas pré-históricas e um peso de tear decorado e com quatro furos (Cardoso, 2001). A ocupação posterior data dos finais da Idade do Ferro, a ocupação principal do sítio, e há evidências de influência romana. A atividade doméstica é evidenciada pelos vestígios de estruturas habitacionais, nomeadamente, pelos vestígios de um piso de argila cozida delimitado em parte por dois alinhamentos de pedras fincadas na vertical (Cardoso, 2001), podendo ser um pequeno muro de proteção a uma zona de lareiras (Gonçalves, 1995), e fragmentos de telha, de origem romana. Na zona em volta das lareiras foi encontrado um “grande dolium cerâmico, in situ que continha nas terras do seu interior uma certa quantidade de ossos de animal e um fragmento de

(70)

panelas, tigelas e jarros, dois fragmentos de taças de cerâmica campaniense A, conta discoidal de cerâmica, cossoiros, pesos de tear, alfinete de cabelo em bronze, fíbulas, uma faca de ferro e três denários de 153 a. C. a 134 a. C.” (Cardoso, 2001, p. 3). O abandono do sítio regista-se entre os finais da Idade do Ferro e o período Contemporâneo.

Coincidente com o sítio do Castelo, foi identificado do período Contemporâneo Destinado a albergar um contingente militar de defesa, é também designado de Obra Militar nº 12 e Integra o 1ª Linha de Defesa das Linhas de Torres. Localiza-se no interflúvio, sobre a estrada de Arruda - Sobral de Monte Agraço, protegia a estrada em conjunto com o Moinho do Céu (Obra Militar nº 11), a Este, e com o forte da Caneira (Obra Militar nº 13), a Oeste. Tem a Ribeira de Monfalim a Oeste e a Ribeira da Louceira a Este. É um ponto destacado na paisagem delimitado por escarpa com acessibilidade a Sul. As plantas de época indicam a existência de 3 canhonheiras e 1 paiol. Os trabalhos de limpeza do coberto vegetal ,em novembro de 2013, deixaram a descoberto a estrutura, apenas conhecida na sua totalidade, até então, pelas plantas de construção. Não é possível ver as estruturas, apenas os seus limite da fortificação e a parte Sul do fosso. Apenas foi possível identificar 4 pequenos buracos com cerca de 2/3m2, podendo ser estruturas contemporâneas construídas nas décadas de 80 e 90 do séc. XX pelo Exército Português. Forte do Paço está ligado a outras fortificações da 1ª Linha de Defesa por uma rede de estradas militares, ainda visíveis alguns troços nas suas imediações. O sítio coincide com a localização do sítio do Castelo.

A extração de pedra para a construção do Forte do Paço - Obra Militar nº12 (construído entre 1809 e 1810, é constituído por 3 canhonheiras e 1 paiol, e pertence à à primeira linha de defesa das linhas de Torres), localizado a Norte junto à escarpa, pertencente , pode ter sido a causa para o desaparecimento quase por completo da muralha (Cardoso, 2001). Atualmente é visível apenas o torreão que se encontra junto ao extremo Sul do Forte do Paço.

Espólio

(ver Anexo I - Quadro 7.14.) Bibliografia

AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p; CARDOSO, Guilherme; ENCARNAÇÃO (2010) – Arruda dos Vinhos – Uma Rota Privilegiada. Lisboa: Assembleia Distrital de Lisboa; CARDOSO, Guilherme (2001) - Arqueologia no distrito de lisboa-arruda dos vinhos, azambuja, sobral de monte agraço e torres vedras. O sítio arqueológico do castelo (arranhó, arruda dos vinhos), Revista de Arqueologia da Assembleia Distrital de Lisboa, Lisboa, pp. 3-5; CARDOSO, Guilherme (1997) - Sítio arqueológico do castelo (arranhó, arruda dos vinhos) -Relatório de Escavação, Lisboa, Assembleia Distrital de Lisboa; CARDOSO, G. e GONZALEZ, A. (2008) - Novos Dados sobre Arruda dos Vinhos na Idade do Ferro. In atas do IV Seminário do Património da Região Oeste. Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos.2008. pp.127-128. CARDOSO, Guilherme (1997) - Sítio arqueológico do castelo (arranhó, arruda dos vinhos) -Relatório de Escavação, Lisboa, Assembleia Distrital de Lisboa; GONÇALVES, J.L.M. (1993) - Catálogo da exposição. O sítio arqueológico do Castelo, Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos; GONÇALVES, J. L. M. (1995) – Arruda dos Vinhos. Notas arqueológicas. In Revista de Arqueologia da Assembleia Distrital de Lisboa. Lisboa. 2, p. 510.; GONÇALVES, J. L. M. (1997) - O sítio arqueológico do Castelo (Arruda dos Vinhos) – escavações de 1988 a 1993, Revista de Arqueologia da Assembleia Distrital de Lisboa, nº 3, Lisboa, pp. 5-52; ROGEIRO, Filipe (1997). Arruda dos Vinhos, das Origens à Restauração do Concelho. Arruda dos Vinhos, Arruda Editora; SIMÕES, Maria Miguel Lucas (1994). As regiões de "Torres" e "Alenquer" no contexto do calco lítico da Estremadura portuguesa. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto; VENTURA, António, MONTEIRO, Miguel Corrêa, PINTO, Alexandre de Sousa, VICENTE, António Pedro (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel Corrêa Monteiro. Edição Plataforma Intermunicipal para as Linhas de

(71)

Classificação *

Forte do Paço - Em vias de Classificação (Como MN - Monumento Nacional) Estado de Conservação*

Em Perigo Uso do Solo* Florestal Ameaças*

Vegetação; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

Não Tem Proprietários

Acessos

Seguindo na EN nº 248, sentido Arruda dos Vinhos - Sobral de Monte Agraço, Virar à esquerda para a localidade de Pontes de Monfalim, seguindo no sentido da localidade de Batalha, virar à esquerda na localidade do Paço e seguir num caminho rural em direção ao marco geodésico "Batalha", virar à esquerda no Casal do Castelo.

Registo Fotográfico

(72)

Fig. 2 - Fragmento de bordo de cerâmica

comum (Registo - CAAV14/SAC 01)

Fig. 3 – Fragmento de bordo de

cerâmica comum (Registo - CAAV14/SAC_10)

(73)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 5 – Planta Forte do Paço, 1810 (Apud, Arruda na Rota Histórica das Linhas de

(74)
(75)

Ficha Nº 20 Data 2015 Designação: Estrada Ajuda/Bucelas Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arranhó Lugar Nº Srª da Ajuda C.M.P. 1:25. 000 folha nº 403 Altitude (m) 229 Coordenada X -86284.53 Coordenada Y -80049.73 Tipo de Sítio * Via Período Cronológico* Contemporâneo Descrição

"Troço de estrada militar que segue a par da Serra de Alrota em direcção a Bucelas. Localizada próxima da localidade de Nossa senhora da Ajuda, no sopé da plataforma onde estão localizados os Fortes da Ajuda Grande e da Ajuda Pequena. Parte do troço encontra-se na freguesia de Arranhó e parte do troço da freguesia de São Tiago dos Velhos. Encontra-se parcialmente bem conservada, com extensão aproximada de 1600 metros e largura aproximada de 2 metros. Em alguns pontos do percurso são visíveis 10 marcos de delimitação de estrada". (Endovélico)

Espólio

Bibliografia

ARAÚJO, Ana Cristina (2002) - “As invasões francesas e a afirmação das ideias liberais” in História de Portugal, direcção José Mattoso, volume V, O Liberalismo (1807-1890), coordenação Luís Reis Torgal e João Lourenço Roque, Lisboa, Lexicultural (3ª edição revista), 2002, pp. 17-43; AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p.; CARDOSO, Guilherme (2008) - As Linhas de Torres – Os Fortes do Cego e da Carvalha, em Arruda dos Vinhos». Maravilhas, 1, Dezembro de 2008, p. 41 e 42.; CARDOSO, Guilherme (2009) - Os Fortes de S. Sebastião e da Carvalha (Arruda dos Vinhos) - Aspectos Arqueológicos. Assembleia Distrital de Lisboa. 7 p. Edição policopiada.;CÉSAR, Victoriano José(1910) - Invasões Francesas em Portugal, 3ª parte, Invasão Francesa de 1810, Lisboa, Tipografia da Cooperativa Militar, 1910; FLETCHER, Ian (2003) - The Lines of Torres Vedras, 1809–1811, Fortress, Osprey; HUGHES, Quentin (1991) - Military Architecture: the art of defense from earliest times to the Atlantic wall, Great Britain: Beaufort Publishing; JONES, Colonel John Thomas (1829) - Memoranda relative to the lines thrown up to cover Lisbon in 1810, Londres; NORRIS, AH & BREMNER, RW (2001) - As Linhas de Torres Vedras, as três primeiras linhas e as fortificações ao sul do Tejo, Câmara Municipal de Torres Vedras, Museu Municipal Leonel Trindade, Outubro de 2001; VENTURA, António, MONTEIRO, Miguel Corrêa, PINTO, Alexandre de Sousa, VICENTE, António Pedro (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel Corrêa Monteiro. Edição Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres. Torres Vedras. 237 p.

Classificação *

(76)

Em Perigo Uso do Solo* Florestal Ameaças*

Rede Viária; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

Não Tem Proprietários

Acessos

Na localidade de Nossa Senhora da Ajuda, sentido Arranhó-Bucelas, seguir à esquerda em caminho de terra, a seguir ao Santuário de Nossa Senhora da Ajuda.

Registo Fotográfico

(77)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

(78)
(79)

Ficha Nº 21

Data 2015

Designação:

Forno P12 (Quinta das Caldeiras) Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Cardosas Lugar Quinta das Caldeiras C.M.P. 1:25. 000 folha nº 390 Altitude (m) 75 Coordenada X -79778.81 Coordenada Y -75767.39 Tipo de Sítio * Forno Período Cronológico* Romano Descrição

No decorrer dos trabalhos de acompanhamento arqueológico, durante a construção do viaduto da Ribeira da Laje/ Rio Grande da Pipa, em 2005, inserido no âmbito da execução de trabalhos de construção civil na Autoestrada nº10 ( Bucelas/ Carregado A1, sublanço Arruda dos Vinhos/ Carregado A1, trecho 1- Arruda dos Vinhos / IC11, junto de uma estaca no P.12 do Viaduto sobre o Rio Grande da Pipa e Ribeira da Laje (A-10), na margem esquerda do rio, a escassos metros do seu leito, foi detetada uma área de cerca de 4m2 de concentração de cerâmicas de construção (telhas e tijolos), a 3 metros de profundidade, e em sua volta uma mancha de terras rubefactas.

Espólio

Bibliografia

COSTA, C. (2005) – Relatório Final do Acompanhamento Arqueológico Autoestrada nº10 ( Bucelas/ Carregado A1, sublanço Arruda dos Vinhos/ Carregado A1, trecho 1- Arruda dos Vinhos / IC11 Viaduto sobre a Ribeira da Laje e Rio Grande da Pipa ), de 17 de Agosto de 2004 a 29 de Julho de 2005. Relatório policopiado entregue ao IGESPAR. Lisboa.; PINTO, M. A. (2012) - O forno Romano da Pipa (Arruda

dos Vinhos. Cira 1. Vila Franca de Xira. pp: 158-166.

Classificação * Não Tem Estado de Conservação* Destruído Uso do Solo* Rede Viária

(80)

Rede Viária Proteção/Vigilância* Não Tem Proprietários Acessos EN 248 e CM 1223 Registo Fotográfico Responsável

Jorge Eduardo Lopes

(81)

Ficha Nº 22

Data 2015

Designação:

Forte da Carvalha (Obra Militar nº 10) Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia S. Tiago dos Velhos

Lugar Carvalha C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 385 Coordenada X -84121.27 Coordenada Y -76747.26 Tipo de Sítio Fortificação Período Cronológico Contemporâneo Descrição

Destinado a albergar um contingente militar de defesa, é também designado de Obra Militar nº 10 e Integra o 1º Distrito da 1ª Linha de Defesa das Linhas de Torres. O monumento encontra-se parcialmente restaurado e em bom estado de conservação, com vegetação rasteira e de crescimento controlado. Situa-se no Ponto mais alto do concelho de Arruda dos Vinhos, numa elevação a Oeste da vila de Arruda, sendo um excelente ponto estratégico de observação e controlo da paisagem, com contato visual com o Forte do Cego (Obra Militar nº 9). Apresenta 4 canhoneiras, duas orientadas a Norte e duas a Este, com presença de lajes de pedra na sua base, um Paiol. É também visível um sistema de escoamento de águas pluviais, de modo a evitar acumulação de água dentro do forte. A Sul junto à entrada é visível o través, constituído de terra e pedra, servindo de proteção contra fogo inimigo. As plantas de época referem que o forte tem uma capacidade para 400 soldados.

No ano de 2010 a estrutura foi alvo de trabalhos de conservação e restauro pela empresa Arqueohoje, lda. Durante os trabalhos foi aberta uma sondagem numa secção do lado Sul do fosso, tendo sido detetado vestígios de paliçada.

Espólio

Bibliografia

AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p.; CARDOSO, Guilherme (2008) - As Linhas de Torres – Os Fortes do Cego e da Carvalha, em Arruda dos Vinhos». Maravilhas, 1, Dezembro de 2008, p. 41 e 42.; CARDOSO, Guilherme (2009) - Os Fortes de S. Sebastião e da Carvalha (Arruda dos Vinhos) - Aspectos Arqueológicos. Assembleia Distrital de Lisboa. 7 p. Edição policopiada.; ROGEIRO, Filipe Soares (1997) – Arruda dos Vinhos, das origens à restauração do Concelho em 1898. Arruda Editora. Arruda dos Vinhos; VENTURA, António, MONTEIRO, Miguel Corrêa, PINTO, Alexandre de Sousa, VICENTE, António Pedro (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel Corrêa

(82)

Classificação

EM VIAS DE CLASSIFICAÇÃO (HOMOLGADO COMO MN-MONUMENTO NACIONAL) Estado de Conservação

Bom

Uso do Solo Florestal Ameaças

Vandalismo; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância

Vedação Proprietários Exército Português Acessos

Pela estrada N115-4 sentido Arruda dos Vinhos Arranhó, virar à esquerda no cruzamento do Alto da Carvalha e seguir pelo CM-1128 em direção à povoação da Carvalha.

Registo Fotográfico

(83)

Fig. 2 – Vista do interior do Forte (Orientação O-E)

(84)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 4 – Canhoneira 1 Este (Orientação O-E)

Fig. 5 – Planta do Forte da Carvalha, 1810 (Apud, Arruda

(85)

Ficha Nº 23

Data 2015

Designação:

Forte do Cego (Obra Militar Nº 9) Distrito

Lisboa

Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Casal do Cego C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 337 Coordenada X -82571.7 Coordenada Y -77197.34 Tipo de Sítio * Fortificação Período Cronológico* Contemporâneo Descrição

Destinado a albergar um contingente militar de defesa, é também designado de Obra Militar nº 9 e Integra o 1º Distrito da 1ª Linha de Defesa das Linhas de Torres. O monumento encontra-se parcialmente restaurado e em bom estado de conservação, com vegetação rasteira e de crescimento controlado. Situa-se numa elevação a Sul da vila de Arruda, sobranceiro à Quinta de S. Sebastião, sendo um excelente ponto estratégico de observação e controlo da paisagem, com ligação a Sul por estradas militares aos fortes da 1ª e 2ª linhas de defesa. Apresenta 4 canhoneiras, duas orientadas a Norte e duas a Este, com presença de lajes de pedra na sua base, um Paiol que possui um sistema de drenagem composto por uma conduta de escoamento de águas pluviais de modo a evitar acumulação de água no seu interior, e a norte o paiol é protegido por um través construído em terra que servia de proteção contra fogo inimigo.

Espólio

Bibliografia

AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de (1962) - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa – Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval. Junta Distrital de Lisboa. Lisboa. 63 p.; CARDOSO, Guilherme (2008) - As Linhas de Torres – Os Fortes do Cego e da Carvalha, em Arruda dos Vinhos». Maravilhas, 1, Dezembro de 2008, p. 41 e 42.: CARDOSO, Guilherme (2009) - Os Fortes de S. Sebastião e da Carvalha (Arruda dos Vinhos) - Aspectos Arqueológicos. Assembleia Distrital de Lisboa. 7 p. Edição policopiada.; ROGEIRO, Filipe Soares (1997) – Arruda dos Vinhos, das origens à restauração do Concelho em 1898. Arruda Editora. Arruda dos Vinhos; VENTURA, António, MONTEIRO, Miguel Corrêa, PINTO, Alexandre de Sousa, VICENTE, António Pedro (2011) - "As Linhas de Torres Vedras: um sistema defensivo a norte de Lisboa". Coordenação Miguel Corrêa Monteiro. Edição Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres. Torres Vedras. 237 p.

Classificação *

EM VIAS DE CLASSIFICAÇÃO (HOMOLGADO COMO MN-MONUMENTO NACIONAL) Estado de Conservação*

(86)

Uso do Solo* Florestal Ameaças*

Vandalismo; Agentes Climáticos Proteção/Vigilância*

Não Tem Proprietários

Mário Gonzaga Ribeiro Acessos

Pela estrada N115-4 sentido Arruda dos Vinhos - Arranhó, virar à direita no cruzamento do Alto da Carvalha e seguir pela estrada M528 Sentido S. Tiago dos Velhos. Na M528 virar à esquerda no

cruzamento para S. Romão e seguir pela Rua dos Lameiros e virar à esquerda para a rua das Derregadas em direção à pedreira. Virar à esquerda no Casal das Neves.

Registo Fotográfico

(87)

Responsável

Jorge Eduardo Lopes

Fig. 2 – Paiol (Orientação S-N)

Fig. 3 – Planta do Forte do Cego, 1810 (Apud, Arruda na Rota das

(88)
(89)

Ficha Nº 24 Data 2015 Designação: Igreja da Misericórdia Distrito Lisboa Concelho Arruda dos Vinhos

Freguesia Arruda dos Vinhos

Lugar Largo José Vaz

Monteiro C.M.P. 1:25. 000 folha nº 389 Altitude (m) 100 Coordenada X -81910.20 Coordenada Y -75723.15 Tipo de Sítio * Necrópole Período Cronológico* Idade Média (?); Moderno Descrição

Situada no Largo José Vaz Monteiro, destaca-se dos edifícios à sua volta, ficando isolada pelo largo. Construído em 1574, data da fundação da Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos. Está integrada no complexo do Hospital da misericórdia, também existente na época, tendo sofrido diversas alterações ao longo do tempo, sobretudo após o terramoto de 1908. De planta T irregular, a primitiva edificação possuía três naves e três altares, atualmente possui apenas uma nave com cobertura em abóboda de berço. O exterior da igreja , de fachada branca, é definido por uma arcada assente em parapeito que delimita toda arcada, com abertura nas extremidades e ao centro, com acesso feito por degraus. Possui do lado direito da porta uma lápide retangular com inscrições, não sendo possível ler devido ao desgaste, e uma janela, sem ligação ao interior, com gradeamento em ferro forjado. Na lateral superior direita, observam-se também inscritos na cantaria de uma janela ,construída no final da década de 1990. No interior da igreja é possível observar lambris de azulejos policromos retratando cenas da vida de Cristo, datados dos finais do séc. XVIII. No chão em pedra, composto por lajes de diversos tamanhos, é possível observar algumas inscrições, algumas impercetíveis. Destacam-se 2 tampas de sepultura com inscrições impercetíveis, pelo que, numa das quais apenas é possível ler o nome "Encerrabodes".

Espólio

(Ver ANEXO I - Quadro 7.15.) Bibliografia

"Hospital da Misericórdia"- brochura de divulgação. Santa Casa da Misericórdia de Arruda dos Vinhos. Arruda dos Vinhos. 1998.; ROGEIRO, F. S. (1997) – Arruda dos Vinhos, das origens à restauração do Concelho em 1898. Arruda Editora. Arruda dos Vinhos

Classificação * Não Tem

Estado de Conservação* Em Perigo

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