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ASSEMBLÉIA GERAL
ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO E
DIRETORIA
SÃO PAULO – SP
26/04/2012
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1) Objetivos da ADIAL BRASIL
1.1 – Divulgar e Conscientizar sobre:
a) O importante papel realizado e a realizar dos Programas Estaduais de Incentivos Fiscais para o Desenvolvimento Regional Sustentável.
b) O Foco na Competitividade da Produção é a grande conquista dos Programas Estaduais de Incentivos Fiscais.
1.2 – Mudar o Quorum do CONFAZ (Quebra da Unanimidade) 1.3 – Regulamentar em Lei Federal os Incentivos Fiscais de ICMS.
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1 - OBJETIVOS da ADIAL BRASIL
2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS
3 – RISCOS CONTRA OS PROGRAMAS DE
DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL
4 – AÇÃO SOBRE OS RISCOS
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2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS da ADIAL BRASIL
2.1 – Trabalhar a conscientização sobre o Papel e a Importância dos Incentivos Fiscais de ICMS para o Desenvolvimento Regional Sustentável do Brasil.
2.1.1 – Organizar um Plano de Divulgação contando com o apoio de Especialistas em Divulgação.
2.1.2 – Conquistar a adesão formal de Lideres aos Propósitos da utilização dos Incentivos Fiscais de ICMS para impulsionar os Programas de
Desenvolvimento Regional Sustentável.
2.1.3 – Compor Grupo de Trabalho para definir o Plano de Divulgação e
Contratar os Especialistas em Divulgação.
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2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS da ADIAL BRASIL 2.1.2 – Conquistar a adesão formal de Lideres.
a – Políticos
b – Trabalhadores c – Empresários d – Juristas
e – Economistas
f – Imprensa
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2.1.2 – Conquistar a adesão formal de Lideres.
a – Lideres Políticos
Governador = Eduardo Campos (PSB – Pernambuco) Governador = Sergio Cabral (PMDB – Rio de Janeiro) Governador = Marcelo Deda (PT – Sergipe)
Governador = Renato Casagrande (PSB – Espírito Santo) Governador = Andre Puccinelli (PMDB – Mato Grosso do Sul) Senador = José Sarney (PMD – Amapá)
Senador = Delcídio do Amaral (PT – Mato Grosso) do Sul) Senador = Francisco Dornelles (PP – Rio de Janeiro)
Senador = Blairo Maggi (PR – Mato Grosso)
Senador = José Agripino (DEM – Rio Grande do Norte) Senador = Pedro Simon (PMDB – Rio Grande do Sul) Senador = Representa o Estado
Deputados = Representa o Povo
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2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS da ADIAL BRASIL
2.1.2 - Conquistar a adesão formal de Lideres.
b – Trabalhadores
Identificar com apoio do Adilson Santana
c – Empresários 1 – Tasso Jereissati
2 – Jorge Gerdau ( Movimento Brasil Competitivo) 3 – Albano Franco
4 – Robson Braga de Andrade (CNI)
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2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS DA ADIAL BRASIL
2.1.2 - Conquistar a adesão formal de Lideres.
d – Direito
Ives Gandra Martins Roque Carrazza Tércio Sampaio
Ophir Filgueiras Cavalcanti Junior (Presidente OAB) José Manuel de Andrade Alvim Netto
e – Economistas
Antonio Delfim Neto Netto Michal Gartenkraut
f – Imprensa Mirian Leitão
Alexandre Eggers Garcia
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CONSELHO DE NOTÁVEIS
Em cerimônia realizada em 12/04/2012, o Presidente do Senado instalou a Comissão de Especialistas com o Objetivo de Analisar Questões Federativas.
O ex-ministro do STF e presidente do colegiado, Nelson Jobim, discursou afirmando que se trata de uma tarefa histórica e de um enorme desafio de pensar o país para enfrentar o mundo contemporâneo e o futuro.
Declarou que a comissão não substituirá as Comissões Permanentes do Senado mas pretende contribuir com uma proposta que será entregue à discussão política dos parlamentares.
José Sarney declarou que a Comissão tem como finalidade pensar no país tendo
como base o sistema federativo. E que ela deverá buscar a igualdade entre os entes
federados levando em consideração a unidade federal.
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Continuação
Após a cerimônia de instalação, os membros do colegiado se reuniram e definiram que não serão realizadas audiências públicas e que o foco dos trabalhos é a discussão de quatro temas, quais sejam: critérios de distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE); regras do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS); critérios de distribuição dos royalties do petróleo; e indexador das dívidas dos Estados. Ao final poderão ser discutidos outros tópicos.
Serão feitas poucas reuniões e elas serão fechadas, para discussões apenas entre os integrantes do grupo. Jobim afirmou que não pretende chegar a consenso sobre todas as questões em análise e, por isso, incluirá no conjunto de sugestões a serem apresentadas eventuais visões divergentes no resultado apresentado ao final do trabalho.
Além de Nelson Jobim, são membros do colegiado: Bernardo Appy, João Paulo dos Reis Velloso, Everardo Maciel, Ives Gandra da Silva Martins, Adib Jatene, Luís Roberto Barroso, Michal Gartenkraut, Paulo de Barros Carvalho, Bolívar Lamounier, Fernando Rezende, Sérgio Prado, Manoel Felipe do R. Brandão, e Marco A.
Marrafon.
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2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS da ADIAL BRASIL
2.2 – Mudar o Quorum do CONFAZ (quebra de unanimidade)
a – Protagonistas da Mudança do Quorum
- Congresso (Deputados Federais – Senadores) - Governo Federal (Presidente – Ministro Fazenda) b – Interlocutores com Poder Político = Governadores
c – Quem são os rompedores da inércia:
Eduardo Campos?
Sergio Cabral?
Marcelo Deda?
d – Compor Grupo de Trabalho para definir nomes dos Governadores, data das reuniões para acordar os trabalhos com os Governadores
e – PLS 85/2010 – feito pelo Dr. Hamilton Dias de Souza para a ADIAL
BRASIL é o nosso Foco.
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PLS 85/2010 E PLS 240/2006
1) “QUEBRA DA UNANIMIDADE DO CONFAZ”
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PLS 85/2010
Ementa: de autoria do então Senador Marconi Perillo (PSDB/GO), altera a Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, para regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, serão concedidas isenções, incentivos e benefícios fiscais relacionados ao imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. O PLS 85 prevê atuação do CONFAZ por maioria absoluta.
Histórico: o PLS 85/2010 foi apresentado em 31 de março de 2010 e encaminhado por despacho à Comissão de Assuntos Econômicos. Em 14 de abril de 2011, o Presidente da Comissão o Senador Delcídio do Amaral (PT/MS) avocou a Relatoria.
Situação atual: aguardando apresentação de parecer pelo Senador Delcídio Amaral
(PT/MS).
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PLS 240/2006
Ementa: de autoria do Senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), propõe que isenções, incentivos e benefícios fiscais relativos ao imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS) sejam concedidos pelo CONFAZ por maioria qualificada.
Histórico: o PLS 240/2006 já recebeu parecer favorável nas Comissões de Constituição e Justiça e de Infraestrutura. Em 08 de março de 2012, o Senador Humberto Costa (PT/PE)devolveu o projeto para redistribuição.
Situação Atual: aguarda apresentação de parecer pela relatora designada, Senadora
Marta Suplicy (PT/SP), na Comissão de Assuntos Econômicos.
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2 – TRABALHAR OS OBJETIVOS da ADIAL BRASIL
2.3 – Regulamentar em Lei Federal – Incentivos Fiscais de ICMS
COMPROMISSO: Projeto da ADIAL BRASIL é a base para ser trabalhada junto aos
Governadores, Congresso Nacional e Governo Federal.
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3 – Riscos contra os Programas de Desenvolvimento Regional Sustentável.
3.1 – Falta de Consciência sobre os Traumas do Fim dos Incentivos Fiscais do ICMS
3.2 – Governadores aceitando conversar sobre uma “transição” para o fim dos Incentivos Fiscais do ICMS.
3.3 – FIESP arregimentando trabalhadores e Congresso contra os Incentivos Fiscais de ICMS.
3.4 – Multa sobre Créditos de ICMS vinculados a Incentivos Fiscais nas transações interestaduais.
3.5 – Sumula Vinculante
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4 – Ação sobre os Riscos contra os Programas de Desenvolvimento Regional Sustentável
4.1 – Falta de consciência sobre os Traumas do Fim dos Incentivos Fiscais.
- compor a Agenda do Grupo de Trabalho que atuará na Contratação dos Especialistas que farão a Conscientização da importância dos Incentivos Fiscais de ICMS para o Brasil.
4.2 – Governadores
- compor Grupo de Trabalho para organizar uma Reunião com os
Governadores, em Brasília, com o objetivo de tratar os Seguintes pontos:
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REUNIÃO COM GOVERNADORES
1- Os Governadores não aceitarem negociar reduções de alíquotas interestaduais sob risco eminente de sinalizar para o Governo Federal falta de convicção da importância dos Incentivos Fiscais de ICMS.
2 - Os Governadores não aceitarem propostas do Governo Federal no sentido de disponibilizar linhas de crédito do BNDES, pois financiar a instalação de Fábricas nada tem haver como forma de substituir o Incentivo à Comercialização da Produção das Indústrias.
3 - Os Governadores defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa que a Competição Fiscal (e não Guerra Fiscal) é muito necessária para o Brasil, assim como ela é hoje praticada nos Estados Unidos da América do Norte, na China, no Chile e vários Países do Mundo.
4 - Os Governadores defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa que o Brasil precisa é
Regulamentar as Práticas de Incentivos Fiscais, ancoradas nas regras da Lei de Responsabilidade
Fiscal, acabando com o boicote às ações de atração de investimentos produtivos feito pelos
Estados com PIBs de montantes expressivos ( ou seja, as 26 Unidades Federadas, excluindo-se
apenas o Estado de São Paulo que tem um PIB três vezes maior que o 2º maior PIB do Brasil ).
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Continuação
5 - Os Governadores defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa a necessidade urgente da Mudança do Quórum do CONFAZ e da Regulamentação dos Incentivos Fiscais de ICMS em Lei Federal (fundamentando que os Incentivos Fiscais de ICMS são mais que necessários para o Brasil, eles são fundamentais para a competitividade Nacional e Internacional como fator de atração de investimentos, consequentemente geração de empregos e aumento de salário dos Trabalhadores).
6 - Os Governadores defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa que o fim imediato ou mesmo gradativo dos Incentivos Fiscais de ICMS levarão à desindustrialização dos Estados que estão fora do Eixo Sul do Brasil, provocando o fechamento de várias Fábricas, o desemprego em massa e a volta da emigração dos nordestinos para o Sul do Brasil.
7 - Os Governadores convocarem os Líderes Sindicais a se juntarem a eles para defenderem junto
ao Governo Federal e à Imprensa os seis itens acima.
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4.3 – Trabalhadores como Protagonistas na “defesa” da Regulamentação em Lei Federal dos Incentivos Fiscais de ICMS.
Compor Grupo de Trabalho para organizar uma Reunião com os Líderes dos Trabalhadores, em Brasília, com o objetivo de conquistar a adesão deles e eles defenderem que:
1- os Incentivos Fiscais de ICMS são mais que necessários para o Brasil, eles são fundamentais para a competitividade Nacional e Internacional de atração de
investimentos , conseqüentemente geração de empregos e aumento do salário dos Trabalhadores.
2- não aceitarem negociar reduções de alíquotas interestaduais sob risco eminente de sinalizar para o Governo Federal falta de convicção da importância dos Incentivos Fiscais de ICMS.
3 - não aceitarem propostas do Governo Federal no sentido de disponibilizar linhas de credito do BNDES, pois financiar a instalação de Fábricas nada tem haver como
forma de substituir o Incentivo à Comercialização da Produção das Indústrias.
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4 - defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa que a Competição Fiscal ( e não a Guerra Fiscal ), é muito necessária para o Brasil, assim como ela é hoje praticada nos Estados Unidos da America do Norte, na China, no Chile e vários Países do Mundo.
5 - defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa que o que o Brasil precisa é de
Regulamentar as Práticas de Incentivos Fiscais, ancoradas nas regras da Lei de Responsabilidade Fiscal, acabando com o boicote às ações de atração de investimentos produtivos feito pelos
Estados com PIBs de montantes expressivos ( ou seja, as 26 Unidades Federadas, excluindo-se apenas o Estado de São Paulo que tem um PIB tres vezes maior que o 2º maior PIB do Brasil ).
6 - defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa a necessidade urgente da Mudança do Quorum do CONFAZ e da Regulamentação dos Incentivos Fiscais de ICMS em Lei Federal ( fundamentando que os Incentivos Fiscais de ICMS são mais que necessários para o Brasil, eles são fundamentais para a competitividade Nacional e Internacional de atração de investimentos, conseqüentemente geração de empregos e aumento do salário dos Trabalhadores ).
7 - defenderem junto ao Governo Federal e à Imprensa que o fim imediato e mesmo gradativo dos
Incentivos Fiscais de ICMS levarão à desindustrialização dos Estados que estão fora do Eixo Sul
do Brasil, provocando o fechamento de várias Fábricas, o desemprego em massa e a volta da
emigração dos nordestinos para o Sul do Brasil.
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8 – Seminários para as Lideranças Sindicais 8.1 – Descentralização do Desenvolvimento
8.2 – Fundamentos Internacionais do Desenvolvimento Regional Sustentável (OMC – CCE / Equilíbrio Social – Convergência Econômica – Inclusão Social).
8.3 – Geração de Empregos, Renda e Ações Sociais 8.4 – Evolução da Renda com a Industrialização
8.5 – Redução do fluxo migratório e seus efeitos sociais 8.6 – Traumas do Fim dos Incentivos Fiscais do ICMS
8.7 – Blindagem dos empregos conquistados através da continuidade dos incentivos fiscais para a competitividade da comercialização da produção e poder de atrair e investimentos produtivos
8.8 – Trabalhadores como Protagonistas na “defesa” da Regulamentação em Lei Federal dos Incentivos Fiscais do ICMS.
8.9 – Livro de Adesão ao Movimento pela Regulamentação em Lei Federal dos
Incentivos Fiscais de ICMS – Assinados pelo Lideres dos Trabalhadores no final
do Seminário.
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4.4 – Multas sobre Créditos de ICMS vinculados a Incentivos Fiscais nas Transações Interestaduais.
Precisamos trabalhar esse tema com determinação e virar o jogo
Contratar Liminar para cada Estado, contra as multas das Empresas Associadas
à ADIAL BRASIL e de seus Clientes.
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4.5 – Súmula Vinculante
Compor a Agenda do Grupo de Trabalho que atuará na contratação dos Especialistas que farão a Conscientização da importância dos Incentivos Fiscais de ICMS para o Brasil, integrando também as definições do Grupo de
Trabalho sobre a “Conquista de Adesão Formal de Líderes”.
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26 SÚMULA VINCULANTE
O STF contra a guerra fiscal
O Estado de São Paulo, 12/04/2012.
O Supremo Tribunal Federal (STF) poderá dar uma contribuição muito importante - talvez decisiva - para o fim da desastrosa guerra fiscal, se editar a súmula vinculante sugerida pelo ministro Gilmar Mendes. Segundo o texto proposto, é inconstitucional "qualquer isenção, incentivo, redução de alíquota ou de base de cálculo, crédito presumido, dispensa de pagamento ou outro benefício fiscal relativo ao ICMS concedido sem prévia autorização em convênio celebrado no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária". Trata-se de fazer valer, com décadas de atraso, um conjunto de regras bem conhecido e nunca respeitado pela maioria dos governadores. A guerra fiscal foi usada basicamente como forma de atração de investimentos empresariais e de promoção do desenvolvimento de alguns Estados à custa dos outros. Gerou muitas distorções e, apesar de claramente ilegal, continua até hoje.
A súmula proposta pelo ministro Gilmar Mendes ao presidente do STF reproduz, no essencial, a Lei Complementar n.º 24, de 7 de janeiro de 1975. Segundo essa lei, isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias só são válidas com base em convênios celebrados e ratificados pelos governos estaduais e do Distrito Federal. A aprovação tem de ser unânime. A mesma regra vale para outros benefícios - os mesmos indicados na súmula proposta ao presidente do STF. A revogação total ou parcial poderia ser determinada por decisão de quatro quintos, pelo menos, dos representantes presentes.
A violação da lei acarretaria a nulidade do ato e a ineficácia do crédito fiscal e a cobrança do imposto não pago ou devolvido pelo Estado.
Passados 37 anos, a guerra fiscal continua, com participação de vários Estados. Mais de uma vez o STF julgou ações a respeito do assunto e ordenou a suspensão de incentivos ilegais. Isso jamais causou grande incômodo aos governadores.
Em muitas ocasiões, eles simplesmente substituíram o benefício proibido pela Justiça por algum incentivo semelhante. Toda reação desse tipo foi sempre uma evidente desobediência de uma decisão judicial, mas nenhum governador foi punido por esse comportamento. Primeiro, o Confaz foi desmoralizado em uma de suas funções mais importantes - a coordenação das políticas tributárias dos vários Estados. Depois, a guerra foi parar nos tribunais e as decisões da Justiça acabaram sendo tão irrelevantes, na vida real, quanto os artigos da Lei Complementar n.º 75.
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27
Continuação
Medidas para eliminar a guerra fiscal foram incluídas em todos os projetos de reforma tributária formulados no último quarto de século. Nenhum desses projetos foi convertido em lei. Os congressistas nunca se ocuparam do assunto com empenho suficiente para concretizar a reforma. Além disso, um tópico sempre foi destacado em todas as discussões no Parlamento: a manutenção dos incentivos já em vigor ou, no mínimo, a definição de um prazo longo para sua extinção.
Há alguns anos a guerra fiscal assumiu uma forma particularmente perversa. Em vez de atrair empresas com incentivos para produzir, governadores começaram a distribuir benefícios para facilitar a importação. Atraíram, com isso, empresas interessadas em comprar produtos estrangeiros - em muitos casos, bens intermediários, isto é, destinados à transformação.
Criou-se, com isso, mais uma forma de competição desleal com as indústrias brasileiras. Não se trata, como se alegou, apenas de importação de insumos mais baratos que os nacionais. Isso qualquer indústria pode fazer, dentro das condições normais de comércio. Trazer produtos estrangeiros com incentivos ilegais é algo muito diferente e injustificável.
A Resolução n.º 72 do Senado, ainda em discussão, é uma tentativa de superação do problema, por meio de mudança na tributação das operações interestaduais. Isso poderá tornar menos lucrativo o comércio dos produtos importados com incentivos. Mas há resistência de vários governadores a essa mudança. Uma decisão ampla do STF a respeito do assunto poderia ter facilitado, há muito tempo, a eliminação do problema. Bastaria garantir o cumprimento da lei.
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1) Trabalho desenvolvido pelo GEDER (*)
1- Empresas participantes.
Pepsico, Hypermarcas, Bunge, Cisa Trading, Cotia Trading, Ibrame, Volkswagen, Mitsubishi, Nestlé, Prysmian, Eletrolux, Votorantin Cimentos.
2- Empresas Contratadas.
Máquina da Notícia e Patria
3- Estudo da FGV
4- Participação em audiências públicas
5- Contratação de Pareceres e Artigos.
(*) GEDER – Grupo de Estudos do Desenvolvimento Econômico Regional
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PRS 72/2010 – “Guerra dos Portos”
Do que trata: propõe que a tributação do ICMS dos bens e mercadorias importados do exterior se destine exclusivamente para o Estado em que se der o consumo, independentemente do local por onde o produto ingressou no País. Substitutivo apresentado na CAE propõe alíquota de 4% a partir de janeiro de 2013.
Histórico: o Projeto de Resolução do Senado72/2010, de autoria do Senador Romero Jucá (PMDB/RR), foi apresentado em 22 de dezembro de 2010 e no despacho inicial encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos. O Senador Delcídio do Amaral (PT/MS) avocou a relatoria do projeto em 17 de março de 2011, porém não se pronunciou. Em 22 de setembro de 2011, o Senador Ricardo Ferraço (PMDB/ES) solicitou, por meio do Requerimento 1176/2011, que o projeto fosse encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça.
As Comissões de Assuntos Econômicos e de Constituição e Justiça realizaram audiência pública
em conjunto, nos dias 20 e 21 de março de 2012, onde participaram entre outros convidados, o
Tributarista Dr. Hamilton Dias de Souza e o Jurista Dr. Roque Carraza. Ambos declararam a
Resolução 72 inconstitucional.
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Continuação
Na Comissão de Constituição e Justiça, o Senador Armando Monteiro (PTB/PE) encaminhou voto em separado em 28 de março de 2012, e em reunião, no mesmo dia, o Presidente da comissão, Senador Eunício Oliveira (PMDB/CE), concedeu vista coletiva. Na Reunião Ordinária realizada em11 de abril de 2012 a comissão rejeitou o Relatório do Senador Ricardo Ferraço e aprovou o Voto em Separado do Senador Armando Monteiro. A proposição foi encaminhada à CAE para prosseguimento da tramitação na mesma data.
Ainda em 11 de abril de 2012, o Presidente da CAE, Senador Delcídio do Amaral, designou o Senador Eduardo Braga (PMDB/AM) relator do projeto e concedeu vista coletiva. Apresentaram Emendas os Senadores: Antonio Carlos Valadares (PSB/SE) - Emendas05, 06 e 07; Aécio Neves - Emenda 08; Cyro Miranda (PSDB/GO) - Emendas 10, 11 e12; Luiz Henrique (PMDB/SC) - Emendas 13 e 14; Paulo Bauer (PSDB/SC) - Emenda16; Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP) - Emendas 16, 17, 18, 19 e 20; e Clésio Andrade (PMDB/MG) - Emenda 21.
Em 17 de abril do presente ano, a CAE aprovou o relatório do Senador Eduardo Braga acatando parcialmente a Emenda nº1, na forma de Substitutivo, rejeitando as Emendas 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11,12, 13, 14, 16, 17, 18, 19, 20 e 21. A Comissão de Assuntos Econômicos apresentou o Requerimento 320 de 2012, em 18 de abril de 2012, solicitando urgência na tramitação da matéria.
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PRS 72/2010 – “GUERRA DOS PORTOS”
COMISSÃO DIRETORA
PARECER Nº 441, DE 2012
Redação final do Substitutivo ao Projeto de Resolução nº 72, de 2010.
A Comissão Diretora apresenta a redação final do Substitutivo ao Projeto de Resolução nº 72, de 2010, que estabelece alíquotas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior, consolidando a emenda e subemenda aprovadas no turno suplementar.
Sala de Reuniões da Comissão, em 24 de abril de 2012.
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Continuação ANEXO AO PARECER Nº 441, DE 2012.
Redação final do Substitutivo ao Projeto de Resolução nº 72, de 2010.
Faço saber que o Senado Federal aprovou, e eu,
________________________, Presidente, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo a seguinte
RESOLUÇÃO Nº , DE 2012
Estabelece alíquotas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior.
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Continuação O SENADO FEDERAL resolve:
Art. 1º A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior, será de 4% (quatro por cento).
§ 1º O disposto neste artigo aplica-se aos bens e mercadorias importados do exterior que, após seu desembaraço aduaneiro:
I – não tenham sido submetidos a processo de industrialização;
II – ainda que submetidos a qualquer processo de transformação, beneficiamento, montagem, acondicionamento, reacondicionamento, renovação ou recondicionamento, resultem em mercadorias ou bens com Conteúdo de Importação superior a 40% (quarenta por cento).
§ 2º O Conteúdo de Importação a que se refere o inciso II do § 1º é o percentual correspondente ao quociente entre o valor da parcela importada do exterior e o valor total da operação de saída interestadual da mercadoria ou bem.
§ 3º O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) poderá baixar normas para fins de definição dos critérios e procedimentos a serem observados no processo de Certificação de Conteúdo de Importação (CCI).
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Continuação
§ 4º O disposto nos §§ 1º e 2º não se aplica:
I – aos bens e mercadorias importados do exterior que não tenham similar nacional, a serem definidos em lista a ser editada pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para os fins desta Resolução;
II – aos bens produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e as Leis nºs 8.248, de 23 de outubro de 1991, 8.387, de 30 de dezembro de 1991, 10.176, de 11 de janeiro de 2001, e 11.484, de 31 de maio de 2007.
Art. 2º O disposto nesta Resolução não se aplica às operações que destinem gás natural importado do exterior a outros Estados.
Art. 3º Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2013.
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Ações Objetivas de Ordem Legal
“Amicus Curiae”
1- RE 628.075
2- ADI 3692/SP
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Legislação de Contingência
1 - Apresentação da minuta pelo Escritório Rodovalho.
2 - Avaliação do Escritório DSA.
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AGENDA FINANCEIRA
1 - Aprovar Balanço e Demonstrações de 2011
2 - Aprovar Orçamentos de 2012
3 - Aprovar Reajustes das Contribuições Mensais (15%)
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38 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO/2011
AT I V O CIRCULANTE
CAIXA 19,16
BANCOS C/ MOVIMENTO 26.947,03 26.966,19
PERMANENTE IMOBILIZADO
COMPUTADORES E EQUIPAMENTOS 13.702,00 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 22.658,27 EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO 1.460,00 MAQUINAS E EQUIPAMENTOS 4.520,00 CENTRAL TELEFONICA 2.400,00
(-)DEPRECIAÇÃO ACUMULADA 15.888,90 28.851,37 TOTAL DO ATIVO 55.817,56
P A S S I V O CIRCULANTE
FORNECEDORES 16.222,87 FINANCIAMENTOS EMPRESTIMOS 1.571.041,99 IMP. TAXAS E CONTR. A RECOLHER 10.225,42
SALÁRIOS A PAGAR 9.651,78 1.607.142,06
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
(-) PERDAS ACUMULADAS -1.282.061,70
(-) PERDAS DO EXERCÍCIO -269.262,80 -1.551.324,50 TOTAL DO PASSIVO 55.817,56
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ORÇAMENTO ADIAL BRASIL - 2012
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ORÇAMENTO ADIAL BRASIL - 2012
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AGENDA ORGANIZACIONAL
1 – ALTERAÇÕES NA COMPOSIÇÃO:
- CONSELHO CONSULTIVO - DIRETORIA ESTATUTÁRIA - CONSELHO FISCAL
2 – CONSELHO JURÍDICO
ADIAL BRASIL
Desenvolvimento Regional Sustentável
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ALTERAÇÕES NA COMPOSIÇÃO DO CONSELHO CONSULTIVO, DIRETORIA E CONSELHO FISCAL Conselho Consultivo
1) Sai - Eliseo Santiago Perez Fernandes (J B S) Entra - Valdir Aparecido Boni (J B S)
2) Sai - Nelson Vas Hacklauer (BRF Brasil Foods) Entra - Guilherme Portella dos Santos
3) Entra - Carlos Roberto Scorsi (Hypermarcas)
Diretoria Executiva
Entra - Zanone Alves de Carvalho Júnior
Conselho Fiscal (Suplentes) Sai - Nelson Arnaldo Kowalski