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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES / AVM PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

ALAVANCAGEM FINANCEIRA

Leandro Xavier Marcolino

ORIENTADOR:

Prof. Aleksandra Sliwowska

Rio de Janeiro 2018

DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEIDE DIREITO AUTORAL

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UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES / AVM PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

Apresentação de monografia à AVM como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em MBA Em Finanças e Gestão Corporativa

Por: Leandro Xavier Marcolino

Alavancagem Financeira

Rio de Janeiro 2018

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AGRADECIMENTOS

Sou grato a todos os meus familiares e amigos que depositaram bastante confiança em mim, sempre me estimulando e acreditando no meu potencial.

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DEDICATÓRIA

Dedico aos meus pais e esposa, por todo o apoio e incentivo. Essa vitória devo a vocês

eternamente. Agradeço a Deus por nunca me abandonar e nunca deixar de acreditar

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RESUMO

As empresas buscam em seus objetivo a maximização da riqueza dos acionistas ou proprietários, assim os tomadores de decisões devem atentar-se para as melhores estratégias e oportunidades que possam criar valor e atingir os objetivos da melhor forma e mais rentável, em finanças, alavancagem é um termo genérico que designa qualquer técnica utilizada para multiplicar a rentabilidade através de endividamento, isso resulta portanto, da participação de recursos de terceiros na estrutura do capital das empresas, a alavancagem financeira é sempre onerosa, porém neste trabalho busco demonstrar alternativas e pontos favoráveis de se decidir por essa estratégia, entendendo, que aplicação eficiente de capital é aquela que promove um retorno maior do que o seu custo do capital, por isso a importância da pesquisa em busca de soluções de alavancagem financeira.

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METODOLOGIA

Nesta pesquisa, foi usado o método de análise descritiva, pois o objetivo do trabalho mira demonstrar percepções, expectativas e sugestões de para a metodologia apresentada. Os métodos aplicados foram a leitura de livros, jornais, revistas e pesquisa em web de fontes confiáveis.

Para fornecer o melhor resultado possível, serão analisados possibilidades de alavancagem financeira com a captação de financiamentos e endividamento, e seus impactos no resultado.

Abordaremos no decorrer da pesquisa o conceito do custo médio ponderado de capital (CMPC ou WACC) da empresa e o impacto da alavancagem financeira. Além disso será apresenta a eficiência fiscal que a alavancagem financeira traz para as empresas.

Apresentaremos os riscos e obrigações envolvidas na tomada de decisão da alavancagem financeira. O conceito de Aplicação Eficiente de Capital sendo aquela que promove um Retorno maior do que o Custo do Capital usado.

Assim a fundamentação teórica utilizada para a implementação do planejamento do estudo será a custo de capital próprio e o custo do capital de terceiros

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 08

CAPÍTULO I

O que é Alavancagem 10

CAPÍTULO II

Resultado e Impacto da Alavancagem 13

CAPÍTULO III

Custo Médio Ponderado de Capital (CMPC ou WACC) 16

CAPÍTULO IV

Riscos e Obrigações da Alavancagem Financeira 18

CAPÍTULO V

Eficiente de Capital. 23

CONCLUSÃO 28

BIBLIOGRAFIA 29

ÍNDICE 32

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INTRODUÇÃO

Captação financeira ou alavancagem financeira corresponde a uma estratégia que emprega capital de terceiros ou diversos instrumentos financeiros para elevar o potencial de retorno de um investimento ou negócio. A alavancagem também pode se relacionar com uma dívida feita para o financiamento de ativos, iremos abordar o tema em maior amplitude no primeiro capítulo.

Ela ainda tem a ver com a operação de volumes financeiros maiores do que o próprio patrimônio de uma organização. Quando um negócio está alavancando, na verdade está multiplicando sua capacidade de fazer alguma atividade que não conseguiria antes se empregasse somente seu capital próprio.

As decisões sobre estrutura de capital podem ter implicações importantes para o valor da empresa e para o seu custo de capital. A captação de recursos financeiros para investimento nas empresas é pouco utilizada na gestão das companhias brasileiras. Os resultados e impacto da alavancagem serão abordados no segundo capitulo.

A essência da alavancagem financeira é o retorno sobre o capital próprio, pois a empresa ao ter a intenção de elevar a rentabilidade do seu capital, deverá utilizar uma maior proporção de capital de terceiros, e a diferença obtida em função dos investimentos é o ganho percentual auferido pelos proprietários.

À primeira vista, temos a ideia de que endividamento é algo que deve ser evitado ao máximo, visto que, quanto mais endividada uma empresa estiver, maior o risco de ficar sem liquidez ou até mesmo a solvência. O que será visto nesta pesquisa, é que através de dívidas, quando utilizadas apropriadamente, a alavancagem para a aquisição de bens de capital pode trazer importantes benefícios para a empresa, como a maximização de riqueza ou lucro para os proprietários e ou acionistas da empresa.

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A remuneração do capital de terceiros se dá em sua grande maioria via pagamento de juros, suas obrigações são regidas por um contrato, diferente da remuneração dos acionistas onde tem sua remuneração demonstrada pelo pagamento de dividendos ou juros sobre capital próprio, nesta pesquisa não iremos nos aprofunda sobre estes dois últimos temas.

A captação de capital de terceiros usada da maneira correta, possibilita o gestor uma quantidade maior de recursos para a viabilização de projetos. Para isso é preciso estar atento, pois se por um lado, os lucros podem ser maiores, por outro, os riscos e obrigações também aumentam proporcionalmente. Portanto, os administradores financeiros devem buscar a estrutura de capital onde deve-se elevar ao máximo o valor da empresa e retorno para o acionista.

Considera-se alavancagem financeira a captação classificada no longo prazo, ou seja financiamentos com períodos de maiores que 12 meses, a alavancagem financeira tem como objetivo potencializar a rentabilidade dos capitais próprios e o lucro dos acionistas, sem que estes precisem investir recursos próprios adicionais. A alavancagem financeira funciona, portanto, como um multiplicador do capital próprio.

É muito importante ter em mente que quando se fala em alavancagem fala-se de aumentar a exposição ao risco. Em investimentos financeiros sempre é necessário conhecer o nível de risco ao qual se está exposto. Isso significa que se o investidor está “alavancado” ele pode ter ganhos expressivos ao se concretizar um cenário positivo, mas também pode ter perdas arrasadoras na ocorrência de um cenário negativo.

Sendo assim, é preciso estar atento ao destino do seu capital. É fundamental saber se os investimentos estão de acordo com o seu perfil de risco e também conhecer o que há dentro da carteira dos fundos. Em outras palavras, é preciso saber o que o gestor está comprando com seu dinheiro.

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CAPÍTULO I

O que é Alavancagem

A alavancagem é a estrutura do capital próprio mais o capital de crédito (terceiros) que compõem o capital total utilizado no investimento ou operação financeira. Como fonte de capital de crédito que se pode utilizar nos empréstimos, o capital de margem ou dívida. Com o uso do capital de crédito é possível reduzir significativamente o capital próprio utilizado e, com isso, é possível aumentar significativamente a rentabilidade de uma operação financeira. O uso de empréstimos ou dívida gera custos com as taxas de juros com o qual o investimento realizado tem que gerar lucros maiores que os juros pagos, para que o saldo seja positivo para o investidor.

Os ativos de uma empresa não são afetados diretamente por uma reestruturação de capital, podemos examinar a decisão sobre estrutura de capital da empresa separadamente de suas outras atividades. Isso significa que uma empresa pode pensar em tomar decisões sobre reestruturação de capital isoladamente de suas decisões sobre investimento. (Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Bradford D. Jordan, 2013, p.565)

1.1. Estrutura de capital

De acordo com Stephen (2013), a uma empresa deve escolher seu índice dívida/capital próprio, sempre, assumimos que o princípio é escolher um modo de maximizar o valor da ação. Assim, no que diz respeito às decisões sobre estrutura de capital, isso é essencialmente o mesmo que maximizar o valor de toda a empresa.

A Teoria da estrutural de capital pelo aspecto do Lucro Operacional, segundo, considera o custo de capital como invariável, sendo assim, o custo de capital não se altera, mesmo que tenha modificação na composição de sua estrutura de financiamento. Esta teoria pode ser explicada considerando que a

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economia social dada pela maior participação de capitais de terceiros seria compensada, igualmente pela elevação das taxas de desconto por parte dos acionistas A elevação do retorno, como de praxe, exigido pelos acionistas, aparece como uma maneira de compensar o alto endividamento da empresa, resultando em maior risco financeiro.

De acordo com Ross, Westerfiel, Jaffe (2008) a decisão de financiamento for tomada em um mercado perfeito, sem impostos, sem custos de transações e sem falência. Logo, todos os riscos e benefícios que fazem parte do endividamento desaparecem, tendo as dívidas sem valor para as empresas. Para Modigliani e Miller, o valor da empresa é determinado pelos ativos reais e não por suas dívidas.

Em 1963, Modigliani e Miller complementaram seus estudos, com uma análise dos impactos que poderiam causados pelos benefícios fiscais oriundos de seu endividamento, e chegaram a conclusão que o valor da empresa é dado pelo nível de dívida contraída, e que, essa relação deveria ser a mais alta possível, sem considerar os custos e riscos associados à insolvência. O novo estudo de Modigliani e Miller considera que o valor de uma empresa seja alavancada ou não, são iguais, apenas acrescidos dos ganhos obtidos através da economia com o IR (Ross, Westerfiel, Jaffe 2008).

Uma das essências da alavancagem financeira é o retorno sobre capital próprio, pois a empresa que desejar elevar a rentabilidade de seu capital deverá utilizar uma maior proporção de capital de terceiros, e a diferença é o ganho percentual, obtido em função de investimentos (Assaf Neto, 2003).

1.2 Valor da empresa e valor das ações

Mesmo os investidores mais experientes devem observar muito bem a sua estratégia e seu gerenciamento de riscos, para a toma de decisão de alavancagem, sendo conhecido de antemão os riscos desejados para usar a estratégia de captação.

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Abaixo no quadro 1 vamos exemplificar o resultado da alavancagem financeira, onde demonstramos o LPA para os cenários montados.

Quadro 1: Efeito do demonstramos no LPA Fonte: Bradford D. Jordan, 2013, p.565

O impacto da alavancagem é evidente quando examinamos o efeito da reestruturação sobre o LPA. Em particular a variabilidade do LPA é muito maior na estrutura de capital proposta. Isso ilustra como a alavancagem financeira atua para ampliar ganhos e perdas para os acionistas.

Porém o quadro acima é um resultado simples, e não levar em consideração o prazo de captação, custo do aluguel do dinheiro no tempo (juros) e tributação envolvida na forma de financiamento. Estes são alguns pontos que precisão de grande atenção dos administradores financeiros. Pois terão grande contribuição para a geração do resultado da companhia e fluxo de caixa.

A ideia é observar e ampliar o foco para resultado, dado que essas variáveis terão influência no valor das ações.

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CAPÍTULO II

Resultado e Impacto da Alavancagem

Para haver alavancagem financeira positiva é necessário que o custo do capital de terceiros seja menor do que o retorno gerado pelo capital total (ativos). Na contratação de um financiamento empresarial, alguns fatores são de fundamental importância para que a decisão seja bem sucedida. Esses fatores são os seguintes.

No quadro 2, temos informações emparelhadas de ambas as estruturas relacionadas ao aspecto de rendimento, tratamento fiscal, controle e inadimplência.

Quadro 2: Capital Próprio versus Capital de Terceiros Fonte: Ross, Westerfield, Jaffe (2007, p.311)

2.1. Estrutura de Capital e Risco

Junqueira et al. (2010, p. 24) enfatiza a importância do estudo sobre estrutura de capital, pelo fato de não “existirem respostas definitivas sobre qual seria a melhor composição entre capitais próprios e de terceiros, considerando os diversos tipos de organizações existentes, setores empresariais distintos, e ambientes empresariais peculiares.”

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Segundo FAMA e MELHER (1999, p.448), a alavancagem financeira pode vir a gerar alguns problemas para a empresa, a saber:

1. Elevação do risco, tendo em vista que os juros acabam se constituindo numa modalidade de custo fixo, gerando risco financeiro.

2. Existência do “custo de falência”, em parte também ligado ao risco do negócio.

3. Risco de flutuação para maior, da taxa de juros a o longo do tempo. Este tipo de risco parece ter sido pouco abordado pelos autores de Teoria de Finanças. A variabilidade desta taxa, por fatores conjunturais, poderia inviabilizar, em determinado momento, a rolagem da dívida pela geração de alavancagem negativa ao negócio.

FAMA e MELHER (1999, p.448) afirmam que:

O capital de terceiros tem diversas vantagens. Primeiro, os juros são dedutíveis para fins de imposto, o que reduz o custo efetivo da dívida.

Segundo, como os portadores de títulos de dívidas obtêm um retorno fixo, os acionistas não precisam partilhar seus lucros se os negócios forem

extremamente bem-sucedidos. No entanto, o capital de terceiros também tem desvantagens. Primeiro quanto mais alto for o grau de endividamento, mais alta será a taxa de juros. Segundo, se uma empresa enfrenta tempos difíceis e o lucro operacional não é suficiente para cobrir os pagamentos de juros, os acionistas terão de cobrir a diferença e, se não puderem fazê-lo, a empresa irá à falência. Épocas boas podem estar logo adiante, mas o excesso de dívidas ainda pode impedir a empresa de chegar lá e ainda arruinar os acionistas nesse meio-tempo.

2.2. Estrutura ótima de capital

De acordo com Ross, Westerfiel, Jaffe (2013) uma empresa toma emprestado porque o benefício fiscal dos juros é valioso. Com níveis de dívida relativamente baixos, a probabilidade de falência e de dificuldades financeiras é baixa, e o benefício da dívida ultrapassa o custo. Com níveis de dívida muito altos, a possibilidade de dificuldades financeiras é um problema crônico e constante para as empresas, de modo que o benefício do financiamento com dívidas pode ser em muito superado pelos custos de dificuldades financeiras.

Assim ele afiram que uma empresa toma dinheiro emprestado até o ponto em que o benefício fiscal de um real extra da dívida é exatamente igual ao custo resultante da maior probabilidade de dificuldades financeiras.

Chamamos isso de teoria estática porque ela assume que a empresa está definida em termos de ativos e operações e considera apenas possíveis variações na proporção dívida/capital próprio.

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A estrutura de capital que maximiza o valor da empresa também é aquela que minimiza o custo de capital. Veremos mais adiante o CMPC que são os custos da dívida e do capital próprio.

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CAPÍTULO III

Custo médio ponderado de capital (CMPC ou WACC)

O custo médio ponderado do capital (CMPC) (Weighted Average Cost of Capital ou WACC em inglês) é uma taxa que mede a remuneração requerida sobre o capital investido em uma determinada empresa ou entidade com fins lucrativos. Essa taxa mede também o custo de oportunidade dos investidores ou credores do negócio. Os termos "Médio" e "Ponderado" são utilizados já que nem todos os investidores e credores requerem a mesma taxa de remuneração sobre o capital que investiram e, portanto, deve-se calcular uma média ponderada (pelo capital investido de cada credor ou investidor) das remunerações requeridas (ou custos de capital) por cada um dos credores e investidores.

Para Stephen A. Ross (2013, p. 484), quando o retorno exigido sobre um investimento é de 10%, em geral queremos dizer que o investimento terá um VPL positivo apenas se o seu retorno exceder a 10%. Outra maneira de interpretar o retorno exigido é observar que a empresa deve ganhar 10%

sobre o investimento apenas para compensar seus investidores pelo uso do capital necessário para financiar o projeto. Por esse motivo, também poderíamos dizer que 10% é o custo de capital associado ao investimento.

A ilustração solicitada por Ross, leva em consideração que estejamos avaliando um projeto sem risco. Neste caso, está claro como determinar o retorno exigido: olhamos nos mercados de capitais a taxa corrente oferecida por investimentos sem risco e depois usamos essa taxa para descontar os fluxos de caixa do projeto. Assim, o custo de capital de um investimento sem risco é a taxa sem risco.

Se um projeto tiver risco associado, então, assumindo que todas as outras informações permaneçam iguais, o retorno exigido obviamente será mais alto. Em outras palavras, o custo de capital para esse projeto, caso ele

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tenha risco, é maior do que a taxa sem risco, e a taxa de desconto apropriada a excederia.

O fato principal é compreender que o custo de capital associado a um investimento depende do risco desse investimento. Essa é uma das lições mais importantes das finanças corporativas.

O custo médio ponderado do capital (CMPC) de captação de uma estrutura de investimento deve ser menor que o retorno sobre um investimento.

Abaixo a figura que ilustra a fórmula para apuração do CMPC ou WACC:

Quadro 3: Fórmula para apuração do CMPC ou WACC:

Fonte: Apresentação Aula AVM

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CAPÍTULO IV

Riscos e obrigações da alavancagem financeira

Na avalição de risco podemos levantar alguns pontos para a empresa, como risco de liquidez, solvência, obrigações contratuais e a obrigação de remuneração do capital empregado. Observando que o risco a exposição a uma ação em busca de um resultado positivo no sobre esta ação ou movimento.

Diante disso, antes de optar por uma alavancagem o gestor deve avaliar a viabilidade do projeto, a necessário deste endividamento com a elaboração de estudos, projeções, análises históricas e por tendências. A empresa deve avaliar a eficiência destes estratégia para ser eficiente e não desastrosa. Uma vez definido o sua estratégia qual a melhor fonte para este investimento, dado que estrutura de capital é composição de suas fontes de financiamento a longo prazo, oriundas de capitais de terceiros (exigível) e de capitais próprios (patrimônio líquido)”.

4.1. Capital dos Acionistas

Para os acionistas o ingresso de capital em uma empresa, traz sempre um risco integral, pois sua remuneração é dada após o pagamento de todas as obrigações desta empresa. Sua remuneração é apurada pelo lucro final, ou seja, todas as obrigações com fornecedores, funcionários e tributária tem prioridade na ordem de pagamentos. Essa visão e bem ratificada na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

A ideia de remuneração para este capital deve ser maior que a de capital de terceiros, pois este capital está exposto ao risco maior sobre o aspecto de remuneração.

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4.2. Capital Terceiros

A remuneração do capital de terceiros corresponde ao custo dos recursos que a empresa procura nas instituições financeiras para financiar as suas operações de longo prazo. São financiamentos, empréstimos, operações de arrendamento mercantil ou leasing, emissão de debêntures e outras operações de captação que exigem da empresa um endividamento de remuneração e devolução dos recursos em datas preestabelecidas em contrato e geralmente com garantias reais (hipoteca, penhor, caução etc.) ou fidejussórias (aval e fiança). Esse custo é representado pelo pagamento de juros e pode ser representado por uma taxa de juro que incide sobre o saldo devedor.” (Rossetti, José Paschoal. Finanças corporativas. 2º Tiragem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008, p. 324).

Neste caso ideia de remuneração do capital de terceiros, que é regida por um contrato em sua remuneração definida pelos juros e com garantias reais, por isso o risco é considerado limitado. Assim sua remuneração deves ser considerada como moderada, e inferior a remuneração do capital próprio.

4.3. Alavancagem financeira e risco

O grau de alavancagem financeira (GAF) de uma empresa é um importante indicador do grau do risco a que empresa está submetida. Se existe capital de terceiros de longo prazo na estrutura de capital, a empresa estará

"alavancada", ou seja, corre risco financeiro.

O GAF evidencia os efeitos das variações ocorridas no lucro antes dos juros e do imposto de renda (LAJIR) que se refletem no lucro líquido. De acordo com Gitman (2006), a equação que representa o grau de alavancagem financeira é:

GAF= Variação % no Lucro Líquido(LPA) Variação % LAJIR

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O resultado obtido pela equação do GAF, indica quantas vezes o capital de terceiros elevou o capital próprio. Sendo que:

GAF=1; Alavancagem Financeira NULA, pois a lucratividade da empresa não está sendo afetada pelo uso de capital de terceiros.

GAF>1; Alavancagem Financeira FAVORÁVEL, pois o capital de terceiros está afetando a lucratividade, consequentemente gerando retorno sobre o patrimônio líquido.

GAF<1; Alavancagem Financeira DESFAVORÁVEL, pois a empresa está tendo uma redução de capital e precisando rever sua estrutura de capital o mais urgente possível.

Ou seja, só há alavancagem financeira se a variação percentual do Lucro Líquido (LPA) resultante de uma variação percentual do LAJIR for maior que tal variação, que no caso é GAF>1 (Gitman, 2006).

Silva (2006) afirma que é importante ter a ciência de que quanto mais dívida uma empresa tiver, mais frágil é sua estrutura financeira e maior o risco. Tal informação é válida pelo fato de que os compromissos de pagamentos de juros são fixos, independentemente do valor de seu lucro. Ou seja, em tempos em que o mercado não se encontra favorável (queda de receita) o montante de juros é o mesmo quando as receitas estão em alta.

Logo, quanto maior for o comprometimento dos lucros da empresa com pagamentos de juros constantes, maior será o perigo da empresa não poder arcar com os pagamentos.

Por um lado, se um maior endividamento pode trazer a maximização do lucro, por outro significa um aumento do risco financeiro, dado pela pressão dos pagamentos de juros no LAJIR, pois se as atividades fins tiverem um declínio em função de um estreitamento no nível econômico, consequentemente o LAJIR irá declinar acarretando um aumento na probabilidade da empresa não arcar os pagamentos de juros com os lucros operacionais já existentes. Portanto, vale ressaltar que a alavancagem

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financeira pode trazer benefícios em um período de expansão, mas pode vir a trazer prejuízos em um período de contração. (Silva, 2006).

Todavia, a alavancagem financeira funciona nos dois sentidos e pode se concluir que quanto maior for a alavancagem financeira, mais sólido se torna o LPA, acarretando em um maior risco associado para a empresa (Silva, 2006).

4.4 Risco de taxas de juros

Os financiamentos podem ser contratados a taxas de juros prefixadas ou pós-fixadas. As taxas prefixadas permanecem inalteradas ao longo de todo o prazo de financiamento. Esta característica sugere que as taxas prefixadas não têm risco. Entretanto, se um financiamento for contratado a uma taxa prefixada num momento em que as taxas de juros estiverem elevadas, reduções posteriores nessa taxa de juros não beneficiarão o tomador.

As taxas de juros pós-fixadas são do tipo flutuante e, assim, possuem um maior potencial de risco.

A proteção contra o risco de taxas de juros pode ser realizada diretamente nos mercados futuros ou através de uma instituição financeira.

Quando a volatilidade das taxas de juros é elevada, a eficácia das operações de proteção (hedge) fica bastante comprometida. Seus custos se elevam e o potencial de cobertura de risco se reduz.

4.5. Risco da taxa cambial

Quando a dívida é contratada em moeda estrangeira, o tomador incorre no risco cambial. O risco cambial associado a um financiamento pode ser administrado através de operações de hedge nos mercados futuros ou junto a uma instituição financeira. O custo do hedge pode se tornar muito alto e ineficaz caso haja excessiva flutuação da taxa de câmbio.

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Existe um outro risco relacionado com a taxa cambial. Ele decorre da flutuação, em relação ao dólar norte-americano, da moeda em que o financiamento foi contratado. Por exemplo, um financiamento contratado em iene, pode se encarecer ainda que a taxa cambial R$/U$ permaneça estável, caso a moeda japonesa se valorize em relação à moeda americana.

4.6 Cronograma de pagamento

O cronograma de pagamento de um financiamento, principalmente quando este é de longo prazo, deve estar atrelado ao fluxo de caixa do projeto suportado por esse financiamento. Quando isto acontece, dizemos que o financiamento observa o conceito de project finance.

Nos mercados de capitais dos países desenvolvidos, devido à abundante oferta de crédito, é bem mais fácil contratar financiamentos dentro da filosofia de project finance.

4.7 Efeito sobre os índices de endividamento

A contratação de um financiamento aumenta o grau de endividamento da empresa e este fato pode afetar negativamente a avaliação desta. Desse modo, índices elevados de endividamento podem dificultar a obtenção de crédito comercial (financiamento concedido pelos fornecedores) e restringir a obtenção de novos financiamentos bancários de curto e de longo prazo.

Uma alternativa para evitar o aumento do grau de endividamento é a utilização do leasing em substituição aos financiamentos tradicionais. Esta solução é naturalmente limitada porque só atende a parte das necessidades de financiamento.

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CAPÍTULO V Eficiente de Capital

A Gestão Corporativa de uma empresa deve buscar sempre criar valor para o acionista através da geração constante e do aumento do lucro, com a liquidez adequada e do risco planejado. Mensurar sua geração de caixa adequada ao universo inserido, e observar sempre o impacto da alavancagem ao negócio. Por isso conceito de aplicação eficiente de capital é aquela que promove um retorno maior do que o custo do capital usado. O gesto de finanças deve priorizar a estratégia de criação de valor para o acionista e construir através da alavancagem com uma forma do aumento do preço das ações ou cotas.

A alavancagem só é salutar quando a aproveitamento do capital tomado emprestado possibilite gerar rentabilidade que permita pagar o custo da produção ou do serviço, mais os juros e a amortização do empréstimo e a remuneração ao acionista. alavancar, portanto, é criar responsabilidade pecuniária para empresa que terá a obrigação futura de pagar juros e devolver o capital tomado.

5.1. O benefício fiscal dos juros de financiamento

O endividamento oneroso tem a vantagem de que o pagamento de juros pode ser deduzido do lucro operacional para efeito de cálculo do imposto de renda devido.

Isso significa a diminuição do tributo na mesma proporção da alíquota do IR. Se assumirmos uma alíquota de IR de 34%, isso significa que, se uma empresa consegue se financiar a uma taxa de 10% ao ano, na verdade ela acaba pagando somente 6,66% de juros, efetivamente.

Assim, o lucro de uma empresa endividada fica menor se comparado a uma empresa sem endividamento. Esse lucro menor é a fonte da

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geração do benefício fiscal. Normalmente, o custo médio ponderado de capital é o menor possível dada a estrutura de capital da empresa.

5.2 Captação de recursos financeiros

Existem vários tipos de linhas de financiamento que facilitam a captação de recursos para as empresas, possibilitando menores custos financeiros e um maior suporte no investimento, de acordo com a atividade.

Abaixo relacionamos algumas delas com a observação de suas destinação:

 BNDES Finame – Destinado a financiamento de Máquinas e Equipamentos.

 BNDES FGI - Crédito para micro, pequenas e médias empresas, além de empreendedores individuais, e caminhoneiros autônomos.

 BNDES Microcrédito - financiamento de capital de giro e/ou de investimentos produtivos fixos, como obras civis, compra de máquinas e equipamentos novos e usados, e compra de insumos e materiais.

 LOAN 4131 - É um empréstimo em moeda estrangeira, não vinculado às operações contratada.

 NCE / CCE – Destina se a financiar a aquisição de bens, insumos e serviços, utilizando como lastro as futuras exportações. A NCE - Nota de Crédito à Exportação e a CCE - Cédula de Crédito à Exportação.

 Linha de Finimp - Conjunto de linhas de crédito especiais para a importação de bens de capital, máquinas, equipamentos e serviços.

 BNDES Project Finance - Financiamento a um projeto, suportado contratualmente pelo fluxo de caixa do mesmo e tendo como garantias seus ativos e recebíveis.

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 Cédula de crédito bancário - Captação de recursos através de operação estruturada que atenda às necessidades especificas de cada segmento.

A escolha pelo melhor recurso financeiro não é baseada apenas em uma linha de crédito que forneça a menor taxa de juros, é baseada também no comprometimento no sucesso do projeto. As empresas necessitam saber em qual linha de financiamento o seu empreendimento se enquadra, na qual vai proporcionar o melhor custo/benefício. É de suma importância a empresa conhecer qual o melhor financiamento que possibilitará na melhor captação de recursos, tendo por consequência uma diminuição de juros e sucesso na operação (Assaf Neto, 2003).

“O negócio dos bancos é assumir riscos; mas eles apenas emprestam para quem não precisa, isto é, quem demonstra que pode liquidar o empréstimo no vencimento; em suma, o risco deve ser aceitável pelo banqueiro.” (Wolfgang, 1998, p 45).

Freire (2005) salienta a ideia de que é importante ressaltar que os agentes financeiros (Instituições Bancárias) só disponibilizarão o crédito para as empresas que tenham condições de cumprir com o compromisso assumido, ou seja, que tenha condições de pagar. Os agentes financeiros também solicitam um projeto de viabilidade econômica que informa a atual realidade da empresa e a perspectiva de crescimento após o aporte do capital. Além das empresas terem de informar a sua realidade financeira saudável, os agentes ainda requerem garantias.

O conhecimento das melhores linhas de financiamentos gera uma possiblidade de poder alcançar um maior retorno financeiro, cabendo aos gestores da empresa o papel de procurar as melhores condições para a empresa, pois os mesmos estão cientes do prazo mínimo necessário para que se tenha o retorno do capital que fora financiado e o tempo para saldar a dívida, advinda do financiamento (Freire, 2005).

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A gestão financeira busca resultados pragmáticos para os negócios, retorno para o capital investido através do lucro das empresas, e esse retorno deve remunerar adequadamente o risco assumido pelo investidor. O vocabulário de um bom gestor financeiro, e de qualquer investidor sério deve possuir termos essenciais como “retorno do investimento”, “custo de capital”,

“gestão de risco”. Esses termos são vitais para a gestão adequada de qualquer negócio. Para isso, o gestor financeiro moderno precisa de uma boa formação generalista, visão sistêmica e integrativa de todo o negócio, e estar em contato permanente com todas as áreas da empresa, controlando e fomentando o negócio com informações estratégicas. (ASSAF NETO, 2003, p. 33 e 34)

Cada vez mais importante a busca de redução de custos e despesas para manter a competitividade sem perder a qualidade. Dentre as despesas, surge a despesa financeira, relacionada aos investimentos da empresa. Sendo necessário ter profissionais cada vez mais qualificados nesta área, para descobrir qual é a melhor fonte de capital a ser levantado pela empresa (Assaf Neto, 2003).

As empresas buscam diminuir seus custos financeiros, obtendo recursos que proporcionem maior vantagem e facilidade nos pagamentos.

Neste caso, empresas que buscam algum tipo de recurso ou financiamento devem estar atentas à aqueles que irão proporcionar para a empresa o menor custo financeiro, que no caso são as propostas apresentadas pelas instituições financeiras, principalmente nas instituições financeiras governamentais, que é o caso do BNDES, que é o maior indutor de investimentos no Brasil, onde seus juros são bem menores comparados com as instituições financeiras privadas (Freire, 2005). Existem linhas de crédito específicas para os diversos ramos de atuação e setores empresariais, como: setor industrial, varejista, logístico, offshore, agrícolas, prestadoras, serviços entre outras.

De acordo com Freire (2005), a grande dificuldade reside em pequenas empresas, que não possuem um capital inicial adequado. De fato, uma realidade que permeia a maioria dos pequenos empreendimentos. Mas também, muitas empresas possuem capital para a captação de recursos, mas

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por uma má gestão na estratégia e planejamento financeiro, acabam se tornando dependente de empréstimos (Assaf Neto, 2003).

Freire (2005) afirma que as empresas, antes de captarem recursos financeiros, precisam entender e estudar sua estrutura de capital para assim alavancar na aquisição de bens de capital com captação de recursos através das linhas de financiamento. É importante conhecer quais as linhas de créditos e financiamentos existentes no mercado e como elas funcionam e em qual delas melhor se adaptam, ficando atentas às regras e normas que devem ser seguidas para conseguir tais financiamentos, para assim, consolidar-se no mercado.

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CONCLUSÃO

Alavancagem Financeira é uma estratégia pouco utilizada pelos gestores das corporações no Brasil, dado a cultura de que o endividamento é prejudicial devido ao pagamento de juros sobre o capital de terceiros. Captação financeira ou alavancagem financeira corresponde a uma estratégia que emprega capital de terceiros que elevar o potencial de retorno de um investimento ou negócio. Quando um negócio está alavancando, na verdade está multiplicando sua capacidade de fazer alguma atividade que não foi possível realizar somente com o capital próprio.

Implicações respeitáveis para o valor da empresa e para o seu custo de capital devem ser observadas, como resultados, o impacto do fluxo de caixa com o serviço da dívida e os riscos atrelados a captação que estiver sendo contratada. O retorno sobre o capital próprio é a essência da alavancagem financeira, pois a empresa ao ter a intenção de elevar a rentabilidade do seu capital, deverá utilizar uma maior proporção de capital de terceiros, e a diferença obtida em função dos investimentos é o ganho percentual auferido pelos proprietários. A alavancagem para a aquisição de bens de capital pode trazer importantes benefícios para a empresa, como a maximização de riqueza ou lucro para os proprietários e ou acionistas da empresa.

Assim é muito importante ter em mente que quando se fala em alavancagem fala-se de aumentar a exposição ao risco. Por isso é preciso estar atento, pois se por um lado, os lucros podem ser maiores, por outro, os riscos e obrigações também aumentam proporcionalmente.

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(32)

ÍNDICE

FOLHA DE ROSTO 02

AGRADECIMENTOS 03

DEDICATÓRIA 04

RESUMO 05

METODOLOGIA 06

SUMÁRIO 07

INTRODUÇÃO 08

CAPÍTULO I

O que é Alavancagem 10

1.1. Estrutura de capital

1.2. Valor da empresa e valor das ações CAPÍTULO II

Resultado e Impacto da Alavancagem 13

2.1. Estrutura de Capital e Risco 13

2.2. Estrutura ótima de capital 14

CAPÍTULO III

Custo Médio Ponderado de Capital (CMPC ou WACC) 16

3.1. xxx 00

3.2. xxx 00

CAPÍTULO IV

Riscos e obrigações da alavancagem financeira 18

4.1. Capital dos Acionistas 18

4.2. Capital Terceiros 19

4.3. Alavancagem financeira e risco 19

4.4. Risco de taxas de juros 21

4.5. Risco da taxa cambial 21

4.6. Cronograma de pagamento 21

4.7. Efeito sobre os índices de endividamento 21 CAPÍTULO IV

Eficiente de Capital 23

5.1. O benefício fiscal dos juros de financiamento 23

5.2. Captação de recursos financeiros 24

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CONCLUSÃO 28

BIBLIOGRAFIA 29

Referências

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