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a

Arquivos Brasileiros de

2

Endocrinologia e Metabologia

VOLUME

15

NÚMERO 1

ABRIL,

1966 -

A

GRGÃO OFICIAL DA

SOCIEDADE BRASILEIRA DE

ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA

(2)

ARQUIVOS BRASILEIROS

DE

a

ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA

.

Fundador: WALDEMAR BERARDINELLI.

Editor: CLEMENTINO FRAGA FILHO

CONSELHO CIENTIFICO

ARHON HUTZ - JAYME RODRIGUES

ATHOS FREITAS JOÃO GABRIEL CORDEIRO

BERNARDO LÉO WAJCHENBERG JOSÉ PROCÓPIO VALLE

EMILIO MATTAR JOSE S. DE O. COUTINHO

ERICSSON LINHARES JOSÉ STHERMANN

FERNANDO UBATUBA LUCIANO DECOURT :

FRANCISCO ARDUINO NELSON CHAVES

HELIO LOURENÇO DE OLIVEIRA PEDRO COLLETT-SOLBERG

HERMES PARDINI ROBERTO SANTOS

IVAN 1EMGRUBER THALES MARTINS

COMISSÃO DE REDAÇÃO

Redator-Chefe: LUIZ CARLOS G. LOBO Redatores Associados:

LUIZ CESAR FÓVOA RAUL FARIA Jr. RENATO NUNES ESTEVES

Os ARQUIVOS BRASILEIROS DE ENDOCRINOLOGIA E META- BOLOGIA são publicados quadrimestralmente (abril, agôsto e dezembro) formando um volume por ano. Assinatura anual Cr$ 12.000; Cr$ 8.000 para membros da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia ou suas Regionais; assinaturas para

o exterior US$ 6.00. Preço por número Cr$ 2.000, ou US$ 2.00.

Os pedidos de assinatura ou de números avulsos, assim como tôda a correspondência deverão ser dirigidos ao seguinte enderêço:

ARQUIVOSBRASILEIROS DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA Instituto de Endocrinologia

Santa Casa da Misericórdia Rua Santa Luzia, 206 ZC-39 Rio de Janeiro, GB.

Brasil

Mudança de enderêçco - os Arquivos só se responsabilizam pela mudança de enderêço 60 dias após o recebimento da comunicação.

Solicita-se aos assinantes enviarem junto com o novo enderêço o antigo.

(3)

ARQUIVOS BRASILEIROS DE

ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA

VOLUME

15

ABRIL,

1966 NÚMERO 1

)

SUMÁRIO

VALOR DE LA HIPERTROFIA DE LOS ISLOTES DE LENGER- HANS DEL PANCREAS INFANTIL ENLA BUSQUEDA DE LA DIABETES O PREDIABETES MATERNA

Isaac Faerman, Ricardo Schlossberg, Oscar Vales 5

XX/XX

SMALL FRAGMENT (DELETED Y) IN A TRUE, HERMAPHRODITE

José Carlos Cabral de Almeida, Maria do Céu Abreu, Marcello André Barcinsky Renato Esteves, José Schermann,

BÓCIO ATÓXICO EM MINAS GERAIS: - ASPECTOS CLÍNICOS E TESTES FUNCIONAIS

Victor Coronho, Thomaz A. Borges Cordeiro

DIABETE INSIPIDO POR METASTASE DE CARCINOMA BRONCOGÊNICO

Hygino de Carvalho Hércules e Armando Rivas Bustamante DIAGNOSTIC VALUE OF THE ACHILLES TENDON

REFLEX

IN THYROID DISEASES

Júlio Kieffer, M.D. Aneliese F. Thom. M.D., Antônio Coelho Neto, M.D., Wilson Zancaner, M.D. and

R.R.

Pieroni, M.D.

NOTICIÁRIO

15

29

41

55 63

(4)

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INSTRUÇÕES PARA

OS

AUTORES

Os

ARQUIVOS BRASILEIROS DE ENDOCRINOLOGIA E METABALOGIA

editados pelo Instituto de Endocrinologia da Santa Casa de Misericórdia (Rio de Janeiro, Gb.) desti- nam-se ao registro de trabalhos nacionais ou estrangeiros, clínicos ou experimentais, no campo da Endocrionlogia e da Metabologia,

Os manuscritos publicados são de cinco tipos: artigos originais, apresentação de casos, cartas ao editor, artigos de atualização e editorial. Poderão ser escritos em português, inglês, espanhol e francês. Osartigos originais deverão descrever estudos endócrinos ou metabólicos relacionados à fisiologia e patologia. Os casos apresentados deverão corresponder a novas entidades mórbidas ou a novos aspectos de uma condição

já.

descrita. Cartas ao Editor será uma seção dos

ARQUIVOS

destinada à publicação de trabalhos curtos, descrevendo obser-..

vações importantes que mereçam. prioridade (nota prévia).

Destinar-se-á, também, à divulgação de cartas contendo comen- tários ou refutações de artigos publicados nos

ARQUIVOS.

Tais cartas deverão conter fatos concretos ou dados experi- mentais, não tendo caráter polêmico, Artigos de atualização

e editoriais serão escritos a convite do Editor.

Como órgão cficial da Sociedade prasileira de Endocri- nologia e Metabologia, os

ARQUIVOS

publicarão um noti- ciário destinado a divulgar as atividades das diversas seções regionais da

S.B.E.M.

além de informações de interêsse geral.

A

critério do. Conselho Científico serão publicado sim- pósios e resumos de trabalhos apresentados em reuniões da

S.B.E.M.

ou de suas regionais.

Os manuscritos enviados a publicação não deverão conter matéria em sua maior parte já publicada ou submetida a outra revista. Cada artigo deverá ser acompanhado de carta, indi-

(5)

INSTRUÇÕES PARA OS AUTORES 3 cando, com clareza, o enderêço do autor responsável. Os tra- balhos recebidos serão imediatamente acusados e enviados à apreciação do Conselho Científico. Os autores serão posterior- mente informados do resultado dêste julgamento.

Os trabalhos serão publicados na ordem de sua aceitação, devendo ser preparados segundo as seguintes: especificações:

1 - Título

3

O título deverá ser conciso, indicando claramente o assunto focalizado. Uma versão abreviada do título, compreen- dendo um número máximo de 40 letras e espaços, deverão ser também enviada. Deverá ser indicada a Instituição a que pertence o autor e onde o trabalho foi realizado.

2 - Organização e estilo

Os manuscritos deverão ser datilografados em duplicata, em espaço duplo, e escritos em linguagem clara, cencisa e simples. Uma vez que a revisão das provas ficará a cargo da Comissão de Redação, os artigos deverão ser cuidadosamente revistos antes de serem submetidos à apreciação da Revista.

Os autores deverão seguir na redação dos artigos originais, a seguinte organização:

À - Resumo:

Um curto sumário deverá descrever o que foi feito, obser- vado e concluído no trabalho. Além do resumo na língua em que foi escrito, os artigos deverão ser acompanhados de sumário em inglês.

B - Introdução:

A

introdução não deve ser extensa, nem corresponder a longa revisão da literatura; deverá compreender avenas refe- rências a trabalhos relacionados diretamente com a pesquisa apresentada.

C - Material e Métodos

A

seção de material e métodos deve ser suficientemente clara para permitir a repetição do trabalho por outros pesqui- sadores. Detalhes técnicos prêviamente publicados podem ser referidos apenas pela citação bibliográfica.

(6)

4 INSTRUÇÕES PARA OS AUTORES:

1

D- Resultados:

A

apresentação dos resultados deverá ser concisa, Tabelas

e figuras deverão ter legendas suficientemen.e claras para permitir a sua compreensão, independentemente da leitura do texto. Tabelas e legendas deverão ser datilografadas em fôlhas separadas; não serão aceitas tabcias que dupliquem figuras ou já tenham sido totalmente descritas no texio. Desenhos deverão ser feitos em nanquim sôbre papel vegetal, com le.ras escritas a normógrafo. Fotografias deverão ser enviadas em prêto e branco, nãc montadas e numeradas com lápis macio no verso.

(

E - Discussão:

A

discussão deverá ser limitada às observações e dados descritos.

F - Bibliografia:

Referências à literatura deverão ser feiras em ordem nu- mérica (entre parênteses )no textc, devendo ser apresentadas na mesma ordem, em fôlha separada.

As

citações de ariigos deverão conter sobrenome e iniciais dos autores, titulo com- pleto do artigo, abreviatura do nome da revista, primeira página e ano. As abreviauras dos periódicos deverão ser as usadas no Cumulated Index edicus, publicado pela Associação Médica Americana. Exemplo: Lim,

N.Y., K.W.

e Dingman,

J.F.,

Separation of Urinary 17-Ketosteroids by Glass Paper Chromatography,

J.

Clin, Endocrino!. 24:68, 1964, Referências

a livros deverão ser feitas do seguinte modo: Sunderman,

F.W.,

Lippin

-Evaluation

of Thyroid and Parathyroid Function,

J.B.

Lippincott Company, Philadelphia, 1963, p. 32.

Paschkis,

K.E.

e Rakoff,

A.E.,

in Pincus, G. e Thymann,

K.,

The Hormones, Academic Press,

N.Y.,

vol.

II,

p. 821.

Na organização de apresentação de Casos os autoresdeverão obedecer a seguinte ordem:

))

resumo; b) introdução;

c) apresentação do caso; d) discussão; e) biblicgrafia,

Separatas:

Serão enviadas 25 separatas do artigo publicado ao autor, cujo nome aparece em primeiro lugar. Lista de preços de separatas adicionais, assim como formulário para requisição das mesmas serão enviadas juntamente com a carta da redação aceitando o trabalho para publicação.

(7)

-ae

Arg. bras. Endocrin. Metab., 15(1) :5-14 Abril, 1966. Rio de Janeiro, Guanabara

id

VALOR

DE

LA HIPERTROFIA

DE

LOS ISLOTES

DE

LANGERHANS DEL PANCREAS INFANTIL

EN

LA BUSQUEDA

DE

LA DIABETES

O

PREDIABETES MATERNA

ISAAC FAERMAN, et al. RICARD SCHLOSSEBERG, OSCAR VALES (1)

En

los últimos anos, en la literaturaconciernente a Diabetes, han aparecido muchos trabajos vinculados a la busqueda de signos precoces de esta enfermedad, sobre todo de aquellos que permitan establecer si un paciente padece una diabetes latente, hecho de importancia para la profilaxis

y

prevención de la enfermedad.

Es conccido por todos el valor de las pruebas de tolerancia hidrocarbonada,

y

de la presencia en los pacientes de antece- dentes genéticos de diabetes, de patologia obstétrica

y

fetal, de

alteraciones humorales

y

bioquímicas que permiten. con gran margen de probabilidad incluir a un individuo en la categoria de pre-diabetico o de portador de una diabetes latente

(1).

Sin ambargo, uno de los síntomas, descriptos por JACKSON

W.P.U.

(2) como de gran valor, la hipertrofia e hiperplasia de los isolates de Langerhans del pâncreas infantil, no ha tenido la difusión, que a nuestro juício merece, ni la práctica de su búsqueda es común, aún en les centros especializados.

(1) Hospital Rawson - Buenos Aires - Argentina.

(8)

e

6 ISAAC FAERMAN et al.

La

patologia del feto e del nifio fallecido, hijo de madre diabética e pre-diabética es conocida por haber sido estudiada en los últimos afios. Los magníficos y exhautivos trabajos de GeLLIS (3), DRISCOLL (4)

y

MILLER (5) sonya clássicos

y

en ellos

se puede leer que en la mayoria de los casos autopsiados, la hipertrofia

y

hiperplasia de los islotes de Langerhans está' pre-

"sente en una proporción mucho mayor que los otros signos que se dan ccmo característicos de estos nihos.

JACKSON en su mencionado estudio, analizó un grupo de autopsias

y

en los casos en que aparecia la hipertrofia e hiper- de los islotes, citaba a las madres respectivas y las so- metia a la sistemática de la búsqueda de diabetes, siendo real- mente llamativa la gran frecuencia de la enfermedad encon- trada.en dichas mujeres.

En 1963, comenzamos a estudiar la incidencia de la hiper- trofia de los islotes de Langerhans en una pcblación infantil sin selección previa, de un hospital pediátrico, donde se efectúan sistemáticamente las autopsias de Jos niãos fallecidos.

Perseguíamos dos objetivos fundamentales: 1.º) Determinar el número de casos con hipertrofia e hiperplasia insular

y

2º) Estudiar las madres de lcs casos positivos y buscar en ellas signos y síntomas de diabetes con las-técnicas a nuestro alcance en ese memento. De esta manera podriamos comprobar si rea!- mente dicho signo era de valor como la afirma JacKson. La mayor parte de nuestros casos estudiados prevenian del Hos- pital de Nifios de Buenos Aires, que no tiene Maternicad anexa.

Resaltamos esto, porque la patologia perinatal que es muy frecuente en los hijos de Madres diabéticas se encuentra más comumente en los Servicios de Puericultura anexos a lasMater- nidades

y

donde salvo excepciones no se investiga la existencia de esta alteración del páncreas. Creemos que de hacerse, los -casos hailados serian más numerosos.

plasia

MATERIAL Y METODOS

El

material estudiado constaba de 100 pequefios trozos de.

pâncreas que correspondían a 6 fetos viables de más de 28 se-

(9)

VALOR DE LA HIPERTROFIA DE LOS

ISLOTES...

7

manas, 9 mortinatos de término y 85 niãos cuyas edades al fallecer oscilaban entre um día y 12 meses de edad.

La pieza remetida no tenía historia clínica ni datos del paciente. Solo la acompafiaba un número de orcen para facilitar

su posterior identificación. Con esto asegurábamos la impar- cialidad del observador.

Si

el estudio revelaba que existia hiper- trofia e hiperplasia de los islotes, se ccncurría al hospital de origen de la pieza y se estudiaba la historia clínica, en especial los antecedentes familiares. Posteriormente se citaba a la madre y se la sometia a la búsqueda sistemática de la diabetes latente, tal como la practicábamos con cualquier sospechoso de ser por- tador de diabetes o prediabetes.

El

material era remetido y fijado en formol al 10%, salvo algunos casos especia!es en Bouin o Zenker. Los cortes se obte- nían por congelación y por previa inclusión en parafina.

Se efectuaron coloraciones de Hematoxilina, Eosina.

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Fig. 1 - Fotomicrografia panorâmica de un páncreas normal. Com- párese el número y tamafio de los isoltes (a) con los de las

figuras n.ºs (2) y (3)

(10)

8 ISAAC FAERMAN et al.

Tricrómico de Masson, Van Gieson, Gemori e impregnaciones de Del Río Hortega.

No vamos a describir la estructura pancreática clásica.

(Fig. D.

Solimente haremos hincapié en hechos, que apartados de las conocidas descripciones, han dificultado la identificación de los islotes. Los límites de les mismos eran de gran variedad:

unos bien netos

y

precisos (Figs. 2, 3)

y

otros nos mostraban separación evidente de los acinos pareciendo continuarse la parte endocrina con la acinosa.

(Fig.

4).

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Fig. 2 - Fotomicrografia panorâmica correspondiente al caso n.. 2 a) islotes de Langerhans hipertróficos e hiperplasicos.

En otros cascos tuvimos aún dificultades en la individuali- zación de la parte insular, debido a que observamos muypeque- nos acúmulos celulares de 2 a5 elementos (microislotes) aislados entre los acinos o um entremezclamiento de células endocrinas con exocrinas y en los que solamente las coloraciones específicas demonstraban su verdadera naturaleza.

(Fig.

5).

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(11)

VALOR DE LA HIPERTROFIA DE LOS

ISLOTES...

9

Estos hechos traen como consecuencia que la determinación de la cantidad. total del parênquima endocrino sea

difícil

debido a la disposición anteriormente sefalada, que no permite una evaluación precisa

y

solamente se pueda basar en una apre- ciación subjetiva del observador,

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Fig. 3 - Fotomicrografia a mediano aumento. Caso n. 2. Dos islotes hipertróficos (a y b) y un de pequefio tomafio (c)

En cuantc a la arquitectura de los islotes hemos hallados tipos. glomerulares e glandulares (disposición en cordones) y tipos densos e macizos en los cuales la riqueza celular es mayor.

RESULTADOS

Sobre los 100 casos de páncreas estudiados hemos encontrado cuatro con hipertrcfia e hiperplasia de los islotes de Langerhans.

Ncsotros, agrupamos los islotes según su tamaão en: peque- nos hasta los 100 micrones; medianos 150, y grandes hasta 200

o más, que pueden llegar como en nuestros casos hasta los 450 micrcnes.

Los islotes normales correspondientes a edades similares miden entre 150 y 200 micrones como máximo.

(12)

Y

10 ISAAC FAERMAN et al.

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Fig. 5 Fotomicrografia a gran aumento (caso n. 1). Parte de un islote de Langerhans hipertrófico. Acentuadas irregularidades celulares y espe-

cialmente nucleares. Algunos nucleos monstruosos (a).

(13)

VALOR DE LA HIPERTROFIA DE LOS

ISLOTES...

11

En los casos patológicos los elementos histológicos más importantes que encontrames son:

1.º) Marcada hipertrofia e hiperplasia, que no deja lugar

a dudas sobre las mismas.

(Fig. 3).

2.º) Irregularidades de las formas y tamafios de las células y de los núcleos, especialmente estos que se mostraban hiper- cromáticos

y

algunos monstruosos.

(Fig.

4)

(Fig,

5).

3.º) Confusión de los límites del parénguima endccrino, que da la sensación de continuidad con el acino digestivo.

(Fig.

6).

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Fig. 6 - Fotomicrografia a gran aumento. Detalles de los acinos e islotes.

Impresión de continuidad de las, célulasislote con las acinosas (a).

Frente al hallazgo de estos cuatro casos patológicos, se re- visaron las historias correspondientes

y

fueron citadas las ma- dres para seren estudiadas, como lo mânifestamos anterior- mente, con búsqueda de diabetes. Dee las cuatro madres, dos eran diabéticas desde hacia varios ahios.

La tercera madre fue estudiada en nuestro servicio: tenía dos abortos espontáneos, unhijo de4.500

Kg.

alnacer.

La

prueba

de Cortisona Glucosa fue positiva (0,9-1,70-1,45-1 30). En trata- miento.

e

o

(14)

12 ISAAC FAERMAN et al.

La

cuarta mujer era RH-negativa y su hijo eritroblastósico y mongólico.

Es decirque sobre 4 mujeres, treseran diabéticas

y

la cuarta

RH

negativa (75% de positividad).

Ccmo grupo de control se tomaron al azar 25 páncreas sin alteracionesyseestudiaron lashistorias clínicas correspondientes ecn el mismo criterio que las anteriores.

De las 25 madres: una había tenido un hijo malformado y otra un hijo de 4.500

Kg.

al nacer. Las 23 restantes no tenían

en su historia ningún elemento de los que habitualmente con sefalados como de sospecha de diabetes o pre-diabetes.

Es evidente la proporción elevada de madres con diabetes en ;e! primer grupo, el de las hipertirofias, en contraste con el grupo cóntrol. Queremos resaltar esto hecho y además el de haber 4% de casos sobre 100, en una población no selecionada.

Estos dos hallazgos confirman los que encontró JACKSON y apcyan su tesis.

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8

COMENTARIOS

La

hipertrofia e hiperplasia de los islotes es un signo de presentación frecuente en los hijos de madre. diabética y pre- diabética. Si en una necropsia nos encontramos con dichos hallazgos tenemos la obligación de descartar actualmente, con los medios a nuestro alcance, la presencia en la madre de tras- tornos del metabolismo de los hidratos de carbono, si es que esta. mujer no conoce ya su enfermedad.

Además este signo, se ha encontrado solamente en niãos con eritroblastosis enfermedad de diagnóstico en general fácil, por lo que su. presencia es bastante sugestiva de .diabetes.

(6),

MD.

En nuestro medio médico son pocôós los servicios donde se efectúan sistemáticamente la autopsia de los nifios fallecidos, de les mortinatos y da los fetos viables.

Varios son les factores responsables (falta de personal adecuado en las morgues, câmaras frigórificas, horarios de los fallecimientos, retiro de los cadáveres). Pero queremos sefalar

(2),

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+

(15)

o

VALCR DE LA HIPERTROFIA DE LOS

ISLOTES...

13

fundamentalmente que los médicos no solicitan en forma siste- mática la autopsia de lcsnifos ymenos con criterio de búsqueda de la lesión de los islotes pancreáticos.

Si

esta investigación se incorpora a la práctica diaria, segu- ramente serían muchos más numerosos los casos hallados de.

madres diabéticas en especial en las maternidades, y se podria en consecuencia pesquisar la causa de muertes muchas veces no aciaradas por el deszonocimientc de la patologia materna.

Los benefícios de estos eventos no necesitan ser explicados en extenso. Creemos además que este tipo de investigaciones

ê

deben ser sugeridas por las sociedades de Diabetes a sus inte- grantes durante las campafias de pesquisa de la enfermedad.

Su aplicación a la práctiva diaria puede ser de utilidad y un elemento más en la lucha contra esta enfermedad que tanto ncs preocupa a todos.

BIBLIOGRAFIA

1 - LANDABURE,P.B. - El Sindrome de Prediabetes- El Dia Médico, Agosto, 1959, pg. 65.

2 - Jackson, W.P.U. - "Maternal Prediabetes as a Cause of the Unexplained Stillbirtn" - Diabetes, vol. 7, 6, 446, 448, 1958.

3 - GELLIS and SHIA - "The Infant of the Diabetic Mother" -

AM.A.

-

J.

Dis. of Children: 79:1: 1958.

4 - DeISCOLL, S., BERNISCHKE, K. and Curtis, G. - "Neonatal Deaths Am;zng Infants of Diabetic Mothers" - Amer. Journ. of Dis. of

+ Children, Vol. 100, december 1960, pg. 818.

5 - MILLER,D. - "Fetal Mortality -

J.4.M.A.,

126: 271, 1944.

6 - MILLER, H., JOHNSON, R. and DURLACHER, À. - "A Comparison of Newborn Infants with Erythroblastosis Fetalis with These Born to Diabetic Mothers" - The Journal of Pediatrics, June 1944, vol. 24, 6:603.

RANSTROM, S. - "The MorbidAnatomy cf Erytroblastosis Fetalis and its Relation to the Rh-Factor - Acta Pediátrica 40:41:58, 1951.

e

(16)

Arq. bras. Endocrin. Metab., 15(1) :15-28 Abril, 1966. Rio de Janeiro, Guanabara

ô

XX/XX SMALL FRAGMENT (DELETED Y)

IN

A TRUE HERMHRODITE

JOSÉ CARLOS CABRAL DE ALMEIDA, (1) MARIA DO CÉU ABREU.

MARCELLO ANDRÉ BARCINSKY RENATO ESTEVES. (2) JOSÉ SCHERMANN, (3)

ABSTRACT

The authors report a case 0f a True Hermaphrodite, chromatin- positive, presenting an ambiguous genitalia, ovary on the left side and an ovotestis on the right. Chromosomal studies were perfor- med, from yperipheral blood, and revealed a mosaic composed of cells containing the

XX

sex-chromosome and cells showing the same pattern plus a small centromeric fragment interpreted as a probably deleted

Y.

RESUMO

Os autores estudaram o caso de um' Hermafrodita, Verdadeiro, cromatina positivo, que apresentava uma genitalia ambígua carac-.

terizada por um falus, bôlsas escrotais vazias, uretra perineal e que possuia um ovário à esquerda e um ovoteste à direita. Os cromosomos foram estudados a partir da cultura de sangue peri-

1

1 Unidade de Citogenética Human", Instituto de Biofísica, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.

2 Instituto de Endocrinologia, 11 Cadeira de Clínica .Médica, Faculdade de MedicirgwS aiversidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.

3 Dept. de Endocrinologia, 3 Cadeira de Clínica Médica, F culdade de Medicina, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.

(17)

16 JOSÉ CARLOS CABRAL DE ALMEIDA et al.

férico e foi encontrado um mosaico constituído por células com o

padrão

XX

e células com o padrão

XX

mais um pequeno fragmento centromerico interpretado como um fragmento de

Y.

INTRODUCTION

The majority cf the cases of. true hermaphroditism is chromatin-positive (1) and the initial and frequent subssquent

"eports concerning the sex-chromosome pattern in this syn- drome have shown an

XX

complement

(2,3,

4,

5).

More recent works (6, 7), performing chromoscmal studies in cases of chromatin-positive true hermaphrodites, using different tissues (peripheral blood, skin and gonads), revealed the presence of only this same

XX

sex-chromosome pattern, failing te show any evidence of mosaicism.

Broccer e al.

(8),

however, after studying the chromoso- mal constitution from different tissues such as skin, blood, bens marrow and testicular material which demonstrated the sole presence of the

XX

sex-chromosome pattern in a true hermaphrodite who showed to be chromatin-negative in the buccal smears but who presented 8% of his. neutrophils con- taining drumsticks, succeeded in finding, when studying the chromosomes obtained from the culture of a second testicular biopsy, a clone of cells containning the

XY

pattern.

Mosaics, have been more frequently reported in the lite- rature, lately. Gartler et al. (9) found an

XX/XY

mosaic

in a case probably due to double fertilization: one two nuclei ovum fertilized

by

two spermatozoa; one containning the

X

and the other the

Y

chromosome. De GroucHy et al. (10), reported another case of a true hermaphrodite in which the same mosaic was found. In his case the mosaicism was also considered to be due to double fertilization and the finding of

a double population of blood proteins of the haptoglobin greup, confirmed it.

Other recent papers such as by ZUELZER et al. (11) and by Barx and Scorr (12) have reported this same mosaic asso- ciated with different phenotypes. The patient studied by ZUELZER et al. presented normal external male genitalia, had

8

(18)

XX/XX

S. F. (DELETED Y) IN A TRUE HERMAPHRODITE 17

slight gynecomastia but with' no demonstrated. evidence of hermaphroditism. The reports of BAIN and ScoTT concerned a case of 'mixed gonadal dysgenesis" in a

y

youngg woman with primary amenorrhea in which one gonad was represented by

a fibrous "streak" tissue and the other contained a disgermino- ma; no normal ovarian tissue was present.

Fraccaro et al. (13) described a complex mosaic

XX/

XXY/XXYYY

and

Turin

et al. (14) reported a

XX/

XXY

sex-chromoscme pattern in chromatin-positive patients

. who proved to be true hermaphrodites.

In the chromatin-negative cases there have been descript- ions of an

XY

karyotype (15) and of an

KY/KO

mosaic,

studied by HirsccHorn et al. (16).

Our present report concerns a young hermaphrodite re- ferred to the Human Cytogenetic Unit of the Instituto de Biofísica after the diagnosis had been established surgically and histopathologically and who revealed a

KX/XX

plus small fragment mosaic.

CASE REPORT

J.G.S.,

a 11 years old negro was referred to the Endocri- ne Department of the Santa Casa do Rio de Janeiro because of his ambigucus genitalia

(Figs.

1 and

2).

His father was

31 and mother 21 at the time of his birth. He was the first child of 6 sibs. His mother's pregnancy developed normally until the 7th month when she presented uterine blood loss.

Bed rest and "some injectiôns" were prescribed successfully.

He was delivered normally and at full-time and his birth- weight was normal. Due to his ambiguous genitalia he was registered with a name common to both sexes. Parents de- cided to rear him as female.

By

the age of 4, however, due to his "male behaviour" (sic)

thty

decided to educate him as

a boy. He had a normal physical and mental development.

He had 3 brothers and 2 sisters, all normal. When he was first seen examination revealed a clever, rather shy boy of fair general condition. His height was. 129, arm span 136, pubis-heel 68 and pubis-vertex 61 cm. No breast develop-

e

(19)

18 JOSE CARLOS CABRAL DE ALMEIDA et al.

ment. No axillary, no chest hair and scanty pubic hair were -noted. His genitalia showed a phallus measuring 2.5 cm, without urethral meatus, strongly pigmented labioscrotal folds suggesting a bifid serotum and presenting a midline depression where a perineal urethral meatus was found. No gonads were palpable. His bone age and skull

X-Ray

were normal.

F.S.H.

estimation was below 6 units. 17

Ks.

and 17 OHs.

were normal.

&

ço

*

4

ageEmE

Leal

Aa Sa

corvo, «EAD

+.

E

q

ts ata

KA 4

ã

E

+

bis Re

Es a

4 4 te

Fig. 2 - External genitalia showing phallus, empty scrotum and perineal urethra.

Fa

Fig. 1 - The Patient.

Laparatomy was performed and showed uterus, bilateral Fallopian tubes and bilateral gonads in the site of the ovaries.

These genads were biopsied and showed to be ovaries. One uid

year later the patient was reexamined. An uro-vaginogram

(20)

EN

XX/XX

S. F. (DELETED

Y)

IN A TRUE HERMAPHRODITE 19

revealed an uro-genital

sinus,

vagina and uterus. Nuclear sexing performed in oral and blood smears showed him to be chromatin-positive. He was, then, examined by.the Psycholo- gical Orientation to Infancy Unit of the Psychiatric Chair of the National Faculty of Medicine and

it

was concluded he had

N

+

+A "te

Fig.

3-

a) Left gonad composed exclusively of ovarian tissue.

b) Testiculartissue present at the inferior pole of the rightgonald.

(21)

20

JCSE

CARLOS CABRAL DE ALMEIDA et al.

f

a male orientation. It was decided to operate on him to remove the ovaries and internal femaie accessory internal organs and to -procesd the plastic of the external genitalia.

et

NS

Fig. 4 - Diagram of external and internal sexual structures. Right go- nad shows in black the localization of the testicular tissue.

Both gonads were removed and histological serial sections confirmed the left gonad to be an ovary, while the right gonad presented at its inferior pole testicular tissue showing small tubules without spermatogenesis

(Figs.

3 and

4).

HISTOPATHOLOGICAL DESCRIPTION

OF

THE GONADS RIGHT GONAD

Ovotestis - Ovarian tissue consisting of normal stroma containing primordial, de Graaf and atresic follicles and some follicular cysts and small area of testicular tissue containing- prepuberal sized semniferous tubules lined with thin walls and showing a predominantly wundifferentiated germinal epi- thelium, few spermatogonia, however, were seen near the basal membrance. Numerous clumps of Leydig cells contai- ning large and vacuolous cytoplasma were also found.

(22)

XX/XX

S. FP. (DELETED Y) IN A TRUE HERMAPHRODITE 21

LEFT

GONAD

Ovarian tissue containing primordial follicles and a large number of follicular cysts containing a protein, eosinophil material.

The patient was then sent to our Unit to have chromoso- mal studies performed. Now he is undergoing testosterone treatment, surgical correction of the genitalia and psychologi- cal supportive therapy.

CYTOLOGICAL STUDIES

Nuclear sexing of the oral muccsa cells revealed 45% of them to be chromatin-positive. Blood smear nuclear sexing showed a normal female pattern.

Chromosomal studies were performed following Moor- head's technique (17).

No. of cells counte! Less 46 46 46 plusfragm. more 46 No. of chromosomessj 4

|

69 13

|

0

K 68 RENA UR GA. AA

4-S(B)

(xx)

1 2 3

Pa ax sa CRASAS 0809

6-12+XI0) 13-151D)

CAST

ARS

AX RU

MA

16-18 (€) 19-20(F) 21-22(6)

6

4

Fig. 5 - Idiogram showing 46 chromosomes with an

XX

sex-paitern.

(23)

22 JOSÉ CARLOS CABRAL DE ALMEIDA et al.

Microscopical analysis and karyotyping of 10 cells contai- ning 46 chromosomes showed an

XX

sex-complement

(Fig.

5).

Karyotypes from 10 cells containing 46 chromosomes plus

É)

das

Dom "a

as

Za

3

"A

Ff? pele

Pos,

a

* b

q

E

Fig. 6 - Meétaph ses showing 46 chromosomes plus a small fragment.

the small fragment showed a pattern of the

XX

type plus the small fragment

(Fig.

6,7 and

8).

The 4 cells showing less than 46 chromosomes showed random loss of chromosomes.

The father's karyotype, studied from peripheral blood, was

XY

without any evidence of an abnormalicy. The mother's peripheral blood chromosomal analysis revealed a normal

XX

sex-complement without abnormalitiss.

DISCUSSION

The presence of a small fragment associated with a sex- chromosome anomaly has been found a few times in the lite- rature. VAHARU et al. (18) described one small fragment plus

45 chromosomes in a girl presenting an enlarged phallus, diag- nosed as a case of 'gonadal dysplasia" in which no laparatomy was performed. ConEnet al. (19) reported a small fragment,in- terpreted as a probable deletion of the

Y

chromosome, in a

e

(24)

XX/XX

S. F. (DELETED

Y)

IN A TRUE HERMAPHRODITE 23

3

&

4 de

&

f

bs BA

%

E

E

A.

Ba

E

$

Fis, 7 - Metaphase and detail of a highly affected cell by colchicine when centromeric fragment splitting can be seen.

(25)

24 JOSÉ CARLOS CABRAL DE ALMEIDA et al.

patient presenting a female phenotype, amenorrhea, lack of breast development and in which histological examination of the gonads showed a well-formed testis in one gonad while the other was composed of a hypoplastic ovarian cortical stroma (sic) of the type seen in "Turner's syndrome". The chromo- some pattern was interpreted as a mosaic

XO/Xy

and the

abnormal chromosome seemed to present a nearly median centromere.

GRI bo Ch ARCO

3

458) (xx

Bo RO sb GE AA 4 04 de

642000

134510)

&s E

E & o: Ro

A

o

aa

5a

16-18 (E) 19-201F) 21-2216)

Fig. 8 - Idiogram showing 46 chromosomes plus a small fragment, Ka- ryotype interpreted as presenting an

XX

deleted

Y

sex-pattern.

FRACCARO et al. (20) reported in a 61 years female with signs of masculinization a triple mosaic:

KO/Xy/XXKXiy.

In this case gonadal investigation was not done and the deleted.

chromosome was also interpreted as

Y.

LA CHAPELLE (21) investigated a case of female gonadal dysgenesis in which a small fragment was present in a clone of cells and interpret- ed it as a deleted

X.

He added, however, that there were other partial brakages in about 20% of the cells examined.

(26)

XK/XX

S. F. (DELETED

Y)

IN A TRUE HERMAPHRODITE 25

We have recently found (22) a very small fragment inter-.

preted as fragment of

X,

in a chromatin positive case of Turncr's syndrome who showed a very complex mosaic:

XX/

XO/X

fragment

X/X

isochromosome

X.

In a triple mosaic, chromatin-positive patient with

Tur-

ner's syndrome presenting secondary amenorrheaa a small frag- ment was also found by LonDON et al. (23). FERGUSON-SMITH et al. (5) reported in one true hermaphrodite, presenting an cvotestis, 46 chromoscmes and an

XX

pattern in 75 out of the

86 cells counted. Three of the examined cells contained, in ad- dition to the normal female complement, one small fragment.

The authors pointed out that this fragment could be .inter- preted as a centromere

sgment

of the

Y

chromosome remai- ning frem a translocation in a few cells. DEewHURST (24) called attention to the importance of the genadal histopatho- logica! descriptions and their correct interpretation whenever laparatomy is to be performed in the caszs of sex-chromoscme abnormalities. We would like to point out, in our case, how inadequate and misleading a simple biopsy. can be, once the existence of the suspected presence of testicular tissue could only be confirmed when serial sections of the gonad were performed.

It is generalty accepted that the

Y

chromosome is indis- pensable for the presence of the testis. To exvlain the first reports concerning the sole presence of an

XX

sex-comple- ment, in the absence of a clone of cells containing the

Y

chro- mosome, in true hermaphrodites, the presence of a nondetzc- ted mosaic in other non-cxamined tissues, such as the gonads, were evoked. More recent papers (6,7) studying chromosome complements in chromatin-positive cases of true hermaphro- dites using different tissues such as blood, skin and gonads have persistently failed, to reveal another chromosome pattern than the

XX.

De GroucHy (10) considers the possibility of an initial

Y

containing clone of celis that could have got lost during early embryogenesis. BroccEr et al. (8), however, succeeded in demonstrating in the cultured material from a second testicular biopsy, metaphases containing the

XY

sex pattern after several different tissues examined, including a

8

À

(27)

26 JOSÉ CARLOS CABRAL DE ALMEIDA et al.

first testicular biopsy, had failed to show the presence of any other .sex-chromoosmal pattern but the

XX.

In our present case the concomitant existence of testicular tissue which allow us to suspect the presence of

Y

material and a clone of cells containing an exira small centric frag- ment, permit us to interpret this chromosome as a probabiy deleted

Y.

The presence ofa true intersex state and the absen- ce of non-genital congenital abnormalities renders most unli- kely thai this centric fragment could be of a non-sexual chro- mosom2 origin. Thus, in this case the small fragment is interpreted as a brobable deleted

Y,

having lost approximately its whole long arm. Quite a few hyvothesis can be postulated as for the origin of such a mosaic. The most likely one, seems the one to have initiated with the abnormal

Y

chromosome ha- ving been originated during paternal game.ogenesis with im- pairment of the sex-chromosome disjunction giving rise to an Xiy spermatozca. This patient, was then problably origi- nated as an abnormal

XX"y"

zygote which may have lost the small

"y"

in one of the subsequent divisions giving origin to

a clone of- cells containing the

XX

sex-chromosome comple- ment. The other hypothesis wculd postulate either an abnor- mal

XXY

zygote with posterior deletion of the

Y

and subse-

quent loss of the centromeric fragment in other divisions or an abnormal

X"y"

zygots, with posterior non-disjunction of the

X

chromcsome and loss of the "y" in other divisions.

The interpretation of this mosaic as an

XX/KXy

in a

true hermaphrodite may implye in a correlation between this condition and the Klinefelter syndrome in which as been described the

XX/XXY

mosaic (25, 26). One wonders whe- ther the presence of an abnormal deleted

Y

could have been responsible for "changing" a Klinefelter into a true herma- phredite. The reports of TURPIN et al. (14), of CLAVERO et al. (27) cf the

XX/X XY

mosaics and the report of RiBas- Munpo et al. (28) of an

XX/XY/XXY

mosaic in cases of thº

sc-called true hermaphrodites suggest, once more, a relationship be.ween these two intersex conditions.. Another curious fin- ding associating both conditions is the presence of the classical

6.»

&

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