01.01 - IDENTIFICAÇÃO
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ
3.530.015.770
4 - NIRE
PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes 00287-9
01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)
Luís Felipe Pedreira Dutra Leite
R.Dr.Renato Paes de Barros,1017 4º andar
04530-001 São Paulo SP
Itaim Bibi
011 2122-1415 - -
011 2122-1526 - -
01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR
EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO
01/01/2003
1 - NOME
2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO
4 - CEP 5 - MUNICÍPIO
7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX
01.02 - SEDE
R.Dr.Renato Paes de Barros,1017 4º andar Itaim Bibi
04530-001 São Paulo
011 2122-1200 - -
- -
2122-1201 011
SP
[email protected] 1 - ENDEREÇO COMPLETO
3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF
6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX
15 - E-MAIL
6 - UF
[email protected] 16 - E-MAIL
2 - BAIRRO OU DISTRITO
1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO
TRIMESTRE ATUAL
3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO
TRIMESTRE ANTERIOR
6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO
31/12/2003 3 01/07/2003 30/09/2003 2 01/04/2003 30/06/2003
9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR
11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ
Sem Ressalva
30/09/2002 30/06/2003
30/09/2003
01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA
01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL
Total
6 - TIPO DE CONSOLIDADO
Empresa Comercial, Industrial e Outras
1 - TIPO DE EMPRESA
Operacional
2 - TIPO DE SITUAÇÃO
Privada Nacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO
Fabricação de cervejas e refrigerantes
5 - ATIVIDADE PRINCIPAL Número de Ações
(Mil)
1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR
1 - Ordinárias 2 - Preferenciais 3 - Total Em Tesouraria 4 - Ordinárias 5 - Preferenciais 6 - Total Do Capital Integralizado
38.537.333 22.801.455 15.735.878 01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL
15.735.878 22.801.455 38.537.333
104.546 498.254 602.800
104.546 399.489 504.035
1030100 - Bebidas
4 - CÓDIGO ATIVIDADE
3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR
15.795.903 22.824.827 38.620.730
40.400 81.837 122.237
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES
01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE
1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - TIPO AÇÃO 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
01 RCA 02/09/2003 Dividendo 13/10/2003 ON 0,0123000000
02 RCA 02/09/2003 Dividendo 13/10/2003 PN 0,0135300000
03 RCA 02/09/2003 Juros Sobre Capital Próprio 13/10/2003 ON 0,0055294000
04 RCA 02/09/2003 Juros Sobre Capital Próprio 13/10/2003 PN 0,0060824000
7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS
01811-2
01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO
1- ITEM 2 - DATA DA ALTERAÇÃO
3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL (Reais Mil)
4 - VALOR DA ALTERAÇÃO (Reais Mil)
5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO
COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV
(Mil)
8 - PREÇO DA AÇÃO NA EMISSÃO
(Reais)
02.808.708/0001-07
01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES
1 - DATA 2 - ASSINATURA
10/11/2003
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2003 4 - 30/06/2003
1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ
1 Ativo Total 6.162.037 5.836.913
1.01 Ativo Circulante 178.816 135.964
1.01.01 Disponibilidades 7 72
1.01.01.01 Caixa e equivalentes 7 72
1.01.02 Créditos 47.602 46.169
1.01.02.01 Impostos a recuperar 47.602 46.169
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 131.207 89.723
1.01.04.01 Dividendos e/ou Juros Cap.Próprio 130.590 89.458
1.01.04.02 Outros ativos 617 265
1.02 Ativo Realizável a Longo Prazo 547.187 512.717
1.02.01 Créditos Diversos 469.202 434.732
1.02.01.01 Depósitos judicias 43.600 43.890
1.02.01.02 Venda financiada de ações 191.605 189.584
1.02.01.03 Imposto renda e Contrib. social diferido 233.997 201.258
1.02.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0
1.02.02.01 Com Coligadas 0 0
1.02.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.03 Outros 77.985 77.985
1.02.03.01 Outros ativos 77.985 77.985
1.03 Ativo Permanente 5.436.034 5.188.232
1.03.01 Investimentos 5.436.034 5.188.232
1.03.01.01 Participações em Coligadas 0 0
1.03.01.02 Participações em Controladas 5.434.480 5.187.221
1.03.01.02.01 Participações em controladas 5.094.314 4.825.870
1.03.01.02.02 Ágio/Deságio líquido s/ controladas 340.166 361.351
1.03.01.03 Outros Investimentos 1.554 1.011
1.03.02 Imobilizado 0 0
1.03.03 Diferido 0 0
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2003 4 - 30/06/2003
2 Passivo Total 6.162.037 5.836.913
2.01 Passivo Circulante 848.231 315.747
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.01.02 Debêntures 0 0
2.01.03 Fornecedores 0 0
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 79 431
2.01.04.01 Demais tributos e contribu a recolher 79 431
2.01.05 Dividendos a Pagar 843.442 228.664
2.01.05.01 Dividendos a pagar 723.146 5.467
2.01.05.02 Prov. de juros sobre o capital próprio 120.296 223.197
2.01.06 Provisões 4.221 819
2.01.06.01 Provisões sociais / encargos trabalhista 2.087 403
2.01.06.02 Provisões estatutária 2.134 416
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 489 85.790
2.01.08 Outros 0 43
2.01.08.01 Salários, Partic. e Encargos sociais 0 0
2.01.08.02 Outros passivos 0 43
2.02 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.161.772 1.044.718
2.02.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.02.02 Debêntures 0 0
2.02.03 Provisões 138.218 125.631
2.02.03.01 Contigênciais 138.218 125.631
2.02.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 1.023.554 918.659
2.02.05 Outros 0 428
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 4.152.034 4.476.448
2.05.01 Capital Social Realizado 3.124.059 3.124.059
2.05.02 Reservas de Capital 16.592 16.592
2.05.02.01 Adiantamento p/futuro aumento de capital 0 0
2.05.02.02 Prêmio opção de compras de ações 4.867 4.867
2.05.02.03 Ágio na baixa de ações em tesouraria 11.725 11.725
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 871.599 921.523
2.05.04.01 Legal 138.253 138.253
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2003 4 -30/06/2003
1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ
2.05.04.05.01 Futuro aumento de capital 25.874 25.874
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro (221.260) (171.336)
2.05.04.07.01 Ações em tesouraria (221.260) (171.336)
2.05.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 139.784 414.274
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2003 a 30/09/2003 4 - 01/01/2003 a 30/09/2003 5 - 01/07/2002 a 30/09/2002 6 - 01/01/2002 a 30/09/2002
3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0
3.02 Deduções da Receita Bruta 0 0 0 0
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 0 0 0 0
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos 0 0 0 0
3.05 Resultado Bruto 0 0 0 0
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 309.407 1.093.689 494.955 1.066.579
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (11.147) (13.968) (4.628) (8.260)
3.06.02.01 Despesas Administrativas (156) (1.125) (1.083) (3.300)
3.06.02.02 Honorários da Diretoria (1.964) (2.852) (1.473) (4.237)
3.06.02.03 Provisão para contigências (9.027) (9.991) (2.072) (723)
3.06.03 Financeiras (331) (29.732) (10.703) (38.635)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 7.388 28.821 11.567 20.659
3.06.03.02 Despesas Financeiras (7.719) (58.553) (22.270) (59.294)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 338 357 204.859 204.859
3.06.05 Outras Despesas Operacionais (21.702) (64.131) (127.031) (212.738)
3.06.05.01 Amortização de ágio em controladas (21.184) (63.553) (21.185) (63.554)
3.06.05.02 Outras despesas operacionais (518) (578) (105.846) (149.184)
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 342.249 1.201.163 432.458 1.121.353
3.07 Resultado Operacional 309.407 1.093.689 494.955 1.066.579
3.08 Resultado Não Operacional (70) (215.513) 0 0
01811-2 COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV 02.808.708/0001-07
03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2003 a 30/09/2003 4 - 01/01/2003 a 30/09/2003 5 - 01/07/2002 a 30/09/2002
1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ
6 - 01/01/2002 a 30/09/2002
3.12.01 Participações (1.718) 5.430 0 (4.342)
3.12.01.02 Administradores (1.718) 5.430 0 (4.342)
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 340.358 977.829 497.437 1.078.899
PREJUÍZO POR AÇÃO LUCRO POR AÇÃO
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil)
0,00897 0,02578 0,01292
37.934.533 37.934.533 38.498.493 38.498.493
0,02802
Valores em milhares de Reais 1 Contexto operacional
(a) Considerações gerais
A Companhia de Bebidas das Américas - AmBev (referida como "Companhia" ou "AmBev"), com sede em São Paulo, tem por objetivo, diretamente ou pela participação em outras sociedades, no Brasil e em outros países da América Latina, a produção e comercialização de cervejas, chope, refrigerantes, outras bebidas não alcoólicas e malte.
A Companhia mantém acordo de “franchising” com a PepsiCo International, Inc. ("PepsiCo") para engarrafar, vender e distribuir produtos Pepsi no Brasil, incluindo o isotônico Gatorade (processo em fase de análise pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE). Há também acordo com a PepsiCo para engarrafamento, venda e distribuição fora do Br asil do "Guaraná Antarctica" por parte da PepsiCo. O produto já é comercializado em Portugal, Porto Rico e Espanha com base nesse acordo.
Em julho de 2003, a Companhia aumentou o capital de sua controlada subsidiada na Guatemala, Industrias del Atlántico (“Atlántico”), no montante de R$ 20.842, que teve o início de suas atividades operacionais durante o mês de setembro de 2003.
Em outubro de 2003, a Companhia anunciou acordo para compra de alguns ativos da Embotelladora Rivera, no Peru. Por meio dessa transação, a Companhia adquirirá a franquia da PepsiCo. para produção, comercialização e venda de produtos Pepsi em Lima e na região norte daquele país.
A AmBev tem suas ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA e na Bolsa de Valores de Nova York - NYSE, na forma de Recibos de Depósitos Americanos - ADRs.
(b) Aliança estratégica com a Quinsa
Em janeiro de 2003, a AmBev e a Quilmes Industrial S.A. (“Quinsa”), anunciaram a conclusão de uma aliança estratégica com o objetivo de integrar suas operações, principalmente no Mercado Comum do Cone Sul - Mercosul.
Parte dessa aliança contempla acordos de licenciamento e distribuição pelos quais a Quinsa produzirá e comercializará na Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Chile as marcas de cerveja da AmBev e, suas controladas, e da mesma forma, a AmBev poderá importar, produzir e comercializar no Brasil as marcas
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
Durante o trimestre findo em 31 de março de 2003, a Companhia adquiriu inicialmente, inclusive por intermédio de controlada, 230.920.000 ações classe A e 26.388.914 ações classe B da Quinsa, assim como 8,6% do capital social da Quilmes International (Bermuda) Ltd. (“QIB”), totalizando um interesse econômico conjunto de 40,5%, pelo montante de R$ 1.729.728 (pagos em caixa no valor de R$
1.429.073 e por meio de contribuição de ativos localizados no Mercosul, a valor contábil, no montante de R$ 300.655). O ágio apurado foi economicamente fundamentado em rentabilidade futura, a ser amortizado em 10 anos.
Os controladores da Quinsa têm o direito de permutar suas 373,5 milhões de ações
classe A da Quinsa por ações da AmBev, em períodos especificados em cada ano a partir de abril de 2003. A AmBev também têm o direito de determinar a permuta de ações classe A da Quinsa por ações da AmBev a partir do final do 7o. ano (a contar de abril de 2003). Em ambos os casos, o número de ações da AmBev a ser emitido para os controladores da Quinsa será determinado com base no
"EBITDA" das duas companhias.
A conclusão da transação foi autorizada pela Comisión Nacional de Defensa de la Competencia (“CNDC”), autoridade reguladora da concorrência na Argentina, sujeita às seguintes restrições:
(i) Dentro de um prazo de doze meses a partir de 14 de janeiro de 2003, Quinsa e AmBev (as "Partes") devem vender os seguintes ativos:
Para uma cervejaria independente e estrangeira, financeiramente capaz e que não produza cerveja no mercado argentino (o "Comprador"):
- As marcas Bieckert e Palermo;
- Transferência da licença de produção da marca Heineken. Caso a transferência desta licença seja inviável, ou seja, considerada prejudicial às Partes, a marca Imperial deve, então, ser vendida em substituição à marca Heineken;
- A marca Norte, a critério do Comprador, desde que seja atingido um acordo quanto ao preço.
Havendo impasse, este preço será determinado pela avaliação a ser feita por um banco de investimentos apontado pelas Partes, e cuja reputação seja internacionalmente reconhecida; e - A cervejaria localizada em Lujan, onde era produzida a marca Brahma.
Para um terceiro que não o Comprador, e que não produza cerveja no mercado argentino:
- A unidade de produção de malte, adjacente à unidade de produção de cerveja da marca Bieckert, localizada em Llavallol, Buenos Aires. Alternativamente, as Partes podem acordar em transferir para esse terceiro, os direitos de exploração da produção de malte nessa unidade por um período de dez anos.
(ii) Dentro de um prazo de doze meses a partir de 14 de janeiro de 2003, as Partes devem submeter documentação aos órgãos reguladores da concorrência na Argentina, evidenciando o compromisso de:
- Permitir ao Comprador, por um período de sete anos a partir da data da venda dos ativos mencionados no item (i), acesso à rede de distribuição da Quinsa na Argentina, para as marcas vendidas ao Comprador; e
- Não induzir consumidores e clientes a comprar outros produtos em operações casadas com cerveja.
(iii) As Partes devem se comprometer com o Comprador a produzir as marcas Bieckert, Palermo e Heineken ou Imperial (conforme o caso), por um período de dois anos, a partir da data na qual estes ativos forem vendidos.
Em abril de 2003, a Cervecería Salta S.A. (empresa pertencente ao grupo CCU), interpôs perante à Justiça Federal competente da Província de Salta uma medida cautelar, na qual foi solicitada habilitação para participar do processo de aquisição dos ativos mencionados no item (i). Como consequência desta ação iniciada pela Cerveceria Salta S.A., os prazos originalmente impostos encontram-se suspensos até que se resolva a presente questão.
2 Principais práticas contábeis (a) Informações trimestrais
As informações trimestrais da Companhia foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
Na elaboração das informações trimestrais é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. Assim, as informações trimestrais incluem várias estimativas referentes à seleção de vidas-úteis do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, determinação de provisão para imposto de renda e outras similares que, apesar de refletirem a melhor estimativa possível por parte da administração da Companhia, podem apresentar variações em relação aos dados e valores reais.
(b) Apuração do resultado
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
(c) Ativos circulante e realizável a longo prazo
Caixa e equivalentes, representados por valores de liquidez imediata com vencimento original de até 90 dias, são apresentados ao custo de aquisição, equivalentes ao seu valor de mercado. As aplicações financeiras, substancialmente representadas por títulos e valores mobiliários, títulos governamentais, certificados de depósito bancário e cotas de fundos de investimentos, inclusive denominados em moeda estrangeira, são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos;
quando necessário, é constituída provisão para redução aos valores de mercado.
O saldo de aplicações financeiras em 30 de setembro de 2003, inclui depósitos em conta corrente e aplicações financeiras, concedidos à título de garantia vinculadas com a emissão de títulos de dívida externa de controladas, no montante de R$ 178.550 (30 de junho de 2003 – R$ 174.455)
A provisão para créditos de liquidação duvidosa no consolidado, de R$ 179.085 em 30 de setembro de 2003 (30 de junho de 2003 - R$ 173.630), é constituída em montante considerado suficiente pela administração para cobrir as perdas prováveis na realização dos créditos.
Os estoques são demonstrados ao custo médio das compras ou produção, ajustados, quando necessário, por provisão para redução aos valores de realização. Em 30 de setembro de 2003, a provisão para redução dos estoques aos seus valores de realização, no consolidado, totaliza R$ 19.716 (30 de junho de 2003 - R$ 16.207), contabilizada na conta de "Almoxarifado e outros, líquidos".
Gastos com publicidade e marketing são diferidos dentro de cada exercício social e sistematicamente apropriados ao resultado de cada período de acordo com o volume de vendas projetado, respeitando-se dessa forma a sazonalidade mensal das vendas.
Demais ativos circulantes e do realizável a longo prazo são apresentados ao valor de custo, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos; quando necessário, é constituída provisão para redução aos valores de mercado.
(d) Permanente
Os investimentos em sociedades controladas e em controladas em conjunto são avaliados, na controladora, pelo método da equivalência patrimonial, incluindo, na sua primeira avaliação, a
uniformização das práticas contábeis àquelas adotadas pela Companhia e o desdobramento dos custos de aquisição em valor patrimonial, ágio ou deságio. O ágio em investimentos fundamentado na mais-valia do imobilizado é amortizado com base na depreciação ou realização do imobilizado da controlada, enquanto o ágio atribuído à expectativa de rentabilidade futura é amortizado no prazo de cinco até dez anos; a amortização do ágio é registrada na rubrica "Outras despesas operacionais". O deságio em investimentos, atribuído a razões econômicas diversas, somente será amortizado na eventual alienação do investimento, segundo as normas estabelecidas pela CVM.
O imobilizado é demonstrado ao custo e inclui os juros incorridos no financiamento durante a fase de construção de certos ativos qualificados. Os gastos com manutenção e reparos são registrados em contas de despesas quando incorridos. As perdas com a quebra de garrafas e garrafeiras durante a produção são incluídos nos custos dos produtos vendidos. A depreciação é calculada pelo método linear, considerando a vida útil-econômica dos ativos, às taxas anuais mencionadas na Nota 5.
A amortização do diferido é calculada pelo método linear, no prazo máximo de até dez anos, a partir do início das atividades operacionais. Efetua-se a baixa contábil dos ativos diferidos quando totalmente amortizados.
(e) Conversão das demonstrações financeiras das controladas e coligadas sediadas no exterior
Com exceção das operações mencionadas no parágrafo seguinte, as demonstrações financeiras das controladas e coligadas sediadas no exterior são elaboradas considerando-se a moeda local como a moeda funcional (a moeda funcional de uma entidade é a moeda principal do sistema econômico em que a entidade opera), e ajustadas pela inflação quando aplicável, com base na variação de índices de preços locais. Dessa forma, os seus ativos, passivos e patrimônio líquido são convertidos em reais às taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações financeiras. Por sua vez, as contas do resultado são convertidas e mantidas em reais às taxas médias de câmbio do período; a diferença entre o resultado líquido apurado às taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações financeiras e às taxas médias de câmbio do período é ajustada na linha de “Outras receitas operacionais”.
O dólar norte-americano é considerado a moeda funcional das operações de malte localizadas na Argentina e Uruguai, já que as suas receitas e os seus fluxos de caixa, estão atrelados substancialmente a essa moeda;
dessa forma são adotados os seguintes procedimentos na elaboração das demonstrações financeiras dessas subsidiárias:
(i) estoques, imobilizado e depreciação acumulada, bem como as contas do patrimônio líquido, são convertidos em dólares às taxas cambiais históricas e convertidos em reais, assim como os ativos e passivos monetários, às taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações financeiras;
(ii) a depreciação e outros custos e despesas relativos aos ativos convertidos às taxas cambiais históricas são calculados com base nos valores dos ativos em dólares norte-americanos e convertidos e mantidos em reais às taxas médias de câmbio do período. As demais contas de resultado são convertidas e mantidas em reais às taxas médias de câmbio do período; a diferença entre o resultado líquido apurado às taxas de câmbio vigentes na data das demonstrações financeiras e às taxas médias de câmbio do período é ajustada na linha de “Outras receitas operacionais”.
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
Conforme Decreto número 664/2003 do Poder Executivo Nacional da Argentina, as demonstrações financeiras das subsidiárias do grupo Quinsa localizadas na Argentina, deixaram de ser ajustadas pela inflação a partir de 1º. de março de 2003.
(f) Passivos circulante e exigível a longo prazo
São demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridos.
(g) Operações de "forward" e "swap" de moedas e juros
Os valores nominais das operações de “forward” e “swap” de moedas e juros não são registrados no balanço patrimonial.
A Companhia mantêm instrumentos derivativos com o objetivo de “hedge” da sua exposição
consolidada de riscos de moedas e juros, o que não impede que seus resgates possam ocorrer antes do prazo final dos seus vencimentos. Dessa forma, em atendimento à legislação societária, operações “não designadas contabilmente”, são mensuradas ao seu valor de custo apurado com base nas condições contratuais entre a Companhia e terceiros (“valor da curva”), ou valor de mercado, dos dois o menor.
Com o objetivo de neutralizar o resultado de certos “swaps” existentes, a Companhia contrata operações idênticas com a posição oposta (com o mesmo valor no vencimento, a mesma data de liquidação e o mesmo indexador). As duas posições opostas são registradas contabilmente ao valor da curva, por estarem assim designadas.
(h) Operações de “forward” e “swap” de “commodities”
A Companhia mantêm instrumentos derivativos com o objetivo de “hedge” de sua exposição consolidada de preços de matérias-primas denominadas em moeda estrangeira, a serem adquiridas.
Os resultados líquidos desses instrumentos derivativos, designados contabilmente como objeto de
“hedge”, são mensurados ao valor de custo (equivalêntes ao seu valor de mercado), diferidos e contabilizados no balanço patrimonial da Companhia nas contas de “Créditos” ou “Outros passivos”, e reconhecidos no resultado quando houver a venda do produto na linha de “Custo dos produtos vendidos”.
(i) Provisão para contingências e passivos associados a questionamentos fiscais
A provisão para contingências é estabelecida por valores atualizados, para questões trabalhistas, tributárias, cíveis e comerciais em discussão nas instâncias administrativas e judiciais, com base nas estimativas de perdas estabelecidas pelos consultores jurídicos externos da Companhia e suas controladas, para os casos em que as perdas são consideradas prováveis.
As economias de impostos, obtidas com base em decisões judiciais em ações movidas pela Companhia e suas controladas contra as autoridades tributárias, caso lançadas ao resultado, são objeto de
provisionamento até que sejam asseguradas por decisão em última instância em favor da Companhia e suas controladas.
(j) Subvenção para investimentos
As controladas da Companhia possuem programas de incentivos fiscais estaduais na forma de
diferimento do pagamento de impostos, com reduções parciais ou totais dos mesmos. Em alguns Estados os prazos de carência e as reduções não são condicionais; todavia, quando existentes, as condições referem-se a fatos sob controle da Companhia. O benefício relativo à redução no pagamento desses impostos é tratado como reserva para subvenção de investimentos e registrado no patrimônio líquido das controladas, observado o regime de competência de registro desses impostos, ou no momento em que as controladas cumprem com as principais obrigações fixadas nos programas estaduais, de forma a ter o benefício concedido. Nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia esse benefício é registrado como "Outras receitas operacionais" (montante referente ao trimestre findo em 30 de setembro de 2003 – R$ 43.952; 30 de setembro de 2002 - R$ 40.236).
(k) Impostos de renda e contribuição social sobre o lucro líquido
O imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido são calculados às alíquotas estabelecidas na legislação aplicável. O encargo referente ao imposto de renda e à contribuição social é registrado em regime de competência de exercícios, incluindo o imposto diferido calculado sobre as diferenças temporárias entre as bases contábeis e tributáveis de ativos e passivos.
É também registrado imposto de renda diferido ativo correspondente ao benefício tributário futuro de prejuízos fiscais e bases negativas de cálculo para as controladas e coligadas em que haja expectativa de realização provável desses benefícios, no prazo máximo de dez anos, baseado em projeções de
resultados futuros, descontados ao seu valor presente, atendendo às disposições da deliberação CVM no.
273/98 e instrução CVM no. 371/02.
(l) Benefícios a empregados
Conforme estabelecido pelas Normas e Procedimentos de Contabilidade - NPC no. 26 - "Contabilização de Benefícios a Empregados", emitidas pelo IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil e aprovadas pela deliberação CVM no. 371/00, a Companhia reconhece ativos e passivos atuariais relacionados a benefícios pagos a empregados.
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
(m) Demonstrações financeiras consolidadas
Para as empresas controladas pela Companhia foi consolidada a totalidade de seus ativos, passivos e resultados, sendo destacadas as participações dos acionistas minoritários no patrimônio líquido e no resultado dos exercícios.
Na consolidação foram eliminados os investimentos nas controladas e a parcela correspondente dos seus patrimônios líquidos, assim como os saldos ativos e passivos, bem como as receitas e despesas,
decorrentes de transações realizadas entre as empresas consolidadas. Adicionalmente, elimina-se a parcela de lucros não realizados decorrente de compras de insumos e produtos de controladas e coligadas, incorporada ao saldo dos estoques no fim de cada período.
As demonstrações financeiras consolidadas abrangem as demonstrações financeiras, em datas coincidentes, das sociedades controladas pela Companhia, direta ou indiretamente.
Para as empresas controladas em conjunto, mediante acordo de acionistas, relacionadas a seguir, a consolidação incorpora as contas de ativo, passivo e resultado, proporcionalmente à participação total detida pela Companhia no seu capital social. Na consolidação proporcional, foram eliminadas as
parcelas correspondentes dos saldos proporcionais de ativos e passivos, bem como as receitas e despesas proporcionais, decorrentes de transações realizadas entre as empresas.
Percentual de participação total (direta e indireta) no capital social 30.09.03 30.06.03
Agrega Inteligência em Compras Ltda (“Agrega”) 50,0 50,0
Quinsa (i) 44,5 41,2
(i) Participação de 36,1% no capital votante, entretanto, através do acordo de acionistas entre os controladores de Quinsa e AmBev, as decisões são compartilhadas.
Os ativos líquidos da Quinsa e da Agrega, consolidados proporcionalmente nas demonstrações financeiras da Companhia, são como seguem:
. Em 30 de setembro de 2003
Agrega Quinsa Total
Ativo circulante 1.468 389.289 390.757
Ativo realizável a longo prazo 88.772 88.772
Ativo permanente 414 1.065.271 1.065.685
Passivo circulante (774) (210.282) (211.056)
Passivo exigível a longo prazo (492.201) (492.201)
Participação de minoritários (157.976) (157.976)
Total ativos líquidos 1.108 682.873 683.981
. Em 30 de junho de 2003
Agrega Quinsa Total
Ativo circulante 303 348.493 348.796
Ativo realizável a longo prazo 92.430 92.430
Ativo permanente 425 989.920 990.345
Passivo circulante (1.122) (506.458) (507.580)
Passivo exigível a longo prazo (144.564) (144.564)
Participação de minoritários (144.112) (144.112)
Total ativos (passivos) líquidos (394) 635.709 635.315
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
Os resultados da Quinsa e da Agrega, consolidados proporcionalmente nas demonstrações financeiras da Companhia, são como seguem:
. Trimestre findo em 30 de setembro de 2003
Agrega Quinsa Total
Receita Líquida de vendas 135 172.652 172.787
Custo de Bens Vendidos (91.425) (91.425)
Resultado Bruto 135 81.227 81.362
Despesas/Receitas Operacionais (633) (110.232) (110.865)
Resultado Operacional (498) (29.005) (29.503)
Resultado Não Operacional (1.845) (1.845)
Provisão para Imposto de Renda 1.234 1.234
Participações Minoritárias 4.478 4.478
Lucro (prejuízo) do período (498) (25.138) (25.636)
. Trimestre findo em 30 de junho de 2003
Agrega Quinsa Total
Receita Líquida de Vendas 148 143.632 143.780
Custo de Bens Vendidos (85.785) (85.785)
Resultado Bruto 148 57.847 57.995
Despesas/Receitas Operacionais (653) (38.782) (39.435)
Resultado Operacional (505) 19.065 18.560
Resultado Não Operacional (11.592) (11.592)
Provisão para Imposto de Renda 73 73
Participações Minoritárias (2.826) (2.826)
Lucro (prejuízo) do período (505) 4.720 4.215
Destacamos na tabela abaixo as principais participações da Quinsa em sociedades controladas, consolidadas integralmente em suas demonstrações financeiras, e ajustadas de forma proporcional nas demonstrações financeiras consolidadas da AmBev:
Percentual total de participação
30.09.03 30.06.03
CCBA S.A. 87,7 (i) 100
CCBP S.A. 87,7 (i) 100
Cerveceria Boliviana Nacional La Paz 68,1 66,1
Cerveceria Chile S.A. 87,6 85,0
Cerveceria Paraguay S.A. 71,7 69,6
Cerveceria y Malteria Quilmes S.A.I.C.A. y G.
87,3 84,8
Fábrica Paraguaya de Vitrios S.A. 64,6 62,7
Fábricas Nacionales de Cerveza S.A. 84,6 50,7
QIB 94,7 93,6
Salus S.A. (ii) 88,4 87,5
(i) Queda de percentual decorrente de processo de reestruturação no grupo Quinsa.
(ii) Parte cervejeira; não inclui a operação de água (n) Transações com partes relacionadas
As transações com partes relacionadas envolvem, entre outras operações, a compra e a venda de matérias- primas como aromas e concentrados, malte, rolhas, produtos acabados diversos, prestação de serviços como frete, entre outros, e administração em certos fundos de investimentos, valores esses eliminados, quando aplicável, nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia.
Os contratos de mútuo firmados entre as empresas do grupo têm prazo de vencimento indeterminado e estão sujeitos a encargos financeiros equivalentes aos obtidos nas captações de recursos financeiros da Companhia e controladas no mercado, consolidados com base nos mesmos critérios acima descritos.
(o) Reclassificações
Foi reclassificado o montante de R$ 722.667 do saldo do “Caixa e equivalentes”, sendo o montante de R$ 608.299 para “Títulos e valores mobiliários”, e o montante de R$ 114.368 para “Ganho não realizado
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 3 Estoques
Consolidado 30.09.03 30.06.03
Produtos acabados 154.494 146.850
Produtos em elaboração 111.508 73.707
Matérias-primas 305.976 383.853
Materiais de produção 118.692 129.881
Almoxarifado e outros, líquidos 104.446 92.948
795.116 827.239
4 Outros ativos
Controladora Consolidado 30.09.03 30.06.03 30.09.03 30.06.03
Ativo circulante
Demais contas a receber 617 265 120.178 156.183
Resultado líquido diferido de operações de
“forward” e “swap” de “commodities” 51.078 83.611
Despesas antecipadas 93.030 113.574
Adiantamentos a fornecedores 16.689 14.967
617 265 280.975 368.335
Realizável a longo prazo
Outros impostos e taxas a recuperar 77.985 77.985 335.067 330.693
Despesas antecipadas 123.117 49.417
Demais contas a receber 54.751 66.038
Excesso de ativos - Instituto AmBev 21.574 21.574
77.985 77.985 534.509 467.722
5 Imobilizado
Consolidado Taxas percentuais anuais de 30.09.03 30.06.03 depreciação
Custo
Terrenos 206.682 198.185
Prédios e construções 2.075.649 2.025.039 4
Máquinas e equipamentos 5.324.667 5.153.866 10 a 20
Bens móveis de uso externo 867.961 803.456 10 a 20
Outros imobilizados e intangíveis 855.421 724.504 4 a 20
Imobilizado em andamento 152.640 100.667
9.483.020 9.005.717
Depreciação acumulada (5.663.036) (5.414.465)
3.819.984 3.591.252
As sociedades controladas mantem bens imóveis destinados à venda, em 30 de setembro de 2003, no valor residual de R$ 117.912 (30 de junho de 2003 – R$ 183.691), que estão classificados no realizável a longo prazo, já deduzido da provisão para perda potencial na realização no montante de R$ 53.035 em 30 de setembro e 30 de junho de 2003.
O saldo de R$ 183.691 de bens imóveis destinados à venda, em 30 de junho de 2003, incluía o montant e de R$ 73.298 de máquinas e equipamentos, os quais devido a estratégia da Companhia, foram reclassificados para o imobilizado.
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 6 Diferido
Consolidado 30.09.03 30.06.03
Custo
Pré-operacionais 176.052 252.140
Gastos com implantação e ampliação 56.494 191.096
Outros 72.635 85.558
305.181 528.794
Amortização acumulada (190.123) (426.005 )
115.058 102.789
Durante o trimestre findo em 30 de setembro de 2003, a Companhia efetuou a baixa contábil dos itens do ativo diferido que estavam totalmente amortizados.
7 Participação em sociedades controladas diretas
(a) Movimentação da participação do período findo em 30 de setembro de 2003 em sociedades controladas diretas, incluindo ágio e deságio
Descrição CBB Eagle
Arosuco Agrega
Hohneck (i) Total
Saldo em 30 de junho de 2003 2.493.732 2.551.275 142.202 12 5.187.221
Dividendos a receber na forma de
juros sobre capital próprio (41.132) (41.132)
Dividendos antecipados (1.109.618) (iv) (34.207) (1.143.825)
Aporte de capital 3.660.820 (iii) (2.551.275 ) (ii) 2.000 1.111.545
Equivalência patrimonial 284.452 58.294 (496))) (1) 342.249
Estorno de provisão para perda sobre
passivo a descoberto em controlada (394) (394)
Amortização do ágio (21.184) (21.184)
Saldo em 30 de setembro de 2003 5.267.070 166.289 1.110 11 5.434.480
(i) Sediada no exterior;
(ii) Em julho de 2003, a Companhia aportou seu investimento na Eagle Distribuidora de Bebidas S.A.
(“Eagle”) na sua controlada CBB, pelo valor de livros no montante de R$ 2.551.275;
(iii) Aporte de capital na controlada CBB, mediante integralização do investimento na Eagle – vide item (ii), e do saldo de dividendos a receber da CBB no montante de R$ 1.109.545; e
(iv) Parcela dos dividendos a pagar para a Companhia no montante de R$ 1.109.545, liquidados mediante a sua integralização pela AmBev ao capital social da CBB - vide item (iii).
(b) Ágio e deságio
Controladora Consolidado 30.09.03 30.06.03 30.09.03 30.06.03 Ágio
CBB – fundamentado em:
Mais–valia do imobilizado 144.579 144.579 144.579 144.579
Expectativa de rentabilidade futura 702.760 702.760 702.760 702.760
847.339 847.339 847.339 847.339
Expectativa de rentabilidade futura
Quinsa . . 1.061.505 989.432
Cervejaria Astra S.A. 123.211 123.211
Cervecería y Maltería Paysandú 26.557 26.557
Pilcomayo Participações S.A 33.891 33.891
Malteria Pampa S.A 28.101 28.101
Patí do Alferes Participações S.A 16.922 16.922
Cervejaria Miranda Corrêa S.A. 5.514 5.514
847.339 847.339 2.143.040 2.070.967 Quinsa e subsidiárias
(consolidadas proporcionalmente) 446.314 373.099
Total de ágio 847.339 847.339 2.589.354 2.444.066
Amortização acumulada (357.227) (336.042) (629.707) (563.224)
Total de ágio, líquido 490.112 511.297 1.959.647 1.880.842
Deságio
CBB (149.946) (149.946) (149.946) (149.946)
Inversiones Cerveceras Sociedad Anonima
(consolidada proporcionalmente) (7.712) (7.020)
Total de deságio (149.946) (149.946) (157.658) (156.966)
340.166 361.351 1.801.989 1.723.876
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
Durante o trimestre findo em 30 de setembro de 2003, a Companhia adquiriu, por intermédio de sua controlada pelo montante de R$ 108.803, 5.720.600 ações classe B da Quinsa, passando o seu total de interesse econômico para 44,5%, gerando um ágio de R$ 36.162, fundamentado na expectativa de rentabilidade futura, a ser amortizado em 10 anos. Adicionalmente, a Companhia finalizou um processo de apuração de determinados valores atribuídos como parte do preço de compra da sua participação na Quinsa, com ajuste adicional ao ágio originalmente apurado, no montante de R$ 36.009, complemento esse economicamente fundamentado na expectativa de rentabilidade futura, a ser amortizado em 10 anos.
Em outubro de 2003 a Companhia adquiriu, por intermédio de sua controlada pelo montante de R$
120.643, 5.199.200 ações classe B da Quinsa, passando o seu total de interesse econômico para 47,99%.
As demonstrações financeiras consolidadas da Quinsa e suas controladas, base para a consolidação proporcional nas demonstrações financeiras consolidadas da AmBev, foram elaboradas em consonância com as práticas contábeis adotadas pela Companhia na elaboração de suas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil conforme as normas da CVM.
(c) Informações sobre sociedades controladas diretas
. Em 30 de setembro de 2003
Descrição CBB Arosuco Agrega Hohneck
Quantidade de ações/cotas possuídas - em milhares
Ações ordinárias/cotas 19.881.632 0,3 1.375 10.000
Ações preferenciais 35.206.010
Total de ações/cotas 55.087.642 0,3 1.375 10.000
Percentual de participação direta no capital social
Em relação às ações preferenciais 99,9
Em relação às ações ordinárias/c otas 100 99,7 50 0,009
Em relação ao total de ações/cotas 99,9 99,7 50 0,009
Informações sobre as demonstrações financeiras
das controladas diretas:
Patrimônio líquido ajustado 4.926.926 166.786 2.218 1.228.549
Lucro líquido (prejuízo) ajustado do trimestre * 246.308 48.627 (994) (99.824)
. Em 30 de junho de 2003
Descrição CBB Eagle Arosuco Agrega Hohneck
Quantidade de ações/cotas possuídas - em milhares
Ações ordinárias/cotas 3.442.186 276 0,3 1.375 10.000
Ações preferenciais 6.073.132
Total de ações/cotas 9.515.318 276 0,3 1.375 10.000
Percentual de participação direta no capital social
Em relação às ações preferenciais 99,9
Em relação às ações ordinárias/cotas 100 99,9 99,7 50 0,009
Em relação ao total de ações/cotas 99,9 99,9 99,7 50 0,009
Informações sobre as demonstrações
financeiras das controladas diretas:
Patrimônio líquido ajustado (passivo descoberto) 2.138.433 2.553.054 142.627 (788) 1.328.372
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
(d) Principais participações indiretas relevantes em sociedades controladas
Percentual total de participação indireta
Denominação da empresa 30.09.03 30.06.03
Brasil
ANEP - Antarctica Empreendimentos e Participações Ltda. 100 100 Indústria de Bebidas Antarctica do Sudeste S.A. - IBA-Sudeste 98,8 98,8
CRBS S.A. 99,8 99,8
Cervejaria Astra S.A. (*) 97,2
Exterior
Jalua Spain S.L. 100 100
C.A. Cervecera Nacional S.A. 50,2 50,2
Atlántico 50,1
(*) Incorporada em 1º de setembro de 2003 pela controlada IBA-Sudeste, com base em valor dos livros contábeis.
8 Empréstimos e financiamentos - consolidado
Circulante Longo prazo
Modalidade/finalidade Encargos financeiros ao ano Vencimento final 30.09.03 30.06.03 30.09.03 30.06.03
Moeda local
Incentivos fiscais de ICMS 2,3% Janeiro de 2012 190.887 39.075 366.280 347.814 Investimentos no permanente 2,4% acima da TJLP Junho de 2009 239.444 246.447 337.917 352.035
Outros 2,62% acima da TJLP Junho de 2007 100.532 163 414 481
530.863 285.685 704.611 700.330
Moeda estrangeira
Empréstimo sindicalizado 2,4% acima da LIBOR trimestral Agosto de 2004 1.032.002 6.382 936.006
"Bonds" 9,7% Setembro de 2013 58.303 8.004 2.923.400 1.436.000
Importação de matéria-prima 4,77% Maio de 2005 98.951 35.614 22.264 82.216
Investimentos no permanente 6,71% Janeiro de 2009 72.684 554.161 471.193 134.711
Outros Outubro de 2005 121.468 51.260
1.383.408 655.421 3.416.857 2.588.933
1.914.271 941.106 4.121.468 3.289.263
Abreviaturas utilizadas:
. TJLP - Taxa de Juros a Longo Prazo . LIBOR - "London Interbank Offered Rate"
. ICMS - Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (a) Garantias
Os empréstimos e financiamentos tomados para ampliação, construção de fábricas e aquisição de equipamentos estão garantidos por hipoteca dos imóveis das fábricas e alienação fiduciária de equipamentos. Os empréstimos para compra de matéria-prima, substancialmente malte, empréstimo sindicalizado e emissão de dívida no mercado internacional, estão garantidos por avais das empresas do grupo AmBev.
(b) Vencimentos
Em 30 de setembro de 2003, os financiamentos a longo prazo vencem como segue:
2004 94.024
2005 253.812
2006 430.683
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS (c) Incentivos fiscais de ICMS
Descrição 30.09.03 30.06.03
Saldo de curto e longo prazos
Financiamentos 557.167 386.889
Diferimento de impostos sobre vendas 231.792 424.669
788.959 811.558
Os financiamentos referem-se a programas oferecidos por determinados Estados, pelos quais o pagamento de uma porcentagem do ICMS devido é financiado pelo agente financeiro do Estado, geralmente por cinco anos a partir da data do vencimento.
Em 30 de setembro de 2003, o montante de R$ 231.792 (30 de junho de 2003 – R$ 424.669) de
"Diferimento de impostos sobre vendas" contém parcela circulante de R$ 2.128 (30 de junho de 2003 – R$ 147.222), classificada na rubrica de "Demais tributos e contribuições a recolher".
Os valores restantes referem-se a diferimento financiado do ICMS devido, por prazos de até dez anos, como parte de programas de incentivo à indústria. As porcentagens diferidas podem ser fixas ao longo do programa ou variar progressivamente, desde 75% no primeiro ano a 40% no último ano, sendo os valores diferidos indexados parcialmente por 60% até 80% de um índice geral de preços.
(d) Empréstimo sindicalizado
O empréstimo sindicalizado em ienes é garantido por avais da AmBev e controladas. Em 30 de setembro de 2003, pela operação de "swap" de LIBOR, esse financiamento tornou-se indexado a juros prefixados de 7,08% ao ano (30 de junho de 2003 - 5,95% ao ano).
(e) Emissão de dívida no mercado internacional
Em setembro de 2003, com garantia oferecida pela AmBev, a CBB efetuou emissão de títulos de dívida externa ("Bond 2013") no montante equivalente a US$ 500 milhões. Sobre essas "Notas" incidem juros de 8,75% ao ano, amortizados semestralmente a partir de março de 2004, e vencimento final em setembro de 2013. Os juros contratados podem aumentar em 0,5% ao ano, caso não ocorra o registro dessas Notas na
“Securities and Exchange Commission – SEC” dos Estados Unidos até 18 de setembro de 2004.
Em dezembro de 2001, com garantia ofecida pela AmBev, a CBB efetuou emissão de títulos de dívida externa (“Bond 2011”) no montante equivalente a US$ 500 milhões. Sobre essas “Notas” incidem juros de 10,7% ao ano, amortizados semestralmente desde julho de 2002, e com vencimento final em dezembro de 2011.
(f) Claúsulas contratuais
A Companhia encontra-se adimplente quanto aos índices de endividamento e liquidez compromissados em decorrência da obtenção dos empréstimos.
Durante o trimestre findo em 30 de setembro de 2003, a administração da Quinsa e suas subsidiárias na Argentina, concluíram um processo de renegociação de suas dívidas com certas instituições financeiras, inclusive quanto aos prazos de pagamentos dos financiamentos. Em decorrência desse processo, a parcela de dívidas de longo prazo em situação de inadimplência, anteriormente classificadas no curto prazo, foram reclassificadas para o longo prazo, conforme condições contratuais finais repactuadas.
9 Passivos associados a questionamentos fiscais e provisões para contingências
Consolidado 30.09.03 30.06.03 Programa de Integração Social - PIS e Contribuição para
o Financiamento da Seguridade Social – COFINS 324.213 298.300
ICMS e Imposto sobre Produto Industrializado – IPI 512.704 466.627
Imposto de renda e contribuição social 47.762 42.291
Processos trabalhistas 153.198 138.719
Processos de distribuidores 26.076 27.908
Outros
No exterior (consolidados proporcionalmente) 76.633 79.018
No Brasil 65.217 74.415
1.205.803 1.127.278 Em 30 de setembro e 30 de junho de 2003, a Companhia e suas controladas possuem ainda em
andamento outros processos da mesma natureza cuja materialização, na avaliação dos consultores jurídicos, é possível, mas não provável, no valor aproximado de R$ 890.000.
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS
Natureza dos principais passivos associados a questionamentos fiscais e provisões para contingências:
(a) PIS e COFINS
A Companhia possui liminar, obtida no primeiro trimestre de 1999, que lhe garante o direito de recolher o PIS (até 31 de dezembro de 2002) e a COFINS sobre o faturamento, desonerando-a do recolhimento desses tributos sobre outras receitas. Em 30 de setembro de 2003 a provisão refere-se principalmente aos valores que deixaram de ser recolhidos sob a proteção dessa liminar. No entanto, com o advento da Lei no. 10.637 de 31 de dezembro de 2002, que estabeleceu novas regras para a apuração do PIS, com efeitos a partir de 1o. de dezembro de 2002, a Companhia passou a proceder ao recolhimento dessa contribuição, inclusive sobre outras receitas.
(b) ICMS e IPI
Provisão relacionada principalmente a questionamentos fiscais sobre créditos presumidos do IPI à alíquota zero e à tomada de créditos extemporâneos de ICMS sobre aquisições de bens para o imobilizado realizadas anteriormente a 1996.
(c) Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido
A provisão decorre substancialmente da tomada de dedutibilidade dos juros sobre capital próprio na base da contribuição social sobre o lucro líquido no ano de 1996.
(d) Processos trabalhistas
Provisão relacionada a reclamações de ex-empregados. Em 30 de setembro de 2003, os depósitos judiciais vinculados aos processos trabalhistas efetuados pela Companhia e suas controladas, atualizados conforme índices oficiais, totalizam R$ 95.993 em suas demonstrações financeiras consolidadas (30 de junho de 2003 - R$ 86.953).
(e) Processos de distribuidores
São decorrentes, principalmente, de rescisões de contratos entre controladas da Companhia e certos distribuidores, em virtude da reestruturação efetuada em sua rede de distribuição, assim como em alguns casos, do não-cumprimento, por parte dos distribuidores, das diretrizes da Companhia.
(f) Outras provisões - Brasil
Decorrem de processos relacionados, substancialmente, a questões ligadas ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, a produtos e a fornecedores.
10 Outros passivos
Controladora Consolidado 30.09.03 30.06.03 30.09.03 30.06.03
Passivo circulante
Participações a empregados e
administradores 28.401 6.016
Contas a pagar com partes relacionadas 80.931 81.280
Perda não realizada sobre operações
de “forward” e “swap” de moedas e juros 13.975 4.452
Resultado líquido diferido de operações
de “forward” e “swap” de “commodities” 5.237 707
Demais contas a pagar 43 92.989 35.844
43 221.533 128.299
Exigível a longo prazo
Provisão para benefícios de assistência
médica e outros 49.254 50.988
Provisão para perdas sobre
passivo a descoberto em controlada 394
Imposto de renda e contribuição
social diferidos 25.369 25.071
Demais contas a pagar 34 25.181 21.637
428 99.804 97.696
(a) Participações a empregados e administradores
Conforme previsto no estatuto da Companhia, refere-se a distribuição aos funcionários de até 10% do lucro líquido do exercício, com base em critérios predeterminados. Aos diretores é atribuída uma participação de 5% do lucro líquido, limitada ao montante equivalente a sua remuneração anual, prevalecendo sempre o menor desses dois valores. A participação nos lucros está condicionada a que sejam atingidas metas coletivas e individuais previamente fixadas pelo Conselho de Administração no início do exercício.
04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS 11 Programas sociais
(a) Instituto AmBev de Previdência Privada - Instituto AmBev (“IAPP”)
A CBB e suas controladas possuem dois planos de benefícios previdenciários: um no modelo de contribuição definida (aberto a nova adesões) e outro no modelo de benefício definido (fechado para novas adesões desde maio de 1998), existindo a possibilidade de migração do plano de beneficio definido para o plano de contribuição definida. Esses planos são custeados pelos participantes e
patrocinadora, e são administrados pelo Instituto AmBev, objetivando, principalmente, complementar os benefícios de aposentadoria de seus empregados e administradores. No trimestre findo em 30 de setembro de 2003, a Companhia e suas controladas contribuíram com R$ 1.086 (30 de setembro de 2002 – R$1.035) ao Instituto AmBev.
O superávit de ativos do IAPP está reconhecido contabilmente pela Companhia em suas demonstrações financeiras consolidadas, no limite da realização considerado estimado nas circunstâncias atuais, no montante de R$ 21.574, na conta "Excesso de ativos - Instituto AmBev".
(b) Benefícios de assistência médica e outros providos diretamente pela CBB
A CBB provê diretamente benefícios de assistência médica, reembolso de gastos com medicamentos e outros para certos aposentados. Em 30 de setembro de 2003 o saldo de R$ 49.254 (30 de junho de 2003 - R$ 50.988) está reconhecido nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia na conta
"Provisão para benefícios a empregados".
(c) Fundação Antônio e Helena Zerrenner Instituição Nacional de Beneficência - Fundação Zerrenner
A Fundação Zerrenner tem entre as suas principais finalidades proporcionar a funcionários e
administradores das patrocinadoras assistência médico-hospitalar e odontológica, auxiliar em cursos profissionalizantes e superiores, manter estabelecimentos para auxílio e assistência a idosos, entre outros, por meio de ações diretas ou mediante convênios de auxílios financeiros a quaisquer entidades.
O passivo atuarial referente aos benefícios providos pela Fundação Zerrenner foi integralmente
compensado por mesmo montante de ativos existentes na Fundação Zerrenner na mesma data, sendo que o excesso de saldo de ativos não foi reconhecido pela Companhia em suas demonstrações financeiras, conforme previsto pela NPC 26.