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EENTAD DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
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DEPARTAMENTD DE DEDIATAIA
EDRED DE MEDICINA
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USTEUCÊNESE IMPERFEITA: RELIÀTU DE UIV! CASO.
FEDRIANDDDLIS, JUNHD DE 1963.
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UNIVERSIDADE FED*RflL DE SANTü CfiTRINQ
I FENTRD DE CÍÂS DE SfiUDE
DEDARTÂNENTD DE DEDIATRIA
CURSO DE NEDICINA
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_ DSTEUEÊNESE IMDERFEITA2 RELATO DE UM CÊSU.
Dayse Danize Bastos üima da Silva
Edson Luiz Brazil Jailson Lima da Sifla
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Alunos da XI Fase do Curso de Graduaçao em Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina.
FLURIANÓDULIS, JUNHU DE 1985.
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Asa”/ÀDÍECIMENTUS
Os autores estao agradecidos as pessoas que, direta ou \
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indiretamente, participaram da oreparaçao do presente traba-
lho: Dr. Cincinato Kikuchi da Silva, Dr. Oswaldo Roberto de Oliveira, Dr. Volney Morastoni, Dr. Douglas S. Portella, Dr.
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Ivan Salema, Dr. Romeo Zipperer, Dr. Benício Eing, Ddo. Sil- l
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ÍNDICE RESUMO ~ INTRUDUÇAD ADRESENTAÇ REUISÃU B1 olscussñn EDNCLUSÕES SUMMARY REFERÊNCIA ~ Au Dn :Asa BL1ncRÃF1cA I I S BIBLIOGRÁFICAS
I ~ RESUMO
~
Este estudo consta da apresentaçao de um caso de osteogë-
nese imperfeita, em criança internada no Hospital Menino Jesus, Ita-
jaí, Santa Catarina. Comenta-se aspectos clínicos, radiológicos e te
rapeuticos do assunto em questao. Finalmente salienta-se a dificulda
' de diagnóstica em casos de baixa penetrância
do gen e aconselhamento
genético.
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11 - INTRUDUQÃU
Em 1678, Malebranche descreveu um caso de múltiplas Prato
ras congênitas. Em l85ú, 0 anatomista Urolk, nomeou a desordem "Us -
teogënese Imperfeita", reconhecendo-a como uma entidade a parte(2l).
Mesmo apos tanto tempo, muitos aspectos desta patologia,
ainda permanecem obscuros e a terapêutica e apenas paliativa. Em bus
ca de dados concretos sobre o assunto, elaboramos o presente estudo,
visando um aprofundamento maior sobre os aspectos clínicos, tratamen
to e prognostico desta afecçao.
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Fonmxru = A 4 zm z 291 mm MADE |N BRAz|L 7ÊF"9“.'4_5ʧ 111 - ADRESENTAÇEU ou caso
S.A.D., paciente do sexo feminino, branca, 1 ano e 9 me-
ses, natural de Itajai (SC), trazida ao Hospital Menino Jesus para
avaliação de fraturas de repetição. A gestação foi normal, a termo,
o parto vaginal, cefálico, com episiotomia e anestesia local. Ja no
terceiro dia de vida foi constatado fratura de membro superior es -
querdo. Evoluiu com fraturas constantes em membros, oque motivou vá-
rias internaçoes. Dais negam caso de surdez, escleroticas azuis ou
fragilidade Óssea na familia. Relatam que a paciente responde aos as
timulos sonoros. ( Fig. 1);
U exame fisico mostrou criança com impressao
geral regular, lúcida, ativa, peso: 6.100 g, altura: 60 cm, DC: 42
cm, DT: úl cm, DA: 38 cm. FC: 152 bpm, FR: 38 inc/min, Temperatura :
36,69 C. Dele fina e translucente, turgor elástico, tecido 'celular
Subcutângg diminuído, musculatura hipotõnica, mucosas úmidas, hipocg
radas (+/6) e anictericas. Crânio membranoso, abaulado lateralmente-
conferindo a cabeça e Face o aspecto triangular e com depressão basi
lar, fontanela bregmática com dimensão de 8x7 cm e lambdoide de 5x3 cm. Escleróticas azuladas. Dentes pequenos, pardacentos, frágeis e
deformados. A orofaringe não demonstra outras anormalidades. A otos-
copia revelou membrana timpënica azulada. Torax queriniforme, apra -
sentando rosário raquitico. Abdome flácido, ausência de visceromega-
lies. Dresença de hérnia inguinal a direita. Membros curtos e defor-
mados. O antebraço e as pernas sao curvos e as maos e os pes assumem
posições anormais. Observa-se ainda flacidez dos ligamentos. (Fig,2L
Exames complementares: Ht: 37%, Hb: l2,5 g%, Hem: ú.l6U
milhões/mm3, vcmz 90, Hncmz so, cHcMz ea, Levz 11.úUu/mm3, BT: 4%,
sz ó2%, Lz 32%, Mz 2%, ez 0%, tz 0%.
RX Tórax DA: Transparência pulmonar normal, área Cardíaca
dentro dos limites normais. Alteração da estrutura Óssea caracteriza da por osteoporose, adelgaçamento da cortical, deformidades ósseas e
fraturas patológicas diáfiserias de ambos os Úmeros. Corpos verte -
brais biconcavos. ( Fig. 3),
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RX Úmero esquerdo PA e Perfil: Fratura patológica do l/3 distal do
Úmero em portador de osteogënese imperfeita. (Fig. 4).
RX Joelho direito e esquerdo DA: Deformidades ósseas nor sequelas de Fraturas impactadas de osteogënese imperfeita. (Fig. 5).
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Í Fig, 1: Heredograma mostrando o caso isolado de ostèogënese
imperfeita na fanálía.
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Fig. 2: Fotografia tirada no dia 15/U3/B3 da pacšante
5.A.D. com idade cronológica de l ano e 9 meses. Obseí
var deformidades dos membros e esclerdticas azuladas.
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dos limites normais. Alteração da estrutura Óssea
caracte-a
Fig.3: Transparência pulmonar normal, area cardíaca dentro
rizada por adelgaçamento da cortical, deformidades ósseas
e Fraturas patologicas diafisárias de ambos os Úmeros. Cor
pos vartebrais biconcavos.
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Fig. az Fratura patológica do l/3 distal
do Ómerb em portador de osteogênese im -
- perfeita.
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Fig. 5: Defmrmidades ósseas por sequelas de fraturas impac-
taüas da osteogênese imperfeita.
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IV = REUISAU BIBLIUGRAFICÂ
A Csteogënese Imperfeita (Doença de Urolik, Usteite Daren
quimatosa Crfnica, Fragilitas Ussium, Doença de Lobstein, Doença de
Eddoewes) e um distúrbio hereditario do tecido conjuntivo caracteri-
zado clinicamente por anormalidade do esqueleto (multiplicidate de
fraturas), olhos (escleroticas azuis), ouvidos (surdez), articula -
çoes (flacidez articular) e pele adelgaçada (3,7,9,l0,lú0).
Tem uma incidencia de 1 para 40.000 nascimentos na forma
congÍnita e o dobro na osteopsatirose, sendo mais frequente no sexo
feminino (l5,l6).
U defeito básico parece ser o desenvolvimento de mesënqui
ma e seus derivados (esclera, ossos e ligamentos) (15, 20). A mature
ção do colágeno é imperfeita (là), levando a um distúrbio dos elemen
tos fibrosos, como consequência os ligamentos sao finos e frágeis ,
as escleróticas e a pele são delgadas (19). 0 tecido osteóide é subâ
tituido por uma substancia com caracteristicas tintoriais peculiares considerada matriz Óssea imatura, que não é substituída por fiääas
colágenas arranjadas em estrutura lamelar da matriz Óssea madura(l5)
A cortical tem a espessura diminuída, o osso é pcroso, as
trabecu-~
las sao muito delicadas e o osteócitos ficam muito proximos devido a escassez da matriz intermediária. Estas alterações básicas induzem
a micromelia, ao crânio amolecido e a todas as outras deformidades -
do gsquelgtg, princigalmente dos ossos longos e costelas (l3,B).
Embora a enfermidade tenha expressividade amplamente va
riável, o que torna dificil estabelecer sua classificação e etiolo -
gia (l0,lú); parece que a maioria dos autores (6,7,l0,l4,l5,20,2l) ~
consideram duas formas principais da doença, que diferem principal-
mente pela gravidade e tipo de herança: a congênita e a tardia. Na
forma congênita (grave, fetal), mais severa, fraturas multiplas e de
formidades esqueléticas já estao presentes ao nascimento (9, 10, lb,
20,21), induzido frequentemente a natimortalidade ou mortalidade neg
natal (7,l2,l5). A segunda forma, tardia (osteopsatirose), caracteri
za-se por fragilidade Óssea que leva a fraturas repetidas e deformi
dades permanentes (6,l0,l2,20,2l). Adicional separação do tipo
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dio em variantes leve e grave foi sugerido (lU,2U), embora nao pare- ça aconselhavel (10). Usteogënese Imperfeita tardia e congênita ori-
ginariamente foram descritas como entidades separadas (21), mas atu-
almente a maioria dos autores (6,l2,2U,2l) as considera como manifeâ
taçoes da mesma entidade básica.
Parece haver um consenso geral de que a forma congênita -
está relacionada com herança recessiva (2,6,lU,l3,l&,2U,2l,9), mas
a partir dai algumas especulaçoes têm sido feitas. Fanconi (2), não
descarta a hipotese da ausência de qualquer traço ligado com a here-
ditariedade, pois a maioria dos casos são esporadicos. warkany (21)
lembra que o fato de uma criança com osteogênese imperfeita ser fi-
lha de pais clinica e radiologicamente normais embora sugira herança
recessiva, pode ser explicada por gen dominante de penetrãncia tao
baixa a ponto de não provocar alteraçoes no genitor afetado, e tam -
bém por novo gen dominante mutante.
No caso da osteogênese imperfeita tardia embora a maioria
dos autores-(2,6,9,lU,l3,lú,2U,2l) relatam herança autossõmica domi-
nante, alguns aspectos permanecem nebulosos e estudos tem sido reali
zados no sentido de esclarece-los. Há ainda que se considerar a ex-
pressividade variável do gen, assim, numa mesma familia, enquanto al
guns- membros tem a síndrome completa (fragilidade Óssea, surdez, es
cleroticas azuladas), outros podem apresentar apenas a manifestação-
ocular da enfermidade (6,l7,2l). warkany (21), Holt e Howland (6) -
observaram que na maioria dos casos a historia familiar e negativa -
para o distúrbio; warkany (6) lembra entao dois aspectos: a possibi-
lidade de herança recessiva baseado no achado de consanguinidade dos
pais em muitos casos ou gen dominante mutante, o qual poderia ser
transmitido aos descendentes do seu portador.
As manifestaçoes esqueléticas podem variar desde uma a
duas fraturas sem maiores consequencias durante toda a vida (6), até
um crânio de diametro transversal aumentado, grande e amolecido, com
platibasia (7,lD,2l), membros curtos e angulados com pés e maos assg
mindo posiçoes anormais (2,6,9,lU,l2,lú,2l). D tórax e a coluna ver-
tebral podem também ser comprometidos, o que deve ser interpretado-
como sinal de gravidade (20). A flacidez dos ligamentos predispoe -
as luxaçoes (6,7,2U,2l). A cor azulada das esclerdticas parece ser
devida a um adelgaçamento destas deixando transparecer a coroide (2,
6,7,9,lO,lú,l5,l9,2l), embora já tenham sido relados casos de espes-
sura normal com transparëncia aumentada (21). Alteraçoes semelhantes
na córnea também tem sido descritãs (l5,2l). Vaugham, Mckay e Behr -
man (19) relatam outros dados: proeminëncias ocular, opacidade da
córnea, megalocórnea, hipermetropia, ceratocone, catarata e ectopia-
1
1
ou
7,9,l2,l5,l8,2l), porém existe discordância em relaçao a faixa eta
ria em que se instala; enquanto Mckusick (lO) cita inicio na fase
intra uterina, Faria (3) acredita que a mesma só se estabeleça apos
a segunda decada. Segundo Holt e (6) existem ainda alteraçoes labi -
rintioas. Os dentes, tanto da primeira quanto da segunda dentição -
são comprometidos de forma variável (como os outros constituintes da
sindrome), apresentando-se pequenos, pardacentos, frágeis e deforma-
dos (3,6,7,l2,l3,l8,2l). Outros dados sao: pele delgada e translucefl
te (l2,l3,l8), manifestaçoes hemorragicas como hematomas, melena, he
morragia subconjuntival e anormalidades qualitativas das plaquetas (
5,18), hiperpirexia (18), hernias (lO,ll,l2,l3), membrana timpanica-
azulada (lO).
O diagnóstico na maioria das vezes é baseado na clínica .
Dosagens de cálcio e fósforo no soro fornecem resultados dentro dos
limites da normalidade embora a fosfatase alcalina possa estar eleva
da quando ocorrem fraturas. Valores do pirofosfato serico e urinário
podem estar aumentados (lú,2l).
O exame radiologico é de grande valia pois o achado de
Fraturas em ossos longos e costelas, ausencia de ossificaçao do cra- nio ou dificuldade de visualizaçao do esqueleto fetal permitem diag nóstico intra»uterino (l5,2l). Numa fase mais tardia encontra-se os-
sos longos, delgadose com corticais finas, por vezes deformidades -
encurvamentu dos membros), escoliose com vértebras achatadas de as-
pecto bicõncavo e aumento do espaço intervertebral. Osteoporose e
fraturas generalizadas (lú,2l). Holt e Howland (6) citam além da di
minuiçao da espessura dos ossos cranianos, o aparecimento de inume -
ras fendas irregulares nos ossos parietais e occipital que conferem~
o aspecto de mosaico, um dado patognomõnico desta enfermidade.
É importante fazer diagnostico diferencial com acondroplâ
sia, condrodistrofia, osteoporose idiopática juvenil, osteoporose da
menopausa,Sindrome de Marfan, Sindrome de Ehlers-Danlos, sarcoma os-
teogënico (7,l6).
A prevenção das fraturas e os procedimentos ortopedicos -
para minimizar as deformidades (alinhamento correto dos ossos,
fixa-~
çao intramedular), parecem ser os unicos itens do tratamento efetiva
mente realizados (lú,l6,20,2l). Tentativas atravez da administração
de estrogenos, andrógenos (21), ácido ascórbico em doses maciças e
fluoreto de sodio (lá), ainda necessitam de melhor avaliação. Infe -
ø ~ I 1 ao
lizmente, a unica afirmaçao categorica e de que nao existe tratamen-
to eficaz (2,l5).
Outro aspecto que nao deve ser esquecido É o aconselhamen
to genético, pois embora não seja uma medida que va interferir dire-
tamente no paciente em questão, poderá evitar que surjam casos futu-
*rms
ros. Muitas vezes, é uma tarefa árdua o cálculo das probabilidades -
de transmissao do gen anormal, visto que a herança na osteogënese im perfeita é complexa e obscura. Nos casos da Forma benigna da patolg
gia com um dos pais afetados, o gen responsavel deve ser autossõmico
dominante e este casal tem uma probabilidade de 50% ou l/2 de uma no
va ocorrência. Se nemhum dos pais e afetado podemos suspeitar de he-
rança recessiva (especialmente no caso de consanguinidade) e a probâ
bilidade passa a ser de 1/4 (9,2l). É importante relembrar que, se
um pai tem apenas uma caracteristica (ex: escleroticas azuis) poderá
dar origem a um Filho com sindrome completa. Na Forma congênita, se
For caracterizada herança recessiva a probabilidade dos pais terem -
outro Filho afetado É de l/A ou 25%. No caso de novo gen mutante, a
chance de novo caso na familia é desprezível (9,2l).
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no
DISCUSSÃO
U-
D diagnóstico foi efetuado primariamente levando-se em
consideração dados chamativos como: Fraturas de repetição e esclero-
ticas azuladas. U estudo radiologico serviu para controle das Fratu-
ras e confirmação diagnóstica. Uutros exames complementares, como he
mograma, peasitológico de Fezes, parcial de urina Foram realizados
para avaliação de intercorrências.
Aprofundadndo a investigação, a historia mórbida pregres-
sa trouxe dados valiosos para o tipo de osteogënese imperfeito, sen-
do que a Forma em questao parece ser a congênita (grave), já que Fra
turas patológicas Foram observadas desde o terceiro dia de vida.
Como nenhum dos pais apresenta qualquer caracteristica da
sindrome, um gen autossõmico dominante mutante poderia ser responsa-
vel pela ~ enfermidade, mas hipóteses como herança recessiva (embora
nao haja consanguinidade dos pais) e at§ ausencia de qualquer cara -
, ~
ter hereditario, nao podem ser descartadas, considerando-se o Fatoce
ser este um caso isolado e de ser a literatura ainda muito controver
tida.
Desta Forma, sendo gen autossõmico dominante mutante a
chance de recorrëncia na Familia É desprezível e sendo gen recessivo
a chance aumenta para l/4 ou 25%.
U tratamento efetuado Foi apenas suportivo ~ telas e apa-
relhos gessados. A criança evoluiu bem.
O prognóstico é reservado, visto que pacientes com Forma
grave da doença (osteogënese imperfeita congênita) geralmente mor -
rem na infância. Já Foram descritos casos da doença congênita cujos
pacientes sobreviveram até a puberdade, embora tenham permanecido a-
camados (ló). A surdez é mais um dado a ser considerado, se a crian-
ça tiver uma sobrevida maior.
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zados e que esta doença pode ser '
esta ampla expressividade que poderá permitir o diagnostico numa
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VI - CUNC LUSUES
Visto que um portador de osteogênese imperfeita pode ter
uma unica fratura durante toda a sua vida como sinal de sua
patolo-I gia, é razoável supor que muitos diagnósticos deixaram de ser reali
na realidade, muito mais Frequente I
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v11 - suMMARY_
This study is a case report of osteogenesis imperfecta in
a child in treatment at Hospital Menino Jesus - Itajaí, Santa Cata-
rina. Clinical,radiological and therapeutical aspects are commen -
Finally appears the dificulties of diagnostic in cases of low intrancing of gen and genetical advising.
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TCC UFSC PE 0131 Ex.I N-Chflm- TCC UFSC PE 0131
Autor: Silva, Dayse Deniz
Título: Osteogênese imperfeita : relato
972804767 Ac. 253774
Ex.l UFSC BSCCSM