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Academic year: 2021

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Análise Fundamentalista

Carteiras Recomendadas

Carteiras Recomendadas |

Análise XP

Portfólios & Performance

Carteira XP

A Carteira XP apresentou uma alta de 3,6% no mês de abril, enquanto o Ibovespa valorizou 7,7%. No ano, a Carteira XP tem a performance positiva de 11,7%, enquanto o Ibovespa avança 24,4%.

Carteira XP Dividendos

A Carteira XP Dividendos obteve uma performance positiva de 3,4% no mês de abril, enquanto o Ibovespa teve um desempenho positivo de 7,7%. No ano, a Carteira XP Dividendos tem a performance positiva de 26,1%, enquanto o Ibovespa avança 24,4%.

Índice

Portfólios & Performance Trocas Panorama Macroeconômico Carteira XP Carteira XP Dividendos Disclaimer Ricardo Kim Analista, CNPI

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Trocas para Maio/16

Carteira XP

Modificações:

Retirada de Vivo (10%): Após boa performance do ativo, optamos pela retirada, devido, principalmente, a busca por ativos com melhor relação risco x r etorno.

Seguimos gostando da estratégia da companhia, das sinergias com a GVT e também do ganho de market share no setor. A alteração segue a estratégia de aumento do Beta da carteira.

Retirada de Bradesco (10%): Optamos por retirar BBDC por conta da boa performance do ativo. Tínhamos incluído BBDC para aumentar o beta político da

carteira, e cumpriu bem o seu papel. Agora vamos abrir espaço para outros ativos que ficaram para trás nesse período.

Retirada de Klabin (5%): Havíamos incluído uma posição pequena em Klabin, dada a interessante exposição ao mercado interno, em um momento em que os

investidores têm melhorado suas expectativas com relação à condução do país e alternância de poder. De fato o papel estava outperformando as demais ações do setor, mas a contínua pressão sobre o dólar e preços da celulose ainda em queda, foram preponderantes no desempenho do papel. Dada a grande probabilidade de continuidade desse cenário, iremos retirar essa posição do portfólio.

Redução de BB Seguridade (8%): Optamos pela redução da exposição em BB Seguridade, devido ao risco da taxas de juros menores, o que influenciará

negativamente em seus resultados operacionais. Ainda enxergamos valor no ativo, mas o ambiente macro está menos favorável que no passado recente.

Entrada de Lojas Americanas (10%): Optamos pela entrada de Lojas Americanas por se tratar de uma empresa com uma ótima gestão, mais resiliente em

comparação com as demais do setor e que sofreu uma desvalorização significativa recentemente.

Entrada de Lojas Renner (10%): Optamos pela entrada do ativo, pois acreditamos que mesmo com o cenário extremamente desafiador do varejo, a companhia

conseguirá se beneficiar desse cenário, ganhando market share e estará melhor posicionada no momento de melhora das expectativas e posterior recupareção do setor.

Entrada de Ecorodovias (7%): Incluímos Ecorodovias, pois apesar da retração econômica apresentar grandes desafios, enxergamos um potencial de valorização

caso haja uma mudança nas expectativas (alternância do governo) e fechamento da curva de juros. Além disso, existem outros triggers interessantes, como a entrada de um novo controlador (Grupo Gavio) e possível venda de ativos no curto/médio prazo. Em termos de valuation, a empresa ainda se encontra em um patamar interessante (5,3x EV/Ebitda).

Aumento de BM&F Bovespa (6%): Acreditamos que além do valuation, ainda interessante, os ganhos de sinergias com a Cetip e também o aumento de fluxo

para Brasil e para a bolsa brasileira, com o aumento da possibilidade de uma alternância de governo, deverá fazer com que o mercado revise seus fluxos de receita para a companhia, gerando múltiplos menores e elevando o upside para o ativo.

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Carteiras Recomendadas 3

Trocas para Maio/16

Carteira XP DIVIDENDOS

Modificações:

Retirada de Cetip (15%): Optamos pela retirada, pois o ativo está negociando muito por arbitragem, pois após aceitarem a oferta da BVMF, os acionistas

migrarão para BVMF.

Redução de BB Seguridade (5%): Optamos pela redução da exposição em BB Seguridade, devido ao risco da taxas de juros menores, o que influenciará

negativamente em seus resultados operacionais. Ainda enxergamos valor no ativo, mas o ambiente macro está menos favorável que no passado recente.

Entrada de Ultrapar (10%): Optamos pela entrada de Ultrapar, pois julgamos que a companhia se beneficiará do momento e da importação de gasolina e diesel

diretamente, dependendo cada vez menos da importação da Petrobras. Adicionalmente, após o forte crescimento da Raia Drogasil, com SSS – same store sales crescendo 16% no 1t16, devido aos problemas com vírus Zika e H1N1, a Extrafarma e tende a se beneficiar com o aumento das vendas no segmento de varejo farmacêutico.

Aumento de BM&F Bovespa (10%): Acreditamos que além do valuation, ainda interessante, os ganhos de sinergias com a Cetip e também o aumento de fluxo

para Brasil e para a bolsa brasileira, com o aumento da possibilidade de uma alternância de governo, deverá fazer com que o mercado revise seus fluxos de receita para a companhia, gerando múltiplos menores e elevando o upside para o ativo.

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Panorama Macroeconômico

O mês de maio segue com um cenário de “goldilocks” no exterior, e com a possibilidade cada vez mais próxima de uma inflexão no cenário doméstico. O excesso de liquidez nos mercados torna o caso brasileiro ainda mais interessante, com o fim da turbulência política e uma sinalização de guinada na condução da economia, certamente um fluxo maior de capital estrangeiro deve começar a ingressar no país.

Com um governo Temer cada vez mais próximo, os olhos do mercado se voltam para como o possível novo presidente sinaliza que enfrentará alguns desafios iniciais. O primeiro é sua capacidade de montar uma coalizão para governar, distribuindo cargos e ministérios. Além de mais habilidoso, Temer conta com a vantagem de ter todos os cargos do PT para distribuir. Caso a negociação seja bem sucedida, Temer pode contar com uma das maiores bases em tempos recentes, imaginando que ele conquiste a totalidade dos votos favoráveis ao impeachment na Câmara. Um segundo ponto será sua equipe econômica, com o país enfrentando uma grande recessão é preciso sinalizar rapidamente uma equipe capaz de promover uma guinada. Os nomes ainda estão sendo especulados, de qualquer maneira, o futuro Ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central devem caminhar para um compromisso fiscal maior, do que o time atual.

Dois outros desafios permanecem para Temer, lidar com a volta do PT para oposição, algo que praticamente não foi ocupado nos anos de governo do PT. O partido sabe cumprir o papel, e conta com os movimentos sociais, que devem ir as ruas tentando tumultuar o governo Temer. Por fim, a Lava Jato segue com potencial de desestabilizar o governo a qualquer momento.

Na parte externa, os Estados Unidos e a Europa continuam em destaque no radar. Nos Estados Unidos a política ocupa cada vez mais o noticiário, em meio a uma recuperação da economia e o prosseguimento do debate em torno das ações do Fed. Segundo o último comunicado da instituição, a parte externa seguirá acompanhada de perto, mas já não gera preocupações que interfiram na sua decisão de política monetária, ao menos no momento. Com o mercado de trabalho apresentando um desempenho melhor do que o esperado, e a economia com um desempenho mais lento, mas nada fora do esperado, as “projeções” oficiais, que apontam ao menos duas altas em 2016, parecem fazer mais sentido. O mercado por enquanto segue mantendo apenas uma alta em suas projeções, acreditando na em nova alta em dezembro.

A zona do euro segue com a palavra paciência como mantra, mas cada vez mais atenta à situação do Reino Unido. Dado que a inflação atual segue próxima do patamar de deflação, e levará tempo para sofrer os impactos do ampliação do pacote de estímulos, o mercado vira seus olhos para as expectativas futuras de inflação. O que capta cada vez mais a atenção na região é o referendo do Reino Unido. As pesquisas de intenção de voto seguem sem nenhuma tendência clara, e devem permanecer com uma margem apertada até a votação em junho. Com a proximidade da votação, autoridades globais começam a se posicionar mais fortemente, no geral favoráveis a permanência na União Europeia

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Carteiras Recomendadas 5

Carteira XP

Itaú (ITUB4): No passado recente, observamos que a expansão das operações dos bancos privados começou a acelerar, se comparada com as taxa de concessão

dos banco de controle estatal. Porém, a originação de créditos surge com melhor qualidade, apoiada em segmentos de melhor relação risco/retorno. Agrada-nos o fato de que os níveis de spread se mantém em bons patamares, dado o aumento nas taxas de juros básica e sinais de arrefecimento da pressão sobre as taxas praticadas no setor. Adicionalmente, a instituição enxugou custos e despesas nos últimos trimestres. O banco demonstra que segue de maneira satisfatória em termos de nível de inadimplência, evolução de sua margem com clientes, custos operacionais sob controle, continuidade do foco em ganhos de eficiência, evolução relevante no lucro líquido e outras métricas de retorno final. Mesmo com o cenário desafiador que a empresa enfrentará nesse ano de ajustes da economia, e colocando na conta uma provável desaceleração no crescimento da carteira de crédito e aumento na inadimplência, julgamos que as ações estão num patamar interessante de valuation. Continua representando uma das melhores relações risco x retorno, comparativamente aos demais setores da bolsa.

BB Seguridade (BBSE3): Consideramos atrativo o fato de que o setor de seguros ser ainda inicial no Brasil, considerando o todo da economia. Seguimos vendo a

empresa como uma excelente forma de se expor a um setor com crescimento acima da média e menos correlacionado com o desempenho agregado. A empresa é bastante lucrativa, com retorno alto, capilaridade e ampla capacidade de expansão a partir da baixa penetração na base de cliente do Banco do Brasil. Atualmente a empresa negocia a múltiplo atrativo e se beneficia com o juros em um patamar mais alto.

Ultrapar (UGPA3): A Ultrapar é uma companhia de vários negócios, com atuação em varejo e distribuição, por meio da Ultragaz, Ipiranga e Extrafarma, na

indústria de especialidades químicas, com a Oxiteno, e no segmento de armazenagem para granéis líquidos, por meio da Ultracargo, é um dos maiores grupos empresariais brasileiros. Com um quadro de 14 mil funcionários diretos, a Ultrapar detém operações em todo o território brasileiro e possui, através da Oxiteno, unidades industriais nos Estados Unidos, no Uruguai, no México e na Venezuela e escritórios comerciais na Argentina, na Bélgica, na China e na Colômbia.

BM&F Bovespa (BVMF3): A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros é líder na América Latina, sendo a principal instituição brasileira de intermediaçã o para

operações no mercado de capitais, a companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para negociação de ações, derivativos de ações, derivativos financeiros, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas à vista e commodities agropecuárias. Acreditamos que a empresa detém e deverá manter no curto, médio e longo prazo uma participação bem consolidada nas plataformas de negociação e pós-negociação de ativos financeiros, evoluindo no processo de integração verticalizada de seus negócios, incentivando e investindo em iniciativas incipientes/rentáveis. O alto beta com relação ao Ibovespa, que tem suportado níveis altos, principalmente por fatores internacionais, é uma boa forma de diversificação para se expor a esse fluxo. Aliado a isso, os níveis de dividend yield da empresa continuam altos.

Lojas Americanas (LAME4): Lojas Americanas é uma das mais tradicionais redes de varejo do país. Com mais de 80 anos de vida, a empresa conta com 948 lojas

nas principais cidades do país e com 4 centros de distribuição, em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Uberlândia, atuando também no comércio eletrônico, representado pela B2W - Companhia Digital. A empresa tem um plano bastante interessante de crescimento via abertura de lojas, o 80 anos em 5, onde a empresa planeja abrir 800 lojas em 5 anos. Fora isso, a companhia é um dos ativos mais resilientes no varejo, com ticket médio baixo (R$ 32), não necessita de concessão de crédito nem em parcelamento para incrementar suas vendas. Vale destacar o crescimento no SSS – Vendas Mesmas Lojas que tem sido bem satisfatório nos últimos trimestres.

Lojas Renner (LREN3): A Lojas Renner, maior varejista de moda do país em faturamento. Atualmente, a empresa possui mais de 350 operações, entre lojas da

Renner, da Camicado e YouCom. Está presente nas cinco regiões do país e conta com mais de 17 mil colaboradores. Em 2014, sua marca foi considerada a 9ª mais valiosa no varejo da América Latina, a 3ª no setor de vestuário na América Latina, e 1ª no setor de vestuário no Brasil, segundo a Interbrand. Uma empresa extremamente bem gerida, focada no retorno de seus acionistas.

Ecorodovias (ECOR3): As operações da EcoRodovias baseiam-se em sistemas logísticos formados pela integração entre as concessões rodoviárias com plataformas

logísticas, que visam integrar terminais logísticos intermodais, terminais portuários, terminais retroportuários, centros de distribuição, recintos alfandegários e portos, bem como a prestação de serviços integrados de logística. Na atualidade, as atividades incluem principalmente concessões rodoviárias e terminais logísticos. Apesar da retração econômica apresentar desafios para a Ecorodovias, enxergamos um potencial de valorização caso haja uma mudança nas expectativas (alternância do governo) e fechamento da curva de juros. Além disso, existem outros triggers interessantes, como a entrada de um novo controlador (Grupo Gavio) e possível venda de ativos no curto/médio prazo.

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Carteira XP

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Carteiras Recomendadas 7

Carteira XP Dividendos

Itaú (ITUB4): No passado recente, observamos que a expansão das operações dos bancos privados começou a acelerar, se comparada com as taxa de concessão

dos banco de controle estatal. Porém, a originação de créditos surge com melhor qualidade, apoiada em segmentos de melhor relação risco/retorno. Agrada-nos o fato de que os níveis de spread se mantém em bons patamares, dado o aumento nas taxas de juros básica e sinais de arrefecimento da pressão sobre as taxas praticadas no setor. Adicionalmente, a instituição enxugou custos e despesas nos últimos trimestres. O banco demonstra que segue de maneira satisfatória em termos de nível de inadimplência, evolução de sua margem com clientes, custos operacionais sob controle, continuidade do foco em ganhos de eficiência, evolução relevante no lucro líquido e outras métricas de retorno final. Mesmo com o cenário desafiador que a empresa enfrentará nesse ano de ajustes da economia, e colocando na conta uma provável desaceleração no crescimento da carteira de crédito e aumento na inadimplência, julgamos que as ações estão num patamar interessante de valuation. Continua representando uma das melhores relações risco x retorno, comparativamente aos demais setores da bolsa.

BB Seguridade (BBSE3): Consideramos atrativo o fato de que o setor de seguros ser ainda inicial no Brasil, considerando o todo da economia. Seguimos vendo a

empresa como uma excelente forma de se expor a um setor com crescimento acima da média e menos correlacionado com o desempenho agregado. A empresa é bastante lucrativa, com retorno alto, capilaridade e ampla capacidade de expansão a partir da baixa penetração na base de cliente do Banco do Brasil. Atualmente a empresa negocia a múltiplo atrativo e se beneficia com o juros em um patamar mais alto.

BM&F Bovespa (BVMF3): a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros é líder na América Latina, sendo a principal instituição brasileira de intermediaçã o para

operações no mercado de capitais, a companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para negociação de ações, derivativos de ações, derivativos financeiros, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas à vista e commodities agropecuárias. Acreditamos que a empresa detém e deverá manter no curto, médio e longo prazo uma participação bem consolidada nas plataformas de negociação e pós-negociação de ativos financeiros, evoluindo no processo de integração verticalizada de seus negócios, incentivando e investindo em iniciativas incipientes/rentáveis. O alto beta com relação ao Ibovespa, que tem suportado níveis altos, principalmente por fatores internacionais, é uma boa forma de diversificação para se expor a esse fluxo. Aliado a isso, os níveis de dividend yield da empresa continuam altos.

Vivo (VIVT4): A Telefônica Brasil é a maior empresa de telecomunicações do País, com 106,4 milhões de clientes, sendo 82,7 milhões apenas na operação móvel,

na qual detém o maior market share do segmento (29,3%) em âmbito nacional, e 23,7 milhões na operação fixa. A Telefônica Brasil atua na prestação de serviços de telefonia fixa no Estado de São Paulo e telefonia móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente (voz fixa e móvel, banda larga fixa e móvel, ultra banda larga). O ativo faz parte da nossa carteira devido ao elevado dividend yield projetado e que valuation segue atrativo. O Dividend yield projetado está na casa de 7% em 2015 e o valuation do ativo é de 12x P/E 2016E. A empresa realizou a compra da GVT, o que aumentará a sua receita, principalmente, em clientes com maior retorno projetado. Assim, devido ao dividend yield projetado elevado, valuation atrativo e crescimento do top line, optamos pelo ativo na carteira recomendada.

Ambev (ABEV3): Ambev opera diversas marcas e é líder em diversos mercados, tanto Brasil quanto Argentina, por exemplo, com marcas como Skol, Brahma,

Antarctica no Brasil, quanto Quilmes na Argentina. Além disso, a empresa tem operações de refrigerantes, não-alcoólicos e não-carbonatados com marcas próprias como Guaraná Antarctica e Fusion, entre outras, no Brasil e através de uma parceria com a PepsiCo em diversos países. Desde outubro de 2000, a Ambev detém direitos exclusivos de distribuir e engarrafar os refrigerantes da Pepsi no Brasil. O contrato de franquia com a PepsiCo no Brasil vence em 2017, com renovações automáticas por prazos adicionais de dez anos. Além do Brasil, a Ambev possui contratos de franquia com a Pepsi na Argentina, Bolívia, Uruguai, Peru e República Dominicana. Sobre a expansão e exposição em outros países – Desde 1994, quando a marca Brahma deu início à presença internacional com exposição na Argentina, Paraguai e Venezuela. Em 2003, após a formação da Ambev, a empresa acelerou a expansão fora do Brasil através de uma transação com a Quinsa, estabelecendo uma presença de liderança nos mercados de cerveja da Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Ainda em 2003 e também ao longo de 2004 a Ambev efetuou uma série de aquisições em mercados como América Central, Peru, Equador e República Dominicana. Em 2005, a empresa passou também a operar no mercado de cervejas do Canadá através da incorporação de uma controladora indireta da Labatt. Por fim, em maio de 2012, a Ambev expandiu suas operações no Caribe através de uma aliança estratégica com a E. León Jimenes. Atualmente a Ambev tem operações em 18 países: Brasil, Canadá, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Guatemala, República Dominicana, Cuba, Equador, Peru, El Salvador, Nicarágua, Saint Vincent, Dominica e Antigua. Aliado a isso, a companhia possui um dos melhores gestores de empresas, focado totalmente no retorno e na redução de custos da empresa.

Ultrapar (UGPA3): A Ultrapar é uma companhia de vários negócios, com atuação em varejo e distribuição, por meio da Ultragaz, Ipiranga e Extrafarma, na

indústria de especialidades químicas, com a Oxiteno, e no segmento de armazenagem para granéis líquidos, por meio da Ultracargo, é um dos maiores grupos empresariais brasileiros. Com um quadro de 14 mil funcionários diretos, a Ultrapar detém operações em todo o território brasileiro e possui, através da Oxiteno, unidades industriais nos Estados Unidos, no Uruguai, no México e na Venezuela e escritórios comerciais na Argentina, na Bélgica, na China e na Colômbia.

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Carteira XP Dividendos

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Carteiras Recomendadas 9

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1) O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos CCTVM S/A (“XP Investimentos ou XP”) ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.

2) Este relatório foi elaborado pela XP Investimentos e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.

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6) A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. 7) Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.

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10) A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.

11) A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.

12) O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado, moderado-agressivo e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais.

13) O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil moderado-agressivo e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura. As operações com derivativos apresentam altas relações de risco/retorno. Posições vendidas apresentam a possibilidade de perdas superiores ao capital investido.

14) O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil moderado-agressivo e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. O patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

Referências

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