Paulo M. Sendin Arnaldo F. da Costa Oliveira COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO COMERCIAL TOMO IV SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES.

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Paulo M. Sendin

Arnaldo F. da Costa Oliveira

COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO COMERCIAL

TOMO IV

SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES

(2)

TÍTULO: COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO COMERCIAL –TOMO IV –SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES

Actualização Nº 2

AUTORES: PAULO M. SENDIN E ARNALDO F. DA COSTA OLIVEIRA

EDITOR: LIVRARIA ALMEDINA www.almedina.net

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I. ACTUALIZAÇÃO

PARTE I. INSTITUIÇÕES DE SEGUROS

pág. 42, continuação da anotação (Fundo de Solidariedade da UE)

Por outro lado, confinando com a cobertura de riscos nos termos do DL 94-B/98 IV 17, está a actividade do Fundo de Solidariedade da UE, instituído pelo Reg CE 2012/2002 XI 11 (JOCE, L 311, 14 XI 2002) com o fim de (art. 1º) “permitir que a UE responda rapidamente, com eficácia e flexibilidade”, às situações de emergências aí previstas, que define (art. 2º/1) como “catástrofe natural de grandes proporções [conceito objecto de definição no nº 2] com graves repercussões nas condições de vida dos cidadãos, no meio natural ou na economia de uma ou mais regiões ou de um ou mais Estados”.

pág. 45

A última lista anotada dos mercados regulamentados foi publicada no JOCE, C 280, 16 XI 2002.

pág. 51, continuação da anotação ao art. 7º (luta contra o terrorismo):

A concatenar com o sistema sancionatório centrado, agora (cf. 1ª Actualização), no Reg CE 881/2002 V 27, há a mencionar aqueloutro centrado no Reg CE 2580/2001 XII 27 (JOCE, L 344, 28 XII 2001), cujo âmbito pessoal é igualmente objecto de actualização periódica por acto comunitário cuja superveniência é levada ao conhecimento das empresas de seguros (e sociedades gestoras de fundos de pensões) por Ci ISP.

Por fim, a L 11/2002 II 16 estabelece o regime sancionatório aplicável a situações de incumprimento das sanções impostas por regulamentos UE e estabelece procedimentos cautelares de extensão do seu âmbito material

pág. 51, continuação da anotação ao art. 8º (titularização de créditos)

O DL 188/2002 VIII 21 criou o Fundo de Garantia para Titularização de Créditos.

pág. 77

A última lista publicada das empresas de seguros e sociedades gestoras de fundos de pensões registadas no ISP como aptas para o exercício da respectiva actividade é a Ci ISP 31/02 VII 19, in DR, III, 183, 9 VIII 2002.

pág. 89, introdução de anotação ao art. 78º (provisão para riscos em curso)

• O regulamento previsto neste artigo é a No ISP 24/2002-R XII 23, in DR, ... ... .

pág. 101, introdução de anotação ao art. 88º (registo informático dos activos)

• O Regulamento 40/2002 VII 24, do ISP, in DR, II, 193, 22 VIII 2002, no seu capítulo II, regula a obrigação das empresas de seguros disporem “de um registo informático que permita identificar a totalidade dos activos detidos e a respectiva afectação às diferentes carteiras de investimento” (ponto 6 respectivo).

pág. 102, continuação da anotação ao art. 92º (contabilização derivados, operações de reporte e de empréstimo de valores)

A Ci ISP 40/2002 IX 30 divulgou as Orientações Técnicas nºs 1 e 2, para facilitação da contabilização dos instrumentos financeiros derivados e das operações de reporte e de empréstimo de valores (seguradoras e fundos de pensões), operação cuja regulação consta das No ISP 7 a 12/2002-R V 7, Normas estas mencionadas na 1ª Actualização da Colectânea.

pág. 134, continuação da anotação ao art. 122º-B introduzida pela 1ª Actualização da Colectânea (relatório do actuário responsável)

A No ISP 22/2002-R XI 29, in DR, ... ..., regula o âmbito do relatório do actuário responsável de uma empresa de seguros.

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pág. 148, introdução de anotação ao art. 157º-D (supervisão complementar das empresas de seguros integradas em grupos de seguros)

• O Regulamento da supervisão complementar das empresas de seguros com sede em Portugal integradas em grupos de seguros consta da No ISP 23/2002-R XII 5, in, sob a designação “Regulamento 48/2002-R”, DR, II, 299, 27 XII 2002.

pág. 149, introdução de anotação ao art. 159º (troca de informações com países terceiros)

• O DL 169/2002 VII 25 alterou este art. 159º [a al. b) do nº 2 e o nº 5], transpondo para o ordenamento jurídico português a Directiva 2000/64/CE XI 7.

pág. 151 (elementos referentes ao exercício de 2002)

Os elementos referentes ao exercício de 2002 (empresas de seguros e sociedades gestoras de fundos de pensões) encontram-se previstos na No ISP 25/2002-R XII 23, in DR, ... ... .

pág. 190 (Plano de Contas Empresas de Seguros; registo informático dos activos)

O Regulamento 40/2002 VII 24, do ISP, in DR, II, 193, 22 VIII 2002, no seu capítulo I, alterou o Plano de Contas para as Empresas de Seguros, e, no capítulo II, regula a obrigação das empresas de seguros disporem “de um registo informático que permita identificar a totalidade dos activos detidos e a respectiva afectação às diferentes carteiras de investimento” (ponto 6 respectivo).

Por outro lado, a Ci ISP 49/2002 XI 28 comunica que a versão consolidada do Plano de Contas para as Empresas de Seguros se encontra disponível em www.isp.pt

pág. 191, continuação da anotação (contabilização derivados, operações de reporte e de empréstimo de valores)

A Ci ISP 40/2002 IX 30 divulgou as Orientações Técnicas nºs 1 e 2, para facilitação da contabilização dos instrumentos financeiros derivados e das operações de reporte e de empréstimo de valores (empresas de seguros e fundos de pensões), operação cuja regulação consta das No ISP 7 a 12/2002-R V 7, Normas estas mencionadas na 1ª Actualização da Colectânea.

pág. 273, introdução de anotação ao art. 5º (novo Regulamento CE admitindo acordos e práticas concertadas nos seguros)

• No JOCE C 163, 9 VII 2002, a Comissão, nos termos do art. 5º supra, colocou à discussão pública um Projecto de Regulamento relativo à aplicação do nº 3 do art. 85º do Tratado de Roma a certas categorias de acordos, decisões e práticas concertadas no sector dos seguros (Comunicação 2002/C 163/06).

pág. 289, introdução de anotação ao art. 9º (Estatutos do ISP)

• O artigo supra foi objecto de alteração pelo DL 195/2002 IX 25.

pág. 298, continuação da anotação (taxa para o ISP para 2003)

Taxa a liquidar em 2003: P 1845/2002 (2ª Sér) XII 4, in DR, II, 291, 17 XII 2002.

pág. 307 (branqueamento de capitais)

A No ISP 16/2002-R VI 7, referida na 1ª Actualização da Colectânea, foi publicada, sob a designação “Regulamento 37/2002-R”, no DR, II, 148, 29 VI 2002.

A evolução da lista de territórios não cooperantes foi comunicada às empresas de seguros e sociedades gestoras de fundos de pensões pelas Ci ISP 28/02 VI 16 e Ci ISP 42/02 X 17.

PARTE II. CONTRATO DE SEGURO

págs. 446 a 452 (bases da segurança social)

A L 32/2002 XII 20 aprovou as bases da segurança social, revogando a L 17/2000 VIII 8.

Nos termos do seu art. 130º “O Governo aprovará as normas necessárias à execução da presente lei no prazo máximo de 180 dias após a data da sua entrada em vigor.”, que é 30 dias após a data da sua publicação (art. 133º). Tais normas incluirão, portanto, a lei relativa ao “regime jurídico da protecção obrigatória em caso de acidente de trabalho” (art. 129º/1).

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pág. 484, anotação ao art. 57º, continuação (apólice na modalidade “Acidentes de Trabalho”)

Pela Ci ISP 37/2002 VIII 6 é relembrada a necessidade de nas apólices de seguros de pensões se dever especificar, em decorrência, entre outros, do art. 4º/1, b), da P 11/2000 I 13, que a actualização futura da pensão se encontra condicionada ao pagamento de prémios únicos sucessivos adicionais.

pág. 497, anotação ao art. 6º (actualização pensões da segurança social)

A última actualização das pensões da segurança social foi efectuada pela P 1514/2002 XII 17.

pág. 531, anotação ao art. 9º (Código da Estrada)

A L 20/2002 VIII 21 alterou o Código da Estrada, sem todavia qualquer reflexo no seu art. 132º.

pág. 531, anotação ao art. 10º (Lei Orgânica da Polícia Judiciária)

O DL 304/2002 XII 13 alterou a Lei Orgânica da Polícia Judiciária, sem todavia qualquer reflexo no seu art. 4º/5.

págs. 595 a 608 (Apólice Uniforme Seguro Colheitas Portugal Continental)

A No ISP 17/2002-R VII 8, in, sob a designação “Regulamento 38/2002”, DR, II, 181, 7 VIII 02, aprovou a nova Apólice Uniforme do Seguro de Colheitas para Portugal Continental. Nos termos do nº 3 do regime preambular de aprovação, a Norma produz efeitos desde 1 de Janeiro de 2002.

pág. 614, anotação ao art. 5º (índices trimestrais)

Os últimos índices trimestrais foram aprovados pela No ISP 18/2002-R VII 24, in, sob a designação “Regulamento 39/2002”, DR, II, 186, 13 VIII 02, e pela No ISP 20/2002-R XI 18, in DR, ...

pág. 670 (seguro obrigatório RC entidades protecção radiações ionizantes)

Em paralelo com o seguro obrigatório previsto no 7º travessão da pág. 670, o DL 167/2002 VII 18, que aprovou o regime jurídico do licenciamento e do funcionamento das entidades de prestação de serviços na área da protecção contra radiações ionizantes, prevê, no seu art. 17º, a obrigação de celebração do respectivo seguro de responsabilidade civil e profissional.

pág. 671, 9º travessão (seguro obrigatório RC empresas manutenção ascensores)

A obrigação de celebração de seguro de responsabilidade civil pelas empresas de manutenção de elevadores (EMA) consta hoje do nº 7 do Estatuto das EMA, anexo ao DL 320/2002 XII 28.

PARTE III. FUNDOS DE PENSÕES

págs. 683 e 684 (bases da segurança social)

A L 32/2002 XII 20 aprovou as bases da segurança social, que revoga a L 17/2000 VIII 8, e regula o sistema complementar nos arts. 94º a 106º.

Nos termos do seu art. 130º “O Governo aprovará as normas necessárias à execução da presente lei no prazo máximo de 180 dias após a data da sua entrada em vigor.”, que é 30 dias após a data da sua publicação (art. 133º).

pág. 685, anotação ao art. 8º (salário mínimo nacional)

Quanto ao nº 3: os valores do salário mínimo nacional para 2003 foram fixados pelo DL 320-C/2002, 301, 5º Sup., em relação à remuneração dos trabalhadores por conta de outrem (art. 1º/1 DL 69-A/87 II 9) em € 356, 60.

pág. 686, continuação da anotação (Posição Comum CE em vista da adopção de directiva sobre fundos de pensões)

No JOCE, C 299, 3 XII 2002, foi publicada a Posição Comum (CE) 62/2002, adoptada pelo Conselho em 5 de Novembro de 2002 tendo em vista a adopção da Directiva 2002/.../CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de ..., relativa às actividades e à supervisão das instituições de realização de planos de pensões profissionais.

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págs. 701 a 705, anotação ao art. 31º (activos dos fundos de pensões) e págs. 716 a 723

A regulamentação prevista nos nº 1 e 3 deste art. 31º é:

– a No ISP 21/2002-R XI 28, in DR, ... ..., que aprovou o regime da política de investimento dos fundos de pensões – regras de composição do património e mecanismos de definição, implementação e controlo;

Revogou portanto os arts. 27º e 28º do DL 415/91 X 25, mantidos em vigor nos termos do art. 59º/1 do DL 475/99 XI 9, e a P 293/99 IV 28. Nos termos do seu art. 8º/5, esta No ISP entra em vigor no dia seguinte à sua publicação em DR, devendo as entidades gestoras de fundos de pensões dar cumprimento às disposições relativas à definição, implementação e controlo das políticas de investimento dos fundos de pensões até 30 VI 2003;

– e a No ISP 26/2002-R XII 31, in DR, ... ..., que estabelece os princípios e regras para avaliação dos activos dos fundos de pensões e que revoga as disposições da P 293/99 IV 28 sobre a matéria, bem como o nº 5 e o nº 6.1 da No ISP 12/95-R VI 6 (reproduzida nas págs. 716 a 723 da

Colectânea, e que já fora objecto de alteração nos termos referidos na 1ª Actualização da Colectânea),

entrando em vigor para a avaliação do património dos fundos de pensões relativa a 30 Jun. 2003.

pág. 709, anotação ao art. 44º (elementos referentes ao exercício de 2002)

Os elementos referentes ao exercício de 2002 (empresas de seguros e sociedades gestoras de fundos de pensões) encontram-se previstos na No ISP 25/2002-R XII 23, in DR, ...

págs. 735 a 740 (regulamentação dos PPR/E)

Como mencionado na 1ª Actualização da Colectânea, o DL 158/2002 VII 2 aprovou o novo regime dos PPR/E, entrando em vigor ao dia seguinte ao da sua publicação.

Em sua regulamentação foram publicadas, todas com data de XI 11 (DR I-B Série, 260), a P 1451/2002, com o regime dos respectivos activos, a P 1452/2002, fixando os limites anuais de reembolso da parte “Educação” dos PPR/E, e a P 1453/2002, com o regime da prova das situações susceptibilizadoras do reembolso do valor capitalizado dos planos, revogando expressamente a P 872-A/89 X 9.

págs. 747 a 751 (regulamentação dos PPR/E’s)

Como mencionado na 1ª Actualização da Colectânea, o DL 158/2002 VII 2 aprovou o novo regime dos PPR/E, entrando em vigor ao dia seguinte ao da sua publicação.

Em sua regulamentação foram publicadas, todas com data de XI 11 (DR I-B Série, 260), a P 1451/2002, com o regime dos respectivos activos, a P 1452/2002, fixando os limites anuais de reembolso da parte “Educação” dos PPR/E, e a P 1453/2002, com o regime da prova das situações susceptibilizadoras do reembolso do valor capitalizado dos planos, revogando expressamente a P 872-A/89 X 9.

págs. 735 a 740 e 747 a 751 (celebração de seguro PPR/E a favor de terceiro)

A Circular 17, de 31 V 02, da Direcção de Serviços dos Benefícios Fiscais da Direcção-Geral dos Impostos (Ministério das Finanças), relativa à análise da “possibilidade de se celebrar um contrato de

Seguro PPR/E, em que não haja coincidência entre o tomador do seguro e a pessoa segura, e em que esta última seja um terceiro estranho ao agregado familiar” (preâmbulo), conclui, no seu ponto 5., e à luz do

conjunto formado pelos regimes legais substituídos pelo DL 158/2002 VII 2 e pelo art. 21º do E.B.F., que “sendo o contrato celebrado sob a forma descrita, os subscritores (tomadores/participantes) não poderão beneficiar do disposto no art. 21º do EBF, porque não são os beneficiários (segurado) do plano PPR/E. Para poderem usufruir do benefício fiscal terão que ser simultaneamente participantes/tomadores e beneficiários/segurados, do PPR/E.”.

Naturalmente que a subscrição de um contrato de seguro PPR/E a favor de um tal terceiro implicará, segundo parece, a atribuição do benefício fiscal ao terceiro.

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II. RECTIFICAÇÕES E MELHORIAS

PARTE I. INSTITUIÇÕES DE SEGUROS

pág. 43, introdução de anotação ao art. 5º (EEE)

• Os Decretos do Presidente da República 59/92 XII 18 e 23/93 VIII 20, mencionados no preâmbulo deste DL 135/94 V 20, constam dos DR, respectivamente, 291, 3º Sup., 18 XII 1992, e 195/93, 20 VIII 1993.

O sistema do Acordo do Porto, tal como transposto no art. 1º deste DL 135/94 V 20, assenta na aplicação ao EEE do acquis communautaire à data da sua entrada em vigor.

Tal acquis consta do conjunto de vastos Protocolos e anexos do Acordo, sendo que a matéria dos seguros consta da Parte I do Anexo IX (Serviços Financeiros), nas págs. 260 a 266 do cit. 3º Sup. do DR de 18 XII 1992.

Tais Anexos, bem como alguns dos Protocolos, são susceptíveis de alteração por decisão do Comité Misto do EEE nos termos do art. 98º do Acordo (pág. 16 idem).

Com utilidade para a compulsação do Acordo – porque passível de manuseio como respectivo índice –, refira -se que a sua Acta Final ocupa as págs. 328 a 331 idem.

Por fim, refira -se que o Protocolo nº 1, “Relativo às adaptações horizontais”, consta das pág. 22 a 24 idem.

pág. 61, introdução de anotação ao art. 22º (mútuas)

• O Código Cooperativo integra a L 51/96 IX 7, rectificado pela D 15/96 X 2 e alterado pelo DL 108/2001 IV 6.

pág. 322, introdução de anotação ao art. 3º (comercialização de seguros por instituições de crédito; e por agências de viagens)

• O Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (DL 298/92 XII 31, já alterado, tendo a sua versão consolidada sido publicada em anexo ao DL 201/2002 IX 26) permite todavia aos bancos e à Caixa Geral de Depósitos a “comercialização de contratos de seguro” (art. 4º/1, n, e 2).

Veio agora o DL 186/2002 VIII 21 permitir às instituições financeiras de crédito a “prática das operações permitidas aos bancos, com excepção da recepção de depósitos”, portanto admitindo-as à comercialização de contratos de seguro.

Por outro lado, recorde-se que nos termos do regime da actividade das agências de viagens e turismo (DL 209/97 VIII 13), integra as actividades acessórias dessas agências “A comercialização de seguros de viagem e de bagagem em conjugação e no âmbito de outros serviços por si prestados” (art. 2º/2, f).

PARTE II. CONTRATO DE SEGURO

pág. 411 (vendas à distância) , 1º travessão do 4º círculo branco

O diploma das vendas à distância actualmente em vigor consta sim do DL 143/2001 IV 26. Note-se que, a contrario, os capítulos IV a VI deste diploma (respectivamente, “Vendas automáticas”, “Vendas especiais esporádicas” e “Modalidades proibidas de venda de bens ou de prestação de serviços”), serão aplicáveis aos seguros.

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pág. 411 (vendas forçadas) , 2º travessão do 4º círculo branco

O art. 62º DL 28/84 IV 20 foi revogado pelo art. 37º DL 143/2001 IV 26.

O regime das vendas forçadas de seguros consta hoje, portanto, dos art. 218º CC, art. 9º/4 L 24/96 VII 31 e arts. 28º e 29º DL 143/2001 IV 26 (a contrario arts. 3º e 14º).

pág. 548, introdução de anotação ao art. 31º (exibição da prova do seguro)

O art. 85º do Código da Estrada (diploma identificado em anotação ao art. 9º do presente DL 522/85 XII 31) prevê coimas aplicáveis ao condutor que não se fizer acompanhar dos documentos de identificação pessoal e automóvel aí previstos (donde consta o certificado de seguro), as quais são mais ligeiras se os apresentar no prazo de 8 dias à autoridade indicada pelo agente de fiscalização.

pág. 667 (seguro obrigatório Acidentes Pessoais atleta alta competição)

2º travessão: arts. 29º/1 e 34º do DL 257/90 VIII 7, na redacção do DL 125/95 V 31.

pág. 669 (seguro obrigatório RC adjudicatário locação e aquisição bens móveis ...)

Após o 2º travessão, cabe mencionar o seguro obrigatório de responsabilidade civil do adjudicatário da locação e aquisição de bens móveis e de serviços, previsto nos arts. 69º e 70º do DL 197/99 VI 8.

pág. 670 (seguro obrigatório RC entidades realização montarias, bati das ...)

Em paralelo com o seguro obrigatório previsto no 2º travessão da pág. 670, o art. 72º/2 do DL 227-B/2000 IX 15, republicado pelo DL 338/2001 XII 26, prevê, no caso de montarias, batidas e largadas, a obrigação de as entidades responsáveis pelas inclinas celebrarem o respectivo seguro de responsabilidade civil a favor de terceiros. O nº 3 do mesmo art. prevê, todavia, a dispensa da obrigação no caso da realização de largadas que não impliquem a utilização de armas de fogo, besta ou arco.

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Referências

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